Epístolas de Paulo 16 - Gálatas 2 a 3

Continuação do estudo da epístola de Paulo de Gálatas 2:16 até 3:9. Este estudo explica claramente que Paulo disse que precisamos de ter fé em Jesus para sermos justificados, mas igualmente, Paulo nos indica claramente que precisamos obedecer à Lei de Deus e viver de acordo com os 10 Mandamentos.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Bom dia, ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, Jorge Câmars, falando-vos da Sansanete. No estudo prévio que fiz acerca do... o que tem que estar a fazer acerca do livro do Galatas, Paulo introduziu a epístola, identificando-se como o apóstolo que foi treinado por Jesus Cristo, e, então, introduz o tema deste livro, ou desta carta, digamos assim, que é o tema da justificação, e, começando, declarando que tudo é de acordo com a vontade de Deus-Pai. Depois, ele demonstra, nesta carta, como está admirado que alguns dos irmãos estavam passando para um outro evangelho diferente, e ele explicou que, por causa de situações dessas, ele tinha ido a Júruslam, no ano 49 d.C., para resolver a situação que tinha sido criada por falsos irmãos, que tinham entrado na igreja secretamente, com o fim de reduzir-nos de volta, ou de voltarnos à escravidão.

Como podem ler, em Galatas 2, 4. Mas, quando Pedro veio à Antioquia, ele, então, continua, e diz que Pedro se comportou de uma maneira que não era correta de acordo com a verdade do evangelho. Então, isso vem em Galatas 2, 14. Então, Paulo corrigiu Pedro publicamente, confirmando que nós, que somos judeus por natureza, reconhecemos, isto é, no versículo 15, reconhecemos que não somos declarados justos por obras de lei, mas pela fé de Jesus Cristo.

Por isso acreditamos em Jesus Cristo para sermos justificados pela fé de Jesus Cristo, como diz no versículo 16. Hoje, cris irmãos, vamos continuar deste ponto, porque paramos, então, aí, no versículo 16, e vamos completar este capítulo e começar o terceiro capítulo, provavelmente, chegar até a cerca do versículo 9 do terceiro capítulo. Então, Paulo claramente há explicar aqui que simplesmente acreditar no sacrifício de Jesus, sem ter um compromisso de vir ou de ser a Deus, não é suficiente.

Temos que ter ambos e ver-se como ele descreve isso, da maneira muito apta, que ele descreva. Por isso, é preciso continuamente lembrar-nos que não é só crer em Jesus Cristo para ser salvos. E por isso, fé no sacrifício de Jesus Cristo, não é simplesmente um exercício mental de acreditar, ou termos que acreditar, acreditar mais. Porque vejam como Paulo responde a esta situação no seguinte versículo 17. Diz assim, mas se procurando ser justificados em Cristo, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-á o caso de ser Cristo-ministro do pecado, certo de que não?

Note bem. Paulo declara que sendo justificados pela fé no sacrifício de Jesus Cristo, diz assim, porque procurando sermos justificados em Cristo. Isto é, declarando que sendo justificados, sendo feitos justos, sendo feitos de uma maneira opostos numa situação que somos justos por ante Deus. Por isso, sendo postos nesta situação de que temos contacto com o Deus-Pai, pela fé no sacrifício de Jesus Cristo.

Diz que continuou assim. Dar-se-á o caso, fomos nós mesmos também achados pecadores, dar-se-á o caso de ser Cristo-ministro do pecado, certo de que não? Cristo não é um ministro a dizer que agora podemos estar a pecar. Está claro que não. Cristo não é um ministro a dizer que agora estamos livres para pecar, que a lei já não existe. Está claro que não. Porque sim, precisamos declarar no sacrifício de Cristo. Mas precisamos ter um compromisso de vir a obter as leis de Deus, aos mandamentos de Deus.

Por isso, Jesus Cristo não é um ministro do pecado. É o que Ele está a dizer aqui. Embora nós mesmos também fomos achados pecadores, por que? Porque Ele acabou de refletir e discutir como Pedro, ou Cephas, que é Pedro, tinha vindo à Antioca e Ele foi resistir face a face, como lei no versículo 11, porque se tornara repreensível. Isto é porque tinha feito algo que não era correto.

Sim, Paulo estava a falar da situação de Pedro e daqueles que vieram da parte de Tiago, como vem no versículo 12. E esses, tal como Pedro, estavam a ser hipócritas, demonstrando o favoritismo nesta situação. Visto que os judeus consideravam os gentios com pecadores, versículo 15, agora Pedro e os que vieram de Tiago, Tiago, também tinham sido pecadores.

