Epístolas de Paulo 15 - Gálatas 2

Este estudo cobre o segundo capítulo de Gálatas. Neste capítulo, Paulo explica que obediência a qualquer lei, não paga a pena de quebrar essa lei. Baseado nesse princípio, não somos justificados por 'Obras de Lei', mas pela fé de Jesus Cristo. Este estudo explica em grande detalhe este princípio. A Lei de Deus é para ser guardada e a prática da Lei de Deus é inseparável do amor de Deus. A Lei de Deus define o pecado. A Lei de Deus não é penosa, não é um fardo. É para o nosso bem.

Transcrição

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Bom dia ao bota-te, queridos e irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da Sansaneti. No estudo prévio que eu fiz acerca do primeiro capítulo de Galatas, eu descrevi como Paulo introduziu a epístola, identificando-se como o apóstolo treinado por Jesus Cristo.

E então ele introduziu o tema do livro, declarando que tudo existe e acontece de acordo com vontade de Deus-Pai, e que Jesus Cristo se entregou voluntariamente à morte pelos nossos pecados. Isto é para tirar o registro dos nossos pecados, como se lê a V no versículo 4, e para nos desarragar, isto é para nos livrar do presente século mau. Isto é para sermos securridos ou para sermos livrados ou para sermos libertados agora deste mundo de Satanás que nos quer causar dores e problemas.

Depois, ele continua, como lemos no versículo 6, 9, que ele declara que está admirado, que os irmãos em Galatas estavam passando para outro evangelho diferente, e pronuncia uma maldição dupla àqueles que querem perverter o evangelho de Jesus Cristo.

Depois, ele, começando do versículo 10 até o fim do capítulo, afirma que só procura agradar a Deus e diz que recebeu esta boa nova diretamente de Jesus Cristo.

Ele, previamente, explica que queria destruir a Igreja de Deus e que era muito zealousos nos ensinos judacos, mas que, quando foi instruído por Jesus Cristo e chamado, ele mudou a maneira de viver. E então, aqueles que ouviram que ele, previamente, perseguiu os cristãos e que agora pregava a fé, então esses cristãos deram graças a Deus.

E assim completamos o primeiro capítulo de Galatas.

Hoje, queridos irmãos, vamos cobrir a maior parte do segundo capítulo e quero cobrir até ao versículo 16. Por isso, voltemos, então, a Galatas, capítulo 2. Vamos começar a ler em Galatas, capítulo 2, e vamos começar a ler no versículo 1. Galatas 2, versículo 1.

14 anos depois, subi outra vez a Jerusalem com Barnabé, levando também a Tito. Isto foi quando ele subiu, ou foi a Jerusalem, para a Conferência de Atos 15. Então, vamos ler do versículo 1 a 9 e depois vamos cobrir isto detalhadamente mais devagarinho, mas vamos, então, ler do versículo 1 a 9. Continuando no versículo 2. Subia a homidência a uma revelação, e ele expus o evangelho que prego entre os gentios, mas, em particular, aos que pareciam de maior influência.

Por isso, vê-se como ele está a descrever a visita à Conferência, em Jerusalem, Conferência de Atos 15, em cerca do ano 49 depois de Cristo, isto é, 14 anos depois da sua conversão, e continuando ele a ler aqui. Contudo, nem mesmo Tito, que estava comido sendo grego, foi constrangido a circuncindar-se. Vê-se aqui que ele foi com Tito, que era um grego, que não foi circunciso, e não foi necessário que Tito fosse circunciso.

Assim, ele provou o ponto que os gentios não precisam de ser circuncisos, levando Tito com ele para provar esse ponto, continuando o versículo 4. Por isso, por causa dos falsos irmãos, que se entremeteram com o fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Jesus Cristo e reduzir-nos à escravidão. E, então, vamos continuar a ler, e acho que ainda, por uma hora, nos segundermos, para que a verdade o Evangelho permancesse entre vós. E quanto àqueles que pareciam ser de maior influência, quais tinham sido outra, não me interessa.

Deus não aceita a aparência de homens. Esses digo que me pareciam ser alguma coisa, nada me acrescentaram. Antes, pelo contrário, viram que, quando viram que o vagério da incircuncisão me for confiado, como Pedro e o da circuncisão. Pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o postulado da circuncisão, também operou eficazmente em mim para com os gentios. E quando conheceram a graça que me foi data, Tiago, Cephasista Pedro e João, que eram rebotados colunas, me estenderam a mim e a Barnabé, a destra da comunhão, a fim de que nós fôssemos para os gentios e eles para a circuncisão.

Recomendando-nos somente que nos lembrássemos dos pobres o que também me esforcei por fazer. Então, vamos ver isto em mais devagarinho. Eu vejo aqui, então, que ele foi em Atos 15, foi à Conferência de Jerusalém, com ele foi Tito, e depois ve-se até em Atos 16, vejam para mim que se feche a vôro brevemente em Atos 15, mantenham o dedo, está claro, em Galatas, capítulo 2, porque vamos voltar a Atos, mas, apretão, mantenham o dedo em Galatas, capítulo 2, porque vamos voltar, está claro, em Galatas, mas vendo aqui em Atos, capítulo 15, ve-se a Conferência, e então, ve-se aqui em Atos 16, que foi um pouco depois, quando ele foi a Derbi e a Listera, isto é, na área, ou não hoje, é Turquia, na área dos Galatas, e, então, viu lá, ou veio conhecer lá um discípulo chamado Timóteo, filho de uma judia crente, mas de pai grego.

