This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC SELNAR RISC Bom dia, boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos. A senhora Selnar Risce disse o seguinte Eu nasci sobre Hitler, cresci sobre Stalin e trabalhei sobre os ditadores comunistas Walter Ulbricht e Erich Urna na Alemanha Oriental. E a mensagem principal dela foi a seguinte, que essas ideias políticas, dessas pessoas, nunca funcionaram sob esses regimes e nunca vão funcionar. Ela vê pessoas a caírem facilmente, na mesma armadilha, do que elas chamam mentiras e promessas repetidas. Que enganaram os seus amigos e vizinhos alemães. Ela disse, o Hitler prometeu um socialismo nacional, mas deu-nos, em vez disso, uma tirania. E ela disse, que a maneira que ele fez foi a seguinte, faça a mentira grande, uma faça, uma grande mentira. E, pois, faça essa mentira de uma maneira que seja simples, torna-a a mentira simples. E continua a dizer essa mentira. E, eventualmente, as pessoas vão acreditar nela. Várias pessoas, disse-se-la, avisaram o povo, mas as promessas eram tão desejáveis pelo povo, e tão poderosas, que acabaram por acreditar. A promessa era que o governo ia tirar dos ricos e dar aos pobres, mas isso só fez todo o mundo pobre, e resultou em sofrimento humano, morte e, eventualmente, a grande guerra. Ela continuou dizendo, o pai de um meu amigo disse a outras pessoas, que o ikelar era mentiroso e causaria a queda da Alemanha. Uma noite, dois homens chegaram ao seu apartamento, levaram-o para um interrogatório policial, e cinco dias mais tardes, a esposa recebeu uma carta, dizendo que ele tinha falecido com um problema de coração. A família foi informada que o seu túmulo estava no cemitério municipal. A família estava com tanto medo de fazer perguntas, e ninguém sabia o que Guichestapo fez. Não houve nenhuma certidão de óbito. Eu pessoalmente conheço muitas pessoas, disse a senhora Celnarisi, que sofreram na época nazista. Uma vez mais, a tática aqui, irmãos, era faça uma mentira grande. Torna essa mentira de uma maneira simples de dizer. Continua a dizê-la, e eventualmente as pessoas vão acreditar. Faça as promessas muito desejáveis e poderosas. Donde é que vem esta tática, queridos irmãos?
Esta é a tática que as legiões falsas têm. Várias mentiras, bem grandes, e depois são simplificadas. E as promessas são muito desejáveis. E por isso então as pessoas cobiçam por essa promessa. Uma promessa de liberdade.
Hoje, queridos irmãos, quero falar a vocês acerca do perigo da cobiça pela liberdade. E vamos ver também como é que podemos obter a verdadeira liberdade duradora.
Vejam que vim inicialmente em 2 Pedro 2, versículos 18 e 19.
Diz assim, segundo Pedro 2, versículos 18 e 19. Diz assim, portanto, por quanto preferindo palavras jacanciosas de vaidade. Isto é, palavras grandes, mas que são vazias. Isto são grandes promessas, grandes promessas desejáveis, muito poderosas. Diz assim, engodam com paixões carnais. Isto é, atraem como uma isca. Engodam, atraem com paixões carnais. Isto é com cobiça, isto é com a cobiça, com forte desejo ou anseio para coisas carnais.
Por suas libertinagens. Isto é, pelas suas lascivias. Ou seja, as suas condutas vergonhosas que exploram a sensualidade sem limites.
Aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro. Promotendo-lhes o quê? Liberdade.
Isto aqui, com grandes mentiras, com promessas, muito desejáveis e poderosas, que são estas paixões carnais, prometem estas promessas de libertinagem, prometendo-lhes liberdade.
Quando eles mesmo são escravos de corrupção, pois aquele que é vencido fica escravo do vencedor. Cris irmãos, isto é o que é os falsos profetas. Prometem liberdade.
Prometem liberdade da lei.
E usam escrituras como, por exemplo, Galatas 3, Galatas 3, versículo 13.
Lembrem-se brevemente isto, Galatas 3, versículo 13. Diz assim, Cristo nos jogatou da maldição da lei. E por isso dizem, VEM, A LÉI, A MAALDIÇÃO.
Meus cris irmãos, não é isso o que está a dizer, mas voltaremos a isso daqui a pouco. Entretanto, vamos seguir o pensamento desses que dizem que a lei é uma maldição. Porque dizem que Cristo nos jogatou da maldição da lei. Vem, a lei é uma maldição, aqui os dizem.
E eles, então, usam esta cubiça, cubiça de libertação como uma isca, como uma atração, tal como os ditadores que querem controlar as pessoas usam esta mesma tática. Uma isca de algum tipo de liberdade, ou recompensa, ou coisa que seja obtida ilegalmente.
