Aqueles que são fortes precisam ajudar aqueles que são fracos. Todos nós precisamos cuidar uns dos outros. Essa é a mente de Cristo. Os gentios são igualmente aceitos por Deus.
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Boa noite, irmãos. Hoje vou continuar com o nosso estudo acerca do livro dos romanos. Vou cobrir uma secção de romanos capítulo 15. Depois de Paulo ter explicado o plano de salvação aos romanos e vários princípios da vida cristã, que ele fez isso depois, no capítulo 12, ele abordou a nossa conduta que seja adequada para o mundo e também o respeito pelas autoridades. Isso abordou, então, no capítulo 13. Depois, no capítulo 14, vemos, começando no versículo 1, que diz, ora quanto ao que está enfermo na fé recebei-o não em contendas sobre dúvidas. E, por isso, ele começou a explicar que não devemos julgar aqueles que são fracos ou novos ou enfermos na fé em questões de opinião sobre assuntos duvidosos ou contendas sobre dúvidas. E ele está, no final, não estava a falar de questões doutrinárias. Depois vemos no versículo 15, onde ele diz, mas se por causa da comida se contrista teu irmão, já não andas conforme o amor. Aqui ele está a explicar que se estamos a causar angústia ao nosso irmão, por causa do que comemos, já não estamos a andar em amor. É importante notar que aqui ele não estava a falar de carnes limpas e imundas, mas estava a cerca de questões de coisas que comer ou não. Por exemplo, como comer carnes limpas tinham sido oferecidas a ídolos. Ele então continua no versículo 17, dizendo, por correio de Deus não é comida nem bebida, mas justiça e paz e alegria no Espírito Santo. E por isso, estas grandes questões à cerca da vida são relacionadas com justiça, paz e alegria. Isto é, os resultados que nós temos na nossa vida, os resultados que nós vamos produzir, justiça, paz e alegria. Mas adiante, no versículo 23, ele diz, mas aquele que tem dúvidas, se come está condenado, porque não come por fé e tudo que não é de fé é pecado. E aqui está a sublinhar um ponto muito importante, que o crente forte pode levar o irmão fraco a violar a sua consciência. O irmão mais fraco, por outro lado, pode acabar por comer aquilo de que dúvida. Nesse caso, seria comida que tinha sido oferecida a ídolos. E acabaria de comer isso que na consciência dele tinha dúvidas, por causa da pressão que um outro irmão mais forte, na fé, digamos assim, tivesse a dizer que isso não importava. Aqui vê-se um ponto muito importante, irmãos. Se o irmão mais fraco come ou não come contra a sua consciência, ou seja, se come ou não come ou se age contra o que acredita pela fé, então está a pecar. Então aqui vemos uma outra definição do que é pecado, agir contra a sua própria consciência.
Por isso, se acreditas que não deve fazer algo, este é o princípio básico que obtemos deste versículo, se acreditamos que não devemos fazer algo e o fazemos contra a nossa consciência. Isso é pecado. Ora, uma das definições do pecado está claro, está em João, primeiro João capítulo 3, versículo 4. Primeiro João capítulo 3, versículo 4, que diz todo aquele que pratica o pecado transgride também a lei, porque o pecado é a transgressão da lei. Isso está claro, é uma definição extremamente importante, acerto do que é o pecado. O pecado é a transgressão da lei. Mas aqui, em Romanos 14, versículo 23, vê-se que há uma outra adicional definição do que é o pecado. Setamos a fazer algo contra a nossa consciência. Isso também é o pecado. Este é um princípio muito importante de entendermos a importância da nossa consciência, porque o Espírito Santo trabalha com a nossa consciência e nós conforme aprendemos a verdade de ele, vamos aprender e vamos treinando a nossa consciência, a ser obdiente a Deus e a fazer as coisas corretas, a consciência é muito importante. Continuando agora aqui no capítulo 15, versículo 1, lemos, mas nós, que somos fortes, devemos suportar as fraquezas dos fracos e não agradar a nós mesmos.
Nós, que sejam fortes, que sejam, por exemplo, mais maduros espiritualmente, ou sólidos, doutrinalmente e maduros na vida cristã, devemos, como diz aqui, suportar. Isto é, levantar e ajudar a carregar o peso, ajudar os que são fracos, ajudá-los a carregar um fardo, até que, está claro, sejam capazes de carregar esse fardo sozinhos. Isto é, quando sejam capazes de compreender a verdade plenamente. E depois, dizendo, devemos suportar as fraquezas dos fracos, ou as estabilidades, como algumas traduções têm, as fraquezas, as enfermidades dos fracos. E não agradar a nós mesmos. Não devemos apenas agradar a nós mesmos. Temos que nos preocupar com os outros. Por exemplo, se uma pessoa diz, eu acredito que posso comer carne, por exemplo, ofrecida ídolos, ou beber vinho. E não me importo com o que esta pessoa acredita ou não. Eu farei de qualquer forma, os outros que façam o que quiserem. E se não é uma atitude correta, devemos ter cuidado para com os outros.
