Lembra-te do dia do Sábado - 2a Parte

O Sábado é uma grande benção para nós. Mas alguns dizem... - O Sábado já não é necessário - foi anulado por Cristo - O Sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro (porque celebramos a resurreição de Jesus Cristo) - O Sábado é temporário, não é necessário, pois somos uma criação espiritual Este sermão analisa as escrituras que pessoas usam para dizerem isso. Lembra-te do dia do Sábado, para o santificar!

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui a Josh Cammes falando-vos de Cincinnati. O sábado é uma grande benção para nós. Foi criado por Deus durante a criação do homem, Jesus Cristo guardou-o e Paulo também guardou o sábado. Guardar o sábado é uma lei que não foi abrogada e que é necessário para a nossa salvação.

A audiência às leis de Deus é necessária para a nossa salvação. Vejam comigo que se faz favor brevemente, aqui em Mateus capítulo 5, versículos 17 a 20. Mateus 5 versículos 17 a 20. Diz assim, não penseis que vim revogar a lei ou os profetas. Não vim para revogar, vim para cumprir.

Jesus Cristo não veio para cancelar ou revogar ou abrogar qualquer parte da lei. Porque, na verdade, vos digo, até que o céu e a terra passem nem um i ou um til, jamais passará da lei, até que tudo se cumpra. Nada passará da lei, tudo vai ser cumprido e Jesus Cristo veio para cumprir a lei.

Por isso, nem um til da lei passará até o sol e o céu desaparecerem. E o sol e o céu ainda não desapareceram, ainda estão aí todos os dias. Talvez estejam um dia aí que estejam um bocadinho de sombra, não estejam só, mas o sol está no ar, está aí a ver e vemos o sol todos os dias. Por isso, tudo está na lei, é para ser cumprido, disse assim, até que tudo se cumpra. E diz, versículo 19, aquele pós que violaram destes mandamentos, pós-te que, dos menores e assim ensinar aos homens, será considerado mínimo no reino dos céus. Isto é, não vai estar no reino dos céus.

Aquel pós que os observarem e ensinar, esse será considerado grande no reino dos céus. Esse estará no reino dos céus. Porque vos digo que, se a vossa justiça não aceder em muito a dos escribas e fariseus, jamais entraréis no reino dos céus.

É necessário obtecer às leis de Deus para entrarmos no reino dos céus. Isto é, no reino de Deus. Isto é, para sermos salvos.

Jamais entraréis no reino dos céus, como lemos aqui, no versículo 20.

Vejam comigo outro exemplo aqui, em Romanos 8.

E vamos ler versículo 4.

Romanos 8, versículo 4. Está a falar aqui da carne e o espírito, e depois diz assim. Vamos ler a parte final do versículo 3.

O espírito. Perdão. Está a dizer que o preceito da lei, ou a justiça da lei, ou digamos assim, como está na tradução do rei James, diz assim. Ajusta exigência da lei, se comprice em nós. Exigência da lei, o que a lei exige que deve fazer. Isto é o preceito da lei, isto é a justiça da lei. Se cumpra em nós, que não andamos segundo a carne, mas segundo o espírito. Isto é quando andamos no espírito, de acordo com o espírito, vamos lovescer às leis de Deus e não vamos quebrar as leis de Deus. Vamos fazer a justiça de Deus, que é baseada nos mandamentos de Deus. Vejam também no versículo 13 e 14. Porque se viveres, isto é, de nos roubarmos oito, porque se viveres, segundo a carne, caminhais para a morte, mas se pelo espírito, mortificaras os feitos do corpo, certamente viveréis. Isto é, se mortificarmos os feitos do corpo, isto é, se mortificarmos os pecados, pararmos de fazer os pecados, certamente viveréis. Pois todas as justiçao, guiadas pelo espírito de Deus, são filhos de Deus, e por isso têm o espírito de Deus, estão a mortificar os feitos do corpo. Aqueles que dizem que não é necessário observar o sábado, não estão a dizer a verdade. E hoje, por isso, vou provar que guardar o sábado é necessário ser guardado hoje em dia, analisando três conclusões que as pessoas usam para dizer que não é necessário guardar o sábado. Nosso irmão prévia fizemos uma discussão completa, ou bastante exausta, acerca da necessidade de lermos os trechos bíblicos de uma maneira corretamente de que extraímos do texto o que diz, usando claras afirmações bíblicas, ou pelo menos implicações bíblicas diretas. Isto é, que vemos de usar a Bíblia para se interpretar assim mesmo. Precisamos nos agarrar ao prónico da árvore e não aos galhos no ar. Queridos irmãos, hoje vamos ver três discópios principais que as pessoas usam para se desculparem ou para se justificarem para não obedecerem ao sábado. Queridos irmãos, não acreditem no que eu estou a dizer, mas acreditem no que a Bíblia diz. Tenho que provar isto da Bíblia. Uma das desculpas é que o sábado não é necessário porque dizem que foi anulado, foi abrugado por Jesus Cristo. Está claro, vimos há pouco, em Mateus 5, que isso não é o caso, mas vamos ler um bocadinho, estudar isso um bocadinho mais detalhe.

Esta ideia de que o sábado não é necessário porque foi abrugado por Jesus Cristo, esta ideia introduz uma falta de continuidade entre o Velho Testamento e o Novo Testamento.

Porque, e ao fim de coletagem, é baseada em duas assunções. Primeiro, de que o sábado foi mandado por Moisés e que as leis de Moisés foram abrugadas por Jesus Cristo. Ora, primeiro a pergunta é, o sábado foi mandado por Moisés? Não. O sábado vem do tempo da criação.

Ao fim do sete, depois de criar o homem no sexto dia, no sétimo dia, Deus descansou e criou o sábado. Não foi Moisés, foi Deus durante a criação do homem. Pois, outra assunção que tem para dizer que o sábado foi abrugado por Jesus Cristo, é que as leis de Moisés foram abrugadas por Jesus Cristo. Ora, isto também é uma assunção falsa. Porque, então, a dizer que todas as leis de Deus foram abrugadas por Jesus Cristo, não é correto. Não compreendem, em primeiro lugar, que Jesus Cristo cumpriu as leis para nos dar um exemplo de seguirmos a Ele, seguirmos o exemplo de Jesus Cristo. E, em segundo lugar, que quando diz que Jesus tudo vai ser cumprido, o que os profetas dizem e a lei, não entenda que Jesus Cristo cumpriu. Isto é, encheu, completou a lei de sacrifícios, pois a lei dos sacrifícios era uma sombra de realidade. A realidade que é o sacrifício de Jesus Cristo, o qual o sacrifício de Jesus Cristo é eterno e feito uma só vez. Isto é, o que Paulo estava a dizer era que não era necessário fazer os sacrifícios que faziam regularmente para serem justificados, porque a nossa justificação vem pelo sacrifício que esse sacrifício estava a apontar ou a dar o exemplo ou a dar-o a nos instruir ou nos educar para dizer que vai haver um sacrifício que, de facto, pagará os nossos pecados, que nos justificará. Esse sacrifício foi o sacrifício de Jesus Cristo. Mas os sacrifícios de animais nunca nos perdoavam. Era, simplesmente, um ponto de educação, um ponto de cerimônias instruivas e educacionais que apontavam para o verdadeiro sacrifício eterno, que é o sacrifício de Jesus Cristo.