Por exemplo, liberdade da pobreza. E assim Satanás usa a mesma isca, porque Satanás nos quer controlar.
Como é que Satanás nos controla? Controllamento. Controllamento. Como é que controlamos nossa mente? Por mentiras e medo. Mentiras, promessas e medo.
E hoje, por exemplo, quando ele enganou a Eva, pregunteu a ela que não ia morrer, teria uma alma imortal. E hoje em dia temos este ensinamento ainda que as pessoas vão para o céu, mas que também há um inferno. E o inferno é esta medo que continua a ter as pessoas. Ele lembra-me que visitei uma pessoa há uns anos atrás, no Brasil. E essa pessoa disse que tem que haver um inferno pela eternidade inteira.
Ele disse que tem que haver um inferno, as pessoas têm que estar a sofrer eternamente. Qual foi o raciocínio dessa pessoa? Ele disse porque? Porque. Como é que Deus pode garantir a lealdade das pessoas que tenham sido os suscitadas?
E por isso, se alguma vez, os quiserem ou pensarem irem para o caminho errado, olham para aqueles a sofrer no inferno e dizem, não vou para ali. Cri-se-meus, isso é um completo mau entendimento do amor de Deus. Porque amor de Deus não é baseado em medo e em terror. Cri-se-meus, quando amamos a verdade. Quando amamos a verdade. Desejamos essa verdade tanto que não vamos querer deixá-la fora. Não vamos querer voltar para trás, porque amamos a verdade. Mas o engano de Satanás. A isca dele, a atração dele, é uma cubissa por qualquer coisa. Seja, por exemplo, a liberdade. Cubissa da liberdade. Ou seja, cubissa de uma recompensa. Ou cubissa de algo que seja obtido ilegalmente. E por isso, os falsos profetas dizem. Oh, vocês são libertados da maldição da lei. Porque dizem que a lei é dura. A lei não é boa para vocês. Cri-se-meus, mas que engano terrível. Qualquer tipo de cubissa é errado. Vejam como se faz de favor a lei em Exodus 20. Exodus 20, versículo 17. Exodus 20, versículo 17. Diz assim. Diz assim.
Ou seja, que pretence ao teu próximo. Não que pisarás. Por isso, as pessoas dizem. Olha, a grama do vizinho é mais verde. E por isso, eu quero. Cubisso. Cri-se-meus, este mandamento. Este décimo mandamento da lei de Deus. Afecta os pensamentos na nossa mente e as intenções do nosso coração. Se você, de uma maneira secreta, no coração ou na mente, rejeita o padrão de Deus. Se você, no seu coração, tem uma cubissa, por algo, que você não possa ter de uma maneira legal.
Isso, então, é pecado. E mais cedo ou mais tarde se demonstrará por um bocado externo visível a outros. As pessoas dizem, ah não, mas Jesus Cristo nos salvou da maldição da lei. Porque agora não precisamos de ópticeira à lei, é o que as pessoas dizem. Mas vejam o que o próprio Jesus Cristo disse em Mateus capítulo 5. Mateus no sermão do monte, Mateus capítulo 5, versículos a sete. Não pensem que vim revogar a lei. Ou os profetas, não vim para revogar, mas vim para cumprir. Jesus Cristo disse, é não vim para deitar fora a lei, não vim para fora-lei de fora, de lado.
Eu vim para cumprir e para dar a vocês um exemplo de como devem de cumprir. Porque, em verdade, vos digo, a céu e a terra passem, nem um í, ou um tilo, jamais passará a lei, até que tudo se compra. Aquel pois que violara uma coisinha pequenina da lei, será considerado mínimo no reino de Deus. Isto é, nem estará no reino de Deus. E porém o que observar, os ensinar, esse será considerado grande no reino de Deus. Está claro, bem claro aqui, que precisamos de obter as leis de Deus. Porque vos digo, versículo 20, se a vossa justiça, a vossa obdiência às leis de Deus, não a suceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entraréis no reino dos céus, jamais entraréis no reino de Deus.
Temos que accederem muito a obdiência dos escribas e fariseus. E ele depois dá exemplos. Vocês podem ler exemplos do que ele está a tentar explicar. Por exemplo, no versículo 21, diz assim, ou viste que foi dito aos antigos, não matarás. Uns mandamentos de lei de Deus. Quem matar estará sujeito a julgamento. Mas ele depois explica, não é só matar, é uma questão de ter um pensamento, uma motivação de coração irrada, que causa uma pessoa a dizer coisas irradas. O versículo 22, porém vos diga que todo aquele que se emotive-se, irar ou incurralizar contra o seu irmão, estará sujeito a julgamento. E quem preferir um insulto ao seu irmão estará sujeito a julgamento do tribunal.
