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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Câmos Falandovas da Cincinnati. Estamos a entrar num período agora, durante as próximas semanas, que é um período de grande júbilo na Igreja de Deus, porque temos conhecimento do grande plano de salvação que Deus nos dá através dos seus dias santos. O plano de salvação total de Deus inclui sete dias santos e sete festas. E assim, conforme nos aproximamos desta última fase dos dias santos de Deus, estamos excitados e contentes e jubilantes quando nos aproximamos destes dias.
Por isso a minha intenção hoje, neste sermão, é de vos encorajar a manterem-se fiéis até ao fim, pois o tempo é um em que precisamos de vigiar e de estar prontos, porque o tempo está curto para a vinda de Jesus Cristo, a segunda vina de Jesus Cristo.
E nós, como a noiva de Jesus Cristo, devemos estar prontos, de estar ataviados e de sermos fiéis até ao fim. Por isso, neste sermão, quero começar primeiro por dar uma revisão breve dos três grupos de festas de Deus, e, então, ver algumas escrituras à seca do terceiro grupo de festas de Deus, que são as festas ao fim do ano, que nos demonstram o caminho à frente, o caminho para o mundo do futuro. Também vos querem corajar que usem este sermão para estudar a Bíblia cuidadosamente, e que também usem, em conjunto com este sermão, os sermões que gravei há uns meses atrás, entitulados O Mundo do Futuro, uma série de seis sermões que estão no nosso cite.
Por isso, reveijam estes sermões também, e usem estes sermões durante os dias da festa adiante, para entender melhor o plano de Deus, o plano de salvação de Deus. Vamos, então, começar primeiro, lendo em Exodus 23, versículos 14 a 17. Aí diz, três vezes no ano me celebrareis festa. Isto é exatamente o que eu estou a dizer, que são três estações do ano em que celebramos festa, nomeadamente o período da festa dos asmos, o período da festa da sega e o período da festa da colheita.
Vejamos aqui, versículo 15. Guardarás a festa dos pães asmos sete dias que morás pães asmos, como tornei, ao tempo apontado, no mês da Bíba, porque, nesse cair este Egito, ninguém aparecerá de mãos vazias para antemim. E, durante esse período da festa dos asmos, dessa primeira estação, que é na primavera, está claro, inclui duas celebrações. A celebração da Páscoa, que é no dia 14. E a festa dos asmos, que é no dia 15, por sete dias, do dia 15 ao 21 do mês da Bíba, ou, também, conhecido como o mês de Miçã.
São dois dias santos de festas. Podem ler isso com mais de detalhe, em Levítico 23, versículos 4 a 8. No versículo 5, claramente, de Levítico 23, vem claramente que a Páscoa é no dia 14 deste mês, enquanto que os dias asmos começam no dia 15 deste mês de Miçã ou a Bíba.
Como sabemos, a Páscoa representa o sacrifício de Jesus Cristo por nós individualmente, pagando o preço do nosso pecado, e assim a Páscoa abre o caminho de salvação. Cristo, ao fim de contas, é o Salvador, e os dias de festas são todos à volta de Cristo, o nosso Salvador.
Sem o sacrifício de Cristo, os dias santos não podem começar, e por isso a Páscoa não é um dia santo, mas a Páscoa acontece-me dia 14 de Miçã, e a partir do dia 15, uma vez que Cristo tenha sido sacrificado, então as festas e os dias santos podem começar. O sacrifício de Jesus Cristo, por isso, fez possível o plano de Deus, e assim, após o sacrifício de Jesus Cristo, imediatamente após a morte de Jesus Cristo, começa os dias santos, e o primeiro dos dias santos é, como disse, o período dos asmos.
A segunda estação, ou digamos assim, a segunda vez no ano em que celebramos festa, é, como vemos aqui, no versículo 16, que diz assim, estou a ler agora em exo dos 23, versículo 16, que diz, guardarás a festa da sega dos primeiros frutos do trabalho que houver-se semiado no campo. E assim, a segunda estação, que é 50 dias depois do sábado durante os asmos, que é a festa da sega.
Podem ler como contar para essa festa, a festa da sega, que no Novo Testamento é a festa da pentecostes, que envolve a contagem de 50 dias. Podem ler mais acerca dessa contagem, em Levíticos 23, versículos 15, 16 e 17. No Novo Testamento, a festa de pentecostes é celebrada e vê-se, então, a celebração dessa festa, no livro de Atos capítulo 2, versículos 1 e 2, onde estavam todos reunidos no dia de pentecostes, porque contaram esses 50 dias. Isto é sete sábados ou sete semanas inteiras, mais um dia. E, então, vem aí que o dia de pentecostes foi celebrado. Como vem a celebração do dia de pentecostes foi o início da Igreja de Deus, a Igreja que Jesus Cristo construiu e que não seria destruída, como Jesus Cristo disse, que Ele vai construir a Igreja sobre esta pedra angular, que simbolicamente é Ele, Jesus Cristo é pedra angular, e que disse que, embora Satanás tentasse destruir a Igreja, nunca destruiria.
E esse o podem ler em Mateus 16, versículo 18. Como estou a dizer, estou a dar um resumo muito breve das primeiras festas do plano de Deus. Como disse a primeira estação, a primeira vez que celebram festa, é durante o período dos asmos e esse, então, representa a páscoa e a festa dos asmos. A segunda vez que celebramos festa, é durante o período de pentecostes, ou a festa da sega, como tivemos a ler em exo dos capítulo 23, versículo 16.
E então vamos, então, continuando a ler em exo dos 23, versículo 16, diz assim. E a festa da colheita. Então essa é a terceira e a última estação, que é a festa da colheita, a saída do ano, quando recolheros do campo o fruto do teu trabalho. Três vezes no ano, todo o homem aparecerá diante do Senhor Deus. Por isso há três vezes, três períodos do ano, em que comparecemos, parante Deus, para as suas festas. E como leemos aqui, o primeiro período é o início do ano, à volta da primavera, e particularmente a páscoa e a festa dos asmos.
O segundo período é a festa da sega, que também é conhecido no Novo Testamento, como o Dia de Pentecostes. E o terceiro período é a volta da festa da colheita, que envolve quatro dias santos e quatro festas, durante este período final, o qual estamos agora a aproximarmos, durante destes dias à frente de nós.