Por isso, os sacrifícios de animais foram adicionados, como digamos assim, uma lei criminal por causa destes obdíências. Vejam comigo, se faça a favor, em Galatas 3, versículo 19. Pois qual a razão de ser da lei? Está claro, qual lei? Da lei dos sacrifícios, a lei das cerimônias sacrificiais, dos virtuais, dessas cerimônias. Por qual a razão da lei? Foi adicionada essa lei de sacrifícios por causa das transgrações.

Esta lei, digamos assim, esta lei criminal, que dizer que a única maneira de pagar o preço, seria o pagamento por um sacrifício. Está claro, o sacrifício de animais não pagava, o verdadeiro sacrifício que paga, é o amortes de Jesus Cristo, mas um sacrifício, esse sacrifício estava a apontar para Jesus Cristo.

Por isso, essa lei sacrificial, que era aplicada quando uma pessoa petava, por exemplo, cometia um crime, é como se fosse uma lei criminal, essa lei, essa pena da lei criminal, estava sobre uma pessoa quando petava, quando se tinha feito um criminoso. E então, essa pessoa, então, estava de baixo dessa lei criminal. Não é a lei espiritual, que é santa e perfeito, ou os dez mandamentos, essa lei defina as transversões, foi dada por Deus pela voz de Deus. E existia, antes de Moisés, por o que podem ler em Génacias 26, capítulo 26, versículo 5, que o popo Abraham obteceu as leis e os mandamentos e os princípios e os estatutos de Deus.

Mas o sacrifício de Jesus Cristo é que nos tira de baixo dessa lei criminal, que dizia, tem que fazer um sacrifício, tem que morrer, e a única maneira de pagar a pena dessa morte, é por um sacrifício eterno e único, que o sacrifício que paga por isso, é o sacrifício de Jesus Cristo.

E, por isso, não somos justificados pelos sacrifícios de bodas e de gato e de coisas assim, só somos justificados pelo sacrifício de Jesus Cristo.

E somos justificados porque temos fé, porque acreditamos que o sacrifício de Jesus Cristo é suficiente para pagar o preço da pena da nossa morte, porque nós pecamos, porque nós somos, digamos assim, criminosos à frente da lei de Deus. E, por isso, em vez de nós termos que pagar com a nossa própria vida, o sacrifício de Jesus Cristo pagou o preço por nós, o preço da morte, da morte eterna. E, por isso, o sacrifício de Jesus Cristo nos perdoa. E, por isso, é que diz aqui, em Galatas 3, versículo 19, qual pois foi a razão de ser da lei? Da lei dos sacrifícios. A lei dos sacrifícios foi adicionada por causa das transgressões à lei de Deus que é eterna. A lei de Deus as transgressões à lei de Deus já existia, desde quando a Fundação do mundo.

Continuada ler. Foi adicionada a lei dos sacrifícios, foi adicionada por causa das transgressões, até que viesse o descendente, isto é Jesus Cristo, a quem se fez a promessa, e foi promulgada por meio da anjos. A lei dos sacrifícios foi promulgada por meio da anjos pela mão de um mediador. Não foi pela própria voz de Deus. Os desmandamentos foram dados às Israelitas pela própria voz de Deus. Deus falou às Israelitas do mundo, se não, não foi por meio da anjos. Por isso vemos, quando está a falar aqui qual ser a razão da lei, foi adicionada por causa das transgressões, está a falar da lei sacrificial. Por isso vemos que Jesus Cristo não abrogou a lei, mas já amplificou. Como lemos em Mateus 5, versículo 17, vejam se faça-vôr, voltemos a essa secção bíblica, em Mateus, agora. Mateus 5.

Mateus 5. Lembemos há pouco, entre versículos 17 e 20, mas vejam como a lei Deus foi amplificada. Nos versículos 21 a 26, vê-se aqui que diz assim, ouvisse que foi dito os antigos nomatarás. No vertistamento foi dito nomates. Agora, no novo distamento amplifica. Jesus Cristo amplificou. O novo distamento é uma continuação do antigo distamento, o vertistamento. E, por isso, a lei foram amplificadas. As leis foram amplificadas e diz assim, mesmo que se odiarza uma pessoa, não quer dizer que o Mateus, mas simplesmente que tenhas um ódio, não tenhas amor para essa pessoa, uma certa enimizar para essa pessoa, isso é igual ao que se o tivesse matado.

A lei foi amplificada. Veja no versículo 27 a 32. No versículo 27 a 32 está a falar, não adulterás, mas está agora a dizer que mesmo olhar para uma mulher com a intenção de cometer adultério com ela é o equivalent a cometer adultério. E, por isso, amplificou a lei. Veja comigo em versículo 23 a 37. Diz assim, não jurarás falso. O que é que isso quer dizer?

É um princípio que, ao fim de contas, é que se diz a verdade, se não estás a mentir, nem precisas de jurar, porque é amplificar a lei de que não devemos mentir. E, ao mesmo não devemos fazer um juramento falso, não devemos mentir. E, então, estás a dizer, não, não, não, não, não juro de nada, porque a palavra, o sim é sim e o não é não, por isso não mentes.

A tua palavra é uma palavra 100% correta. E, depois, vejam versículos 38 ou 42, como a lei aqui foi amplificada, a dizer, olho por olho, dente por dente. Estão um género de uma pessoa, faz uma coisa contra ti, pode se fazer no mesmo contra ela. E, depois, o Cristo amplificou a lei e disse, não, não, não é assim. Tens que perdoar. Tens que perdoar. Não resistas ao perverso, porque, quantas ao resistir ao perverso, então, estás a fazer a mesma coisa. Por isso, no vestimento, a lei foi amplificada e foi amplificada ao nível mais difícil, mais difícil. Por isso é que disse que temos que aceder em muito aos escribas e fariseus, porque não é só a letra da lei, mas é uma intenção espiritual.

Vejam, por exemplo, versículos 43 ou 48, diz assim, amarás-o teu próximo e odiarás-o teu inimigo. E eu, porém, vos digo, amais vossos inimigos e oráis pelos que vos perseguem. A lei foi amplificada aqui. Vê-se que a lei foi sempre, não só pela intenção da letra, mas foi amplificada para uma intenção espiritual, uma intenção maior. Por isso vemos que o novo vestimento nos ajuda a compreender muito melhor o velho vestimento. A lei nos ajuda a compreender que as leis tinham uma intenção espiritual. E, por isso, quando lemos as coisas no velho vestimento, então precisamos ver qual é a intenção espiritual, qual é o significado espiritual, qual é a amplificação espiritual que podemos concluir dessas leis.

