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FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO FALA DE MUNDO Bom dia, boa tarde, irmãos, aqui, aos campos. Falando de irmãos, vocês provavelmente já viram muitos gêmeos e como os gêmeos sejam, dois rapazes ou duas moças ou um rapaz e uma menina, geralmente os gêmeos são grandamigos. Vivem sempre juntos, têm muitas semelhanças, muitas coisas idênticas, talvez, e é difícil de separar esses gêmeos, às vezes é difícil até de identificar um do outro. Na Bíblia, há dois grupos de gêmeos que são ensinados, um é o Isaú e Jacó, e o outro é o Prech e Zará. O Prech e Zará tem um significado especial, representando a descendência de Juda, e tem um significado especial, por isso é que é mencionado na Bíblia, e o outro, Isaú e Jacó, também é mencionado na Bíblia, porque tem lições muito importantes para todos nós. Está claro, além de lições, o caso de Isaú e Jacó são casos proféticos, profecias de nações que viriam existir, e que há certas profecias, há certas dessas nações. No entanto, o meu tema hoje em dia não é de falar acerca dessas razões proféticas, dessas duas nações, mas é dar lições que aprendemos das atitudes e dos enganos que vieram de Isaú e Jacó. Por isso hoje, vamos ver algumas características destas duas pessoas, e aprender certas lições dessas características. Então, se virarem comigo, se faz chavô para a Génesis, capítulo 25, começando a ler no versículo 19, diz assim, são estas as gerações de Isaac, filho da Abrão, Abrão gerou Isaac, era Isaac de 40 anos, quando tomou por esposa a Rebeca, filha de Betuel, o Arameu, de Padán Arán, e irmã de Labão, o Arameu. Isaac orou ao Senhor, por sua esposa, por sua mulher, porque ela era estéril, e o Senhor lhe ouviu as orações em Rebeca, sua mulher, concebeu. Os filhos lutavam no ventro dela. Então vejam aqui, estava grávida, os bebés ainda não tinham nascido, eram gêmeos, e mesmo antes de nascer, já estavam em guerras, um contra o outro, já estavam a lutar um contra o outro. E diz, continua assim, então diz, se é assim, porque vivo eu e consultou o Senhor. Não era umas dores nos ventres, que sejam, digamos assim, naturais, quando as senhoras estão esperem o bebê, mas era um acontecimento muito diferente, que ela sentiu algo aqui errado e, por isso, consultou o Senhor. E continua na lena, então, no versículo 23, responde-lhe o Senhor. Duas nações há no teu ventre. No teu ventre existem duas nações. Dois povos nascidos de ti se dividirão. Um povo será mais forte que o outro e o mais velho servirá ao mais moço. Isto é, o que vai nascer primeiro, o primogênito vai servir ao se que nascer em segundo lugar.
Então, continua na lena, no versículo 24. Compris os dias para que dessa luz, eis que se achavam gemes no seu ventre. Saiu o primeiro ruivo, todo vestido de pelo, por isso, lhe chamaram de Isaú. Então, saiu o primeiro e lhe deram o nome de Isaú. Depois, nasceu o irmão, segurava com a mão o calcanhar de Isaú, por isso lhe chamaram Jacó. Era Isaque, de 60 anos, quando a Rebecca lhe deu a luz. Quer dizer, está a fim de 30 anos estarem casados sem terem filhos. E aqui vemos, então, um ponto importante. Jacó agarrou-se a calcanhar de Isaú. Digamos assim, o agarrador do calcanhar, digamos assim, o suplantador do calcanhar. Aquel que toma o lugar do outro, agarrando o calcanhar e tomando o lugar do outro, foi Jacó. E ele fez isso, inicialmente, por enganos.
Por isso, vemos aqui uma lição importante destes dois bebés, digamos assim, bebés inocentes. Um deus de 500, uma lição que é espiritual para nós.
Está claro, como disse, não estou a falar da descendência política dessas nações, que tem implicações no Oriente Médio, particularmente antes da vinda de Jesus Cristo, porque sabemos que em Israel, de Israel, Jacó, vieram as 12 tribos, das quais uma delas é Judá, que é a nação Israelita hoje em dia. Mas está claro, existem outras nações que são parte da descendência de Jacó.
