Romanos 14:1-23 - Estudo Bíblico

Não julguem os mais fracos na fé

Não julguem os mais fracos na fé. A transgressão da lei é pecado. Além de guardar a lei de Deus, em "questões duvidosas" (em questões de opinião pessoal), se for contra a sua consciência, também é pecado.

Transcrição

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Boa noite, irmãos. Nos capítulos 1 a 11 do Romanos, tal como abordámos detalhadamente nos estudos anterioras, Paulo explicou o plano de salvação de Deus e, particularmente, a sua fidelidade, mas ricórdia e o amor Dele.

Paulo, então, perseguiu descrevendo princípios importantes da vida cristã, baseadas, esses princípios baseados no amor divino.

E depois foi em Romanos capítulo 12. E depois, em Romanos 13, ele falou acerca da nossa conduta correta ou própria para qual o mundo. Isto é respeitando as autoridades e, ao mesmo tempo, ele reemfatizou a nossa necessidade de que não devemos nada a ninguém. Isto é, incluindo as próprias pessoas no mundo, exceto, novamente, demonstrar-lhes o amor de Deus. E, por isso, ele demonstrou que agora é chegada a hora de que devemos desluz arrepender e revestir-nos de Cristo. Isto é vivermos como Cristo viveu.

Agora, neste capítulo 14, sobre um contexto mais amplo de nos tornarmos semelhantes a Deus em amor, ele então aborda como devemos lidar com aquelas pessoas na igreja que são mais fracas na fé.

Isto é, digamos, pessoas que, por exemplo, são novas na fé.

Ou, na outra palavra, este capítulo trata de como julgarmos os outros. Isto é como tratar os outros.

Então, Paulo vai abordando este tema usando as situações correntes nessa região de Roma. E porque havia pessoas que estavam a dizer assim, a julgar outras pessoas por serem novos na fé, ou por não entenderem certas coisas ainda nos ensinos, porque eram novos.

As algumas pessoas que tinham estado, por exemplo, na igreja há mais tempo, começavam a criticar essas pessoas e talvez até causando elas irem contra a própria consciência delas.

Exemplos de que ele menciona neste capítulo é de que algumas pessoas não comiam carne, ou não comiam comida que fosse comum.

Estou a dizer a palavra comum especificamente, porque Paulo não está falando de comida imunda, estava falando de comida comum e isso vamos abordar em maior detalhe, um pouco mais adiante.

E também, por exemplo, outro exemplo que ele usou é que alguns estavam fazendo os jesunos e uns preferiam fazer os jesunos nos dias, outros noutras, então estavam a usar algumas destas situações para julgar outras pessoas. Algumas dessas situações até eram assuntos de coisas como descrevemos ou descreve aqui em Romanos 14, que eram coisas duvidosas, coisas que havia certas dúvidas, poderia ser assim ou poderia ser de outra maneira. E por isso, este é um capítulo muito importante, mas ainda é mais importante, porque muitos cristãos usam este capítulo para justificar que o sábado foi abolido. Isto é, viram de pé na esprouara de uma maneira incorreta o que Paulo está a dizer e usam isso para justificar que o sábado foi abolido, ou usam isso para justificar que podemos comer carnas e mundas. Mas isso não é o que Paulo está a falar neste capítulo e, por isso, vamos abordar isto cuidadosamente.

Então, vamos começar a ler do versículo 1. Diz assim, ora, quanto ao que está enfermo na fé recebeio não em contendas sobre dúvidas.

A palavra enfermo na fé poderia também ter sido traduzida como fraco ou débil na fé. Como ensinei há pouco, provavelmente alguém que teria sido recentemente convertido, estar novo na fé e, por isso, era, digamos assim, um bebê na fé, que não entendia ainda tudo plenamente. E, por isso, não está já a julgar essas pessoas nessa, digamos assim, nessa fraqueza, nessa, como diz assim, enfermidade, que não é necessariamente uma doença, mas é mais uma fraqueza. E depois ele diz, não em contendas sobre dúvidas. Em contendas sobre dúvidas, isto é, para não entrarem em disputas sobre opiniões, opiniões de uma pessoa ou opiniões de outra pessoa. Não está falando de pontos doutrinários, mas está falando de opiniões de coisas dúvidosas. E, por isso, o crente, que, digamos assim, é mais maduro, mais experiente, não deve sentar num, digamos assim, suposto trono de julgamento, acerca da sinceridade das outras pessoas, que são mais novas na fé e que ainda estão a aprender. Por isso, pode ser simplesmente a maneira que essa pessoa pense, ou há, através das maneiras que foi educada e que veio a conhecer coisas na vida dela ou dela. Então, seria-se o comportamento dessa pessoa, digamos assim, fraca ou nova na fé. Agora, por exemplo, dar alguns exemplos aqui. Por exemplo, uma pessoa é vegetariano, mas não está a falar de vegetariano por causa de saúde ou coisa assim, mas está a falar por razões religiosas.

