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Bom dia ao bota, arte-cris irmãos, aqui, as Os Câmes falando-vos da Sansanetti. Uma série de inundações sobrecaíram sobre a Austrália ao fim de dezembro do ano passado e em janeiro deste ano. Primeiramente, foi no estádio de Queensland, incluindo a sua capital de Brisbane. As inundações forçaram a condição de que seca de milhares de pessoas das cidades e das vilas que tiveram que ser evacuadas.
Cerca de 70 cidades e mais de 200 mil pessoas foram afetadas. Os tragos inicialmente foram estimados a cerca de 1 bilhão de dólares australianos. O efeito na economia australiana desta série de inundações era de cerca de 30 bilhões de dólares. E quase três quartos do Estado de Queensland foi declarado uma área de desastre.
Isso é um tamanho, talvez, de tamanho da Alemanha e da Holanda, tudo junto.
O Estado foi muito afetado na Austrália durante esse período e principalmente a indústria do Carvão. E depois continuaram ainda com mais outras inundações no distrito de Vitória. Queres irmãos, hoje eu quero falar com vosco acerca de como Deus vai estabelecer o reino de Deus no meio das crises que nos encontramos ao fim deste mundo, aqui à nossa volta. Sim, como é que Deus vai estabelecer o reino de Deus na Terra? E a minha intenção, por isso hoje, é de vos dar esperança e encrujamento para se manterem fiéis e vencerem estes dias duros e escursidos à nossa frente. Então, vamos continuar com mais alguns detalhes de condições que afetaram o tempo. Descrevi as inundações na Austrália, mas também houve inundações e quedas de terreno, que também tomaram local no início deste ano, em janeiro, em várias cidades na região serrana, no estado brasileiro do Rio de Janeiro. Estas inundações causaram cerca de 903 mortes e os números provavelmente aumentaram, além disso, dos detalhes que eu tenho aqui em conhecimento.
A média, a mídia da local disse que a combinação destas inundações, destas quedas de terreno nas montanhas à volta do Rio de Janeiro foi uma das piores desastres naturais na história brasileira. Eu lembro-me que, depois da páscoa, quando estive no Rio, um cavalheiro que queria encontrar comigo chegou atrasado por causa de uma grande rocha que tinha caído na alta estrada, uma coisa gigantesca que tinha fechado a estrada por muitos quilómetros, afetando muitas pessoas e muitas horas de atraso. Mas não foi só aí também, por exemplo, na Tailândia, ao fim de março, geralmente a parte da estação seca, na área tropical da Tailândia, houve grandes chuvas na região do Sul, com cerca de 47 pulgadas ou 120 centímetros de chuva que caíram em certas áreas. Cerca de 53 pessoas também morreram e quase 2 milhões de pessoas foram afetadas pelas desinulações e chuvas fortes que tiveram. Também afetaram 50 províncias, das 77 províncias da Tailândia. Cerca de 400 milacres ou 160 mil hectares de terreno foram supermergidos e cerca de 5 mil casas tiveram que ser evacuadas na Tailândia. Depois, em abril e maio, e ainda que continua ainda hoje, tem existido as inúduções no Rio Mississippi, que foi uma das maiores, jamais marcadas na história dos Estados Unidos no último século. E além disso também, em junho deste ano, houve inudações em Rora-rima, que pôs o Estado numa situação de calamidade pública. Por exemplo, em Boa Vista, segundo a edição do Jornal de 6 de junho, 415 pessoas foram obrigadas a sair de casa, uma pessoa tinha desaparecido, 36 mil alunos estavam sem aulas, e por isso, vê-se que houve desastros à volta do mundo inteiro.
O Rio Branco, o que aconteceu em Rora-rima, é que o Rio Branco nunca tinha subido tanto, estava a século de 10 metros acima do nível normal, e é a maior enchente da história da Rora-rima, e a própria estrada BR174, que liga Rora-rima ao Amazonas, estava entreditada. Também tenho conhecimento que a estrada Caminho da Maloca também estava entreditada onde vários irmãos vivem. Mas, além disso, também em outros locais, por exemplo, na China. Houve uma série de inundações em junho, que ocorreram na parte central e sul da República Chinesa, causaram grandes chuvas, que inundaram porções de 12 províncias, deixando outras províncias ainda com uma grande seca.
