Os dons de Deus

Deus quer um relationamento muito especial com todos nós, como filhos e filhas dEle. Na verdade Deus Pai tem um grande amor por nós e demonstra esse amor por muitas dávidas que nos dá. Isto é parte de Graça de Deus. Este sermão analiza várias dávidas de Deus e particularmente os dons do Espírito Santo. Porquê que Deus nos dâ os dons do Espírito Santo? Que finalidade têm estes dons? Este tema é um bom tema para ser estudado como uma preparação para o dia de Pentecostes, ou mesmo como um estudo durante este Dia Santo de Deus.

Transcrição

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Bom, deobotar-te, queridos irmãos, aqui, a Josh Campos, falando-vos de San Sanete. Há uns meses atrás, quando tive uma visita de uma pessoa nova interessada, esta pessoa estava a descrever como os dons do Espírito, da maneira que esta pessoa entendia, eram algo tão especial, e está claro, são algo muito especiais, mas o que esta pessoa estava a explicar, a maneira que estava a tentar explicar, é que eram algo muito especiais, uns dons muito especiais, com significanças espirituais, de certas influências muito especiais.

E por isso estava a dar um género de uma, digamos assim, uma nuvem espiritual especial, ou uma certa atitude itéria, que até às vezes dá umas pessoas a um certo sentimento, um bocado esquisito, e um bocado não normal, digamos assim. E queridos irmãos, conforme nós pregamos o evangelho do Reino de Deus ao mundo, encontramos-nos com pessoas com muitas ideias, ideias únicas delas ou delas, e para dar um enos, hoje em dia, como sempre, aliás, temos que estar bem estabelecidos, na verdade, e temos que estar capazes de provar as nossas crenças, e uma delas que nós temos que ter a capacidade de explicar, e mesmo que nós não possamos, por exemplo, certas pessoas não tenham grandes possibilidades ou habilidades de ensinar a outros, têm que, pelo menos, ser capazes de provar a eles próprios, ou a elas próprias, as verdades de Deus, as doutrinas verdadeiras, e particularmente os dons de Deus, porque são muitos, Deus nos dá muitos dons, e, em particular, referência também aos dons do Espírito Santo. E por isso, hoje, queris irmãos, eu quero examinar alguns dons de Deus, porque são muitos, incluindo alguns dos dons do Espírito Santo. E por que eu quero descrever ou cobrir este tema hoje? É para que nós possamos desenvolver um relacionamento melhor com o Deus-Pai, e assim também com o Seu Filho. E está claro, por causa desse relacionamento e por causa desses dons, podemos dar graças a Deus, de uma maneira muito mais, digamos assim, muito mais convencida, com muito mais conhecimento e gratitude. Mas, por outro lado, também aprendemos, através do melhor conhecimento da razão destes dons, que Deus nos dá, destes presentes, digamos assim, que Deus nos dá, podemos então ser uma pessoa que possamos pôr em prática para o serviço de Ele, isto é, para servir a Deus e servir a Ele, para fazer a obra de Ele, e de uma maneira que seja para uma glória de Deus ainda maior. E por isso, queridos irmãos, Deus-Pai está a desenvolverem nós um relacionamento, um relacionamento muito especial, pois o seu desejo, o seu destino para nós é para nos fazermos filhas e filhas Dele. E por isso, Ele tem um desejo muito grande de ter conosco, um relacionamento muito significante, muito valoroso, um relacionamento que é um relacionamento como o relacionamento a Deus, que seja baseado na verdade, isto é baseado na Bíblia, um relacionamento que tem carinho, que seja amoroso, um relacionamento como um relacionamento na família, baseado em um amor que é genuino, que é verdadeiro.

Um relacionamento que está claro para nós, como cristãos, ainda estamos a crescer, e nós estamos a aprender, estamos a crescer para ficarmos mais e mais pessoas com o caráter de Jesus Cristo, para que tenhamos, então, esse relacionamento com Deus Pai, tal como Jesus Cristo tinha, quando viveu, e tem que agora vive internamente, está claro. E por isso, estamos a aprender este relacionamento, o relacionamento digamos de família, por um ponto muito simples, por exemplo, porque temos famílias. Temos pais, temos um esposo ou uma esposa, alguns de nós temos, aqueles que estão casados, está claro, e para esses que estão casados, tem filhos e filhas, e talvez netos e netinhas, mas se não for isso, temos uma família na igreja, a família que nós cuidamos também.