A lei, por isso, define o pecado. A lei de Deus define o pecado. Podem ler isso no 1º João, capítulo 3, versículo 4. Se vivemos em Jesus Cristo, não pecamos. Leem isso em 1º João, capítulo 3, versículo 6. Se vivemos em Jesus Cristo, não pecamos. E se não pecamos, o que aqui se quer dizer? Que obtecemos a lei de Deus, porque a lei define o pecado.

Por isso, observamos a lei. Se vivemos em Jesus Cristo, observamos a lei. E a lei tem vários pontos, tem 10 pontos. Um delas é o sábado, e por isso, observamos o sábado. Vejam comigo em 1º João, capítulo 3, versículo 22. Primeiro livro de João, capítulo 3, versículo 22. Diz assim, aquilo que pedimos de Ele, recebemos porque guardamos os Seus mandamentos. Aquilo que pedimos de Deus, pedimos a confiança, temos confiança de Deus, pedimos a Deus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus, pedimos a Círus.

É uma confirmação direta, uma firmação direta da Bíblia no Novo Testamento. E, por isso, é que Deus responde às nossas orações e, além de guardarmos os seus mandamentos, fazemos mais gobo, fazemos diante dEle o que é agradável.

Por isso, guardar os seus mandamentos inclui observar o sábado. Observar o sábado é necessário para vivermos em Jesus Cristo, como lemos a pouco, em João 1, 1 João 3, versículo 6. O sábado, ao fim de contas, queridos irmãos, foi criado para nos dar tempo, para termos tempo como pessoas, termos um tempo de meditar em Deus, com Deus, ter um relacionamento íntimo com o nosso Criador, digamos assim, a um dia de família, um dia da nossa família, da família de Deus, em que Deus põe tempo à parte para passar esse tempo com Deus.

Conviver conosco, Jesus Cristo põe tempo à parte para esse tempo para conviver conosco, e nós também pomos tempo à parte para conviver com Ele. É um dia especial em que todos dedicam o tempo para se conviverem uns com os outros. E por isso, é um dia de reparar as obras diárias e dar tempo à convivência espiritual com cada um de nós que tendemos o Espírito de Deus, assim como com Deus próprio. É um dia que Deus santificou e que nós devemos respeitar a santificação que Deus fez para o nosso bem. O problema que Jesus Cristo estava a combater durante a sua vida, porque os fariseus tinham dificuldades da maneira que Jesus Cristo observava o sábado, não é que ele estava a dizer para não observar o sábado. Ele estava a falar ou estava a explicar como observar o sábado. Os fariseus tinham adicionado pesos, dificuldades, nos força deles para parecerem superjustos, mas assim desviaram-se da justiça de Deus. Então, tinham a justiça de Deus próprio, que era uma de parecerem ser justos à frente dos outros, e por isso Jesus os criticou e os corrigiu, e disse que não devemos de fazer pesos adicionais aos sábados, nem devemos de tirar algo do sábado. É um certe equilíbrio sã que Jesus Cristo estava a ensinar de como observar o sábado de uma maneira correta.

Vejamos agora alguns trechos bíblicos que pessoas usam para suportar este primeiro ponto, que é que as pessoas usam, ou a primeira desculpa, que usam a dizer que o sábado não é necessário e que foi anulado. Uma das escrituras que usam é em Romanos 14, versículo 5, e vamos então ver Romanos 14, versículo 5, e usam esta escritura para dizer que não faz mal que dia observamos, é observar que todos os dias são bons, eu por todo dia era bom para adorar a Deus, e por isso não importa se observar no domingo, numa segunda-feira, na terça-feira, porque desde que eu esteja a adorar a Deus, e eu adoro a Deus todos os dias, porque é que preciso, então, de um sábado.

E usam Romanos 14, versículo 5, para justificarem essa conclusão.

Dizem Romanos 14, versículo 5, um faz diferença entre dia e dia, outro julga e iguais todos os dias. Vês? Vês? Todos os dias são os iguais, dizem essas pessoas, por isso desde que eu esteja a adorar a Deus, sou a adorar a Deus todos os dias, e ainda é melhor que só adorar num dia de semana.

É o que os vizem. Mas queridos irmãos, está aqui a falar diretamente a dizer para não observarem um sábado?

Está aqui a dizer, um faz diferença entre dia e dia, o outro julga e iguais todos os dias, para a santificação, a adoração de Deus, está isso a dizer assim? Não, não diz nada disso.

Então, o que é que ele está a falar? Em que assunto? Em que matéria que ele está a falar? Que não faz diferença se faz isso num dia ou no outro dia?

Não está a falar do sábado? O que é que ele está a falar?

Vejam continuando a ler. Vamos ler isso. Porque o que é que está aqui a falar? Vejam aqui. Quem destingue entre dia, versículo 6, e dia para o Senhor o faz. E quem come para o Senhor o come, porque está graças a Deus e não come para o Senhor, e quem não come para o Senhor não come e dá graças a Deus. Ahá! Ele está a falar de comer ou de não comer. E por isso pode escolher um dia para desjuar ou para não comer certas comidas ou pode escolher outro dia. Se tu preferir se fazer num certo dia ou preferir outro dia, é contigo. Está claro, nós está a falar de instruções em que Deus diz diretamente, quer dizer, neste dia deve-se desjuar, que é o dia da expiação, mas está a falar de outros dias de desjuamento ou outros dias de que não comer carne. Por certas pessoas dizem bem, hoje é um dia para não comer carne. Os pessoas querem só comer restagens certos dias. Outras pessoas dizem bem, eu quero comer restagens vários dias da semana, porque me é mais saudável. São decisões individuais. Não faz diferença entre dia e dia que uma pessoa como a Vistaz, três dias por semana e em vez de comer carne nesses dias ou coisa assim, cada um tem a sua opinião bem definida em sua própria mente. São decisões que as pessoas podem fazer. Não está a falar do sábado ou de algum dia santo.

Na mesma epístola, Paulo falou em Romano 7, versículo 12. No mesmo livro, Romano 7, versículo 12. Diz assim.

Por consequente, a lei é santa e o mandamento santo e justo e bom. Então, por que que eles estariam a dizer, podem observar o sábado qualquer dia? Porque está a dizer, a lei é santa e o mandamento é santo e justo e bom. Vejam versículo 22, diz assim. Porque no tocanto, ao homem interior, tenho prazer na lei de Deus. Então, como é que podias estar agora a dizer, podem observar o sábado ou não observar o sábado qualquer dia? Não faz importância. Está claro, não estava a falar disso.

Por isso, é importante as pessoas tirarem do texto, do trecho bíblico, o que isso, o que está lá escrito verdadeiramente. Uma verdadeira exegética que extrai do texto o que diz. Paulo estava a escrever à Igreja em Roma uma igreja que tinha judeus e gentios. E estava a falar de, por exemplo, vejam versículo 2. Versículo 2. Romaram-se 14, versículo 2. Um crê que de tudo pode comer. Isto é carnes e vegetais.

Mas o Débel come legumes só. É vegetariano.