E depois, já em Saúo, dele, da sua família, vieram os árabes e os palestinos, os filistinos, como se chamasse na Bíblia, e sabemos que essa rua até se vai acasar com uma filha de Ismael. Não vou, como disse, falar acerca das implicações políticas e proféticas destas, dos dois grupos de nações de Israel e dos árabes, digamos, e palestinos, através de que eles têm havido tantas guerras e continuam avendo e que só acabarão quando Jesus Cristo vier. Mas a lição que eu quero focar hoje em dia, é que há uma grande diferença na maneira de fazer coisas, que é um princípio espiritual, que estas duas pessoas representaram, ou representavam inicialmente, antes de se arrependerem. E há uma lição importante aí, porque embora estas pessoas tivessem certos problemas, e sim certos se arrependeram, ambos se arrependeram, sabemos que, ao fim da história, os dois irmãos viveram felizes conjuntos, que uma vez mais há um assunto profético, que, ao fim, depois da vinda de Cristo, estes dois grupos de nações de Israel, estes dois grupos de nações vão viver juntos em paz. Mas vence aqui que Jacob foi abençoado primeiro, embora ele não tivesse sido o primogênito. Vence que um havia de ser mais forte que o outro. E aqui está uma grande lição que devemos aprender de Deus, porque Deus é o Mestre Oleiro. Ele decide de trabalhar com a massa, com o barro. E com a massa faz desta massa um certo objeto, e desta mesma massa faz outra parte, desta mesma massa faz outro objeto. E Deus decide quando é que vai fazer um e trabalhar com um, e quando é que vai trabalhar com o outro? É decisão dele. E não é que este seja o melhor ou o pior, porque são da mesma massa. Vieram da mesma descendência, a braão e a saca. E de saca com o rebeca. Vieram da mesma descendência. Mas Deus decidiu fazer coisas de uma certa maneira, e precisamos de, em primeiro lugar, aprender, que é Deus que decide quando e como trabalha com você e comigo. E que eles irmãos, é verdade, com todos os irmãos na igreja, alguns irmãos na igreja, por exemplo, são abençoados primeiro, ou têm mais pensões hoje em dia. Outros serão abençoados mais tarde. Trancerem certas pensões mais tarde. Uns são mais fortes, talvez espiritualmente, talvez fisicamente, seja como for. É decisão de Deus a quem vai dar certas habilidades, certas pontes fortes. É decisão dele, é ele que decide. E não é que um seja mais amado que o outro, é simplesmente que Deus decide trabalhar com um primeiro e depois com o outro. Por exemplo, na igreja, algumas pessoas têm certas pensões. Agora, por exemplo, alguns talvez tenham certas pensões, digamos assim, por exemplo, financeiras. Alguns outros têm certos talentos, habilidades que outros não têm. É decisão de Deus quando e como nos abençoa. Ao fim de contas, Deus é justo e, ao fim, destas contas todas. Todos seremos recompensados de acordo com os talentos e com o que nós fizemos com esses talentos que temos. Mas quando somos abençoados, ou quando é que vamos ter certas pensões, é decisão de Deus. Ele é que decide quando. E, por isso, Deus decide quando nos chama e quando não nos chama. Nós, por exemplo, conhecemos na Igreja de Deus, muito bem esta Escritura, em João capítulo 6, 44. João 6, 44.
Que diz, basicamente, que é Deus que decide quando nos vai chamar. Viremos em João 6, 44. Diz assim, Ninguém pode vir a mim, é Cristo. Ninguém pode vir a ser um verdadeiro cristão, se o Pai, que me aviou, não o trouxer. E eu o ressuscitarei no último dia. É a decisão do Pai quando vai trazer essa pessoa a Cristo, e a decisão do Pai, se vai ser agora ou vai ser mais tarde.
Deus decidiu trabalhar primeiro com um dos destes dois gêmeos, que foi Jacó. Mas ele também trabalhou com isso, o. Por causa de que Deus trabalhou com um primeiro e com o outro depois, durante esse período em que Deus estava a trabalhar com um, houve certos problemas. Houve certos problemas. E houve uma inimisada entre eles por causa disso. Mas lembrem-se, que Deus permitiu e decidiu isso para nos dar uma lição espiritual. Porque, ao fim de conta, as estudas de acordo com a sabedoria e a preciência de Deus, o conhecimento de Ele, Ele sabe o que é melhor para nós. E precisamos ter fé e confiança nele.
Vigemos em Atos capítulo 2, versículo 23. Atos 2, versículo 23 diz assim, falando aqui acerca dos Israelitas e o que Deus estava a fazer aqui, durante o dia de Pentecostes, diz assim, no versículo 23, sendo este, isto é, Jesus Cristo entregue pelo determinado desígnio e preciência de Deus, o Pai.