De ele, também, dava um bom disto de munho, os irmãos, em Listera e em Iconimo, quis, Paulo, que ele fosse em sua companhia, e, por isso, circuncindou, por causa dos judeus, daqueles lugares, pois todos sabiam que seu pai era grego, mas, porque a mãe era judaca, para não causar problemas, por causa desses judeus, ele o circuncindou, mas não circuncindou Timóteo para ser justificado. A razão da circuncindação aqui de Timóteo não foi para ser justificado, mas circuncindou-o por causa dos judeus daqueles lugares, pois sabiam que seu pai era grego, mas a mãe dele era judaca, por isso é que o circuncindou, por causa de que tinha uma descendencia judácama e por causa dessas pessoas que estavam a dizer coisas, mas não foi por causa de justificação.

Então, continuado, então, a ler em Galatas capítulo 2, vemos aqui que, no versículo 1 e 2, que ele subiu a Jerusalem, e explicou ao Pedro, ao João e a Tiago o evangelho que ele pregava entre os endios, isto é, a boa nova de que somos justificados pela graça do sacrifício de Jesus Cristo, que ele ofereceu assim mesmo voluntariamente, pelos nossos pecados e para nos livrar do presente mau século, a mau século, ver se que ele explicou como o que ele está a pregar, que não é nada diferente do que era pregado na Judeia, e por isso ele explicou isso e, com tudo, versículo 3, nem mesmo Tito que estava comigo, sendo grego, foi constrangido a circuncidar-se, e eles ninguém pôs pressão para circuncindarem o Tito.

Mas continuando, então, que, lendo assim, no versículo 4, e isto por causa dos falsos irmãos que se entremeteram com fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Jesus Cristo. Vejamos ler isto com cuidado, e isto por causa dos falsos irmãos que se tinham entremetido, e secretamente entraram a espiar, como está, na Almeida Revista e Corrigida, secretamente entraram a espiar a nossa liberdade que temos em Jesus Cristo para nos porem em servidão.

Isto, estas pessoas entraram, estes falsos irmãos se entremeteram secretamente com fim de espreitar a nossa liberdade. A palavra aí importante é que fizeram secretamente e que liberdade. Que liberdade é que estão aqui a fazer, a tentar tirar?

Que liberdade é esta? É uma liberdade de fazermos o que queramos fazer. É essa a liberdade que possamos fazer o que nós queremos fazer. Fazer o que nós queremos fazer é o que nos dá a liberdade. Se nós fizermos o que querermos fazer, o que querermos fazer, bom e mau, seja o que for, isso não dá a liberdade, só dá a doros. Então o que é a verdadeira liberdade? Sim, o que é a verdadeira liberdade? Pessoas têm aqui com fim de espreitar a nossa liberdade que temos em Jesus Cristo. Pessoas pensam, ah, a liberdade temos o Cristo, por isso podemos fazer o que queremos fazer. Não! O que é esta liberdade? Que, diz irmãos, a verdadeira liberdade é viver como devemos de viver e não como nos agrada. Quando vivemos, como devemos de viver, do que somos libertados como cristãos? Aqui é que éramos escravos. O que é que éramos escravos? Éramos escravos do pecado, da pena da morte, da culpa, da consciência culpada. Estávamos escravos de Satanás, o diabo. Mas temos esta liberdade em Cristo de estarmos perdoados, desta culpa ter sido lavada pelo sacrifício de Jesus Cristo. Nós éramos escravos deste mundo, desta sociedade, das tradições deste mundo e Deus nos chamou para fora desta prisão da pena da morte.