E quem chamar-o tolo ou louco, estará sujeito a um inferno de fogo. Por exemplo, se tenha muito cuidado com isto. Como vêem, Jesus Cristo mostrou aqui, que ele estava a amplificar a lei. Não era só fisicamente matar uma pessoa, mas era ter pensamentos irrados, para dizer coisas irradas contra essas pessoas. Quando vemos as problemas todos no mundo hoje em dia, mas que desgraça, mas que desgraça. É terrível. As pessoas têm muito que se arrepender. Vejam, por exemplo, no versículo 27, ao visto que foi dito, não adulterás. Está a dizer, a lei, os 10 mandamentos, fazer não cometas adulterio, que eles interpretavam sendo uma ação física de adulterio.
Mas depois, ele aumenta, amplifica a lei, dizendo que qualquer pessoa que olhar para uma mulher com intenção impura, com uma intenção impura, no seu coração, já adulterou com ela. Ele amplificou a lei. Pois vejam outro isê, porque ele deu. Versículo 33, também ao visto que foi dito aos antigos, não jurará as falso, mas que cumprirás rigorosamente para com os senhores teus juramentos. Eu purei-vos digo, de modo algum, jurareis, nem pelo céu, por ser o trono de Deus, nem pela terra, por ser estrado de seus pés, nem por Jerússela, nem por ser cidador do Grand-Ré, nem justo pela tua cabeça, não justo.
O que está aqui a dizer é que as pessoas diziam, não devemos mentir, e por isso não devemos jurar. Mas o que Jesus Cristo está a dizer é que, a amplificar, a dizer, vocês não mentam de maneira nenhuma, não é nem é preciso, só dizer, estou a jurar e por isso não estou a mentir, nunca mentam, nunca mentam. Vejam no versículo 37, seja por exemplo, a palavra sim, sim, não, não, não mentam.
O que for além disso, vem do diabo, que ele é um mentiroso.
Cristo e irmãos, temos coptecer as leis de Deus. Foi o que Jesus Cristo disse, ele explicou aqui em Mateus 5, e amplificou e deu exemplos específicos.
Que ele exaltou a lei. Ele pôs a lei em um plano mais alto, num padrão mais alto, de que a lei escrita.
Amprificou a lei. Por isso é que ele diz, temos que acceder em muito os escribas e fariseus, porque não é só a lei física, a lei mental e espiritual, a lei afeta o que nós pensamos e as motivações do nosso coração. Foi isso que estava profetizado que ele fazia, ou iria fazer, vejam por exemplo, Isaías 42, Isaías 42, versículo 21.
Diz assim, foi do agrado do Senhor. Isaías 42, 21. Por amor da Sua própria justiça.
Foi por agrado do Senhor. Por amor da Sua própria justiça, isso é do Seu próprio desejo da justiça que vem pela lei.
Enggradecer a lei e fazê-la gloriosa.
Foi do agrado do Senhor, foi do agrado do Jesus Cristo. Ele o veio, amplificou a lei, engradeceu a lei e fez a lei ainda mais gloriosa. Ele aumentou a lei.
Queres irmãos, Paulo explicou que somos cravos a quem obtecemos. Vejam que o Amigo se faz favor em Romanos capítulo 6. V. 16 Diz assim, não sabês que daquela a quem vocês ofereceis como servos para obdiancia. Deste mesmo a quem obteis, sóis servos. Se vocês obtecem ao pecado, são servos do pecado. Se vocês obtecem à lei, são servos da lei. Seis do pecado para a morte ou da obdiancia para a justiça.
Do pecado para a morte, se vocês seguem, se vocês são servos do pecado, isto é, de quebrar a lei, são servos do pecado, o resultado final. É a morte.
Ou da obdiancia a lei de Deus para a justiça.
Mas graças a Deus por contraria, escravos do pecado. Antigamente vocês eram escravos do pecado. Contudo, agora, viestes a obtecer de coração a forma de doutrina a que fostes entregues.
Por Jesus Cristo e pelos apóstolos, agora vocês se arrependeram de pecar e vocês obtecem as leis de Deus.
E, uma vez libertados do pecado, libertados do pecado, conduza a morte. A gente se vê, conduza a morte. Forstes feitos, servos, não mais servos da lei.
Isto é ao do pecado, mas servos da justiça. Estão a servir agora a lei para a justiça. Não estão a servir a quebrar a lei para o caminho do pecado. Desculpe, não tinha dito 100% corretamente. Deixe-me repetir de novo. Uma vez libertados do pecado, fomos libertados de quebrar a lei. Libertados do pecado. Somos agora servos da justiça. Servos de obter a lei. Servos da justiça. E depois ele diz assim, falo como homem, por causa da fraqueza da vossa cara, assim como os sextos vossos membros para a escravidão da impureza e da maldade, para a maldade. Agora oferecei, assim oferecei agora os vossos membros para servirem a justiça para a santificação. Agora que se arrependeram, que receberam conhecimentos de Cristo, foram patizados, que receberam o Espírito Santo, agora sirvam a justiça para a santificação.