Então, isso é, digamos assim, que ele chama-se um assunto de quer novo na fé. Não entende bem a situação. E por isso, ponho debaixo deste título, digamos assim, enfermo na fé. Outro exemplo poderia ser que uma pessoa tenha uma consciência que não deve beber. Isto é, por razões religiosas, de novo. Ou, por razões religiosas, pensa que não deve dançar.

E isso, então, são coisas, digamos assim, que seriam mais duvidosas para essa pessoa. E por isso, não estejam a receber essa pessoa com contendas duvidosas, com argumentos que não valem a pena.

Então, continua no versículo 2, porque um crê que de tudo se pode comer e outro que é fraco, como legumes. Isto é este que é enfermo na fé, ou digamos fraco, como legumes. Está aqui, está claro, a falar por assuntos ou razões religiosas.

Ora, quando diz um crê que tudo se pode comer, precisamos de entender no contexto, porque no contexto está aqui a ver, a dizer que por outro como legumes. E por isso, em casa, um pensa que pode comer carne legumes e outro pensa que só pode comer legumes. Isso é o que está aqui a falar, não está a falar de, por exemplo, comer carne legumes. Por isso, ele está contrastando uma pessoa vegetariana por razões religiosas com alguém que não é vegetariano.

Como disse, não é nada a ver com carnes e mundas. A razão pela qual alguns dos cristãos nessa era eram vegetarianos, como justificativa religiosa, essa razão não é declarada neste capítulo.

Mas quando diz que essa pessoa era enfermo na fé, para dizer que faltava certo entendimento, no doutrino ou crença, ele era vegetariano, mas a bíblia nessa altura, tudo que tinha uma da bíblia, era, digamos assim, o antigo estamento.

E no antigo estamento não há nenhuma prescrição contra comer carne. Apenas prescreve qual tipo de carne é que podemos comer.

Isto é, carne que, de uma maneira saudável e com símbolo também espiritual, é bom para nós e qual é que não é boa para nós. Então, vamos continuar no versículo 3. O que come não despreze o que não come. E o que não come não julga o que come, porque Deus hoje recebeu por seu.

Então, fazemos assim uma pergunta. Há alguma razão que devíamos estar a jogar uma pessoa que chega à igreja e a fraco neste assunto, de um ponto religioso? Está claro que não. Precisamos dar essas pessoas tempo para crescerem em conhecimento e entendimento.

E, por isso, não devemos de esforçar, comer carne, em vez de só vegetais, e ofender-los no processo.

Por isso, diz assim, o que come não despreze o que não come. Isso não é, não olhe para baixo, não julgue, não o considere como uma pessoa inferior, não o rejeite quando desprezo, não o trate como indino, como uma pessoa sem valor.

Não despreze o que não come. E o que não come não julga o que come. A palavra julgar aqui vem na palavra grega 2 9 1 9, na concordância, que é a palavra crino. Isto quer dizer decidir, concluir ou condenar.

E, por isso, esse julgamento é uma coisa que decidir de uma maneira positiva, de uma maneira negativa, não faça isso. Então, como disse, não sabemos exatamente baseado neste capítulo qual é a razão, porque alguns não comiam carne. Mas uma possibilidade baseada em 1 Coríntios capítulo 8 é porque a carne era oferecida a ídolos. Então, vejamos brevemente 1 Coríntios capítulo 8. 1 Coríntios capítulo 8, vejamos primeiro no ciclo 4. Assim que, quanto ao comer das coisas sacrificadas aos ídolos, sabemos que o ídolo nada é, nada é no mundo, e que não há outro Deus, se não um só. E por isso aqui vemos que está a falar de ídolos. E também vemos depois em Atos capítulo 14, versículo 13. Atos capítulo 13, versículo 13. E o sacerdote Júpiter, com o tempo, estava em frente da cidade, trazendo para a entrada da porta toros e grinaldas, cria com a mudidão o sacrificar-lhes. Então, vê-se aqui que até os pagãos só sacrificavam animais limpos, estavam sacrificando animais limpos. E também voltando a Coríntios capítulo 8, 1 Coríntios capítulo 8, versículo 7 a 9. Mas nem em todos há conhecimento, porque alguns até agora comem com consciência do ídolo, coisas sacrificadas ao ídolo. Então, vemos aqui que os pagãos oferciam carne limpa, não é imunda, não eram porcos, eram toros e coisas assim, não é? Então, a gente limpa aos ídolos e depois aqui estas pessoas, por exemplo, compravam esta carne, não sabiam se a carne tinha ou não tinha sido oferecida a um ídolo, ou se é aplicada a um ídolo. Então, a sua consciência, como diz aqui ao fim do versículo 7, sendo fraca, fica contaminada. Então, diziam não, não quero comer esta carne, porque tinha sido oferecida a ídolos. Ora, a comida não nos faz agradáveis a Deus, porque se comemos nada temos demais e se não comemos nada nos falta. Mas vede que esta liberdade não seja de alguma maneira escândalo para os fracos. E, por isso está a dizer, não causam ofensa se a pessoa não sente confortável que você, naquela sociedade, que não deviam comer esta carne, achavam, possivelmente, o que era significado a ídolos, algumas pessoas sentiam-se na consciência deles que não deviam fazer isso, não deviam comer isso. Por isso, então, não causam ofensa. E por isso a carne podia ser comum, ou este é diferente de imunda, comum quer dizer que não tinha sido, digamos assim, por exemplo, sangrada, isto é, que o sangue não tivesse sido tirado da carne adequadamente, ou por várias outras razões. Por exemplo, a carne tinha, talvez, estado em contato com um cadáver, antes, e por isso sentiam-se que não deviam comer esta carne, ou várias várias, mas isso é comum, não era carne imunda. E, por então, continuando aqui no versículo 4 do Romano 14, diz, quem és tu que jogas o servo alheio? Quem és tu que estás a tomar uma posição de julgar o outro cristão, que é servo de Jesus Cristo? Não é servo nosso? É servo de Jesus Cristo. E depois aqui diz que servo alheio. Esta palavra servo em grego não é dolos, quer dizer escravo, mas é oiquetas, que era um servo doméstico. Nós somos servos de Deus, estamos diante de Deus. E, por isso, quem és tu para jogar o servo alheio? Para o seu próprio Senhor está em pé ou cá, mas estará firme, porque o poderoso é Deus para o firmar. E, por isso, Deus é capaz de ver a nossa atitude, se a nossa atitude está correta ou não. Então, nós precisamos de atuar e responder de uma maneira correta.