E por isso, é que Ele diz no versículo 17, fomos nós mesmos também achados pecadores, não só os gentios, mas nós, os judeus, somos pecadores. E por isso, se nós somos justificados em Cristo, então, dá-se o caso de Cristo ser ministro do pecado? Claro que não! Claro que não! Porque, queridos irmãos, não é uma questão de o lei ou graça. Sim, queridos irmãos, não é o é a lei, o temos a lei, o temos a graça. E muitos cristãos hoje em dia dizem, ó, estamos-savos pela graça e por isso não precisamos de obter a lei. Não é esse o caso, mas é um caso de lei e graça.

Lei e graça. Ambos são importantes e ambos fazem duas funções diferentes. A lei diz o que é o pecado, a graça perdou-a do pecado.

Vigemos, então. A lei diz o que é o pecado. Sim, a lei diz o que é certo e o que é errado. O que Deus espera que nós devemos de fazer, o que Deus espera que nós façamos. Mas nós somos imperfeitos, porque vejam, Romanos 3, Romanos 3, Romanos 3, versículo 20, diz assim, Viste que ninguém será justificado diante dele por obra de lei, porque a lei não perdou-a. Obtecer às leis do tráfico, obtecer às leis, por exemplo, se és um piloto da avião, obtecer às leis da aviação, não perdou-a de teres violado essas leis no passado. Nunca somos feitos justos, direitos, por ante Deus, obtecendo às leis de Deus, porque a razão da lei não é para pagar o pecado. A razão da lei, diz assim, é a razão que pela lei vem o pleno conhecimento de pecado. A lei nos demonstra o que é o pecado. A lei nos dá o conhecimento do que é o pecado, nos diz o que é o pecado. E como dizem, Romanos 7, versículo 3, vejam, perdão, Romanos 7, versículo 7, 7, 7, 7, diz assim, que diremos pois, é a lei pecado de modo nenhum. Mas eu não teria conhecido o pecado, se não, por intermédio da lei. Pois não teria o conhecido a cobiça, se lei não dissesse, não cobiçarás, por exemplo.

Por isso, Cristo irmãos, a lei tem a sua própria função. A função da lei é dizer o que é o pecado. Não é para doar. E, outro ponto importante, a lei é um dom de Deus. A lei é um dom de Deus, para o nosso bem. Imagine-se, todo mundo obceça todos os mandamentos de Deus aos 10 mandamentos de Deus. Que lindo o mundo nós seríamos, nem a robava, ninguém dizia mentiras, todos os pessoas adoravam o Deus verdadeiro. Por exemplo, imagine que só obtecessem a só uma lei, por exemplo, não matem. Queridos irmãos, se todas as pessoas obtecessem a só uma lei, já não havia mais guerras no mundo. Mas que benção! Sim, a lei, queridos irmãos, é um dom de Deus para o nosso bem. No entanto, Romanos 4, versículo 15, diz, sem lei, não há pecado, porque a lei tem a sua função. A lei tem a função de nos dizer o que é o pecado. Romanos 4, versículo 15. Diz assim, porque a lei se suscita a ira, mas ou não há lei, também não há transgressão. Se não há uma lei de tráfico, é dizer que não podes fazer isto com o carro. Sim, por exemplo, se não há uma lei de tráfico, é dizer que não podes atravessar desta maneira. Então não há transgressão. Mas se há uma lei, é dizer que não podes fazer desta maneira, então há uma transgressão quando fazemos desta maneira. A lei define o que é a transgressão. A lei... É muito simples, Crisimão, a lei define, por exemplo, como nos conduzirmos na estrada. Então qual é o propósito da lei de condução?

O propósito da lei de condução é para nos dizer como devemos e não devemos de guiar na estrada. E se todos nós guiarmos desta maneira, de acordo com a lei, vamos ter liberdade, vamos poder guiar de uma maneira boa. E por isso, não há problemas na estrada, porque estamos todos, ao terceiro, as leis de condução. Por exemplo, as leis da viação. Qual é o propósito das leis da viação? É para dizer como os pilotos podem voar para poder haver liberdade, para as pessoas poderem voar em paz nos ars. Quais são as leis na navegação dos navios e coisas assim? Porque é para poderes-me navegar de uma maneira correta. Para sabermos o que podemos fazer e o que não podemos fazer, para o nosso bem, para a nossa liberdade. E, por isso, vamos nos dar uma olhada para a nossa liberdade. Então, a lei de condução paga a multa quando quebremos a lei de condição? Não. A lei da viação paga a multa quando um piloto quebra a lei? Não. A lei de navegação num barco paga a multa quando o piloto do barco quebra essa lei? Não. Por isso, obras de lei não pagam o pecado. Seja que lei for, inclui a circuncisão. Sim, a circuncisão paga o pecado? Claro que não. Obras de lei, tal como rituais e cerimônias, pagam o pecado? Não. Demostra-se a lei de condição. São significados? São sombras de outra coisa. A circuncisão é sombra de que precisamos de ser circuncisos no coração. As leis, rituais e cerimônias, por exemplo, de sacrifícios, são sombras do verdadeiro sacrifício de Jesus Cristo. Igualmente, os deuses de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos, de sermos. Jesus Cristo. Igualmente, os dez mandamentos pagam o pecado? Não. Os dez movimentos dizem como devemos de viver.