Por isso diz no versículo 2. Portanto, cada um de nós agrada ao seu próprio no que é bom para idificação. Está claro. Não devemos estar a agradar as pessoas em busca do seu apoio, como os políticos fazem. Mas devemos estar a agradar as pessoas para o benefício delas. Porque amor para o próximo é o que nós precisamos ter, tal como para conosco. Nós devemos tratar os outros como desejamos que sejam tratados. Assim, no princípio prático, há certas pessoas que veem para a igreja, se entenderem ou compreenderem uma determinada doutrina. Tudo o que devemos fazer para ajudar essas pessoas é para a idificação dessas pessoas. É para ajudar eles a crescerem na verdade. Por isso temos que os tratar de uma maneira cuidadosa, de uma forma que seja de acordo com a misericórdia e o carinho de Deus com cuidado para essas pessoas crescerem de vegarinho, mas vão crescendo na verdade. No princípio 3. Porque também Cristo não agredou a si mesmo. Mas como está escrito sobre mim, cairam as injúrias dos que te injuriavam. Jesus Cristo, para não sofrerem injúrias, por exemplo, podia ter ficado no céu. Não precisava, digamos assim, para Ele próprio, se Ele só tivesse a cuidar de si mesmo, não precisava de ter o vindo para a terra e de se humilhar e se esvaziar. Mas Ele esteve disposto a passar pela vergonha, pela humilhação para o nosso bem, para o nosso benefício.
Verciclo 4. Porque tudo o que dantes foi escrito para o nosso ensino foi escrito, para que pela paciência e consolação das escrituras tenhamos esperança. Vamos, então, analisar a primeira parte aqui deste versículo, porque tudo o que dantes foi escrito para o nosso ensino foi escrito.
Ou, em outras palavras, particularmente quando o Paulo estava a dizer ou a escrever aos romanos, o que tinha sido escrito nessa altura era o antigo testamento. Está claro para nós tudo o antigo novo testamento é para nós aprendermos de ambos, mas Paulo estava especificamente, neste caso, falando o que dantes foi escrito, está claro que ele estava a falar acerca do antigo testamento. Ora, vejamos em primeiro coríntios, capítulo 10, versículo 6. E estas coisas foram feitas em figura para não cobrirmos as coisas mais como eles cobriram. Está aqui a dar exemplos de coisas que aconteceram no passado e estas coisas foram feitas como exemplos para nós aprendermos lições. E, por isso, e vocês leiam esta secção aqui, de primeiro coríntios 10, para ver que, de facto, está estes exemplos, estas coisas que aconteceram, aconteceram para o nosso exemplo. Como diz aqui, foram-nos feitas em figura para nós aprendermos dessas. Por isso, o antigo testamento existe para que aprendamos e não venham-nos a cometer os mesmos erros que aquelas pessoas no antigo testamento cometeram. Por isso, é que dizem que obiçaram ou outras coisas que fizeram. Essas são exemplos para nós.
Há outras palavras. O antigo testamento é para nós aprendermos para seguirmos bons exemplos, em vez de seguirmos os maus exemplos desses israelitas que seguiram maus exemplos. Também há bons exemplos no antigo testamento e assim aprendemos desses exemplos.
Pondo de outra maneira simples, o antigo testamento é como se fosse um manual de instruções. Então, a lei e outros exemplos no antigo testamento mostram a nós o que é certo e o que é errado. Também vemos no antigo testamento consequências de fazerem o que é certo e consequências de fazerem o que é errado.