Então, esta última estação do ano, que é a estação à saída do ano, e que é reconhecida como a festa da colheita. Nesta última estação do ano, é o período em que vimos o crescimento das nossas plantações, é o fim do período do verão e o começo do outono, isto é, numa esfera norte, está claro, e é conhecido bíblicamente pelo período da colheita. Também é o período da grande pregrinação, ao local escolhido pelo Senhor. Este é o simbolismo dos salmos de romagem, salmos 120 até 134. Estes 15 salmos de romaria, isto é, de pregrinação, que cobram o período das trombetas até o primeiro dia de festa, que é um período de 15 dias, um salmo para cada dia, em que veso este excitamento, desta pregrinação dos pregrinadores, a caminho de Jerusalém, em que vão celebrar a festa de tabronáculos. Por isso, este grupo de 15 salmos de romaria, vê-se em que é uma analogia que estão a subir, digamos assim, uns de graus, até chegarmos ao cúmule, ao cima, que representa a festa de tabronáculos, quando o reino de Deus governa na terra. E por isso, então, estamos graças a Deus como esses salmos descrevem. Como eu disse, este terceiro período, ou este terceiro período, esta terceira vez do ano em que celebramos festas, é um período em que temos quatro dias santos, isto é, o dia das trombetas, o dia da expiação, a festa de tabronáculos, que tem um dia santo, mas que é um período de sete dias de festa, mas é um dia de santo durante a festa de tabronáculos, o primeiro dia, e depois a conclusão, que é o oitavo dia, que também é um dia santo, e é também conhecido hoje em dia como o último grande dia. Por isso, temos aqui um período de quatro dias santos e sete dias de festa durante a festa de tabronáculos, e além disso, também o oitavo dia, e por isso, vemos vários dias de festas, mas nesses dias de festas, só quatro dias santos. Vigemos, então, em Levíticos 23, brevemente, Levíticos 23, vamos ver algumas das escrituras que fiz referência há pouco, Levítico 23.
Levíticos 23, e, então, vemos aqui, Levíticos 23, começando no versículo cinco. Temos aqui no mês primeiro, aos 14 do mês, no que o proposto de tarde é a páscola, ao 15 do mês, versículo seis, é a festa dos pais ásmos. Isso, cobrir, é a primeira vez, digamos assim, ao ano que fazemos a pregrinação. A segunda vez da pregrinação é, como se veste escrita no versículo 15, de Levíticos 23, em que diz, contarei para vós outros, desde o dia imediato ao sábado, desde o dia em que trouxeram-nos o molho da oferta movida, sete sábados. Isto é sete semanas inteiras, contarão, até o dia imediato, ao sete sábado, contarei 50 dias. Então, assim, temos esse dia, que é o dia de pentecostes, ou que é, então, o dia das primícias do Senhor, que é o dia de pentecostes. Depois, no versículo 24, de Levítico 23, lê-se fala aos filhos de Israel, dizendo, no mês sétimo, ao primeiro do mês, temos, então, a santa convocação. Isto é um dia santo, que é o dia das trombetas. E depois, no dia versículo 27, diz assim, mas, aos dez, deste mesmo sétimo mês, o dia da expiação, três santa convocação também. E, então, depois, mais tarde, vê-se assim, no versículo 34, aos quinze dias deste sétimo mês, será a festa de tabronáculos. E, no versículo 36, diz assim, perdão, 35, ao primeiro dia, haverá santa convocação. Isto é, vai ser um dia santo, mas, no versículo 37, perdão, no versículo 36, de sete dias, oferecereis ofertas queimadas ao Senhor. E, ao dia oitavo, terei-se também santa convocação. É um dia santo também. E, por isso, então, conclui assim, aqui no versículo 37, dando um somário, dizer, são estas as festas fixas do Senhor. Estas festas fixas do Senhor são, durante três distrações, os três períodos do ano, e, no último período, vemos quatro festas, um grupo de quatro festas. Este grupo de quatro festas, ao fim do ano, é começado, começa com a festa das trombetas. A festa das trombetas é um dia de ira, porque é o dia em que Jesus Cristo intervém e vem salvar o mundo do cataclismo mundial, que nos vemos que está a aproximar-se de nós, e que aconteceria se o Senhor não vier salvar o mundo. Havia um cataclismo mundial, mas, por causa de que Jesus Cristo iria voltar, Ele vai salvar o mundo deste cataclismo mundial e, por isso, não vai ser o fim do mundo. É um dia de ira, um dia de alarido de guerra, um dia de isto é de alarme de guerra, mas também um dia de grande alegria, jubile, porque Jesus Cristo vai salvar o mundo e vai haver a ressoleção dos santos. Vejam aqui se faz sabor comigo. Em Sufonias. Vamos então ver, então, a Sufonias.
Sufonias capítulo 1, versículo 14. Sufonias capítulo 1, versículo 14. Diz assim. Está perto o grande dia do Senhor, está perto e muito se apressa. Atenção! O dia do Senhor é amargo e, nele, clama até o homem poderoso. É um dia amargo que até o próprio homem forte vai chorar. Continua, versículo, então, no versículo 15. Continuando. Aquel dia é dia de indignação, dia de angústia e dia de alvoroço e deslação, dia de escuridão e negrume, dia de nuvas e densas trevas, dia de trombeta e de rebata contra as cidades fortes e contra as torres altas. Trairei angústia sobre os homens e eles andarão como cegos porque pecaram contra Deus contra o Senhor e o sangue Dele se derramará como pó e a Sua carne será atirada como estérco. Então, na Sua prata, nem a Sua prata, nem o Seu ouro, os poderão livrar no dia de indignação do Senhor, mas pelo fogo do Seu zelo a terra será consumida porque certamente fará destruição total e repentina de todos os moradores da terra que estão a pecar. Vai haver uma grande destruição na terra. Vejam outro exemplo do significado que estes dias, o dia das trombetas, diz, vejam aqui se faz favor em Zacarias capítulo 14. Zacarias capítulo 14. Versículos 1 a 3.
Zacarias capítulo 14.
Então, a minha pergunta é o que vai proceder a caminho deste mundo do futuro? Porque vai haver um mundo futuro, vai haver um mundo de paz, um mundo maravilhoso, um mundo da manhã que Jesus Cristo volta para a terra e vai estabelecer este mundo. Mas antes disso, certas coisas vão acontecer. Certas coisas vão acontecer neste mundo. O que vai acontecer antes? Vejam comigo se faz favor em Mateus capítulo 24. Mateus capítulo 24. Diz assim, começar a ler do versículo 3. Diz assim. Perdão, vou começar a ler no versículo 2. Ele, porém, lhes disse, não vejo tudo isto. Em verdade, vos digo que não ficará aqui pedra sobre pedra, que não seja derribada. Versículo 3.
