Lembra-te do dia do Sábado - 1a Parte

Deus criou o Sábado para o nosso bem. Para provar o Sábado, tal como para provar qualquer doutrina, precisamos de basear o ensinamento no texto original bíblico, a fonte de toda a doutrina. As nossa ideias ou conclusões lógicas do nosso raciocínio não são base de doutrina. Este sermão explica que: 1) Precisamos da guia do Espírito de Deus para nos abrir a mente, e 2) Precisamos distinguir o 'tronco da árvore' dos 'ramos e galhos finos'. Devemos de nos agarrar ao 'tronco'. Usando este princípio, este sermão analisa vários trechos bíblicos para determinar se são 'troncos da árvore' ou 'galhos finos' acerca do ensinamento do Sábado.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui, aos campos. Lembre-te do dia do sábado para os santificares. É o comando que fomos e somos instruídos na Bíblia acerca do dia do sábado. Deus criou o sábado, queridos irmãos, para o nosso bem. Eu e a minha família nós, de facto, apreciamos muito e gostamos muito do sábado, pois achamos que é um grande e bom tempo para termos um relacionamento melhor com Deus-Pai, com Jesus Cristo e com os nossos irmãos cristãos. Para nós, a nossa família, é uma reunião familiar, tanto quanto possível, mas não só entre nós na família, mas também com todos os cristãos e com Deus. E, na verdade, Deus criou o sábado, para que o homem tenha tempo para meditar e tenha um relacionamento íntimo com o Seu Criador e com a família Dele. Queres irmãos, é importante, brevemente, compreendermos quem foi o Criador, porque o Criador foi o verbo. Podem ler isso em João. E o verbo veio e ficou carne, e o verbo era Deus, estava com Deus, e Ele foi o Criador de tudo, tudo que existe, como também leem em Clusensos 1, 15 e 16, tudo foi criado pelo verbo, e por isso o sábado foi criado pelo verbo. Por isso, sendo Jesus Cristo o Criador do sábado.

Isto é, o que o criou e o que o ensinou a Adão e a Eva, o que o ensinou a Abraão, o que o ensinou e que fez os Israelitas lembrarem-se do sábado que ele tinha criado durante a criação, e porque, como Deus, é o mesmo ontem, hoje e amanhã, não há nenhuma compreensão. De que Jesus Cristo o tivesse abrugado no Novo Testamento?

Por isso, o tema do meu sermão hoje, Cris Irmãos, é um de provar que devemos guardar o sábado, que o sábado é necessário para ser guardado hoje em dia, e, então, vou analisar três conclusões que pessoas usam.

Para dizer que não é necessário guardar o sábado.

Mas, para começarmos este estudo, vamos ver como vamos basear o nosso estudo. Donde é que nós obtemos a doutrina? Isto é, donde é que obtemos os ensinamentos de Deus? Nós acreditamos que a Bíblia, e só a Bíblia, no seu texto original, é a fonte de doutrina. A fonte de todas as doutrinas não é ideias que tenhamos, ou conclusões, do nosso racicínio inteligente. A fonte de todas as doutrinas é a Bíblia, e só a Bíblia, na sua forma original. Por isso, a fonte da autoridade, acerca da validade do sábado, é a Bíblia, e nada mais que a Bíblia. Mas, há muitos cristãos. Na verdade, a maioria dos cristãos, a que agredita na Bíblia, mas não guardam o sábado. Sim, guardam o domingo. Porque dizem que não é necessário guardar o sábado, ou, digamos, os ministros deles, os pastores deles, têm-lhes dito que não é necessário guardar o sábado. Aliás, dizem, devem de observar o domingo. E esses cristãos usam a Bíblia. Com um certo raciçinho, para chegar em essa conclusão. E, por isso, hoje, vamos falar acerca desses três raciçinhos, ou de três desses raciçinhos que usam. Cris irmãos, é importante que tu saibas defender a razão de tua fé. A razão porque acreditas que devemos de observar o sábado.