E por isso aprendemos, aprendemos o que é o amor verdadeiro, um amor para com estes filhos e filhas nossas, aprendemos através destas, digamos assim, experiências nas famílias que temos, aprendemos as lições que Deus quer que nós aprendamos, que sejam aplicáveis à família de Deus. E conforme exprimimos ou expressamos, digamos assim, conforme expressamos um amor, um amor de Deus, um amor verdadeiro, aprendemos que uma das maneiras de expressar este amor aos nossos filhos, aos nossos... aos nossos... aos nossos esposos, aos nossos pais, a maneira de expressar este amor, uma das maneiras é através da ação de dar, dar do nosso tempo, dar, sim, do tempo em que estamos a ouvir a eles, estamos a falar com eles, estamos a carinhar por eles, estamos a fazer coisas por eles, e por isso estamos a dar, dar de nós a eles.

E Deus quer que nós aprendamos a ser pessoas que estamos a dar com alegria.

E por isso, Ele nos ensinou que Ele é um Deus que dá coisas. E Ele nos está a ensinar este princípio, porque Ele é um Deus, Deus-Pai é um Deus que nos dá coisas. Vejamos, por exemplo, se faz favor em Tiago capítulo 1, versículo 17.

Tiago 1, versículo 17, que diz assim, Toda boa dá vida e todo dom perfeito, todas as coisas que nos são dadas, que são perfeitas, são lá do alto, descendo do Pai das luzes, em que não pode existir variação ou sombra de mudança. Todos os dons que são bons, toda a boa dá vida, vem de Deus-Pai. Vejam, por exemplo, como Paulo descreveu isto, em Efezios capítulo 2, e Efezios capítulo 2, começando no versículo 4. Efezios 2, versículo 4.

Mas Deus, isto é Deus-Pai, Deus sendo rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou. Deus é rico em misericórdia, por causa do grande amor com que nos amou. Estando nós mortos em nossos delitos, nos deu vida juntamento com Cristo, porque diz pela graça, sois salvos. A palavra graça vem do grego Criz, que é uma expressão de amor, um desejo de dar como uma expressão de amor.

É uma graça, é uma expressão de amor através de dar coisas, através de dar vidas. E por esta expressão de amor de dar, porque Deus quer nos dar, por isso é que somos salvos. E juntamento com Ele nos os suscitou, juntamento com Cristo nos os suscitou. Está claro, está a falar como se isto tudo já tivesse acontecido, porque para Deus é como se tudo já tivesse acontecido. E nos fez assentar nos lugares sedestiais em Cristo Jesus, para mostrar nos séculos vindouros, para mostrar no futuro, quando isto tudo estiver sido completado.

A Suprema riqueza da Sua Graça, a Suprema riqueza da Sua atitude de dar, a Sua expressão de amor para nós, porque nos quer dar, e por isso a riqueza da Sua Graça, em bondade para conosco, através de Cristo Jesus. Por isso vemos aqui que, ao fim de distudo, isto é para a glória de Deus. Sim, é para nos séculos vindouros, mostrar a Suprema riqueza da Sua Graça, da Graça de Deus Pai. Este é para a glória de Deus, para que possamos dar glória a Deus.

Versículo 8. Porque pela Graça, como vejo mais, pela expressão de amor de Deus para nós, que é demonstrada, através de um desejo de dar, um desejo de dar baseado em amor. Isto é graça. Por causa desta graça, deste desejo de dar, nos dar coisas, esta gracidez, digamos assim, graça de Deus, nós somos salvos.

Através da fé. Da fé de Jesus Cristo, está claro. Não é a nossa fé. É da fé de Jesus Cristo. Por Jesus Cristo morreu por nós, e Ele teve fé que faria isto, e que seria ressuscitado, teve fé, teve absolutamente completa confiança nos Deus-Pai, e por isso é pela fé. E isto não vem de nós. Não é a nossa fé. Não vem de nós. É um dom de Deus. É tudo um dom de Deus. E vendo, continuando, então, não é de obras, porque nem se gloria, não é nada que possamos ter feito, não é de obras, não é nenhuma, não é a nossa glória, mas é para a glória de Deus.

