Como tratamos o próximo?

Todos nós somos diferentes - por causa dessas diferenças podemos ter dificuldades uns com os outros. Precisamos esforçarmos-nos a edificar uns aos outros.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

stereotype,預備ço a Mitt.

Bom dia ou boa tarde que lês irmãos, aqui é Jorge Cámos.

Todos nós somos diferentes, somos diferentes na maneira que observamos certas coisas. Somos diferentes porque o nosso código genérico é diferente de um a outro. Somos diferentes porque temos experiências diferentes na nossa vida. Somos diferentes porque reagimos de maneiras diferentes. Nós estamos todos em estágios de crescimento diferentes. Alguns são mais novos, são mais jovens, com certas experiências, talvez limitadas às condições ou aos locais onde vivem. Outros têm experiências bem diferentes. Alguns são mais idosos e têm várias experiências na vida deles de que podem usar, como exemplos ou aplicativos.

Espiritualmente, igualmente, também estamos em estágios diferentes de crescimento espiritual. Alguns são novos, são, digamos assim, pequenos, jovens na vida cristã. E, por isso, o seu conhecimento e a sua experiência podem estar a vários níveis de crescimento espiritual. Outros talvez tenham estado na Igreja de Deus há muitos anos. Alguns talvez até mais de 10, 20, 30, 40 anos, como no meu caso, na Igreja de Deus há mais de 46 anos.

E, por isso, estamos em estágios diferentes de aplicação, de conhecimento, de discernimento. Mas todos nós, embora estejam em estágios diferentes, às vezes temos esta tendência a esperar que os outros se comportem para conosco da maneira que nós esperamos que eles se comportem para conosco. Temos, digamos assim, este nível de expectativa de que as pessoas reagem ou se aproximem de nós de uma certa maneira, de acordo com o nosso padrão. Queridos irmãos, embora todos nós sejam os diferentes e estejam a níveis diferentes de crescimento, nós precisamos também entender que os outros, que as outras pessoas com quem nós interactuamos, também estão a níveis diferentes de crescimento.

E, por isso, precisamos ter cuidado, precisamos ter muito cuidado quando esperamos que os outros nos tratem com o mesmo padrão que nós esperamos que eles nos tratem. Porque precisamos ter cuidado de não estar a dizer assim, julgar essas pessoas. E esse, digamos assim, julgamento é porque nós não somos tão pacientes como Deus é. Sim, Deus é um Deus de diversidade e nós todos falhamos nesta diversidade de como tratar uns aos outros.

E isso torna-nos um desafio nos nossos esforços para sermos pacificadores. Crisismãos, precisamos de ter e tomar muita atenção à prevenção de conflitos e controvérsias. Porque conflitos e controvérsias acontecerão muitas vezes por causa de que somos diferentes, por causa da diversidade entre nós. E por causa disso, problemas podem-se apresentar, lutas, dificuldades, digamos assim, guerras entre pessoas. E por isso, como é que tratamos o próximo quando tem maneiras de atuar que são diferentes das nossas? Quais são as nossas reações? Quais são as nossas abordagens para com essas pessoas? Vejam como se faz favor em Tiago 4.

Em Tiago 4, aqui descreve a razão de haver, digamos assim, guerras entre irmãos. Porque Tiago está a falar aos irmãos. É uma carta escrita aos irmãos. E por isso diz de onde procedem guerras e contendas que há entre vós. Isto é estas controversas, estes conflitos que existem entre pessoas. De onde, se não dos prazeres, que militam na vossa carne?

De onde vem, mas está claro que vem, das nossas desejos de que todas as pessoas sejam se conduzam, se vivem ou vivem ou nos tratem de acordo com o padrão que nós queremos. Por causa dos nossos prazeres, dos nossos desejos. Vejam, por exemplo, um bocadinho mais adiante, no versículo 3, diz assim. Pedigem, não recebês, porque pedigem mal para esbanjar-as em vossos prazeres. Queremos coisas da nossa maneira, da nossa maneira.

E por isso é que há estes conflitos e controversias entre irmãos, mesmo na igreja. E por isso Tiago diz aqui que a solução está no versículo 6 e 7, e assim, antes, ele dá maior graça pelo que diz Deus resista aos soberbos, mas dá graça aos humildes, sujeitáveis, portanto, a Deus. Aí está a solução de sermos humildes, de sermos sujeitos a Deus. Vejam também no versículo 8 diz assim, chegávos a Deus e Ele se chegará a vós. Precisamos de nos aproximar mais de Deus, ter o melhor contacto com Deus, por Deus primeiro, na nossa vida.

E vejam, por exemplo, no versículo 9 e 10, diz assim, aflijávos, lamentai e chorai. Isto arrependem-se, arrependem-se, há-se um verdadeiro arrependimento. E versículo 10, humilhaivos, de novo, sejam humildes, sejam mansos e ensináveis na presença do Senhor. E por isso, continuando no versículo 11 diz assim, irmãos, não faleis mal um dos outros. Como é que você trata aos outros?