Querido irmão, se nós fôssemos justificados por obdiência, a qual que é a lei? Isto é, se nós fôssemos postos numa condição boa entre nós e Deus. Uma condição correta, numa condição justa. Se nós fôssemos postos numa condição justa por obtecermos a qualquer lei, então por que Jesus Cristo morreu pelos nossos pecados?

Querido irmão Jesus Cristo teve que morrer pelos nossos pecados, porque nenhuma obdiência a qualquer lei seja ela que for, de justifica dos pecados, do passado. O ponto é simplesmente este. Qualquer indicação de esforço humano, por si só, para o propósito de ganhar ou merecer a salvação, é legalismo, ou digamos, é obras de lei.

Só o sacrifício de Jesus Cristo pode perdoar o pecado. Por isso a graça é o perdão de Deus, perdão este que não merecemos, é o seu dom de misericórdia e perdão. É a sua justificação de graça pela fé que Jesus Cristo teve, e por isso Ele veio, Ele morreu e a fé Dele nos justifica. Porque Ele fez este sacrifício por nós em fé, e essa é a justificação que é feita por nós de graça.

Por isso, queris irmãos, tanto a lei como a graça são necessárias. A lei nos indica o que é o pecado, a graça nos perdoa do pecado. Ambos são dons de Deus para o não-se-bem.

Por isso, queris irmãos, somos justificados pela fé de Jesus Cristo e não por obras de lei. É a fé de Jesus Cristo, é a graça Dele, que nos perdoa, que nos põe no caminho da vida. É a graça Dele, é o sacrifício Dele, o sangue de Jesus Cristo que nos perdoa e nos põe no caminho correto, estando justificados perante Deus-Pai.

Mas depois de estarmos no caminho correto, na posição correta de estarmos justificados perante Deus-Pai, temos que viver nesta vida nova, temos que nos manter no caminho da vida. Por isso, é que a Escritura diz que os que praticam a lei, são de ser justificados. Ao fim, do período, ao fim da prevação, a justificação final.

Vejam comigo, romanos 2, versículo 13. Porque os simples ouvidores da lei, romanos 2, 13, não são justos diante de Deus? Porquê? Porque estão a ouvir, não estão a obtecer, não estão arrependidos, não estão a pedir perdão a Deus? Porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que praticam a lei, são de ser justificados. No futuro, a justificação final. Mas hoje em dia podemos ser justificados, isto é, postos justos por ante Deus, para estarmos no caminho da vida, mas vamos ser finalmente justificados, salvos, se nos mantivermos, a viver essa vida nova.

E por isso, queres irmãos, vem que é necessário ambos a lei e a graça. E não é o caso ser um ou outro. Por isso, queres irmãos, Cristo não está a encorajar as pessoas a pecarem. Está claro que não. Voltemos, então, em Galatas 2. Diz assim, dá-se-á o caso, versículo 7, ao fim do versículo 7, dar-se-á o caso de ser Cristo-ministro do pecado? Não. Está claro que não. Cristo não está a encorajar as pessoas a pecarem, porque o que está a dizer aqui é que a lei não justifica a humanidade.

Nós somos justificados pela fé, prova uma coisa, que somos todos pecadores. E se nos mantemos no mesmo caminho do pecado, seremos achados como pecadores. Por isso, precisamos a lei, viver sem pecado e precisamos a graça. Passemos pruduados do pecado, passados. Ambos são dons de Deus, e ambos destes cada um destes dons têm a sua própria função. A lei de ver ou de mostrar o que é o pecado.

A graça, o perdão de Deus. A lei demonstra o caminho da vida. E, está claro, a lei tem uma multa. Quando quebramos a lei de Deus, os dez mandamentos têm uma multa, que é a morte. A graça põe-nos de volta no caminho da vida de graça, depois de termos desviado desse caminho. Isto é, a graça paga a multa. A graça paga a morte, em vez de nós morrermos eternamente. Então, podemos agora continuar no versículo 18. Porque se torno a irificar aquilo que destruí, a mim mesmo constitui o transgressor.

Se eu torno a irificar aquilo que destruí. O que? Destruímos? Isto é que eu vou construir outra vez aquilo que eu destruí. O que é que eu destruí? O velho eu. A velha maneira de ser e de viver. Isto é que o que é destruído? Vejam comigo, em Romano 6, versículo 1 a 6. Que diremos pois? Pormaneceremos no pecado para que seja a graça mais amudante? Ridículo! De modo nenhum!

