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PONDEU A BOTARTO CRIZINH MÃOS Bom dia ou boa tarde, Crizzinh Mãos, que é Jorge Câmos falando-vos, de Cincinnati. De vez em quando nós recebemos cartas de leitores, fazendo algumas perguntas, outras vezes dizendo certas coisas. Recebemos uma carta que dizia o seguinte. É perigoso deixar a impressão com as pessoas que ainda estão debaixo dos desmandamentos. Nós não estamos. Jesus cumpriu a lei de Moisés, diz essa pessoa, Mateus 517. Jesus levou ou tirou a lei para fora do caminho, cravando-a a cruz, Colocenso 2,14. Depois disse, em terceiro lugar, nós estamos sobre uma nova aliança, em seu sangue, 1º Corinthians 11,25. E depois disse aqueles que tentam manter a lei, que irão numa falta de graça, não estão na graça, Galatas 5,4. E depois diz, pelo contrário, quando amamos a Deus, bem como ao próximo, nós cumprimos a intenção da lei, os romanos 8,4 e 13,8. E em sexto ponto diz, os dez mandamentos foram dados somente a Israel, e nunca foram para os Gentios. E faz referência a Exodus 20,22, de Trenómio 5,1 a 6 e 29,1. E depois conclui, se você não fizer isto bem claro, fará com que muitos percam as suas almas. Creios irmãos, hoje vamos fazer um estudo, um estudo bíblico, a cerca desses seis pontos, e concluindo com o sétimo que responde à introdução e conclusão dessa pessoa. Porque, na verdade, isto é um assunto que refere à sua vida ou à sua morte. É um caso de vida ou de morte. O que esta pessoa está aqui a dizer, basicamente, é que não precisamos de obter as leis de Deus, aos dez mandamentos das leis de Deus. É o que esta pessoa está a dizer, não precisamos de obter as leis, porque as leis foram, digamos assim, abolidas. E a primeira prova que ele dá é reférsia a Mateus 5, versículo 17, em que diz que Jesus cumpriu a lei, e, por isso, nós não precisamos de cumprir. Ora, então, vigemos este primeiro ponto em Mateus 5, versículo 17, e vigemos, então, o que as escritores dizem, porque é importante. Lermos o que a Bíblia diz, e não chegarmos às nossas próprias conclusões. Mateus 5, versículo 17.
Aí diz, Não pensais que vim revogar a lei, ou os profetas, não vim para revogar, vim para cumprir. E o que esta pessoa está a dizer é que diz, Jesus cumpriu a lei, e, por isso, nós não precisamos de cumprir. Ora, é isto o que a Bíblia lhe diz? Porque sim, Jesus cumpriu a lei, mas está a dizer que não precisamos de cumprir. O que quer dizer cumprir? Cumprir, esta pessoa dá em entender, quer dizer que completou, e que já não é necessário, ao ser mais à lei, porque já está completa. Mas cumprir aqui, tem um significado, de que encheu completamente. Vejemos o que este versículo diz. Não vim para revogar. O que quer dizer revogar? Revogar quer dizer, não vim para destruir, não vim para libertar os homens das obrigações de obtecerem à lei. Não vim para revogar a lei, mas vim para cumprir. Por isso está-se justo a dizer que não vim para desfazer, ou para libertar as pessoas de necessidade de obtecer à lei. Sim, não vim para fazer isso, mas vim para cumprir. Vim para obtecer e para nos mostrar que é possível obtecermos, para nos ser um exemplo, para nós seguirmos o exemplo dele. A palavra cumprir, cumprir a lei, também tem a intenção de que ela completou partes da lei que apontavam para ele. Por exemplo, os sacrifícios apontavam para o verdadeiro cordeiro de vida que é Jesus Cristo. Agora, ele cumpriu essa parte da lei que apontava para ele, e agora ele cumpriu isso, cumpriu essa parte de ser o cordeiro da páscoa, o nosso cordeiro. E, por isso, a lei assim que apontava para Cristo agora essa lei está completa, porque Cristo fez o que a lei estava a apontar, cumpriu essa parte da lei. Por isso, este primeiro entendimento desta pessoa a dizer que Jesus cumpriu a lei, e por isso não precisamos de obtecer, não é o que está aqui escrito, como vimos. Vegemos, então, o segundo ponto desta pessoa que diz, Jesus Cristo puxou a lei para o lado, tirou a lei para o lado, cravando-a na cruz. E, por isso, não precisamos de obtecer a lei, porque a lei de Deus foi cravada na cruz. E usa, então, essa pessoa como referência, o colocenso capítulo 2, versículo 14. Víamos, então, o colocenso capítulo 2, versículo 14 diz, colocenso capítulo 2, versículo 14.