Precisamos de ser capazes, queris irmãos, de separar o errado do correto. Precisamos de ter bom conhecimento, para discernirmos o bem, mas também discernirmos o mal.

Infelizmente, hoje em dia há muitos, muitos cristãos que dizem que só acreditam na Bíblia, mas que chegam a daltrinhas irradas. Por quê? Não são sinceros? Não. Essas pessoas, eu acho, são sinceros. Eu acho que eles são sinceros, e que elas são sinceras. Talvez haja alguns que não sejam, mas eu acho que a maioria, a maioria, a vasta maioria, 99,99% das pessoas são sinceras. Mas, infelizmente, estão sinceramente irrados. Por isso, como é que podemos distinguir? Como é que podemos distinguir o irrado do correto? Temos que provar a nós próprios. Não precisam de acreditar em mim, têm que acreditar na Bíblia. Olhem na vossa própria Bíblia, e estudem na vossa própria Bíblia. Mas, como é possível, então, que certas pessoas estudam a Bíblia e não vêm e não chegam todos à mesmas conclusões?

É porque não estão a distinguir corretamente. E vou falar, ou digamos assim, vou introduzir um princípio importante de estudo bíblico, e está claro, há vários outros princípios. E para ver um somário de alguns dos princípios que eu já falei em seus irmãos, faça-se-vôr faça-se uma revisão dos meus irmãos que fiz há uns anos atrás, acerca dos princípios de estudo bíblico.

E vou falar acerca de um desses princípios. Em primeiro lugar, mas antes desses princípios, em um antecedente, é que precisamos que Deus nos dê a vontade, que nos abra a mente para estudarmos. Porque se as pessoas não têm esse desejo, não têm essa vontade, não têm essa força de vontade de estudar essa fome e essa sede de estudar a Bíblia, então não vão estudar e simplesmente vão dizer, bem, não me importa.

Eu observo domingo e pronto, todos observam domingo, não me importa. Mas, por isso, em primeiro lugar, é que as pessoas precisam desta vontade, desta fome do Espírito Deus para abrir a mente das pessoas. Vejam comigo se faz favor em 1 Coríntios, 1. 2. 14. Ora, o homem natural, isto é o homem, na sua forma natural, da maneira que, naturalmente, é, não aceita as coisas do Espírito Deus, porque lhe são loucuras. Às pessoas, a maioria das pessoas aí no mundo, aí à volta, as pessoas com que trabalham, as pessoas que estão aí a andar na rua, as pessoas que vêm de dia a dia, é um homem natural.

Não aceitam as coisas do Espírito Deus e para eles são uma loucura. Para eles dizer, ah, que importa. Ah, importa o sábado ou o domingo ou a igreja, quando me apetece, vou desenquando, vou no domingo ou no outro domingo e pronto. Mas para eles esterem no estudo da Bíblia e terem uma vontade, de facto, de serem exatamente do que a Bíblia é deste, para eles, essas coisas não são importantes.

Para eles, é uma loucura. E não podem entendê-las, porque elas se discernem espiritualmente. Porque não estão ensinados pelo Espírito Deus, não têm a desejo de seguir o Espírito Deus. E não são chamados, por Deus, para ter esse intimimento. Mas hoje em dia, vou assumir, de que estou a falar com pessoas, que têm um interesse, a ser guiadas pelo Espírito Deus, ou que, pelo menos, ou que pensam que estão a ser guiadas. E por isso, têm uma atitude humilde e ensinável.

Isto é uma atitude mansa, uma atitude com um desejo de crerem saber o que, na verdade, a Bíblia diz acerca deste tema, deste tópico, deste assunto. Mas, mesmo assim, assumindo que as pessoas estejam interessadas a fazer o que a Bíblia diz, mesmo assim, temos muitos cristãos que, mesmo assim, estão a estudar a Bíblia, que têm este desejo de estudar a Bíblia, têm este desejo de fazer estas coisas corretas. Mas temos, mesmo assim, muitos cristãos que ainda acreditam em doutrinas irradas. Por que? Por que? Porque um dos princípios de estudo bíblia, que este é o princípio importante que eu hoje quero introduzir ou quero falar, é que, porque um dos princípios de estudo bíblia é o seguinte, é a anologia, é o seguinte, essas pessoas não sabem distinguir o tronco da árvore doutrinal dos, não sabem distinguir esse tronco, dos galhos, dos galhos finos da árvore doutrinal.