Vê? Está a falar de vegetarianismo. Uma pessoa que seja vegetariana, que só quer comer legumes ou vegetais. Continua com esse tema. Vejam aqui no versículo 6. Quem distingue entre dia e dia para o Senhor o faz. E quem come para o Senhor come. Porque dá graças a Senhor. E quem não come para o Senhor não come. E dá graças a Senhor. Deste que estamos dá graças a uma pessoa que come carnes, outros não comem. Outros comem, dão uns juz um no dia ou outros não juz um. Uns que comem carnes, outros não comem. Os só comem vegetais, os só comem legumes. É uma decisão de certas pessoas que podem fazer decidir quando querem comer só legumes ou se querem ser vegetarianos ou não. Por isso, alguns comem os só legumes em certos dias, outros em outros dias. Perdão, não tem nada a ver com o sábado. Podem estudar esse ponto também, em primeiro Coríntios capítulo orco, 8. E é bem possível que também tenham a ver com comer em carne que devesse oferecer a ofrecida em ídolos. E, possivelmente, Paulo se refere no versículo 14. Vejam aqui a cerca de carne impura. Vejam assim, no versículo 14, romanos 14, 14. Eu sei, estou persuadido, persuadido no Senhor Jesus, de que nenhuma coisa é de si mesmo impura. Nenhuma carne é de si mesmo impura. Salve para aquele que se considera, para esse, é impura. Está a falar de carne impura. Não está a falar de carne imunda. Está a falar de carne impura. É uma impureza que eles estavam a dizer que tinha sido feita porque tinha sido, a carne tinha sido oferecida em ídolos. Isso é um outro tópico. Por isso, não está a aqui a falar, em romanos 14, versículo 5, a dizer que todos os dias de aros a duração são iguais. Não, Deus santificou o dia do sábado e Deus santificou para adorarmos nesse dia, para o santificarmos. O fez-se parado para o santificarmos e por isso o que Deus santificou, quem somos nós para não o santificarmos? Vejamos, então, outro versículo que as pessoas usam para dizer que Paulo disse que o sábado é uma escravidão e, por isso, usam isso para fazer uma desculpa para abrugar o sábado. O versículo que usam é em Gálatas capítulo 4, versículo 9 e 10.

Gálatas capítulo 4, versículo 9 e 10. Diz assim, mas agora que conhecês a Deus, ou, antes, sendo conhecidos por Deus, como estáis voltando outra vez aos rodimentos fracos e pobres, aos quais, de novo, Cres ainda escravizarvonos? Isso, estão a voltar de volta ao sábado que está a escravizarmos, dizem certas pessoas. Onde está escrito aqui sábado? Não está escrito aqui sábado. Para as pessoas dizerem que está a falar do sábado, estão a inserir uma coisa que não está escrita aqui na escritura. Versículo 10. Guardais dias, meses, tempos e anos. Ah, vejo! Está a falar do sábado, dizem as pessoas. Não, não, não, não. Cres irmãos, se isto está a referir ao sábado, e se isto está a referir aos festivais de Deus e aos anos sabáticos e aos jubilhão, como pode ser isto? Porque Paulo estava a falar a uma igreja cristã que tinham gregos, ou gentios e alguns israelípas também, mas a maioria estava a falar aos gálatas, isto é, aos gregos que se tinham convertido para a cristianidade. Estas pessoas que ele estava a falar não eram circunvcidadas. Sim, estas pessoas que ele estava a falar não eram circunvcidadas, isto é, não eram israelitas, ou judeus, eram gentios, eram gregos, que tinham sido convertidos ao cristianismo. Vejam comigo em Galatas 5, 2 para provar que estas pessoas que ele estava a escrever não tinham sido circunvcidadas. Vejam aqui, Galatas 5, 2. Eu, Paulo, vos digo que, se vos deixar de circunvcidar, Cristo de nada vos aproveitará. Vocês não vão ser justificados por serem circunvcidos. Ciclisados. Ciclisados. A circunvcisão não é necessária para serem justificados. Estava Paulo a dizer aos gregos. Vejam comigo, Capítulo 6, Galatas Capítulo 6, Versículo 12 e 13.

Todos os que querem ostentar-se na carne, esses vos constragem a vós a vos circunvcidar-des, somente para não serem perseguidos por causa da cruz de Cristo. Pois nem mesmo aqueles que se deixam circunvcidar guardam a lei, antes querem que vos circunvcideis para se glorificarem na vossa carne.

Estão a dizer, eles querem que vocês, os Galatas, sejam circunvcidados para se tarem a gloriarem na carne. A nossa glória não é na carne, é Jesus Cristo, e a circunvcisão não é necessária. Mas o ponto que estou a fazer é que a Carta dos Galatas foi escrita aos gregos, que não tinham sido circunvcidados. Ora, estes gregos que não tinham sido circunvcidados, está claro, antes de serem cristãos, estavam no mundo. Estavam no mundo grego, no mundo pagão.

Por isso, voltando novamente ao Galatas 4, do ciclo 9, mas agora está a falar em estes gregos que agora eram cristãos. Agora que conhecês a Deus, agora que são cristãos verdadeiros, ou antes, sejam conhecidos por Deus, que vocês são conhecidos por Deus. Como estáis voltando? Os gentios estavam voltando. Não podiam voltar aos ritos judaicos, porque não eram judaicos, eram gentios, e porque eram gentios estavam voltando. A quê? As festas pagãs. Estais voltando, outra vez, aos rodimentos fracos e pobres. O que que estas festas pagãs eram? Os rodimentos do mundo.

Vejam em versículo 3. Galatas 4, versículo 3, diz assim. Assim, também nós, quando éramos menores, estávamos servindo menos sujeitos aos rodimentos do mundo. Não eram rodimentos de Deus, eram os rodimentos do mundo, os rodimentos pagãs, as coisas deste mundo à nossa volta. E por isso que se tais eram os Galatas. Versículo 9. Como estás voltando, outra vez, aos rodimentos do mundo, às coisas pagãs, como observavam? Coisas fracas e pobres, lá os quais, de novo, creias ainda escravizar-nos. Querem ficar escravos de volta às observações pagãs.

E por isso, versículo 10, diz, é as guardar as dias, mesmas e tempos e anos de que? Festivar, festivar, festivar as pagãs. Ou surprestições, ou de astrologia. Sim, os pagãs, os pagãs observam a astrologia, os astros, estas coisas. E vocês estão a voltar a estes horoscópios, estas astrologias, estas coisas pagãs.

Outrora, versículo 8, vejam aqui Outrora. Porém, não acontecendo-as a Deus, servias a Deus, a Deusas, que por natureza não são. Quando Outrora, antes de viverem, virem a serem cristãos, não conheciam a Deus, e vocês, por isso, vocês serviam a Deusas, a Deusas pagãs, que por natureza não são Deusas. Não eram Deusas, não eram Deusas, não eram simplesmente Deusas pagãs da imaginação dos pagãs.

