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A Justiça do Reino de Deus Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos. A Justiça do Reino de Deus. Pode-se dizer que esse é um dos temas do sermão no monte que Jesus Cristo deu e que está descrito em Mateus 5 a 7. Aí se vê que Jesus Cristo está a ensinar acerca das pessoas terem uma atitude piadosa, uma atitude segundo Deus, e que essa atitude é mais importante que, digamos, a letra da lei, que simplesmente o que a lei diz, mas é um ensinamento mais profundo que a aplicação da lei de Deus. O caminho de Deus, por isso, é um caminho que envolve a nossa aplicação, a nossa prática de vivermos, os ensinos de Jesus Cristo e de Polos em prática na nossa vida. Por outro lado, esse não é o caminho do homem, porque o caminho do homem, principalmente, de um homem religioso, estou comparando aqui o caminho de um homem religioso com o caminho de Deus, é que o caminho do homem religioso, e é o que Jesus Cristo está aqui a comparar no sermão de Monte, é que é um caminho hipócrita. É um caminho em que há várias hipocrisias nestas atitudes humanas, e por isso Jesus Cristo criticou isso. Deu vários exemplos acerca da importância de termos, uma atitude, segundo Deus, de boas aventuranças, assim como de praticarmos a lei e pormos a lei em prática, porque Jesus Cristo explicou que ele não veio anular a lei, ele veio para ampliar, para amplificar o seu significado pela verdadeira aplicação espiritual. Depois, ele falou acerca da hipócracia dos religiosos daquele dia, particularmente em vários assuntos como de dar almas e de orações e de jun. E, depois, no capítulo 7, no último capítulo deste sermão no monte, Jesus Cristo conclui os seus ensinamentos acerca da justiça do reino de Deus, com sete básicos ensinamentos para aqueles que buscam o reino de Deus. Esses sete básicos ensinamentos são primeiro acerca de julgar, isto é, lidando com outras pessoas, particularmente daqueles na igreja, segundo lidar com aquele que não está convertido, terceiro lidar com o pai, como fazer pedidos ao pai, quarto lidar com todas as pessoas de uma maneira geral. Depois, Jesus Cristo, em quinto lugar, explica que o caminho é estreito, é apertado, a porta é apertada. Depois dá uma visa acerca de comparando os verdadeiros professores, os verdadeiros servos, comparando-os com os falsos profetas. E depois conclui essa secção falando acerca da fedilidade para com o suscrito e para com o seu ensino. Hoje, neste sermão Cris Irmãos, eu desejo de cobrir os primeiros dois desses ensinamentos de Jesus Cristo acerca da justiça do rei de Deus, nomeadamente acerca de julgar e de lidar com os que não estão convertidos. Então, para começar isso, vamos então abrir as nossas Bíblias, em Mateus 7, e vamos começar a ler versículo 1 e 2. Mateus 7, versículo 1 e 2. E diz assim, não julgueis para que não sejais julgados. Pois, com o critério com que julgares serei julgados. E com a medida com que tiveres medido, vos mudirão também. Cris irmãos, o problema que Jesus Cristo está aqui a mencionar, quando, em outras palavras, é que nós, como seres humanos, somos muito rápidos a julgar os outros, a fazer conclusões acerca das intenções de outras pessoas. Esquecemos, que nós também temos muitos problemas e muitas falhas.
E, por isso, precisamos de entender que somos imperfeitos. E, por isso, precisamos ter ou dar um cadinho de espaço a outros, quando são imperfeitos.
Por que, ao fim de contas, Deus é o único que é bem qualificado a julgar. E Ele delegou, delegou, deu essa responsabilidade a Jesus Cristo. Vejam como isso faz favor, para analisar um bocadinho mais a este ponto, vejam como isso faz favor em Mateus capítulo 18. Mateus capítulo 18, versículo 6 e 7. Mateus 18, perdão, versículo 6 e 7. Qualquer porém que fizer tropeçar um destes pequeninos, e que está a falar de irmãos na igreja, um destes pequeninos, que crê em mim, que crê em mim, melhor lhe fora que se lhe pendurasse ao pescoço uma grande pedra de moinho e fosse afogado na profundeza do mar. Se hivesse ao pescoço uma pedra de moinho, que é uma pedra pesada, e que fosse afogado na profundeza do mar. E depois continua, no versículo 7.
Há-i do mundo, por causa dos escândalos, porque é inevitável que venham escândalos, mas há-i do homem pelo qual vem o escândalo. E o escândalo aqui quer dizer, quando ofendemos as outras pessoas, quando machucamos as outras pessoas, estão escândalos, quando machucamos, magoamos as outras pessoas espiritualmente, até machucamos, fazemos as pessoas assim tristes e ofendidas, magoadas, machucadas. Quando machucamos outras pessoas, diz assim, cuidado, porque vai haver situações que vamos ficar, digamos assim, aborrecidos. Vamos ficar machucados. Mas já há-i do homem pelo qual vem essa ofensa, essa ação para machucar outra pessoa. Por isso precisamos ter muito cuidado, irmãos, ter muito cuidado, muito cuidado. Ora, aqui está um ponto importante.