E que se não alaverá a tua vinda e da consumação do século. A consumação deste mundo homem, porque vai ser o fim do mundo homem, o mundo em que Satanás está a governar, Jesus Cristo volta e então virá o reino de Deus para a terra, para trazer paz à terra. O que vai ser? Então diz assim. E ele respondeu, vê-te que ninguém vos engana. Vos engana. Está a falar aqui aos discípulos em particular, porque virão muitos, em meu nome, dizendo, eu sou o Cristo, e enganarão muitos. E certamente ouvireis falar de guerras e rumores de guerra. Vê-te, não vos, a vós, aos discípulos em particular. Isto é a nós, a Igreja de Deus. Não vos assusteis, porque é necessário assim acontecer, mas ainda não é o fim. Por quanto se levantará a nação contra nação, reino contra reino, e haverá fome e terremotos em vários lugares. Cris irmãos, estamos a ver isto, estamos a ver, estamos a vigiar-o. O que vemos à volta de nós? Vemos guerras, vemos situações no Médio Oriente, vemos a situação na área da Palestina, seja no Iraque, seja no Irão, seja no Afganistão, seja no Paquistão. Vemos coisas terríveis, vemos crises financeiras na Europa, vemos problemas na América, divisão, crise política, crise social, crise financeira. Vemos terríveis acidentes no mundo de crises de terremotas, de vulcanos, perigos de tsunamis, como nunca antes. Porém diz ele aqui, no versículo 8. Isto tudo é o princípio das dores. Isto tudo é o princípio das dores, queridos irmãos. Vemos, precisamos de estar a vigiar, precisamos de estar alertos. Mas de que? De que, queridos irmãos? Destas coisas todas. Porque vemos estas coisas todas. Vamos ver religiões radicais, extremistas, mesmo terríveis e diabólicas, afirmarem-se e apucharem as suas ideias e as suas ideologias, como a esforça, até que vão recordar a religião romana, que vai dar nascimento. Vamos renascimento de uns dias de conflito religioso, em que extremistas de ambos os lados, na religião romana católica, assim como extremistas radicais, muçulmanos, vamos ver estas condições críticas a acontecer novamente. Mas há duas coisas importantes que vamos ver, porque diz aqui, versículo 19. Perdão, versículo 9, Mateus 24, versículo 9. Então serei de tribulados e vos meterão. Está a falar aqui aos discípulos, em particular. Serei-se odiados de todas as noções por causa de meu nome. Neste tempo muitos vão se escandalizar, trair e odiar uns aos outros, e levantam-se ao muitos falsos prometas e enganarão a muitos. E por se multiplicar a uniquidade, o amor se esfriará de quase todos. Queridos irmãos, temos que ter cuidado que o nosso amor não se esfria, porque diz assim, o amor se esfriará de quase todos. Como membros e irmãos da Igreja de Deus precisamos ter cuidado que o nosso amor não se esfria. Então, há duas coisas importantes que vão acontecer aqui. Além destas coisas todas que tive a falar no Médio Oriente, na Europa, divisões e crises políticas, estamos a ver, e crises sociais, e crises financeiras, terríveis acidentes. Mas há duas coisas importantes. Uma é a remoção, quer dizer, o tirar, a remoção, o remover das bênções de Israel, de Israel físico e também a crise no Israel espiritual. Temos que compreender que vai haver problemas grandes no Israel físico e no Israel espiritual.
Se nós não compreendemos e não sabemos quem é, o Israel físico não vamos entender as profecias. Se nós não sabemos quem é o Israel espiritual, também não vamos estar a vigiar corretamente. Por isso, quero, agora, levar um pouco de tempo a descrever quem é o Israel físico e descrever essa remoção, o remover de bênções de Israel físico. E depois quero falar um pouco acerca da crise do Israel espiritual e ver quem é o Israel espiritual e qual é essa crise que está a falar.
Porque diz aqui, e por se multiplicarem na equidade, o amor se esfriará de quase todos. E continuando a ler no versículo 9 de Mateus 24, sereis atribulados e vos matarão, e sereis odiados de todas as nações por causa do meu nome. Está a falar aos discípulos aqui. Nesse tempo muitos vão se escandalizar, vão ver escândalos, coisas que vão fazer as pessoas escandalizadas e vão fazer com que as pessoas começam a trair e odiar um aos outros. Vão falar mal de um dos outros, vão dar acusações, levantar-se-se-ão muitos faltos profetas e enganarão-a muitos.
E por se multiplicar em iniquidade, quando as pessoas estão a dar acusações, não estão a dar coisas de amor. E quando não há amor, é porque é iniquidade. Por isso o amor se esfriará de quase todos. Precisamos ter cuidado, irmãos. Por isso, vamos ver então quem é o Israel de Deus primeiro, fisicamente, e depois vamos ver quem é o Israel de Deus espiritualmente. Ora, o Israel de Deus. Vamos ver um bocadinho de história muito brevemente. Vigemos primeiro. Começou com o Abraão, o Isaac e Jacó. Jacó mudou o nome para Israel. Jacó teve 12 filhos, dos quais vieram 12 tribos.
Mas que ao fim de contas eram 13, porque Jacó teve um filho, José, e aí ele foram dado dois filhos, o Ifraim e o Manassez, que foram chamados como filhos de Israel. Podem ler essas benções em êxodes e verão que Israel disse, os teus filhos serão meus. E por isso, essas 12 tribos ficam como se fossem treze.
Mas uma tribo, a tribo do Liví, foi dada, oferecida a Deus e por isso, então, as nações foram divididas, a nação, dessas tribos, foram divididas entre 12 nações, porque Liví foi espalhado entre todas as nações. E, então, foram formados essas nações. Mais tarde, após o reino de David e Salomão, essas nações foram divididas em dois reinos, o reino do Norte e o reino do Sul.
O reino do Norte era Israel, que tinha dez nações, da qual José era a maior, isto é, o Efreim e Manassez, e, então, mais outras, oito. E o reino do Sul era Judah e Benjamin, e, particularmente, a maioria dos Levitas, também, foram para o reino do Sul. Por isso, após o reino de David e Salomão, formaram-se dois reinos, um no Norte e outro no Sul. Como disse o reino do Norte, foram dez nações. Esse reino do Norte foi levado a cativo cerca de 733 a.C., até 722 a.C. Neste período de cerca de 11 anos, foi levado cativo pela Assyria. Podem ler acerca disso em 2 Reis cap.