E, por isso, azer, não voltem às substituições pagãs. O título desta secção, na minha Bíblia, em cima do versículo 8, na Bíblia que eu tenho, diz assim, o valor transitório dos vítios judáculos. Este título, aqui, entre o versículo 7 e 8, que os tradutores escreveram, está incorreto, porque, como vêem, não está a falar dos vítios judáculos, está a falar do que os gentios estavam a voltar e estavam a voltar para as substituições pagãs. E, por isso, o título devia ser, não voltem às substituições pagãs.

Como vêem, nada tem a ver com o sábado. O sábado não é uma escravidão. Sim. Hoje em dia, neste mundo, Satanás e a sociedade em que estamos, põem pressão a nós para nós obedecermos ao sábado. E, sim, o sábado é um teste, é uma prova, é um dos sinais de que, de facto, somos de Deus. Mas, ao fim de contas, quando observamos o sábado, o sábado é uma pensão. Eu amo o sábado graças a Deus, não graças a Deus, pelo sábado. É um grande dia de pararmos as outras atividades e termos mais tempo para estarmos durante Deus.

Então veja agora um terceiro versículo que as pessoas usam para dizer que Jesus Cristo abrogou o sábado. Vemos o primeiro foi a dizer que qualquer dia estava bom para adorar. Não. Deus santificou o sábado. O outro que vimos foi agora a dizer que o sábado era uma escravidão. Não. O sábado era uma escravidão. As substições pagães eram uma escravidão. E diz para não voltarmos a essas substições pagães. E vejamos então outro terceiro versículo que as pessoas usam para dizer que o sábado está obsoleto, que não é necessário guardar o sábado, pois foi, como dizem essas pessoas, encravado à cruz. Vejam comigo se faz favor em Colocenses 2, versículo 16 e 17. Que lhes irmãos, o sábado não foi encravado à cruz. E vamos então ver esse versículo e vamos analisá-lo e ver como as pessoas estão a tirar do versículo uma interpretação incorreta. Colocenses capítulo 2, versículos 16 e 17. Diz assim, ninguém, pois, vos julgue por causa de comida e bebida, o dia de festa, ou lua nova, ou dos sábados, porque tudo isso tem sombra, tem sido sombra das coisas que haviam de vir, porém o corpo de Cristo. Eu, deliberadamente, não li o corpo é de Cristo, porque o é está em Itálico e isso quer dizer que não está no original. Deve-se ler porém o corpo de Cristo. As pessoas dizem, ah, ninguém vos julgue por causa de comida e bebida, ou dos sábados, porque são uma sombra das coisas que haviam de vir, e isso sábado é uma sombra e foi encravado à cruz, por isso não precisam de observar o sábado. Vamos examinar estes trechos bíblicos. Para Paulo dizer que não é necessário observar o sábado neste versículo, seria confuso, porque Paulo estava, em facto, a dizer que estava a aguardar. Ninguém vos julgue por causa de bebida ou de festa ou da lua dos sábados, ninguém vos julgue por causa dos dias de sábados. Isso é, ninguém vos julgue porque estão a aguardar os dias de sábados. Como é que eu podia estar a dizer para não aguardar os dias de sábados, porque está a dizer que eles estão a aguardar os dias de sábados, ou os dias de festa? Mas uma per... um ponto aqui, olha, como a igreja em Colosseia era, uma vez mais, na maioria, pessoas em dias, porque então o Paulo não fez o assunto muito claro aqui e porque que não disse claramente que não era necessário aguardar estes dias?

Mas uma pergunta ainda mais básica é a seguinte.

Está-se Paulo a falar de práticas do velho vestamento?

Está-se Paulo a falar se os cristãos deviam de obter ou não as leis de carnos limpas e imundas?

Se deviam de obter ou não aos festivais bíblicos? Se deviam de obter ou não ao sábado semanal, ou qualquer outras leis do velho vestamento? Está-ve ele a dizer isso aqui, neste versículo?

Muitos pensam que o escrito de dívida foi encravado na cruz. Vejam aqui, versículo 14. Versículo 14. Tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós e que constava da ordenança a qual nos era prejudicial, removeu o interamente encravando na cruz. Por isso bem, o sábado foi encravado na cruz, dizem as pessoas. É, é, é, é, onde está aqui a dizer o sábado foi encravado na cruz? Não lhes aqui que o sábado foi encravado na cruz? Diz aqui que o escrito de dívida foi encravado na cruz?

Muitos dizem, ah, mas o escrito de dívida é a lei de Deus. Não, não, o escrito de dívida não é a lei de Deus. O escrito de dívida não são os mandamentos que Deus deu no velho vestimento. Não, não está a dizer isso.

Paulo não está a dizer que a lei foi encravada na cruz? Não.

Cri-te irmãos, o que foi encravado na cruz? Foram os nossos pecados.

A lei de Deus diz que o pecado conduz à pena da morte.

O salário do pecado é a morte. Podem ler isso em Romanos 6, versículo 23.

Este espírito de dívida é que era contra nós, contra a nossa vida.

Porque temos a pena da morte e, por isso, devemos de pagar essa pena, essa multa, com uma vida. E, por isso, está contra nós.

A nossa dívida, a nossa sédula, o que nós temos de pagar, temos de pagar com uma vida. E, porque pagamos, e se pagamos com a nossa vida, está claro que moremos.

É o preço do pecado, é a contra da nossa vida.

Leemos, então, versículo 13 e 14, conoscensos 2. E a vós outros, que estáis mortos pelas vossas transgressões. Sim, estamos mortos pelos nossos pecados, e pela incirconcisão da nossa carne. Porque não nos arrependemos, porque a nossa carne não foi circuncisada, continuamos a pecar.

Vos dêo vida juntamente com ele.

Jesus Cristo nos dêo vida juntamente com ele que tem vida, perdoando todos os nossos delitos. E ele perdoou todos os nossos pecados. Por isso, como? Como é que perdoou os nossos pecados? Porque cancelou, tendo cancelado, o escrito de divina, que era contra nós.

Qual é o escrito de diva? Aos nossos pecados, a pena da morte, que é contra nós, porque nos diz que vamos ter que morrer, para pagar por esse pecado. E constada da ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente. Sim, constada do sacrifício, de ordenanças simbólicas, de lei sacrificial, que eram ordenanças de limpagens e tudo, mas isso removeu inteiramente. Como? Pelo sacrifício de Jesus Cristo. O sacrifício de Jesus Cristo, isto é, encaravando na cruz o nosso pecado, a nossa pena da morte, a nossa... o escrito de divina, a nossa... Temos que morrer.

Já não é necessário essa sédula, essa dívida que temos, foi caravada na cruz pelo corpo de Jesus Cristo, Jesus Cristo pagou na cruz por nós. Por isso, nós não precisamos te pagar. Cris irmãos, é a evidência contra nós. Isto é o nosso pecado. Está encravado na cruz e não a lei de Deus. Por isso, podemos ser perdoados. Então, o que é que Paulo está a falar aqui, no versículo 16 e 17, quando está a dizer, pois ninguém pois vos julgue? Bem, vamos ler um bocadinho as coisas que Paulo está a falar. Uma vez mais, Paulo está a falar aos colocenses, que na maioria eram gentios, e vejam aqui, lendo o resto do capítulo, vamos ver alguns problemas que eles tinham. Vejam comigo primeiro, em versículo 15, diz assim, e dispujando os principados e as protestados. Tinha problemas com certos principados e protestados. Isto é certos demônios, influências demoníacas e coisas assim, e seres espirituais, como poderes e com forças espirituais. Depois diz assim, versículo 18.