Por isso, é como, por exemplo, um livro de gramática está a mostrar as várias leis da gramática para usarem a linguagem de maneira correta e para evitarem o incorreto. Ora, no antigo testamento, por exemplo, o Deus mostra a sua lei e depois mostra o que acontece às pessoas se desobtecerem e também mostra o que acontece às pessoas se obtecerem. Por isso, lemos em Deutronómio 27, acerca das benções pela obdiência e as maldições pela desobdiência. Vejam, então, vamos ler esta secção aqui, primeiro de Deutronómio 27 e depois vamos ver um bocadinho mais acerca de Deutronómio 28. Mas vamos primeiro ver Deutronómio 27, porque aqui está um ponto muito importante para entendermos e quero sublinhar isto. Deutronómio 27, vamos começar a ler no versículo 2. Diz assim, será pois que no dia em que passar os jordãos à terra que te der o Senhor teu Deus, levantar-te às umas pedras grandes e as cairás com cal. E, havendo o passado, isto é, o jordão, escreverás nelas todas as palavras desta lei para entrar-te na terra que te der o Senhor teu Deus, terra que mana leite e mel como te falou o Senhor Deus dos teus pais.
E depois vemos aqui um bocadinho mais adiante no versículo 8. E, naquelas pedras, e como vimos no versículo 2, diz que são pedras grandes, pedras grandes, diz assim, versículo 8. E, naquelas pedras, escreverás todas as palavras desta lei, esprimindo-as nitidamente, escrevendo estas palavras da lei nitidamente. E estas estavam, como vamos ver, em duas montanhas. Vejam no versículo 12, ainda de outro nome, 27, versículo 12. Diz assim, quando averes passado o Jordão, estes estarão sobre o monte Guiarizim para avançuar em o povo. Simião e Livy e Judá e Zaccar e José e Benjamin.
Para avançuar. E no versículo 13, diz, estes estarão no monte Ebal para amaldiçoar, Ruben, Gad, Asar, Zeb, Dan e Neftali. E vemos, eram duas montanhas, duas áreas grandes, duas pedras grandes, que eles escreviam as palavras da lei. Uma no monte Guiarizim para abençoar e outras palavras no monte Ebal para amaldiçoar.
Importante a entender que estes eram, como lemos, em versículo 2, que diz assim, levanta-te-as umas pedras grandes e as cairás com cal.
Mantenha aí, então, brevemente, este deutronómio 27, vamos voltar aqui a pouco, a deutronómio 28, mas agora vamos ver, então, segundo coríntios, capítulo 3.
E diz assim, isso o Ministério da Morte gravado com letras em pedras.
Vem-o em glória, de maneira que os filhos de Israel não podiam fitar os olhos na face de Moisés por causa da glória e do seu rosto a qual era transitoria.
O Ministério da Morte foi gravado com letras em pedras.
Muitos julgam ou assumem que está a falar das duas tábuas de pedra, mas não é verdade, porque as duas tábuas de pedra tinham os dez mandamentos.
Mas aqui está a falar da administração ou Ministério da Morte, escrita em pedras inteiras, que eram roxedos e não em duas tábuas de pedra.
Deus ordenou a Moisés que se crevesse estas leis em pedras, em roxedos, quando atravessassem o Jordão, a caminho para a terra prometida.
As pedras foram revestidas de caol, como lemos, e a lei civil foi escrita nas pedras inteiras, nesses roxedos, pedras grandes.
Em Josué 8, Josué 8, versículo 30.
Então Josué edificou um altar ao Senhor Deus de Israel no Monte Ebáal. Lembram-se que eram dois mundos, um era o Monte Ebáal para amaldiçoar e o outro era o Monte Gheirizim para abençoar. Continuando a ler.
Este havia escrito diante dos filhos de Israel.
Não está a falar?
Da lei de Deus, dos Vésimina Medamentos, foi escrito com as mãos de Deus, versículo 33. E todo Israel, com seus anteriores e seus princípios e seus juízes, estavam de um e do outro lado da arca, para os sacerdotes levitas que levavam à arca da Aliança do Senhor, assim, estrangérios como naturais, metade deles em frente do Monte Gheirizim e outra metade em frente do Monte Ebáal, como Moisés, serve do Senhor ordenar para abençoar primeiramente ao povo de Israel.
E depois, leu em voz alta todas as palavras da lei, a benção e a maldição conforme a tudo o que está escrito no livro da lei. Palavra nenhuma houve de tudo o que Moisés ordenara, que Josué não lesse para toda a Congriação de Israel, e as mulheres, os meninos e os estrangeiros que andavam no meio delas, todos estavam presentes. Então, vê-se aqui que eles ficaram ao altar e escreveram nessas pedras, essas leis, digamos, leis civis, a lei civil foi escrita nessas pedras inteiras. Então, voltamos agora a Doutro Nómeo, em Doutro Nómeo 28.