Houve um total de 10 milhões de pessoas que foram afetadas, com uma perca económica de cerca de 3,3 bilhões de dólares americanos. Em 22 de junho, o governo chinês alucou, ou pôs-se de lado, 53 bilhões de dólares para ajudar aqueles que tinham sido afetados pelas inundações. E por isso, queridos irmãos, estamos a falar aqui de, digamos assim, causas naturais que causaram grandes problemas. Por exemplo, outras causas naturais têm causado grandes problemas este ano. Sabemos, lembramos bem, que a economia do Japão teve um grande...
foi muito afetada pelo permoto, como a magnitude de 9, na escala Rita. E, então, o tsunami que aconteceu depois que afetou o país, cerca de 11 de março. Aproximadamente, 28 mil pessoas morreram ou desapareceram.
E 500 mil pessoas, 6 milhão, 6 milhão de pessoas, tiveram que sair das casas. E depois ainda há a contaminação da radiação, que está também a uma grande preocupação hoje em dia, ainda no Japão. O Banco Mundial dá uma estimada de que o desastre no Japão vá custar cerca de 100 a 235 bilhões de dólares. E vai levar 5 anos para reparar. E isto é pior que o custo de 125 bilhões de dólares que as chuvadas de Catrina que afetaram a Nova New Airlines nos Estados Unidos. Mas vejam aqui como é que se faz chavôr. Em Mateus 27. Perdão, Mateus 24.
Mateus 24 fala aqui de tromótus. Vejamos aqui Mateus 24. Mateus 24, 7 a 8. Diz assim. Também se levantará nação contra nação, reino contra reino, avará fomes e terromótus em vários lugares. A palavra terromótus aqui vem da palavra Seismus, a palavra grega Seismus, que de acordo com a concordância de Strongs quer dizer que é uma comoção, uma grande tempestade, uma grande ventania, que isto é uma coisa que venha do ar, ou uma grande movimento de terra que venha no terreno.
Por isso, coisas como tromótus, hurricãos, tornados, grandes chuvadas e granizo, várias comoções com tempo muito terrível são incluídos nesta significado aqui. Por exemplo, recentemente, e estão a continuar agora, no estado americano de Arizona, este ano já tiveram 800 fogos e o verão ainda é jovem aqui, ainda é cedo no período verão. E depois, além disso, das condições do que se vê hoje em dia, a volta do mundo, com condições, digamos assim, de causas naturais, vemos outros problemas. Por exemplo, potencialmente vemos problemas de doenças, comida que não seja saudável. Por exemplo, comida que foi modificada genéticamente. E depois, temos ouvindo, há um ou dois anos atrás da doença dos pássaros e das febre dos porcos, e mesmo este ano, ouvimos do vírus de Ebola, que aconteceu na Alemanha, em que muita grande quantidade de comida foi detada fora, particularmente agora, quando há falta de comida.
E por isso, vamos ver os preços da comida a crescer, a aumentar. Por quê? Porque, por exemplo, as pessoas não podem plantar por causa das chuvadas, e as condições estão de uma maneira tal que a produção de comida está a cair, mas a população está a aumentar, e por isso, vamos ver o que eles chamam uma hiperinflação. E isto, está claro, vai afetar principalmente as pessoas que têm um vencimento fixo, ou que são mais idosos, ou que são mais pobres.
Mas, vejamos também outro assunto que também está a afetar o mundo, porque o que lemos aqui em Mateus, que vai se levantar à nação contra o nação, reino contra reino. Por exemplo, em dezembro e janeiro deste ano, na Tunisia, a Tunisia ficou o palco principal de uma campanha forte de resistência civil, incluindo um número de demonstrações nas estradas, e os eventos que começaram no 17 de dezembro de 2010, quando o senhor Mohammed Boazizi, também era conhecido localmente como Basbouza, se queimou-se próprio, e então isso conduziu com que o presidente, que tinha sido presidente por já bastante tempo, na Tunisia, Zin el Abidin Ben Ali, fosse tirado da sua posição no dia 14 de janeiro deste ano, 28 dias depois deste jovem se ter queimado.
Ainda hoje em dia continuam certas demonstrações e certos tumultos continuam até o dia presente aí na Tunisia. Estas demonstrações foram precipitadas por causa de bastante desemprego, preços da comida terem a continuar a subir, a corrupção de uma sociedade no governo e entre a liderança, falta de liberdade de fala, que as pessoas não podem falar abertamente, e outras faltas de liberdade políticas, e está claro, mais condições para as pessoas viverem. Estes protestos continuaram e pioraram e vieram com que estas comoções fossem uma das piores que aconteceu na Tunisia, e por isso houve esta revolta na Tunisia que causou outros efeitos como um gênero de efeito dominó em outros países de descendência árabe.
