A importância da família

A família é uma instituição divina – estabelecida por Deus.

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A FAMÍLIA Bom dia ou boa tarde, irmãos, aqui é Jorge Campos. A família é uma instituição divina, estabelecida por Deus. Foi iniciada quando foi a criação do homem da mulher. Deus desejou e quis que houvesse família. E a sua família ou nossas famílias são iniciadas pelo matrimónio, que é um compromisso. E daí se entende, queridos irmãos, que se não tivermos um bom matrimónio, não vamos ter uma família feliz. Por isso é crítico ter um bom matrimónio. Por quê? Porque aqueles que são mais afetados na família, pelo matrimónio, ou digam assim pelo divórcio, são os nossos filhos. E por isso que, irmãos, é extremamente importante que nós mantenhamos um bom matrimónio e mantenhamos uma boa família. Deus quer criar uma família. Vejam aqui, em 1 João 3, 1 João 3, começar a ler do versículo 1. Primeiro João 3, vamos começar a ler do versículo 1. Estou a usar aqui uma bíblia nova, por isso que é difícil de virar as páginas. Capítulo 3, versículo 1, diz assim, Ver com grande amor nos tem concedido o Pai, que fossemos chamados filhos de Deus. Por isso o mundo não nos conhece, porque não o conhece a Ele, amados. Agora somos filhos de Deus e ainda não é manifesto o que a vemos de ser, mas sabemos que quando Ele se manifestara seremos semelhantes a Ele, porque assim como é, o veremos. E qualquer que Nele tem esta esperança purifica-se, assim mesmo, como também Ele é puro. Nós, Deus está a fazer uma família. Deus quer ter uma família. E nós somos filhos de Deus, como diz aqui, mas ainda não é manifestado o que caberemos de ser, realmente, como filhos de Deus quando nascermos de novo no rei de Deus. E por isso, família é muito importante, não somente pela nossa família, mas é porque Deus tem um significado espiritual através da família. Vejam também aqui em Efezius 3.

Veja aqui, por exemplo, começando do versículo 14, diz assim, por causa disto me ponho de oelhos perante o Pai de nosso Senhor Jesus Cristo, de qual toda a família nos céus e na terra toma o Noma. Querias irmãos, a família de Deus está ao nome de Deus, mas por isso somos filhos de Deus, para que, segundo as riquezas da Sua glória, nos conceda que sejais corroborados com poder pelo Seu Espírito, no homem interior, para que Cristo habite em vós, habite pela fé nos nossos corações, afidas estando arraigados e fundados em amor, poderes perfeitamente compreender com todos os santos, qual seja a largura, o comprimento, a altura e a profundidade, e conhecer o amor de Cristo, que excede todo o entendimento, para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus.

Perdão, para se estarmos cheios de toda a plenitude de Deus. E, para isso, como se vê, o golo de Deus, a meta de Deus para nós, é para nós sermos filhos de Ele com a plenitude, com a glória, com as características que Deus tem. Tal como nós temos as características de um ser humano, Deus quer que nós venhamos a ter as características como ser os filhos de Deus, deste género da família de Deus.

Por isso, a família é muito importante para Deus. Português, assim, é um campo de treino para o futuro, para uma família do futuro. E, por isso, é importante termos uma boa família. E hoje, queridos irmãos, quero abordar sete princípios vitais para termos uma boa família. E um, o primeiro dos princípios que quero abordar hoje, é que precisamos de entender um aos outros, precisamos de ter um entendimento das outras pessoas, dos outros membros da família.

Ora, eu não estou a falar a dizer que as pessoas na família estejam a viver juntas. Sim, não estou a falar de simplesmente um entendimento para viver em juntas, porque muitas vezes, pessoas vivem juntas, mas não se entendem. Mas eu estou a falar muito mais do que simplesmente viver juntas. Estou a falar de que venham-nos a ser um, que haja uma unidade, que haja um compartilhamento da mesma sentimento e da mesma mente, da mesma maneira de pensar. Por exemplo, vejam aqui em Génacias capítulo 2. Génacias capítulo 2, vamos então ver no versículo 18.

Génacias capítulo 2, versículo 18. Diz assim, e disse-os, o Senhor Deus, não é bom que o homem esteja só. Eu fariai uma ajudadora idónea para Ele. Deus olhou para o Adão e disse, não é bom que esteja sozinho. Vou fazer uma ajudadora idónea. E veja então no versículo 20. Sobre Adão pôs os nomes a todo o gado e as aves dos céus e a todo o animal do campo, mas para o homem não se achava ajudadora idónea.

Então, Senhor Deus, fez cair um sono pesado sobre Adão, e este adormeceu e tomou uma das suas costelas e cerrou a carne em seu lugar. E da costela que o Senhor Deus tomou do homem, formou uma mulher e trouxe-a a Adão. E depois continua a ler aqui no versículo 23. E diz assim, e disse Adão, esta é agora osso dos meus ossos e carne da minha carne. Esta será chamada mulher por quanto do homem foi tomada. Mas veja aqui o que diz no versículo 24.

Portanto, deixará o homem, o seu pai e a sua mãe, e a pegar-se-á a sua mulher e serão ambos uma carne. Uma carne. Está claro que são dois seres, mas são uma carne. A palavra 1. O homem e a mulher, numa trimónia, devem ser um. E sem intenção de Deus. A palavra 1 aqui, de ser uma carne, vai na palavra hibraka errado, que é a mesma palavra que diz que Deus é um, errado.