Como é que você fala com os outros? Como é que você fala? Como é que você trata o próximo? Aquilo fala mal do irmão ou julga a seu irmão, fala mal da lei e julga a lei. Cris irmãos, precisamos ter cuidado como é que tratamos os outros. Por isso, hoje, Cris irmãos, estou a falar a vocês, a século de como é que tratamos o próximo. Ou, podia dizer, como é que falamos com o próximo? Mas deixamos de firmar neste ponto como é que tratamos o próximo.

E por que que isto é importante, irmãos? Por que que é importante? A minha experiência tem sido, e a experiência de muitos outros ministros na Igreja de Deus tem sido, que há duas razões principais. Por que que pessoas deixam a Igreja? Isto é, deixam o caminho de Deus. Primeiro, por causa de doutrina. Em suas interpretações de doutrina, e vão-se nas suas próprias direções. E a segunda, é uma, digamos assim, uma desculpa, porque dizem que não são a estar ou a ser bem tratados.

Não estão a ser bem tratados. Crizes, irmãos, vivemos numa idade. Vivemos no tempo do fim. Isto é certeza, irmãos. É de certeza. Vivemos no tempo do fim. E a Mateus 24, Mateus 24, começando a ler no versículo 10, vejam que Jesus Cristo disse. Diz assim, neste tempo, neste tempo do fim, muitos há um de se escandalizar.

Vão ficar ofendidos. Vão ficar amaguados. Vão sentir-se que estão a ser mal tratados. Vai ver uma atitude de falta de carinho dum para com os outros. E por isso, pessoas vão se sentir mal tratadas e muitos se vão escandalizar. Trair e odiar uns aos outros. Pois fala que haverão muitos falsos profetas e depois desde no versículo 12. E por se multiplicar a iniquidade. O amor se esfriará. Queris irmãos, isto é um perigo na igreja, porque estou a dizer que o amor se esfria, as pessoas se escandalizam e depois começam a dizer, olha, não me estou a tratar bem, e saem do caminho de Deus.

E queris irmãos, isto é um sinal do tempo do fim. É um sinal do tempo do fim. Vivemos numa idade, vivemos num período que é fácil ficarmos, digamos assim, aborrecidos, chateados. E seja isso por causa da pressão, do trabalho, do trabalho, do trabalho, lá mais pressa, com mais força, com mais trabalho. Ou pode ser esta vibração, estas atitudes da sociedade, na maneira que as pessoas estão a falar uns aos outros que nos estão a afetar e a infetar. E por isso o amor torna-se frio. E não tratamos outras pessoas bem. E por isso precisamos ter cuidado deste assunto.

Precisamos ter muito cuidado neste assunto. E por isso hoje, Cris e irmãos, vamos usar o capítulo 14 de Romanos para falar acerca deste assunto. Isto é, o capítulo 14 do Romanos, o décimo quarto capítulo, nos oferece princípios e instruções e admoestações acerca deste tema importante.

Como é que tratamos os outros? Ora, está lógico. Romanos 14, e talvez você queira pôr uma marca em Romanos. Uma marca em Romanos 14, porque vamos entrar e sair deste capítulo. Mas Romanos 14 está claro. Sex, após Romanos 13. Em Romanos 13 vemos, ao início aqui em Romanos 13, disse que todo homem está em sujeito, não só uns aos outros, mas às autoridades superioras neste mundo.

Está a dizer que precisamos nos submeter até aos líderes das nossas nações. Vejam em versículo 5. É necessário, Romanos 13, versículo 5, é necessário que ele esteja estejais sujeitos, não sómente por causa do tumor da punição, mas também por do ver de consciência. Precisamos estar sujeitos às autoridades, porque é o que Deus quer. E depois vejam no versículo 8. A ninguém fiquem devendo coisa alguma, exceto o amor. Precisamos nos submeter e se devemos alguém fazer alguma coisa. É ter querinho para com essas pessoas, ter uma imanação de amor para com os outros. Com que vos ameis os nós outros?

Pois quem ama, o próximo, tem cumprido a lei. Vejam, por exemplo, como diz no versículo 10, do capítulo 13. O amor não pratica o mal, contra o próximo. De sorte que o cumprimento da lei é o amor, é o querinho, é a imanação de um cuidado para com os outros. E esta imanação é vista através de tratar os outros bem. Quando não tratamos a eles bem, quando estamos a escandalizar os irmãos, estamos a ofender os irmãos, não temos amor. E o amor se está a esfriar. Precisamos ter cuidado, irmãos. Precisamos ter cuidado. Porque vivemos num período difícil do tempo do fim. Vivemos num período, numa era difícil.

Vejam aqui no versículo 11. E diga-lhe a voz, outros, conheceis o tempo, conheceis esta era em que vivemos. Já é hora de vos desportar do sono. A hora é agora. É agora que precisamos nos desportar do sono. Porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando, no princípio, queremos. Isto é muito importante, irmãos. Agora é a hora. E vejam depois no versículo 12.