Diz assim, tendo cancelado o escrito de dívida, que era contra nós, e que constava do Ordenanças, o qual nos era prejudicial, removeu inteiramente, encravando-o na cruz. Cancelou o escrito de dívida, que era contra nós. Ora, este escrito de dívida é a lei? Não. Este escrito de dívida é que quando nós pecamos, quando nós pecamos, o preço do pecado é a morte. Quando nós pecamos, o preço do pecado é a morte. Leia um comico, se faz favor, em Romanos 6, versículo 23. Romanos 6, versículo 23. Diz assim, porque o salário do pecado é a morte. O que nós vamos ganhar para pecarmos é a pena da morte. Por isso. Diz assim, o salário do pecado é a morte. O que nós vamos ganhar é assim. Tendo cancelado o escrito de dívida que era contra nós. Qual é o escrito de dívida? Nós devemos pagar esta dívida. E o que é esta dívida que temos por causa do pecado? É a nossa vida. Temos que pagar com a nossa vida o preço do pecado. É a multa de quebrarmos a lei. Com você, se vá pelo tráfico aí abaixo e passa por um semáforo vermelho. Então o policial vem atrás de você ou manda você parar e dale uma multa. Por quê? Porque quebrou a lei. E tem uma multa. O preço dessa multa é definido por essa lei, que diz o preço da multa de passar por um semáforo vermelho é X. Seja isso. 100 reais, 200 reais, 100 euros, sejam que foram. Isso é o preço que você agora está em dívida ao Estado, ao Governo Federal, ou seja qual for a autoridade que posece a lei, você está em dívida. E por isso recebe um escrito. Uma multa, um escrito de dívida. E esse escrito de dívida que você recebe, é que você diz, você deve 200 reais, ou seja o valor que seja, você deve X reais, ou si X euros, porque quebrou esta ta ta ta ta, lei. Seja que lei tenha sido que você tenha quebrado. Esse é o escrito de dívida. Esse é o escrito de dívida, essa sentença que é contra você, que você tem que pagar.
E se não pagar, tem outras, penas ainda maiores. Por isso você está debaixo dessa pena da lei. Está debaixo dessa sentença desse escrito de dívida que a lei lhe deu. Que era contra nós. E que constava de ordinanças, que constava de dizer que tem que fazer certas coisas. Qual é a ordem que dá? Tem que pagar X reais. Ou se não fizer isso, acaba por ir para a prisão.
O qual nos era prejudicial? Qual é o salário do pecado? A morte. Qual é o escrito de dívida que nós temos por quebrar as leis de Deus? É a sentença da morte. Que é contra nós. O que nos era prejudicial. O que Jesus Cristo fez? Removeu inteiramente. Removeu esse escrito de dívida que nós devíamos pagar com a nossa própria vida? Removeu essa pena da morte? Perdoando-nos. Mas não só nos perdoou? Não só nos perdoou? Pagou para nós! Porque cravou esse escrito de dívida, essa sentença da morte, e ele morreu para nós. Pagou para nós. Em completo. Completamente. Por isso, não está aqui a dizer que agora, porque essa pena da morte foi paga, não está aqui a dizer que agora você pode ser um criminoso daqui para sempre. Não está a dizer isso. Está simplesmente a dizer por causa de lei essa pena da morte foi paga. Não está a dizer que agora pode ser um criminoso para sempre. Não está a dizer que as leis contra o crime e contra os crimes agora foram eliminadas. Não está a dizer isso. Sevemente está a dizer que a multa foi paga, mas as leis contra os crimes continuam.
O terceiro ponto nesta carta que esta pessoa nos escreveu disse que nós estamos debaixo da nova aliança pelo sangue de Cristo. Ele foi assim que ele escreveu. Nós estamos debaixo da nova aliança pelo sangue de Cristo. E por isso a implicação dele é que não precisamos agora de obter as leis de Deus, porque estamos debaixo desta nova aliança. E ele usa 1 primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 25, para provar este ponto. Então, vamos ler a primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 25. Primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 25. Mas lembrem-se, o que vimos até agora. O que vimos até agora é que primeiro Jesus cumpriu a lei. Sim, cumpriu a lei.
Mas isso não revoga, não elimina a lei, não nos dá o direito de agora nos obter a lei. Ele cumpriu a lei e nos deu um exemplo. Em segundo lugar, também vimos que o escrito de dívida isso é que foi gravado na cruz. Não foi a lei, foi escrito de dívida. Isto é, a nossa sentença da morte foi gravada na cruz e não as leis de Deus. E agora vejemos o que quer dizer em primeiro coríntios, capítulo 11, versículo 25, que diz assim, por suminhante modo, depois de haver-se dado, Jesus Cristo, depois de haver-se dado, também tomou o Káles, dizendo, este Káles é a nova aliança do meu sangue. Este Káles, neste dia da páscoa, quando ele mudou os símbolos, ele deu os símbolos do sangue e do pão. Ele disse, este Káles, de vinho, é a nova aliança do meu sangue. Com isto, todas as vezes, que beber-os em memória de mim.
Nós estamos debaixo de uma nova aliança, sim. A aliança, no sangue de Cristo. Sim. Isso é verdade. Mas quero-se dizer, que com esta nova aliança, a lei, de Deus desapareceu. Quero-se dizer que agora podemos cometer adultério. Quero-se dizer agora que agora podemos assassinar outras pessoas. Quero-se dizer agora que agora podemos mentir e podemos roubar.