Por isso sabemos que o Altíssimo e aquele que era o verbo que encarnou e vai ser Jesus Cristo, eram errados. Eram um. Tal como Deus quer que o homem e a mulher sejam um. É este mesmo princípio. Nós precisamos de ser um. Como o pai e Jesus Cristo são um. Vejam aqui a Oração de Jesus Cristo, em João, capítulo 17. João 17, vamos começar a ler no versículo 20. Jesus Cristo a orar aqui, está a dizer, eu não rogo somente por estes, mas também por aquilo que pela tua palavra anda a querer em mim.

Para que todos sejam um. Jesus Cristo a orar por nós como cristãos para sermos um. Um. Está claro, somos pessoas diferentes, mas para nós cristãos sermos um. Como tu ou pai, o és em mim e eu em ti. Tal como o pai, Jesus Cristo. O pai, o altíssimo, Jesus Cristo, que era o verbo, diz assim que nós começamos um, Jesus Cristo a orar, para que nós, como cristãos, sejamos da mesma maneira um.

Para que todos sejam um, continuem a ler de novo no versículo 21, como tu ou pai, o és em mim e eu em ti. Que também eles sejam um, em nós, em nós. Para que o mundo creia que tu me enviaste. Eu dê-lhes a glória que a mim me deste, para que sejam um, como nós somos um. Tal como o pai e o filho são um, nós, como cristãos, devemos ser um. Você que vive em três, eu, neles e tu, em mim, para que eles sejam perfeitos em unidade, nesta união, nesta unidade. E isto, queridos irmãos, é mais do que simplesmente viver juntos.

É uma perfeição em unidade. E por isso, queridos irmãos, para sermos um, precisamos de entender bem a outra pessoa. O esposo deve entender bem a esposa. O esposo deve entender bem o esposo. Os pais devem entender bem os filhos. Isto é parte de sermos um. Precisamos de entender bem um aos outros. Por quê? Para podermos tratar-los da maneira correta, de acordo com a personalidade delas.

Porque sim, são ainda vidos, mas fizemos ser um, da maneira que tratamos uns aos outros. Vejam, por exemplo, em primeiro Coríntios, primeiro Coríntios capítulo 9, primeiro Coríntios capítulo 9, como santo de versículos a 9. Primeiro Coríntios capítulo 9, versículos a 9. Por quê? Primeiro Coríntios 9, versículos a 9. Por que sendo livre para com todos, fiz-me servo de todos para ganhar ainda mais.

Por quê? Porque ele quis entender as outras pessoas, precisou de entender para servir as outras pessoas, para entender as pessoas, para ser um. Eu fiz-me como judeu para judeus, para ganhar os judeus, para o que estão de basta lei, como se tivesse de basta lei, para ganhar os que estão de basta lei.

Isto é, aqueles que estão de baixo, por exemplo, de uma multa ou de uma infração da lei, eu fiz-me como também uma pessoa que tivesse, nessas condições, para poder entender eles e poder-nos ser um. Para o que estão sem lei, como se tivesse sem lei, não estamos sem lei para quando eu, está claro, mas de basta lei de Cristo, para ganhar os que estão sem lei.

Por isso, aí ele quis dizer, versículo 22, fiz-me como fraco para os fracos, para ganhar os fracos. Fiz-me tudo para todos, para por todos os meus, por todos os meios, chegar a salvar alguns. Querias irmãos, nós precisamos de amar uns aos outros e, por isso, precisamos de entender como as outras pessoas são, principalmente na nossa família, como é o nosso esposo, ou nossa esposa, ou os nossos filhos, ou as nossas filhas, para podermos sermos um.

Sim, precisamos tratar pessoas de maneiras diferentes, respeitando as suas personalidades. Por isso, Paulo tratou, como lemos aqui, em primeiro coríndios 9, que tratava as pessoas de maneira diferente, conforme elas tinham certas personalidades, ou condições diferentes. Para os fracos tratavam-as como fracos. Para os judeus tratavam-as como judeus. E assim, dá a explicar que se adaptava, porque entendia os outros. E, por isso, estava a criar esta unidade. Esta unidade. Vejam também o exemplo, aqui, como dizem, primeiro coríndios 13, o capítulo do amor, primeiro coríndios 13, versículo 11. Quando eu era menino, falava como menino. Sentia como menino, discuria como menino. Mas logo que cheguei a ser homem, acabei com as coisas de menino. Mas, agora, sou um adulto, sim, já não me pratico da mesma maneira, mas entendo os meninos, entendo as criancinhas e trátuas de acordo com a situação em que estão. Estou alinhado às outras pessoas, estou alinhado a esta unidade. Por isso, vou tratar os mais pequenos de acordo com o som, vou tratar os moços de acordo com o som, vou tratar as moças de acordo com o som, da maneira que entenda, parecermos um.

Por isso, pensem, pensem com cuidado, como é que podemos entender a outra pessoa para, então, termos carinho pelas necessidades dessas pessoas, para que sejamos um. Não é simplesmente para viver juntos, mas para sermos um, para termos esta unidade na família. Precisamos entender os outros. E esse é o primeiro ponto que estou a ensinar hoje. O segundo ponto, quando parte destes princípios vitais para termos uma boa família, é respeitar o outro, ter um respeito mutuo pela outra pessoa, de pai para filho e de filho para pai. Por exemplo, você, por exemplo, está no banheiro e tem uma barra de sabão, está molhada e se você não toma cuidado como agarrar essa barra, vai sair das mãos e vai escorrogar, vai sair. E você, então, precisa ter este cuidado, respeito com as condições dessa coisa. Eu vou dar um exemplo específico. Por exemplo, eu tive um chuveiro na minha viagem ao estrangeiro, e houve este chuveiro num hotel que eu estava, que era mesmo quando eu lavava e tomava o banho e ponho o sabonete, etc. O sabão ficava assim no chão e o chão do chuveiro tornou-se muito escorregadio. Eu sento a sainte que eu estava a sair do chuveiro e o meu pé escorregou, eu quase ia cair e partir a cabeça, porque tinha uma parte aí de mar, de caseta. Não é marmo, mas devia ser uma coisa muito dura, quase que ia cair e eu começava felizmente, mas agarrei para não cair. Por isso, precisamos respeitar, estou a falar aqui de respeitar as coisas, da maneira que estão, mas ter cuidado e pensar e ver, e então respeitar as coisas. Igualmente, o princípio é para respeitar as pessoas. Respeitar as pessoas, tratá-las com respeito e cuidado que precisam. Por isso usei este exemplo simplesmente do sabão para demonstrar um exemplo, uma analogia.