Deus é o nosso mestre, Deus nos dá a nós uma oportunidade de crescermos na fé. Está claro, não devemos manter sempre como bebês na fé, devemos estar a crescer.

Mas, às vezes, aqueles que estão na igreja há mais tempo, digamos assim, aqueles que são mais fortes, podem colocar um tropeço, isto é, o escândalo, ou ofender os outros irmãos mais novos.

E, por isso, nós que estamos na igreja há mais tempo, devemos ter muito cuidado como tratamos as pessoas novas na fé. Porque, uma vez que ofendemos uma pessoa por uma razão ou outra, seja lá que a razão for, você não pode trabalhar aqui por causa disto daquilo, ou seja, lá que for.

Não façam essas pessoas por causa de que você diz, ou diz, ter que, de repentinamente, mudar uma coisa na vida e que não estão prontos emocionalmente e espiritualmente, e, então, pode causar a ofensa a elas.

Agora, continuando no versículo 5 e 6. Vou ler o versículo 5 e 6 rapidamente e depois vamos analisar um bocadinho mais detalhadamente.

O versículo 5 e 6 diz, um faz diferença entre dia e dia, mas outro julga igual todos os dias. Cada um esteja inteiramente seguro em sua própria mente.

Aquilo que faz caso do dia para o Senhor o faz e o que não faz caso do dia para o Senhor não faz. O que come para o Senhor come para dar graças a Deus e o que não come para o Senhor não come e dá graças a Deus.

Agora, vejam, precisamos entender quando lemos isto, qual é o contexto. Porque estamos a ver que o contexto está a falar aqui de ser fraco na fé ou não. Isto é novo na fé, está a falar aqui de comer ou não. E mesmo aqui, ao fim do versículo 6, está a ser uma vez mais o que come para o Senhor come e dá graças a Deus e o que não come. Vemos aqui que o contexto é relacionado com comer e também é relacionado com pessoas que ainda são novas na fé. E agora está a falar aqui de comer e não comer. Mas está a falar de comer e não comer num dia em vez do outro dia. Então, o que é que isto quer dizer? Você come num dia e não come no outro dia. Isso quer dizer um gênero de jejum ou semijujum. Os judeus, como lemos aos fariseus, jejumavam duas vezes por semana. Isso não era um jejum de 24 horas. Era um jejum parcial de 12 horas e assim jejumavam duas vezes por semana. E por isso aqui está a dizer, uns preferem um dia para jejumar, outros preferem outro dia, uns comem, outros não comem no dia. E por isso está a dizer, faz diferença entre dia e dia. Mas outros julgam igual a todos os dias. Uns dizem, olha, tem que jejumar nas terças-feiras. Outros dizem, não, se você não jugar no terça para jugar na quarta, se fizeram coisas assim. Podia haver esta disputa. E por isso está aqui um ponto a dizer que, no versículo 5, um faz diferença. Uma vez mais, é esta palavra crime. Quer dizer que pode ser traduzida como julgar, separar, mas pode ser traduzida como prefere.

Prefere para que propósito. Diz assim, um faz diferença. Um prefere entre um dia e dia, mas o outro julga. Por isso vemos aqui uns juam num dia, outros no outro. Uns preferem um dia, outros no outro. Um para uns era mais conveniente um certo dia da semana, outros era para o outro.

Uma vez mais, não diz a razão, porque uns preferiam um dia em vez do outro. Está claro, irmãos, não está a falar do dia despiação, que isso é mandado por Deus, mas está a falar de outros junos adicionais. E depois diz assim, no versículo 6, aquilo que faz caso do dia, ou isto é, pensa na sua opinião, prefere, considera, tem uma opinião de um dia. Ora, lembre-se que, palo aqui do versículo 1 até o versículo 21 deste capítulo, está a falar acerca de comida. Vemos aqui bem claramente o versículo 1, versículo 21, 21 versículos acerca de comida. E neste capítulo, nesta secção aqui, apenas dois versículos está a falar acerca da opinião deles sobre dias, no meio, inserido no meio, de estar a falar da comida. E por isso vemos que é uma questão de comer ou não comer em certos dias, isto é, de jun.