15-29, 17, versículo 5-6, versículo 18, versículo 23, assim como 2 Reis 18, versículo 11 e 12. Israel foi transportado para Assyria, mas, ajudar, o reino do Sul ficou não foi levado. Por isso, o reino do Norte, que foi dez tribos, a maioria das pessoas, foi para Assyria. E depois, mais tarde, foram dispersos pela Europa Ocidental e foram conhecidos historicamente, como as dez tribos que foram dispersadas e perdidas pela história, pois a história não fala mais acerca dessas dez tribos, mas era uma maioria de Israel.
Era o Norte, que era conhecido como o Reino de Israel, o Reino do Norte. Nós, a Igreja, temos um livro que fala acerca desses detalhes, como essas nações foram dispersadas, mas é importante termos conhecimento que a nação de Ephraim é basicamente hoje em dia, a Inglaterra. E a nação de Manasseja, basicamente hoje em dia, a América. Mas, isso são simplesmente duas dessas dez, ainda há outras oito, que incluem nações como a Holanda, a Suécia, a Noruega, a França e outras, assim como incluem áreas na Austrália, Nova Zelândia e outras.
Por isso, quando se fala em profecias acerca de Israel, está a falar do Reino do Norte e, particularmente, das nações principais e mais fortes que vieram de José, que eram as nações de Ephraim e Manasseja, que são, respectivamente, hoje em dia, profeticamente, estão a referir à Inglaterra e à América.
Por outro lado, o Reino do Sul só foi feito cativo cerca de 135 anos depois do Reino de Israel ter sido cativo. Foi cativo cerca de 605 a.C., a 586 a.C. Isso é, cerca de 135 anos depois e não foi cativo por a Síria, mas foi feito cativo pela Babylonia. Foi feito cativo em três estágios. O primeiro estágio foi cerca de 605 a.C. Podem ler isso em 2 Reis 24, 1 a 3. O segundo estágio foi cerca de 597 a.C.
E o terceiro estágio de serem cíduos cravos foi cerca de 586 a.C. Podem ler isso em 2 Reis 25, 1 a 4 e 8 e 9. Cerca de 50 anos depois foram, então, começaram essas nações que era do Reino do Sul, que era basicamente a Nação de Judá e Benjamin, mas Benjamin era uma nação pequena e os Levitas, o que isto era os sacerdotes. E por isso a Nação principal desse Reino era a Nação de Judá e esses judeus voltaram, de volta à Palestina, por um decreto de siro e depois por um decreto de dario para fazer a reconstrução de templo e, mais tarde, por um decreto para a reconstrução de Jerusalem, em 457 a.C. Então, essa Nação judaica, que não foram todos os judeus que voltaram para a Palestina, mas alguns que voltaram nessa Nação judaica, foi a essa Nação a onde Jesus Cristo veio pela primeira vinda, Jesus Cristo durante, ou digamos assim, quase 2 mil anos atrás. Por isso, queridos irmãos, para compreendermos quem é o Israel de Deus, temos que compreender que o Israel de Deus inclui estas Nações todas, que é a Inglaterra, que é eifrem, Manasseh, que é a América e a Judah, que é a Nação que hoje em dia que é conhecida por Israel.
Porque as pessoas não compreendem.
A identificação destas Nações não compreendem as profecias. Por isso, quando geralmente a Bíblia se refere a Israel, na maioria das vezes refeir as Nações da Inglaterra e da América. Quando a Bíblia se refere a Judá, refeir-se à Nação moderna, que hoje em dia é conhecida como a Nação que está na área da Palestina, que é a Nação de Israel, mas bíblicamente geralmente refeir-se a essa Nação quando diz Judá. Por isso, muitos não entendem as profecias. Pois julgam que as profecias de Israel se referem à Nação judaica, mas realmente as profecias de Israel, na maioria dos casos, referem às Nações da Inglaterra e da América.
As profecias de Israel fazem referências às grandes promessas de grandeza mundial, a Israel, isto é a Inglaterra e a América, após um período de castigo. E essa grandeza mundial começou após esse período de castigo, foi um castigo por um período de 1260 anos, e esse período acaba, ou foi completado, depois dos anos de 1800 da Era Corrente. E então, veste que, a partir do ano de 1800, as Nações da Inglaterra e depois da América tiveram grande grandeza mundial, desde os anos de 1800 da Era Corrente, até, digamos assim, cerca de hoje em dia.
Mas essas Nações desprezaram a Deus, Deus que usabençoou, e então Deus prometeu que retiraria essas Benções que deu a Ele, que deu a Israel de Deus, que é a América e a Inglaterra, e essas Benções vão ser retiradas. Vejam comigo, se faça a vôr, em Levíticos 26. Levíticos 26, desse aqui, Levíticos 26, diz assim, os castigos da desobediência, e vamos começar a ler, então, a partir do versículo 16.
Diz, aliás, vamos começar a ler o versículo 14, Levítico 26, 14. Mas se não me ouvir-te, e não cumprir-te de todos os meusamentos, se rejeitar-os os meus tatutos, que foi o que a América e a Inglaterra hoje em dia estão a rejeitar as leis de Deus, então vos farei isto, diz assim, no versículo 16, porém sobre vós terror.
E vemos hoje em dia esta guerra contra o terror, que começou no ano de setembro de 2001, porém sobre vós terror, e tem sentido esta guerra contra o terrorismo, e então, vês esta primeira praga. E depois, no versículo 18, vês assim, uma segunda praga que diz assim, se ainda assim, com isto não me ouvir-te, tornarei a castigar-vos sete vezes mais, e que brantarei a soberba da vossa força. A soberba da vossa força pode ser da força, digamos assim, a força econômica, que foi o grande queda econômica no ano de 2008, e que está a continuar agora em diante. A guerra de terrorismo continua, a guerra econômica, e os problemas da economia continuam, e vessa agora a fraqueza dessa economica, que é o motor da fraqueza econômica, é o motor da força militar.
Porque precisamos de economia para ter uma força militar, então, vese, esse castigo é o quebrar da soberba dessa força. E diz assim, versículo 21, se andares contrariamente para comigo, e não me quiseres ouvir, terei sobre vós, pragas, sete vezes mais. E então, vese assim, um castigo sete vezes maior, não que seja necessariamente sete anos depois, mas pode ser um período que seja mais rápido. Então, se continuarem no versículo 23, e se ainda com isso não vos corrigires para volver-vos para mim, por andares contrariamente comigo, eu também serei contrária vós outros e vos ferirei sete vezes mais.