Está claro que não. Estão debaixo desta nova aliança. Deste novo compromisso que temos com Deus através do Sonho de Jesus Cristo, não quero dizer que agora podemos cometer adultério, podemos assassinar, podemos mentir, podemos roubar. Não quero dizer isso. Não. Não quero dizer isso. Talvez, poderia ter posto o seu ponto de vista, como maneira um bocadinho mais difícil, se ele tivesse usado Ibreus capítulo 8, versículo 13. Porque Ibreus capítulo 8, versículo 13, diz assim, quando ele diz nova, a nova aliança, torna adequada à primeira. Ora, aquilo que se torna adequado e envelhecido, está prestes a desaparecer. E ele, então, poderia ter usado esta escritura de dizer, a antia aliança está a desaparecer. E, por isso, as leis de Deus da antia aliança estão a desaparecer. Mas não é isso que isto está aqui a dizer. Está a dizer que este pacto, que esta aliança, que este acordo, agora temos um acordo novo. Temos um novo contrato. Quer dizer, quando contrato antigo, temos um melhor que o antigo. Porque este novo, sim que é novo neste tempo, mas também novo, em tipo, em qualidade, que é melhor, que representa o melhor racionamento entre nós e Deus. É o melhor contrato. É o contrato ainda melhor.
Mas não está a dizer que as leis de Deus foram eliminadas, porque, ao fim de contas, vejam no versículo 10, ou vamos, de facto, começar no versículo 8, deste mesmo capítulo, de Ibreus 8. De Ibreus 8, versículo 8. E, de facto, repreendendo-nos dias, aí vem dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança em casa de Israel e com a casa de Judau. E, queres irmãos, não foi só com casa de Israel, com a casa de Judau, porque nós estamos todos nesta nova aliança, como vemos, mas continuando. Não segundo a aliança que fisca os seus pais, com o seu parentesco, não é a aliança que fisca. No dia em que eu estumei pela mão para os conduzir até fora da terra do Egito, pois eles não continuaram na minha aliança, e eu não atentei para eles, diz o Senhor. Este relacionamento da antiga aliança não deu certo. Este contrato falhou. Por que é que falhou? Por causa da lei? Ou porque falhou? Porque os Israelitas não obteceram à lei. E depois continua. Esta é a aliança que firmarei em casa de Israel. Esta é a nova contrata. Este é um novo contrato que firmarei. Depois daqueles dias, diz o Senhor, o que é que ele vai fazer diferente? Diz assim, diz o seguinte, na sua mente imprimirei as minhas leis, e também sobre o seu coração as inscreverei. Eu serei o seu Deus, e ele será o meu povo. A diferença nesta nova aliança é que as leis agora não só simplesmente postas em tábuas de pedra, mas são impressas nos nossos corações e nas nossas cabeças. Isto é. Não é uma lei, numa tába, o que nós temos que obedecer, mas é uma lei no nosso coração e no nosso ambiente, que nós queremos obedecer. Que nós temos uma motivação e um desejo de levantar de livre que queremos obedecer. Porque a lei agora é parte do nosso coração, é parte da nossa motivação e da nossa intenção, é o que nós queremos fazer. Não é o que nós TEMOS que fazer. Sim, o que temos que fazer, mas o que fazemos, porque CREEMOS fazer, que é uma diferença muito grande. E esta é a nova aliança. Quem é melhor? Quem é melhor? Porque as leis de Deus, que são para o nosso bem, porque roubar, não roubar, é para o nosso bem. Não matar, é para o nosso bem. Não ter ídolos, é para o nosso bem. Não mentir, é para o nosso bem.
Não cobiçar, é para o nosso bem. Não cobiçar as coisas dos outros, é para o bem de todos. As leis de Deus, são para o nosso bem.
E esta nova aliança, é que escreve as leis de Deus, no nosso coração, no nosso mente.
Esta é a grande diferença. Vejam como como Paulo, em Hebreus capítulo 9, versículo 9, descreve isto. É isto uma parábola. Isto é uma alegoria. Isto é um simbolismo. Uma parábola, um exemplo, uma comparação, disto com o que era uma parábola. Uma alegoria, um simbolismo. Para a época presente. E segundo esta parábola, sofressam tanto dons como sacrifícios. Esta parábola, o que era o que? O primeiro tabronáculo, como leia no versículo anterior, o primeiro tabronáculo, que era o tabronáculo físico, diz assim, enquanto o primeiro tabronáculo continua erguido, o que faziam no primeiro tabronáculo? Faziam estes sacrifícios. Por que? Porque este tabronáculo, estes sacrifícios apontavam para o sacrifício do verdadeiro, cordeiro da Páscoa, que é Jesus Cristo, que cumpriu esta lei ceremonial, representando-a completamente agora, o que a lei ceremonial estava a apontar, a apontar para um cordeiro. Mas o verdadeiro cordeiro é Cristo. E, por isso, diz assim, esta é uma parábola, é um simbolismo. Este primeiro tabronáculo, estas cerimônias, estas observações de lei, cerimônia, é uma parábola para nós hoje, e, segundo esta, sofrecem tantos dons como sacrifícios. Está a falar destes dons, esses sacrifícios que eram oferecidos. Embora estes, no tu canto, há consciência, embora estes sacrifícios, estas cerimônias, estas ofertas que faziam, no tu canto, há consciência, eram ineficazes, para aperfeiçoar aquele que presta culto. Eram ineficiados, para limpar a nossa consciência. Os quais, por isso, não passam de ordenanças da carne, não passam de ser coisas que se façam na carne, que eram coisas físicas. Beseadas somente em comidas e bebidas, e diversas abluções, vários tipos de lavagens, que representavam, simbolicamente, as lavagens espirituales que nós precisamos de fazer, impostas até ao tempo oportuno de reforma. Que tempo oportuno de reforma foi esse? Foi na reforma com a Vinda de Cristo. A primeira Vinda de Cristo reformou! O significado disto. Fazendo com que o verdadeiro sacrifício foi Jesus Cristo. Quando porém, como se lê no versículo 11, veio o Cristo como se suma-se a sardote dos bens já realizados, mediante o maior e mais perfeito tabronáculo, não feito por mãos, que é o tabronáculo no céu, e que pelsou próprio sangue. Ele fez este sacrifício. E por isso diz, em versículo 14, muito mais, o sangue de Cristo, pelo Espírito Eterno, assim mesmo se ofereceu, sem máculo a Deus, purifica a nossa consciência. O sangue de Cristo purifica a nossa consciência de obras mortas. Isto é obras que já não fazemos, que parámos de fazer. Pecavamos, mas parámos de pecar, por isso é que as obras são mortas, porque não as fazemos mais. Porque para servirmos, ao Deus vivo, para servirmos, ao Deus vivo, para vivermos uma vida nova, sem pecado, a servir, ao Deus vivo. Cris Irmãos, a antiga aliança não podia definir a verdadeira justiça de Deus, em respeito aos nossos corações, aos nossos mentes e ao que nós fazemos. Os serviços de ritualísticos das cerimônias do antigo templo, eram uma lembrança da nossa culpa, da nossa culpa, porquebrarmos a lei.