Ora, por isso uns pensam ou consideram que é melhor joar num dia, outros preferem no outro dia. Perdão, até às vezes, na Igreja, dizemos, olhem, joem durante esta semana um dia. E assim dá oportunidade às pessoas para escolherem um dia desta semana que seja mais conveniente para eles para joarem. Está-se uma certa flexibilidade nisso. Mas continuado a ler aqui, aquilo que faz caso do dia, para o Senhor o faz. Para o Senhor. Então, por que razão é que esta pessoa está a joar? Comer ou não comer? Para o Senhor. Isto é, para só aproximar de Deus. E assim diz. E o que faz caso do dia para o Senhor, ou o que não faz caso do dia para o Senhor, ou não faz? O que come para o Senhor come porque está graças a Deus. Isto é, pede uma benção sobre a comida. É porque come, dá graças a Deus. Sim, quando nós vamos comer uma refeição pedimos a Deus para abençoar esse alimento. E o que não come para o Senhor não come. Isto é, está a joar para se aproximar de Deus. E assim também está a dar graças, está a pedir e a orar para se aproximar de Deus. Por isso, se Paulo estivesse falando do sábado, ele, então, não teria, pelo menos, me ensinado que estava a falar do sábado, ou dos dias santos. Porque vemos aqui que está a falar de um dia de comer ou não comer, numa seqçã que está a falar de comida. E por isso, vemos aqui que claramente ele não estava referindo-os ao sábado. Para pensem bem, como é que Paulo poderia reduzir no sábado uma escolha pessoal aqui no meio de um versículo assim, a falar de comida, sem qualquer explicação? Imagine o tumulto, a luta, o conflito que isso teria criado entre os judeus. E vemos na Bíblia que nunca houve esse conflito de que Paulo e os jovens cristãos estavam a mudar o sábado. Se houve uma grande, digamos assim, contenda, um grande tumulto, mas não foi acerca do sábado, foi acerca da circunstição.

Se houve esse grande tumulto, ou argumentos acerca da circunstição, imagine se fosse uma situação de tarem a falar, ou de tarem a reduzir o sábado, uma escolha pessoal. Imagine! Por isso está claro que não foi isso. Nós sabemos, se nós estudarmos isto cuidadosamente, que foi a igreja católica que mudou o sábado para domingo. Ora, interessantemente, como alguns de vocês devem saber, os católicos estão, digamos assim, a escragar na cara dos protestantes, que eles simplesmente estão seguindo a igreja católica, porque foi a igreja católica que alterou o sábado para domingo, e eles próprios, eu lembro-o, quando era católica, tinham um livrinho chamado catequismo, e nesse livrinho tinha-lá escrito por um papo, ou não era papo, um líder católica, dizer que eles, os católicos, admitindo, eles, os católicos tinham alterado o sábado para domingo, e nesse catequismo dizia que não há desculpa nenhuma dos protestantes, ou justificativa nenhuma, no novo testamento para mudar o sábado para domingo. Isso é o que eu li nesse catequismo, e no nosso Guiadistudo, a cerca do sábado, vemos referências a essa declaração católica também. Então, vemos aqui que os protestantes, por causa disso, têm que tentar encontrar algumas escrituras para justificar a sua oposição. Isto é, têm que procurar escrituras que sejam justificativas para eles alterarem o sábado para domingo, e esta aqui, em versículo 5 e 6, é uma dessas justificativas. E, irmãos, como veem, é tão fraca. Esta justificativa é tão fraca. É tão fraca. E, por isso, claramente não há justificativa aqui, uma doutrina tão básica que é um dos 10 mandamentos de Deus, alterar sem uma instrução específica de Deus. Isso é uma coisa muito fraca. Em continuado, versículo 7 e 8, também vou ler estes dois e depois vamos abordar um bocadinho mais detalharamente. Porque nenhum de nós vive para si e nenhum morre para si, porque se vivemos para o Senhor, vivemos. E se morremos para o Senhor, morremos. De sorte que, ou vivamos ou morramos, somos do Senhor. Todos nós somos responsáveis para Deus. A nossa vida deve ser um exemplo, uma luz para outros. Se morremos, devemos morrer como serros fiéis.