Vós o mataste, Jesus Cristo, crucificando-o por mãos de inículos. Aqui está a dizer que Deus, o Pai, a sua sabedoria, a sua preciência, decidiu fazer certas coisas. Ele tem um plano. E a conta será de acordo com o seu plano.
Por isso, em Coreia, o Pai que está em céu, venha o Teu rei na terra, seja feita a Tua vontade na terra como no céu. É a vontade de Deus, é o plano de Deus que será feito. Deus, ao fim de contas, está em completo controle. Em completo controle. Não foi que o homem caiu porque Deus não estava a... Não reparou e foi... Oh, como é que isto aconteceu?
O homem caiu. O que é que vamos fazer agora? Não, não. Foi... Deus permitiu. De acordo com o seu plano. Satanás não está a destruir o plano de Deus. E Deus não está a fazer uma circunvenção, por causa do que Satanás está a fazer, porque se Deus tivesse a fazer essa circunvisão, então estávamos a dar crédito a Satanás, dando-o o mais poder que ele, na realidade, tem. Cris irmãos, sim, Satanás engana, engana o mundo inteiro, mas nós, por outro lado, somos responsáveis também, porque nós é que pecamos e é nossa responsabilidade.
Não podemos estar a dizer, olha, foi a culpa de Satanás, o Satanás é que fez com que eu fizesse isso. Não, nós é que fazemos, é nossa responsabilidade, é o nosso pecado, é a nós a que nos temos para arrepender. E por isso, nós estamos a dar a vida, e por isso, quando pecamos há consequências, há consequências.
E, por causa disso, nós podemos estragar, digamos assim, a nossa vida, das nossas próprias ações e consequências. Ou, as nossas ações e consequências podem afetar outras pessoas negativamente e vice-versa as ações de outras pessoas podem afetar as, nós negativamente também. Mas o ponto é que Deus sabia muito bem a fraqueza humana. Por quê? Porque Deus nos criou com a natureza humana. E ele, por causa disso, sabia muito bem a fraqueza da carne. E sabe, e sabe. E por isso, Deus está a gerar, gera, gera dentro desta restrição que temos, que é a natureza humana e a restrição que Ele pôs sobre nós, porque nós temos que vencer esta fraqueza da carne.
Temos que aprender lições disso. Mas todos nós, você e eu, todos nós, ao fim de contas, somos do mesmo sangue. Somos da mesma família, ao fim de contas, todos viemos, de não é, e de Adão e Eva. Vejam que o Mico se faz favor em Romanos capítulo 9. Romanos capítulo 9, versículo 20 a 21.
Quem é a estua o homem para discutir-se com Deus? Proventora, pode o objeto perguntar a quem o fez? Porque me viseste assim. Podemos perguntar a Deus? Por que me viseste assim, enquanto ao meu irmão ou outro amigo ali, eu fizeste-o de maneira diferente? Ele é mais perto, ele tem mais dinheiro, tem mais melhores condições, tem mais habilidades, eu não tenho.
Posso eu estar reclamar a Deus? Por que é que fizeste isto? Por que é que fizeste assim? Versículo 21. Ou não tenho o oleiro direito sobre a sua massa? Sobre a massa. Para do mesmo barro fazer um vaso para honra e do mesmo barro fazer outro vaso para desonra. É decisão de ele. Com esta massa, ele faz um barro para um certo uso e com a mesma massa faz um barro para um uso diferente. E nós somos simplesmente este barro que vem desta massa. E Deus decide quando nos abençoar e quando não, quando fazer certas coisas conosco e quando não. É decisão de ele. Aqui está a lição, queres irmãos. A lição que eu quero deixar com vosco é a seguinte.
Como é que você reage a esta situação? Qual é a sua atitude? Se você é abençoado agora, você quer enganar os outros para ter mais dinheiro, mais benções e mais coisas, quer usar isso para enganar outros, quer usar esse poder para enganar. Por outro lado, se você tem que esperar, qual é a sua atitude?
Está a ficar você chateado, porque o outro estava a ser abençoado agora, está a ficar você irritado, está a ficar você desapontado, está a ficar você amargo. Queres irmãos, se uma pessoa é abençoada agora e se o outro será abençoada depois, é decisão de Deus. Não é que uma pessoa seja melhor que a outra, é que uma seja mais pecador que a outra, não. É decisão de Deus. Sim, é possível que um seja mais pecador que a outra, e por isso há certas consequências. Não estou a dizer que não é isso, mas o ponto que estou a dizer é que Deus decide.