Deus não nos chamou, através do sacrifício de Jesus Cristo, não nos lavou, para fazermos o que nós queremos fazer. Ele nos libertou para não estarmos debaixo da pena da morte. E esta é a liberdade que temos em Cristo Jesus, que não estamos debaixo da pena da morte. Sim, preocupámos no passado. E, por isso, podemos agora viver como a consciência limpa, podemos agora viver como devemos viver e, por isso, estamos livres de viver da maneira correta. Vejam comigo, se vá chevor aqui, em Tiago, Tiago capítulo 1, versículo 22. Tiago capítulo 1, versículo 22, diz assim, Turnava-os pois, per-p-predicantes da palavra. Isto é obtecer à palavra, praticar à palavra. E não somente o vinte, enganando-vos a vós mesmos. Porque se alguém é ouvinte da palavra, e não praticante, isto é que porque se há pessoas que estão a ouvir a palavra de Deus, e não estão a praticar, isto é, obtecer à palavra de Deus, assimelham-se, então, ao homem que contempla num espelho o seu rosto natural, pois assim mesmo se contempla, isto é, olha para um espelho e vê sua própria cara, se contempla e se retira, e, para logo, se esquece de como era a sua aparência. Isto é, olha para o espelho, vê a sua cara, sai da frente do espelho e esquece-se de como está. Mas, versículo 25, aquele que considera atentemente, isto é, olha para o espelho e vê que precisa, por exemplo, pentear o cabelo, ou seja, que for, ou lavar a cara, ou seja, que precisa de fazer qualquer coisa. Por isso, aquele que considera atentemente, na lei perfeita, a lei que é perfeita. Por isso, quando olhamos para a lei, é como olhar para um espelho. A lei da liberdade, a lei que nos liberta, porque a lei nos diz, não matarás. E, se não matamos, há uma liberdade no mundo, porque ninguém anda a matar outras pessoas. Se não roubamos, há uma liberdade no mundo, porque ninguém vai roubar as duas coisas. E, por isso, é uma liberdade de vivermos, como devemos viver, porque a lei nos liberta. É uma lei da liberdade. E, nela persevera, não sendo ouvinte negligente, mas oporoso, praticante, esse será bem aventurado, e este é bem suado, no que realizar. Por isso, continuando, então, a ler em Galatas 2, diz assim, a nossa liberdade que temos em Cristo Jesus. Que liberdade é esta? É uma liberdade da pena da morte. Da pena que temos, porque éramos escravos, das penas da lei, porque quebrámos a lei no passado. E, por isso, tínhamos esta pena, tínhamos esta culpa. E, por isso, estes falsos irmãos que se entremeteram secretamente na igreja, com fim de espreitar a nossa liberdade, isto é, de tirar a nossa liberdade que tínhamos.

O que temos, porque é a liberdade, que temos através de Jesus Cristo, porque Ele nos limpa, nos perdoa dos pecados. Vejam também em Tiago, onde estávamos a pouco, Tiago capítulo 2. Tiago capítulo 2, versículo 12. Tiago 2, versículo 12. Falar-e de tal maneira e de tal maneira proceder-e, ou proceder-e com aqueles que há de ser julgados pela lei da liberdade. Os meus irmãos, vamos ser julgados pela lei da liberdade. O pecado traz maldições, traz sofrimento, traz dor, traz miséria, traz dor de cabeça e dor de coração, traz confusão e caos, traz uma culpa mental.

Mas o sacrifício de Jesus Cristo, quando nos arrependemos, e por isso queremos viver da maneira correta. Então, é sacrifício aplicado a nós e a sacrifício de graça nos liberta. É uma liberdade em Cristo, da culpa mental e, por isso, nos traz paz mental. Lembrem-se que vamos ser julgados pela lei da liberdade. Que lei? Vejam no versículo 10 de Tiago capítulo 2, pois aquele que guarda toda a lei, mas tropeça em um só ponto, se torna culpado de todos. Sim, podes obter a todas as leis de Deus, mas se quebras uma, dizendo, por exemplo, que matas, se mata as pessoas, se assassina as pessoas, se é um destas pessoas que trazem bombas à volta do corpo para matar outras pessoas, se estás a matar, estás a quebrar todas as leis de Deus. É como se estivesse quebrado todas as leis. Versículo 11, porque, quanto aquele que disse não adulterás, também ordenou não matarás. Ora, se não adulteras, mas porém matas, vens a ser transgressor da lei. Qual lei? É os 10 mandamentos, está claro.

É os 10 mandamentos, os 10 pontos. E por isso se transgríde em um ponto, é como se estivesse transgridido em todos. Como diz no versículo 10, se tropeças em um só ponto, se torna culpado de todos.

Porque é a lei.

E qual é o salário do pecado?

É a morte. O salário do pecado é a morte. E por isso, quando pecamos no passado, o salário do pecado dos pecados passados é a pena da morte. E por isso, estes são os escravos do pecado, isto é, escravos da pena. Estamos debaixo dessa pena, da penalidade.

Mas, através do sacrifício de Jesus Cristo, que é aplicado a nós, quando nos arrependemos e pedimos o perdão. E o arrependimento quer dizer que não queremos continuar a viver dessa maneira. Esse sacrifício é aplicado gratuitamente e, através desse sacrifício de Jesus Cristo, somos perdoados. E, por isso, temos uma oportunidade de ser libertados. Libertados. Em Cristo. Continuando, então, em Galatas, capítulo 4.

A nossa liberdade que temos em Cristo Jesus. Qual é a liberdade? A liberdade de não estarmos agora debaixo da pena da morte. Esta é a liberdade que temos em Cristo Jesus.

Então, continuando a lerem, no versículo 5 e 6.

Nós não podemos, ainda, nos submetermos para que a verdade e o Evangelho permanecessem entre nós. Se nós nos submetermos a seus irmãos. E quanto aqueles que pareciam ser de maior influência, quais tenham sido outra hora, não me interessam?

Não me interessa. Deus não aceita a aparência do homem. Esses, digo, me pareciam ser alguma coisa, nada me acrescentaram.

Porque, ao fim de contas, a quem é que Deus olha? Deus olha ao coração. E, por isso, esses falsos irmãos que pareciam ser pessoas importantes. Mas a aparência não conta, porque o Deus não aceita a aparência de homens. Deus aceita o coração. Continuando, então, no versículo 7 e 10. Antes, pelo contrário, quando viram que o Evangelho da incirculcizão me fora confiado, como a Pedro, o da circuncisão, pois aquele que operou eficazmente em Pedro para o postado da circuncisão, também operou eficazmente em mim para os gentios.