Vai alta à noite e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistámos-nos das armas da luz. Tiramos, por exemplo, tirar o velho homem e revestir-nos com o novo homem com as armas da luz, que é Cristo viver em nós, o novo homem, como diz assim aqui no versículo 14, revestivos do Senhor Jesus Cristo. Cristo viver em nós. E nada dispunheis para a carne no tucante as suas concupiscências. Queridos irmãos, precisamos de amar uns aos outros, ter cuidado uns aos outros, por um novo homem que é Jesus Cristo.

E debaixo deste contexto, que devemos ser sumiços, que devemos amar, então Paulo nos introduz as lições do capítulo 14 de Romanos. E no capítulo 14 de Romanos diz assim, acolhei o que é Débel na fé, não porém para discutir opiniões. Acolhei, recebam, façam-no bem-vindo. Façam-no bem-vindo à sua casa, ao seu círculo de pessoas amigas. Façam-no bem-vindo à igreja. Sejam hospitáveis, sejam pessoas que aceitam esses novos irmãos.

Não porém para discutir opiniões. Não porém para ter as suas ideias sobre coisas que são duvidosas, ter as suas disputas e controvérsias, de maneira a que resolver as várias diferenças do opinião do que é certo e do que é errado. Queres irmãos? Está aqui a falar de disputas. Não está a falar de desobediência à lei de Deus, mas disputas que as pessoas fabricam, perdão, controvérsias, diferenças, ideias, porque somos diferentes.

Estamos a níveis diferentes de crescimento e por isso temos estas diferenças. E por isso diz, acolhei ao que é dável na fé, ao novo cristão na fé. Faça o bem-vindo a esta congregação. Mas não com a ideia de forçar ela a ter certas abordagens, a certos assuntos que são disputas, de assuntos que são duvidosos, que são coisas diferenças que não têm grande importância.

Não estamos a falar de quebrar a lei Deus, mas às vezes existem certas diferenças que precisamos ter cuidado para não reforçarmos estas diferenças. E por isso nós devemos estar, digamos assim, nos confusos com a convivência e entendendo que precisamos de conviver em paz. Em paz. Entendendo que há pessoas, há estágios diferentes de crescimento e com experiências diferentes na vida e por isso aceitar essas diferenças. Não estamos a falar de diferenças de crenças que Cristo diz para nós seguirmos, crenças básicas da igreja. Não, nós estamos a falar disso, mas estamos a falar de disputas, de assuntos que sejam duvidosos, digamos assim. E por isso ele continua no versículo 2.

Um creeque de tudo pode comer, mas o débil come legumes. Viste que Paulo, digamos assim, não estava bem, como bom, com excelente conhecimento pessoal nesse período da comunicação em Roma, quando escreveu esta carta, ele está a exemplos que são mais genéricos, exemplos que são mais gerais. Por exemplo, ele está a falar de exemplos gerais em vez de falar de problemas de certos membros da igreja especificamente. Por exemplo, ele está a falar de ter cuidado de não comer, por exemplo, carnas que fossem oferecidas a ir-los.

Está a falar acerca de assuntos como, por exemplo, de desjoar ou não desjoar em certos dias. Está claro que não está a falar do dia de despiação, mas está a falar de uma pessoa que quer joar este dia, outra pessoa que quer joar naquele dia, por causa de coisas pessoais. São coisas pessoais. E que Deus nos dá essa liberdade de escolha. Igualmente é o mesmo de nós, calis irmãos. Há diferenças entre nós.

Há diferenças de maneira de fazermos certas coisas, de um para o outro. Mas essas diferenças não são necessariamente irradas. São simplesmente diversidades. E por isso Paulo está aqui a nos dar uns certos princípios de instrução. E isso é que é importante para nós entendermos. Os princípios da instrução de que ele nos está a dar. E continuando então no versículo 3, diz-se que quem come não despreze o que não come. E o que não come não julga o que come, porque Deus o acolheu. Basicamente estava a dizer aqui, como é que vocês tratam o próximo?

Como é que vocês estão a tratar o próximo? Aqui Paulo nos encoraja aos que são mais fortes. Digamos assim, aos que tenham mais experiência, que tenham mais tempo na igreja, seja o que for, aos que sejam mais fortes. Para acolher, para dar-me boas vidas às pessoas que são novas, que são fracas, em vez de estar a acercar essas pessoas com críticas continuas. É basicamente o que Paulo está a dizer, no versículo 3. Então este capítulo está aqui a nos dar certos princípios e certas admoestações, para mantermos uma unidade espiritual e para evitarmos a ter ofensas.

E por isso, queris irmãos, estes princípios podem e devem ser aplicados numa grande variedade de insuntos em que possa haver controvérsia. Certas maneiras de ver certas coisas ou certas práticas. E por isso estes princípios não são necessariamente limitados a pessoas fracas, versos ou contra pessoas que sejam fortes, mas são princípios que são aplicáveis a todos nós. Por exemplo, podemos ter ideias diferentes entre pessoas acerca de situações de saúde e do que comer ou não comer para propósitos de dieta e de saúde individual. Não estamos a falar aqui das leis que Deus nos dá de carnos limpas e imundas.