Deus decide quando nos chama, Deus decide quando nos abençoa, Deus decide quando não nos abençoa. Deus nos deixa passar por certas provas. Porque para o nosso bem, para o nosso bem, porque Deus nos ama, e Ele sabe o que é melhor para nós. E aqui está um teste de fé. Fé que Deus sabe melhor. Um teste de fé. E por isso aqui está o perigo, que aqueles que têm que esperar, tornam-se amargos, tornam-se aumentos, como o Isaúl.
E aqueles que têm sucessos agora, aqueles que estão a suplantar, estão a agarrar o alcalcanhar do outro, às vezes enganam outros para ainda terem mais sucesso nas coisas que estão a fazer. Está claro, que, dizis-me, há sempre um tempo para coisas boas e às vezes para coisas más. Vejam em Ecclesiastes 9. Ecclesiastes 9.
Ecclesiastes 9, versículo 11, diz assim, vi ainda debaixo do sol, que não é dos ligeiros o prémio, nem dos valentes a glória, nem tão pouco dos sábios o pão, nem ainda dos prudentes, a riqueza, nem dos inteligentes o favor, porém tudo depende do tempo e do acaso. Sim, há certas situações que Deus deixa acontecer. E pode ser por acaso, mas há em certas situações que Deus escolhe. Deus escolha. Se Deus faz uma escolha específica para o seu plano, que, digamos assim, pode parecer por acaso. Mas precisamos ter cuidado, porque às vezes é uma benção de Deus e dizemos, olha, foi por acaso. Foi por Deus que nos abençoe. Precisamos ter cuidado, não dar a reconhecer ou dar glória ao acaso, em vez de dar glória a Deus. Precisamos ter cuidado com isso. Mas o ponto aqui é que, embora haja situações assim, precisamos reconhecer que Deus sabe o que é melhor para nós e que tudo será para o bem. Vejam comigo, por favor, em Romanos capítulo 8, versículo 28. É uma escritura que todos nós conhecemos bem, Romanos 8, versículo 28. E diz assim, sabemos que todas as coisas cooperam para o bem. Daqueles que amam a Deus. E está claro que Deus ama a nós. Tudo que opera para o bem daqueles que amam a Deus. Infelizmente, muitas pessoas põem um ponto final nesta frase, aqui mesmo. Mas lembrem-se que tem uma vírgula, porque a frase não acabou, continua. E diz assim, daqueles que são chamados segundo o seu propósito. Não é só daqueles que amam a Deus, mas é daqueles que são chamados segundo o seu propósito.
E isso é outra parte desta condição. Porque se Deus tem um plano para você, agora, tudo vai correr bem desde que você ama a Deus. Porque Deus tem um plano para você. E por isso, é importante nós entendermos que Deus tem um plano para nós. E que Deus nos chama de acordo com o seu propósito. Estamos a ouvir esta mensagem, estamos a entender estas palavras, porque Deus nos chama de acordo com o seu propósito. Então, vejemos um bocadinho mais desta lição de Jacó, em Nissau. Então, vamos voltar a Génacias, capítulo 25. Vejam, então, o versículo 28. Diz assim, Isaac amava a Isaú, porque se saboreava de sua caça. Agora, lembrem-se que Deus tinha dito ao Isaac e ao Isaú antes de eles nascerem, que o segundo, o que nasceria em segundo lugar, estaria sobre aquele que nasceria primeiro. E, por isso, o Isaú estava, digamos assim, predeterminado por Deus, que receberia as benções depois. Inicialmente, saíram para Jacó. E Isaac sabia disso. E Isaac sabia disso. Isaac sabia disso. Mas Isaac tentou alterar o plano de Deus.
E dizia aqui, Rebecca porém amava Jacó. Vessa, então, aqui uma situação que havia um problema na família. Havia um grande problema na família.