E por isso, as pessoas agarram-se, é esses galhos finos, por, está claro, são muito mais, em vez de se agarrarem ao tronco da árvore. E por isso, gris irmãos, é uma das razões principais porque as pessoas se desviam em muitas doutrinas, porque não estão bem agarradas ao tronco da árvore doutrinal. Por isso, o princípio importante que eu hoje estou a falar e que é muito importante para ouvirmos distinguir bem a doutrina, a distinguir bem o irrado do correto, a discernir bem o bem do mal, é que precisamos de distinguir bem o tronco da árvore e, em vez de vermos só os galhos finos, os tronquitos pequeninos, os ramositos.

Por isso, precisamos nos agarrar com força ao tronco da árvore. Mas a pergunta é, como é que sabemos que algo é o tronco ou não? Deixe-me explicar. O tronco da árvore é uma afirmação direta das escrituras, dos trechos bíblicos, uma afirmação direta das escrituras, ou digamos, uma implicação direta das trechos bíblicos. Isto é o tronco da árvore.

E então, o que é os galhos finos? Os galhos finos são conclusões indutivas, que derivamos de trechos bíblicos, ou digamos, das escrituras. São conclusões indutivas, mas não são afirmações diretas ou implicações diretas. Vou explicar isto de princípio, cris irmãos. É mais detalha, que é para ter a certeza que compreendem perfeitamente. E depois, vamos, então, analisar três conclusões que os cristãos usam para dizer que o sábado não é necessário ser guardado. Vejamos exemplos de afirmações diretas, ou implicações diretas das escrituras. Por exemplo, se lerem o êxodo 20, diz assim, não matarás, não adulterás. São, isto são, afirmações diretas dos trechos bíblicos, das escrituras. São afirmações diretas. Não há confusão nenhuma, não há raciocínio necessário nenhum para chegarmos a uma conclusão. É uma afirmação direta. Isto é o tronco da árvore. É uma afirmação direta. Por exemplo, leiam, quando estiver depois do ouvireste sermão, leiam e estudem o Levítico 23. Capítulo 23 fala acerca das festas de Deus e dos dias santos. Aí estão afirmações diretas, de que dias são dias santos. Perdão. Afirmações diretas, de que dias são os dias santos. Não é necessário ter algumas conclusões indutivas. Não é necessário fazer maquinações e coisas complicadas para chegarmos a essa conclusão. É um simples, é uma afirmação direta, ou pelo menos uma implicação direta das escrituras. Por exemplo, no versículo 5 do Levítico 23 diz, no dia 14 do primeiro mês é o dia da páscoa. Cris irmãos, é uma afirmação direta. No dia 14, não é no dia 15, não é no dia 13, é no dia 14. Não é preciso fazer raciocínios nenhumos inteligentes. É o que a Bíblia diz. Não é o domingo da páscoa, mas é o dia 14 do primeiro mês, é o dia da páscoa.

Por isso, acho que expliquei claramente o que é uma afirmação direta dos trechos píblicos. Isto é o que é uma afirmação direta das escrituras. Isto é o que é o tronco da árvore.

Então, agora vou fazer o mesmo para explicar o que são os galhos finos.

Os galhos finos são conclusões indutivas. Vou explicar bem o que quer dizer uma conclusão indutiva. Para explicar bem, vou dar um exemplo. Por exemplo, sempre quando chove, a rua aqui na estrada aqui fora onde eu trabalho, está sempre molhada quando chove. Está claro, pois está, quando chove, está sempre molhada.

Agora, por exemplo, hoje eu saí do prédio e estive aqui dentro do prédio, não vi o que se passava lá fora, porque não estava perto ou perto de uma janela. Então, saí do prédio e quando saio do prédio, a rua está toda molhada. Uma conclusão indutiva é que choveu, mas podia-me ser que não tenha chovido. Simplesmente porque a rua está molhada, não quer dizer que tenha chovido.