Terei sobre vós espada vingadora da minha aliança. E no versículo 27, diz assim, e se ainda com isso não me ouvires e continuares contrariamente comigo, eu também confuro, serei contrária vós outros e vos castigarei sete vezes mais. E então lê aqui o que está a descrever aqui, encapsulado no versículo 33, que diz assim, espalhar-vos-ei por entre as nações.
O que vem aqui são castigos terríveis, cada vez sete vezes mais. São cinco castigos terríveis. Os dois primeiros parecem que já aconteceram. E se isso está correto, vemos que estamos numa progressão e que o gatilho já foi disparado desta progressão. É só uma questão de um pouco de tempo mais e, por isso, precisamos de estar a vigiar. O último desses castigos é nos versículos 27 adiante, que é o químimo castigo, que parece ser paralelo com a destruição da América, da Inglaterra e do moderno Israel isto é, de ajudar. Esta destruição parece que é um ódio também contra Deus e podem ler acerca dessa destruição em Salmos 833 versículos 1 a 8.
Vemos várias nações, fazem aliança contra Israel, isto é, contra a Inglaterra, a América e Judá. E então vemos que a Síria também se juntará a essa aliança. Então, quando houver isto, teremos, então, a grande tribulação. Vejam comigo, então, Mateus 24. Mateus 24, quando houver a caída dessas nações, vemos, então, o começo da grande tribulação. Versículo 15 diz assim, quando, pois, viros o abuminável da deslação que falou o profeta Daniel, no lugar santo, quem lê entenda, então vemos assim a grande tribulação. O que parece que ser por um período de três anos e meio, mas que as pessoas dizem assim que se tejam alertas para fugirem e parece que vão ter um período máximo, talvez, de um mês para fugir.
Esse período de três anos e meio vai ser antes da celebração do significado de Dias das Trombetas. E, então, podem ler mais acerca disso, lendo, por exemplo, em Daniel 12. Vejamos, então, no livro de Daniel 12, que diz assim, que, Daniel 12, versículo 11, diz assim, depois do tempo em que o sacrifício diário for tirado e posta a abuminação desoladora, que é o que lemos em Mateus 24, haverá ainda 1.290 dias. Quer dizer, 1.260, mais 30, faz 1.290.
Vamos ser assim, que vai haver 1.290 dias, um mês para as pessoas parecem que perfugirem, porque a grande tribulação vai começar quando houver um período de três anos e meio, que é grande tribulação. Vai haver uma grande desolação, talvez isto esteja uma corrobação com o Auseias 5, versículo 5 e 7, que vai ser um desastre sobre Israel, América, a América, a Inglaterra e a Nação de Israel, durante um período de 1 mês. Então, continua a ler em Daniel 12, versículo 7, vejamos assim. Daniel 12, versículo 7, diz assim.
1.260 dias. E quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas se cumprirão. A destruição do poder do povo de Deus. Físicamente e espiritualmente. A profecia é dupla. A destruição das Nações de Israel físico, mas também a destruição do poder do Israel espiritual. Por isso precisamos compreender que vai haver uma grande crise, crise no mundo.
E vai, estas crises estão a aumentar, com um crescimento cada vez maior, até chegar a um ponto que o Israel físico. E como eu disse, precisamos compreender quem é o Israel físico, que é a América, a Inglaterra e a Nação Judaica. E outras Nações, porque essas são só 3 dessas doces e outras Nações também. Precisamos entender que são essas Nações. Porque quando chegar a um ponto que vai acabar destruir o poder deste povo santo físico e também que a profecia é dupla, do povo santo espiritual.
E por isso, então, quando isso chegar, quando acabar a destruição disso, diz assim, que então teríamos a grande tribulação, que é por um período de um tempo, dois tempos e metade de um tempo. Isto é 3 anos e meio. Então, vai haver essa grande tribulação. Mas quem é o Israel espiritual? O Israel espiritual são os circuncisos de Coração, que a Igreja de Deus. Podem ler isso em Galata 6, 1516. E então, esses espirituais vão ter provavelmente um aviso, digamos assim, uns 45 dias antes dessa abominação.
O Israel diz assim, no versículo 12, em Daniel 1212, diz assim, bem-aventurado, o que espera e chega até 1335. Isto é 45 dias antes, antes dos 1290, que é a abominação, o começo da abominação, e 1260, que é a grande tribulação. Por isso, vai haver um aviso à Igreja, um período antes da abominação. É o que parece que vai acontecer. E a Igreja vai reconhecer que vai ter que fugir. Podem ler isso em Níveis de Apocalipse. Vamos ver, então. Vejamos, então, aí Apocalipse. Mantenham o dedo aqui em Daniel, porque vamos voltar a Daniel. Mas, vigemos, então, aqui em Apocalipse. Apocalipse 3. Não era para ver isso, mas já que estamos a falar aqui, vamos falar aqui. Diz assim, Apocalipse 3, versículo 7, ao anjo da Igreja em Filadélfa, escreve isto.
Há aqueles que têm amor um para com os outros, querido um para com os outros. Estas coisas diz o Santo, verdadeiro, é que ele tem a chave da Vi, e que é a chave da Vi. A chave da Vi é o conhecimento do rei da Vi e tudo que ele traz. O reino, os reis, o reino de Deus, que vai ser... que Jesus Cristo vai trazer, que estamos a ser treinados para ser reis e rainhas debaixo de Jesus Cristo. E Jesus Cristo vai trazer esta chave do reino. E, então, diz assim, que abrem ninguém fechará e que fecha ninguém abrirá.
Conheças tuas obras, queris irmãos, estamos a fazer a obra de Deus? Por diz assim, conheças tuas obras, estamos nós a fazer a obra de Deus? Eis que tenho posto de dante ti uma porta aberta a qual ninguém pode fechar. Que tens pouca força, entretanto guardaste a minha palavra, não me gasto o meu nome. Eis que farei que alguns dos que são da sinagógate sinagate, de Satanás, desses que, assim mesmo, se declaram judeus, isto é, eles se assim mesmo declaram que são da Igreja de Deus, mas não são da Igreja de Deus, porque está aqui a falar espiritualmente, e dizem que são judeus, isto é, que são os verdadeiros, circuncisos espiritualmente, no coração, e não são, mas mentem, Eis que os farei vir e postar-te as teus fezes, e condencer que eu também.