Ninguém se faça à árvore contra vos outros, protestando humildade e culto dos anjos. Tinha uma humildade falsa, pareciam ser humildes, mas não eram, e tinham um culto de anjos, adoravam anjos. Está claro que anjos é que estão aí para ser adorados. São os demônios, são os anjos que deixaram de ser anjos bons e ficaram anjos maus, que é o que nós chamamos, chamamos demônios. Um culto dos demônios.

Versículo 21. Não manuseis isto, não proves aquilo, não toques aquilo outro. Não manuseis isto, não mexes nisto, não proves aquilo, não saboreias isto, não tendes a saborear isto ou aquilo, não toques naquilo outro, não tocar, por isso não estar a mexer, não estar a saborear, não estar a tocar. Vejam aqui, versículo 23. Estas coisas que eu efeito têm a aparência de sabedoria como culto de si mesmo, de falso e humildade e de rigor assético. Tínham um rigor assético. Estes três estavam ao mal tratar o corpo físico. Vemos aqui problemas que eles tinham, problemas do culto de mónicos, cultos de anjos, falso e humildade, falso, coisas que estão a dizer não podem mexer nisto, não podem tocar naquilo, não podem saborear no outro, estavam a mal tratar o corpo fisicamente. Que ele está a falar? Paulo também fala de, vejam no versículo 4, neste mesmo capítulo, versículo 4, fala de, assim digo, para que ninguém vos engane com raciçíneos falazes, palavras convencentes, mas enganadoras que estavam a raciçinar, conclusões raciçíneos. Vejam o versículo 8. Cuidado que ninguém vos veja a enredar com a sua filosofia e vãs sutilezas, conforme a tradição dos homens.

Versículo 20. Vejam aqui. Se morrer com Cristo para os rodimentos do mundo, porque como se viesseis no mundo vos sujeitais a ordenanças, ordenanças do mundo.

Versículo 22. Segundo os perceites de ultrínios dos homens. Vese que Paulo estava a falar de raciçíneos, de filosofias, ordenanças do mundo por seitos e doutrinos de homens. Não estava a falar de comandamentos de Deus. Estava a falar de coisas, de problemas que tinham com domónios e cultos de anjos e coisas de mexer e não mexer. Estava a falar de maltratar em corpo físico. O que é que estava a acontecer? Existia nessa altura, nessa área. É um assunto de estudar, mas... Ele estava a falar algo que os antios compreendiam muito bem. Porque a igreja primitiva estava a ser infiltrada por ideias nósticas. Isto é, era uma atitude religio filosófica. Era uma certa filosofia, uma certa maneira de ver as coisas, de entender as crenças. E o fulcro dessa filosofia era um certo conhecimento secreto, que diziam que este conhecimento especial, este conhecimento secreto, melhorava a sua crença, a sua religião. E este era baseado no ensinamento que o espírito é 100% bom, e a matéria, as coisas físicas, é 100% maus. E deste dualismo de que o físico é completamente mal e o espírito é completamente bom, desenvolveram certas doutrinas e erros doutrinais. Sendo o corpo mal, por isso mal tratavam o corpo, por isso diziam não mencioniste, não proves aquilo, não a precise aquilo, não tenhas os festivais alegres, não tenhas certas alegrias, porque tudo físico é mal. Era um tipo de asceticismo, como lemos aqui, eram umas doutrinas ascéticas.

Baseadas num conhecimento nóstico, que eram de que tudo físico era mal.

E, por isso, eles diziam a salvação era sair do corpo mal, através deste conhecimento especial. E este tipo de asceticismo é a base, é o palco da carta aos colossenses. Paulo estava-se a referir a esta filosofia, esta filosofia de ensino. Vejam novamente. E, por isso, no versículo 21, veja disse, Não, manuseis isto, não proves aquilo, não toques aquilo outro. Tudo isto era baseado em ensinamentos e doutrinas do homem. Agora, então, com este conhecimento básico do que eles estavam a falar. Vamos, então, ler novamente o que se diz. Não eram doutrinas de Deus. Vejam versículo 22, segundo os preceitos e doutrinas dos homens. Agora, então, com este conhecimento básico do que eles estavam a falar. Vamos, então, ler novamente os versículos 16 e 17. Porque tinham este problema filosófico, desta doutrina, de não tocarem em coisas físicas, de não festejarem, não terem alegria, não terem coisas alegres e festivas. E, por isso, diz assim, no versículo 16. Ninguém pois vos julgue por causa da comida e de bebida. Por que vocês têm uma festa e quando têm a festa de Deus e, durante a festa, vocês comem, estão alegres, ninguém vos julgue por terem esta festa alegre. Porque para eles, qualquer alegria era pecado, porque as coisas físicas eram mau, era pecado.

Ou de dia de festa, ou de lua nova, ou do sábado. Sim, o sábado não só o sábado de semanalmas, o sábado de todos. A lua nova, porque o dia das trombetas era lua nova, lua nova, e a lua nova é usada para fazer os cálculos de quando são os dias santos de Deus. E por isso diz assim, não, não, não, não, não, não, não, não, não, não dáis essa pessoa julgar a voz acerca disto, não, e por isso, eles estão a julgar a voz de como estamos a levar estes dias. Porque eles querem que vocês observem estas, estas festas, de uma maneira assética. Mas nós, na Igreja de Deus, celebramos os dias festas de Deus e os sábados de uma maneira alegre e festiva, pois são os festivais de Deus. Vem que, Jesus Cristo, quando falou com os fariseus, estava a dizer a eles como observar o sábado corretamente. É que Paulo também tinha o problema congentios de como observar os dias Santos e os sábados corretamente.

Eles estavam a guardar, e o Paulo é que não dizem eles para desistirem de guardar, mas diz assim, pois tudo isto tem sombra de coisas que haviam de vir, que ainda estão para vir. O sábado e os dias Santos ainda apontam para coisas no futuro.