Chegar a uma conclusão indutiva que choveu porque a rua está molhada, não é correto. Podia ser um outro número de causas. Por exemplo, alguém nos tem de dizer ou de nos revelar por uma revolução, o dizer que, por exemplo, que os bombeiros tiveram aqui a trabalhar e fizeram testes das bombas de incêndios na nossa rua e por isso a rua está toda molhada. Não sei, podia ter sido outra razão, podia ter ser que alguém esteva aí com uma mangueira e molhou-se tudo. Mas o ponto é que, sem esta informação adicional, sem esta revelação que nos foi dada ou nos tenha sido dada, quando eu saio do prédio, não posso chegar a uma conclusão de que choveu. Está claro, se o céu está cheio de nuvens e ver se que, de facto, tenhas uma condição de chover, então também, gente, bem, parece que choveu, sem choveu. Mas precisamos ter cuidado, por simplesmente olhar e ver que o chão está molhado, não quer dizer que tenha chovido. Por isso, precisamos ter cuidado, que ler uma coisa e dizer que o chão está molhado, não quer dizer que tenha chovido. Porque chegar a essa conclusão é um raciocínio indutivo que pode ser defectuoso. Pode estar correto, mas pode estar errado. Vou então dar um exemplo bíblico em que algumas pessoas usam o mesmo tipo de conclusão indutiva que é defectuosa. Vejam comigo se faz favor. No primeiro livro de Samuel, capítulo 20, e vamos ler por ciclo 5.

Diz David a Johnatas. A manhã é a festa da Lua Nova. Certas versões bíblicas não têm a palavra festa, porque não está no original, mas a revista da tradução da Almeida e atualizada diz que é a festa da Lua Nova. Mas continuem a ler. A manhã é a festa da Lua Nova em que sem falta deveria assentar-me com o rei para comer, mas deixe-me ir e escondere-me em no campo até a terceira tarde. Diz a manhã é a festa da Lua Nova. Uma vez por mês, quando há uma Lua Nova, certa pessoa chega à conclusão que, no dia de festa, há um dia santo de Lua Nova e certas pessoas concluem que, sempre que há uma Lua Nova, sempre que há, quer dizer, uma vez por ano, quando há uma Lua Nova, certa pessoa chega à conclusão que, no dia de festa, há um dia santo de Lua Nova.

No dia da Lua Nova, todos os meses, é um dia santo, é um dia de festa, é um dia de santo e, por isso, não devem trabalhar e é como se fosse um sábado. Quer dizer, irmãos, eu conheço e conheci pessoas que estavam na Igreja de Deus e que se desviaram da Igreja de Deus, porque chegaram a este maior entendimento. Chegaram a esta conclusão de asiar em escrituras como estas e, por isso, começaram a dizer que precisavam de fazer observar este sábado mensal, digamos assim, na Lua Nova, e tiveram problemas enormes no emprego, no trabalho deles. Imaginar. Lua Nova, por exemplo, esta semana é neste mês, é numa terça-feira, no próximo mês é na quarta-feira, no outro mês é no domingo, no outro mês é numa sexta-feira. Então, para tirar estes dias todos de folga para observar, queridos irmãos, uma conclusão desta escritura é dizer que, porque diz ali a festa da Lua Nova, dizer que isto, que por isso o dia da Lua Nova, todos os meses, é como se fosse um sábado. Isso é, uma conclusão induzida, porque não há nenhuma afirmação direta, por exemplo, em Levítico 23, a dizer, no dia da Lua Nova o santifiquei e ti não farás nenhuma obra. Não há nenhuma afirmação direta a dizer isso. E, por isso, essas pessoas concludem, por meio de um raciocínio, de uma conclusão induzida, de que o dia da Lua Nova é um sábado. Mas isso é uma conclusão incorreta. Por isso, qualquer adicionamento de leis, por exemplo, que tem de observar um dia santo, todos os dias da Lua Nova, é uma coisa incorreta, pois não é baseada numa afirmação direta. Que lhes irmãos, infelizmente há muitas pessoas que têm neste tipo de armadilha. Isto é, não necessariamente, nesta Escritura, mas usam outros pontos ou outras coisas para criar leis, ou criar pesos, ou criar dificuldades, ou criar doutrinas novas. Usam esta lógica, este tipo de raciocínio, ou de pensamento de lógica, usam esta lógica incorreta para chegar a essas conclusões gerradas. Mas, infelizmente, essas pessoas fazem essas conclusões. Geralmente, são pessoas muito inteligentes, são pessoas muito espertas e fazem grandes deduções. Muitas vezes, essas deduções são muito complicadas, são muito científicas, são muito elaboradas. Nós fazem um errozinho pequeninho, num desses deduções, e então constroem um castelo da areia, digamos assim, que simplesmente é um galho fino, ou um galho no ar, e não o tronco da árvore.