Como viviremos ainda no pecado, nós os que para ele morremos. Nós morremos para o pecado. Não queremos viver mais no pecado. Me morremos para o pecado. Até o que podemos dizer? Ah, vou receber mais graça para continuar a pecar. Somos perdoados de graça, mas agora não podemos continuar a permanecer no pecado. Como viviremos ainda no pecado, como dizem Romano 6, versículo 2, nós os que para ele morremos. Ou, porventura, versículo 3, ignorais que todos nós que fomos batizados em Cristo Jesus fomos batizados na Sua morte.

Isto é o batismo, representa, simboliza a morte de Cristo, que nós simbolicamente estamos a fazer. Outra vez, o batismo é simplesmente um simbolismo. Como, por exemplo, os rituais são o simbolismo, os sacrifícios rituais são simbolismos. Para nos lembrar, lembrar. E neste caso, o batismo lembra-nos de quê? Da morte de Cristo, quando somos batizados, somos postos na água e se o ministro nos mantiver de baixo da água nós vamos morrer mesmo. Mas simbolicamente, morremos espiritualmente, morremos, matamos o velho eu.

Versículo 4. Fomos pois sepultados com ele. Na morte do batismo, o que é que é sepultado? Sepultado é o velho eu. A velha maneira de eu ser, de viver em bocado. Para que, como Cristo foi ressuscitado dentro os mortos pela glória do Pai, assim também andemos nós em novidade de vida. Sim, tal como Cristo foi ressuscitado, nós saímos daquela sepultura da água, o ministro nos estira dessa sepultura da água, para agora começarmos a andar a viver numa vida nova, numa vida diferente.

Queria dizer, irmão, já o que é? É isto aqui. Precisamos agora de viver uma vida nova. Como? Oblissendo as leis de Deus. Por exemplo, uma lei que diz, não matarás. Por exemplo, uma lei que diz, observa o sábado. E por isso temos que saber o que é o sábado. O sábado é, de sexta-feira, ao Porto Sol, até o sábado ao Porto Sol. E por isso diz, observa o sábado. E por isso, observamos a sábado. Mas a graça, não diz que, paramos de observar o sábado. Está claro que não. Por que? Porque fomos batizado para andarmos numa vida nova. Porque, versículo cinco, se somos unidos com ele na semelhança da sua morte, se somos unidos com Cristo, simbolicamente pelo patismo na semelhança da sua morte, certamente o seremos também na semelhança da sua ressurreição.

Por isso, o batismo aponta para a ressurreição que vamos ter quando morremos fisicamente, mas espiritualmente, hoje em dia, quando somos batizado, já aponta para vivermos uma vida nova. Sabendo isto, que foi crucificado com ele, o nosso velho homem, o nosso velho eu, para que o corpo de bocado seja destruído. O que é destruído? O corpo de bocado, o velho eu. E servamos o bocado como escravos. Por isso, o velho eu, o corpo de bocado, é destruído para não servirmos mais de bocado, para não sermos escravos do bocado.

O nosso velho eu, é destruído para não becarmos mais. E por isso, agora, vivemos pela lei dentro da lei. Vejam também no versículo 20, Romano 6, versículo 20. Diz assim, porque quando eras escravos do bocado, estáveis isentos em relação à justiça. Quando ermos pecadores, não estávamos justos porém de Deus. Mas agora, que fomos perdoados de graça por Jesus Cristo, estamos justos porém de Deus.

E por causa do Batismo, agora queremos viver uma vida nova com o novo eu, em que não estou a pecar mais. Estou a obedecer às leis de Deus. Por isso é a lei, as leis e a graça. São ambos. E isto está claro aqui. Vemos, queris irmãos, que de maneira nenhuma estava Paulo em gálatas a abolir a lei espiritual de Deus.

A lei continua a ter domínio sobre uma pessoa, se estamos em pecado. Sim, a lei continua a ter domínio sobre ti, se estamos em pecado. Isto é. Se tu quebrastos a lei, a lei tem domínio e tem uma instrução a dizer que tens uma multa. Se não quebras a lei. Não estás em pecado e não tens multa.

Paulo fez isto bem claro, que Jesus Cristo nos veio para nos salvar dos nossos pecados. Jesus Cristo veio para nos salvar dos nossos pecados. Para nos tirar dos pecados, pôr-nos numa posição que somos justos por ante-Deus, e por isso não vamos continuar agora nos pecados. Por isso Paulo não é negativo a lei de Deus. Nem está Paulo a dizer que devemos desopter a lei de Deus. Mas ele está a combater a crença de certas pessoas, que pensavam que a obediência, a lei por nossa própria força, podia resultar em justificação.

Obediência a lei não nos justifica. Obediência a lei não nos perdoa. O judaísmo dessa altura estava a manter que era necessário obter a lei para ganhar aceitação de Deus. Isto é para sermos justos por ante-Deus, justificados por ante-Deus. E Paulo está contra esse legalismo. Vigemos, então, de volta a Galatas capítulo 2.