Depois disso vimos a Revolução no Egito, que tomou local de após de uma comoção popular, que começou no 25 de janeiro deste ano, e foi, de uma maneira geral, uma campanha de resistência civil, em que teve demonstrações, marchas e vários atos de desobediência civil e até craves do pessoal de trabalho. Milhares de pessoas a protestarem, de várias partes da sociedade, económica e religiosa, demonstraram de maneira a crerem que o regime do presidente do Egito, o Sr. Rosni Mubarak, fosse abalado.
E, embora essas demonstrações tivessem sido, de uma maneira predominantemente pacífica, digamos assim, como as notícias nos estavam a dizer, houve, mesmo assim, muitas, digamos assim, confrontações violentas entre os protestantes e as forças de segurança.
Isto aconteceu no caro, lembram-se-no, na praça de Tahir, também aconteceu na cidade de Alexandria e em outras cidades no Egito. E, então, no dia 11 de fevereiro, depois de várias semanas de protestos e pressão, o Sr. Mubarak resignou-se do seu posto que ele tinha. E, depois daí, houve outras dificuldades económicas, ainda existem hoje em dia e comoções, existem em Bahrain, na Síria, no Yemen, na Algeria, no Jordão, no Morocco, nas fronteiras de Israel, no Iraq, na Mauritânia e, está claro, na Líbia, onde hoje há uma questão... ...ou existe uma revolução completa, muito grande, entre o governo e os que estão a combater contra o governo e mesmo a NATO está envolvida nisso. E também há outros problemas no norte-áfrica e no Médio Oriente. Estamos, talvez, queris irmãos, a ser testemunhas nos países árabes da formação de um poder ao sul de Israel, um poder, uma união política que seja, que é conhecida pelos muçulmanos pelo nome de um califate. E, por isso, somos capazes de estar a ser testemunhas da formação desse califate, que bíblicamente é conhecido, ou digamos assim profeticamente, vai ser conhecido como o rei do sul. O que outras implicações isto terá, se no suporte ou na necessidade do mundo todo o dia que precisa de óleo para as suas indústrias e para a sua economia, essas implicações vão ser enormes? Também isto vai causar muita pressão na nação de Israel e na América e a Inglaterra. E Israel, queridos irmãos, é chave, é importante nos profecias e nos acontecimentos bíblicos. Por outro lado, a América está sobrecarregada financeiramente com guerras no Iraque, no Afganistão, problemas no Paquistão e agora com a revolução que está a acontecer na Líbia. E além disso, o terrorismo não a bateu depois da morte de Osam-Bernelada. Então, queridos irmãos, estamos na esquina, digamos assim, à borda de grandes acontecimentos no Médio Oriente que vão afetar seriamente o Israel e, está claro, a América. Queridos irmãos, a resposta é sim. Sim. Coisas muito sérias vão acontecer no Médio Oriente brevemente que vão afetar o Israel. É possível que certos eventos aconteçam no Médio Oriente, de maneira que vá-se, haja um pacto de paz ou um certo compromisso, digamos assim, feito, que abrirá as portas para que os sacrifícios sejam reiniciados. Em Israel. E isso também é profético, porque lemos também que vai haver a abuminação e que vai parar os sacrifícios. E profeticamente, essa período de abuminação, que o profeta Daniel se referiu, como os Cristo disse em Mateus 24, essa abuminação vai ter que acontecer. E para isso ter que acontecer, os sacrifícios têm que ser restabecidos. Por outro lado, vemos uma combinação de que? Destes terríveis, digamos assim, causas naturais de tempo, afetando o tempo, afetando comoções na terra e no ar, termótidos, tsunamis. Vemos a comida ser modificada e causar problemas de saúde. Vemos inundações, fogos, crises financeiras.
Vamos ver, então, grandes doenças e pirâmicas a volta do mundo a seguir? Eu acho que sim, porque vejam comigo, se faça favor, brevemente, em Levíticos capítulo 26. Em Levíticos capítulo 26 temos uma profecia. Levíticos capítulo 26 temos uma profecia acerca do Israel e diz assim, Se vocês me apetecerem, isto tudo bom vai acontecer. Levíticos capítulo 26.
Se vocês me apetecerem, estas todas bençãos vão decorrer a voz por causa da obdiência. Mas, depois, a partir do versículo 14, fala acerca dos castigos da desobdiência. E, por exemplo, vejam no versículo 14 a 16. Mas, se não me ouvir, se não me cumprir, se rejeitar os meus tatutos, e ao que está a acontecer hoje em dia ao Israel. Eu não estou a falar, querido irmãos, do Israel da Nação na Palestina, porque isso é judá. Isso é, digamos assim, a tribo de judá. Houve o reino do Norte, o reino de Israel, que foi dispersado, e que hoje em dia as nações da Inglaterra, e da América, e outras na Europa, e parte de nações, outras nações ao volta do mundo, como por exemplo a Austrália, são parte do que a Bíblia se refere às dez tribos que foram perdidas de Israel.