Eu vou lê uma secção breve aqui do comentário de Adam, Adam Clock. Ele fez aqui um comentáriozinho acerca desta expressão no versículo 7. Ele diz assim, nenhum devó de nós vive para si. Ele diz, os escritores gregos usam a expressão vive para si, para significar, agindo segundo o próprio julgamento. Isto é segundo a sua própria opinião. Então, para eles, aqui vemos agora assim, que os cristãos devem de agir em todas as coisas, de acordo com a mente e a vontade de Deus, e não seguir suas próprias vontades. Então, Adam Clock continua a dizer o apóstolo, parece indicar, que em todos os casos acima, cada um deve esforçar-se para agradar a Deus, pois é responsável perante Ele, para Deus somente, por Sua conduta nestas coisas indiferentes, nestas coisas que são duvidosas. Para Deus é o nosso semestre. Devemos viver para Ele, assim como vivemos sobre o Seu olhar, debaixo da Sua vista e por Sua vontade. E quando deixamos de viver entre os homens, deixamos de viver como as pessoas no mundão, ainda estamos na mão de Deus. Portanto, o que fazemos, ou o que deixamos de fazer, deve ser em referência à eternidade que está sempre à mão. Não devemos jogar os outros, por outras palavras, mas devemos agir em fé. Isto é, estamos sobre a jurisdição de Deus. Por isso é o que diz aqui, no versículo 7 e 8. Se vivemos para o Senhor, vivemos, se morremos para o Senhor, morremos. Por isso, seja vivos ou mortos, somos do Senhor. E por isso, devemos agir em fé, estamos sobre a jurisdição de Deus e não devemos estar a julgar os outros. Porque Deus é que nos julga. Agora, continuando no versículo 9. Porque foi para isto como o Reu Cristo. E ressurgiu e tornou a viver para ser Senhor, tanto dos mortos como dos vivos. E aqui, provando este ponto, Paulo Tazer é por isto que Jesus Cristo morreu, ele se citou. E Deus deu-as-descriça-a-autoridade. Jesus Cristo tem autoridade. Ele nos ressuscitará, ele é o nosso Mestre, e diz aqui, ele é o nosso Senhor agora e para sempre. Agora, continuando no versículo 10.13. Vou ler estes versículos juntos e depois vou analisar uma vez mais um a um. Mas tu julgas o teu irmão, ou tu também, porque desprezas o teu irmão. Pois todos devemos de comparecer ante o Tribunal de Cristo. Porque está escrito, como eu vivo, Deus o Senhor, que todos os joelhos se dobrará a mim, e toda a língua confessará a Deus. De maneira que cada um de nós dará conta de si mesmo a Deus, assim que nós nos julguemos mais um... assim que não nos julguemos mais um aos outros, antes seja o vosso propósito, não por tropeço ou escândalo ao irmão. E por isso, não devemos estar a condenar os irmãos, precisamos ter cuidado de não causar uma queda, um escândalo, um tropeço a outras pessoas. Precisamos de fazer tudo com carinho e com muito cuidado. Então, lendo no versículo 10.

Mas tu, porque julgas teu irmão?

Diz assim, ou tu também, porque desprezas o teu irmão.

Irmãos, vemos bem aqui que este capítulo, capítulo 14, é nada mais, nada menos que um capítulo sobre julgamento.

É um capítulo de como devemos tratar outras pessoas. Isto é como devemos decidir a tratar outras. Isto é como devemos julgar outras pessoas. E por isso é um capítulo acerca desse julgamento. E depois diz, por todos nós, que temos que conversar durante o tribunal de Cristo.

Isto é muito importante. É muito importante. Vejam em João capítulo 5, versículo 22. João capítulo 5, versículo 22.

5, 22. E também o pai, a ninguém julga, julga, mas deu ao filho todo o juízo. 23, para que todos honrem o filho, como honram o pai. Quem não honra o filho, não honra o pai que o enviou. Isto é muito importante, porque às vezes, encontra pessoas que dizem, não devemos honrar o filho desse modo, devemos honrar só o pai. Não. Aqui o que está a dizer é, quem honra o filho, honra o pai. E quem não honra o filho, não honra o pai que o enviou. E também, não vou agora virar aí, mas vocês leem-se em Filipe, capítulo 2, versículo 6, a diante, que o verbo Jesus Cristo era da forma de Deus, se esvaziou, veio para a Terra, e depois diz um carinho mais adiante, que todo joelho se dobrará sobre ele. Está aqui a dizer a mesma coisa. Vemos aqui que Deus está a dar o julgamento todo, e aqui no versículo 10, de Romanos 14, está a dizer a mesma coisa. Lembra-se que vai ser Jesus Cristo que vai julgar as nossas intenções, os nossos corações, as nossas motivações. Vejam em 1 Coríntios, capítulo 4. 1 Coríntios, capítulo 4, versículo 4 a 5. Diz assim, porque é nada-me-sinto-culpado, nem por isso-me-considero-justificado, pois quem me julga é o Senhor, o Senhor Jesus Cristo. Portanto, nada-joguei-se antes do tempo até que o Senhor venha, o qual também trará-a-luz as coisas ocultas das trevas. O que fazemos com a minha enta a ver, Jesus Cristo vai trazer à luz as coisas ocultas das trevas e manifestará os designos dos corações. Jesus Cristo vai poder determinar, revelar as nossas motivações, as nossas intenções.

E então cada um recebrado a Deus, o novo, através de Cristo.

Continuando agora em Romanos, capítulo 14, versículo 13, perdão, a versículo 11, que vamos analisar mais detalhadamente a 10, agora vejemos versículo 11, porque está escrito, como eu vivo, diz o Senhor, que todo o joelho se dobrará a mim e toda a língua confessará a Deus.