E depois, essas pessoas fazem acusações e depois dizem que, para isto e para aquilo, e vão com grandes complicações, e fazem como se nós fossemos ignorantes, ou como se nós fossemos desobtientes, porque não estamos ao descer a este grande conhecimento que eles têm, porque foram por estas coisas muito complicadas, ou estão a dizer que somos infieis, mas, ao fim de contas, essas pessoas, o que estão a fazer é estão a fazer divisão na Igreja de Deus. Espero que compreendam bem este princípio, de que, de diferença entre o tronco da árvore, que é uma afirmação direta, ou uma implicação direta dos trechos bíblicos, bíblicos, como por exemplo, um comando a dizer, faz isto, assim, ou assado. E, por outro lado, temos os calhos finos, que são conclusões ou raciocínios indutivos, que podem ser defectuosos. Por isso, como é que devemos estudar a doutrina? Devemos estudar a doutrina usando afirmações diretas dos trechos bíblicos e usando, assim, as implicações diretas dessas afirmações, isto é, usando o tronco da árvore doutrinal. E isto, então, fazendo isto, então, estamos a extrair do texto trecho das escrituras o que as escrituras, de facto, dizem. E isso, em termos técnicos, é o que eles chamam exegética, a extrair do texto o que o texto diz. Mas quando as pessoas põem o seu próprio significado dos mostrechos bíblicos por causa de deduções induzidas, então isso não é uma verdadeira e exegética. Mas claro, essas pessoas, incorretamente, chamam essas deduções, esses raci-cínios indutivos, essas deduções, esses estudos extremamente complicados, chamam isso de observações exegéticas. Mas, ao fim de contas, não estão a extrair do texto ou do trecho bíblico, não estão a extrair o trecho bíblico, de facto, diz. Estão a fazer o oposto, o oposto para o que estão a ler algo que não está lá escrito. Estão a ler algo para dentro dos trechos, algo que não está lá escrito. Estão a dar um significado diferente. O adicional. E, por isso, embora chamam isso, e f-segéticas, não são insegéticas. Ao fim de contas, são o que eles chamam, isogéticas. Mas já chega de termos técnicos. Já é suficiente. Vamos, então. Paseado neste princípio de distinguir o tronco da árvore, distinguir o tronco dos galhos, vamos usando este princípio, que está claro, pode ser usado para todos os estudos bíblicos, vamos, então, usar isso na doutrina do sábado semanal. Porque, ao fim de contas, a doutrina do sábado semanal é baseada num tronco sólido, pois têm afirmações diretas nos trechos bíblicos. E as desculpas para as pessoas que as pessoas usam para não guardarem o sábado são baseadas em galhos finos. Isto é, em deduções indutivas que são defeituosas. E, por isso, vamos estudar brevemente o sábado, vamos ver alguns pontos e depois vamos, então, ver estas três desculpas principais. Primeiro, o sábado foi criado por Deus durante a criação do homem. Podem ver isso em Genesis capítulo 2, versículos 1 a 3. Foi criado por Deus durante a criação do homem. Não foi uma criação por Moisés, ou durante Moisés, ou durante a afirmação da velha aliança. Foi muito antes disso. Foi criado o sábado durante a primeira semana da criação do homem. Por isso, o sábado foi criado por Deus e a parte da criação. Isto é uma afirmação direta, não é uma conclusão indutiva. Isto é um tronco da árvore, não é um galho fino. Depois, o segundo ponto é Jesus Cristo Criador criou o sábado. Podem ler em João, João capítulo 1, e em Colocenses capítulo 1, que tudo foi criado por Jesus Cristo.