Sim, não podemos estar a comer carnos e imundas. Mas o que está a falar é acerca de assuntos de dieta, assuntos de saúde, porque certas pessoas, nas condições, na vida dela, nas posições que estão certas comidas ou são alérgicos ou têm certos problemas e, por isso, precisamos ter cuidado com essas pessoas e tratá-las bem. Pode ser, por exemplo, pontos de conduta cristã. Certas pessoas, de acordo com a maneira que querem, observam sábado como certas restrições e outros talvez não tenham exatamente, em detalhe, as mesmas restrições.

As coisas são individuais e Deus viu os corações e deixa isso nessas pessoas com Deus e não estáis a deslugar a essas pessoas, porque às vezes há certas diferenças em certas práticas. Não estou a dizer que as pessoas estão a quebrar o sábado, mas estou a dizer é que, na maneira de observar o sábado, às vezes certas pessoas têm umas práticas que são um bocadinho diferentes de outros e não devemos estar a julgar uns aos outros, de maneira que guardam o sábado. Está claro? Não estamos a falar aqui como disse e estou a sublinhar de novo abusos, certamente a quebrar o sábado. Não estou a falar disso. Querias irmãos, há outro exemplo.

Se nós vivemos muito perto de outra pessoa, por exemplo, o marido e a esposa estão ao lado de uma das outras, vêem as dificuldades e as fraquezas de um e de outro. E quando vemos as fraquezas e dificuldades de um e de outro, isso pode causar uma certa fricção entre marido e mulher, ou entre pais e filhos, ou entre membros da família, entre primos ou tios que estão muito perto uns dos outros, convivem muito perto de dia a dia e porque há certas diferenças na prática de certas coisas, causa certas fricções, causa certas controvérsias, causa certas divisões.

E isso pode conduzir a nós não tratarmos as outras pessoas bem, ou não sermos tratados bem. E isso pode conduzir a um esfriamento do amor. E por isso, por isso precisamos ter cuidado como tratamos os outros, que é o tema deste sermão hoje. Alguns têm, digamos assim, perspectivo, uma visão assim mais ampla e aceitam certas coisas. Outros têm uma visão um bocado mais restrita, digamos assim, mais afinada e tornam-se ofendidos, quando veem as outras pessoas, permitirem fazer certas coisas.

E, queridos irmãos, estou a sevelinhar de novo. Não estou a falar de pecado. Estou a falar simplesmente que há diferenças, que há diversidade entre nós. E precisamos de acomodar essas diferenças entre nós. E por isso é que diz, se uns comem e outros não comem, se uns têm uma certa atitude que não querem comer carne nenhuma e outros querem comer carne, e não se importam se é oferecido a ídolos ou nota, tinha sido oferecido a ídolos. Paulo está a dizer, não há problema com isso, porque é o ídolo.

O ídolo não é nada. E, por isso, Paulo está a levar isto a um nível de entendimento mais alto. Mas, precisamos ter cuidado, como tratamos os outros. É o que ele está a dizer aqui. Devemos de evitar estarmos irritados com outros, evitar a irritação. Não entendem porque que ele não vê ou porque que ele não vê isto.

E ficamos impacientes. Queremos reparar ou mudar a situação, e se não mudarmos a situação agora ficamos impacientes. Então, se estamos impacientes, começamos a maltratar outra pessoa. Ou começamos a ridicular outra pessoa. Começamos a rir dela, a rir dela. Isso só faz a coisa pior. Não seria das ideias ou das opiniões de outras pessoas.

Precisamos ter cuidado. Ou certas pessoas começam a desprezar outras pessoas. Quero dizer, irmãos, é perigoso considerar uma visão que seja mais específica por uma pessoa idosa e estar a desprezar essa opinião. Essa opinião dessa pessoa tem que ser tratada com respeito. E igualmente de outra maneira, ao contrário. Porque quando não temos respeito dos para nós outros, quando estamos a desprezar outras pessoas, essa atitude para o próximo talvez seja uma das piores atitudes que são menos cristais.

E por isso diz aqui, no capítulo 14, versículo 3, porque Deus o acolheu. Esta palavra de acolher é a mesma palavra que no versículo 1, onde diz acolhei ao que é Débil na fé. Deus o acolheu ou porque você não está a acolher? É a mesma palavra.

Até em grego é a mesma palavra. Se Deus o aceita, se Deus o acolheu, porque você está a rejeitar ou está a rejeitar? Você é mais justo que Deus? Qual é a razão? Porque Deus acolheu essa pessoa. Qual é a razão porque Deus aceitou essa pessoa? É você porque Deus vê o coração. Primeiro Samuel 16, versículo 7. Deus olha para o coração e nós não vemos o coração. E veja no Romano 2, versículo 4. Diz assim, ou desprezas a riqueza da bondade de Deus e da tolerância e da longa amenidade de Deus, ignorando que a bondade de Deus é que te conduz ao arrependimento.