Pois somos feitura dele, criados em Jesus Cristo, através de Jesus Cristo, para boas obras. Isto é a finalidade. A nossa finalidade final de sermos filhos e filhos de Deus, é para, como filhos e filhos de Deus, internamente no reino de Deus, fazermos boas obras, as quais Deus de antemão preparou para que andássemos nelas. Deus preparou os caminhos para andarmos e praticar, e exucitar, a ter um cá de experiência agora, nesta vida física, para aprendermos a ter boas obras. Porque é o que queremos ser.

E por isso, queridos irmãos, qual é o primeiro dom de Deus, que demonstra o amor de Deus por nós, mais do que qualquer outra coisa? Vejam comigo, numa escritura bem conhecida por muitas pessoas, que é João capítulo 3, versículo 16. João 3, 16, uma escritura que muitas pessoas sabem de cor e salteado, que dizem sim, porque Deus, isto é Deus-Pai, amou ao mundo de tal maneira, que deu o seu filho unigénito, para que todo o que nele crê, não pareça, mas tenha a vida eterna.

Porque Deus, DEU o seu filho, é uma ação de dar, é uma dávida, é um dom de Deus. E por isso, Deus nos dá muitos doms, muitas dávidas, muitos presentes, digamos assim, e diz assim, para que todo o que nele crê, não pareça, mas tenha a vida eterna. Todos os acreditam em Jesus Cristo, não morrerão, mas terão a vida eterna. Aqui está um ponto importante, que eu faço referência continuamente, é que a palavra crer, atrás da palavra crer, existe um processo completo de praticar e obtecer. Porque crer é acreditar, e porque acreditamos, obtecemos.

Nós fazemos porque acreditamos. E por isso lembre-se disto muito bem. É um processo de crença, que começa com o sacrifício de Jesus Cristo. Porque diz assim, ele deu o seu filho unigênito, começa com o sacrifício de Jesus Cristo. Isto é o alfa, durante a páscoa, significado, simbolizado pela páscoa, o começo começa pelo sacrifício de Jesus Cristo, que é a páscoa. E acaba, acaba este processo, acaba o ómega, o fim, o final. É a vida eterna, que depois é uma continua existência eterna a fazer boas obras para a glória de Deus.

E aqui vemos, nesta, neste versículo, um ponto muito importante, que Deus nos dá, a todos nós. Porque diz assim, Deus amou ao mundo, isto é, todo o pessoal no mundo vai ter o benefício, o resultado desta dávida de Deus. Mas, cedo ou mais tarde, vamos ter o benefício desta dávida. Queridos irmãos, Deus é um Deus que dá, que dá a todos. Ele gosta muito, isto é, ele ama dar, gosta muito de dar, ele tem um amor para dar, ele quer dar, e ele quer dar, e ele quer dar, porque essa ação de dar livremente é uma expressão do seu amor para nós, é a graça dela.

E aqui vemos, neste versículo, um processo de dar, um processo de dar, até, finalmente, E, por isso, o primeiro dom é o seu filho. E o último dom neste processo é a vida eterna. Mas, vejemos, então, um segundo dom depois de nos dar o seu filho. Um dom especial que ele nos dá. Vejam comigo em João capítulo 6 versículo 65. Diz assim, e prosseguiu, por causa disto é que vos tenho dito, Ninguém poderá vir a mim. Ninguém pode vir a Cristo. Diz assim, Deus nos deu Cristo. Mas agora não podemos vir ou ir a Cristo. Anoncer-se pelo Pai. Não lhe for concedido.

Isto é anonfordado. É uma dávida. E o que é que ele está a dizer? É que a chamada, a nossa chamada, é um dom. É um dom especial de Deus. Que ainda não foi oferecido ao mundo inteiro.