Acabámos de ler versículo 18, que disse assim, porque se torna de ficar aquilo que destruí, que é o velho eu, a mim mesmo considero transgressor. E continuando a estar no versículo 19, porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Eu morri, como? Pelo batismo. Então, o que é que é preciso uma pessoa reconhecer para ser batizada? Uma pessoa precisa reconhecer que se arrepende. Não é? Sim, para ser batizada, tem que se arrepender. Arrepender de quê? Arrepender de quê? Do pecado. Então, o que é o pecado?

O que é o pecado? 1 João 3, versículo 4. 1 João, primeiro livro de João. 3, versículo 4. 1 João 3, versículo 4. 1 João, primeiro livro de João. Todo aquele que pratica o pecado, também transgride a lei, porque o pecado é transgressão da lei. O que é o pecado? É transgressão dos 10 mandamentos da lei de Deus. Deus tem que nos revelar o que é o pecado. E, por isso, Ele nos revela o que é o pecado pela lei.

E, por isso, Ele nos deu o dom dos 10 mandamentos da lei de Deus para nos revelar o que é o pecado. Mas, tenho que nos revelar e, por isso, temos que estar convictos. Temos que estar arrependidos do pecado. Temos que estar convencidos e convictos no nosso coração, que eu sou um pecador. E, por isso, eu morro. O meu velho eu, é morto, através do batismo. Simbolicamente está claro.

Mas, espiritualmente, estou comprometido a parar. E sou convicto pelo Espírito Santo de Deus e o Espírito Santo de Deus nos aponta, nos dá o conhecimento da lei de Deus. E, por isso, somos mortos. Vejam, então, se faz favor, em Galatas capítulo 2 versículo 19. Porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei. Como é que morremos? Por favor, venham-nos pelo batismo.

Batismo que foi, depois do arrependimento, que foi, depois de reconhecermos, porque fomos convictos pelo Espírito Santo de Deus, pela sabedoria da lei. E, por isso, morri para a lei, a fim de viver para Cristo. Queridos irmãos, lembram-se que a lei tem um crédito, uma reclamação da nossa vida. Qual é a reclamação que a lei tem na nossa vida? A lei diz que se não obtecer à lei, tu vais morrer. Por isso, morremos mediante a própria lei.

A lei tem uma reclamação. Qual é a reclamação? É que o pecado, o preço do pecado é a morte. Vejam em Romanos capítulo 6, versículo 23. 6, 23. Porque o salário do pecado é a morte. Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Cristo Jesus, nosso Senhor, que é a graça Dele. Mas o salário do pecado é a morte. O pecado, isto é, a lei tem uma reclamação na nossa vida. Produza a morte. Vejam em Romanos capítulo 7, versículo 9. Diz assim. Outro hora, sem a lei, eu vivia.

Mas sobrevindo o pecado, o perceito, isto é, o mandamento, como está na alma, e da revista e corrigida, sobrevindo o mandamento, reviveu o pecado e eu morri. E eu morri. Nós morremos. Por quê? Porque fomos convictos pelo Espírito Santo de Deus, fomos batizados depois do arrependimento do pecado e, por isso, morremos. O velho eu morreu. Vejam-se, faça-se agora. Colocenços capítulo 3. Colocenços capítulo 3, versículo 1 a 3. Portanto, se fostes ressuscitados juntamente com Cristo, depois do pratismo foste ressuscitados-se-se da água, simbolicamente, com Cristo, buscar as coisas lá do alto, onde Cristo vive, assentada à direita de Deus.

O que é? É uma vida nova, é uma maneira nova de pensar, pensar nas coisas lá do alto, não nas coisas da Terra. Versículo 3. Porque morreste. Morreste mesmo? Estás mesmo morto? Não só. Não é os pecados que contestem. Por isso arrependemos, não só dos pecados, mas arrependemos do que eu sou.

Arrependeste do que é? Morreste mesmo? Não é só para-ste pecar, mas morreste para-ste ser o que é? O Deus Espaiha eu arrependime, dote 99% de mim, mas fico com este 1%. Só um bocadinho, só um bocadinho de mim. 1% para mim. Cris, irmãos, isto não é uma submissão completa. Tem que ser uma submissão sem condições. Adeus! Uma submissão completa!

Continuando a ler em Colossenses 3, versículo 4. Quando Cristo, que é a nossa vida, se manifestar, então vós também sereis manifestados com ele em glória. Sim, quando Cristo vier, nós, então, seremos ressuscitados com ele em glória. Versículo 5. Fazer pois agora, entretanto, enquanto estamos a viver, morrer a vossa natureza terreno. Temos que morrer o velho eu, tem que morrer. A maneira de pensar, seja isso, para o Situissão, em pureza, paixão recívia, desejo maligno e avareza, ou cubiça, que é a Indulatria. Paul demonstra, queridos irmãos, que a lei veio ou é para revelar o pecado.