E assim provavam, davam, demonstravam um caminho, ao sumo sacerdote, a chegar-se ao santíssimo, ao santo dos santos. É que se lê assim, no versículo 8 de Ibreus 9, querendo como estar a entender o Espírito Santo, que ainda o caminho do santo lugar não se manifestou, quando existia esse primeiro tabranáculo. Qual é o caminho do santo lugar? O nosso caminho para o santo lugar, para o santíssimo dos santíssimos, através de Cristo, o nosso sumo sacerdote, que pelo Seu próprio sangue entrou no santo dos santos, no santíssimo, no trono de Deus, como se lê no versículo 12, uma vez por todas, tendo obtido eterna redenção. Queridos irmãos, os sacrifícios no templo, no primeiro tabranáculo, esses sacrifícios rituais, essa lei de sacrifícios, era só uma sombra da realidade, essa sombra de realidade, essa sombra de realidade, era Jesus Cristo, Jesus Cristo, porque esses sacrifícios apontavam para o grande sacrifício, que é Cristo. Por isso, essa lei de sacrifícios no templo era simplesmente uma sombra de uma coisa melhor, que é o sacrifício Jesus Cristo. Por isso, essas cerimônias no templo não eram a realidade, a realidade é Cristo.
E por isso, esses sacrifícios não podiam perdoar e limpar a consciência. E por isso, esses sacrifícios tinham que ser repetidos regularmente, de ano a ano. Mas agora, Jesus Cristo sacrificou-se uma vez para sempre, porque o sacrifício dele é permanente. Os sacrifícios no templo, por isso, eram simplesmente uma maneira de apontar para Cristo. E no mundo da manhã, quando houver um outro templo, vão ser simplesmente para apontar, para lembrar, como um ponto de educação, de lembrança física, para nos lembrar que Jesus Cristo é o verdadeiro sacrifício. São simplesmente, digamos assim, as mesmas físicas de repetição, que os levitas faziam e que os levitas farão no futuro, para nos dar um exemplo físico, para nos lembrar que o verdadeiro sacrifício é Jesus Cristo. Vejam, então, em Hebreus 10, versículo 1, ora, visto que a lei, a lei de sacrifícios, tem sombra de bens vindouros.
Qual é o bens vindouros? É o sacrifício verdadeiro de Jesus Cristo, que é um bem para nós, que é esta nova aliança, que este novo sacrifício, o sacrifício de ele, não é imagem real das coisas. Sim, as leis cerimoniais, as cerimônias que faziam no templo, eram sombras de bens vindouros. Isto é da nova aliança pelo sangue de Jesus Cristo, não é pelo sangue de bodas e carneiros, ou coisa assim, porque esses sacrifícios de bodas e carneiros não eram a imagem real das coisas, eram só uma sombra. E por isso, esses sacrifícios, que eram feitos no tabronáculo, nessa lei de cerimônias que faziam, nunca jamais podia tomar perfeitos os ofertantes, com os mesmos sacrifícios que ano após ano, perpetuamente, eles oferciam, não os faziam perfeitos, porque eram só uma sombra. A realidade é Cristo. A realidade é Cristo. E por isso Paulo, muito claramente, explica e define que está a falar dos sacrifícios e da lei dos sacrifícios. Vejam como ele descreve isso nos versículos 2 a 4 do capítulo 10. Diz assim, de outra sorte não teriam cessado de ser ofercidos. Por quê? Esses sacrifícios, esses bodes, esses cordeiros, porquanto os que prestam culto, tendo sido purificados uma vez por todas, não mais teriam consciência de pecados. Sim? Seis sacrifícios, de facto, os tivessem perdoado. Não precisam dos continuar a fazer. Entretanto, nesses sacrifícios, faz-se recordação de pecados todos os anos, porque é impossível que o sangue de toros e de bodes remova pecados. Era só uma sombra para apontar para o verdadeiro sacrifício de Jesus Cristo. Crescinho de Mãos, não está a falar dos dez mandamentos? Está a falar das ofertas dos sacrifícios, desses sacrifícios do sangue, de bodes e cordeiros?