Queridos irmãos, Paula é muito clara e linda. Vejam, por exemplo, no versículo 22, agora porém libertados do pecado. Como é que somos libertados do pecado? Transformados em servos de Deus, tendo-se o vosso fruto para a santificação da vida, para a silenção e, por fim, a vida interna. Porque o salário do pecado é a morte. O salário do pecado é a morte.
Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, Nossa Senhora.
A vida eterna é um dom. É um dom gratuito de Deus. Como?
Em Jesus Cristo, Nossa Senhora. Ele pagou a pena da morte.
E, por isso, agora não devemos de quebrar a lei mais. Então, qual é a maldição da lei? Qual é a maldição da lei? Deixe-me dar um exemplo. Por exemplo, você tem um carro, tem que ir a um carro e você tem um acidente, você causou o acidente. Agora você tem que reparar esse carro. Tem que pagar as despesas. Sim, tem um seguro, mas é parte do seu seguro e das suas despesas que vão com o seu seguro. Você tem que reparar.
Há uma pena. Acompanhe os seguros. Por exemplo, pode ter uma certa quantia que é deduzível primeiro que você tem que pagar primeiro.
Tem que pagar certos custos iniciais.
Se alguém venha a você e diz assim, eu pago por vocês. Pague isso de você, está reparado, não se preocupe. Nem preciso dizer que a companhia de seguro está tudo pago.
Você foi libertado dessa pena porque você tinha uma pena, tinha uma penalidade por causa do acidente.
A pena dessa lei, a maldição dessa lei é que você tinha que pagar esse dinheiro que era isso, digamos assim, exclusivo, em certas despesas e afetar o seu bom nome na companhia de seguros e sei lá o que mais. Mas isso foi tudo pago de graça a você.
De graça. Porque um amigo seu chegou assim e não se preocupe para pago. De graça. O que eu tenho que fazer? Nada. Está pago de graça. Você ficaria muito grato, não ficaria com esse amigo? Agora, quero-me perguntar. Então isso agora dá a você a liberdade de ir por aí e causar mais acidentes quanto ele quiser e lhe apetecer?
Não, está claro que não.
Mas isso vai fazer com que você agora tenha mais cuidado para não ter mais acidentes. A lei de Deus é a mesma coisa.
A maldição de lei de Deus é a pena, é o salário do pecado que é a morte. Eu disse aqui, porque o salário do pecado é a morte. Essa é a maldição de lei. É a pena da lei. É a morte. É a maldição de lei. É a maldição de lei. É a morte. E por isso, quando lemos aqui em Galatas 3, como lemos há pouco, Galatas 3 versículo 13, Cristo nos jogatou da maldição de lei. Cristo nos pagou, comprou de volta da maldição de lei que é a morte de graça. Ele nos tirou dessa maldição da lei, que é o salário do pecado que é a morte. Jesus nos tirou dessa dessa morte, nos resgatou de graça. Fazendo-se a própria maldição em nosso lugar.
Cris irmãos, Jesus comprou nós de volta.
Ele magnificou a lei. E por isso agora, porque ele pagou para nós. Nós só queremos fazer, temos o desejo de fazer por amor, por ele, por o amor que ele nos deu primeiro, de fazermos o que ele diz para nós fazermos. Vejam então, em João capítulo 8. João capítulo 8 João capítulo 8 versículo 31. João 8 versículo 31.
Depois, Jesus aos judeus que haviam querido nele, estavam a acreditar nele. Se vos permaneceres na minha palavra, se vocês fizerem o que eu estou a dizer para vocês fazerem, o que é que ele disse? Magnificou a lei, não foi? Magnificou a lei. Então, vos, verdadeiramente, meus discípulos. Para vocês estão a fazer o que eu digo para fazer, vocês de facto são meus seguidores, meus discípulos. Então, siga-me. E vocês, então, versículo 32, conheceréis a verdade. Porque ela é verdade? O que ele está a dizer é verdade. Precisamos de obter as leis de Deus. De Deus. Ele nos perdoou, pagou o salário da morte, o salário do pecado, que é a morte por nós, pagou por nós de graça, agora que está pago, não vamos continuar a fazer a mesma coisa. Como expliquei no caso do acidente, caro, não vamos continuar agora a causar acidentes. Porque este amigo vai pagar tudo para nós. Não. Pagou, mas agora não vamos continuar a fazer, porque aquilo não continua sempre, não é?
Nós conhecemos a verdade. E a verdade vos libertará. A verdade que precisamos obter agora aos leis de Deus, e estamos libertados. Ele pagou o salário do pecado, pagou essa maldição de lei, que era a morte, pagou isso por nós, nos jogatou da morte. E agora estamos sem dívida.
E por isso essa verdade nos liberta, nos dá a verdadeira liberdade. Vejam, por exemplo, no Ciclutre 34. Em verdade, em verdade, isso é juus, Jesus. Todo que comete pecado é escravo do pecado. Isso é verdade.