E, por isso, quando está a falar de Israel, está a falar do Israel Total, não só do grupo judaico. E, por isso, o Israel Total não ouviram, e não estão a cumprir os mandamentos da lei de Deus. É o que está a ver hoje na América, por exemplo, ou na Inglaterra, e outras nações de descendência Israelita, do reino do Norte, não estou a falar de descendência judaica, mas que inclui, está claro, esta profecia a elas, mas diz assim, se vocês rejeitaram os meus estatutos, e se a vossa alma se aborrecer dos meus juízes, a ponto de não cumprir todos os meus mandamentos e violares à minha aliança, e é o que as nações têm violado.
Deus abençoou estas nações como nunca anteriormente as bênções que a América, a Inglaterra, estes países tiveram, foram enormes, porque Deus prometeu e deu estas bênções. Tinha feito uma promessa e receberam estas bênções, por isso estes países foram bençoados. Não é porque foram assim grandes pessoas só, não, mas é porque foram bençoados por Deus. Mas quando receberam estas bênções por causa das promessas que Deus tinha feito que seriam bençoadas, eles rejeitaram e não ouviram os mandamentos da lei Deus, e vemos os povos.
Por exemplo, a América, vemos os problemas de crimes, problemas de como não tratam as pessoas decentemente, e isso a aumentar. Então diz, no versículo 16, então diz Deus, eu vos farei isto, porém sobre vós terror. E foi e aconteceu. A América começou a ter terror, no 9 de setembro de 2001, e a moquatidade de outras coisas, mas começou com terror. E então foi um castigo.
E depois, versículo 19, a perdão 18, diz assim, se ainda, assim, com isto não ouvir-se, se continuás a não obter as leis de Deus, e sim, a América não tenha continuado a obter as leis de Deus, tornarei a castigar-vos 7 vezes mais por causa dos vossos pecados, como a intensidade ainda maior. E versículo 19, quebrantarei a soberba da vossa força. E qual é a soberba da força americana? Sim, está claro, é força militar. Mas o que é que está atrás da força militar? É o dinheiro, é o dólar americano.
E diz assim, vou quebrar a soberba da vossa força. E então, sete anos depois, de 2001, em setembro, também em setembro, 2008, o vagando queda no mercado, queda financeira, que começou a enfraquecer o dólar, e daí, adiante, estamos estávamos a ver a crise financeira que tem afetado. Está claro, a América, mas afeta os países todos, não só a América.
E, por isso, está a quebrantar, a quebrar a soberba desta força americana. E hoje em dia a América já não tem o mesmo respeito e a mesma força por outros países que tinha previamente. E, por isso, vamos ver outros países começarem a querer, a posse numa posição de serem pessoas mais importantes, digamos assim, e vão começar a puxar o outro para ver quem é que vai ser o próximo poder, ou superpoder mundial. E, da claro, estamos a ver que vai haver três grupos de superpoder mundiais que se vão subir. Que falaremos daqui a pouco.
Mas, continuando assim, versículo 21. Se andares contrariamente para comigo e não me quiseres ouvir, trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vós pecados. Primeiro, onda, digamos assim, de castigos. Foi terror. A segunda onda de castigos é quebrar a soberba da força. Está claro, o terror continua. Quebrar a soberba da força continua.
Mas, depois, a terceira onda deste castigo vai ser trarei sobre vós pragas sete vezes mais, segundo os vós pecados. Porque enviarei para o meio de vós as férias do campo, as quais vos desfilharão e acabarão com o vós pecado, e vos reduzirão a poucos e os vós caminhos serão desertos. E, depois, há outras ondas. Outras ondas de castigos. Mas, como vemos, estamos a ver certas ondas de castigos que vão aumentar. E o último que vai ser, espalhar o país entre as nações.
Que será, digamos assim, a grande tribulação. E, por isso, vemos, vai haver doenças epidémicas à volta do mundo? Sim, vai haver doenças epidémicas enormes, porque diz assim, trarei sobre vós pragas sete vezes mais. Porque enviarei para o meio de vós as férias do campo. E as férias do campo são esses micróbios, esses vírus, e acabarão com o vós cegado, e vos reduzirão o poucos. Queris irmãos, a triste, mas coisas muito tristes, vão acontecer brevemente no futuro. Mas outras coisas têm estado a acontecer neste mundo escuro de hoje em dia.