Pois onde não há lei, não quebramos, não há quebra de lei, não pode haver quebra de lei. Mas a lei não dá renédio ao pecado. A lei só condena. Por isso assim, a lei tem dois poderes, digamos assim. A lei primeiro faz que uma pessoa, ou demonstra uma pessoa, é um pecador.

E em segundo lugar, a lei castiga-o por ser um pecador. Por isso, a chave para sermos justos, queridos irmãos, é que temos que ter Cristo a viver em nós. Temos que pensar nas coisas do alto, como dizem Colossenses 3, versículo 1. Buscar as coisas do alto onde Cristo vive, pensar nessas coisas do alto, porque morremos. E a nossa vida está oculta em Cristo, em Deus, e quando Ele se revelar, Ele nos o suscitará, em glória. E por isso, o versículo 5, temos que morrer, matar a nossa natureza terreno.

Continuando, então, em Galatas, queridos irmãos, Galatas capítulo 2. Galatas capítulo 2, versículo 19, como vemos, porque eu, mediante a própria lei, morri para a lei, a fim de viver para Deus. Estou crucificado com Cristo. Logo, versículo 20. Já não sou eu quem vive o velho eu, mas Cristo vive em mim. Através do Espírito Santo de Deus, está claro. E a se viver que agora tenho na carne, vivo estou a viver pela fé do Filho de Deus. Foi a fé de Ele, de fazer e sacrificar e morrer para nós, que fez isto tudo possível. Ele que me amou e assim mesmo se entregou por mim.

Por isso, não anulo a graça de Deus, pois se a justiça é mediante a lei, isto é, pois se somos feitos justos pela lei, pois se podemos ficar justos por obtecer alguma lei, depois de termos pecados, sexo que morreu Cristo em vão. Isto é, se podemos ficar justos pela lei, depois de pecarmos, então Jesus Cristo morreu desnecessariamente. Para sermos justos, perante Deus, é só possível pelo sacrifício de Jesus Cristo. Cris irmãos, eu cobrir este ponto várias vezes repetidamente e espero que tenham entendido bem.

Então, Paulo continua no capítulo 3, versículo 1. E vamos, então, ler o capítulo 3, versículo 1 a versículo 9 e depois vamos cobrir esta secção cuidadosamente. Versículo por versículo. Então, lemos, então, versículo 1 a 9. Para não obtecerem a verdade. Ante cujos olhos foi Jesus Cristo exposto como crucificado. Quer apenas saber isto de vós? Recebes-te o Espírito pelas obras da lei ou pela apagração da fé? Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, estijais agora vos e profeçoando na carne?

Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes, se na verdade foram em vão? Aquel pois que vos concedo o Espírito e que opera milagres entre vós, proventura o faz pelas obras da lei ou pela apagração da fé? É o caso da Braão que creou em Deus e isto lhe foi imputado para justiça. Saber pois que os da fé são filhos de Braão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus justificaria pela fé os gentios, pronunciou o evangelho a Braão, em ti serão abençoados todos os povos.

De modo os que da fé são abençoados com crente a Braão. Ora, então, vamos ver estes versículos cuidadosamente 1 a 1. E agora vou ler versículo 1, na versão almeida revista e corrigida. O insensátus galatas. Quem vos fascinou para não obtecer-os à verdade? A voz perante os olhos de quem Jesus Cristo já foi representado como crucificado. Ou insensátus galatas. Quem vos fascinou para não obtecer-os à verdade? É importante ler isto da revista e corrigida, porque, ao meio da revista atualizada, não tem a frase completa aí.

Crescimão, o que é a verdade? A verdade é o caminho da vida de Deus. É o caminho de salvação. É a verdade. E, então, está a perguntar quem é que vos está a fascinar para não se obtecerem a esta pura verdade, que é o caminho da vida de Deus, o caminho de salvação.

Sim, é por causa dos falsos irmãos que estavam em ganalos, versículo 2,21. Perdão, versículo 2,4, os falsos irmãos que estavam em ganalos. Capítulo 2, versículo 4, de Galatas. E esses falsos irmãos que estavam em ganalos. E, por isso, o Paulo diz, não anulo a Graça de Deus. Eu não estou anular a Graça de Deus. E está a dizer que a justiça não é, mediante obras de lei, como descrevia. Mas, oh, Galatas e seus satos, quem gostava de fascinar para não obtecer esta verdade? Sim, precisamos de obtecer as leis de Deus. E precisamos de compreender que somos justificados de Graça pela fé de Cristo.