Esta bondade, essa tolerância, esta paciência de Deus nos conduza ao arrependimento. Se nós esperamos isso de Deus para conosco, porque nós estamos dispostos a dar o mesmo, a mesma paciência, a mesma bondade a outros, que tenham certas ideias diferentes? Uma vez mais, não estou a falar de princípios básicos cristãos. Vejam, então, que continua a ler em Romanos, capítulo 14, versículo 4.

Diz assim, quem é-ste o que julgas o servo alheio? Quem é-ste o que julgas o servo do outro homem? Sim, julgamos os nossos próprios servos, mas não devemos estar a julgar o servo do outro homem. O outro homem tem que julgar o seu servo. Por quê? Porque o outro homem é servo de Cristo. E quem é você estar a julgar aquela pessoa que é servo de Cristo?

Nós somos serventes, que somos irmãos serventes. Nós não somos como diz aqui o mestre. Nós não somos o mestre. Nós somos servos do outro homem. Nós não somos os senhores. Para o seu próprio senhor está em pé ou cai. Esse servo está em pé perante o mestre dele ou não? Mas estará em pé porque o senhor é poderoso para o sujeter. Deus é capaz de estabilizar, de firmar, de fazer com essa pessoa fica em pé se afraca. Porque Deus é poderoso. E você e eu precisamos ter confiança de deixar isso nas mãos de Deus.

Nós não podemos fazer isso melhor que Deus. Aliás, nós só vamos tragar tudo. E por isso, Paulo nos está a demuestar, nos está a instruir aqui para ficar fora do caminho de Deus. Não se intermeter, não se meter, não meter o nariz ou não se deve meter. Deixar o assunto nas mãos de Deus. A que ele está a dizer? Não mete o nariz nesse assunto, porque essa pessoa é servente de Cristo, não é teu servente.

Isto está ligado ao que estávamos a ler há pouco em Tiago 4. Por isso, vamos voltar a Tiago 4. Tiago 4, versículo 11, estávamos a ler. E dissemos, irmãos, não faleis mal um dos outros. Aquele que fala mal do irmão ou julga-se a irmão, fala mal da lei. E julga a lei. Como é que isso é possível? Como é que isso é possível que estamos a julgar a lei e estamos a dizer mal da lei? Diz assim, se julgas a lei, não és observador, não és uma pessoa que guardas a lei, mas é juiz. Querias irmãos, quando há diferenças, quando há diversidade nesses assuntos, nessas opiniões diferentes, as quais não é uma questão de quebrar a lei de Deus, as quais não é uma questão de quebrar a lei de Deus, mas há diferenças. Então, nós estamos a julgar a lei de Deus. Como é que podemos julgar a lei de Deus? O que estamos a dizer? Que a lei não é boa. É falha, que a lei falha. Estamos a dizer mal da lei, porque a lei não fala acerca destas opiniões que nós temos e nós então temos que adicionar as nossas próprias leis. E por isso, estamos a julgar a lei. E se julgas a lei, não és observador, mas juiz. Por siglo XII, um só é legislador e juiz. Aquele que pode salvar e fazer parecer.

Tu purem, quem és? Que julgas o próximo. Quem é que tu pensas que és? Para estar a criar uma lei, a ser um legislador, porque dizes que a lei não é suficiente, tu estás a proclamar um padrão diferente da lei, porque achas que a lei estás a dizer mal da lei, porque a lei não é suficiente, não aborda este assunto. E por isso tu estás a declarar uma lei adicional.

Então tu estás a fazer de ti próprio, como um legislador. Tu estás a pôr num papel de ser os deus. E por isso tu estás a fazer um ídolo de ti próprio.

Quer dizer irmãos? Há situações que alguma tolerância pode ser certo.

Mas há uma altura, há uma altura, quando a situação passa o que está permitível.

E por isso quando há certas coisas em que precisamos e devemos ser tolerantes, devemos deixar isso passar. É o que está a dizer. Quando essa situação passa o que é tolerável e está a quebrar a lei de Deus, então isso é outro assunto diferente. O problema é que às vezes nós não entendemos onde é que é esta linha de divisão entre o que é tolerável e o que está a quebrar, passar para lá da lei de Deus.

Por exemplo, quando é que uma coisa está a violar a lei de Deus ou a intenção da lei de Deus? Por exemplo, você faz uma festa de trajes. As pessoas se vestem com trajes diferentes, por exemplo, líderes da fé, fazem um coisa de traje assim, e está bem. Está limpinho, está agradável, está tudo muito bem. O problema não é a festa de trajes, mas se você faz uma festa de trajes e nessa festa de trajes está a representar personagens malignas, com pistolas e armadilhas e celáctemagé e coisas diabólicas. O problema não é a festa de trajes, o problema é a intenção da lei. Isso é uma coisa diferente. E por isso é que em 1 Coríntios capítulo 5, 1 Coríntios capítulo 5, vejam comigo, se faz chavoura, versículo 9 a 13, diz assim, já em carta vos escrevi que não vos associaces com impuros, com pessoas que estão a quebrar a lei de Deus.