O ponto é que todos nós somos diferentes. Todos nós somos diferentes. Vejam que o Mico se faz favor em Romanos capítulo 14. Romanos capítulo 14. Vamos ver versículo 12 que diz assim. De maneira que cada um de nós dará a conta de si mesmo a Deus. Por quê? Porque somos diferentes. Temos de estar conta individualmente. Nós somos diferentes. E, porque somos diferentes, Deus nos dá uma certa, digamos assim, quantidade de respeito por darmos a nós a oportunidade de fazermos as nossas próprias escolhas. Vejam, por exemplo, de outro nome 30. De outro nome 30. De outro nome 30 versículo 19.

Diz assim. Os céus e a terra tomam hoje por testimonhas contra vós, de que te tenho o propósito da vida e a morte, a benção e a malição. Escolhe pois a vida. Deus tem o respeito às pessoas e diz, olha, está um caminho bom e um caminho mal.

Mas dá às pessoas o respeito de fazerem a sua própria escolha. Temos arbítrio livre. Ele diz assim, escolhem a vida para que vivas tu e tu descendência. Deus quer que nós escolhemos o caminho correto, mas Ele nos respeita e nos dá a oportunidade de escolhermos. Igualmente nós temos que ensinar aos nossos filhos e assim, conforme ensinamos eles, começamos a respeitar e dar a eles este respeito, esta confiança que eles precisam de fazer as suas próprias decisões conforme crescem. E por isso entendemos que sim, que farão erros. Nós fazemos erros e por isso temos o Perdão Jesus Cristo, o sangue de Ele. Quando existe arrependimento, nós, igualmente, temos que dar aos nossos filhos, conforme vão crescendo, uma certa liberdade, uma certa confiança. Está claro, inicialmente, temos que os ensinar, mas temos que dar este respeito. Estou a falar agora acerca do respeito. Temos que os dar este respeito para eles fazerem as suas próprias decisões.

Primeiro Pedro. Vejam, por exemplo, aqui em primeiro Pedro. Primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 17. Diz assim, Honrai a todos, amai a fraternidade, temei a Deus, honrai ao rei. Dar honra, dar respeito às pessoas e por isso, parte de dar esta honra, é permitir que os nossos filhos façam as suas próprias decisões. Está claro, depende da idade, depende da idade delas, mas temos que ajudar as crianças a entender, através do ensino, entender que há consequências. E para que depois façam decisões boas. Mas é que estou a falar que precisamos dar respeito a eles, respeitar as decisões delas. Está claro, há certos casos que não vamos permitir certas decisões em nossa casa, porque é a nossa casa. Mas, no entanto, estamos a dar, a ensinar, conforme as vão crescer, a fazer em suas próprias decisões. Por exemplo, ensinem aos filhos Jeff, de que existem consequências das suas ações. De uma maneira lógica, por exemplo, lógica, quero dar um exemplo aqui. Por exemplo, se não come, dizer, olha, essas crianças não estão a comer, olha, logicamente, então se não estás a comer, então não pode comer a sobremesa. Não pode ter os docinhos, essas coisas, porque não estás a comer, é uma coisa lógica, de um para o outro. Não estou a dizer, olha, se não comes a comida, não pode se ver a televisão. Isso não tem uma conexão lógica. A conexão lógica não está a comer a comida, não pode então comer os doutos, é esta conexão lógica. E precisamos de ensinar aos nossos filhos e às nossas filhas consequências lógicas. Mas conforme crescem, precisamos de começar a ensinar a eles uma atitude de respeito, de honra. E isto é importante para termos uma família boa, em que há um respeito mutuo de um para o outro. E estamos a aprender isto. E por isso, o terceiro ponto, é ensinar, é ensinar. É ensinar aos nossos filhos e filhas. Mas não é só ensinar pelo que dizemos, mas é ensinar pela prática, pelo que fazemos. Isto é sendo um bom exemplo. É como uma dica que diz assim, as suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz.

As suas ações, a sua maneira de fazer coisas falam tão alto que não estou a ouvir o que você está a dizer. Porque? Porque o nosso exemplo é mais importante do que nós dizemos. Nós temos que praticar. Sim, ensinamos aos nossos filhos, mas eles têm que ver em prática.

Um dos problemas que existem em muitas igrejas é que os filhos chegam a uma certa idade e depois dizem, não quero ter nada a ver com a religião dos meus pais. Por que? Uma das causas é que os pais vão para a igreja ao fim de semana, ou seja, quando for. E parecem muito boas pessoas, mas depois vão para casa se não são essas boas pessoas. E por isso os filhos veem esta hipocrisia e dizem, olha, não quero ter nada a ver com a religião dos meus pais. Porque os pais, pelo seu mau exemplo, pela sua má prática, que fala tão alto, faz com que eles não usam o ensino. Por isso, queridos irmãos, precisamos de praticar. É necessário de haver um padrão de integridade, um padrão de respeito, um nível alto de obdiência, de honra, de honestidade, em casa, em casa, no dia a dia.