É seguro que guardaste a palavra da minha perseverança, e lhe diz que são aqueles que os Cristo conhece, as nossas obras, que estão a fazer as obras, proclamar, proclamar que o reino de Deus vem, está a proclamar o evangelho do reino de Deus, também te guardarei da hora da provação, que há de vir sobre o mundo inteiro, isto é, grande tribulação, para experimentar os que habitam sobre a terra.
Eu também te guardarei da hora da provação, podem ler também, em paralelo, apocalipse doce, que é quando Satanás vai tentar continuamente acusar aqueles da igreja, acusações, acusações, acusações, e então o anjo Miguel vai se levantar e então vai tirar Satanás do céu, e então vê-se que Satanás vai ser atirado para a terra, e então vai perseguir a igreja de Deus. E isso, então, é a perseguição que se vê, que é quando, continuando, então, a ler aqui, em Daniel 10, versículo 7, quando se acabar a destruição do poder do povo santo.
Porque Satanás vai ser atirado de volta à terra e não vai poder, a igreja não vai ter capacidade de fazer a obra de Deus. Por quê? Porque Satanás foi atirado, ele sabe que o tempo é curto, e então vai fazer com que a obra de Deus não possa continuar. E por isso nós sabemos, queridos irmãos, que temos que fazer a obra agora. Mas vai haver uma altura que não vamos poder fazer a obra, porque vai haver falta da palavra de Deus, vai haver uma noite em que não vamos poder fazer ou pregar o evangelho do rei de Deus.
E por isso, quando essa altura vier, é quando acaba a destruição do poder do povo santo. Como eu disse, a profecia dupla, aqui em Daniel 12.7, que significa fisicamente e espiritualmente.
Continuando, então, a ler no versículo 8 de Daniel 12. Eu ouvi porém não entendi. Então eu disse, meu Senhor, qual será o fim destas coisas? E ele respondeu, vai, Daniel, porque estas coisas estão encerradas e aceladas até o tempo de fim. Tu não compreendos, mas aqueles no fim, na era do fim, vão compreender, porque diz assim, versículo 10. Muitos serão purificados, embranquecidos e provados. Queridos irmãos, nós na Igreja Deus, hoje em dia estamos a ser purificados, estamos a ser embranquecidos e estamos a ser provados. Mas os provessos procederão perversamente e nenhum deles entenderá. Mas os sábios entenderão. Esta palavra no hebreu sábios essa cal, que também podia ser traduzida prudentes. Os sábios, os prudentes, entenderão. Estamos num período aqui de provação, de provar, diz aqui, se vamos ser purificados, vamos ser embranquecidos, vamos ser provados. A Igreja Deus está a ser provada, está a ser embranquecida, está a ser purificada.
Muitos não entenderão, mas os sábios entenderão, os prudentes entenderão. Vejam comigo se faz favor em Mateus, capítulo 25. Mateus, capítulo 25.
Verciclo 1. Então o reino do céu será semelhante a dez virgens, que tomando as suas lâmpitas saíram e encontrar-se com o noivo. Jesus Cristo é o noivo. Nós, como vamos casar com o noivo, temos que nos ataviar, temos que nos preparar. Cinco delas eram nécias e cinco prudentes. O grego aqui para prudentes é Fronimos, que também podia ser traduzido sábias. Venham aqui a corrubação, o paralelo entre este significado aqui e o significado de Daniel 12-10. Os sábios entenderão. Aqui está a falar que são prudentes, mas prudente ou sábios é praticamente a mesma palavra no grego ou no hebraico, no hebraico em Daniel, em Mateus em grego. É uma questão da tradição prudentes ou sábios. Estamos a falar aqui do mesmo e é possível que metade da Igreja de Deus não vai estar pronta.
E pode ser que metade da Igreja de Deus esteja pronta. Metade da Igreja de Deus sejam sábias, sejam prudentes.
As nércias ao tomarem suas lâmpadas não levaram azeite consigo, isto é o Espírito de Deus.
No entanto, as prudentes, as sábias, além das lâmpadas, também levaram azeite nas vasilhas. Tinham o Espírito de Deus, estavam perto de Deus. Estavam embranqueadas, estavam purificadas. Estavam provadas.
E tardando noivo, foram todas tomadas de sono e adormeceram. Sim, todos adormeceram. Mas é agora tempo de acordar. Vemos as coisas que estão a acontecer à volta do mundo. É tempo de acordar. Alguns estão a começar a acordar, alguns não estão. Precisamos acordar, queres e irmãos. Precisamos de vigiar e podemos estar alertos. Porque a vinda dos Cristo está breve. Mas à meia-noite ouviu-se um grito, quando as coisas se pareceram o pior. Quando as coisas foram escuras à meia-da-noite, quando o mundo estava numa grande escuridão, coisas terríveis. Ouviu-se o grito, eijo noivo, saia o seu encontro. Então se levantaram todas aquelas vírusas e prepararam as suas lâmpadas. As nessas disseram às prudentes, às sábias, dá-nos do vossazeite, porque as nossas lâmpadas estão apagando. Mas não podemos dar-nos do Espírito de Deus. Temos que estar perto de Deus e ter o Espírito de Deus nós próprios. Não podemos dar o Espírito de Deus à outra pessoa. Cada um de nós tem que desenvolver, estar perto de Deus e ter o Espírito de Deus. Mas as prudentes responderam, às sábias responderam, não, para que não nos falta nós e não a vós outras. Quer dizer, irmãos, não podemos dar o Espírito de Deus. Mesmo que queiram-nos, não podemos. Temos que desenvolver, estar perto de Deus e pedir a Deus e a um contato individual entre nós e Deus por oração e por nossa prática e para o nosso amareio de viver, para termos mais do Espírito de Deus. E diz assim, e cindo-o para comprar, chegou o noivo e as que estavam apercebidas, entraram com ele para as bodas e fechou-se a porta. Vejam comigo, se faz favor, em Apocalipse. Apocalipse, capítulo 19.