E diz aí, e será que, se ouvir os avós do Senhor, tendo cuidado de guardar os seus momentos, hoje estou ordeno, o Senhor do Deus diz, alterá-se sobre todas as nações, e todas essas benções virão sobre ti, e bendito será-se na cidade, e bendito será-se no campo, e vê-se estas benções todas, que seriam anunciadas no monte Guerizim, estas benções todas. E depois, vê-se a começar do versículo 15, que aqui estão os castigos por desobliência. E diz será também que, se não deres ouvido ao vosso Senhor, teu Deus, e não cuidar-as, em cumpristo de todos os mandamentos, seus tutos que hoje estão ordeno, então virão sobre ti todas essas maldições e te alcançarão.
Maldito será-se na cidade, maldito será-se no campo, e depois continua. Estas são as maldições no monte Ebal. E por isso, vemos aqui estas benções e maldições que tinham sido escritas nestes dois montes, em grandes pedras. Também vemos em Levíticos 26. Capítulo 26. A repetição destas benções e maldições. Vemos aqui em Levíticos 26. Vemos aqui a partir do versículo 3, dizer-se andares nos meus tatutos e guardares os meus mandamentos e escompre-os.
Então, está aqui uma série de benções. Mas, depois, a partir do versículo 14, diz-se, mas se não ouvires e não comprises estes mandamentos, então, aí, vence vários avisos, várias maldições para os desobdientes. E vemos aqui que em Levíticos 26 está a descrever estas as mesmas, em 5 ondas. A primeira onda, vence aí no versículo 16. A segunda onda, depois, vem no versículo 18. A primeira onda é o começo de terror. A segunda onda, no versículo 18, que é, vão ser castigados 7 vezes mais.
E, então, vai haver certos castigos. E, depois, no versículo 21, vai haver uma terceira onda, se não quiserem ouvir, vão castigar 7 vezes mais. Então, vão ter, digamos assim, doenças de animais, doenças que vão afetar vocês. E, depois, se não obedecerem, no versículo 23, diz, se não andares, continuar as andar, deferirei 7 vezes mais e, depois, diz, vai-se ter espada e guerra. É bem, possivelmente, que seja a condição que nós estamos a encontrarmos hoje em dia. A primeira, com trurismo, poderia ter sido, a cerca do ano 2001, em 11 de setembro.
A segunda, poderia ter sido a queda econômica, no ano 2008, na própria, ao início, quando houve a queda econômica, foi exatamente ao início, à noite, antes do início, do dia das trombetas. Pessoas não viram, porque as pessoas não olham para os dias santos, mas quando houve aquela queda em que o mercado caiu por 777 pontos, vírula 68, foi exatamente naquela noite, ao início, do dia das trombetas, como se fosse um sinal escrito na parede, a dizer o tempo está contado. Duensas, seria talvez, possivelmente, o castigo descrito aqui, no versículo 21, doenças, possivelmente, poderia ter sido o início da Covid, no ano 2020, exatamente 12 anos depois da queda do mercado, exatamente 19 anos depois do 2001, no 9 de setembro.
E agora estamos aqui a ver uma espada, no ano 2026, cerca de 6 anos depois. O versículo 27, o versículo 27, vem à quinta onda deste castigo, diz assim, e se não me ouvirmos, mas ainda castigarei mais, e então, se tivermos a ler esta seção, a partir do versículo 30 e 31 e 33, isto dá uma implicação que seria um paralelo, que eu estou a dizer, possivelmente, à grande tribulação.
E por isso vemos que estes eventos do começo das dores, antes da grande tribulação, então, digamos assim, a passar, possivelmente, aqui em Levíticus 26, por estas ondas que vai aumentando e cada vez vão ficando piores. E por isso, irmãos, devemos aprender com eventos do antigustamento, e, disso, estamos a aprender para ser sábios e para aprender como proceder e como viver de uma maneira correta. Então, continuando agora em Romanos, capítulo 15, no versículo 4, mas na segunda parte do versículo 4, porque na primeira parte temos por tudo o que antes foi escrito para o nosso ensino foi escrito.
E agora diz, para que pela paciência e consolação das escrituras tenhamos esperança. Nós temos de ser pacientes percebrar nestas dificuldades que encontramos, que existem, que os irmãos na igreja estão a encontrar, porque é, porque estar na igreja não é garantia que não vamos ter problemas, estar na igreja significa que vai haver problemas, porque temos um inimigo, e estamos a ser preparados, um povo está a ser preparado.