Precisamos de viver neste ambiente, digamos assim, da integridade. Então, os nossos filhos aprenderão a ser íntegros pelo nosso exemplo. Vejam como isso faz favor em Tito capítulo 2. Tito capítulo 2, ou versículo 7. Em tudo te dá, por exemplo, de boas obras. Em tudo te dá, por exemplo, de boas obras.

Na doutrina mostra incorrupção, gravidade, sinceridade. Na doutrina, isto é, no ensino. Mostra incorrupção, gravidade, sinceridade. Se não ensino, mas precisamos de mostrar como? Pelo nosso exemplo. Pelo exemplo, na linguagem sã e irrepreensível. Por quê? Porque é o nosso exemplo. Para que o adversário se envergonhe. Não tendo nenhum mal que dizer nós. Por quê? Porque nós praticamos um bom exemplo. E os nossos filhos estão a aprender do nosso exemplo. Do nosso ensino. Isto é uma doutrina sã, porque estamos a praticar o que dizemos. Por isso, por exemplo, deve ensinar, pela prática, além do que pelo que dizemos. Vejam como se faz sabor? Em Efezius 6. Efezius 6. Efezius 6. Efezius 6. Vos, filhos, serem obdientes a vossos pais no Senhor, porque isto é justo. Honra o teu pai e a tua mãe, que é o primeiro mandamento com promessa. Sim, é o primeiro mandamento com uma promessa. Para que te vá bem e vivas muito tempo sobre a terra. E vós pais, não provoqueis a ira a vossos filhos, mas criai-os na doutrina e a demuestração do Senhor. Não provoquem os vossos filhos a ira. Por que? Porque estamos a dar este exemplo, a praticar isto e estamos a dar um ensino através da nossa prática. Vejam também em Proverbios capítulo 12. Proverbios capítulo 12. Proverbios capítulo 1. O que ama a instrução ama o conhecimento. Mas o que odeia a repreensão é estúpido. Crescimãos, precisamos de ensinar. E precisamos de fazer com os nossos filhos amém esta instrução. Porque vem que nós praticamos, porque estão a ver a nossa prática. Veja, por exemplo, no capítulo 13. Também de Proverbios, Proverbios 13, versículo 1. 13, versículo 1. O filho sábio atende a instrução do pai. Mas os carnescedores não houve a repreensão. Se nós estamos a praticar, o que estamos a ensinar, a ensinar, a probabilidade dos nossos filhos ouvirem e praticarem também é muito mais alta. Porque vem que nós estamos a ser sinceros. Vejam em Doutor Nômio 6, Doutor Nômio capítulo 6, Viculsando versículo 6 e 7. Doutor Nômio 6, versículo 6 e 7.

Dizem-se, em essas palavras que hoje te ordeno, estarão no teu coração. E as ensinarás a teus filhos e delas falarás assentada em teu em casa e andando pelo caminho, e dictando-te e levantando-te. Quer dizer, tu vais ensinar conforme as oportunidades aparecem. Isto é quando você está à mesa, quando você está a passear. Quando há atividades sociais, quando há uma convivência. Como diz aqui, está a andar, está a deitar, está a se levantar. Seja quando for, está a ensinar. Por que? Porque você está a praticar. Porque você está a praticar e torna-se um ensino, digamos assim, automático. Tornam-se um ensino automático. Isto é muito importante, crises irmãos.

Os seus pais, pelo exemplo deles, pela maneira que viveram, pela maneira que lhe ensinaram, deixaram uma marca em você, tal como os meus pais deixaram em mim. Que marca é que você está a deixar nos seus filhos?

Por isso, ensine não só pela boca, mas pelas suas ações. E esse é o terceiro ponto de pertenermos uma boa família. O quarto ponto que eu quero mencionar hoje é um ponto de lealdade. Lealdade a cada um, um a outro. Uma lealdade à família, uma lealdade ao nome da família. Vejam como isso faz favor em Ecclesiastes, Ecclesiastes capítulo 7.

Lêram no versículo 1. O melhor é a boa fama. Isto é melhor é ter um bom nome, melhor é ter uma boa reputação, uma boa fama, de que o melhor é um gento. Isto é melhor é ter um bom nome de que ouro e prata e seja o que for. Ter um bom nome, uma boa reputação é importante.

E, queris e irmãos, pertenemos um bom nome. O que nós fazemos nos dá-nos esse bom nome. E, por isso, demonstra essa lealdade na maneira que somos e isso nos dá um bom nome. Vejam outro exemplo aqui no livro da Apocalipse. Apocalipse capítulo 2.

Apocalipse capítulo 2, versículo 10.

Diz assim, nada tem as das coisas que há-as de padecer. Eis que o diabo lancerá alguns de voz na prisão para que seja as tentados e terei-se uma tribulação por dez dias. Isto era, neste profecia, para esta igreja.

Esta era da igreja. Ser fiel até à morte e dar-te-ei a croa da vida. Alguns de nós, às vezes, temos que ser fiéis até à morte. Isto é que, por exemplo, ter fé até à morte. Por exemplo, ter esta lealdade até à morte.

Às vezes, é um ato-fé que vamos ter que morrer por esta fé, é o que ele está a dizer aqui. Alguns vão ter que ser fiéis até à morte. Mas temos que ser liais. Temos que demonstrar esta lealdade.

Por isso, precisamos ser liais uns aos outros. Liais ao nome da família. Dá respeito a este nome da família pela nossa prática.

Vejam também em Salmos 127. Salmos 127.

Salmos 127. Vamos ver.