Por exemplo, vejam o caso da Europa. Temos acontecimentos importantes na Europa. Por exemplo, na Grécia. Tem havido uma greve nacional e demonstrações em várias cidades na Grécia. Os protestos foram, digamos assim, iniciados por causa de cortes, de despesas públicas, por exemplo, em benefícios das pessoas, de benefícios, assim como ordenados que podem vir receber, e aumentos de impostos através de medidas de austeridade, e que, por isso, precisam de cerca de 110 bilhões de euros para cobrir a crise grega da dívida que tem.
Mas esta crise de dívida também está propagada em outros países europeus, como na Irlanda, como em Portugal, e dizem que o próximo será, talvez, a Espanha. A Espanha é um país muito maior que afetará muito a Europa. E isto tudo vai por uma pressão muito forte no euro, e se a Grécia for atifalcada, for atifalcada, for atifalcada, e, em valência, quais ou que implicações financeiras vai haver na Alemanha e na França. Vamos ver, por isso, mudanças que vão refletar a Europa e que vão conduzir a formação de um grupo mais forte, talvez mais pequeno, como a Bíblia diz, de 10 nações, em vez de 27.
De ferro, mas também de uma fraqueza inerente nesta união.
E outra coisa que vai acontecer é, possivelmente, o extremismo musulmano, que se está a formar através de um califato no sul, pode vir a puxar a Europa e a afetar a Europa com grande força. Causará isso de uma maneira que o cátulo, a Igreja Católica, venha-se a ser mais forte do que é hoje.
E por isso, cris irmãos, vemos aqui um movimento de duas ordens mundiais, por futuro. Uma é a ordem do, digamos assim, do rei do Norte, que será na Europa, que é referido na Bíblia como a besta, que vai ser controlada por outra besta, ou digamos assim, o falso profeta, uma ideologia religiosa. Isso vai ser uma ordem mundial que está a formar conforme o Israel e a América estão a perder a soberba da sua força. E outra ordem mundial que estamos a ver é esta ordem mundial no Sul, nos países árabes, com uma influência muslimana criando um califate que na Bíblia é referido como o rei do Sul. Vejam comigo em Daniel 11.
Daniel 11.
E vejamos aqui Daniel 11.
Versículo 40 diz assim no tempo do fim, o rei do Sul lutará contra ele e o rei do Norte, que na Apocalipse refer-se, a besta remeterá contra ele com carros, cavaleiros e com muitos navios e entrará nas suas terras e assim não dará e passará. E que azer vai haver, então, uma grande luta, em que o reino do Norte, isto é, a besta, vai destruir o rei do Sul. Por isso, vamos ver esses dois potenciais mondiais que têm que subir e que têm que aparecer. E vai haver um terceiro, a Ordem Mundial, que é baseado à volta dos povos da China e da Índia e da Ásia no Pacífico. E, por isso, vamos ver um crescimento enorme da economia nessa área que vai dar um avanço. Porque o dinheiro, a economia, faz com que, então, tenha um poder e, então, vão ter um avanço para terem um reino, digamos assim, do Oriente. E esse reino do Oriente também lutará contra a besta. E isso vai ser um dos acontecimentos, mesmo antes do fim, que será o que, nesse período, Jesus Cristo vai ter que voltar. Mas agora estamos a andar um bocadinho à frente mais. Vamos, então, repetir os acontecimentos que vemos à nossa volta. Os acontecimentos que vemos à nossa volta são simplesmente o começo das grandes dores.
Porque temos que ver uma certa de coisas a acontecer, chaves principais, para vermos que têm que acontecer. Primeira chave que temos que ver é o homem do pecado. Tem que ser revelado. Vigemos em segundo de Salão e Ciências. Segundo de Salão e Ciências.
Capítulo 2, versículo 2º de Recesse, capítulo 2, versículo 3, diz assim, Ninguém, de nenhum modo, vos engano, porque isso não acontecerá sem que primeiro venha a apostasia e seja revelado o homem da iniquidade, o filho da predição, o qual se opõe e se levanta contra tudo que se chama Deus. Por isso, temos que ver primeiro este falso de se profeta, a se levantar, porque este homem, este falso de se profeta, é o que se opõe e levanta contra tudo que é Deus, ou é objeto de culto, aponta a sentar-se nos santuários de Deus. Nós tentamos como se fosse o próprio Deus. Isto, então, será parte da abominação de desolação que lemos em Daniel. E, por isso, os acontecimentos mundiais têm que escalar, aumentar, até chegarmos ao momento desta abominação de desolação, em que os povos cristãos, os verdadeiros cristãos que estarão na judeia vão ter que fugir. Vejam comigo, em Mateus 24. Mateus 24.