Qualquer uma pessoa que está a dizer que aceita o sacrifício de Jesus Cristo para perdoar os seus pecados, não pode, deliberadamente, continuar a pecar, para poder ser aceita por Deus. Não pode! Vejam o que está a dizer. Agradeça-se ao Deus, para que o sangue de toros e de bodes não estejam a falar. É impossível que o sangue de toros e de bodes não estejam a falar. Não pode! Vejam o que diz aqui em Hebreus 10, versículo 26 a 27. Porque se vivermos deliberadamente em pecado, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade, já não resta sacrifício pelos pecados. Não podemos continuar em pecado? É o que está a dizer. Quer dizer, uma vez que recebemos sacrifício pelos pecados, aceitamos os Cristo para nos produar, temos que parar de pecar. Porque se não paramos, diz então, no versículo 26, pelo contrário, se não paramos, certa expectação, horrível de juízo e fogo, está no Lago de Fogo, está a segunda morte. Vinhador preste-se a consumir, a consumir os adversários. Não é estar no inverno eternamente, mas é consumir o Lago de Fogo, consume. Depois de pessoa, morre permanentemente.
Consumir os adversários.
Vejam como Paulo descreve isto, em Romanos 3, versículo 20. Romanos 3, versículo 20.
Diz assim, visto que ninguém será justificado diante dele por obras da lei, a razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado.
Ninguém será justificado diante dele por obras da lei, que lei seja feita, seja ela. A razão de que pela lei vem o pleno conhecimento do pecado. Entendem? Você nunca será justificado por obter a lei, seja que lei for. Vejam um exemplo. Você guia um carro debaixo da influência intoxicado de álcool. Você estava bêbado e estava a guiar um carro. O policial apanha você. Você agora está debaixo da pena da lei, por guiar debaixo de intoxicação. Uma pena forte.
Você não vai ser perdoado por continuar agora a andar de carro. Sem. Sem beber. Isso não o justifica.
Tem uma multa. Você tem que pagar a multa. Então, você fica direito com a lei pagando essa multa. Essa multa pode ser uma multa financeira, pode ser um... um período na prisão. E depois de você pagar a multa, provavelmente terá um período de provação, de provar por dois anos que está a guiar, sem intoxicação, ou três anos. Ou seja, qual seja a lei do seu estado.
Mas você não é justificado? Isto é, a multa não é paga, provavelmente ser a lei. Porque a lei simplesmente dá o conhecimento de quando é que você quebra a lei e quando é que você não quebra a lei. A lei diz, você não pode fazer isto. A lei simplesmente diz o que pode e o que não pode fazer. Não o perdoa. Não paga a multa. Ninguém será justificado. Ninguém pagará a multa de quebrar a lei porque está a obedecer a lei, é o que diz aqui no verículo 20. Porque pela lei vem simplesmente a definição do que é quebrar a lei.
Identifica o que você pode e que não pode fazer. A lei simplesmente identifica o que você pode e não pode fazer. Obedecer a lei não paga a multa, é o que diz aqui. Então, vejemos o quarto ponto. Porque o que acabamos de ver é que esta nova aliança, esta nova aliança, pelo sangue de Cristo, não ilumina obedecer a lei. Aliás, põe a lei no coração e esta nova aliança é simplesmente um relacionamento melhor com Deus.
Então, vejemos o outro ponto que esta pessoa disse, é que se você observa a lei de Deus, você não está de baixo de graça. E use então Galatas 5, versículo 4, para provar isso. Galatas 5, versículo 4 diz assim, de Cristo vos desligaste de vos que procurajes de ficá-los na lei. Dei graça que estes. Através de que lei, é que eles tentavam justificar.
Através de que lei, é que eles se tentavam justificar.
Através de que lei, é que eles se tentavam justificar. Eles tentavam se justificar pela lei dos sacrifícios das cerimônias. Exer aeol, fiz estas cerimônias, e por isso estou justo para Deus.
Ou, eu estou circuncindado, e por isso estou justo para Deus. Outra cerimónia que tinham que fazer. Queria dizer-me aos para entender um versículo. Precisamos ler o contexto e o que diz antes e depois. Ora, em Galatás 5, versículo 4, está a falar de novo. Testifica todo o homem que se deixa circuncidar, que está obrigado a guardar toda a lei.
Toda a lei das cerimônias. De Cristo vos desligaste, vos que procurais, de ficar-vos na lei das cerimônias. Se vocês dizem que as leis das cerimônias, como a circuncindação e outras cerimônias, vos justifiquem, então tem que obter a lei toda. Então, não estão a receber perdão de graça. Cris irmãos, na Igreja Primitiva, havia uma grande controversia, que diziam que os irmãos gentios tinham que ser circuncisos, como parte da conversão. Precisavam de ser circuncisos, e por isso é que houve a conferência em Atos 15, e a conferência de Atos 15 concluiu que a circuncindação era simplesmente simbólica, e que não estava ao mesmo nível, que o processo de arrependimento e de conversão através de arrependimento, batismo e de imposição das mãos.