O que Jesus Cristo está aqui a ensinar é que precisamos de discernir, mas há uma diferença entre discernir e julgar, dar, digamos assim, uma condenação final nesse julgamento. Porque ao fim de contas, há três, digamos assim, significados de julgar. Primeiro, é discernir, dar uma evaluação, distinguir o certo do errado. Isso é um tipo de julgamento. Destingir, é discernir, é separar o certo errado. Porque diz-se, você escolhe o que é certo, não escolhe um errado. Por isso temos que fazer um julgamento, uma separação do certo do errado. Segundo, julgar, pode ser o caso de juízes. Tem uma responsabilidade de julgar. Vê-se, por exemplo, no antigo estamento, em outro nome, capítulo 1, versículos 13 a 14, que os juízes tinham que administrar o julgamento de Deus, tinham uma responsabilidade de administrar esse julgamento. E, em terceiro lugar, julgar, significa também condenar. Condenar. Vejam, por exemplo, com o mix faixa-gorent, Tiago, capítulo 4, Tiago, capítulo 4, Tiago, capítulo 4, versículo 11 a 12. Tiago, 4, versículo 11 a 12. Diz assim, irmãos, não faleis mal uns dos outros. Aquilo que fala mal do irmão, ou julga o seu irmão, a seu irmão, fala mal da lei e julga. Juga a lei. Ora, se julgas a lei, não é observador da lei, mas juiz. Não é um praticante da lei, mas é juiz. Se estás a julgar as outras pessoas, estás a julgar a lei, porque a lei diz para não julgar-os, para não condenar as outras pessoas. É para o juiz. Isso é a responsabilidade dele, não é nossa. Então, continua no versículo 12. Um só é legislador e juiz. Aquilo que pode salvar e fazer parecer. Tu purei quem és que julgas o próximo. Você e eu, nós somos ninguém, nós somos nada. Não temos o direito de estar a julgar o próximo, e você de estar a condenar.
Pois continua no versículo 13. Atendei agora a voz que dizes, hoje ou amanhã iremos para a cidade tal, e lá passaremos o ano, e negociaremos, e teremos lucros. Pois continua. Vós não sabéis o que sucederá amanhã, qual é a vossa vida. Pois apenas, como na blina que parece, por instante e logo se dissipa. Queres irmãos, nós não podemos julgar. Nós não podemos estar a fazer decisões de certas coisas que... que sejam cheias de arrogância e vamos dizer, olha, eu disse aquilo e que o outro.
Por exemplo, se ter cuidado. Por exemplo, se ter cuidado. Porque o juiz está à porta. O juiz está à porta. E por isso precisamos ter muito cuidado, o que dizemos para o próximo. E por isso, quando falamos contra os pessoas, precisamos entender, principalmente pessoas na igreja, precisamos compreender que nem todas as pessoas, mesmo na igreja, estão verdadeiramente convertidas.
Sim, ao fim de contas, todos temos fraquezas, mas algumas pessoas mesmo estejam na igreja, não estão convertidas. E por isso não devemos ser críticos e condenar essas pessoas e achar erros nelas. Achar erros. Precisamos ter cuidado para não estarmos a concentrar nas fraquezas e nos pontos fracos dos outros. Nós não podemos assumir a posição de pensarmos que sabemos tudo, que sabemos o coração das outras pessoas e por isso essa pessoa fez isso porque causa disto aqui do que o outro. Precisamos ter cuidado.
Precisamos ter cuidado. Porque Deus vai lidar com essa pessoa, no seu próprio tempo, com a sua justiça da maneira correta. Vai haver uma retribuição justa. Uma retribuição justa. Por isso, voltando a Mateus, capítulo 7, versículo 2, diz assim, com critériques julgados, serem julgados e com a medida que tivéssemos medido, nos medirão também. Vai ser uma medida justa. E por isso não está azer para não fazermos julgamento aqui, por exemplo, com critériques julgados. Precisamos fazer julgamento, mas não é um julgamento da condonação, é um julgamento de discernir, de separar o bem do mal.
Por isso, quando os escriitos dizem aqui, em Mateus 7, versículo 1 e 2, diz, não julgueis, quer dizer, não estejas a condenar, não estejas a dar um julgamento final aos outras pessoas. Tenho cuidado, mas não está azer que não devemos discernir, porque diz assim, pois com o critério que fizeres esse discernimento, essa separação do bem e do mal, vai ser o mesmo critério que o vais receber. E por isso aí está azer que precisamos fazer decisões de separação do bem e do mal, mas não devemos condenar a outra pessoa.