Vocês comete em pecado, são escravos de pecado. Vocês seguem a mim, eu estou a dizer não comete a um pecado, porque ele magnificou a lei, como vimos, no sermão do monte. Ele amplificou a lei. Fez a lei mais gloriosa. Ele levantou, não só fazer coisas físicas, mas também no pensamento e no coração. Fez a lei mais gloriosa.
No Ciclutre 36. Pois, se o filho vos libertara verdadeiramente, serei livre.
Ele nos libertou. Do pecado.
Mas o que ele estava a dizer é que quando vocês cometem pecado, somos escravos de pecado. Somos amarrados pelo pecado. Somos a uma maldição. Porque o pecado, o salário do pecado, é a morte. Estamos amarrados, estamos mentidos, como escravos. Ele nos tirou dessa escravidão. Pagou, resgatou dessa maldição de lei, de morte. Agora precisamos de guardar o que ele nos diz para fazer. Vejam no versículo 51. É verdade, verdade, vos digo. Se alguém guardar a minha palavra, se nós obtecermos, o que os Cristo nos diz para fazer, obtecer as leis de Deus como ele nos diz, não verá a morte eternamente. Isto é, não verá a segunda morte. E não verá eternamente depois da resurreição.
Por isso, Jesus Cristo diz, precisamos de guardar as palavras dele. Isto é, não devemos voltar para trás e pecar de novo, deliberadamente. Pois devemos de tentar, com toda a força, para não pecarmos mais. E por isso é que depois nos arrependemos, porque ele nos perdoar, arrependemos, ele então nos perdoa, através do nosso compromisso do batismo, a dizer que não vamos quebrar mais a lei dele. E depois, da imposição das mãos, ele nos promete dar o Espírito Santo dele, que é o conselador, que é o ajudador, que é o que nos ajuda, que é o poder de Deus, que nos dá ajuda para vencer contra o pecado, para obtecer a lei de Deus. E quando obtecemos, guardamos a palavra dele, obtecemos ele, não veremos a morte eternamente, não veremos a segunda morte.
Quer isso dizer que não vamos ser mais tentados? Não, seremos tentados. Mas temos que vencer. Temos que vencer. Não devemos voltar para trás.
Jesus Cristo dá aqui uma parábola interessante em Mateus 13. Mateus 13.
Mateus 13. Vigemos esta parábola aqui no versículo 3.
Mateus 13, versículo 3. E muitas coisas lhes falou por parábolas e dizia, é isso que o Simidor saiu semiar? E ao semiar, uma parte que o abera do caminho e vinha os alvos comeram. Outra parte caiu em sol rochoso, onde a terra era pouca e logo nasceu. Viste não ser profundo à terra. Saíro por em sol, a queimou e por não ter risco de secoço. Outra caiu entre os espinhos, no versículo 7. E os espinhos cresceram e a se focaram. O semento caiu, começou a crescer, mas depois foi se focada pelos espinhos. Mas aqui as pessoas aprenderam a verdade, começaram a aplicar, mas depois foram sufocadas e voltaram para trás.
Veja a explicação aqui, do versículo 7, no versículo 22. Diz assim, o que foi semeado entre os espinhos é o que houve a palavra. Você houve esta palavra. Você vê e olha e precisa optar para ser as leis de Deus. Porém os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas, esta cubiça de mais coisas deste mundo, de um computador melhor ou de um novo telamóvel ou nova televisão, estas coisas, criam estas coisas, materialismo, coisas técnicas, cria mais e mais e mais e mais, seja o que for. São das coisas. Sufocam a palavra.
Sufocam a palavra. Vá para trás.
Em vez de andar para a frente, vá para trás. E fica em frutifera. Essa pessoa não produz fruto, então.
Por que? Por causa dos cuidados do mundo. E, como diz no versículo 22, a fascinação das riquezas.
São estes espinhos, aqui, à volta, que matam este trigo, ou seja, que for, que tinha sido semeado.
É o que diz aqui. Sufocam. Sufocam. Sufocam. A palavra. Aqui, o problema, queris e irmãos, não é que simplesmente que a pessoa foi enganada.
Entendem-lhe, entendem-lhe, entendem-lhe isto bem. O problema aqui é que, simplesmente, a pessoa não foi enganada.
O problema é que, depois de ouvirem e entenderam, compreenderam, começaram a andar no caminho, voltaram para trás.
Não é que caíram aqui e, depois, continuaram a andar para frente. É que voltaram para trás.
Isto é um viso a nós. Não é que simplesmente iam serem andadas inicialmente, mas aprenderam o caminho e, depois, desistiram do caminho e andaram para trás, porque foram sufocadas pelos cuidados do mundo e a fascinação das riquezas.