E, por isso, embora essas coisas estejam a acontecer, precisamos ter esta paciência, esta perseverança, através das dificuldades, das aflições, e estar consolados pelas escrituras por causa da esperança que temos. Devemos ter esperança. E, tal e qual, como os servos de Deus no passado foram provados e testados, com paciência e consolação, assim nós também somos provados. Agora, versículo 5 e 6. Ora, o Deus de paciência e consolação, o Deus da paciência e da consolação. O nosso Pai Celestial é um Pai de paciência e consolação.
Vos conceda o mesmo sentimento. Vos dê o mesmo maneira de sentir, de pensar, de atuar, uns para com os outros, segundo o Cristo Jesus. Isto é, nós temos que ter cuidado para com os outros, os fortes para com os fracos, e por isso precisamos ter amor, paciência e preocupação de uns para com os outros. Tal como Jesus teve. Vejam, Filipenses capítulo 2, Filipenses capítulo 2, começando no versículo 1, Filipenses capítulo 2, começando no versículo 1. Portanto, se há algum conforto em Cristo, se há alguma consolação de amor, se há alguma comunhão no Espírito, se há alguns entranháveis afetos e compaixões, completar em um agoso para que sim tais o mesmo, porque tenham o mesmo sentido, o mesmo amor, o mesmo ânimo, sentimento, sentindo uma mesma coisa.
Nada façais por contenda ou por vanglória, mas por humildade. Cada um considera os outros superiores a si mesmo. Não atende cada um para o que é propriamente seu, mas cada um também para o que é dos outros. De sorte que haja em vós o mesmo sentimento que houve também em Cristo Jesus.
Temos que ter o mesmo sentimento que houve em Cristo Jesus. Segundo Cristo Jesus, como lemos em Romanos 15, versículo 5, sentimento uns para os outros, segundo Cristo Jesus, para que concordas a uma boca glorificais ao Deus e Pai de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, recebei-vos uns aos outros, como também Cristo vos recebeu, para a glória de Deus.
Irmãos, ainda não somos perfeitos no que diz respeito ao relacimento de uns com os outros, mas por isso diz assim, recebei-vos uns aos outros, trabalhem, estejam a crescer neste respeito e relacionamento uns aos outros. Versículo 8, digo pois que Jesus Cristo foi ministro da circuncisão por causa da verdade de Deus para confirmar as promessas feitas aos Pais.
Quem são os Pais? Ora, é Atos 3, versículo 13.
Está aqui a dizer, o Deus da Brão, de Isaac e Jacob, o Deus de nossos Pais. Quem são estes Pais? Os Pais da Fé, que é a Brão, Isaac e Jacob. As promessas foram dadas a eles. É o que lemos aqui, no versículo 8, do Romano 15. Por causa da verdade, Deus para confirmar as promessas feitas aos Pais. Que promessas? Vejam, então, em Génacias, capítulo 12. Génacias, capítulo 12. Vamos ler primeiro, começando do versículo 1. Génacias, capítulo 12, versículo 1.
Génacias 12, versículo 1. Fora, o Senhor disse à Brão, Sáite da tua terra, da tua parentela e da casa do teu Pai, para a terra que eu te mostrarei. E fartiei uma grande nação e abençoe-te o ar-tei e engredeçarei o teu nome e tu serás uma benção. E abençoe-te o ar-tei, os que te abençoarem e amaldiçoarei os que te amaldiçoarem. Em ti serão benditas todas as famílias da terra. Em ti, como está aqui na Almeida Corrigida e Fiel, também na Almeida Revista e Corrigida, em ti, na nova versão transformadora, na nova versão internacional, diz, por meio de você, na Almeida Revista atualizada, diz, por teu intermédio, abençoe-te todas as nações, todas as famílias da terra. As promessas feitas é uma benção através dos pais da fé para todas as nações do mundo. Não é só para Israel, é para todas as nações do mundo, sim, através da Brão e Saquisecó, através dessas famílias, dessas nações, para abrangir o mundo inteiro. Vejo também em Génacias capítulo 17.
Diz assim, estabelecerei a minha aliança entre mim e ti, e a tua descendência, depois de ti, em suas gerações, por aliança perpétua, para te ser a ti por Deus e a tua descendência depois de ti. E versículo 8, darei a ti a tua descendência depois de ti. Se você ler isto na alma da revista e corrigida, diz assim, estabelecerei o meu concerto, isto é a minha aliança, entre mim e ti, e a tua semente depois de ti.
A maioria das tradições tem a tua descendência, mas no hebraico, trazia a tua semente depois de ti, nas suas gerações, por um concerto eterno, para ser Deus para ti e para a tua semente depois de ti. Vê-se aqui que é no singular, não é plural. Eu sei que algumas versões bíblicas ponhem aí os teus descendentes, mas não é no hebraico, não é plural, é no singular.