O problema é que existem, é que aqueles que condenam, é como se tivessem um dedo a apontar. E quando tem um dedo a apontar a outros, há três outros dedos a apontar para nós e um dedo a apontar para Deus. Por isso precisamos ter cuidado quando fazemos acusações, porque nós não temos desculpa, porque fazemos o mesmo. Quando fazemos acusações, há três dedos a apontar para nós. Vejam aqui, em Romanos capítulo 2, Romanos capítulo 1, Romanos capítulo 2, versículo 1. Porém, é indesculpável, não tem desculpa.
Ou homem, quando julgas, quando estás a condenar a outra pessoa. Quem quer que sejas, seja quem tu és ou quem tu for, és indesculpável, porque no que julgas o outro, a ti mesmo te condenas. Há três dedos a apontar para ti, pois praticas as próprias coisas que estás a condenar aos outros. Está aqui a falar de condenar, julgar no contexto de condenar. Não está a falar no contexto de separar e de se esminhar e entender o que está certo e que não está certo. Estou a entender? Está aqui no contexto de condenar, porque tu, no que julgas o outro, a ti mesmo te condenas, pois praticas as próprias coisas que condenas.
Está a falar aqui de julgar com o ponto de vista de condenar. Por isso é que o Jesus Cristo diz, não julgas com o significado que não estejas a condenar as outras pessoas. Precisamos de separar o bem e o mal, mas não devemos de condenar. Por isso, você tem uma suspícia de outra pessoa. Você tem cuidado, porque isso pode ser o primeiro passo de uma acusação.
Se você está a levantar perguntas, a fazer perguntas acerca das suas ações da outra pessoa, por que faz isso? Porque, por exemplo, você está a fazer cuidado, porque isso pode ser uma condução carnal, uma maneira carnal, que começa a ser um tipo de julgamento da outra pessoa. Se você está a dizer que as outras pessoas estão sempre a fazer julgamentos, cuidado, porque você acabou de fazer um julgamento acerca das outras pessoas. Se você está a dizer que as pessoas não são amorosas, cuidado, porque você não está a ser amoroso com essas pessoas, quando diz isso?
Você deve ter cuidado, muito cuidado, como falamos, como dizemos, porque às vezes tomamos essa atitude, condonação sem repararmos, sem repararmos. Vejam aqui em 1 Coríntios 4, se faça agora. Vejam aqui em 1 Coríntios 4, se faça agora. Vejam aqui em 1 Coríntios 4, se faça agora.
E agora, para os dispenseiros dos ministérios de Deus. Além disso, o que se requer dos dispenseiros é que cada um de eles seja encontrado fiel. Como dispenseiros, como servos de Deus, temos que ser fiéis. E por isso, irmãos, é importante demonstrarmos fidelidade por bastante tempo antes de uma pessoa declarar que uma pessoa é servo de Deus. Precisamos de ter isto. Dar um exemplo simples. Eu tenho muito cuidado a batizar pessoas. Por que? Porque quero saber e ter conhecimento que de facto aquela pessoa está a fazer um verdadeiro compromisso e tem a fé em Cristo e tem um verdadeiro arrependimento.
É preciso entender isso bem. Por que? Porque já fiz muitos erros em que batizei pessoas que não estavam prontas. E depois, alguns anos depois, se desviaram do caminho. Está claro? Não quer dizer que? Pessoas não se desvirem do caminho. Mas às vezes, olhando para trás, vi um... A pessoa não estava pronta. E talvez acelerei-me demais no batismo. E por isso, hoje em dia, tenho muito mais cuidado, sou muito mais cauteloso.
E por isso, tem algumas pessoas que me venham ao website e estão a dizer, olha, então vocês nunca batizam ninguém. Não, não. Batizo, mas com cuidado, com calma. Porque é um compromisso importante. Por isso, que, irmãos, é preciso que se sejam dispenseiros da palavra Deus, sejam fiéis. Temos que mostrar essa felicidade ao caminho. Toda a vinda, diz aqui Paulo, a mim, muito pouco se me dá de ser julgado por vós. Muito pouco me dá por ser julgado por vocês. Ou por tribunal humano. Nem eu, tampouco, julgo a mim mesmo. Nem eu me condeno.