Vejam, por exemplo, aqui, em segundo Natürlich de Recife, capítulo 2.
Segundo Klaro de Recife, capítulo 2.
Segundo aparecimento de Recife, capítulo 2, versículo 10, a 12.
Segundo którzy de Recife, capítulo 2, versículo 10, E contou-do engano de injustiça. O engano de injustiça. Isto é o engano de não fazer o que é justo, de mentiras, de falsas promessas, porque não acolheram o amor da verdade. Não acolheram, não se agarraram à verdade, não amaram a verdade, de maneira para não deixar sair, de maneira para não andarem para trás. Não acolheram o amor da verdade para serem salvos. É por este motivo, pois, que Deus lhes manda a operação do erro para dar em crédito à mentira, a fim de serem julgados todos quando não deram crédito à verdade, antes, pelo contrário, de leitar-se com injustiça. Eles deixaram sair. É como se tivessem deixado o pássaro sair de mão. Deixaram sair e andaram para trás. Esse é o perigo, quer dizer, irmãos, porque a mentira é dita tantas vezes neste mundo as pessoas têm a nada. Mas o problema é quando começam a ver a verdade e depois voltam para trás. Isso ainda é um problema em na maior. Isso é um problema em na maior. Vejam 2 Pedro, segundo Pedro, versículo 18. Lembrem-se, inicialmente, mas quero ver isso de novo. Segundo Pedro, capítulo 2, versículo 19. Diz assim, por quanto preferindo palavras aqueciosas de vaidade, engodam compaixões carnais por suas libertinais.
Isto é, estes falsos profetas dão palavras muito vazias, mas muito grandes mentiras e grandes coisas, engodam, atraem, com esta concupiscência, com esta cobiça, este forte zeijo, este anseio, para as suas dissoluções, para as suas libertinais, para as suas lecives, para a sua conduta vergonhosa que explora a sensualidade sem limites.
A quem? Diz, aqueles que estavam prestes a fugir dos queandos no erro. Vejam bem, aqueles que estavam prestes a fugir dos que andam no erro.
Aqueles que tinham escapado, mas tinham começado a escapar, tinham começado neste caminho novo, tinham entendido, tinham ouvido a palavra, estavam a fugir deste caminho e voltaram para trás.
Aqueles que estavam afastando dos que andam em erro, estavam se afastando e voltaram para trás. Como? Porque prometeram-nos liberdade, quando eles mesmos são escravos da corrupção.
Isto é uma copiça pela liberdade. Copiça pela liberdade. Eles foram puxados de volta para trás, foram seduzidos de novo, foram atraídos de novo, recairam para os seus antigos ápitos.
Veja então, no versículo 20. Portanto, se depois de terem escapado das conteminações no mundo, mediante o conhecimento do Senhor e Salvador dos Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos, isto voltam para trás. Tornou-se o seu último estado pior que o primeiro.
Isto é o perigo para nós, queridos irmãos.
A decepção deste mundo é muito forte. Cuidado que agora vocês estão a entender a verdade, vocês vão ser enganados e depois vão para trás. Por isso diz assim. Portanto, se depois terem escapado das conteminações no mundo, por causa do conhecimento do Senhor e Salvador dos Cristo, se deixam enredar de novo e são vencidos pelo pecado. Tornou-se o seu último estado pior que o primeiro.
Pois melhor lhes fora nunca tivessem conhecido o caminho da justiça do que após conhecer-o, volterem para trás. Apartante-se do santo mandamento que lhes foram mandados, com eles aconteceu o que diz certo adagio verdadeiro. O cão voltou ao seu próprio vómito e a porca lavada voltou a revolver-se no Lamaçal. O cão vomitou e depois foi de volta e foi comer o vómito de novo. Oh, coisa terrível! O que fez com que eles voltassem para trás? O que fez com que eles voltassem para trás está no versículo 18. Por quanto preferindo palavras ectanciosas de vaidade engodam com paixões carnais por suas libertinais. Essa é a causa. De outra maneira, estas grandes mentiras simplificadas que eventualmente as pessoas acreditam e as promessas, estas paixões carnais, esta promessa de liberdade é muito desejável e poderosa. E por isso, é que Paulo diz em Hebreus capítulo 10. Lem comigo Hebreus capítulo 10. Algumas páginas atrás, Hebreus capítulo 10.
Versículo 26 a 29. 10. 26 a 29. Porque se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados, para o contrário, certa expectação horrível de juízo e fogo vinhador prestes a consumir os adversários. Isto é a segunda morte.
Sem misericórdia morre pelo depoimento de duas ou três testemunhas quem tiver rejeitado a lei Ponsés. Isto é um antigo destamento.
Sem misericórdia morre. De quanto mais severo castigo julgás voces sereis considerado digno, aquele que, no novo testamento, na nova aliança, aquele que calcou aos pés o Fílio de Deus e profonou o sangue da aliança com o qual foi santificado e ultrajou o Espírito Santo da Graça.