Como eu me ensinei há pouco, em Filipenses capítulo 2, diz a mesma coisa. Em Isaías, diz a mesma coisa, falando aí acerca do Senhor, mas no anês profissia de Isaías, se você for ler essa secção, de onde isto foi citado de Isaías, está a dizer que é o H-Y-W-H.

Isto é a Uyawa, ou Y-W-H. E por isso é tudo acerca de Jesus Cristo, versículo 12, de maneira que cada um nos dará conta de si mesmo a Deus, através de Cristo.

Versículo 13, assim que não nos julguemos mais uns aos outros, antes seja o vosso propósito, não por tropeço ou escândalo ao irmão. E por isso, tenham cuidado que a vossa intenção, no coração, quando estão a dizer, olha, eu estou na igreja há mais tempo, ou coisa assim, o outro é fraco, ou seja, qual for a razão, tenham cuidado que não estejam a expor um tropeço no outro irmão.

Por quê? Porque estavam, havia pessoas na igreja que estavam, digamos assim, a julgar, ou condenar os outros.

Tropeço aqui é, por exemplo, uma coisa para a pessoa cair, um objeto no caminho para tropeçar, então o que seria um tropeço? Por exemplo, nesses casos específicos, neste contexto que está a falar, era um irmão fraco forçar esse irmão fraco a comer carne se ele, na sua consciência, não se sentia bem a sério de comer, por exemplo, essa carne. Uma vez mais, irmãos, não está a falar de carne em mundo, está a falar de carne, que eles, na consciência deles, pensavam não deveriam comer, porque, por exemplo, podia ter sido oferecida a índolos. E, continuando aqui, neste reciclo, diz, não pôr tropeço ou escândalo. A palavra escândalo vem da palavra grega escândalão, isto é uma armadilha. Uma armadilha para deliberadamente pegar-o, quer dizer, uma armadilha, por exemplo, para apanhar um rato, ou coisa assim, ou uma retazana, uma armadilha para pegar-se essa pessoa. E, por isso, devemos ver os corações. Às vezes, fazemos coisas sem essa intenção, mas, por exemplo, ter cuidado. Precisamos ter cuidado para não tropeçar, causar essa pessoa tropeçar. Então, não seria uma armadilha deliberadamente, mas precisamos ter cuidado para não criar uma armadilha assim, que não tenha sido intencional, mas mesmo assim não devemos colocar qualquer coisa que seja uma armadilha ou um laço para fazer o nosso irmão cair. Agora, por isso, vemos aqui, nesses versículos 10 a 13, é Deus quem vai jogar. Todos nós vamos ter que dar contas a Deus.

E se comemos carne, ou se comemos salvestais e carne, ou não, temos que dar contas a Deus. E se ofendemos, temos que dar contas a Deus. Agora, continuando no versículo 14, eu sei, estou certo, nos senhores Jesus, que nenhuma coisa é de si mesmo imunda, a não ser para aquele que a tem por imunda, para esse é imunda.

Aqui, estamos aqui a ver um versículo muito interessante. Temos aqui um problema na tradução, e eu vou provar a vocês, que é um problema na tradução.

Porque é o versículo que pessoas usam para dizer que está a eliminar as carnes imundas. Podemos comer carnes limpas e imundas, não importa.

Porque está a dizer, no versículo 14, que nenhuma coisa é de si mesmo imunda.

As pessoas dizem, e depois continuam a ler, a não ser para aquele a quem tem por imunda, para esse é imunda. E, por isso, estou a dizer, nenhuma coisa para mim, eu não acho que a carne de porco é imunda, por isso posso comer ela. Mas, irmãos, a palavra imunda aqui vem da palavra grega, coinonse, 2839.

Esta palavra devia ter sido traduzida como comum, não como imunda.

Isto é, uma comida que foi profanada. Não é uma questão que é limpa ou imunda, mas é uma questão de que foi profanada.

Vou provar isso usando atos. Capítulo 10.

Vigemos, então, atos. Capítulo 10. Eu vocês, provavelmente, sabem que atos. Capítulo 10. É quando Pedro teve aquela visão acerca deste lenço com animais imundos.

E, então, aqui no capítulo 10, vemos que... e vemos aqui no versículo 9, em diante, que está dizendo E, no dia seguinte, indo-o, indo-o, seu caminho, e estando já perto da cidade, subiu Pedro ao terraço para orar, quase às sexta, às horas sexta. E, depois, ver se... quer dizer, mais adiante, no versículo 13, diz... e ele, então, tem visto lençol com todos os animais imundos.

E, depois, diz assim, no versículo 13. Levanta-o, Pedro, mata, e calma. Mas, o ponto importante aqui é observar o versículo 14. Mas, Pedro disse, não mogue nenhum, Senhor, porque nunca comigo é-se alguma comum, e imunda.

Comum e imunda. São duas coisas diferentes. Uma é comum e outra é imunda. A palavra comum é a mesma palavra que lemos no versículo 14, do Romano 14, com em nós. E a palavra imunda é a palavra acatar-pós. Uma palavra muito diferente.