Refirme com isto, não propriamente aos impuros deste mundo, ou as avarendos, ou roubadores, ou idóletras, pois neste caso, terias que sair do mundo. Não estou a falar das pessoas do mundo, estou a falar das pessoas na Igreja. Versículo 11, mas agora vos escreve que não vos associaces com alguém, que dizendo-se, irmão, isto é que esteja na Igreja, for impuro, ou avarento, ou idóletra, ou maldizento, ou beberão, ou roubador, com esse tal, nem ainda comês.

Pois com que direita, haveria eu de julgar-os de fora.

Não julgueis vós, os de dentro, ou estes de fora, porém Deus os julgará. Expulsa-os, pois, entre vós, o mal-feitor. Precisamos julgar, queridos irmãos, não estamos a falar aqui e a dizer que não devemos julgar. Vejam no capítulo seguinte, 1º Corinthians 6, aventura-se algum de vós, tendo questão contra o outro, assumetê-lo a juízo, por andos injustos e não por andos santos, ou não sabéis que os santos são de julgar o mundo, ora, se o mundo devorasse julgar para vós, sóis acaso indignos de julgar as coisas mínimas. Devemos julgar. Não sabéis que avemos de julgar os próprios anjos, no futuro, não é agora, quando mais as coisas nesta vida devemos julgar. E eu dei um sermão recentemente, a seca do início dos princípios básicos cristãs, e que referia a Hebreus 5, 14. Vejam de novo, Hebreus 5, 14.

Hebreus 5, 14. E falei em bastante profundidade a cerca deste assunto, mas dissei, diz aqui, em versículo 14, o alimento sólido é para os adultos, para aqueles que têm a prática, têm as suas faculdades exercitadas para discernir o nosso alimento bem, mas também o mal. Por isso não estamos a falar, Paulo não está aqui a falar, a dizer que não devemos discernir o bem do mal.

Mas aqui em Romanos 14, Paulo está a falar acerca de diferenças, abordagens, perceções, maneiras de ver coisas, mas não está a falar de pecado.

E como nós não vemos o coração dessas pessoas que têm abordagens um bocadinho diferentes, precisamos ter cuidado, porque se queçamos a julgá-los quando não devíamos, nós estamos a meter-nos, a meter os pés em coisas que não devíamos meter. E por isso é que dizem em Romanos 14, versículo 5, diz assim, um faz diferença entre dia e dia, isto é, para juzuar, outro julguei igual a todos os dias para juzuar, cada um tenha opinião bem definida em sua própria mente. Um destingue entre um dia para juzuar e dia para o Senhor o faz e quem come, quem não juzua, para o Senhor o come, porque dá graças a Deus e quem não come para o Senhor, quem juzua, faz de dá a juzuar para o Senhor e quem não está a juzar, para o Senhor também não está a juzuar.

Por isso está a dizer aqui, não julguem, não julguem, nestas situações em que não há lei, são opiniões diferentes. E por isso, permitem que Deus faça a sua obra no coração dessa pessoa.

Como lemos ao fim do versículo 4, diz assim, porque o Senhor é poderoso para o soster, o Senhor é poderoso para mudar o coração dessa pessoa e o corrigir se for necessário. Deixe isso nas mãos do Senhor.

E por isso, sai do caminho de Deus. Dei, o que estou a dizer aqui, e não estou a dizer para sair do caminho de Deus, estou a dizer, não interferas no trabalho de Deus com essa pessoa. Sai desse caminho, não enteges a interferir com essa pessoa. Está claro que temos que seguir no caminho de Deus. Mas o que estou a dizer, não tejas a interferir na obra de Deus com essa pessoa, com o coração dessa pessoa. Não tejas a interferir nisso.

E depois vejam aqui no versículo 6, o 8 está a falar aqui. Para o Senhor. Para o Senhor. Come para o Senhor. Não come para o Senhor. Vejam no versículo 8. Porque se vivemos para o Senhor vivemos. Se morremos para o Senhor morremos. Porque depois vivemos ou morremos somos do Senhor. O importante aqui, é que a nossa conduta, a conduta da nossa vida, é sempre como a consciência de que Deus está presente, de que Deus está a ver o que nós estamos a fazer.

E por isso, não é a nossa aprovação que as pessoas precisam, mas é a aprovação de Deus. É a aprovação de Deus que as pessoas necessitam.

Porque, ao fim de contas, não fomos você ou eu que pagámos o preço.

Mas foi Jesus Cristo que pagou o preço. Vejam no versículo 9. Foi precisamente para esse fim que Cristo morreu e ressurgiu, para ser Senhor, tanto do morto como de vivos. Ele é o Senhor. Ele pagou o preço da nossa vida para nos sucitar.

Da morte. Ele é o juiz. Não somos nós. Versículo 10. Tu porém porque julgas teu irmão em decisões que não são tuas para estar a julgares. É o que Paulo está a dizer aqui. E tu porque desprezas o teu irmão. E um disso, desprezar, é uma coisa talvez, uma das coisas mais não cristãs. Precisamos ter cuidado. Por isso nós vivemos juntos com outros irmãos, precisamos ter cuidado. Como é que estamos a tratar? Como é que estamos a falar com o irmão ou com a irmã? E é fácil quando convivemos com eles todos os dias, todos os dias. Vemos as suas falhas, as suas fraquezas e é fácil ofender. Cuidado, irmãos. Cuidados. É um teste de cristão.