Isto é Jesus Cristo, que operou eficazmente em Pedro para o postulado da circuncisão. Também operou eficazmente em mim. Isto é Jesus Cristo, também operou eficazmente em mim para o postulado com os gentios. E quando conheceram a Graça que me foi dada, Tiago, Pedro, Isto é Cephas e João, que eram reputados como colunas na Igreja em Jerusalém, mas tenderam a mim e a Barnabé a mão direita de comunhão, de trabalharmos juntos, até que nós fôssemos para os gentios, nós fôssemos a nossa missão, a nossa responsabilidade, que foi o Jesus Cristo deu a Paulo para ir aos gentios e eles, Tiago, Pedro e João, foram aos da circuncisão.

E eles então recomendaram somente que nós lembrássemos dos pobres, o que também eu me esforcei por fazer, e continuando a entrar no versículo 11. Mas agora temos aqui um problema, que depois da conferência, vê-se aqui que Pedro fez um erro. Quando porém Cephas, isto é, Pedro, veio à Antioquia, resisti-lhe face a face, de cara a cara, porque se tornara repreensível. E por isso vê-se aqui que ele corrisse Pedro perante todos, ou a igreja ou perante os anciãos.

Diz assim, com efeito, antes de chegarem alguns da parte de água, comia com os gentios, quando porém chegaram, afastou-se e, por fim, veio a apertar-se, temendo-os da circunstissão. Isto é, se parou-se porque era a tradição judaica, fazer isso. Versículo 13 e também os demais judeus dissimularam com ele. Seguiram o exemplo dele. A ponte do próprio Barramé ter-se deixado levar pela dissimulação deles. Quando porém vi que não procediam corretamente, segundo a verdade, o evangelho, porque não há distinção entre pessoas, eu disse a Céfas e eu disse a Pedro na presença de todos, ou seria de todos, toda a igreja que estavam em presente, ou dos anciãos, não sei.

Mas presença de todos. Se tu, Judeu, vivas como gentil e não como judeu, porque obrigas os gentilos a viverem como judeus? Sim, se tu, como judeu, vivas como gentil e não como judeu, porque obrigas os gentilos a viverem como judeus? Nós, judeus por natureza, isto é, por descendência, pela nossa descendência somos judeus, e não pecadores dentro dos gentilos, e não como os pessoas que os judeus chamam pecadores dentro dos gentilos. Se tu, sendo judeu, vivas como gentil e não como judeu, porque cobrias então os gentilos a viverem como judeus? É que eu estava a dizer. Então, chegamos aqui ao versículo 16, que é um ponto, digamos assim, muito importante, ao âmago, digamos assim, deste livro, e por isso vamos passar um bom bocado tempo a explicar uma parte deste versículo, a explicar três palavras deste versículo.

Vamos ler, então, ao versículo 16, diz assim, sabendo com tudo que o homem não é justificado, isto não é declarado justo, por obras da lei, e sim, mediante a fé em Cristo Jesus, ou, como deve ser, a fé de Jesus Cristo, ou Cristo Jesus, também temos criado em Cristo Jesus para que fossemos justificados pela fé em Cristo, ou a fé de Cristo, e não por obras da lei, pois, por obras da lei, ninguém será justificado. Aqui neste versículo, ele usa o termo obras de lei três vezes. Este termo obras de lei só é encontrado nas epístolas de Paulo, e só é encontrado em Romanos e em Galatas.

É encontrado três vezes em Romanos, Romanos 320, 328 e 932, e é encontrado em quatro versículos em Galatas, neste versículo três vezes, e depois no capítulo 3, versículo 2, no capítulo 3, versículo 2, no capítulo 3, versículo 5, e no capítulo 3, versículo 10. Quer dizer, é a vessa aqui em Galatas três vezes neste versículo, e depois no capítulo 3, mais outras três vezes, no versículo 2, 5 e 10. Ora, o termo obras de lei vem do grego Ergon-Numon, isto é, trabalhos de lei, e é importante ver-se que o grego não tem o artigo infinitivo a lei, ou a obra, antes da palavra obra, obras, ou antes da palavra lei, e por isso deve-se ler corretamente por obras de lei, e não por obras de lei, obras de lei.

Por isso, os tradatores decidem usar o artigo infinitivo a lei, porque é mais simples de ler-se isso assim em português, por exemplo, obras de lei, desde obras de lei. Mas o correto é obras de lei. Se a dissesse obras da lei, significa obras específicas de uma lei específica, porque você teria a referir a obras específica de lei, mas não é, é obras de lei, por isso é trabalhos em geral, de lei em geral. Está a falar aqui de um princípio.

Está a falar aqui de um princípio, obras de lei não justificam uma pessoa. Está a falar de um princípio. Não está a falar de uma lei específica, ou de obras específicas. Queria dizer, irmãos, lembras, ele não está a dizer se devemos obter a lei ou não. Não está a falar disso. Está a falar de justificação por obras de lei.