Vamos ver. Recicle 3 a 5.

Salmos 127.

Recicle 3 a 5. Viz assim. Eis que os filhos são irança do Senhor e o fruto do ventre, o seu galardão.

Como flechas na mão de um homem poderoso, sim são os filhos da moçidade.

Bem-aventurado o homem que enche deles a sua aljava.

Serão confundidos, mas falarão com os seus inimigos.

Queres irmãos?

Conforme nós praticamos e demonstramos a nossa lealdade, Deus nos abençoe-a com os nossos filhos e abençoe-a a eles de maneira que a nossa, como dizem, a nossa aljava, a nossa família seja maior para não sermos confundidos.

Por que? Porque somos liais.

Somos liais e esta lealdade dá este crescimento, seja lealdade de um para com os outros, com os filhos, lealdade, por exemplo, de nossa emprego, lealdade com cuidado com a saúde, com cuidado com as nossas finanças e demonstrando esta lealdade.

Queres irmãos? Precisamos de ter lealdade uns para com os outros, principalmente ser fiéis, até ao fim.

E isso é um outro ponto importante para termos uma boa família, de mostrar uma filidade e a lealdade um para com os outros.

O quinto ponto que eu quero me ensinar é amar, é amor.

A base de um atrimônio é amor. Para termos uma boa família precisamos ter um amor verdadeiro de uns pelos outros. Ora, o amor não é só uma emoção, irmãos. O amor diz, oh, eu amo muito. O amor é mais do que uma emoção. Sim, pode começar com uma emoção. Por exemplo, quando você começa um namoro com aquela que vai ser a sua esposa, inicialmente seria uma emoção. Mas isso tem que crescer. Para além de emoção. Para algo que é uma ação. Um ato de amor, um ato de sacrifício. Sim, o verdadeiro amor é um ato de sacrifício. É um ato de sumetermos à outra pessoa, para o bem da outra pessoa. Isso é que é o verdadeiro amor. É uma ação. É um ato de humildade.

Por isso leemos em João 3, versículo 16, que é uma escritura bem conhecida por todos nós. João 3, versículo 16.

João 3, versículo 16. Porque Deus amou o mundo, de tal maneira, amou o mundo de tal maneira. Um ato de amor que deu o seu filho unigênito, o único que foi assim gerado, para que todo aquele que nele crê, todo aquele que crê no filho, isso é, porque crê, que acredita, vai praticar o que ele diz para nós fazernos, não parece, mas tenha a vida eterna. Ora, Deus amou e ama a você e ao tanto, que não é simplesmente só uma emoção. É uma ação que deu o seu único filho unigênito a nós, para nós podermos ter a vida eterna. Sim, porque não temos a vida eterna, não somos uma alma imortal, não, não somos, para nós podermos vir a ter uma vida eterna. Por isso é que Deus amou o mundo de tal maneira. Este amor é uma ação, não é simplesmente uma emoção, é mais do que isso. É uma ação, é um verbo, é uma ação, o verbo, quer dizer, não é um sustentivo, uma coisa, é um verbo, é uma ação, uma atividade. E vejam também em Tito capítulo 2, versículo 3 a 5. Tito capítulo 2, versículo 3 a 5, diz assim, As mulheres idosas, semelhantemente, que sejam sérias no seu viver, como convém as santas, não coluniadoras, não dadas a muito vinho, mestres no bem, para que ensinem as mulheres novas a serem prudentes, a amar em seus meridos, a amar em seus filhos, ensinem a amar.

Por isso ensine a praticar uma ação de amor. Não é ensinar a ter uma emoção, ensinar a amar os seus meridos e amar em seus filhos. Isto é uma ação. A serem mudradas, castos, boas-dornas de casa, sujeitas a seus meridos a fim de que a palavra de Deus não seja blasfemada. Crescismãos, as mães, as senhoras mais idosas, as mães ensinam às filhas. Como é que ensinam? Pela prática, porque praticam e também ensinam pela palavra. Mas a prática, como ouvimos, fala mais alto, fala mais alto do que o ensino verbal. E por isso estão a ensinar a amar. Por isso, para ensinar atos de amor, porque está a dar exemplos práticos na vida, na prática, na família de um a outro, na nossa família.