Diz assim, versículo 15. Com a pós-vírus, o abominável da desolação de que falou o profeta Daniel, no lugar santo, então os que estiverem na judeia fugem para os montes. E, então, vejam no versículo 21. Diz assim, por quanto, neste tempo, haverá grande tribulação, como desde o princípio do mundo até agora não tenha vido e nem haverá mais. Vai haver uma grande perseguição dos cristãos da Igreja de Deus.
E, por isso, diz assim, os que estiverem na judeia fugam para os montes. E vão ser protegidos. E, às vezes, então, isso descrito de outra maneira, no décimo e segundo capítulo da Apocalipse. No décimo e segundo capítulo da Apocalipse, está a falar desse assunto, veja assim, no versículo 13, quando, pois, o dragão se viu atirado para a terra, isto é Satanás, foi, finalmente, atirado para a terra, perseguiu a mulher, isto é, a igreja, que dera à luz o filho Verão, isto é, que se vê o Cristo, a igreja Cristã, e foram dada à mulher duas asas da grande águia para que voasse até o deserto no seu lugar.
Isto é, como lemos em Mateus, aqueles que estão na judeia vão ter que fugir. E, então, depois disso, depois da abuminação de desolação, a tribulação começa, porque, como lemos em Mateus 24,21, diz que vai haver grande tribulação, como nunca houve. Então, isto é o quinto selo dos livros da Apocalipse. Vejam comigo em Apocalipse capítulo 6. Apocalipse capítulo 6 fala aí acerca de vários selos que vão ter que ser abertos. No capítulo 6, vê-se no versículo 2, que é o cavalo branco. Isto é falso a religião. No capítulo 4, o cavalo vermelho. Isto é guerra. No capítulo 5, a perdão. No capítulo 4, o cavalo vermelho. No capítulo 5, o cavalo preto.
Isto é a fome. E no capítulo 7, as doenças e pastes. Aqui é o cavalo amarelo. No capítulo 7 e 8. E, então, vemos no capítulo 9, que, então, temos aqui o quinto selo, que é a grande tribulação. E o que é o início da grande tribulação?
O início da grande tribulação é a abominação de desulação, como lemos em Mateus 24. Porque a abominação de desulação significa que a grande tribulação vai começar. E, então, haverá grande tribulação por três anos e meio, que é o quinto selo, como lém no versículo 9 da Apocalipse. Depois disso, essa grande tribulação vai ser acabada, quando Deus diz, Ele vai ter que intervenir no mundo.
E, por isso, vê-se isso na Apocalipse 6, versículo 12, diz assim, Ví quando o cordeiro abriu o sexto selo e sobrevê o grande terremoto, O sol se tornou negro como saco de cima, a lua toda de crina, A bega porra como negro como saco de crina, a lua toda como sangue, E as treus do céu caíram pela terra como uma figuera, Quando a balada por vento forte deixa caíram os seus figos fortes. E o céu recolheu-se como um pregaminho, quando se enrola, Então todos os montes e ilhas foram movidos do seu lugar. E os jureis da terra, os grandes, os comandantes, os ritmos, os poderosos, todos cravidos, Todos os livros se esconderam nas cavernas e nos pinhascos dos montes.
E disseram aos montes e aos roxedos, caem sobre nós, Escondem-nos da face daqueles que se assenta no trono e da ira do cordeiro, Porque chegou o grande dia da ira deles. Isto é os sinais, os sinais celestes e grandes calamidades nos sinais celestes, Deus vai achucalhar o céu e quando vai achucalhar o céu, também vai achucalhar, Digamos assim, a terra toda, vai haver termotas como não quedantes, É vai ser uma coisa que vai pôr as pessoas em grande medo e vão dizer, É o tempo da ira do cordeiro, o grande dia da ira deles, do cordeiro e do Deus Pai, está claro.
E por isso, os sinais no céu vai ser o início de quando Deus começa a intervir na situação do mundo. Ainda não é quando Jesus Cristo vem, mas é quando Deus começa a intervir. A intervenção de Deus vai começar. Este é, então, o Sexto Celo. E depois do Sexto Celo, vemos, então, o que se vem depois, que é o Sétimo Celo, que é Apocalipse Capítulo 8. Apocalipse Capítulo 8, versículo 1 e 2, que diz assim, Quando o cordeiro abriu o Sétimo Celo, houve silêncio no céu, a cerca de meia hora.