A palavra acatar-pós é uma palavra que é imunda, de acordo com a lei Levítica. E, por isso aqui, neste, em Atos capítulo 10, versículo 14, a palavra imunda aqui está traduzido corretamente, que é acatar-pós, que é uma comida que se deve abastecer, de acordo com a lei Levítica. Ou, em outras palavras, que é moralmente imunda.

Por outro lado, a palavra comum, aqui também, em Atos 10, versículo 14, é uma carne que tinha sido contaminada por qualquer contato externo ou poluição. Como disse, uma carne que não tinham tirado o sangue dela corretamente, ou não tinham abatido esse gado de maneira correta.

Por exemplo, um animal que tinha sido morto por outro animal, ou assassinado por outro animal, ou que um corpo tinha estado, por exemplo, no campo e tinha morrido já por vários dias, e depois, então, é que o apanharam, ou o que já sim, ou seja, em outras palavras, sujo ou poluído. Por exemplo, esta carne tinha moscas por todo seu lado, ouvernos. Às vezes, já juíciem alguns lugares em África, onde está ali a carne cheia de moscas, a cheia de vernos. Isso é carne contaminada por contato externo ou poluição. Isso é comum. Ora, nas leis, nas práticas judaicas, havia carnes e mundas. Isto é, que Deus tinha dito que eram emundas. Isto é, que não devíamos comer, como por exemplo carne de porco, ou por exemplo camarões, ou coisa assim. E mundas, a captos, e também havia carnes comuns, que eram carnes que tinham tido um contato externo, ou tinham sido poluídas, para não comerem disso. Hoje em dia, acho que entendemos bem que não devemos comer isso, porque não é saudável.

Então, voltando a Romanos 14, por ciclo 14, diz assim, aquele que tem por imunda para esse é imunda. A palavra devia ser aquele que tem por comum para esse é comum, porque é a palavra comum com nós.

Não é a palavra imunda, a cathartos. Isso é o que vocês lerem na Almeida Corrigida e Fiel, e na Almeida Revista e Corrigida. Na Almeida Revista e Autorizada diz, aquele que assim a considera para esse é impura, mas a palavra devia ser, como eu ensinei há pouco, para esse é comum. Por isso, se você considera algo como comum, é comum.

Estar a falar, então, acerca da sua consciência. Se para você isso é uma coisa que foi contaminada por qualquer contato externo ou poluição, se você tem isso na sua consciência, então não coma. Se você, na sua consciência, pensa que é comum, que é poluída, que é carne poluída, então não coma. Por isso, como é que uma carne que leviticamente fosse limpa, isto é, por exemplo, carne de boi, poderia ser considerada comum, e se a carne limpa, por exemplo, estivesse em contato com o cadáver, ou a carne limpa se tornaria comum.

Por isso é que lemos aí na visão de Pedro, nunca comi carne limpa e comum. Perdão, nunca comi carne imunda, desculpe, e comum, o que Pedro estava ali a dizer. Continuar agora no versículo 15, mas, se por causa da comida se contrista ao seu irmão, já não andas conforme o amor. Se você está a causar angústia ao seu irmão, por causa de que coma, não coma, coisa assim, porque você acha que é comum e o outro acha que não é comum, e coisa assim, quer dizer, tem questões de dúvidas, não é?

Então, já não estás a andar conforme o amor. Diz assim, já não andas conforme o amor. Não destruas por causa da tua comida, aquele porque é em Cristo morreu. Por isso, se você sabe que alguém é fraco, como lemos há pouco, em I.C. 8, versículo 11-13, num certo assunto, não estáis a forçar o ponto. Por exemplo, uma pessoa pensa que por motivos religiosos não deve beber vinho. Não estáis a forçar, é isso, essa pessoa, para beber vinho, porque vai causar um tropeço, não faça tropeçar. O tropeço aqui é que está aqui a ler, estamos a ler aqui, no versículo 15, que diz assim, não destruas por causa da tua comida.

Está a falar-nos de qualquer alimento, qualquer comida, não é só carne, qualquer coisa que pode causar a pessoa sentir-se que não deve comer. Continuando, versículo 16-17, pois não seja pois blasfemado o vosso bem, porque o rei de Deus não é comida nem vida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo.

Por isso estamos a ver aqui que isto é que é o rei de Deus. Isto é o que nós... estas são as questões importantes da nossa vida, a justiça, paz e alegria.

Similhante ao que lemos em Galatas capítulo 5, versículo 22, que está a falar acerca do fruto do Espírito, que é amor, alegria, paz e continuando assim, outras características. E ao fim do versículo 18 diz assim, porque nem nisto serve... quem nisto serve a Cristo agradável é a Deus e aceito aos homens. Então, se você fizer o que é correto, se você fizer o que é justo, é aceitável a Deus e também vai ser considerado favorávelmente pelas pessoas.

Continuando, então, no versículo 19, sigamos pois as coisas que servem para a paz e para a irificação de uns para com os outros. Precisamos de fazer coisas para haver paz na igreja, para irificar a igreja. Se há alguma coisa que estamos a fazer que está a causar uma certa ofensa na igreja, precisamos de, como pessoas mais maduras, precisamos de ter cuidado e analisar isso para não causar ofensa na igreja, porque estamos aqui para irificar e não para destruir. Versículo 20. Não destruas por causa da comida a obra de Deus. É verdade que tudo é limpo, mas mal vai para o homem que come com escândalo.