Veja também pro verbos capítulo 3, versículo 27. Pro verbos capítulo 3, versículo 27. Pro verbos 3, versículo 27. Diz assim. Não deixe de fazer bem a quem o merece. Estando em tuas mãos a capacidade de fazê-lo. Não deixe de fazer bem a quem o merece. Por isso, não esteja só a dizer, olha, ama, pratica esse amor, faz esse bem, particularmente, aqueles que amas na tua família. Há várias maneiras de demonstrar amor. Uma delas é dar tempo aos nossos filhos, e às nossas filhas. Não é dar presentes, é dar tempo, dar atenção. Não é chegar a casa, abrir o jornal e desligar-se da família. Não, é chegar a casa e dar tempo aos nossos filhos e às nossas filhas. Dar tempo para fazer coisas com eles. E conforme fazemos coisas juntos com eles, eles aprendem pelo nosso exemplo, aprendem este amor. E amor é dar tempo. Quantos filhos dizem, pai, olha para aqui, olha para o que eu estou a fazer, olha, pai, olha para isto, olha o que eu estou a fazer. Sim, estou a fazer, mas o que querem é a atenção dos pais. Por que muitos filhos são rebeldes e fazem coisas mais em tipo de rebelião? Por que? Porque querem chamar a atenção dos pais, porque eles não estão a dar atenção a eles. E por isso, isso às vezes, é uma das causas dessa rebelião. Por isso, precisamos dar amor aos nossos filhos. E onde os dizemos desse? É dar tempo a eles. Dar atenção, tomar nota deles e dar tempo a eles, fazer coisas com eles, fazer coisas que eles gostam de fazer, ir ver a eles quando, por exemplo, os nossos filhos estão a jogar futebol, ou coisa assim, estar aí a ver a eles. E eles gostam de ver que os pais estão a dar tempo para estar com eles. Isso é parte da mar e precisamos de ter amor. Quer dizer, irmãos, amor é a base de um atrimônio, mas o amor é a base de uma boa família, porque Deus é amor e Deus está a criar uma família. E, por isso, Ele criou este princípio de famílias físicas para nos ensinar um princípio espiritual da família espiritual. E, por isso, precisamos de aprender e dar tempo aos outros e amar aos outros, para termos uma boa família. Esse é o quinto ponto vital que estou a mencionar a vocês hoje, acerca de termos uma boa família. O sexto ponto vital é encorajar. Encorajar os nossos filhos, as nossas filhas, a nossa esposa. Encorajar... ou as esposas, precisam de encorajar os esposos, principalmente quando têm certas responsabilidades. Precisamos de encorajamento. Por exemplo, precisamos de ter um golo, precisamos de ter uma meta, precisamos de ter uma visão, precisamos de ter um sonho, um sonho realístico. E depois precisamos encorajar as pessoas a seguirem essa meta, a seguir o caminho desse sonho para realizarem esse desejo. Desejo, seja um desejo correto, piadoso, seja correto, segundo Deus, mas encorajar as pessoas a seguir esse caminho, essa visão. Ora vejam aqui em Proverbios capítulo 29. Proverbios capítulo 29.

Versículo 18. Diz assim, não havendo profecia. Não havendo profecia. Profecia aqui é uma revelação de Deus. Que digamos assim, é um golo, uma visão que temos. Ora, voltando a isto a um ponto prático na nossa família, se os nossos filhos não têm uma visão, não têm um golo, uma meta, isso é um problema. Precisa ajudar os nossos filhos a ter uma meta. Você precisa ter um golo na sua vida, uma meta. Muitas coisas que está a fazer que você está a andar no caminho correto para atingir essa meta. E por isso diz assim, continuando a ler no versículo 18, capítulo 29, de Proverbes, não havendo profecia, o povo parece. Sim, porque se você não tem esta visão, este golo, Deus nos dá uma visão, a profecia do rei de Deus. Temos este golo. E por isso seguimos para este golo. Isso nos dá, digamos assim, um desejo de fazer o que é correto para atingirmos o golo.

Sem profecia, sem visão, as pessoas perdem direção. Perdem este desejo de fazer o correto para atingir aquele golo. E por isso é que diz, porém o que guarda a lei, este é bem-avendurado. Por quê? Porque guarda a lei, porque tem uma visão, tem uma profecia. E por causa disso, quer atingir o golo, quer atingir a meta. E por isso vai fazer as coisas de acordo com as coisas certas para atingir essa meta. E por isso aquilo que guarda a lei, guarda os princípios para atingir essa meta, este é bem-avendurado, porque vai atingir a meta, vai atingir esse resultado final.

Ve o propósito, ve a meta. Por exemplo, qual é um dos propósitos na nossa família? É ensinar a importância da família através do amor, através da prática, através do ensino. E por isso estamos a encorajar uns aos outros neste caminho.

Queremos, por isso, pais, irmãos, queremos que os nossos filhos tenham uma visão. Precisamos de encorajar isso nos nossos filhos. Precisamos de encorajar eles a ter uma visão. Olha o que quer ser, o que quer vir a ser quando for uma pessoa adulta. Qual é a tua meta? Qual é a sua meta? E ajudar, e encorajar a eles a seguir o caminho correto para poderem atingir esta meta.

Para poderem atingir este sonho realístico na vida deles. E por isso têm que fazer as coisas corratas, de acordo com a lei. Vejam como sabemos bem, em Mateus 6, versículo 33.

Mateus 6, 33. Mas buscai primeiro o reino de Deus. Isto é que temos esta visão, esta profecia que Deus nos deu acerca do reino de Deus. E por isso buscai primeiro o reino de Deus. E a sua justiça? A lei de Deus, a prática, o caminho. O caminho seguindo, praticando, vindo, acendo como Jesus Cristo é tendo a justiça de Deus. A sua justiça. E todas essas coisas serão acrescentadas. Vocês vão fazer as coisas certas e vão ser bem-aventurados e essas coisas vão ser acrescentadas. Queridos irmãos, Deus nos deu uma profecia, uma visão que é o reino de Deus, que vai acontecer. Ora, isso nos encoraja a fazer o que é certo, o que é correto. Isto é a sua justiça, para atingirmos essa meta, esse golo, essa visão, essa profecia. E por isso, para atingirmos isso, entre outras coisas que precisamos, é ter o domínio próprio. O domínio próprio. Para praticar a lei, para seguir o caminho certo, tendo o domínio próprio de andarmos para a frente, nessa direção correta, para atingirmos a meta, para atingirmos o ponto final. Vejam, por exemplo, em Hebreus 3. Hebreus 3, versículo 13. Antes, exhortaivos uns aos outros. O que quer dizer exhortaivos uns aos outros? Quer dizer, incorrigaivos. Como diz na versão da Bíblia, da nova versão internacional, dizem incorrigaivos uns aos outros, ou muito amante. Antes, exhortaivos uns aos outros, todos os dias, durante o tempo que se chama hoje. Para que nenhum de Vós se endureça pelo engano do pecado? Para quê? Para que não saia da lei de Deus. Porque temos esta visão, temos este golo e precisamos de encorajar as pessoas para seguirmos neste caminho da justiça de Deus, para não ficarmos apanhados pelo engano do pecado. Precisamos de encorajar os nossos filhos a seguir o caminho correto. Isto é um encorajamento mutuo. Para termos uma boa família, este encorajamento precisa de existir. Este encorajamento positivo. Encorajem-os. Não os provoquem a ira, como lemos há pouco em Efezius 6, versículo 4. Não os provoquem a ira, mas encorajem uns aos outros.