O problema aqui era falta de fé em Cristo, ou entenderem que é a fé de Cristo que nos justifica, e não as nossas obras de qualquer lei que nos justificam. Isto é, está, Paulo está a falar àqueles que acreditam, que obediência a lei, a uma lei, é suficiente. Ele está a falar de justificação. Isto é, de estarmos justos, ou nos bons olhos de Deus, ou alinhados com Deus, ou numa boa posição para Deus. Então, queridos irmãos, ele está a falar aqui de justificação. Ele está a falar aqui de como somos justificados. Por exemplo, não somos justificados por obedecer a uma lei.

Por exemplo, se quebramos a lei de trânsito, obedecer a lei de trânsito não nos justifica. Obedecer a lei de trânsito não nos justifica. O que nos justifica, perante a lei de trânsito, é pagar a multa. A multa seja qual for a multa que a lei diz. Porque quando quebramos a lei, estamos debaixo da pena da lei. Para sermos justificados, para ficámos direitos, para ficarmos justos, para ficarmos em boa posição, perante a lei, para poder pagar a multa que essa lei diz, que é aplicável para essa transversão. Por isso, não somos feitos justos, perante qualquer lei, por obras de lei. Por isso, Paulo está a falar de justificação. Aqui, ele está a falar de justificação do passado. Justificação de coisas passadas, quebramos no passado. Em outros lugares, Paulo fala de justificação numa maneira de como nos conduzimos. Isto é num caminho de vida. É importante compreendermos duas coisas. Quando quebramos uma lei, estamos debaixo da pena da lei. Uma vez que pagamos a multa, já não estamos debaixo dessa pena, mas isso não nos dá a permissão de continuar a quebrar a lei. Uma vez que tenhamos estado justificados, ou que tenhamos pago a pena da multa de termos quebrado a lei no passado, isso não nos permite agora de continuar sempre a quebrar a lei de trânsito. Está claro que não. Somos justificados do passado, mas agora temos que continuar a viver numa maneira de condução correta. Se não, temos uma segunda infração e uma terceira infração, uma quarta infração, e depois isso vai no nosso recorde público, por entre as autoridades e as autoridades dizem, olha, guiaste debaixo da influência de vinho, mas foi a primeira infração, agora está uma segunda infração, agora está uma terceira infração, por isso a pena torna-se ainda maior. Por isso, uma vez que tenhamos pago a multa da primeira infração ou da segunda infração, de guiar debaixo da influência, agora precisamos ter cuidado e viver de uma maneira de conduta correta. Uma vez que tenhamos pago a multa, não nos dá desculpa para agora estar sempre a andar debaixo de influência de vinho ou de licor ou coisa assim. Não, uma vez que tenhamos pago a multa e que estejamos agora limpos, digamos assim, isso não nos permite de continuar a conduzir uma vida de uma maneira incorreta. Vê-se que há uma diferença entre o passado estarmos justificados de pecados do passado comparando com a justificação de uma maneira de viver. Por isso, quando isto tem termos cristãos, aquele que é justificado de pecados do passado, isto é aquele que é um verdadeiro cristão, porque foi perdoado e que o sacrifício de Cristo foi aplicado a ele, agora tem que viver uma vida como Deus deseja que ele viva. Isto é uma vida que é definida pelo caminho do amor, o qual é definido pelas leis de Deus. Por isso, aquele que é justificado de pecados passados, aquele que é um verdadeiro cristão, vai demonstrar com frutos do Espírito de Deus na sua vida diária, vivendo agora de uma maneira correta e justa.

Isto é, na verdade, para nos mantermos justos, justificados, isto é, alinhados em boa posição, para nos mantermos a agradar a Deus, é preciso de continuarmos agora a fazer o que agradável a Deus.

Isto é, depois da justificação dos pecados do passado, pelo sacrifício de Cristo, o crente tem que viver a sua fé num estado contínuo de justificação. Isto é um estado contínuo de estar alinhado com Deus. Isto é, para se manter, para continuar a estar a ser justificado.

Compreende?

Vejam comigo, em Romanos capítulo 2, versículo 13.

Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei há-o de ser justificados.

Vê-se que as duas coisas estão ligadas.

Aqui não está a falar, em Romanos 2, versículo 13, como os pecados são perdoados, pois são perdoados pelo sacrifício de Jesus Cristo. Mas aqui, em Romanos 2, versículo 13, está a dizer, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei há-o de ser justificados. O que é justificado está a falar aqui, como é que um cristão tem que viver para se manter justo alinhado nos bons olhos de Deus, para se manter justo com Deus, e por isso, então, será justificado. Um cristão, aquele que é justificado pela fé no sacrifício de Cristo, obedecerá a Deus e viverá de acordo com a sua lei.

Por outro lado, Paulo diz que as nossas obras, tão boas que sejam, não nos perdoam os nossos pecados.

Obediência não justifica a qualquer lei. Obedecer às leis de tráfico não nos justifica perante infrações do passado.

É preciso pagar a multa para nos justificar de infrações do passado. A multa do pecado é a morte, e por isso, só o sacrifício de Jesus Cristo, que é a morte dele, em vez de nós, é que nos justifica.