Mas será um dia? Mas será? Porque isso é a intenção e seu propósito de Deus. Mas cada um nos ouorda, primeiro Cristo, a primícia, depois as primícias, os primeiros frutos, simbolizado por pentecostes, e depois os do fim, cada um na sua ordem. Mas a chamada de Deus é um dom especial, que ainda não foi oferecido a todos. Mas será? Vijamos outra oferta de Deus. Outro dom de Deus. Veja como em Mateus 13, Jesus Cristo explicou isto em um bocadinho mais detalhe. Mateus 13, versículos 10 a 11. Diz assim. Mateus 13, 10 a 11. Então se aproximaram os discípulos e lhe perguntaram, por que lhes falas por parábolas? Por que lhes falas desta maneira, que as pessoas não estão a entender? Algo Jesus Cristo respondeu, porque a voz, outros, é dado conhecer os mistérios do reino dos céus, do reino de Deus. Aqueles não lhes é isso concedido. Mas há os outros, ao resto dos outros do mundo, isso não lhes é concedido, por enquanto. Será concedido mais tarde, como aprendemos em outras escrituras, mas o entendimento, o conhecimento da verdade, dos mistérios do reino de Deus, o conhecimento da verdade, é o mistério ao mundo. Por que? Porque estão secos, os olhos estão fechados. Os corações das pessoas estão endorcidas. Os ouvidos não houvem, os olhos não veem. E por isso, Deus nos dá um outro dom, que é o dom de entendimento. Digamos assim, um terceiro dom neste processo da vida eterna. Nos deu Cristo, mas precisamos de ser chamados, isso é um dom. Precisamos de entender os mistérios do reino dos céus. Isso é um dom. E depois, quando começamos a entender, o que é que precisamos de fazer? Vejam comigo, se faz favor, em segundo Timótio, segundo Timótio, capítulo 2, por ciclo 24-25. Ora, é necessário que o servo do Senhor não viva a contender, e sim deve ser brando para com todos, apto para instruir paciente, disciplinando com mansidão os que se opõem, na expectativa de que Deus lhes conceda, lhes dê, não só o arrependimento, para acontecerem plenamente a verdade, mas também o retorno à sensatez.

Deus precisa nos dar o arrependimento, e com este arrependimento é uma maneira de mudar, de ver a nós mesmos, a nós próprios, para sermos sensatos com nós próprios, para vermos a nós mesmos, o que nós realmente somos, não só o que fazemos, mas o que somos. E por isso, o arrependimento e a capacidade de vermos a nós próprios, porque estamos espiritualmente secos, esta possibilidade de vermos a nós próprios é um dom, é uma dávida, é algo que Deus nos concede, nos dá. É um dom de Deus. E por isso, neste processo, em que os Cristo é o começo do processo e a vida eterna é o fim deste processo de dar, através de querer, vemos que há vários passos dentro deste processo, com vários outros domes. O dom da chamada, sermos chamados por Deus, o dom de ter a mente para entender e ver os mistérios do reino de Deus, o dom de arrependimento e de sermos sensatos a nós próprios, de vermos a nós próprios quem somos.

E que, nos irmãos, isto tudo é necessário, que nós vejamos a nossa própria não importância. Digamos assim, nós não somos importantes, precisamos ser humildes. Nós devemos ter esta atitude de um coração contrito, de um coração que esteja submissivo a Deus, para que estejamos este arrependimento por uma atitude de tremor, perante a palavra de Deus. E, então, quando respondemos desta maneira, quando nos arrependemos, quando então pedimos por perdão, quando declaramos ou confessamos os nossos pecados, então Deus nos perdoa. Vejam comigo em primeiro João capítulo 1 versículos 8 e 9. Diz assim, se dissermos que não temos pecado nenhum, isto é, não somos sensatos, a nós mesmos nos enganamos. E a verdade não está em nós, porque não estamos a ver nós próprios. Mas, se, se, confessarmos os nossos pecados, ele é fiel e justo para nos perdoar os pecados e nos purificar de toda injustiça. Isto é um outro dom. Isto é um outro dom. É o perdão. Mas tem uma condição. Por que diz-se?

Sim, o perdão não é que nós tenhamos feito algo que mereçamos ser perdoados. Não. Não fizemos algo que mereçamos ser perdoados. Mas tem uma condição. Ele espera, Deus espera, uma resposta positiva de nós no nosso racionimento com ele. Porque, se não tivermos esta resposta positiva com ele, o nosso racionimento com Deus-Pai não vai progredir o andar para frente. E, por isso, tem esta condição. Não é que mereçamos, não, não merecemos. Mas é condicional. Se.