Por quê? Porque, versículo 4, de nada me argoi a consciência, contudo, nem por isso me dou por gestificado, pois quem me julga é o Senhor Jesus Cristo. Quem me julga é o Senhor Jesus Cristo. E por isso, deixamos esse julgamento final nas mãos Jesus Cristo. Para mim, quanto mais para os outros. E por isso não vou julgar os outros, com o ponto de condenar o julgamento final. Não está a falar de fazer uma separação, um discernimento. Portanto, nada julgueis antes do tempo. Nada julgueis antes do tempo. Até que venham o Senhor. O julgamento vai ser quando Jesus Cristo vier, o qual não somente trará à plena luz as coisas ocultas das trevas, sim, as coisas que fazemos à escondida, virão à luz, mas também manifestará os desígnios nos corações. Vai demonstrar ou manifestar as intenções dos nossos corações. Porque ao fim de contas, isso é importante. Qual é a motivação, qual é a intenção que temos no coração? E você e eu não conseguimos ver a motivação e a intenção da outra pessoa. Sim, precisamos discernir entre. Mas temos de ter cuidado e não estar a condenar. Dar espaço sempre. Dar espaço. Então, cada um receberá o seu louvor da parte de Deus. Cada um receberá o seu louvor da parte de Deus. Porque é Deus quem julga. Vejam, então, aqui também, em segundo Timótio, capítulo 4. Segundo Timótio, capítulo 4.
Segundo Timótio, capítulo 4.
É Deus que julga. Mas veja aqui, em segundo Timótio, capítulo 4, por ciclo 6, é o 8.
Quanto a mim, estou sendo já oferecido para o Libação, o Libação como um sacrifício, uma oferta. E o tempo da minha partida é chegado. Paulo sacrificou a sua vida para fazer a obra de Deus, com muitos ministros de Deus fazem o mesmo hoje em dia. Combatiu bom combate? Completei a carreira? Guardei a fé. Tenho sido fiel até o fim. Já agora, a coroa do Justiça me está aguardada. Paulo diz, eu não vou jogar, mas eu sei que vai haver uma coroa, porque eu sei que tenho sido fiel até o fim. A qual o Senhor reto, juiz, me dará naquele dia? Qual dia? Um dia quando ele voltar à terra, na vinda de Cristo. E não somente a mim, mas também a todos, quantos amam a sua vinda.
E amar, aqui, significa amam, e vivem o caminho, Jesus Cristo. Jesus Cristo, praticam, não é só a letra ou a carta da lei, mas é praticar os princípios espirituais da lei de Deus.
Queres irmãos, quem vai fazer o julgamento? Vai ser o Senhor.
Vai ser o Senhor. O juiz, que é Jesus Cristo. Esta outra exceção do julgamento foi dada ao filho. Os irmãos, o Senhor é muito bem claro que Paulo está a descrever que o Senhor, então está a descrever, o nosso Senhor é Jesus Cristo. Veemos muitas escrituras, muitas escrituras, que diz isso. Em Romanos está cheio de escrituras a dizer isso, o Senhor Jesus Cristo, o nosso Senhor Jesus Cristo. E em muitos outros dizemos, sabemos muito bem que o Senhor Jesus Cristo, quando Paulo está a descrever aqui, o Senhor Jesus Cristo. Vamos ver, por exemplo, só um ou dois exemplos aqui.
Por exemplo, no versículo 4, e foi designado o filho de Deus com poder, segundo o Espírito de Santidade, pela Resurreição dos Mortos, a saber Jesus Cristo, nosso Senhor. Jesus Cristo, nosso Senhor. Olha no capítulo 1, diz assim, os jesuas de Vicatos, depois de um dia de fé, temos paz com Deus, promém de nosso Senhor Jesus Cristo. E isso é repetido várias vezes. E por isso, quando dizem Romanos 12, Romanos 12, versículo 19, sabemos muito bem, quando diz que é o Senhor, que é Jesus Cristo. Quando diz Romanos 12, versículo 19, diz assim, não vos vingueis a vós mesmos, amados, mas dai lugar a ira. Porque está escrito, a mim pertence à vingança, eu acretribuirei, diz o Senhor, diz o Senhor.
Que é o Senhor? Jesus Cristo. Jesus Cristo.
Vejam, por exemplo, em Romanos 14, Romanos 14, versículo 10, por que julgas teu irmão e por que desprezas o teu? Pois todos compadeceremos perante o Tribunal de Cristo. Como está na Almeida revista e corrigida? Como está no grego? Cristo. Todos comparecemos porante o Tribunal de Cristo. Cristo. Como está escrito? Por mim a vida, diz o Senhor, diante mim se dobrará todo o joelho e toda a língua dará louvores a Deus. Perante mim, se dobrará todo o joelho. E quem é mim? É Jesus Cristo. Por isso, cada um de nós dará contas a Deus e aqui está a referir-se ao Senhor Jesus Cristo.
Vejam, por exemplo, em João capítulo 5. João capítulo 5. João capítulo 5. Versículo 22, começamos no versículo 22. Diz assim. E o pai nunca julga. O quê? O pai nunca julga. Mas o filho confiou todo o julgamento.