É porque os falsos irmãos estavam em ganar. Afim, de contas, era o diabo que nos está a enganar, a confundir, porque ele é o grande enganador. E, por isso, ele está a dizer que não somos justificados pela nossa própria obdiência, ou obras de lei. Somos justificados de Graça. Sim, precisamos de obtecer e isso cobrir muito cuidadosamente nos versículos anteriores. Por que Jesus Cristo foi crucificado, então? Para produar os pecados do mundo.

Sim, vemos aqui. Quem vos fascinou para obtecer a verdade a voz, parando os olhos de quem Jesus Cristo foi representado e crucificado? Por que Jesus Cristo foi crucificado? Sim, parando nós, Jesus Cristo foi crucificado, por que ele foi crucificado? Para produar os pecados do mundo. De quem são esses pecados? De Tu e de mim, de nós todos, de todo mundo. Vejam, por exemplo, em Isaías 53, versículos 5, 6 e 8. Isaías 53. Mas ele, Jesus Cristo, foi traspassado. Isto é furado de lado a lado, pelas nossas transgressões, pelos nossos pecados. Por isso é que Jesus Cristo teve que morrer, imuído pelas nossas iniquidades, nossas, pelas Tuas e pelas minhas, todos nós, o castigo que nos traz a paz estava sobre ele. E pelas Suas pisaduras somos sarados. Todos nós andávamos desgarrados, como velhas. Cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele em iniquidade de todos nós, todos os nossos pecados. Por isso é que Jesus Cristo foi classificado, por causa dos nossos pecados. Vejam, no versículo 8, também. Por juízo o professor foi arrebatado e de sua linhagem quem dela cogitou. Por quando foi cortado da terra dos viventes, Jesus Cristo foi cortado da terra, foi classificado da terra, parado para o de viver, por causa da transgressão do meu povo. Foi ele ferido. Nós somos o povo de Deus. Quando nos arrependemos. Galatas 3, versículo 2 Vamos continuar a ler, então. Galatas 3, versículo 2 Galatas 3, versículo 2 Quero apenas saber isto de vós. Recebesse o Espírito. Recebesse o Espírito Santo de Deus. Pela obra de lei, ou pela pregação da fé. Sim, estávase. Vocês são insensados. Quem está enganar? Então diz. Ok, ok. Então, quero saber uma coisa de vocês. Isto é. Receberam o Espírito Santo de Deus. Por obras de lei. Ou pela pregação da fé. Querias irmãos, o Espírito Santo de Deus é um dono. É um dono. Como é que o recebemos, então? Porque Deus é um Deus de graça. E Deus nos, o Espírito Santo de Deus, de graça. Pela graça. Pela sacrifício de Jesus Cristo de graça. Nós não merecemos. É um dono de Deus. Um dono porquê? Para nos ajudar. Vejam comigo se faz chavoura em Atos capítulo 2. Atos capítulo 2. Atos capítulo 2 versículo 38. Uma Escritura bem conhecida, que diz assim, Dê-los Pedro, arrependei-vos, cada um de vós seja patizado, é nome de Cristo, para a remissão dos mercados, e recebereis o dono do Espírito Santo. E, em capítulo 10, versículo 45. Atos 10.45. Atos 10.45. E os fiéis que eram da circuncisão que vieram com Pedro, admiraram-se, porque também sobre os gentios, foi derramado o dono do Espírito Santo. O Espírito Santo é um dono. E porquê? É para nos ajudar. Então, continuando, então, em Galatas 3, versículo 2, Paulo pergunta a estes insensatos Galatas o seguinte, que era apenas saber isto de vós. Recebesse o Espírito pelas obras da lei, ou pela pregação da fé? Está claro que foi pela pregação da fé. Foi a pregação de Jesus Cristo e dos apóstolos, porque previamente eles tinham a lei e faziam obras de lei, e nunca tinham recebido o Espírito de Santo Deus. Versículo 3. Sois assim insensatos que, tendo começado no Espírito, vocês são assim tão insensatos que, tendo começado no Espírito, isto é, começado uma vida nova, o novo eu, estijais agora, vuxa perfeiçoando na carne. Estão precisam de ser aperfeiçoados na carne, por exemplo, pela circuncisão ou pelos rituais da lei, para ficarem mais perfeitos? Ritículo. Ritículo. Continuem então no versículo 4. Terá sido em vão que tantas coisas sofrestes, se na verdade, foram em vão? Sim, vocês sofreram perseguições, acusações e estúdios, e agora estão a voltar outra vez para a circuncisão, dizem, ah, não precisamos de ser circuncisos, para ser aperfeiçoados na carne? Não. Sim, essas coisas sofreramente foram em vão, se na verdade, foram em vão. Queris irmãos, a nossa religião é em vão, se vamos tentar ganhar salvação por obras de lei.