É, mesmo como com as nossas crianças, queridos pais, vocês que são pais sabem que nós queremos dar aos nossos filhos.

Mas se a resposta, a maneira que eles respondem, da maneira que eles reagem, não é correta?

Se eles não fazem o que é agradável a nós, talvez não vamos dar a eles as coisas que queramos dar. Porque vemos, é, está aí algo errado, uma atitude errada e não vou dar de baixo destas condições.

Não é que eles mereçam esses presentes, é porque nós queremos dar, mas não vamos dar se há uma atitude errada. Se há uma resposta errada, que não seja positiva. Por isso, damos de baixo destas condições. Não é que mereçam, mas há condições.

E, por isso, queridos irmãos, então, Jesus Cristo mora para nós.

Temos uma chamada, que é um dom. Jesus Cristo mora para nós, é um dom. A chamada é um dom. O entendimento, para entendermos os mistérios do Reino de Deus, é um dom.

O arrependimento, para nos vermos a nós próprios, de nos sermos sensatos, é um dom.

O perdão dos nossos pecados é um dom. Então, quando fizemos estas coisas todas, então fazemos o ato do Batismo, que é outra condição, para recebermos o dom do Espírito Santo. Vejam comigo em atos capítulo 2, o segundo capítulo de atos capítulo 2, versículo 38, que diz assim, responde-os, Pedro, arrependê-vos cada um de vós e seja batizado em nomes de os Cristo para a remissão dos vós pecados e recebereis o dom, a dávida, o presente do Espírito Santo. Como vimos, este relacionamento com Deus tem uma série de expectativas, que são mútuas.

Se nós arrependemos e vamos ser batizados com esperança, com expectativa de recebermos o dom do Espírito Santo e sabemos que Ele é fiel e Ele nos dá, não precisamos ter dúvidas em Deus. Mas, por outro lado, Ele tem uma certa expectativa em nós, que Ele espera que nós respondamos ao Seu dom do arrependimento, ao Seu dom de Jesus Cristo, da Sua chamada de entendermos a verdade, do arrependimento e de perdão, temos que responder por cometer, como prometer, digamos assim, a Deus. A viver uma vida nova, de deixando o velho homem e permitindo que venhamos a ser um novo homem, que viva em nós, simbolizado pelo ato do batismo, de entrar na água, isto é, morrer o velho homem e sair da água, que simboliza viver o homem. É em que o velho homem morreu na sepultura aquática, digamos assim. Mas Deus, uma vez mais, não dá o Seu espírito ao mundo que não esteja arrependido. Vejam como se faz se for em João, capítulo 14, versículo 16 a 17.

E eu rugarei ao Pai, Ele vos dará o outro Consolador, este é o Espírito Santo de Deus, a fim de que esteja para sempre convosco. Este é o Espírito da verdade, o Espírito de Deus, o Espírito da verdade, que o mundo não pode receber.

O mundo, as pessoas aí no mundo não podem receber o Espírito Santo.

Por quê? Porque não vem, nem o conhecem. Sim, porque nós fomos chamados e começamos a entender e compreender e nos arrependemos e, através do arrependimento, se conversamos recebemos o perdão e, então, fazemos a ação do Batismo de paz destas outras condições. Não é que mereçamos ser praduados, mas é porque vemos o que Deus está a fazer por nós e conhecemos a Deus. E, por isso, vos o conheceis porque Ele habita com vosco e estará em vos. Deus-Pai vai habitar em nós através do Espírito Santo de Deus, tal como Jesus Cristo também, porque é o mesmo Espírito. Mas o mundo não pode receber o Espírito Santo de Deus. Por que? Porque Deus soldar o seu Espírito a aqueles que fazem o quê? Deus soldar o Espírito Santo de Deus a aqueles que fazem o quê? Vejam comigo em Atos 5, versículo 32. Ora nós somos testemunhas destes fatos e bem assim o Espírito Santo que Deus oturgou. Isto é que Deus, Deus, aos que lhe obtecem. Deus soldar o Espírito Santo aos que obtecem a Deus. E aqui vemos responsabilidades para entrarmos num relacionamento especial com Deus. Porque Deus quer ter um relacionamento especial com Deus. Mas obdiência aos princípios de Deus, às leis de Deus, é necessário para termos uma convivência com Ele. Uma convivência positiva para termos um relacionamento positivo com Ele. E por isso Jesus Cristo disse, não é preciso ver esta Escritura, mas deixe-se simplesmente mencionar, em Lucas 6, 46, dizem porquê dizem Senhor, Senhor e não fazem o que vos digo para fazer. Não obtecem.