Tudo foi criado por Jesus Cristo. Jesus Cristo. Tudo que ele fez foi por ele e para ele. Para ler isso, em Colocenses 1, 15, 16. É uma afirmação direta. Não há nenhuma conclusão indutiva. É direto. Foi é dito diretamente.

Os mandamentos foram dados aos Israelitas pelo verbo. Foi o verbo que falou aos Israelitas. É vos, é o verbo. E quem foi o verbo? Foi Jesus Cristo. Por isso, os mandamentos de Deus são os mandamentos que Jesus Cristo deu.

Ao Atão Eve, ao Abrão, aos Israelitas são os mandamentos de Jesus Cristo. Isto são afirmações diretas. Não são conclusões indutivas. Por isso, isto é troco da árvore. Agora deixe-me fazer outra pergunta. Jesus Cristo quando viveu, guardou o sábado? Perdão. Jesus Cristo guardou o sábado? Vejam que a mim se faz favor em Lucas 4.

Lê-lo no século 16. Indo para Nazaré, onde for criado, entrou num sábado na synagogue, segundo seu costume. E levantou-se para ler? Era o costume dele, de observar o sábado. E digamos assim, de ir à igreja, ao sábado. Era o que Jesus Cristo fazia? Não há nenhuma conclusão indutiva aqui. É uma afirmação direta. Jesus Cristo guardou o sábado, sim ou não? Sim. Está o troco da árvore. Sim, ele guardou o sábado. Então, Paulo. O Paulo guardou o sábado? Vejam comigo, se faz favor, em Atos capítulo 17.

Lê versículo 2. Ora, isto, em Atos 17 foi durante a segunda viagem de Paulo e foi em Tessalónica e diz assim. Pisto, não foi na Judeia, foi em Tessalónica, numa área gentia. Atos 17, versículo 2. Paulo, segundo o seu costumo. Paulo, segundo o seu hábito. Segunda-se o que ele fazia sempre. Foi procurá-los e por três sábados. Razou com eles, acerca das escrituras. Foi no sábado e estava aí com eles durante o sábado. Mas, em 18, versículo 4. Agora, em Goríntio, 18, versículo 4. E todos os sábados. Por que Paulo fazia isto todos sábados? Porque era o costumo dele. Ele escorria na Cinegóga, persuadindo tanto judeus como gregos. Gregos gentios observarem o sábado na Cinegóga.

Pergunta. Paulo guardou o sábado sim ou não? Sim. É isto uma afirmação direta dos trechos bíblicos? Sim.

É uma conclusão indutiva? Não. Por isso, é o tronco da árvore.

Disse Jesus Cristo a nós para fazermos como Ele fez.

Vejam comigo em João, capítulo 14. João capítulo 14.

João capítulo 14. Versículo 13 a 15.

E tudo quanto pedidas em meu nome e se farei, a fim de que o Paz seja glorificado no Filho. Se me pedias alguma coisa em meu nome, eu farei. Se me amar, se amar mais, guardais os meus mandamentos. Vejam comigo quais são os meus mandamentos? Foi os mandamentos que ele deu. Quais os mandamentos que ele deu? Ele era o verbo? Ele falou os dez mandamentos e falou ao Adão e falou à Abraão e falou aos Israelitas. Quais são os mandamentos dele? Vejam comigo, versículo 21.

Aquilo que tem os meus mandamentos e os guarda, esse é o que me ama. E aquele que me ama será amado por meu Pai. Eu também o amarei e me não vi, estarei em Ele.