Ora, vejemos como Paulo descreve isto, a esta promessa, em Gálatas 3, versículo 16. Ora, as promessas foram feitas à abraão e à sua descendência. Não diz há as descendências, como falando de muitas, mas como de uma só, e à tua descendência, que é Cristo. Em greve, a sua descendência é a de um. Em grego, a palavra aqui, em Gálatas 3, versículo 16, a palavra grega usada aqui é semente. Foram feitas à abraão e à sua semente. E não há sementes, como falando de muitas, mas como de uma só, à tua semente, que é Cristo.
Assim, Jesus Cristo assegurou que as promessas feitas aos pais fossem confirmadas, fossem cumpridas. Vamos, então, voltar a Romanos 15. Romanos 15, ao fim do versículo 8, diz, ou vamos ler o versículo 8, 9, digo que Jesus Cristo foi o ministro da circuncissão por causa da verdade Deus, para confirmar as promessas feitas aos pais.
Jesus Cristo, a semente da abraão, confirmou estas promessas. Vigemos ainda agora o versículo 9. E para que os gentios glorifiquem a Deus pela sua misericórdia, como está escrito, portanto, eu te louverei entre os gentios e cantarei o teu nome. Parte desta promessa era que todas as nações seriam abençoadas, como eu li há pouco, em Génesis 12, versículo 3, que eu li, lembram-se, disse assim, por meio de você, por teu intromédio, abençoarei todas as nações.
E, por isso, parte desta promessa era que todas as nações, não só israelitas, mas todas as nações viriam a crer e seriam abençoadas, teriam uma oportunidade. E depois aqui, diz, ao fim do versículo 9. Portanto, eu te louverei entre os gentios, entre as nações e cantarei ao teu nome. Donde é isto citado? Vigemos em Segundo Samuel 22. Segundo Samuel 22. Por isso, ao Senhor, te louverei entre os gentios e entre o areio louvores ao teu nome.
Vejam, Salmos 18. Salmos 18. Salmos 18. Salmos 18. Por ciclo 49. Assim que, ao Senhor, te louverei entre os gentios e cantarei louvores ao teu nome. Uma grande parte do novo testamento são citações diretas do antigo testamento. Nós sabemos, como lemos, em Mateus 5, versículo 17. Vamos ler, então, Mateus 5, versículo 17, para por isto, de uma maneira bem firma. Mateus 5, versículo 17.
Diz assim, não cuidais, cuidais, que vim destruir a lei, os profetas. Não vim destruir, mas cumprir. Geralmente, dizemos, que é correto, mas geralmente dizemos, que Jesus Cristo veio para cumprir, para obter a lei. Mas, um outro significado, que Jesus Cristo veio para cumprir a lei. Porque estas promessas, em gências, foram feitas, e como lemos estas promessas a todas as nações, ele, então, Jesus Cristo veio para confirmar estas promessas. Veio para cumprir a lei.
Por exemplo, Jesus Cristo veio para cumprir os significados da lei, por exemplo, do cordeiro pascal. Ele veio cumprir isso, é significado, veio preencher, veio cumprir isso. Então, continuando agora, no versículo 10. No versículo 10, de Romanos 15, diz, e outra vez diz, alegrava os gentios com o seu povo. Irmãos, isto é citado diretamente, de outro nome, 32, versículo 43. E outra vez diz, lová ao Senhor todos os gentios e celebraio todos os povos. Isto é citado de Salmos, 117, versículo 1. E depois leio, versículo 12, outra vez diz, isaias. Uma raiz, a Injecia verá, e naquilo que se levantar para reger os gentios, os gentios esperarão.