E ele fez isso, ele morreu para nós, porque ele teve fé. E por isso foi a fé de Cristo, que ele fez isso pela fé dele. Se ele não tivesse fé, não teria feito isso. Foi a fé de Cristo, que fez com que ele fez o que ele fez. E por isso a fé de Cristo nos justifica. Nós não precisamos de estar a trabalhar para ter uma fé, ou para ter fé suficiente, porque até Cristo disse, lembram-se? Ou vocês que têm pouca fé, se vocês tivessem um bocadinho de fé, até faziam com que este modo se moveça. E por isso não precisamos estar a fabricar uma fé. Porque é a fé de Cristo que nos justifica. E por isso precisamos ter fé em Cristo, que a fé de Cristo é suficiente para nos justificar.

Cris irmãos, no entanto, o crente tem que se arrepender e começar a viver uma vida de obdência.

O crente tem que se arrepender e começar a viver uma vida de obdência.

Mas essa audiência não nos justifica. É o sacrifício de Cristo, de graça que nos justifica. Cris irmãos, Cristo veio para nos salvar dos nossos pecados.

E não para nos salvar nos pecados. Ele veio para nos salvar dos nossos pecados. Isso tem para parar-nos de pecar e começar-nos a viver uma vida sem pecado.

E uma vez que estamos justificados, precisamos de manter essa justificação.

Veja então, Romanos 3, versículo 20 a 28.

Visto que ninguém será justificado diante dele por obra de lei. Obras de lei. Como deve ser? Obras de lei. Como disse? É a razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.

Isto é a lei nos comunica, nos ensina, a vontade de Deus. Que ao vim de contas é amor. A lei nos demonstra como praticar amor.

E por isso pela lei vem o pleno conhecimento do que não é amor.

Que é a pecado.

E por isso não somos justificados pela lei. Não somos justificados pela lei.

Mas agora, sem lei, isto é, a parte da lei se manifestou a justiça de Deus, desmonhada pela lei e pelas profetas. Isto é, a parte da lei se manifestou a justiça de Deus, que foi destuminhada, que foi dita, que acontecia pela própria lei e pelas profetas. Isto é pelo próprio antigo justamento. Esta justiça de Deus mediante a fé de Jesus Cristo. A fé de Jesus Cristo foi a fé de Jesus Cristo para todos e em todos os que creem. Nós acreditamos nele, mas foi a fé de Jesus Cristo. Porque não há distinção, pois todos pecaram e carecem da glória de Deus. Somos justificados gratuitamente por sua graça mediante a redenção que há em Cristo Jesus, a quem Deus propôs no seu sangue como propriação. Isto é como sacrifício expiatório, mediante a fé para manifestar a sua justiça, por ter Deus, na sua tolerância, deixado em punos. Os pecados anteriormente cometidos. Deixado em punos, isto é, fechou os olhos, deixou passar os pecados que foram cometidos anteriormente. Isto é somos perdados, perdoados, dos pecados antigos, pelo sangue de Cristo. Tendo em vista a manifestação de sua justiça no tempo presente, para ele mesmo ser justo e justificador daquilo que tem fé em Cristo, em Jesus, aonde depois o orgulho foi de toda excluída. Por que lei? Por que lei? Das obras? Não. D'ALEI DA FEH. Concluímos pois que o homem é justificado pela fé, independente das obras de lei. Somos justificados de fé. Fé de Cristo e fé em Cristo. Querias Irmãos, temos que obedecer à lei. Mas a obediência à lei não perdoa os nossos pecados do passado. Perdoar os pecados do passado é o sacrifício de Jesus Cristo, é pelo sacrifício de Jesus Cristo.

E por isso somos justificados pelo sacrifício de Jesus Cristo. E isso é sacrifício de Jesus Cristo. Precisamos ter fé nesse sacrifício de Jesus Cristo. E Jesus Cristo fez esse sacrifício por causa da fé que ele tinha e que ele tem no Deus Pai. E por isso Paulo repete esse ponto várias vezes. Vejam voltando a Galatas 3, versículo 11. Galatas 3, versículo 11. Diz assim. E é evidente que pela lei ninguém é justificado durante a pediante deus, porque o justo viverá pela fé.

É o ponto que Paulo está aqui a dizer, não somos justificados por obras de lei, de nenhuma lei, nunca somos justificados, somos justificados pela fé.

Vejam em Galatas 2, versículo 16, onde estávamos a ler. Diz assim, sabendo contudo que o homem não é justificado por obras de lei, e sim, mediante a fé. A fé de Cristo, e a fé em Cristo, a fé que Cristo teve e a fé que nós temos em Cristo. Por isso, Cris Irmãos, como é que mantemos esta atitude obediante? Vejam em Galatas 2, versículo 20. Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim.

Cristo vive em nós, e quando Cristo vive em nós, através do Espírito Santo de Deus, nos ajuda a obedecer. Enquanto vivemos com Cristo em nós, o que será eternamente, se não o rejeitarmos a certo ponto na nossa vida? Por isso, enquanto vivemos com Cristo em nós, o seu sacrifício estará sempre a nos espiar pela nossa audiência. Viz assim, logo, com o teu oler aqui no versículo 20, já não sou eu quem vive, já não vivo da minha maneira, com os meus pecados, mas Cristo vive em mim, e por isso Cristo me ajuda, e por isso esse viver que agora tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e assim mesmo se entrou por mim.