Queris irmãos, a nossa religião é em vão, se estamos a tentar ganhar salvação, ser justificados, e, então, ganhar a salvação por obras de lei. A vida eterna é um dom. A vida eterna é um dom. Sim, recebremos um galardão, de acordo com as obras, mas a vida eterna é um dom. Vejam, outra vez, o Romano 6, por ciclo 23. Romano 6, 23. Lemos isso há pouco, vamos ler outra vez, porque o salário de pecado é a morte, mas o dom gratuito. De Deus é a vida eterna, em Cristo Jesus, nosso Senhor. A vida eterna é um dom. Continuando, então, em Galatas 3, versículo 5. Aquel pois que vos conceda o Espírito, ele está a referir-se a ele próprio. Aquel que vos está a ministrar, a dar a pregação do Espírito, ele próprio. E aquele que opera milagres entre vós, e Paulo estava a referir-se a ele próprio, e que está a fazer coisas entre vós. Proventura, eu, isto é o Paulo, estou a fazer isto por obras de lei ou por pregação de fé. Eu, que vos estou a conceder e a demonstrar o caminho do Espírito, e que este Espírito que opera milagres entre vós, e que vós, por ventura, estou a fazer isto por obras de lei ou porque estou a pregar a vós, o caminho da fé, de que somos salvos pela fé que Cristo. Por exemplo, continuando no versículo 6, é o caso de Abrão, que creou em Deus, e isto lhe foi imputado para justiça. Sim, porque o caso de Abrão, que creou em Deus, acreditou em Deus, e isto lhe foi imputado para justiça. Isso o pôs justo perante Deus. Não foi obras de lei, mas foi que ele creou em Deus. Então, o que nos faz justos perante Deus? É nós creermos em Cristo, que Cristo fez isto tudo e, por isso, por causa de Cristo, se podemos ser salvos. É Cristo que quebra a barreira entre nós e Deus. É Cristo que cobre os nossos pecados. É Jesus Cristo e o seu sacrifício, e pelo seu sacrifício que somos reconciliados com Deus-Pai. Continuando, então, no versículo 7. Saber, pois, que os da fé é que são feitos filhos de Abrão. Os da fé é que são filhos de Abrão. Isto significa, queridos irmãos, que não é as considerado como um filho de Abrão, simplesmente por a tua descendência física, para receberes a vida eterna. Ou, nas palavras, que só pode ser considerado um filho de Abrão, para receberes a vida eterna, se foras filho de Abrão espiritual. Tens que ser um judeu espiritual, para ser considerado um verdadeiro filho de Abrão, para poder receber a vida eterna. Vejam, então, em Romanos capítulo 2. Romanos capítulo 2. Romanos capítulo 2. Versículo 28 a 29. Porque não é judeu, quem não é apenas exteriormente, isto é pela carne, pela descendência física. Nem a circuncisão, a que é somente na carne. Porém, judeu, verdadeiro judeu, verdadeiro judeu, é aquele que o é interiormente. E a circuncisão, a que é do coração, do espírito, não segundo a letra, e cujo louvor não procede dos homens, mas de Deus. E, Cris e irmãos, isto é uma grande esperança para nós todos. É uma grande esperança para nós todos. Nós, os que somos da fé, como dizem em Galatas 3, versículo 7, é que somos filhos de Abrão. Não precisamos ser da descendência física. Mas que grande pensão! Mas que grande pensão!

Vejam, por exemplo, neste capítulo de Galatas 3, versículos 26 a 29, que diz assim, pois todos vós sou os filhos de Deus mediante a fé em Cristo Jesus. Porque todos, quanto fostes batizados em Cristo, de Cristo vos rovestistas, vivem agora com Cristo dentro de vós, através do Espírito Santo Deus, de sorte não pode haver Judeu nem grego, nem escravo nem liberto, nem homem nem mulher, porque todos vós sou os um em Cristo Jesus. E se sou os de Cristo, também sou os descendentes da Abraão, e ardeiros segundo a promessa. Continuando, então, no versículo 7, sabendo, pois, que os da fé é que são filhos de Abraão. Ora, tendo a Escritura previsto que Deus Judificaria pela fé, e Deus pronunciou o Evangelho a Abraão. O Evangelho, esta boa nova, foi bita em avanço a Abraão. Quando disse em ti serão abençoados todos os povos, não só os teus descendentes físicos, mas todos os povos. Vejam-se, faça-vôr, em Génacias capítulo 2, perdão, 12, Génacias capítulo 12, versículo 3.

Diz assim, abençoe-o-rei os que debençoarem, e a mal-dissui-o-rei os que debençoarem. Em ti serão benditas todas as famílias da terra, não só os teus descendentes físicos, mas todas as famílias da terra. Continuam-ne então no versículo 8. Em ti serão abençoados todos os povos, como dizem, em Galatas versículo 3, versículo 8. Continuam-ne então no versículo 9, de modo que os da fé são abençoados com o crente abrão. Até a próxima, Cris Irmãos, e depois continuaremos em Galatas capítulo 3.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).