Eu podem também ler em Tiago 2, capítulo 2, versículo 10, que dizem sim, se vocês quebrarem um ponto de lei, é como quebrarem todos. E qual é o ponto de lei que as pessoas hoje em dia quebram? É o sábado. Quebram o sábado. Oh, dizem não, não devemos matar, não devemos cometer adultério. Mas o sábado é uma coisa do antiga. Hoje não é preciso observar os sábados, que está claro em ploir os dias santos de Deus. Uma vez que nós entendemos que precisamos de obtecer a isto, e não obtecemos, Deus não vai dar o dom do Espírito Santo. Porque só dá o dom do Espírito Santo àqueles que obtecem. Como lemos em Atos 5, 32.

O mandamento teste, o mandamento das provas dos 9, digamos assim, o mandamento que é o teste acílico, digamos assim, é o sábado, ou os sábados. E por isso aqui vivemos um processo de dar, desde a mortes dos Cristo, que é o começo, que é o alfa, e o seu sofrimento, até recebermos o Espírito Santo de Deus, no caminho para a vida interna. Um processo de crer, mas esta crença, conforme queremos e conforme obtecemos, abre, digamos assim, a oportunidade para Deus nos dar da graça Dele, do que Ele nos quer dar, e que vimos, Ele nos dá várias coisas. A Sua chamada, o entendimento, o arrependimento, o perdão, e está claro o Dóng do Espírito Santo. E por isso vemos que Deus amou ao mundo tanto, que Ele nos deu o seu único filho, o filho unijânico, unijânito, para que possamos receber o Dóng da vida interna. Mas para recebermos o Dóng da vida eterna, precisamos do Dóng do Espírito Santo e destes outros Dóngs que vêm antes. E com o Dóng do Espírito Santo, o que é que o Dóng do Espírito Santo nos dá? O dá mais Dóngs, é como se fosse um presente dentro de um presente, uma caixa dentro de outra caixa.

Porque o Espírito Santo, se próprio, nos dá vários Dóngs. Para quê? Porque, afim de contas, o Espírito Santo é uma fruta, que tem nove características e nós temos de ter todas estas nove características. Isto é um amor, uma alegria e uma paz. Temos de ser pacientes, bondosos e boas pessoas para com os outros. Precisamos ter as qualidades internas de serem fiéis, de sermos mansos e de termos domínio próprio. Estes nove características representam o fruto do Espírito Santo. Precisamos ter todas elas, talvez um bocadinhos mais ou menos que outras, porque ainda estamos a crescer, mas precisamos todas elas. Este fruto, então, vai dar frutos ou boas obras ou resultados nas nossas vidas. Para dar frutos, precisamos de boas obras. Estes boas obras, para nos ajudar a fazer estas boas obras, temos, então, certos talentos, digamos assim, certas habilidades, certos dons do Espírito Santo, para fazermos estas boas obras. E, por isso, Deus nos dá dons do Espírito Santo, que são diferentes dos frutos. Os frutos são resultados que nós temos. Mas por que que Deus nos dá dons do Espírito Santo? O que são os dons do Espírito Santo? Deixem-me responder muito simplesmente, pois vamos ver nas escrituras, mas deixem-me responder muito simplesmente dar resposta. Os dons do Espírito Santo. São, digamos assim, os dons que Él nos dá. São estas habilidades, estas aptidões, estes talentos para o benefício do corpo, do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus, para fazer certas funções. Isto é para servir, isto é, para dar frutos.