Apocalipse, capítulo 19, diz assim, versículo 7. Alegremos-nos, exultemos, demos-lhe glória, porque são chegadas as bodas do cordeiro, cuja esposa, assim mesmo, nós próprios, nós mesmos, nós não podemos fazer, por outras pessoas, temos que fazer a nós mesmos. Assim mesmo, já se ataviou. Cris irmãos, estamos preparados, estamos prontos, estamos a ataviarnos, estamos a purificarmos, somos por dentro, somos sábios, talvez 50% de nós não sejamos. Cris irmãos, isto é sério! Jesus Cristo nos ama, Ele nos purifica, mas precisamos estar a vigiar-nos a nós próprios. Como disse, estamos a ver a nossa volta, coisas situações no Médio Oriente, na Europa, na América, divisão política na América, crise económica na América, crise financeira. Vemos estes problemas, vemos, talvez, Levíticos 26, estar a acontecer a América, a Inglaterra, a remoção das benções. Vê-se que estas 5 crises, talvez duas delas, já estejam, tenham acontecido, só faltam mais duas, porque a quinta é a grande tribulação. Cris irmãos, o gatilho já foi disparado, estamos a caminho, agora, ou estamos prontos ou não estamos? Agora, temos que acordar, porque temos muito pouco tempo, temos que nos preparar. O que é que precisamos estar a fazer? Vejam comigo, se faça favor, Mateus 24. Mateus 24, onde estávamos a ler, há pouco. Versículo 9 Amor de uns para os outros, em vez de amor, acusações. Levantar-se-á, muitos faltos profetas, enganarão-a muitos. E porque se multiplicar esta iniquilidade, de falta de amor, o amor se esfriará de quase todos.
Parece que vai ser de cerca de 50% da Igreja de Deus. Cris irmãos, precisamos agora de acordar. O tempo é muito curto.
Aquela porém que se perseverar até o fim, como lemos em Daniel 12, o que lemos em Daniel 12, Cris irmãos? Lemos em Daniel 12, que precisamos esperar até os 1335.
TAR PRONTOS Parece que é um aviso para estar prontos. Precisamos estar prontos, estar fiéis e estar à espera deste período, deste tempo. Mas aquele que preservar até o fim, esse será salvo.
Porque essa pessoa vai estar a fazer o que o versículo 14 diz.
E será pregado este invagélio do reino por todo o mundo para testemunha todas as nações. Então virá ao fim. Cris irmãos, será pregado este invagélio do reino de Deus por todo o mundo?
Cris irmãos, agora temos uma oportunidade de pregar o invangélio do reino de Deus na língua portuguesa. E o que alguns portugueses estão a fazer? Estão a virarem as costas a isto. Cris irmãos, cuidado!
Que é a obra de Deus? Vamos estar envolvidos a fazer a obra de Deus para pregarmos o evangelho do reino de Deus por todo o mundo, incluindo na língua portuguesa aos portugueses? Ou estamos a virar as costas? Cris irmãos, precisamos de estar a fazer esta obra. Precisamos de estar a vigiar e olhar a nós próprios.
Porque a nossa grande esperança, cris irmãos, é simbolizada pelo dia das trombetas. Vejam comigo se faz favor em primeiro Corinthians, primeiro Corinthians, primeiro Corinthians, primeiro Corinthians, capítulo 15.
Vigemos aqui, versículo 51. Eis que vos digam um mistério, cris irmãos, nem todos vamos morrer antes de Cristo vir. Alguns nós ainda vamos estar vivos. Mas se estivermos vivos, nós não vamos estar vivos. Nós ainda vamos estar vivos. Mas se estivermos vivos, quando Cristo vier e somos verdadeiros cristãos, estamos vigiarem, somos parte destes números, destes fiéis, que os mantemos fiéis, mantemos fiéis até ao fundo.
Então seremos transformados, como diz aqui. No momento, não abrir e fechar olhos ao ressoar da última trombeta, da sétima trombeta.
Cris irmãos, estudem conjuntas, agora nos dias aqui, durante as festas, leiam e estudam e osso os meus sermões acerca do mundo do futuro. Eu gravei uma série de seis sermões do mundo do futuro. Quero que voltem e hoje são esses sermões que estão no nosso cita-agreja e hoje são novamente. Particularmente, no dia dos trombetas, os sermões apropres nos dias de festas, no primeiro dia, no último dia, aqueles sermões que foram feitos especialmente para esses dias. Estudem nesses dias esses sermões. No momento, versículo 52, no abrir e fechar de olhos, ao ressoar da última trombeta, a trombeta soará. Os mortos ressuscitarão incorruptíveis. Mas que grande esperança, cris irmãos, isto é o que nós temos esperança, isto é o que nós estamos à espera da ressurreição para oferecermos ressuscitados com um corpo novo, incorruptível. E nós, os que ainda estejam-nos a viver, seremos transformados neste corpo corruptível para um corpo incorruptível. Vejam aqui em 53, porque é necessário que este corpo corruptível se revista de incorruptabilidade e o corpo mortal se revista da imortalidade. E quando este corpo corruptível se revestir de incorruptilidade e o corpo que é mortal se revestir de imortalidade, então se cumprirá a palavra que está escrita, tragada foi a morte pela vitória. Esta é a nossa esperança, cris irmãos. Esta é o que nós estamos aqui, porque uma vez ressuscitados com um corpo interno, com um corpo saudável, com um corpo incorruptível, então o reino de Deus vai reinar aqui na terra e vai trazer paz à terra. Esta é a nossa esperança, cris irmãos. Esta é a nossa grande esperança que temos. Por isso é que precisamos esperar por ele, porque ele é leal e ele vai vir. E isto é muito encurujador. Vejam o que se faz favor no versículo 57. Graças a Deus, que nos dá a vitória por intermédio de nosso Senhor Jesus Cristo. Portanto, meus amados irmãos, sede firmes, inabaláveis, sempre abundantes na obra do Senhor. Sempre abundantes na obra do Senhor. Qual é a obra do Senhor? De proclamar ajudar a proclamação da obra das Boa Nova do Evangelho, do reino de Deus, a esta terra como um testemunho. Queridos irmãos, é-se tu, sou eu, somos nós abundantes nesta obra sabendo que no Senhor o vosso trabalho não é vão. Vão.
Queridos irmãos, toda a criação espera para nós, como leem em Romanos 8, 19. A criação espera para nós. Tudo está à espera de nós. Seremos nós a razão, porque o reino de Deus ainda não veio, porque ainda não estamos prontos, mas lembrem-se, o gatilho já foi disparado. Ou nós vamos estar prontos, ou não? Mas as coisas estão a andar para a frente muito rapidamente agora. Somos fiéis, até ao fim, ou não? Porque em Apocalipse 19, versículo 7, vimos que vamos estar prontos. A noiva vai estar ataviada. A pergunta é, é-se tu e eu parte dessa noiva ou não? Porque a noiva vai estar ataviada? O gatilho já disparou, o tempo está a andar, o relógio está a andar e está aqui, a porta, a bater a porta. A pergunta é, estamos a ver as coisas ao volta do mundo? Estamos a vigiar? Sim, é fácil vigiar o Médio Oriente. É fácil vigiar a Europa. É fácil vigiar o que está a acontecer às nações de Israel. Temos que conhecer quem é Israel físico. Mas estamos a fazer a obra de Deus? Estamos a fazer a obra de Deus? Estamos abundantes na obra do Senhor? Sabendo que no Senhor o nosso trabalho não é vão?