Ao filho confiou todo o julgamento. A fim de que todos honrem o filho do modo que honram o pai. Do modo que honram o pai. Quando honramos o filho, estamos automaticamente a honrar o pai.
Vocês são pais, se alguém honra o vosso filho, estão a honrar a fulgação. Quem não honra o filho, não honra o pai que o enviou. Quem não honra o filho, não honra o pai que o enviou. Algumas pessoas dizem, olha, está a honrar o filho e isso é idolatria. Não é! Porque o filho não é. É a forma do género de Deus. É parte da família de Deus, do pai e do filho.
Vejam, continuam a ler. Quem ouva a minha palavra e crê, naquilo que me aviou, tem a ver com o que eu vi. Vejam, continuam a ler. Na verdade, verdade, vos digo. Quem ouva a minha palavra e crê, naquilo que me aviou, tem a vida eterna. Não entra em juízo, mas passou da morte para a vida. Não entra em juízo. Por quê? Porque, aquele que se arrependeu e que pratica e que vive como Jesus Cristo, morra, vai ser reciclado e não vai passar pelo juízo do último dia, porque já está reciclado como ser espiritual na primeira resurreção, passou o juízo.
Em verdade, verdade, vos digo. Que vem a hora e já chegou, em que os mortos ouvirão a voz do filho de Deus. A voz do filho de Deus.
Queres irmãos? Porque assim como o pai tem vida em si mesmo, também concedeu ao filho ter vida em si mesmo. Ele deu autoridade para julgar porque é filho do homem.
Queres irmãos, todo o julgamento foi dado ao filho. Não vos meravilheis disto, versículo 28, porque vem a hora em que todos os que se acham nos túmulos, ouvirão a sua voz, a voz de Jesus Cristo e sairão do túmulo. Queres irmãos? Jesus Cristo disse, eu sou o caminho, eu sou a verdade, eu sou a vida. É tudo por Jesus Cristo. Sigam-me a mim, glorifiquem a mim de Jesus Cristo.
E quando estão a glorificar a mim, estão a glorificar o pai. Vejam, por exemplo, em João capítulo 15. João capítulo 15, versículo 7 a 8. João 15, versículo 7 a 8. Se permaneceres em mim, e as minhas palavras permaneceram em ti, pedireis o que quiseres. E vos será feito, nisto é glorificado o meu pai, em que deis muito fruto e assim vos tornareis meus discípulos. Disciples de Jesus Cristo a seguir é Cristo e assim estamos a glorificar o pai.
Querias irmãos, por isso é que Paulo tem muito cuidado. Quando diz que ele não joga outros e por isso diz para não pôrmos uma pedra de tropeço à frente de outras pessoas. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 14, versículo 12 e 13. Diz assim, assim pois cada um de nós dará contas de si mesmo a Deus, como lemos há pouco.
E depois, no versículo 13. Não nos julguemos mais uns aos outros, pelo contrário. Tu mai o propósito não pôres tropeço, oscândalo. Isto é, ofensa, machucar o vossa irmão, machucar espiritualmente. Não causa-se ofensa. Não ponhas tropeço no teu irmão. Precisamos ter cuidado quando falamos com outras pessoas. Ora, eu sou perfeito? Não. Você é perfeito? Não. Por isso temos que ter cuidado, querido irmãos. Todos nós, ou estaremos, perante o trono de julgamento de Jesus Cristo, o nosso juiz.
A diferença é que nós estamos por antes, trono hoje, na nossa vida, conforme vivemos. E, por isso, quando fazemos algo errado, temos que nos aproximar do trono, em nomes do Cristo, e pedir perdão agora, para recebermos mais ricórdia. Porque mais ricórdia vence sobre o julgamento. Então, continua a ler, em Mateus 7, em Mateus 7, versículo 3, porque veas, porque veas tu, Argoeiro, no olho de teu irmão, porém não reparas na trava que está no teu próprio. Porque isto é uma coisa carnal. Vemos as dificuldades, os grandes coisas que as outras pessoas têm, mas não olhamos para nós próprios. Vemos que as pessoas têm uma coisinha pequenina, um bocadinho de poeira, e temos uma trava no olho.
Ora, como dirás ao teu irmão? Deixe-me tirar o Argoeiro do teu olho, deixe-me tirar este pequeno cisco, deixe-me tirar este pequeno pod, poeira, que está no teu olho. Quando tens a trava no teu, imagino que o especialista, o oculista especialista que você vai ver para ver, que você vai ver para ver, que você tem uma trava, afenta os olhos, que você tem zero olho, que você não consegue ver, mas que você vai tentar mexer no teu olho. Por que você dizia que não toques no meu olho? Não toques no meu olho.