Isto é diz, isaias 11, versículo 10. E, por isso, vemos que Deus vai estender a sua misericórdia, o plano de salvação aos gentios. E os judeus não entendiam isso. Por isso, Paulo o enfatizou aqui, que esta confirmação de Jesus Cristo não é só através, que foi parte da promessa feita aos pais da febrão e saia-se-a-có, também foi para os gentios, promessas que estão a ser confirmadas e cumpridas através de Jesus Cristo. Agora temos esta última secção, do versículo 13 até ao versículo 22, em que Paulo está a explicar, de uma maneira tão direta, que uma coisa que a igreja nunca tinha entendido, e porque ele estava a dizer isso de uma maneira muito explícida, para uma congregação que ele nunca tinha visitado nem fundado. Aqui, a revelar coisas, mas estava a escrever aos romanos, e os romanos, a congregação em Roma, era uma congregação que Paulo não tinha visitado nem tinha fundado. E assim, ele estava a ser, digamos assim, muito ousado, muito corajoso, a dizer a eles o que eles deviam fazer, pois ele nunca esteve lá. Então, vamos ver agora versículo 13 e 14. Ora, o Deus de esperança vos encha de todo gozo, isto é, vos, os romanos, de todo gozo e paz em crença, para que mudais em esperança pelo poder do Espírito Santo. Eu, próprio e meus irmãos, certo estou a respeito de vós, que vós mesmo está cheios de bondade, cheios de todo o conhecimento, adumando-vos-a-dumos-tavos-uns aos outros. Já está a dizer aqui que os romanos, a igreja em Roma, eram capazes de ajudar uns aos outros, em corajar uns aos outros, mutualmente, como disse aqui, adumo-vos-tavos-uns aos outros. Versículo 15. Em parte, vos escrevi mais ousadamente. Ele está a admitir que foi ousado, está a ser direto, ousado, porque ele nunca os tinha visitado. Por isso, em parte, vos escrevi mais ousadamente, como para vos trazer outra vez a memória pela graça que, por Deus, foi dada. Trazer a vocês o que Deus deu a mim pela graça dele.
Porque ele, Paulo, tinha uma responsabilidade. Qual era a responsabilidade, Paulo? É de ir aos gentios e depois aos reis e depois a Israel. Ir aos gentios, aos reis e a Israel. Em Atos 9, versículo 15, vejamos Atos 9, versículo 15.
E disse porém o Senhor, Paulo, vai porque este, disse o Senhor, vai porque este é para mim, este é para mim, Paulo, é um vaso escolhido para levar o meu nome diante os gentios e dos reis e dos filhos de Israel.
Paulo tinha uma missão tripla. Primeiro ir para os gentios, depois ir aos reis e depois aos filhos de Israel, foi o que ele fez. Foi aos gentios, que vemos aqui nestas três viagens emissionárias dele. Ao fim desta terceira viagem emissionária, ele acabou por ir aos reis, particularmente, acabou de ser imprisionado em Roma. E então foi aos reis. E depois de sair da prisão, ele foi a outras áreas onde Israel estava, estava disperso, como na Espanha e outras regiões, que veremos abordarei noutros estudos mais adiante. E assim, antes de Paulo morrer, essas responsabilidades foram cumpridas.
Mas não foi da forma que ele pensava, que ele pensava, mas foram cumpridas. Se ele não pensava ir para Roma como um prisioneiro e assim pregar aos reis desse modo, mas não foi da maneira que ele pensava, mas a promessa foi cumprida.
O versículo 17 agora. De sorte que tenho glória em Jesus Cristo nas coisas que pertencem a Deus. Visto que ele foi enviado por Deus, nesta obra de Deus está uma rosa importante. Paulo tinha razão de ter grande alegria, ter grande glória nisso. Não apenas pela honra que foi concedida pela Graça de Deus, mas pelo sucesso como Jesus Cristo abençoou o Ministério de Paulo. Por s. 18. Porque não ousarei dizer coisa alguma que Cristo por mim não tenha feito, para fazer obdientes urgentios por palavra e por obras. E assim, se não fosse assim, Paulo não o diria.
Os falsos mestres não fizeram isso, mas ele disse, não ousarei dizer alguma coisa que Cristo por mim não tenha feito. Ele, o que Deus fez dele, fez dele o apóstolo aos gentios, ele, em palavras, em obra, pelas doutrinas que ensinou, pelas obras que realizou, pelas dificuldades que teve, pelas coisas que ele suportou, ou pelas milagres que teve, como é explicado mais adiante no versículo 19, assim, essas pessoas se tornaram obdientes à doutrina por causa da pregação de Paulo e por causa dessas obras.
Por isso, é que ele diz, para fazer obdientes urgentios por palavra e por obras. Agora, vigemos no versículo 19, que diz, pelo poder dos sinais e prodígios e pelo poder do Espírito de Deus, de maneira que desde Jerússela e Ardós até ao ilírico, têm opregado o evangelho de Cristo. E, assim vez que Paulo virchou e pregou o evangelho, ele pregou o evangelho, não pelo seu próprio poder e força, mas pelo Espírito, pelo poder e pela força de Deus.