E, em sétimo, o sétimo princípio vital para termos uma boa família, que eu quero mencionar hoje, é envolver Deus na sua família. Envolver Deus na sua família. Como dizem, a família que ora unida, permanece unida. Quando oramos com os nossos filhos e com a nossa família, por exemplo, durante uma refeição, ou coisa assim, e damos oportunidade aos nossos filhos, ou filhas, de vez em quando, para orarem em família. Para, claro, não estou a falar em público, é simplesmente numa situação familiar, na família. Isto faz lembranças, ou dá aos nossos jovens lembranças, que vão lembrar para sempre. Vamos entender o que os nossos filhos se preocupam, o que está na mente deles, porque eles vão orar acerca dessas coisas.

E, por isso, nos destronamos mais a mim, os deles, porque começamos a entender as coisas que estão no coração deles, porque estão a falar, quando oram, estão a falar do coração. Também está a ensinar humildade, porque eles veem os pais assumiterem, sumirem-se um elemento a Deus.

E também ensina aos filhos que Deus está sempre perto. Ensina a eles que Deus está sempre perto. E, por isso, eles começam a entender que Deus nos vai ajudar, porque esta fé, este ensinamento em prática da fé dos pais, vem que Deus nos ajudará. Vejam, por exemplo, em Filipenses capítulo 2, Filipenses capítulo 2 versículo 13. Filipenses capítulo 2 versículo 13. 2 versículo 13 diz assim, porque Deus é o que opera em vós tanto o querer como o efetuar, segundo a sua boa vontade. É Deus que toca nos nossos corações, que nos faz convictos. É Ele que opera em nós o desejo como há o caso de fazer, o efetuar, segundo a sua boa vontade.

Mas nós temos que responder a isso. E quando oramos com a família e com os nossos filhos, eles nos vêm orar, quando os nossos filhos vêm que você está a orar e que você ora regularmente, isto ajuda a eles a ter este respeito por Deus, porque estão a aprender através do exemplo dos pais. Vejam aqui o caso de Josué. Josué capítulo 24. Josué capítulo 24. Começando no versículo 14 e 15. Josué 24, 14 e 15. Agora pois, te meio ao Senhor e servi o com sinceridade e com verdade.

Consensuridade e verdade. E detai fora os deuses aos quais serviram vossos pais além do rio e no Egito e servi ao Senhor. Porém, se vos parece mal aos vossos olhos serviram ao Senhor, escolhei hoje a quem servais. Se aos deles a quem serviram vossos pais, que estavam além do rio, ou aos deles os amoreus, em cuja terra habitais, porém eu e a minha casa serviremos ao Senhor. Josué disse, eu e a minha casa serviremos ao Senhor.

Como é que ele sabia que a casa dele ia servir ao Senhor? Porque estava a praticar um exemplo, estava a envolver Deus na sua família e por isso tinha esta confiança por causa da sua prática e do seu ensino, da maneira que viviam e que os filhos viam isto, que eles iam também, ou iriam praticar isto. Por isso, irmãos, envolvem Deus na sua família. Que os irmãos vimos hoje sete princípios vitais para termos uma boa família. Primeiro, entender o outro para sermos um, depois, respeitar uns aos outros mutuamente e, por causa disso, temos de mostrar confiança neles. Terceiro, precisamos de ensinar, pela prática diária, não só pelo que dizemos.

Precisamos de mostrar lealdade à família, promover o desejo de manter uma boa reputação, um bom nome. Em quinto lugar, precisamos de ter lealdade. Perdão, amar, em quinto lugar, amar. E isto é um caso de ações, como dar tempo e atenção aos outros. Em sexto, precisamos de encorajar e ter uma meta, ter uma visão na vida, encorajar a seguir esta meta.

Isto nos ensina o domínio próprio. E, finalmente, em número sete, envolver Deus na sua família. Horem juntos e, então, sabemos que eu e minha família seguiremos o Senhor. Cris irmãos, quando você pratica estes princípios diariamente, você vai fazer uma impressão duradora nos seus filhos e nas suas filhas. Por isso, ensina aos seus filhos e às suas filhas, que a família é realmente importante. E, através disso, Cris irmãos, ganha o coração dos seus filhos para seguirem do coração, o nosso Deus e o seu filho, nosso Salvador, Jesus Cristo.

A família é uma instituição divina – estabelecida por Deus.

As nossas famílias são iniciadas – quando nos conduzimos de acordo com os mandamentos de Deus – pelo compromisso do matrimónio.

Daí – se entende que sem um bom matrimónio a família se desfaz. Sim,é críticamente importante ter um bom matrimónio.

Por exemplo – se o matrimónio não é bom, e acaba num divórcio, aqueles que são mais afetados pelo divórcio são os filhos.

É importante, porque Deus criou a família e tem um plano especial para a família.

1 João 3:1-3– Somos filhos de Deus

Efé 3:14-19– Toda a família! Para que sejais cheios de toda a plenitude de Deus!

Este sermão descreve sete princípios vitais para termos uma boa família.

#1 – ENTENDER

Infelizmente muitas pessoas que vivem juntas – frequentemente não se entendem!  Mas não estou a falar de "viver juntos" .... mas estou a falar de sermos UM - de estarmos verdadeiramente unidos.