Então, viu os sete anjos que se acharam em pé diante Deus, eles foram dados sete prombetas. Então, depois dos sinais no céu, Deus vai intervir na terra, e quando Ele vai intervir na terra, intervenir na terra, no céu vão ficar pasmados que até tudo se cala, porque diz assim, vai haver silêncio no céu, por meia hora, vai haver silêncio, por um certo período, porque os anjos do céu vêm, chio ao hora, em que Deus vai intervenir na terra.
E, então, vão ver as sete trombetas. Por isso, o sete imocelo representa o período das sete trombetas. E, então, vemos aqui, no versículo 7, a primeira trombeta, no versículo 7, do capítulo 8 da Apocalypse, em que um terço da parte da terra vai ser queimada. Imagine, vai haver calor, vai queimar um terço da terra. E, depois, no versículo 8 e 9, vai haver uma coisa tão terrível, que vai afetar o mar. E, então, um terço, uma terça parte do mar se tornará em sangue. Uma terça parte dos oceanos vão se tornar em sangue.
E, depois, vai haver a terceira trombeta, que é nos versículos 10 e 11. E, então, diz aí que vai haver uma grande desastre a acontecer nos rios, nas fontes d'água. Isto é d'água doce, de maneira que um terço dos rios e d'água doce, vai tornar muito amarga, amargosas. E, por isso, muitas pessoas vão morrer por causa disso. Por isso, vemos, as primeiras três afetam a terra, o mar salgado, a água salgada e a água doce. E, depois, a quarta trombeta, versículo 12, diz assim, o quarto anjo tocou a trombeta e foi ferida a terça parte do sol, da lua e das estrelas. E a terça parte delas escorcesse e, na sua terça parte, não brilhasse tanto no dia como noito. E, por isso, um terço da luz vai ser diminuído e, por isso, provavelmente, vai ficar também muito frio. E, por isso, depois diz que, no versículo 13, apocalipse 8, 13, diz assim, então vi e ouvi. Uma águia que, voando pelo meio do céu, dizia em grande voz, ''ai, ai, ai, ai, dos que moram na terra, por causa das restantes vozes da trombeta dos trezentos anjos que ainda têm que tocar.'' E, por isso, vemos que vai haver três mais cataclismos, digamos assim, a acontecer na terra. E, estes três mais cataclismos vão afentar a terra de uma maneira terrível. O primeiro é, no capítulo 9 da apocalipse, versículo 1 a 12, em que se vê que o rei do Norte, provavelmente, o rei do Norte, a besta, vai atacar o reino do Oriente e que a humanidade será afetada por cinco meses com dor, provavelmente, digamos assim, gases venenosos, que afetarão as pessoas. E esse é o primeiro ai. O segundo ai, que vai acontecer, ou digamos assim, a sexta trombeta, está no versículo 13 a 21, em que o Oriente contra ataca e vê-se que um terço da humanidade vai ser morta nesse contra-ataca.
Vai ser uns períodos terríveis na humanidade que vai acontecer, castigos que Deus vai trazer ao mundo. Coisas terríveis, quer dizer, irmãos. Nada de estar alegre por causa dos pecados da humanidade. Mas sabemos que antes destes ai's acontecerem e destas trombetas acontecerem, que é o sétimo-seulo, sabemos que os serventes de Deus vão ser selados e protegidos. Porque lemos isso, em que os serventes de Deus, 144 mil e uma grande multitude, vão ser protegidos e selados, para serem protegidos destes acontecimentos. Mas o que estamos a ver aqui é que estas 6 trombetas, os primeiros 4, afetam a Terra, o mar, os rios e o Sol, a Lua, as estrelas. Estão as primeiras 4 afetam, afetando por isso, um terço da Terra que vai ser queimada, um terço do mar que se tornará sangue, um terço dos rios e da água doce que vão tornar amargas e um terço, digamos assim, das luzes que vão ser diminuídas. Um terço da iluminação da Terra que vai ser diminuídas. Depois vemos o ataque por 5 meses e depois vemos o contra-ataque em que um terço da humanidade vai ser destruída, como lemos em Apocalipse 9, versículos 13 a 21. Depois disso, Jesus Cristo vai ter que intervir pessoalmente para salvar a humanidade, porque quando as nações do Oriente contra-atacam contra a besta, a besta vai dizer, ''o és tu ou sou eu?'' e vamos lutar ou eu ganho ou tu ganhas ou nós morremos. E isso vai ser que vão destruir o planeta. Vai ser o fim do mundo, se Jesus Cristo não intervenir pessoalmente e salvar a humanidade e o povo santo. Vejam comigo. Então é Mateus 24, versículo 22. Que diz assim, Mateus 24, versículo 22?