Isto é, não faça outras pessoas tropeçarem e caírem ou saírem da igreja por causa de comida, ou por causa de seja qualquer outra coisa que estão a causar ofensa. O princípio aqui, deste capítulo, é a cerca de comida e, assim, afetar ou causar tropeço aos outros por causa de comida. E, por isso, estava a dizer que quando julgamos outras pessoas na fé, por causa de estarmos a fazer uma coisa que vai criar uma ofensa, vai criar uma armadilha em outros irmãos que são, digamos assim, enfermos na fé, que sejam mais fracos, precisamos ter cuidado e cuidar e fazer isso tudo de uma maneira que não vá causar ofensa à igreja, à irmandade, na igreja.

E, por isso, não é só a cerca de comida, é um princípio que podemos aplicar a tudo. Precisamos ver isso como um princípio que é válido para tudo.

Depois diz assim, ainda no versículo 20, diz assim, é verdade que tudo é limpo. Todo alimento é limpo, todo alimento é puro. Todo alimento é puro, não está a falar de imundo, está a falar de puro, se são usadas no propósito correto.

Por exemplo, a purificação do fogo, se uma pessoa se chama certa coisa, por exemplo, se houver assim uma certa...

Talvez você tenha um bocadinho de carne para fazer um churrasco e, acidentalmente, a carne cai no chão e apanha. Você limpa isso muito cuidadosamente e, depois, põe no fogo e se tiver ali alguma coisa, aquilo vai queimar tudo. Quer dizer, é purificado pelo fogo. Está claro, é preciso ter cuidado com isto. Se uma pessoa vai ficar ofendida e isso vai tropeçar essa pessoa, então pronto, não faça isso. Mas o ponto aqui é que todo alimento é puro se nós o limparmos e o tratarmos da maneira correta, uma maneira ética.

Mas continuem a ler no versículo 20. Nem fazer outras coisas em que o teu irmão tropeça, ou se escandalize, ou se enfraqueça.

Não devemos de fazer coisas que vão causar um irmão cair ou sair da igreja ou ficar ofendido. Então, isso é mau. Versículo 21.

Bom, é não comer carne, nem beber vinho, nem fazer outras coisas, em que o irmão tropeça, ou se escandalize, ou se enfraqueça. Desculpe, o outro devia ter lido, mas mal vai para o homem que come com o escândalo. Mal vai para o homem que come com o escândalo. Isso era ao fim do versículo 20. Se você acha que uma coisa é errado, então é errado, mal. Mas continuando agora no versículo 21. Se você vai ofender alguém, não faça isso. Ok, versículo 22. Tens-te o fé, tem em ti mesmo, diante Deus. Bem-aventurado aquele que não se condena assim mesmo naquilo que aprova. Se você tem fé, no que permite fazer, faça isso diante Deus. Não faça isso diante do irmão fraco. Bem-aventurado, isso é feliz, é aquele. Se você acredita no que é certo ou errado, não se esteja a condenar. Se você sabe na sua consciência, isso está certo, isso é a coisa correta, não esteja a condenar a si próprio. Mas lembre-se, uma vez mais, do contexto. Qual é o contexto? Está no versículo 1 do capítulo 14, que diz assim, ao fim do versículo 1, não em contendas sobre dúvidas, sobre coisas duvidosas. Não entrem disputas sobre opiniões, assuntos que não são doutrinários. O versículo 23. Mas aquele que tem dúvidas, se come, está condenado, por não comer, por fé. E tudo que não é de fé é pecado. Se você tem uma dúvida, e diz, olha, não devia comer isto, uma vez mais, não está a falar de carnes e mundas, está a falar de carnes comuns, ou coisas assim, que há certas dúvidas. Se você tem uma dúvida e come, uma vez mais está a falar no contexto de comer, se você, então, por exemplo, convida uma pessoa a comer, e essa pessoa, que é fraca, não se sente bem a comer, mas você está a puxar essa pessoa, olha, come, come, come, olha, beba, beba, beba, vocês já lá que foram. Se essa pessoa, então, comer ou beber, contra a consciência dela, então, essa pessoa está a condenar, porque está agindo contra a sua própria consciência. Precisamos ter muito cuidado com a nossa consciência. Muito, muito cuidado. Por isso, se você está a ir contra a sua consciência, ou você está a forçar alguém a ir contra a consciência dessa pessoa, então, isso é pecado. E por isso aqui vemos outra definição do pecado. Sim, outra definição adicional do pecado, agir contra a consciência. Se você age contra a sua consciência, e se for algo, você acha que não devia fazer e o faz. Então, porque está a agir contra a sua consciência, é pecado. E por isso, quando lemos em 1 João 3, versículo 4, que diz, todo aquele que comete pecado transgrido também à lei, porque o pecado é transversão da lei, mas aqui vemos um princípio espiritual adicional, dizendo que, se é contra a sua consciência, também é pecado.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).