Continuamos a ler no versículo 10. Por todos, por todos, comparecemos, perante o Tribunal da Deus, Tribunal de Cristo.

Cri-se, irmãos, todos vamos aparecer perante esse Tribunal.

Continuando, então, a ler. No versículo 11, como está escrito, por minha vida diz o Senhor, diante de mim se dobrará todo o joelho e toda a língua dará lavores a Deus.

Todos se vão baixar perante Cristo. É o que lemos. Assim pois, cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus. Jesus Cristo é que nos vai julgar ao fim de contas. Ela é que nos vai julgar. Ele é que é o representante do Pai.

Lembrem-se que nós estamos debaixo de julgamento. Nós somos e gostamos a ser julgados.

Nós não somos juízes.

Não é a séria de mim, mas é a séria de como é que eu gostou a afeta como é que eu estou a tratar o outro.

Cuidado, irmãos. Cuidado. É fácil. Quando convivemos muito uns com os outros, é fácil começar a tratar uns aos outros. Cuidado, irmãos.

Filipe II, versículo 4 e 5.

Filipe II, versículo 4 e 5. Não tenha cada um em vista o que é propriamente seu, senão também cada qual o que é dos outros. Tamos a pensar de como tratar os outros. Tamos a pensar de como é que esta palavra vai afetar as outras pessoas.

Com cuidado, com carinho, com amor. Com carinho, com amor.

Versículo 5, tendem vós o mesmo consentimento, a mesma mentalidade, que houve também em Cristo Jesus, que é essa. Ele morreu por nós. Ele morreu por nós, como lemos em Romanos 14 versículo 9.

Diz assim, todos que compadecemos para a Ante o Tribunal de Cristo. E ele é que morreu por nós.

Caris Irmãos, continua a ler no versículo 13. Não vos julguemos mais uns aos outros. Pelo contrário, te mai o propósito não pôres tropeço ou escândalo ao vosso irmão. A palavra o propósito, é mesmo a palavra em grego que julguemos. Não vos julguemos mais uns aos outros, te mai a posição de julgar, de ter cuidado, de não pôres tropeço ou escândalo ao vosso irmão.

Temos de ter cuidado, que não devemos ter uma atitude crítica para ofender os outros.

E depois diz assim, continuando a ler. Vocês lembram-se?

Diz assim aqui, não pôres tropeço ou escândalo ao vosso irmão. Eu li um pouco mais cedo a cerca de Mateus 24-10, dizer por causa de muitos que vão fazer, vai haver muitas pessoas que vão ofender, vão se escandalizar, no tempo do fim. Quer dizer, irmãos, é um perigo desta era. Cuidado, cuidado!

E depois ele continua aqui, no versículo 14. Eu sei, estou persuadido, no Senhor Jesus, de que nenhuma coisa é de si mesma comum. Salve para aquele que assim considera, para esse é comum. Quer dizer, irmãos, não está aqui a falar de que todas as comidas agora são limpas. Está a falar de que é comum. No nosso guia de estudo, aqui temos uma secção que diz o que significa imundo do Romano 14, e que explica isto em detalhe, que o ponto aqui de imundo quer dizer comum, e ninguém é comum. Ninguém é comum.

Quer dizer, irmãos, precisamos tratar as outras pessoas de sentimento. Tratar as pessoas de sentimento.

De outra maneira, não se preocupe com as coisas pequeninas.

Com as coisas para quais não há lei.

Essas coisas pequeninas que começam a destruir, a afetar a paz entre irmãos. E depois pensamos que os nossos direitos não estão a ser observados, e depois ficamos ofendidos, escandalizados, e começamos a tratar os outros mal, por causa de coisas pequeninas.

E por isso é que Jesus Cristo disse, se amarso ao outro, então sabréis que és meu, se tens amor um para com o outro. João 13.35. E por isso é que diz aqui no versículo 19, diz assim, assim pois, seguimos as coisas da paz, e também as da edificação de uns para com os outros. Precisamos de seguir as coisas da paz. Esta palavra seguir é perseguir e ir atrás, como por exemplo, um policial está atrás de um ladrão, perseguir, a seguir com força, com energia.

Precisamos de seguir, perseguir, diz aqui, as coisas de paz.

Precisamos ser pacificadores. E também as da edificação. Isto é as coisas, a edificação que o edificam aos outros. Porque é a obra de Deus? A obra de Deus o que é? A obra de Deus é programar o evangelho e preparar um povo. Preparar um povo. A edificação é a obra de Deus. Esta obra que estamos a fazer é a edificação. E por isso precisamos de trabalhar para a edificação da igreja, para o crescimento da igreja como tratando bem uns aos outros. Porque quando não tratamos bem uns aos outros, estamos a destruir a igreja da Deus. Estamos a destruir a obra de Deus.