Boas obras. Paulo, na sua carta aos coríntios, primeiro falou acerca de vários problemas que existiam na Igreja em Coríntios, e depois falou acerca de várias perguntas que eles tinham perguntado a ele. Vejam que o Amigo se faz favor em primeiro Coríntios, capítulo 7, versículo 1. Diz assim, falou acerca de vários problemas que eles tinham, e depois, no capítulo 7, versículo 1, diz assim, quanta óptima escreveste-se? E, então, fala de cerca de assuntos ou perguntas que eles tiveram, porque eles escreveram e perguntaram estas perguntas. Então, há várias respostas acerca do casamento e de viver com uma mulher, acerca de comer comidas que tenham sido oferecidas a ídolos, a certa da maneira de nos conduzirmos com outras pessoas, a certa de situações de como usar o cabelo, ou não usar o cabelo, ou rapar a cabeça e coisas assim, e a certa de assuntos acerca da páscoa. E, depois, no capítulo 12, depois de falar acerca desses outros assuntos, ele diz assim, capítulo 12, versículo 1, diz assim, a respeito dos dons espirituais, a respeito das coisas espirituais, porque a palavra dons não está no grego, e se estão a ler na Bíblia, na reversão revista e corrigida, verão que a palavra dons está em Itálico, que demonstra que não estava aí, neste versículo, não estava no original. Está em outros versículos depois, mas não estava neste, porque isto é a respeito de coisas espirituais. Não quer irmãos que sejam ignorantes. E, por isso, tiveram várias perguntas acerca de coisas espirituais, e ele disse, não quer que sejam ignorantes. Sabes que, ou trora, quando eram gentios, deixadas conduzir-vos aos ídolos mundos, segundo eras guiados, por esses ídolos falsos.

Por isso, vos faça compreender que ninguém que fala pelo Espírito Deus, por isso estamos a falar coisas espirituais, e por isso, pessoas que falam pelo Espírito Deus, não vai afirmar ou vai dizer que Jesus é anatma. Isto é qualquer que não vão dizer que Jesus foi devotado a Deus, sem exporança, para ser destruído. Não é um anatma. Por outro lado, ninguém pode dizer que Jesus é o Senhor, senão pelo Espírito Santo, como lê na versão almeida revista e corrigida, ou na versão almeida, corrigida e fiel. E como lê, por exemplo, na versão do rei James, a versão inglesa traduzida para português, devia ser traduzido, o Senhor Jesus é o Senhor. Não devia ser simplesmente Senhor Jesus. O que está aqui no original é que Jesus é o Senhor. E para pessoa, dizerem que Jesus é o Senhor, só dizem isto pelo Espírito Santo. Porque o Senhor, no antigo justamente, foi traduzido para a Bíblia da Septuaginta, foi traduzido para a mesma palavra grega, Curios, que é aqui Senhor. Jesus é o Senhor Curios. Por isso está a dizer que Jesus é o Senhor do antigo Justamento. Jesus é o Senhor.

E por isso só podem reconhecer que Jesus é Deus, é o Senhor, é da família de Deus, é o filho de Deus, com o Espírito Santo. Porque o Espírito Santo revela que Jesus é o Senhor e Jesus vai revelar o Pai Dele, que é maior que Ele, que é o Deus Pai, que não era conhecido anteriormente. Porque Jesus vai revelar isso. E continuando, então, no versículo 4, e disse, ora, os dons. Agora sim, a palavra dons está no grego, os dons são diversos. Mas o Espírito é mesmo. Os dons do Espírito Santo são vários. A palavra dons aqui é em grego a Charisma. Como a palavra Graça é Chariz, a palavra Os Dons é Charisma. E também há diversidades nos serviços. Isto é Diáconos, mas o Senhor é o mesmo. Serviços. E também há diversidade nas realizações. Inergia, quer dizer, energias nas ações de ação, porque tem precisa de energia para fazer isto. Mas o mesmo Deus é quem opera tudo em nós. Versículo 7. A Manifestação do Espírito. É concedida a cada um visando a um fim proveitoso. O Espírito é manifestado e é dado a cada um de nós para ser um fim proveitoso. Isto é para o benefício de todos, é para fazermos a obra. Nós recebemos o Espírito, mas quando recebemos o Espírito, é porque nos dá certas habilidades, certas capacidades de fazer certas coisas. Dá certas dons. Estes dons é nos concedidos a cada um. Todos nós temos certos dons do Espírito de Deus. E estes dons é para o benefício, é para um fim proveitoso, é para o benefício de todos. E por isso, com isso, devemos, então, ter boas obras, ter frutos, frutos de amor carinhoso para outras pessoas, através da manifestação do Espírito em cada um de nós. Isto é o Espírito de Deus, venha a nós e nos dá certas, digamos assim, aptidões e talentos e capacidades de fazer coisas para servir a outros, para o benefício da Igreja.