Queris irmãos, isto é muito sério.
Anda para trás. É muito sério.
Versículo 35. Não abandoneis, portanto, a vossa confiança. Ela tem grande galardão.
Não desistam. Versículo 36. Com efeito, tendes necessidade de perseverança. Continuem perseverar. Pacientemente perseverança. Para que, havendo feito a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Este galardão.
Queris irmãos, Satanás promete liberdade.
Permete liberdade.
Por exemplo, financeiramente, ele joga ambos extremos. Um extremo diz, olha, tira dos ricos para dar aos pobres. Mas, por outro lado, vocês lem a parábola de Jesus Cristo, o que Deus diz. O Senhor deu a cada uma mina, uma certa quantidade de dinheiro, e depois diz, vão e produzam, e um, dessa mina, teve dez minas, e o outro, dessa mina, teve cinco, e o outro, não fez nada e guardou a mina só. Tinha uma mina. E depois, o Senhor veio e diz, olha, você que tem dez minas, bem, bom homem.
Então, governará às dez cidades. Grande recompensa. O outro, que ganhou cinco minas da mina que tinha, disse, bom trabalhador, governa então cinco cidades. Ele não tirou do rico para dar ao pobre. Mas veja o que acontece ao que tem uma mina. O pobre, aquele que não trabalhou com a mina.
Tira dele isso e dá o que tem dez. Veja como o que Satanás diz ao mundo e os exemplos de parábolas de Cristo aqui são diferentes.
Vejam outro extremo deste mundo, do engano de Satanás.
O extremo é que arrequeza a dar certas liberdades. Quantas mais coisas você tem, mais segurança, mais segurança financeira você tem.
Mas o que a Bíblia diz? Vejam como isso faz favor em primeiro eitimótio. Capítulo 6. Primeiro eitimótio, capítulo 6, versículo 8. Diz assim, tendo sustento e com que vestir estejam contentos. Hora que se querem ficar ricos, isto tem uma cubiça para ficarem ricos. Cá é a intentação, insilada e a muitos com copiçências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e predição, porque o amor do dinheiro é raiz. Não é o único raiz, é raiz. Algumas versões dizem é a raiz, não é a raiz. No grego não está aí a palavra a-raiz. Simplesmente é raiz. É uma das raizes de todos os maus. E alguns, nessa cubiça, sim, de querem ficar ricos, nessa cubiça, se desviaram da fé.
Aqui está o ponto a dizer que é uma cubiça. Você tem suficiente, chega. Não tenha uma cubiça para ter mais e mais e mais. Você tem que aprender a dar. Não é tirar de uns para dar aos outros, mas é aqueles que têm que trabalham de uma maneira legal, de uma maneira de acordo com a lei, darem aos mais pontos. De vontade livre. Os pobres, aqueles que têm saúde e possibilidade, têm que trabalhar também, têm que trabalhar. Mas se não conseguem ter muito dinheiro, os que têm mais dinheiro têm a gentileza de dar aos pobres. Não é uma coisa forçada de roubar ou tirar de uns para dar outros, e, por outro lado, não é uma cubiça de querer mais.
Porque ao fim de contas, pode ser uma cubiça de amos, uma cubiça dos pobres de terem os ricos, ou uma cubiça dos ricos de querer mais. E diz assim, versículo 10. Nessa cubiça desviaram de fé, e assim mesmo se se tormentaram com muitas dores. Muitas dores. Tu, porém, é o homem de Deus. Foge destas coisas. Segue a justiça. Piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão.
Combat o bom combate da fé. Toma posse da vida eterna, para a qual também fôres-te chamado. E de que fizesse-te a boa convissão, por antes muitas testimonhas.
Queris, irmãos, somos chamados para a vida eterna. Precisamos tomar posse dessa vida eterna. Por isso é que, Jesus disse, buscar o reino de Deus e a Sujustiça. E, pois, estas coisas todas serão adicionadas. Queris, irmãos, a lei de Deus não é dura. A lei de Deus não é uma coisa desagradável. A lei de Deus é a lei da liberdade. É a lei da liberdade. A lei de Deus é a lei de liberdade.
Vejam comigo em Tiago, capítulo 1, versículo 25. Tiago, capítulo 1, versículo 25. Diz assim, mas aquele que considera atentamente na lei perfeita, esteu a lei espiritual de Deus, que é os 10 mandamentos, a lei da liberdade, e nela persevera, não sendo ouvinte legigente, mas oporoso, praticante. Este será bem-aventurado no que realizar. Vejam também no capítulo 2, versículo 8. Se vos contudo observeis, a lei rege a segunda escritura.