Por isso diz-me, em versículo 5, que hipócrita, hipócrita, tira primeiro a trava do teu olho, e então verás claramente para tirar o Argoeiro do olho do teu irmão. Por isso está aqui a falar, no mesmo princípio, que precisamos ter cuidado, o que dizemos, para não magoar, para não ofender, para não machucar as outras pessoas, para termos muito cuidadinho. Porque nós temos, nós próprios, os nossos próprios problemas, que temos que vencer, que temos que mudar e arrepender. O nosso problema, o nosso próprio problema, é maior do que o problema da outra pessoa que estamos a tentar reparar. E por isso precisa ter cuidado, que isso torna-se como se fosse uma pedra, de um moinho, à volta do nosso pescoço, para nos afundar no mar, na profundeza do mar.
Por isso, tem cuidado, para não dizer os maus dos outros. Vejam aqui, em Lucas capítulo 18. Lucas capítulo 18, versículo 9, a 11. Lucas capítulo 18. Lucas capítulo 18. Versículo 9, a 11. A 11. Propôs também esta parábola a alguns, que confiavam em si mesmo, porque eles se consideravam justos e desprezavam os outros. Esta auto-justiça, eu estou a desprezar os outros, porque os outros têm esses problemas. Não estamos a ver a trava que está nos ossos, os olhos, e por isso nos tornamos auto-justos, confiando em nós próprios.
Pois dizem, dois homens subiram um, um fariseu e outro publicando, e vocês sabem a história. E este fariseu dizem, olha, e não bem que não sou como aquela pessoa. Eu sou tão bom, jejun, dois vezes por semana e faço isto e aquilo e o outro.
E o publicano disse, querido pai, eu sou um pecador, perdoa-me, ajude-me a mudar a minha vida, a ser um servo teu mais fiel. Ajude-me a mudar o coração, para ser mais como tu és, por favor, perdoa-me e ajude-me a viver o caminho certo. É o que os Cristo diz aqui. Qual delas, a que estava justo para Anteus?
E diz aqui, no versículo 14, diga-vos que este de seu justificado para a sua casa, e não aquele. O publicano foi justificado e não fariseu. Porque o que se exalta, será humilhado. O que se exalta, será humilhado. Vocês sabem que isso é uma profecia? É uma profecia! O que se exalta, será humilhado. Vocês altas, vai ser humilhado. Estão de tempo, mas veja. Mas o que se humilha, será exaltado. É uma profecia! É uma profecia! Caralho e seus irmãos, precisamos ter cuidado. Por isso diz, em Galatas capítulo 6, versículo 1. Galatas capítulo 6, versículo 1. Galatas capítulo 6, versículo 1.
Irmãos, se alguém for surpreendido, na alguma falta, vós que sou espirituais, por vocês não têm uma traves, não são auto-justos, tão humildas, corrigiu com espírito de brandura, com espírito de brandura, e guarda-te para não sejas também tentado.
Por isso precisamos desta gentileza, desta brandura, que é o oposto, que é diferente de arrogância e auto-justiça, que é diferente de ser, eu sou superior a você, porque quando você tem esta atitude, eu sou superior a você, isso é uma traves nos seus olhos.
Cris irmãos, por isso é que Jesus Cristo disse, em Mateus capítulo 7, versículo 1 a 5, cuidado, quando vocês estão a lidar com outras pessoas, particularmente aqueles na igreja, tenham cuidado, para não causar uma ofensa, não causar um escândalo, para não ter uma trava nos seus olhos, mas para ter cuidado que não estejam a julgar, sim, tem que discernir, separar o bom do mal, e se vocês precisam de ajudar a pessoa, porque há um erro, faça isso como ansiedão, como lemos em Galatas. E depois de então, Jesus Cristo aqui, no versículo 6, vira-se para o segundo ensinamento, o que eu quero falar hoje, que é como lidar com aqueles que não estão convertidos. E diz assim, não desaus canjo que é santo, nem lanceis ante os porcos, as vossas pérrulas, para que não espisem com os pés e, voltando-se, vos dilacerem.
Não lanceis, não antirem o que é santo aos porcos. Não desaus canjo que é santo, porque são os canjos que dilaceram, mordem e estragam tudo. São os porcos que pisam. Crescimãos, você está a começar a entender a verdade. E as outras pessoas não estão convertidas. E imediatamente vem este desejo, tenho que dizer ao mundo todo esta verdade que eu tenho.
Tenho que explicar ao mundo todo, tenho que pregar a todos. Este desejo não estou a dizer que seja incorreto, mas, por exemplo, você tem que ter cuidado, porque aqui os Cristo está a dizer não desaus canjo o que é santo.