Gen 2:18, 20-24– Uma só carne (está claro que são dois seres) - Echad

Como Altíssimo e o Verbo eram UM - Deus o Pai e o Filho são UM

João 17:20-22– como somos UM --- não é só viver juntos! Perfeitos em unidade (V23)

1 Cor 9:19-22– Tratamos os nossos filhos todos da "mesma maneira" – porque amamos a todos. Mas também tratamos os nossos filhos diferentemente, pois respeitamos e reconhecemos (em amor) as diferentes personalidades deles. Por isso damos a cada um individualmente, o que eles necessitam individualmente. 

1 Cor 13:11– alinhado à outra pessoa. Por exemplo: tratar os mais pequenos / os moços / as moças da maneira que entendam!

– Como é que devemos de tratar o próximo – os filhos e filhas? Desejamos tratar a todos corretamente - isto é - o que é correto em amor para eles. E por causa disso têm necessidades diferentes, e tratamos-os diferentemente. 

#2 – RESPEITAR (mútuamente)

Respeito de pai para filho e de filho para pai. Por exemplo: Sair dum chuveiro escorregadio com cuidado: Exemplo num hotel quase que caí...

Tratar com respeito e cuidado

Rom 14:12– todos somos diferentes

Deut 30:19– Deus no dá arbítrio livre: Respeitar o próximo: Precisamos de escolher esse respeito de livre vontade. 

Sim farão erros– mas há perdão – quando existe arrependimento.

1 Ped 2:17 respeitar as pessoas que têm que aprender de fazer as suas escolhas. 

Ajude as crianças a ver as conseqüências lógicas: Por exemplo: 

Não comem o jantar – e por isso não podem comer sobremesa: é lógico! Mas se não comem o jantar – e por isso não podem ver TV: Essa disciplina não tem a mesma lógica. 

#3 – ENSINAR (pela pratica e pelo que dizemos)

Suas atitudes falam tão alto que não consigo ouvir o que você diz...

É necessário haver integridade.... Mas se as atitudes não são segundo Deus, os filhos vêm logo a hipocrisia.

É preciso ter respeito, obediência, honra, honestidade ... em casa ... e se viverem num ambiente de completa integridade então serão dignos. 

Tito 2:7– sejas um bom exemplo. Doutrina (ensinar)

Efésios 6:1-4– Honra – não provoqueis à ira...

Prov 12:1; 13:1– Ensine!

Deut 6:6-7– Use todas as oportunidades para ensinar... seja à mesa; seja atividades sociais; seja passeadas; seja convivência...

Os seus pais deixaram uma marca em você. Que marca você está deixando nos seus filhos?

#4 – LEALDADE

Lealdade a cada um – lealdade ao nome da família

Ecles 7:1– uma boa reputação

Apoc 2:10– Sê fiel até a morte – alguns vão ter que ter fieis até à morte! Quer dizer que não receberão alívio durante esta vida.

Salmos 127:3-5– A sua aljava: os seus "Filhos"; e as suas situções, o seu emprego; saúde; finanças, etc...

#5 – AMAR

A base do matrimónio é o amor.

João 3:16– Mas amor não é sómente uma emoção – amor é ação – atos de amor!

Tito 2:3-5– Ensinar a amar – não é somente uma emoção – Ensinar atos de amor!

Prov 3:27– Não digas somente – faz, porque os amas!

A maior demonstração de amor: dar tempo.

#6 – ENCORAJAR

Dar (por exemplo aos seus filhos) uma visão – uma meta – um sonho realístico – e encorajar a perseguir essa meta.

Prov 29:18– Profecia: uma visão

Sem profecia – sem visão – perdem direção – não vêm a meta – e perdem o desejo de fazer o correto para 'conquistar' a meta.

Igualmente, guarda a lei porque vê o propósito – a meta: amor! Queremos que os nossos filhos tenham uma visão – uma meta – um sonho realístico na vida deles.

Mat 6:33 –Deus nos dá uma visão: O Reino de Deus

– isso nos motiva a fazer o que é correto: A Sua Justiça!

– e nos ajuda a desenvolver o domínio próprio para fazermos o que é correto.

Heb 3:13– NVI: Encorajem-se mutuamente

Efé 6:4 – Não os provoques à ira – encoraja-os!

#7 - ENVOLVER DEUS EM SUA FAMÍLIA

A família que ora unida, permanece unida:

- porque faz (ou tem) lembranças para sempre

- porque entendemos as preocupações dos outros (dos nossos filhos) – e por isso o nosso relacionamento (amor) torna-se maior.

- porque ensina humildade (pais para com os filhos)

- porque ensina aos filhos que Deus está sempre perto

Fil 2:13– Deus vos ajudará.

Permita que seus filhos vejam que você ora.

Josué 24:14-15– “Eu e a minha casa...”

Nós vimos sete princípios vitais para termos uma boa família.

#1 – ENTENDER o outro para sermos UM

#2 – RESPEITAR (mútuamente) – demonstramos confiança neles

#3 – ENSINAR (pela pratica diária e não só pelo que dizemos)

#4 – LEALDADE – à família – promove o desejo de manter uma boa reputação (um bom nome)

#5 – AMAR – é ações, como dar tempo e atenção

#6 – ENCORAJAR – a ter uma neta / visão na vida e encorajar a seguir essa meta / usar o seu domínio próprio

#7 - ENVOLVER DEUS EM SUA FAMÍLIA – orem juntos – Nós seguiremos o Senhor!

Praticando estes princípios diáriamente – faz uma impressão duradoura

Ensine que a família é realmente imortante

Ganhe o coração dos seus filhos

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).