O problema tornou-se tão grande que houve várias zangas em casa, entre o Jacó, perdão, entre Isaac e a Rebecca. Houve várias zangas. E isto, está claro, afetou os jovens. E o resultado dessas zangas foi mais zangas. Vejam, por exemplo, no versículo 29. A 31 tinha Jacó feito um cozinhado. Quando esmorcido, veio do campo em Saú. Ele disse, peço que me deixas comer um pouco deste cozinhado vermelho, postou o esmorcido. Daí chama-se Idon. E disse, Jacó, vende-me primeiro o teu direito de primogenitura. Jacó sabia-se alguma dessas coisas e já havia esta contenda. Por outro lado, e Saú desprezou a primogenitura. Tratou-me assim como. Isso não foi um senado importante. Aqui está outra lição para nós que precisamos de ter cuidado e não desprezar a nossa primogenitura. Qual é a nossa primogenitura espiritualmente? É porque somos chamados agora para a Igreja de Deus. Os outros vão ser chamados depois. E por isso, porque estamos a ser chamados agora, precisamos de respeitar esta chamada e ter muito cuidado e não a desprezar. Não a desprezar.
E por isso, vê-se que houve ainda mais angas na família. Vejam, por exemplo, no capítulo 27. Jénaças 27, como se chama ler no versículo 1, Tendo-se envelhecido e saque e já não podendo ver, por os olhos se lhe enfrequeciam, chamou-se-o seu filho mais velho e disse-se, meu filho, responde-o-ele, que estou. Diz-se, pai, estou velho e não sei, dina, minha morte. Agora, pois, toma as tuas armas, a tua aljava e o teu arco, sai ao campo e apanha para mim alguma caça. Faz-me uma comida saborosa, como eu perci, o tu sabes fazer este, esta calerada assim de carne selva, eu gosto disso, traz-me para que eu coma e te abençoe antes que eu morra.
Lembrem-se que Saco sabia que a benção devia ser dada primeiro, a Jacó, porque Deus lhe disse isso antes dos meninos nascerem. E ele está a tentar aqui fazer o seu ponto contra a vontade de Deus. E Rebeca esteve escutando, enquanto Saco falava com Isaú, seu filho, e foi Isaú ao campo para apanhar a sua caça e trazê-la, entando isso Rebeca a Jacó. Seu filho, ouviu o teu pai falar com Isaú, teu irmão assim, traz caça e faz uma comida saborosa, para que eu coma e te abençoe diranto o senhor antes que eu morra. Agora, pois meu filho, disse Rebeca a Jacó, atenda as minhas palavras como o teu ordem, vai ao Rebeca e traz-me dois cabritos, e de eles farei uma saborosa comida para o teu pai, como ele gosta, como ele aprecia. Então levarás essa comida ao teu pai para que a coma e te abençoe antes que morra, para tu receberes a benção. Vê-se aqui esta disputa na família, uma vez mais a aparecer. E disse, corre-me, Rebeca, sua mãe. E seu meu irmão é homem cabeludo e homem liso. Dar-se ao caso que meu pai me apalpara e passarei as seus olhos por um zombador, por uma pessoa que é um enganador. Eu parcei um zombador, mas não é que ele parecia, é que ele se tornou um zombador, se tornou um enganador. E assim trará-se sobre mim maldição e não benção. Responde-lhe a mãe, caia sobre mim esta maldição, meu filho, atento-se ao mente ao que te digo, vai e traz-nos. Ele foi, tomou os trouços a sua mãe e fez uma saborosa comida, como o pai dele apreciava. Então foi isso que aconteceu. E o caso é que, quando o Isaouva é conhecido, ele odiou, odiou o seu irmão. Vê-se aqui uma atitude entre as dois por causa desta disputa na família, que podia ter sido feita de uma maneira muito amigável, mas porque o pai estava a rejeitar o que Deus tinha profetizado, o que Deus queria, ao fim de contas, o pai não conseguiu fazer isso, porque vejam, por exemplo, quando o pai reconeceu que tinha dado a benção ao filho rato, diz assim, no versículo 33 de gênaus 6,27. Então, o Isaouvi, saco de violenta comoção, estremeceu porque ele sabia que tinha ido contra a vontade de Deus. Em crise de mãos. E aqui se vê que não se pode ir contra a vontade de Deus, não se pode fazer coisas contra a vontade de Deus. Isto é, a vontade de Deus é a Suprema, e está aqui uma grande lição. A grande lição é que não podemos ter uma intervenção humana contra a vontade de Deus, não podemos ter uma intervenção humana contra a vontade de Deus. Essa não é necessária, porque a intervenção humana só vai causar mais problemas. Não engano seu irmão, Jacó teve que aprender essa lição, e como é que ela aprendeu essa lição? Porque recebeu o mesmo tratamento do seu tio Labão. Foi enganado pelo seu tio. E por isso ele teve que deixar a situação da sua mulher, porque ele queria casar com... Vemos aqui a Raquel.