E não lanceis ante os porcos, as vossas pérolas. A verdade Deus, a verdade o sábado, a verdade dos dias santos, a verdade do plano de salvação de Deus, a verdade a que vamos ser filhos e filhas de Deus no rei de Deus, são pérolas do reino. É santo para Deus este conhecimento, algo especial. O que se passa é que, quando atiramos estas pérolas de valor tão grande, aos porcos, os porcos pisam nestas pérolas, não respeitam e pisam a verdade. Estas pérolas são as verdades de Deus, que são tão preciosas. São santas. E quando você está a dar estas verdades aos cães, os cães vão dilacerar isto, vão rasgar isto tudo. Cuidado, cuidado, porque quando fazem isso, vão tentar magoar a você, porque estão a dilacerar, estão a estragar, isso como é que vão estragar? Porque vão atacar você. Vão tentar magoar você, porque odeiam a verdade. Por isso, muitos pensamos que podemos compartilhar a verdade de Deus com todo o mundo. Mas que coisa bela? Porque Deus nos está a abrir o nosso mento, o nosso entendimento, e nós pensamos por que que os outros não veem? E por isso queremos compartilhar a boa nova do Reino de Deus. Ora, queridos irmãos, dias de tribulação vêm e virão.
Mas não acelerem esses dias para começarem com você agora, desnecessariamente. Cuidado, não dê-dês aos quães o que é santo. Não atirem as pérolas do Reino de Deus aos porcos.
O problema é que muitas pessoas não entendem João 6.44. Simplesmente não entendem. Vamos ler João 6.44. Ninguém pode vir a mim. Ninguém pode vir a Cristo. Ninguém pode ser um verdadeiro cristão, é o que Jesus Cristo está aqui a dizer. Se o Pai que me enviou não o trouxer.
E eu o restarei no último dia.
Quer dizer que se você está a entender a verdade, é porque Deus o Pai está a chamar a você, está a fazer com que você entenda a verdade. Porque o Pai está a trazer você a verdade. Está a chamá-lo. Agora a sua responsabilidade é responder essa chamada e tornar-se um discípulo. Praticar, viver, ser um exemplo, ser uma luz.
Querias irmãos, uma luz que brilha não faz barulho. Se você tem uma lâmpada em que a descente está a fazer, você vai desligar esta luz, está a fora, por outra luz. Porque uma luz boa não faz barulho. Se você é uma luz porque está a praticar a verdade e o caminho de Deus, você não está a fazer barulho. Está a praticar, está a viver. Ora, muitas pessoas olham para esta. João 6.44 dizem, oh, eu entendo isto muito bem.
Mas, infelizmente, não entra aqui dentro para muitas pessoas. Não entendem, porque é preciso termos o Espírito Santo de Deus para entendermos as verdades de Deus. Precisamos de ter o Espírito Santo de Deus, ou a volta de nós, a guiar-nos. Antes de baptizar-nos, ser batizado, estar à volta de nós, depois de batizado por um Ministro de Deus, em nome de Jesus Cristo, e depois de ter a imposição das mãos e o Ministro de Deus pedir a Deus, por causa do compromisso dessa pessoa se arrepender, um arrependimento verdadeiro e ter fé em Cristo, para dar a essa pessoa o Espírito Santo e Deus que vê os corações dessa pessoa, então honrará essa oração e batizará essa pessoa com o Espírito Santo, dará a essa pessoa o Espírito Santo durante a imposição das mãos, dessa oração. Se a pessoa de facto tiver arrependida e tiver fé em Cristo e houver de facto um compromisso, tiver contado o custo, como leem Lucas 14, temos que determinar e contar este custo e comprometer-nos e fazer uma promessa, uma voto a Deus que vamos fazer isto daqui para diante. Não é brincadeira.
Não é uma coisa leve, é uma coisa séria. Mas só entendemos a verdade de Deus, o Espírito Santo de Deus, que procede do Pai, está a trabalhar conosco.
Primeiro coríntios capítulo 2. Primeiro coríntios capítulo 2. Procicule 6 a 9. Procicule 7.
Entretanto, espomos sabedoria entre os experimentados, não porém sabedoria deste século, nem dos poderosos desta época, que se reduzem a nada, mas falamos a sabedoria de Deus, em mistério, ou ter hora oculta, a qual Deus preordenou das eternidades para a nossa glória, sabedoria esta que nenhum dos poderosos deste século aconteceu, porque se tivessem conhecido, jamais teriam crucificado o Senhor da glória, isto é Jesus Cristo. Mas, como está escrito, nem olhos viram, nem ouvidos ouviram, nem jamais penetrou no coração humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Os senhores não começam a entender o grande pano de salvação de Deus, mas Deus nos revelou pelo Espírito, porque o Espírito, a todas as coisas prescruta, até mesmo as profundezas de Deus. As pessoas só entendem se tiverem o Espírito de Deus, com eles ou nele. Por qual os homens sabem as coisas do homem, se não o seu próprio Espírito? Você só sabe as coisas do homem, porque você tem o Espírito do homem no homem.