Por isso, obras de lei não nos justifiquem.

Obras de nenhuma lei.

Somente a fé de Cristo em nós é que nos dará forças de continuar a viver em audiência a Deus.

E por isso nos manter justificados. Queris-se irmãos, aqui em Gálatas 2, versículo 16, na verdade, o ponto de Gálatas é acerca de como somos justificados.

Não importa quantas boas obras tenhamos, não nos justificarão. Não importa como somos liais às leis de Deus, ou seja, qualquer outra lei, nunca nos justificam. Não importa quando ajudamos outras pessoas, ou quanto ajudamos outras pessoas, isso não nos justificará. Sim, precisamos de ajudar outras pessoas. Sim, precisamos ser liais às leis de Deus. Sim, precisamos ter boas obras. Mas isso não nos justifica. Mesmo a audiência à lei espiritual, não perdoa o pecado. Como vimos, a fé está completamente ligada à audiência. Sim, mesmo quando precisamos ter a justificação inicial. Não. Por que? Pois não é só acreditar em Jesus. Como muitos dizem, só o mente precisa de acreditar em Jesus Cristo. Não é só acreditar em Jesus Cristo. Sem nenhum compromisso. De vir a obter ser a Deus. Não é só acreditar em Cristo. Então, vamos ser justificados. Se não é só fé no sacrifício de Jesus Cristo. Não é só simplesmente um exercício mental de crença. Vejam aqui no versículo 17 de Galatas capítulo 2. Mas se procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores dar-se-á o caso de ser Cristo ministro de pecado? Certo que não. Note bem. Paulo da Clara que sendo justificado pela fé do sacrifício de Jesus Cristo, em vez de ser justificado pelos nossos esforços humanos, não significa que estamos livres para pecar. Sim, pois se nos mantemos no mesmo caminho do pecado seremos achados como pecadores. Continuando a ler, lê-lo outra vez no versículo 17. Porque se procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-á o caso de ser Cristo ministro de pecado? Certo que não. Porque se torna edificar aquilo que destruí, a mim mesmo se constituiu transgressor. Se se torna outra vez a fazer aquilo que destruí e o destruiu o pecado, então sou um transgressor. Não posso continuar a pecar. Isto está claro que, Paulo, de maneira nenhuma, está a indicar que a lei de Deus está abolida. A lei de Deus continua a ter domínio sobre essa pessoa justificada, pois se essa pessoa peca, então a lei tem domínio.

Porque, diz assim, se me torna a edificar aquilo que destruí, se torna a pecar, aquilo que estava a destruir, que era o pecado, a mim mesmo me constituiu transgressor. Paulo fez bem claro que Cristo veio para nos salvar dos nossos pecados, e não para nos salvar nos pecados. Por isso, não é só acreditar, não é só fé. A fé e a obdiência estão interligados.

Por isso, é uma conclusão incorreta que Paulo está a falar de obras da lei de Deus. Paulo não é negativo à lei de Deus? Nem ele está a dizer que não devemos obtecer à lei de Deus. Mas o que ele está a fazer é que está a converter a crença de certas pessoas, que ele chama de falsos irmãos, que se intermeteram secretamente, como lemos no versículo 4, está a converter a crença dessas pessoas, que dizem que obdiência à lei pela nossa própria força, sem confiança em Deus, sem ter fé, pode resultar em justificação.

O judaísmo mantia que fazer as necessidades da lei nos ganhava a aceitação de Deus, e Paulo está contra esse legalismo. Como disse, obras da lei não referem nenhuma lei. Por isso, circuncisão inclui a circuncisão? Sim, obras da lei inclui a circuncisão. Obras da lei inclui rituais e cerimônias. Por isso, circuncisão não nos justifica. Obras da lei inclui obras de todas as leis. Inclui rituais e cerimônias, sim, porque obras de rituais e cerimônias não nos justificam. Obras da lei inclui os dez mandamentos? Sim, porque os dez mandamentos não obdiência aos dez mandamentos não nos justificam. Sim, temos que obdicer aos dez mandamentos, mas obdiência aos dez mandamentos não nos perdoam. Os pecados passados vejam como Cristo disse isso em Lucas capítulo 18 versículo 10 a 14. O fariseu postem pé orava de si para si mesmo desta forma, oh Deus, graças de dor porque não sou como os demais homens, homens, roubadores, injustos, adulteros, nem ainda como este publicano, porque duas vezes por semana eu dou o dízimo, porque, perdão, jeju a duas vezes por semana e dou o dízimo de tudo quanto ganho, então o publicano, estando em pé, longe, não asava nem ainda levantar os olhos ao céu, mas batia no peito dizendo, oh Deus, se apropice o Amém pecador. Então Jesus Cristo disse versículo 14, divos, divos, que este de seu justificado para sua casa, o publicano de seu justificado para sua casa e não aquele, o fariseu, que, joava duas vezes por semana, dava o dízimo e obtecia às leis de Deus. Obtiência às leis de Deus não justificava o fariseu, mas o fariseu pensava que estava justo porque obtecia essas leis. Porque todo o que se exalta será humilhado, mas o que se humilha será exaltado. Cris irmãos, obtecer às leis com a intenção de ser justificado não é verdadeiramente obtecê-las.