Queria casar-se com a Raquel, mas o tio lhe deu alí a. E ele foi enganado. E depois, vê-se aí que houve vários enganos que Labão tentou enganar, várias vezes, e mudar a recompensa de Jacó. Jacó teve que aprender esta lição para não fazer nada de achar as coisas na mão de Deus. Teve que aprender essa lição. Teve que se arrepender e teve que aprender a lição, que não vale a pena enganar o próximo. Não vale a pena. Só vai causar mais problemas. Deixe-as as coisas nas mãos de Deus. Faz o que é possível e deixe-as as coisas nas mãos de Deus. Por outro lado, o Isaú teve que aprender a lição. E enquanto teve que esperar, não devia ficar ciumento e envejoso. Porque ao fim de contas, ao fim desse tempo, sim, sabe-se, que ele quis matar o irmão, mas, ao fim do tempo, ele foi bençoado. Vejam, por exemplo, em Génacias 27, 47, 41. Diz-se, passou Isaú a odiar a Jacó por causa da benção com que seu pai o tinha bençoado. E disse consigo, vem próximos dias de luto por meu pai. E então, matarei a Jacó, meu irmão. Porque ele teve inveja, teve uma managura e queria matar o irmão.
Queria, irmãos, precisamos ter cuidado. De não permitir esta raiz da managura crescer na nossa vida. Quando vemos outros a serem abençoados, precisamos ter cuidado, não ter essa raiz da managura. Vejam, por exemplo, como diz aqui em Hebreus 12. Hebreus 12, versículo 14, 16.
Segui a paz com todos e a santificação, sem qual ninguém verá o Senhor. Precisamos de seguir paz com os irmãos, com todos. E a santificação, ser separados, não como ter pecados, ser santos. Precisamos de seguir isto. Porque sem esta paz de seguir paz com os irmãos e sem seguir esta santidade, de sermos diferentes, de sermos santos, não veremos o Senhor. Não veremos ou não estaremos ressuscitados, a segunda-vinda de Cristo.
Atentando-o diligentemente, porque ninguém seja faltoso, separando-se da graça de Deus, nem haja alguma raiz da managura, raiz da managura, que, brotando-os pergunte-os, e por meio dela, desta raiz da managura, muitos sejam contaminados, corrompidos, perdem a salvação. Nem haja algum impuro, isto não é santo, que segue um caminho de impureza, de falta de santidade, ou profano, ou profano, ou pessoa que não está a seguir o caminho segundo Deus. Impuro ou profano, como foi essa U, o qual, por um repasto, vendeu-se o direito de primogenitura. Cris irmãos, aqui vemos que este simbolismo de impureza, em grego, na palavra grega aqui, nesta secção, algum seja impuro. A palavra grega aqui é pornos, que é, muitas vezes, traduzida como fornificação, fornicar. O que é isso? É simplesmente prostituir o corpo por um certo preço. E essa U prostituiu o seu corpo, que era a primogenitura, por um certo preço, o preço que era um bocado sopa, vendeu o seu direito de primogenitura. Representa aqui uma impureza, ou um ato de pornos de prostituição, de vender o que é seu por um certo dinheiro. Aqueles irmãos precisamos ter cuidado, por estar aqui a falar, desta raiz da margura que isso a U teve. E por causa dessa margura, acabou por fazer certas ações, uma das quais é esta impureza, esta ação de vender algo seu por dinheiro, para receber o dinheiro, isto é, desprezou, desprezou a primogenitura.
E nós precisamos aprender essas lições de precisar ter cuidado, porque ele não só foi impuro, mas foi profano, isto é, profano, isto é, que não foi segundo, um homem segundo Deus, não foi santo. E por isso nós temos ter cuidado de seguir a paz e a santificação, como diz aqui. E por isso, quando você não recebe certas benções agora, precisa ter cuidado, que não fique-se aumento, que não fique amargo, mas que se lembre que é uma aprovação para esperar pelo seu tempo.
Por isso a lição aqui é como nós, como os primeiros frutos, como as primícias do rei Deus, não devemos desprezar o don desta primícia, que é o Espírito Santo Deus, não devemos desprezar a Igreja de Deus. Mas devemos ter cuidado com o que temos com esta primoginitura. Romanos 8, voltando a Romanos 8, quando lemos há pouco, versículo 23. Romanos 8, versículo 23.