Porém, o Corpo de Cristo. Porquê é que deve des julgar a voz? Como observem, observam os dias Santos? É a Igreja de Deus, que é o Corpo de Cristo. Diz assim, por... Vos cinco e dezesseis. Ninguém, pois, vos julgue por causa destes dias, mas porém, o Corpo de Cristo é que nos deve des julgar. A Igreja de Deus é que nos deve des julgar. Por isso, não está a dizer que o sábado é obsoleto, que o sábado não se deve ser observado, mas, aliás, aponta para observarmos o sábado de uma maneira correta, uma maneira vestiva, de uma maneira alegre, porque o sábado é algo aponta para o futuro. Por isso vimos três trechos bíblicos. Um, vimos que, em Romanos, que não é uma que, no Romanos 14, por século cinco, não é que todos os dias sejam iguais para a duração de Deus. Nem todos os dias são santificados para a duração de Deus. Sim, se queres de joar ou se queres não comer carne um certo dia, ou só para comer vestais no outro dia, isto é a tua decisão, mas não está a falar no sábado. Só o sábado foi santificado. Também vimos que o sábado não é uma escravidão, é uma benção para o homem. E o sábado não está obsoleto. Não foi encravado à cruz, mas sim o sábado é um dia para se celebrar com alegria e não deixe ninguém julgar por vocês celebrarem o sábado e celebrarem os dias santos. Isto é o sábado-os. Selebrarem numa maneira alegre. É a primeira desculpa que as pessoas usam para dizer que o sábado foi abrogado. Depois, brevemente agora vou ver outras duas desculpas. Uma outra desculpa que dizem é que o sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro. Ora, isto é uma doutrina promogada pela Igreja Católica. Aliás, foi a Igreja Católica que fez esta transferência do sábado para o domingo. Todas as igrejas que seguem o domingo estão a seguir a Igreja Católica. Não há razão bíblica nenhuma para esta transferência. Ah, uns dizem, ah, porque Jesus Cristo foi ressuscitado no domingo, observamos o domingo para celebrar isso. Querias irmãos, se... To dizer, se Jesus Cristo tivesse sido ressuscitado no domingo, que não foi, mas se tivesse sido ressuscitado no domingo, aonde é que temos autoridade bíblica, numa afirmação direta das Escrituras para fazermos essa alteração da lei? Não existe.

Ao fim de contas, esta alteração é um galho muito fino, não é um tronco da árvore, aliás, é um galho no ar. Ao fim de contas, esta mudança do sábado para o domingo é a marca da besta, mas isso é um outro estudo que, um dia destes, falarei nisso, mas não estou a falar nisso hoje.

O sábado não foi mudado para domingo, e nós não temos autorização de declarar que Deus santificou o domingo, em vez do sábado, porque Ele não fez isso. Não teve nenhuma afirmação na Bíblia a dizer isso. Por isso, essa desculpa de que o sábado foi transferido do sétimo dia para o primeiro é incorreta. Não tem base bíblica nenhuma.

E a terceira desculpa que usam para não observar em um sábado é que dizem que o sábado é temporário. Não é necessário, pois somos uma criação nova, espiritual, e o sábado é físico, e por isso não é necessário observar o sábado. Essa conclusão é uma vez mais um raciocínio defeituoso. Porque não se encontra isso em sítio nenhum. Não se encontra nenhuma afirmação direta nas escrituras acerca disso. Vejemos. Primeiro Deus estabeleceu o sábado. Podem ler isso em Genesis capítulo 1, 31 até a Genesis capítulo 2, versículo 2. E por que Ele descansou? Porque Ele estava cansado? Não. Ele descansou depois de ter criado o homem no sexto dia e no sétimo dia fez o sábado e descansou para o homem. Ele descansou para fazer o dia diferente. Por isso é que Ele descansou. Por Ele descansar criou o dia. É um acto de criação. E por isso Ele dedica o dia a nós. E nós precisamos dedicar o dia a Ele. Ele dedica o dia a nós para ter mais tempo, digamos assim, para conviver conosco. E nós também devemos de usar esse dia como o dia da família, da família de Deus, porque esse dia foi santificado. Em Exodus 20, versículos 8 a 11, quando Deus falou ou Deus os ex-medamentos ao Israel, Ele não disse a Elas coisa nenhuma diferente do que lembrem-se do sábado para o santificar e apontou de volta a criação, porque disse que em sete dias, nos primeiros seis dias Deus fez isto em equilíquo e outro, mas no sétimo dia descansou e santificou para vocês. Apontou, em Exodus 20, para a criação. Jesus Cristo observou o sábado. Não porque era um judeu, não, mas observou o sábado porque Ele criou o sábado. Ele sabia o significado espiritual do sábado.

Vejam comigo se faz favor em Marcos capítulo 2. Marcos capítulo 2.

Marcos capítulo 2. Para dar o versículo 27 a 28. E acrescentou o sábado foi estabelecido por causa do homem e não o homem por causa do sábado. De sorte que o filho do homem isto é Jesus Cristo. É o Senhor, é o Criador, é o Senhor do sábado. Ele criou o sábado.

O sábado é para a família de Deus. Jesus Cristo é o Senhor do sábado também. É o Criador do sábado também.

E Paulo também aponta para a criação. E para o presente, para o passado, para o presente e para o futuro quando fala do sábado. E então vamos ler uma secção de Paulo, uma secção muito importante, que as pessoas muitas vezes não compreendem. Porque Paulo está a dizer que o sábado aponta para a criação, o sábado é um de descansos e um de repouso, aponta para o presente porque diz que continua a existir uma necessidade do sábado de repouso. E aponta para o futuro, para o futuro que é o descanso na terra prometida, que é a nossa salvação, que é no reino de Deus, que é ainda de endoro. E por isso usa este significado duplo ou triplo do sábado para descrever a importância do sábado. Então vamos ler, começando a ler em Hebreus 3. Hebreus 3. Porque vamos ver que o sábado é eterno. E vamos ler isto do próprio Paulo, quando ele está a descrever isto aos Hebreus. No capítulo 3 está a falar que Cristo é superior a Moisés e está a dizer que os judeus, durante quando estiveram no deserto e se eram do Egito, não obteceram e por isso não entraram na terra prometida. E, então, usa a comparação da terra prometida, que é a terra do descanso, que é o exemplo do sábado. Por causa, porque não acreditaram, porque não obteceram, não entraram na terra prometida. Isto é o descanso deles, que seria, simbolicamente, um sábado. Vigemos aqui primeiro no versículo 12. Hebreus 3. Tendo cuidado, irmãos, jamais aconteça a ver, em qualquer de vós, perverso o coração de incredulidade que vos afaste do Deus vivo. Tenham cuidado, que não venham a ter uma certa falta de crença, uma certa falta de fé para vos afastarem do Deus vivo. É para dizer, tal como os hebraicos se afastaram de Deus vivo, porque não acreditaram, não obteceram e vejam comigo, então, no versículo 17. Ora, contra quem Deus se indignou por 40 anos? Não foi contra os que pecaram, cujos cadadas caíram no deserto, lembram-se quando se era do Egito, pecaram e por isso morreram no deserto por 40 anos e não foram para a terra prometida, porque se indignou com eles porque pecaram.

E contra quem jurou que não entrariam no seu descanso? Qual era o descanso desses Israelitas? Esse descanso seria simbolicamente a terra prometida, a terra da promessa. E não entraram na terra promessa, mas os filhos entraram, mas eles não entraram se não contra os que foram desobdientes. Não entraram no descanso, versículo 19. Vemos pois que não puderam entrar por causa da desobdiência, mas agora em vez de usar a palavra desobdiência, usa a palavra incredulidade. E por isso vem que a falta de fé, a falta de querer, a falta de não acreditarem, é a mesma coisa que desobdecerem. Quando não acreditamos, não obedecemos. Quando acreditamos, obedecemos. As duas estão intricicamente ligadas uma à outra.