Vejam aqui, por exemplo, outro ponto. João 13, versículo 15. Porque eu vos dei o exemplo para que, como eu vos fiz, façais vós também. Devemos fazer seguir o exemplo de Cristo. Está claro que isto está a falar acerca do lado a pé, mas o princípio é que devemos fazer o exemplo de Cristo. Cri-se, irmãos, são os mandamentos dele. Devemos fazer como ele fez. O costume dele era de observar o sábado até o Paulo, depois de Jesus Cristo ter morrido, depois de Jesus Cristo ter recitado, foi as zonas gentias, onde estavam os gregos, como vimos, e observava o sábado.

Então Jesus Cristo abrogou a lei, ou disse que as devemos cumprir. Vejam comigo, se faça vô-lo. É Mateus 5, Mateus 5, o quinto capítulo de Mateus, versículo 17 e 18. Não penseis que vim revogar a lei, ou os profetas. Não vim para revogar, vim para cumprir.

Não vim para revogar, não vim para abriguar, não vim para deitar fora, vim para aplicar, para cumprir.

Cris irmãos, isto é afirmação direta, ou são gálios finos? Isto é uma afirmação direta, isto é o tronco da árvore, ou são gálios finos, são deduções? Não não são deduções, são afirmações diretas. Eu disse, não pensem que vim revogar a lei, ou os profetas. Não vim para revogar, mas para cumprir. Ele obteceu? Em verdade, vos digo, até que o céu e a terra passem. Nenhum í, ou um tíl, jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. Jamais algo passará da lei, até que tudo se cumpra. Tudo se cumpra.

Aquel pois que violaram destes mandamentos, posto que dos menores e assim ensinaram os homens, será considerado mínimo no reino de todos os céus. No reino de Deus, a Insterna nem estará lá, será o mínimo. Por isso, aqueles que viram lar um destes mandamentos, o sábado é um destes mandamentos. Aqueles que viram lar um destes mandamentos, mesmo que sejam uns mais pequenos, e assim ensinaram os homens, será considerado mínimo no reino de Deus. Porque não vá lá estar. Não vá estar. Não vá ser salvo. Não vá ser salvado.

Porém, aquele que os observar, aquele que porém guardar as leis de Deus.

E os ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Por favor, digo que, se a vossa justiça não incide em muito a dos escribas e esfariseus, jamais entraréis no reino dos céus. Por favor, digo que se a vossa justiça não incide em muito dos esfariseus e dos escribas, não vão ser salvos.

Temos que observar aqui, ele está a dizer que é necessário, que é necessário observar as leis de Deus. É isto, um tronco da árvore, o tronco da árvore, ou é um galho fino? Que os irmãos é um tronco da árvore? É Jesus Cristo, ele próprio, é falar, o Criador, a falar, é dizer, não pensem que vim revocar a lei ou os profetas. Não vim de abrugar a lei, nem vim quebrar o que os profetas profetizaram. Mas vim para cumprir a lei e vim para cumprir os profetas profetizaram.

E por isso vemos aí, no resto desse capítulo de Mateus 5, como Jesus Cristo amplificou a lei. E dá alguns exemplos. A lei de matar, amplificou a lei. A lei de cometer adultério, amplificou a lei.

Por isso, queridos irmãos, é necessário observar a lei? Sim ou não? Jesus Cristo disse claramente que é necessário observar os mandamentos da lei de Deus, os dez mandamentos, que inclui, está claro, o sábado. Tal como ele observou, tal como Paulo observou, tal como a igreja primitiva observou.

Por isso, a doutrina do sábado é muito sólida, é muito forte, é um tronco da árvore. Então, quero falar acerca de três desculpas principais, que as pessoas usam para dizer que não é necessário observar o sábado. A primeira desculpa que usam é que o sábado não é necessário. Foi anulado, foi abrugado. A segunda desculpa que eu vou falar é acerca do seguinte, de que o sábado foi transferido do certo dia para o primeiro. E a terceira desculpa que as pessoas usam é que dizem que o sábado é temporário. Não é necessário, pois somos uma criação nova, uma criação espiritual. O sábado não é permanente.