Sabemos que no versículo 28, que lemos há pouco, é que todas as coisas cooperam por bem daqueles que amam a Deus e daqueles que são chamados segundo seu propósito. Mas agora estamos a ler aqui no versículo 23. Diz assim, e não somente ela, mas também nós. Isto é, não somente a criação, as pessoas todas e a criação, e foi criado através da criação, mas também nós que temos as primícias do Espírito. Temos esta primos de nitura. Igualmente, chamemos, em nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos.
Precisamos de esperar, em fé, para sermos filhos, para recebermos as benções, porque o mundo está a receber benções hoje. O mundo está a ser sucesso, pessoas têm dinheiro, têm essas coisas todas. Nós, na Igreja de Deus, muitos de nós não temos essas coisas. Precisamos, por isso, ter cuidado, não ter a margura, esperar em fé. E, precisamente, igualmente, chamemos, em nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos, a redenção do nosso corpo. A nossa benção é para vir e vai ser grandíssima. Vai ser grandíssima. Por isso, temos que esperar. Temos que esperar. Esperar pela salvação de Jesus Cristo. E essa é uma lição para nós. Vejam, por exemplo, no versículo 18 a 22, do Romanos 8. Porque, para mim, tenho por certo que os sufrimentes do tempo presente não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós, a ardente espetativa da criação, a guarda a revelação dos filhos de Deus. Toda a criação espera para que nós venhamos a ser filhos e filhas de Deus. Pois a criação está sujeita à vajade, não voluntariamente, mas por causa daqueles que a sujeitou. Na esperança de que a própria criação será redimida, será comprada do cativeiro da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. Cris irmãos, todo mundo vai ser libertado desta corrupção, mas os filhos de Deus vão ser os primeiros a receber essa venção. Porque sabemos que toda a criatura, a um só tempo, gêne e suporta angústias até agora. E não só menta ela, mas também nós, que temos as premissas do Espírito, que antes mesmo é nosso íntimo, aguardando a filiação de filhos, a retenção do nosso corpo. Cris irmãos, temos que esperar até a vinda de Cristo. Temos que esperar até quando Jesus Cristo vier e revelar quem são os verdadeiros filhos de Deus. E por isso é que Deus diz em João, através de João, João 665, diz assim, João 665. Por causa disso, é que vos tenho dito, Ninguém poderá vir a mim, isto é, Cristo, se pelo Pai não for consistido. Cris irmãos, nenhuma pessoa pode ser um verdadeiro cristão, a não ser que sejam chamados pelo Pai. Cris irmãos, Deus não está a perder a batalha, mas a humanidade vai ter que esperar. Laque e saúde, teve que esperar. Muitos são chamados, mas poucos são escolhidos. Entretanto, não devemos de ser invigosos e buscar as nossas coisas para nós próprios, porque isso é uma atitude de Satanás, uma atitude incorreta. Vejam em Tiago 3, versículo 14, 16.
Se pelo contrário, tendo em vossa coração inveja a margurada, não devemos ter esta amargura, não devemos estar amargurados. E se tendo em vossa sentimento facioso, isto é um sentimento de pôr a mim próprio à frente.
Nem os gulheriais disso, nem mentas contra a verdade, não estejam a enganar pessoas. Estamos aqui a falar acerca de enganos e atitudes. Esta não é a sabedoria que desce lá do alto, antes é terreno, animal e demoníaca.
Se temos inveja, somos amarguros, se temos sentimento facioso, que é para eu ser primeiro e eu receber a benção primeiro agora, isso é demoníaco. É o que diz aqui. Por isso, cris irmãos, se você recebe uma benção agora, não engana os outros, mas tenha cuidado para não mentir contra a verdade. Se você vai ser abençoado depois, espere, sem amargura, sem amargura, sem inveja, porque o plano de Deus sabe melhor e precisamos ter fé nele, porque ao fim, todos recebrem uma benção, se nos arrependermos, se nos arrependermos. Já qual teve que se arrepender? De enganar. E quando se arrependeu para não enganar, foi abençoado. E saúo também teve que se arrepender para não matar o irmão. E quando se arrependeu, também foi abençoado. E Deus usou Jacobra ou abençoar ainda mais.
Todos nós temos que se arrepender. Então aqui está esta lição. Está esta lição importante. Primeiro temos que nos arrepender. Isto é, temos que praticar a justiça. Segundo, precisamos termos ricórdia para com todos. E em terceiro precisamos ter fé, de andar em fé, porque é Deus, que nos abençoará ao seu tempo, de acordo com o seu plano. E saúo teve que esperar. E depois de esperar, foi abençoado. Vejam, por exemplo, em Gênesis 33. Gênesis 33.