Amarás o teu próximo, como a ti mesmo, fazês bem. E depois vejam no versículo 12. Falei de tal maneira e de tal maneira procedei como aqueles que amam ser julgados pela lei da liberdade. A lei da liberdade, que é os 10 mandamentos de lei de Deus, que é amor para com Deus e amor para com o próximo. Queris irmãos, quando praticamos esta lei, quando temos amor para com os outros, entendemos que nós também aramos pecadores e que somos fracos, precisamos da ajuda do Espírito Santo de Deus, e então vamos ter a capacidade de perdoar aos outros, de demonstrar perdão.
Quando pessoas pecam contra nós, vamos perdoar. E quando perdoamos, seremos perdoados, porque estamos a demonstrar misericórdia para com outros. Viz que continuando a ler então no versículo 13. Porque o juízo é sem misericórdia para aquele que não usou de misericórdia. Porque se nós estamos a servir e a obter a lei da liberdade, sabemos que estamos a obter, porque Jesus nos perdoou de graça.
E por isso vamos passar essa perdão aos outros igualmente. Vamos ter a misericórdia para com outros, como os deus nos dêmos a misericórdia a nós. E por isso vamos praticar essa lei de amor para com os outros.
A misericórdia triunfa sobre o juízo. O homem misericorioso, o homem que obtece às leis deus, é um homem que reconhece, que só tem o poder de Deus obter através do Espírito de Santo Deus, e só tem isso porque se arrependeu e porque recebeu, foi resgatado por Jesus Cristo de graça, da maldição da lei que é a morte.
E por isso essa pessoa vai ser misericordiosa para com os outros, vai demonstrar perdão para com os outros. Querias irmãos, deus, não quer dar a você a vida eterna, a não ser que você, no seu coração, de facto, ame esta verdade e que não vai deixar sair porque ama a verdade. Não é porque há um medo do inferno, mas é porque ama a verdade. Contou do seu ser, contou da sua força, ama e vai manter-se na verdade. Você não vai ter ressentimento pela autoridade deus, não vai ter ressentimento por Deus governar sobre você.
Por que? Porque é para você que sabe que Deus só tem carinho e amor para com você e para com o que é bom. E por isso a cubiça, que é o pecado, que é quebrar o décimo andamento, tem uma mão importante. Dá a mão ao outro andamento. Vejam comigo, em Colossenses capítulo 3, versículo 5. Colossenses capítulo 3, versículo 5.
Fazei, pois, morrer a vossa natureza terreno, quer dizer, que precisamos parar de ser o velho homem, o velho eu, prostituição, empureza, paixão, lascivia, desejo maligno e avareza. Isto é outra palavra para cubiça, que é a de idolatria. A cubiça, cubiçar o décimo andamento. Quando quebramos o décimo andamento, que é um andamento que afeta o coração e a mente, estamos a pôr outra coisa à frente de Deus. Estamos a pôr as nossas paixões, os nossos desejos, a nossa cubiça à frente de Deus. E isso, cubiça, é uma idolatria. E, por isso, o décimo andamento dá à mão ao primeiro andamento, que é a idolatria, só ter um Deus e o único Deus que é Deus.
E, por isso, vemos esta beleza na lei de Deus, que faz um círculo completo, muito bem, encaixada uma com outra, uma lei linda. Querias irmãos, a armadilha de Satanás é a mesma destes dedicadores. Vários enganos e mentiras, mentiras grandes, simplificadas, com promessas para o atrair e ao mesmo tempo com medo de fazer coisas. E, por isso, Satanás faça estas promessas de liberdade para serem libertados dessa lei que é a maldosa.
Querias irmãos, a lei de Deus não é maldade. A maldade é o pecado que tem um salário da morte. A lei de Deus não é difícil, é uma lei de amor. E esta lei de amor nos dará um verdadeiro e duradouro.
Duradora, liberada. Jesus Cristo é o que o Pai mandou para morrer para nós. Ele é o Criador. Ele pagou pelos nossos pecados de graça. Ele nos libertou da maldição da lei que é a morte.
E ao mesmo tempo, o Pai nos mandou à promessa.
Por Jesus Cristo, que é o Consolador, que é o Espírito Santo Deus, para nos ajudar, para nos dar a força, para nos dar o poder, para vencermos.
Para vencermos a fraqueza da carne, para obtecer, podermos assim obtecer as leis de Deus. Nós temos que fazer a nossa parte com a ajuda do Espírito Santo e vencer.
Crios e irmãos, você e eu, agora, individualmente, podemos ter verdadeira liberdade e paz.
Legalmente.
Não é percobiça.
E quando da segunda vinga de Cristo, esta liberdade e paz será extendida, não só ao Israel inteiro, mas ao mundo e às nações todas do mundo.
Crios e irmãos, que Deus abençoe o dia, e que este dia venha mais pressa da segunda vinda de Cristo, para trazer a verdadeira paz e a verdadeira liberdade à Terra, para que a sua vontade seja feita na Terra como é feita no céu.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).