Assim também, as coisas de Deus. Ninguém as conhece, não o Espírito de Deus. Por isso você precisa ter o Espírito de Deus.
Crizes e mãos, você já tentou tocar uma música de malzarte, ou uma música linda, ou uma vaca. Olha, a vaca vai estar a comer e não se importa com a música. Não vai sentar e dizer, oh, mas que música tão linda! Por que? Porque a vaca não tem o Espírito do homem no homem.
Crizes e mãos, nós entendemos as coisas do homem, porque Deus nos deu o Espírito do homem no homem, temos o Espírito do homem, e igualmente só entenderemos as coisas de Deus, quando o Espírito de Deus estiver a trabalhar conosco. E por isso dizem, João 16, 44. Ninguém vem a mim, a não ser que o Pai o traga, o Guia com o Espírito.
Vamos ler, João 16, 44. Por favor. João 16, 44.
Ninguém pode vir a mim, se o Pai que me aviou na outra oceano, e eu o ressusciterei no último dia, em 45, estar escrito nos profetas, e serão todos ensinados por Deus. Portanto, todo aquele que da parte do Pai tem ouvido e aprendido, esse vem a mim. Seremos ensinados por Deus, com a ajuda do Espírito Santo Deus, porque é através do Espírito Santo Deus que somos ensinados, que é o que nos convence, o que nos faz convictos.
E por isso, é decisão de Deus, quando ele chama certas pessoas. É decisão DELE! Não é sua, nem a minha.
Eles virão a Cristo, quando Deus o chamara.
Ora, sim, nós temos que pregar, através do nosso exemplo, da nossa maneira de ser, para ajudar de uma maneira positiva.
Mas precisamos, primeiro, ser discípulos. João capítulo 8, versículo 45, faz-se o Cristo aqui a falar, a estes fariseus, porque eu diga verdade, e não acreditam em mim, não me credes. Quem dentro de vós me convence do pecado, se vos diga verdade, por coragem, não me creem. Quem é de Deus, ou as palavras de Deus, por isso, não me dais ouvidos, porque não sois de Deus. Jesus Cristo estava a ser estes fariseus, que eram pessoas espertas, que eram pessoas inteligentes, que eram pessoas piadosas da maneira que eles entendiam. Está a dizer, não sois de Deus.
Não sois de Deus. E por isso, eles quiseram e mataram Cristo. Queres irmãos? Isto é bom aviso para você e para mim.
Nós vivemos numa idade em que é muito perigosa. Que é muito perigoso. Veja, por exemplo, em João 16. João 16, versículo 1 a 4. Tenho-vos dito essas coisas para que não vos escandalizéis. Eles vos expulsarão das sinagogas. Mas venham ao oram que todo o que vos matares lugará com isso tributar o Cóluto a Deus. E isso farão, porque não conhecem o Pai nem a mim. Ora, essas coisas vos têm dito para que quando, agora chegar, vos recordeis que eu vos lhes disse. Não vos lhes disse. Não vos lhes disse desde o princípio porque eu estava com o osco. Mas estou a dizer agora. Vai haver um período em que vão causar perseguição e matar a você. Mas não aceler esse tempo. Não faça esse tempo vir agora. Quando esse tempo é, vai ser decisão de Deus. Por isso, seja sábio, como dizem Mateus 10. Vejam que a mim se faz favor a Mateus 10. Mateus 10.
Mateus 10. Versículo 16. Mateus 10. Versículo 16. Sejam sábios. Mateus 10. Versículo 16. Sede portanto, por dentes sábios como as sorpentes e simples como as pombas. Tenham cuidado como as pombas. A perseguição virá, mas não traga a perseguição assim mesmo. Por isso, Jesus Cristo está aqui a dar este ensinamento em Mateus 7. A dizer que não atire as pérulas aos porcos. Não des as coisas santas aos cães. Porque os porcos vão pisá-las e os cães vão... quebrar tudo, estragar e atacar a você. Por isso, hoje, Cristo e irmãos, neste sermão, descrevia-se as dois desensegamentos de Jesus Cristo acerca de como lidar com pessoas. Primeiro, como lidar com irmãos para não julgarem, não condenarem. Se temos que separar, isso, se alguém tiver erro, precisamos ter uma atitude de mansidão e gentileza. E, em segundo lugar, cuidado! Não tejam a atirar as pérulas de Deus aos porcos.
Escrituras mencionadas:
Mateus 7:1-6; Mateus 18:6-7; Tiago 4:11-12; Romanos 2:1; 1 Coríntios 4:1-5; 2 Timóteo 4:6-8; Romanos 14:10-11; João 5:22-28; Lucas 18:9-11; Gálatas 6:1; João 6:44; 1 Coríntios 2:6-14; Mateus 10:16.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).