E vamos, então, ler e ver e estudar essas três desculpas. Mas eu vou fazer isso no próximo sermão. Por hoje chega esta introdução ao princípio de guardar o sábado.

E, então, o que é que eu descrevi? Eu descrevi que há vários princípios para o estudo bíblico. Primeiro, está claro, temos que ser chamados por Deus-Pai. Deus-Pai tem que nos abrir a mente. Porque se Deus-Pai não nos abre a mente, então não vamos entender as escrituras. Vejam comigo se faz favor. Vejam-se se faz favor. Em João 6, João 6, versículo 44.

João 6, versículo 44. Ninguém pode vir a mim. Ninguém pode querer desejar devido a ser um cristão verdadeiro.

Se o Pai que me enviou, não o trouxer, e eu, então, ressuscitarei no último dia.

Ninguém pode vir a mim.

Ninguém pode vir a ser um verdadeiro cristão, a não ser que o Pai abrir a mente dessa pessoa. E ele repite isso no versículo 65.

E persegueu versículo 65. Por causa disso, é que vos tenho dito, ninguém poderá vir a mim, se pelo Pai não lhe for concedido. É o Pai que nos abre a mente. É o Pai que nos abre a mente, que nos tira o véu desta mente para podermos começar a compreender as coisas espirituais. Mas, como ele disse, não estou a estudar isto do ponto que o Pai não nos tem enchamado. Estou a falar, estou a estudar estes princípios, que o Pai nos abre a mente. O Pai nos está a conduzir com uma atitude humilde, com uma atitude sã, uma atitude de que queremos abrir a nossa mente para virmos a conhecer bem a verdade. Uma vez que estejamos com esta intenção, uma intenção mansa, uma intenção milde, uma intenção ensinável, isto é, não é uma intenção... Uma intenção de pessoas que dizem, por exemplo, eu sei tudo, não me digas, não me ensino nada, não quero ser ensinado, ou coisa assim, não precisamos ser uma atitude mansa, uma atitude ensinável e humilde. Quando temos esta atitude mansa, ensinável e humilde, então podemos abrir a nossa mente e então começamos a compreender o que a Bíblia nos diz. Mas o problema é que, uma vez que estejamos a estudar a Bíblia com esta atitude, às vezes as pessoas agarram-se aos calhos finos, em vez de se agarrarem ao tronco da árvore. Eu hoje passei a maioria deste sermão a vos explicar como distinguir o tronco da árvore. Eu vos dei isto para vos a mostrar que precisamos de guardar o sábado. Então, usando este princípio, demonstrei que a lei e que o sábado ainda é válido e corrente. O sábado é para ser observado. No próximo sermão, neste sério, lembre-te do dia do sábado. Vou, então, rever estes princípios e, então, vamos ver estas três desculpas principais, em que o sábado não é necessário, em que o sábado foi transferido para o domingo e que, como somos espirituais, não precisamos do sábado porque o sábado, ao fim de contas, é temporário, não é eterno. Cris irmãos, o sábado é necessário, o sábado não foi transferido para o domingo, o sábado é eterno e se vamos provar no próximo sermão, mas o importante é que o sábado é uma benção. A lei diz, lembre-te do dia do sábado, para o científicar. Cris irmãos, essa lei foi dita aos israelitas. Hoje em dia, a lei está escrita no nosso coração. E a lei diz, lembre-te, Cristão, lembre-te do dia do sábado, para o científicar. A lei diz o mesmo, mas está no nosso coração. Por quê? Porque, então, nós gostamos do sábado. Nós queremos observar o sábado. Nós vemos o sábado como uma benção. E, então, o guardamos com carinho, sem pôr pesos jadeicionais nas escrituras, sem pôr pesos jadeicionais na maneira como o guardamos o sábado, mas, ao mesmo tempo, não estamos a tirar da lei a necessidade de observar o sábado. Então, queridos irmãos, até a próxima. Deseis-vos um bom sábado.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).