Que diz? Não tivessem aqueles dias sido abreviados, ninguém seria salvo, mas por causa dos escolhidos, por causa dos verdadeiros cristãos que foram protegidos, que foram selados, por causa deles, tais dias serão abreviados. E por isso Jesus Cristo vai intervenir. Porque estamos a ver uma situação em que este falso se profeta, esta falsa igreja que estará a guiar, digamos assim, a besta. Vai estar a lutar contra o Zan. Os santos vejam comigo se faz favor em Daniel 7, Daniel 7, Daniel 7, versículos 21 a 22. Diz assim.
Eu olhava e eis que este chifre fazia guerra contra os santos e prevalecia contra eles.
Este chifre, que era o profeta falso, o homem da abuminação, o homem de iniquidade. Esse vai prevalecer contra os santos.
Até que veio o ancião de dias e fez justiça aos santos do Altíssimo e veio o tempo em que os santos possuíram o reino. Jesus Cristo vai intervenir e estabelecer o reino de Deus na Terra. Vijamos, então, outra escritura relacionada com este ponto, que é em Daniel 12, versículo 7. Ouvi o homem vestido de linho que estava sobre as águas do rio quando levantou a mão direita e a esquerda ao céu e jurou por aquilo que vive internamente. Vamos cá ver aqui.
Sim, internamente, que isso seria depois de um tempo, dois tempos e metade a um tempo, três anos e meio. E, quando se acabar a destruição do poder do povo santo, estas coisas todas se cumprirão. Vai haver um ponto em que este chifre, este falso-profeta, vai agriar contra os santos, vai estar a vencer e vai acabar destruir o poder do povo santo. Então, quando acabarem de destruir o poder do povo santo, todas estas coisas se cumprirão. E, então, o que Daniel 2 diz, vai acontecer. Daniel 2, versículo 44. Que diz assim, mas nos dias destes treis, o Deus do céu suscitará um reino que não será mais jamais destruído, este reino não passará a outro povo e vai estabelecer o reino de Deus na terra.
Então, isso é o tempo da sétima trombeta, o tempo da sétima trombeta que está na Apocalipse Capítulo 11. Apocalipse Capítulo 11. Apocalipse Capítulo 11. versículo 15 a 18. Que diz assim, o sétimo anjo tocou a trombeta e houve no céu grandes vozes dizendo, o reino do mundo se tornou de nosso Senhor e de seu Cristo e Ele reinará pelos séculos dos séculos. E, queridos irmãos, é assim que Jesus Cristo vai intervir e salvar o mundo dos seus problemas. Queridos irmãos, como vemos, vai haver grandes problemas à nossa volta. Grandes crises. E essas crises vão ser cada vez pior. Vai chegar a um ponto em que Jesus Cristo tem que intervir para salvar o povo santo. Se Jesus Cristo não intervém, vai haver uma destruição completa do planeta, da terra e, então, seria o fim do mundo. Mas não vai ser o fim do mundo. Jesus Cristo vai intervenir. E, por isso, podemos dar graça a Ele porque Ele vai intervenir. E, por isso, vimos aqui e hoje como Deus vai intervenir para estabelecer o reino de Deus na terra, no meio desta crise do fim desta era. O próximo sermão que eu quero descrever acerca deste ponto é de demonstrar o que acontece daqui adiante, até ao período do novo céu e da nova terra. Vou, então, continuar este, digamos assim, este sermão numa segunda parte. Entretanto, a intenção de eu vos dar isto, este sermão hoje, é para vos dar esperança e coragem, para vos ajudar a vencer nesta luta cristã que temos nesses dias escuros, porque temos uma grande esperança. E a esperança é que Jesus Cristo vai intervenir e vai salvar o mundo. Quando chegamos a um ponto em que nós veremos que não nos podemos salvar de maneira nenhuma, nenhuma democracia, nenhum governo mundial, nenhuma nova ordem mundial, nada salvará o mundo. Temos que chegar ao ponto para que a humanidade nunca possa dizer a Deus, ah, mas se eu tivesse tentado este sistema de governo ou aquele sistema de governo, nós teríamos os ouvidos problemas do mundo. Não, a humanidade não vai ter desculpa nenhuma, porque nada que o homem possa fazer vai salvar o mundo, porque o único que vai salvar o mundo é Jesus Cristo, o Salvador, o Macias.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).