Cris irmãos, por outra maneira, se fôssemos justificados por obtecia a qualquer lei, então por que Jesus Cristo teve de morrer pelos nossos pecados?

Se fôssemos justificados por obtecia a qualquer lei, se fôssemos justificados por ser os dez mandamentos, então por que Jesus Cristo teve de morrer pelos nossos pecados?

Cris irmãos, não somos justificados por obras de lei, de qualquer lei.

É um princípio, está a falar de um princípio aqui. Jesus Cristo teve de morrer pelos nossos pecados porque nenhuma obediência a qualquer lei de justifica dos pecados do passado. O ponto final é simplesmente este, cris irmãos. Qualquer indicação do esforço humano por si só para o propósito de ganhar ou merecer salvação é legalismo ou obras de lei.

O propósito de lei é para conhecer o pecado, é para perceber o själv Uno doather, de contar a практи,vtropabilidade a Gabeira dosdestes momentos Só o sacrifício de Jesus Cristo pode perdoar pecado.

O propósito da lei é para conhecer o pecado, é para revelar o pecado, como vem em Romanos 3, 20 e 7, 7.

A lei não perdoa. A lei nos demonstra o que é o pecado.

Sem lei não há pecado. Sem lei não pode haver transversão da lei.

Romanos 4, versículo 15. Então vejam, então, em Romanos 5. Romanos 5, versículo 8, a 10.

Mas Deus prova o Seu próprio amor para o conosco pelo fato de ter Cristo morrido por nós.

Sendo nós, nós somos o nosso. O fato de ter Cristo morrido por nós. Sendo nós ainda pecadores.

Logo, muito mais agora, sendo justificados pelo Seu sangue, seremos por Ele salvos da ida. Seremos no futuro, porque, se nós, quando inimigos fomos passados, reconciliados, com Deus mediante a morte de Seu Filho, muito mais, estando já reconciliados.

Estando já reconciliados. Isto é, as barreiras estão removidas, os pecados estão cobertos.

Mas ainda, nós recebemos a vida eterna.

Seremos salvos pela Sua vida.

Queres e irmãos, a morte perdou-a pecados passados.

A morte de Jesus Cristo perdou-a pecados passados.

Somos justificados pelo Seu sangue, pela morte Cristo, por perdoar os pecados do passado.

E por isso somos reconciliados. Mas a morte não dá vida.

A morte não dá vida.

Somos salvos pela Sua vida.

Somos salvos pela vida de Cristo. Como? Com Cristo vivendo em nós, Jesus Cristo vivendo em nós?

Então, somos salvos.

Vejam comigo Galatas 20.

Logo, já não sou eu quem vive, mas Cristo vive em mim. Somos salvos pela Sua vida.

Cristo vive em mim.

E a se viver, que agora tenho na carne, vivo pela fé do Filho de Deus, que me amou e assim mesmo se entrou por mim.

Eu vivo para essa fé.

Por isso, não é a justificação só por fé. É necessário a obdiência, é necessário que Cristo vive em nós e nós vivermos como Cristo viveu.

Por isso, a obdiência não te perdoa.

A fé e as obras são inseparáveis.

Não é por fé somente.

Precisamos, agora, ter Cristo a viver em nós. Isto é uma nova maneira de viver.

Uma maneira de conduzirmos, de vivermos, de acordo com a lei, agora.

Por isso, não anulo a Graça de Deus, versículo 21, pois se justiça-me diante a lei, segue-se que morreu Cristo em vão. Não.

Cris irmãos, somos justificados pela fé.

Como lemos aqui versículo 17, mas se procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também, achados que douros, dar-se-á o caso de ser Cristo, ministro do pecado, certo que não.

Porque somos justificados pela fé, mas isso não quer dizer que vamos agora continuar a pecar.

Porque se torna-o aí de ficar aquilo que destruí versículo 18, a mim mesmo constitui o transversor.

Porque eu, mediante da própria lei, morri para a lei, a fim de viver com Deus.

Para Deus, estou justificado com Cristo. Morri.

Morri. A minha maneira, as coisas de fazer da minha maneira, já estão mortas. Agora vivo com Cristo.

A minha maneira de viver foi crucificada. Já não vivo, estou crucificado com Cristo.

E a minha maneira antiga de viver, de viver no pecado, está morta. Agora vivo com Cristo, em mim. Vivo pela fé, do filho de Deus, que me amou.

E por isso não anulo a Graça de Deus, pois se justiça, mediante a fé, a lei e sem vão.

Não. Não somos feitos justos pela lei.

Porque se fôssemos justos, por obdiência, a qualquer lei, então por que Jesus Cristo teria que ter morrido pelos nossos pecados? Cris irmãos, nós, cris irmãos, precisamos de ter fé.

Somos justificados pela fé.

Não somos justificados por obras de lei.

Até a próxima, Cris irmãos. Que é Jorge Capos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).