Gênesis 33.
Vigemos no versículo 4. Então, em saúo correu, a encontro e o abraçou, arrujou-se-lhe, a pescoça e o beijou. E choraram. E saúo tinha se arrependido de matar, querer matar o irmão. Já não quis matar o irmão. Houve esta irmandade entre estes dois irmãos.
Então, Deus usou Jacopro a abençoarem a mais. Espiritualmente, têm grandes lições. Físicamente, têm grandes lições. Porque quando Jesus Cristo viera, os árabes e os israelitas vão viver em paz, em harmonia, com irmãos. Mas que grande benção para o mundo da manhã. Mas está claro, tudo de acordo com o ordem e com a sequência e com o plano de Deus. Cada um nasceu o ordem. Tudo em ordem e de sentimento de acordo com o que Deus quer. Vejam, então, em Romanos capítulo 11. Romanos capítulo 11. Começamos a ler no versículo 29. Romanos 11, versículo 29.
Porque os tons e a vocação de Deus são irrevogáveis. Quando Deus decidiu que Jacob vai ser primeiro em saúde, pois, é irrevogável. E saque não podia mudar isso. Trameu fortemente quando viu que não podia fazer isso. O versículo 30. Porque assim como vos também, outra hora, foste desobdientes a Deus. Mas agora, alcançaste-me de ricórdia à vista desobdiança a Deus. Sim, todos desobdizeram. Jacob desobdeseu, enganou. E sal desobdeseu. Porque? E saúde desobdeseu, porque tinha um ódio, tinha inveja, teve uma margura. Todos foram desobdientes. Mas por causa que ambos foram desobdientes, Deus pôde demonstrar misericórdia a ambos. A Jacob e a saúde. E Deus demonstrará misericórdia a ambos. Eles alcançam misericórdia à vista da que vos foi concedida. Porque Deus, versículo 32, a todos encerrou na desobdiência, a fim de usar de misericórdia para com todos. Vê-se aqui que Deus fez isto, sim, para nos ensinar a lição que, ao fim de contas, todos nós pecamos e todos precisamos de misericórdia de Deus. Deus quer abençoar todos. Ao fim de contas. É Deus que decide. Quem é que vai abençoar primeiro e quem é que vai abençoar depois? Por isso, não estejam a fazer enganos e a enganar a outros para receberem mais benções e para receberem benções agora, ou coisa assim, porque isso só causa mais dores de cabeça.
Creios, irmãos, nós precisamos fazer a nossa parte, para fazer tudo correto, e Deus faz o resto. E, por isso, se fizemos coisas erradas, temos que nos arrepender e seguir a justiça. Segundo, quando vemos outros já andar para a frente e quando nós não estamos, precisamos continuar a andar nesse cabinho, em justiça e misericórdia, e não ficar invejoso e amargos, mas sim, regurgizar, estar alegres, quando os outros têm sucesso. E, finalmente, precisamos ter fé, andar em fé para ante Deus, tendo confiança, tendo fé, que Ele sabe o que é melhor para nós. Andar humildemente em fé para ante Deus. Isto é a justiça, misericórdia e fé, os preceitos mais importantes da lei. A gente tem que sermos feios, mais importantes da lei. Que lhes irmãos, nós seremos abençoados quando Deus decidir de o abençoar no seu tempo, de acordo com o seu plano, no reino de Deus. E por isso é que precisamos de buscar o reino de Deus, e a justiça de Deus. Por isso, pensem acerca destas lições da deceção de Jacó e da atitude de Isaú. E lembrem-se, o que diz aqui em Rumanos capítulo 11 33, que diz assim, ó, profundidade da riteza tanto da sabedoria como da conhecimento de Deus. Com insondáveis são seus juízos e com inescrutáveis os seus caminhos.
Jacó e Esaú representam dois grupos de nações que terão grande impato no futuro. A história destes dois irmãos tem um bom fim, e igualmente a história profética deste grupo de nações também terá uma conclusão feliz.
Este sermão não é acerca do significado profético destes dois grupos de nações, mas é acerca dos enganos de Jacó e das atitudes de Esaú. Este sermão descreve alguns princípios espirituais Bíblicos para podermos aprender deles e mudar a nossa maneira de viver para nos tornarmos segundo a estatura de Jesus Cristo.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).