Tinha, assim, por causa disso, tinha os sinais de um apóstolo enviado por Deus e Deus o confirmou com isso. É o que ele diz aqui, de maneira que desde que teve poder e sinais e prodígios pelo poder dos Espíritos de Deus, de maneira que desde Jerússela e Ardós e às voltas, teve na Turquia, nessas áreas, até ao ilírico, ou onde é que é o ilírico? Vejam este mapa aqui. O ilírico é aqui esta área. Ele saiu do Jerússela, geralmente saía da base dele, que era aqui em Antioque, foi pela Galácia, foi pela Ásia, depois, este está aqui a descrever a terceira viagem dele, missionária, depois foi através para a Europa, para a Macedónia, esta linha amarela aqui, e depois foi aqui ao ilírico.
Ao ilírico. Isso vence, é o ilírico, que era ao longo desta província romana, localizada nos balcães ocidentais, ao longo da costa oriental, do Mar Adriático. Aqui está o Mar Adriático. E a noroeste da Macedónia. Aqui está a Macedónia, a noroeste de Macedónia. E ela então abrangia partes do território que é hoje em dia, conhecido como Albania, Montenegro, Bógenia e Herzegovina. E Croácia, História e Sérvia, ele foi aí a ilírico. Depois voltou a Breia, então foi para Coríntios, onde escreveu esta epístola aos romanos.
E por isso vemos que aqui ele pregou, tem pregado o Evangelho de Cristo. Versículo 20. Vamos ler agora o versículo 20. Diz assim, e desta maneira, eu me esforcei por anunciar o Evangelho, não onde Cristo foi nomeado, para não edificar sobre fundamento alheio. Ele não foi a lugar onde outros apóstolos já tinham ido, ou já tinham estado.
Ele foi a Áreas diferentes. E versículo 21. Antes, como está escrito, aquele a quem não foi anunciado, o Verão, e os que não ouviram, o entenderão. Isso dá para citar Isaías 52, versículo 15. E por isso é evidente que Paulo estava a escrever esta longa carta à congregação dos irmãos em Roma, e que não houve outro apóstolo que tivesse ido lá, antes dele ter ido lá.
Porque ele dizia, ele dizia que ele não estava a edificar onde o fundamento alheio. E por isso estes dois versículos, versículo 20 e 21, provam que Pedro nunca esteve em Roma, antes desta carta estar escrita, nem esteve em Roma enquanto Paulo esteve na prisão. Caso contrário, Paulo estaria a edificar sobre o fundamento do outro homem. E ele diz aqui que não ele, como um bessono, tinha uma responsabilidade, deu uma responsabilidade a ele, Jesus Cristo deu uma responsabilidade a ele, para ir a outras áreas, e os outros apóstolos foram para outras áreas.
Se espalharam através do mundo, entre outras áreas, outros apóstolos foram para áreas do norte, áreas do sul e áreas do oriente, possivelmente até à Índia, e coisas assim. Outros apóstolos foram. Mas Paulo foi para o Gentil, os outros apóstolos foram para onde israelitas estavam espalhados, dispersados, isto é, judeus israelitas. Em segundo Coríntios, capítulo 10, segundo Coríntios, capítulo 10, versículo 13 a 16. Segundo Coríntios, capítulo 10, versículo 13 a 16, diz assim. Porém, não nos gloriamos fora de medida, mas conforme a reta medida que Deus nos deu para chegarmos até vós, porque não nos estendemos além do convém, como se não houvessemos de chegar até vós, pois já chegamos também até vós, no Evangelho de Cristo.
Não nos gloriando fora de medida nos trabalhos alheios, antes tendo esperança de que, crescendo a vossa fé, seremos abundantemente ingredecidos entre vós, conforme a nossa regra, para anunciar o Evangelho nos lugares que estão além de vós e não em campo do outro, para não nos gloriarmos no que estava já preparado.
E, por isso, se Paulo tivesse escrito esta carta à Roma e Pedro tivesse lá, então, isso não estava aqui a quebrar, digamos assim, a sua própria abordagem, a maneira que estava a abordar, como lemos em Romanos 15, versículo 21, que diz para não edificar sobre fundamento alheio. O seu procedimento, o procedimento de Paulo, a sua forma de trabalhar, é evidente aqui que Pedro não esteve em Roma antes desta carta, ou antes de Paulo ir à Roma.
É bem possível que Pedro tenha ido à Roma, onde ele foi crucificado e, digamos assim, sofreu a sua morte, mas ele não foi lá para iniciar, ou pregar ou iniciar a igreja em Roma. Então, a partir do versículo 22, que é Romanos 15, versículo 22, Paulo está a discutir, a século dos seus planos de visitar Roma, e isso é o que vamos abordar no próximo estudo.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).