E a história aqui da Igreja Primitiva, na Bíblia, demonstra continuamente que alguns cristãos nunca aceitaram essa decisão dos líderes da Igreja que foi feita em Atos 15. E por isso, em que aqui em Galatas se vê esse problema, vê-se esse problema. Por exemplo, em Galatas 3, versículo 3. Galatas 3, 3 diz assim, seja assim insensados que tendo como sátanos espíritos, agora, hoje, a profeçoando na carne, vocês precisam ler o contexto, dizer que vocês foram convertidos através do Espírito, agora vocês estão a dizer que os gentios precisam de ser circuncisos por coisas da carne, porque alguns cristãos na Galata estavam a dizer que a circuncisão era necessária para os convertidos ao cristianismo, que eram gentios. Eles estavam a dizer que a conversão deles, que a conversão a tornar em secretão, não estava completa, se não fossem circuncisos. E, por isso, Paulo estava a corrigir essa, digamos assim, esse abordamento, dizendo que isso era legalístico, porque Deus quer uma mudança do coração, na nova aliança, como vimos, queremos um coração que quer obtecer, não é forçado a obtecer. Deus quer um relacionamento conosco, e não uma marca física. Ele quer um relacionamento conosco. Hoje em dia, no entanto, os líderes religiosos tentam usar estes pontos aqui, estas dificuldades que existiam na Igreja Primitiva, para justificar a sua filosofia contra a lei. Isto é contra os dez mandamentos. De Deus! Queres irmãos, obtecer à lei de Deus não tem nada errado. Uma boa família, uma boa família, há leis razoáveis, leis que diz aos filhos, isto pode fazer isto, não pode fazer. Por que? Porque amamos os nossos filhos. Mas uma família que não está a funcionar bem põe força, leis, imposições que são injustas, impráticas, são legalísticas. E por isso é que Paulo estava a dizer que vocês estão a ser legalísticos. Hoje em dia, as pessoas usam isto e dizem-se que Paulo estava a dizer que não era preciso obtecer à lei de Deus. Não, não é o que Paulo estava a dizer. E os estavam a ser legalísticos, porque estavam a pôr essas leis cerimoniais como a circuncinsão e outras, dizendo que essas eram necessárias. Em vez de só um arrependimento e obtecer às leis de Deus, isto é não matar, não adulterar, não cobiçar, não quebrar o sábado, etc. Vejam, como Paulo descreveu isto, começando aqui em Romanos 2. Vejamos aqui algumas escrituras em Romanos 2, começamos, primeiro, em Romanos 2, 13. Romanos 2, 13, que diz assim, porque os simples ouvidores da lei não são justos diante de Deus, mas os que pratiquem a lei são de ser justificados. Ora, como pode ser? Acabamos de ver que não somos justificados pela lei? Então, como é que vão ser justificados os que pratiquem a lei? Muito simples. Vou dar um exemplo de novo. Você, a guia de baixo, está intoxicado com vinho. Você está aqui ao carro. Você, então, tem uma multa. Faça a prisão, ou seja, que for. Mas agora, eles dizem, sim, você pagou a multa. Agora queremos ver que você não faz isso mais, porque isso é perigoso demais. Queremos ver, por dois anos, você está debaixo de um período de provação, que você não guia mais debaixo da influência de bebida.
Por isso, obter à lei Deus não justificou, obter à lei do tráfico não justificou, mas agora que foi perdoado, precisa de provar que não está a continuar a desobtecer. E por isso é o que diz aqui. Não é só questão ouvir a lei, mas é praticá-la. Porque uma vez de sermos perdoados, precisamos então obtecer à lei para o fim deste período de provação, que é o fim da nossa vida. Sermos realmente justificados e, então, recebermos a vida eterna. Vejam também em Romanos 3, versículo 20.
Como lemos há pouco, ninguém será justificado diante dele por obras da lei. Não somos justificados pelas obras da lei. Mas, uma vez que fomos perdoados, temos que obtecer à lei. É o que Paulo está aqui a dizer. Vejam também em Romanos 6, versículo 1 e 2. Que teremos pois. Permencemos no pecado para que haja mais graça? Não. Não é mal nenhum. Como vivemos ainda no pecado, nós, porque morremos por ele. Nós morremos pelo pecado, ao salário, só era pecado, é a morte. Jesus Cristo nos perdoou. Mas agora não queremos continuar a pecar. Vejam também na parte final do versículo 4, do capítulo 6 de Romanos.
Assim também andamos nós em nova vida. Como é que andamos em nova vida? Depois do abatismo. Queremos obtecer a Deus. Isto é a nossa vida, não é uma vida de pecadores, mas uma vida nova. Uma vida sem praticar o pecado. Vejam também no final do versículo 4, do capítulo 6 de Romanos. Vejam também no versículo 6, do Romanos 6-6. Sabendo isto que foi cursificado com ele, o nosso velho homem, isto é o homem que era pecador, para que o corpo de pecado seja destruído, isto é, paramos de pecar, e não sirvamos o pecado como escravos. Não vamos ser escravos de pecado, vamos parar de pecar. Vejam também no versículo 12, 13 e 14. Não reine, portanto, pecado em vós o corpo mortal, de maneira que obteceis às suas paixões, nem ofreceis cada um os membros do seu corpo a pecado, como instrumentos de liquidade. Mora ofreceis-vos a Deus como resurretos dentro dos mortos, e os vós os membros a Deus como instrumentos da justiça, não do pecado, do obediência às leis de Deus, aos desmandamentos.