Vejam no versículo 20 e 21. Não destruas a obra de Deus.

Como? Tratando mal outras pessoas.

Por causa de comida, ou seja que for, de diferenças pequenimas que são, digamos assim, imateriais.

Como disse, não estou a falar de carnes limpas e impuras, estamos a falar de diferenças, de diversidades, que devemos de aceitar, como lhes diz, acolher as pessoas com essas dificuldades, como diz no versículo 1, com essas diferenças. Não destruas a obra de Deus. Todas as coisas, na verdade, são limpas. Isto é, são puras. Não é que estamos a falar de coisas impuras, mas é mal para o homem o comer com escândalo.

É mal para o homem de fazermos qualquer coisa, de uma maneira que se estejamos a maltratar a outra pessoa. Aquilo está a dizer, é ao princípio que precisamos de receber disto. Seja o que for, que estejamos a fazer. Seja joar ou não joar, seja comer vestais ou não comer vestais, seja o que for. Seja o princípio, estamos a fazer seja o que for. Com escândalo, de uma maneira que é áspera, que é voz, que é a maneira de falar aos outros, é um, é assim, uma, chicotada.

Isso não é bom. Isso é mau para o homem fazer isso com o escândalo.

É bom, lhes assim, não comer carne, nem beber vinho, nem fazer qualquer outra coisa.

Com que o mão venha a atropissar. É o princípio aqui.

É bom, seja o que for.

Não faça isso de uma maneira que vamos ofender o irmão. É o que está a falar aqui. Quando você faz uma coisa, não ofenda o irmão. Não faça um escândalo.

Minhous não ofenda ou não enfraqueça na fé.

A fé que tens, tem para ti mesmo, porém Deus.

Bem-aventurado é aquele que não condena naquilo que aprova.

Por isso, não estas diferenças pequeninas se fazem assim ou fazem assado. É mais importante a maneira como tratamos as outras pessoas, nessas diferenças pequeninas. É aquele que está a falar. Mas é aquele que tem dúvidas. Se você não acredita disso, se não está certo na desagradação, não faça. Porque o que faz não provém de fé, e tudo que não provém de fé é pecado. Se você tem dúvidas de fazer isto aqui, não faça. Mas não esteja a maltratar outras pessoas. Não esteja a maltratar outras pessoas.

E por isso, diz-se continuando. Evite essas controversias. Essas controversias desnecessárias. Por isso, continua no capítulo 15, no versículo 1, diz-se. Ora, nós, que somos fortes, nós que somos mais experientes, digamos assim, devemos suportar as debilidades dos fracos. Devemos aceitar e dar espaço a essas pessoas para poderem crescer.

E não agradar a nós próprios. Isso é, temos uma lição a aprender dos fracos. Isto é ser pacientes e sermos ricordiosos, porque lembram-se que não está aqui a falar de quebrar a lei, está aqui a falar de coisas que as pessoas são fracas. Ainda, ainda não cresceram nesse conhecimento. E por isso, em fé, devemos de ajudar essas pessoas, como uma atmosfera de amor. Não atacar as pessoas com criticismo, bem críticos, mas dar a eles uma atmosfera de amor. E por isso diz assim, no versículo 2, capítulo 15, portanto, cada um de nós, agrada ao próximo, no que é bom para a edificação, isto é, para o crescimento da obra de Deus, da Igreja de Deus. Faça cada um o que é bom para o crescimento da Igreja, para o crescimento da obra de Deus. Por isso, queridos irmãos, há diferenças entre pessoas. Há muitas diversidades e por isso há muitas possibilidades de controvérsia. Nós precisamos de permitir essas diferenças de assuntos que não são quebrar lei. Não devemos de insistir que tudo seja resolvido a esses detalhes pequeninos, porque às vezes não importam esses assuntos pequenos. Palo ensinem aqui aos romanos que eles precisam de aceitar e acolher essas pessoas com essas diferenças e evitar divisão. Lembrem-se uma vez mais, não está a falar diferenças de quebrar a lei de Deus, a falar diferenças de opiniões que não afetam a lei de Deus. E por isso, crisimãos, você e eu precisamos nos comprometer a trabalhar e crescer no amor permitindo a diversidade de Deus. A diversidade que Deus nos dá. É uma das verdades cardiais da criação de Deus. Todos somos diferentes e somos diversos, há cores diferentes para a beleza. Por isso, crisimãos, as nossas diferenças podem ser uma fonte de descórdia e divisão. Ou, as nossas diferenças podem ser uma maneira de aprendermos uns dos outros, à medida que nos esforçamos a edificar uns aos outros, através da promoção de um ambiente de paz e amor.

Deus é um Deus de diversidade. Isso é uma verdade cardeal da criação de Deus.

As nossas diferenças podem ser uma fonte de discórdia e divisão ou uma maneira de aprendermos duns dos outros.

Como Cristãos precisamos de nos esforçar a edificar uns aos outros através da promoção de um ambiente de paz e amor.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).