Virem comigo, se faz favor a Lucas capítulo 21. Lucas capítulo 21.
Versículo 39.
Perdão, o versículo 29. Lucas 21, versículo 29. Ainda lhes propôs uma parábola dizendo, vê da figueira e todas as árvores. Não só a figueira, mas todas as árvores. Vejam as árvores. Quando começam a brotar, vendo o sabês por vós mesmos, que o verão está próximo. Olhem para o mundo a vossa volta. É como é uma figueira, como estas árvores. Vem estas coisas que estão a acontecer no Médio Euro y Entro, na Europa. A crise financeira, estas tsunamis, estas volcâneos, estes termotos, estas ciclones e temporais, e crise de óleo no golfo. E estas coisas enormes, desastres enormes, como nunca antes. Quando veem isto a brotar, o verão está próximo. Assim também, quando veem isto acontecer, estas coisas sabem que está próximo o Reino de Deus. Em verdade, vos digo que não passará esta geração. Sem que tudo isto aconteça. Vai acontecer nesta geração, queridos irmãos? Passará o céu e a terra, porém as minhas palavras não passarão. Acauta-lávos por vós mesmos. Por que é que temos que vigiar? Porquém temos que estar a procurar? Temos que acautalar a nós mesmos. Para que nunca vos suceda o que vos, que o vosso coração fique sobrecarcado com as consequências da orgia e da embriagadez e das preocupações deste mundo, para que aquele dia não veja sobre vos repentinamente como um laço. Queridos irmãos, precisamos de amar um aos outros, como os irmãos, porque Jesus Cristo disse, quando vocês amam uns aos outros, a isso o mundo vos conhecerá, que são meus, que são cristãos. Vigiar é pois. A todo tempo, orando, para que possais escapar de todas estas coisas que têm de suceder e estar em pé na presença do filho do homem. Como é que devemos testar, a preparar e a vigiar? Pedro nos disse como fazer isso. Vejam como isso faz devor no segundo livro de Pedro. Pedro, segundo Pedro, capítulo 1. Vamos começar a ler o versículo 3. Visto como, pelo seu poder divino poder, nos têm sido doadas todas as coisas que conduzem à piedade. Deus nos deu todas as coisas que nos conduzem à piedade. Queridos irmãos, temos que pôr piedade na nossa vida. A piedade é uma natureza de vina, é de sermos como Deus é.
Pormos o caráter de Jesus Cristo, o amor de Jesus Cristo. Amaram-nos outros como Ele nos amou. Isto é que precisamos de pôr na nossa vida. Conduzir a nossa vida à piedade. Pelo conhecimento completo daquilo que nos chamou para a Sua própria glória e virtude, pelos quais nos têm sido doadas as Suas preciosas, muito grandes promessas, para que, por elas, vos tornei com cão participantes da natureza divina. Livrando-vos da corrupção das paixões que há no mundo, por isso mesmo vos, reunindo toda a vossa diligência, com toda a vossa força, associar-o com a vossa fé, a virtude. Com virtude, o conhecimento. Com o conhecimento, o domínio próprio. Com o domínio próprio, a perseverância. E com a severança, a piedade. Isto é avirem a ser com o caráter de Deus como Deus é. Com a piedade, a fraternidade. Amor de um para com o outro de irmãos. E com a fraternidade, o amor agápio, o amor de Deus, que é o amor, sobre tudo, o carinho, como Deus tem para conosco. Porque estas coisas existindo em vós, e em vós aumentando, diz que estas coisas estejam a aumentar, a crescer. Fazem com que não sejais nem inativos, nem infrutuosos, no pleno conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo. Isto é, porque se tivemos estas coisas, vamos ser ativos, vamos estar a fazer a obra de Deus, vamos estar a pregar o reino de Deus, como ele nos diz, e por isso não vamos estar a dormir. Vamos ser das cinco virgens, que são prudentes, que são sábias. Pois aquela quem estas coisas não estão presentes é cego, vendo só o que está perto, esquecido da purificação dos seus pecados da outra hora. Por isso, irmãos, procurai, com diligência cada vez maior, confirmar a vossa vocação e eleição, confirmar a razão, porque fomos chamados, a razão de que estamos a viver a nossa vocação, a nossa responsabilidade na nossa vida. Por quanto procedendo assim, não tropecerás em tempo algum. Porque se fizemos isto, nunca vamos cair, nunca vamos adormecer, vamos estar prontos, vamos estar ataviados. Pois desta maneira, tome a nota, pois desta maneira é que você será amplamente suprida. É desta maneira que você vai ser dada, com grande amplificação, com grande quantidade, a entrada no Reino Eterno de Nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. É desta maneira que você vai ser dado, com grande quantidade, a entrada, a capacidade de poderem estar no Reino de Deus. É desta maneira. É algo que temos que fazer, queris irmãos, temos que fazer algo. Não é só ter fé. É preciso associar com a fé virtude, o conhecimento, o domínio próprio, a perseverança, a pedala, a fraternidade, o amor. Não é só fé. É muito mais do que fé.
Isto é a nossa garantia, queris irmãos. É o nosso seguro de vida, o nosso seguro de vida eterna. É a nossa garantia para a vida eterna. Se fizermos isto como Pedro diz. Queris irmãos, 16h, os bons dias de festa, trombetas, dia de despiação, festa de tabernáculos e o último grande dia. Estudem a significar destes dias com temor e tremor de Deus. Estudem usando os sermões que eu preparei para este propósito. Os sermões entitulados, o mundo do futuro. Não acreditem a mim, queris irmãos? Acreditem no que a Bíblia diz. Olhem para grande esperança do plano de salvação de Deus. Certamente, queris irmãos, Jesus Cristo vem sem demora. Ele está à porta. Estamos nós prontos? Estamos ataviados? Que a graça do Senhor Jesus Cristo esteja com vosco? Até a próxima, aqui a Jorge Câmbios, queris irmãos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).