Porque o pecado não terá domínio sobre vós. Vocês não vão ter domínio porque não vão cometer mais pecado. Por quê? Porque não estão debaixo da lei. Isto não estão mais debaixo da pena da lei. Por quê? Porque foram perdoados, não estão mais debaixo da pena da lei, e agora estão a viver uma vida nova. Não estamos debaixo da pena da lei. Estamos debaixo do perdão, da graça de Deus, que não é só perdão. A graça é muito mais do que o perdão. São várias bondades e gentilezas e coisas boas que Deus nos dá. Pode ser saúde, pode ser muitas outras capacidades e coisas boas que Ele nos dá. Família, filhos, várias coisas com bom emprego. É parte da graça que Deus nos dá.
E diz assim, não estamos debaixo da lei. Isto não estamos debaixo da pena da lei. E por isso, por que não estamos debaixo da pena da lei? Por isso, estamos a obtecer a lei. Não temos mais pena da lei, não temos mais escritos de dívida. Por quê? Porque o escrito de dívida antigo foi perdoado de graça. E agora, estamos a obtecer a Deus numa vida nova, não mais como o velho homem, mas o novo homem. Temos a obtecer a Deus numa vida nova. E por isso, o bocado não terá domínio sobre nós. Vejamos também, em Romanos capítulo 7, versículo 7, diz assim, 7, 7. Que diremos pois? É a lei pecado? É a lei de Deus pecado? De modo nenhum! Não! Não há nada errado com os dez mandamentos da lei de Deus.
Mas eu não teria conhecido o pecado. Se não por intermédio da lei, porque a lei identifica o pecado, e a lei identifica o que é errado.
E depois explica o tipo de pecado que é quebrar as leis de Deus. Por isso, queris e irmãos, quando esta pessoa disse que, em Galatas 5, versículo 4, disse que, se você obedece a lei de Deus, você não está debaixo da Graça, não está correto, como vemos aqui pela Bíblia. Estamos debaixo da Graça, mas não estamos debaixo da lei, porque não estamos debaixo da pena da lei, porque a Graça nos perdoou, e agora estamos a obedecer.
Não somos escravos ao pecado. Então, continuando, no outro ponto, que ele disse, tudo o que você precisa é amar a Deus e ao próximo, isso é o propósito da lei. Correto! Correto! Vejam, ele usa Romanos 8, versículo 4. Correto! A fim de que o preceito da lei se cumprirá em nós. O preceito da lei, isto é, o que a lei diz que é necessário que nós façamos, se cumprem em nós.
Isto é, nós estamos a obedecer à lei. Nós, que não andámos segundo a carne, não andámos segundo o pecado, mas segundo o Espírito, que nos guia a obedecer às leis de Deus. E ele depois também faz referência a Romanos, capítulo 13, versículo 8, que diz assim, a ninguém fiquem-se devendo coisa alguma, excepto o amor, com que vos ameis um dos outros, pois quem ama o próximo tem cumprido a lei. Exatamente, Jesus Cristo diz, ameia Deus e ameia o próximo. Isto é o sumário da lei. E o que é ameia Deus?
São os primeiros quatro mandamentos da lei de Deus, e amar o próximo são os seis últimos mandamentos dos dez mandamentos. E, por isso, quando essa pessoa disse, ah, os dez mandamentos foram dados a Israel e não aos Gentíus, e depois deu exemplos de Esos 20, e do outro nome, 5, que é onde a lei foi repetida. Isso é incorreto. Porque a lei não foi só dada aos Israelitas.
Porque sim, foi dada aos Israelitas, mas vocês podem ler em Génacias 26, versículo 5, que Abraham obtisseu as leis de Deus. E Abraham foi muito antes de Moisés. Abraham obtisseu as leis de Deus. Vejam comigo que se faz favor em Génacias 26, versículo 5. Génacias 26, versículo 5. Diz assim, porque Abraham obtisseu a minha palavra e guardou os meus mandatos, os meus perceitos, os meus estatutos e as minhas leis. As leis de Deus não foram só dadas aos Israelitas.
Já existiam antes de Moisés, antes dos Israelitas, desse período. E vejam como Jesus Cristo também disse, em Mateus 19, Mateus 19, versículo 16 a 19. Que diz assim, e acho que ninguém, que alguém aproximando-se, perguntou o Mestre, que farei-eu de bom para alcançar a vida eterna. E respondeu-lhes Jesus, se queres entrar na vida, da Clara na vida eterna, guarda os mandamentos.
E depois ele pergunta, quais os mandamentos? E depois Jesus descreve alguns dos dez mandamentos. Não dá uma lista completa, todos eles, não era necessário, ele sabia muito bem que estava a falar. Jesus Cristo disse, se querem entrar na vida eterna, guardem os dez mandamentos. Os dez mandamentos não são só para os Israelitas, são para nós todos. E o sétimo ponto que eu quero referir, é o seguinte, que este homemzinho disse o seguinte, na introdução e na conclusão da sua carta, disse, é perigoso deixar a impressão com as pessoas, de que ainda estamos debaixo da necessidade de obter os dez mandamentos, porque não estamos debaixo dessa obrigação.