Então, continuamos, então, no versículo 1 do capítulo 4.

Tamamos, portanto, que sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, sim.

Ainda nos é deixada a promessa de entrar no descanso de Deus. Para nós, qual é a promessa de entrar no descanso de Deus?

É de entrar na terra prometida. Qual é a terra prometida para nós, como cristãos? É o rei de Deus. Para nós, é a terra prometida. Mas está claro que está a falar do descanso. Está a usar simbolicamente o descanso que é o sábado. Sendo-nos deixada a promessa de entrar no descanso de Deus, que é o rei de Deus, mas simbolicamente o sábado aponta para esse descanso.

Porque também a nós foram anunciadas as boas-novas, como se deu com eles, mas a palavra que ouviram não nos aproveitou, visto não ter sido acompanhada pela fé, porque eles não acreditaram e, por isso, se obteceram naqueles que ouviram. Nós, porém, ficaremos entramos no descanso.

Entramos no descanso no presente. Qual é o descanso no presente? O descanso no presente é o sábado. Estamos a observar o sábado, no descanso, conforme Deus tem dito. Assim jurei. Na minha ira, não entrarão no descanso. Entramos no descanso simbolicamente no sábado, porque aponta simbolicamente. Explicamente é uma ilustração, é um exemplo, é uma analogia que vamos entrar no descanso de Deus, que é no reino de Deus. Embora certamente, continuando a ler no versículo 3, as obras estivessem concluídas desde a Fundação do Mundo. Sim, o sábado foi concriado durante os primeiros sete dias na Fundação do Mundo. Mas está a dizer que o sábado tem um simbolismo também futuro futurístico. Porque em certo lugar, assim disse, no do canto, há sétimo dia. Sim, em certo lugar, assim disse, no do canto, ao dia do sábado, há sétimo dia. E descansou Deus no sétimo dia de todas as obras que fizeram. Sim, é o sábado. Mas novamente, no mesmo lugar, diz, não entrarão no meu descanso, que é a terra prometida. Vem que o sábado é simbólico da terra prometida. Para os israelitas, a terra prometida era Israel. Para nós, a terra prometida é o reino de Deus, que é a nossa salvação. Versículo 5, 6.

Por que foram desobdiantes? Vem. Por resto, entraram. Por causa da desobdiência. Não entraram aqueles aos quais, anteriormente, foram anunciadas os bons novos. Por que é que não obedeceram? Porque não acreditaram. Quando uma pessoa acredita, uma pessoa obedece. De novo, determinado, certo dia, hoje, falando por David, muito tempo depois, segundo o ano se for declarado, hoje, se ouvires a minha voz, está a falar a isto a nós, hoje, se ouvires a sua voz, a voz de Deus, não endureceis o vosso coração. Querido irmãos, hoje, se ouvires a voz de Deus, não endureceis a vossa, a vossa, o vosso coração, para obedecerem a Deus, às leis de Deus, incluindo a lei do sábado, mas também as outras leis. Porque se não engrossemos, então vamos acreditar nele e vamos fazer o que ele diz para nós fazermos. Ora, versículo 8. Se Josué lhes houvesse dado descanso.

Sim, porque os filhos entraram na terra prometida, mas não tiveram descanso, não falaria posteriormente a respeito do outro dia, porque o descanso de verdade, o descanso verdadeiro não é a terra prometida física, mas o descanso verdadeiro é a terra prometida espiritual, que é o reino de Deus Vindoro. Portanto... Resta um repouso para o povo de Deus. Portanto... Resta um repouso sabático, um sabatismo em greu. Portanto, resta um dia do sábado para o povo de Deus. Para o povo de Deus ainda existe o dia do sábado para guardarmos o dia do sábado.

Porque aquele que entrou no descanso de Deus também ele mesmo descansou das suas obras. Se nós entramos no descanso de Deus, descansamos das nossas obras, como Deus das Suas. Por isso nós precisamos descansar no sábado, porque o sábado é um simbolismo de entrarmos no rango de Deus, do mundo da manhã. Então o sábado significa esforcêmonos pois, por ciclo 11. Sim, não é fácil hoje em dia observar o sábado. O mundo põe nos dificuldades para observarmos o sábado, mas temos que nos esforçar, pois, para entrar naquele descanso para observar o sábado. Temos que nos esforçar, a fim que ninguém caia. Segundo o mesmo exemplo de desobediência.

Queridos irmãos, é tão claro, temos que observar o sábado, porque a palavra Deus é viva e eficaz e mais curtando de qualquer espada de dois gumes, e penetra até o ponto de dividir a alma e o espírito juntas e medulas e é apta para discernir os pensamentos e os propósitos de Curação. Queridos irmãos, a palavra Deus é muito forte. Temos que nos esforçar a guardar o sábado. Mesmo que afete o nosso emprego, mesmo que afete a nossa escola, mesmo que tenhamos dificuldades, temos que esforçar de observar o sábado. Se não, então, são muitos autientes. O sábado não é temporário, queridos irmãos. O sábado é eterno e é o símbolo do futuro reino de Deus, e o reino de Deus é eterno. Sim, nós somos uma criação espiritual, mas temos que nos esforçar a guardar o sábado. Temos que discernir as doutrinas e prová-las. E, pois, vamos ser testados, vamos ser provados. Temos de discernir o tronco da árvore dos galhos finos. Como vimos neste estudo de dois irmãos, o sábado foi criado por Jesus Cristo. Jesus Cristo não amorrogou o sábado. Isto é, todos os dias não são iguais para a duração de Deus. A duração de Deus, o sábado foi santificado especialmente para a duração de Deus. Sim, podemos adorar de Deus todos os dias, mas o sábado é um dia especial. Jesus Cristo não amorrogou o sábado, pois o sábado não é uma escrevidão, mas é uma pensão. Jesus Cristo não amorrogou o sábado, pois o sábado não foi encravado à cruz. A ressurreição de Jesus Cristo não mudou o sábado para o domingo, como vimos, e o sábado é eterno. Resta um repouso para o povo de Deus. O sábado é uma pensão, queridos irmãos. A lei diz, lembra-te do sábado para o santificar. Deus diz o mesmo hoje ao Israel espiritual. Tu e eu, na Igreja de Deus, somos o Israel espiritual. A lei diz-te isto aos Israelitas da Igreja de Deus, aos Israelitas de verdade, que são os Israelitas em espírito. Diz-nos a nós, aos membros da Igreja de Deus, aos verdadeiros cristãos. Lembra-te do dia do sábado, porque os Israelitas, no Velho Distamento, não se lembraram do livro do dia do sábado, e por isso foram castigados e foram retirados da terra deles. Lembra-te do dia do sábado para o santificar. Queridos irmãos, precisamos de o guardar cuidadosamente e liaumente.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).