Pois ele disse, você não fizer isso bem claro, isto é, que não precisamos de obter os dez mandamentos, você fará com que muitos percam as suas almas. Queris-me, irmãos, vejam o livro da Apocalipse, no capítulo 14, versículo 12, diz assim. Apocalipse 14, versículo 12. Mesmo ao fim da história, apocalipse 14, versículo 12, diz o seguinte, aqui está a perseverança dos santos, os que guardam os mandamentos de Deus.
E a fé de Cristo. Queris-me, irmãos, vos resistirem a ambos, os mandamentos de Deus e a fé de Cristo. Ambos, os mandamentos e a fé de Cristo. Precisamos ambos. Precisamos de obtecer aos mandamentos de Deus. A fé de Cristo não está a dizer que não precisamos obtecer aos dez mandamentos de Deus. Queris-me, irmãos, a graça não ilumina a necessidade de obtecer às leis de Deus. Porque, sem a lei, não haveria necessidade do perdão, da graça. Se não tivessemos quebrado a lei, não havia necessidade do perdão, da graça de Deus.
A lei e a graça são inseparáveis. A lei é necessária para definir o que é errado e as suas consequências. A graça é necessária para que os pecadores sejam perdoados. E depois sejam guiados a obtecer com a ajuda do poder do Espírito Santo e de Deus Cristo, que é o nosso Salvador e o nosso sumo sacerdote.
Uma vez mais, a graça é necessária para que os pecadores possam ser perdoados, para que depois possam ser guiados a obtecer através do poder do Espírito Santo e da ajuda de Jesus Cristo. Por isso, irmãos, é muito profundo e perigoso, ou perigosa, esta deceção de Satanás, a dizer que podem desobtecer aos mandamentos de lei Deus. Ao fim de contas, qual é dos dez mandamentos que as pessoas dizem que podem desobtecer? Não. Podemos dizer que podemos ter outros deles? Não. Podemos ter ídolos? Não, não é isso. Podemos mentir? Não. Podemos comer com tera do letério? Não. Podemos cobiçar as coisas de outros? Não. Podemos roubar? Não. Qual é o mandamento que eles estão opostos?
Estão opostos ao mandamento do sábado. O sétimo dia da semana. De sexta-feira ao Porto de Sol. Ao sábado ao Porto de Sol. Estão opostos a este mandamento? E por isso dizem, ah não! Podemos observar o domingo. Querias irmãos, esta é a decepção de Satanás. Pessoas perguntam, mas é preciso que eu obedeça ao sábado? Sim, é. Vejam, por exemplo, na Apocalipse, capítulo 20, versículo 4. Apocalipse, capítulo 20, versículo 4. Vi também tronos e nestes sentaram-se aqueles aos quais foi dar autoridade a julgar. Vamos falar aqui da primeira ressurreição. Que essas pessoas viveram e reinaram com Cristo durante mil anos, no milenio. Viam ainda as almas dos decapitados, por causa do Testimunho Jesus, bem como por causa da palavra de Deus, tantos quantos não adoraram a besta. Nem tão pouco sobre a imagem e não receberam a marca na fronte e na mão. Qual é a marca da besta? A marca da besta é guardar o domingo. Se nós não observamos o sábado, temos a marca da besta. E vai ser forçada no futuro. Queres irmãos, quem tem a marca da besta não vai estar na primeira ressurreição. Vejam como diz na Apocalipse capítulo 22 versículo 14. Ora, este versículo você é preciso ler na versão almeida, corrigida e fiel. Porque, nas outras todas, Satanás foi muito esperto em modificar o que está escrito nos manuscritos originais, na maioria dos manuscritos originais, naqueles que não foram adulterados. Porque Apocalipse 22, 14 lê no original, que não foi adulterado e como está traduzido na versão almeida, corrigida e fiel. Diz assim, bem-aventurados, aqueles que guardam os seus mandamentos para que tenham o direito à ar da vida e entrem na cidade pelas portas. Bem-aventurados, aqueles que guardam os mandamentos de Deus para terem direito à árvore da vida. Bem-aventurados, os que guardam os mandamentos de Deus, coletem a seção de Satanás acerca dos mandamentos de Deus. Ah, não, você está debaixo de graça, por isso não precisa obtecer aos mandamentos de Deus. E qual é o mandamento de Deus que eles dizem que não precisam obtecer? O sábado. A guarda do sábado é obrigatória. Se você não guarda o sábado, tem a marca da besta. Se tem a marca da besta, você não vai ter direito à árvore da vida. Você não vai ter o seu livro, o seu nome escrito no livro da vida. Vejam, como diz Apocalypse, capítulo 20, versículo 15. Diz assim, e se alguém não for achado inscrito no livro da vida, esse foi lançado para dentro do lago de fogo. Queris irmãos, é muito perigoso deixar em pressão com as pessoas que não precisam de obtecer aos dez mandamentos, particularmente ao sábado. Pois precisamos de os obtecer, porque se não fizermos isto claro, faremos com que muitos se queimam no lago de fogo. De facto isto é um assunto de vida e morte.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).