Não é nada, digamos assim, fora deste mundo, é capacidade para fazermos coisas para servir a outras pessoas. Por exemplo, continua porque a um, versículo 8, é dada mediando o Espírito a palavra da sabedoria. Certas pessoas têm o entendimento do caso, causa e feito. Isto é sabedoria, se fizeres isto, aquilo vai dar o mau resultado. Por isso, sabem, sabem, vem isto e vem aquilo. Ora está claro? Diz que não, não muitos de nós somos sábios. Podem ler isso em 1 Coríntios capítulo 1, versículo 26. Por que? Porque isso minimiza o orgulho, a soberba. Porque quando estamos a dizer, oh, eu tenho muita sabedoria, então há um problema. Mas algumas pessoas, Deus dá sabedoria através do Espírito Santo Deus, porque nós não somos sábios.

Mas Ele nos dá um, cada índice sabedoria esta pessoa outra, ou pessoa ou muita sabedoria, outra pessoa ou uma cada índice sabedoria, no outro assunto, e então, quando conversamos uns com os outros, temos o benefício de um dos outros e aprendemos de um pelos outros. Este, esta sabedoria este, entendimento, certas coisas, vem de Deus. E o outro, segundo o mesmo Espírito, a palavra do conhecimento.

Deus nos dá conhecimento através do seu Espírito. O Espírito Santo, vejam comigo, se faça-se bom, ponho um dedo, marcar aqui em Coríntios, vamos voltar a Coríntios, mas vejam, por exemplo, em capítulo 2 de Coríntios, do mesmo livro, mas algumas páginas assim, há frente, capítulo 2, versículo 6, a 11, que diz assim, entretanto, expomos sabedoria, entre os experimentados, não porém sabedoria deste século, nem dos poderosos desta época, que se reduz em nada, mas falamos a sabedoria de Deus, em mistério, oultro, ou oculta, a qual Deus preornou, desde a eternidade, para a nossa glória. A sabedoria esta, que nenhum dos poderosos deste século conheceu, porque se tivessem conhecido, jamais teriam cursificado o Senhor da glória. Como está escrito, nem olhos viram, nem ouvidos ou viram, nem jamais penetrou em coroção humano, o que Deus tem preparado para aqueles que o amam. Mas Deus nos revelou pelo Espírito, porque o Espírito é todas as coisas prescruta, até mesmo as profundezas de Deus. Por qual dos homens, sabe as coisas do homem, se não o próprio Espírito do homem, que está nele? Assim, também as coisas de Deus, ninguém as conhece, se não o Espírito de Deus. E por isso, o Espírito de Deus nos dá sabedoria e nos dá também conhecimento.

No outro, diz assim, no mesmo Espírito, a fé. Este é um dom. A fé isto é ter confiança em Deus. Por exemplo, pensem a sério do caso de David. David é fé. Fé à frente de Goliath.

Não foi um atorlice de David, não foi um otimismo de David, não foi esperança em esteroides, mas foi fé em Deus, que David teve. E por isso, nós precisamos ter a fé de Cristo, que é implantada em nós, através do Espírito Santo.

Outro exemplo aqui, é no mesmo Espírito, dons de curar.

Dons de curar. Pedro disse, levanta-te e anda. Não foi uma unção, foi simplesmente um dom de curar. Tu precisas de um dom. Certo? Quando há necessidade para fazer a obra, isso será dado.

É funções que Deus dá quando são necessárias para fazer a obra. Se a função não é necessária hoje para fazer a obra de Deus, ele então não dá, ou não dá certos doms. É prugativa de Deus, é decisão d'Ela.

Versículo 10, continuando assim, diz assim, as operações de milagres. A palavra milagres aqui, é a palavra dinâmica, mas é mesmo a palavra que diz onde diz, por exemplo, porque Teu é o reino e o poder e a glória para sempre. Quando Jesus Cristo disse no que nós hoje em dia as pessoas chamam o Pai Nosso, mas na oração do Pai Nosso, mas que é o oração exemplar de como dar um exemplo de como orar, ele conclui isso dizendo porque Teu é o reino e o poder e a glória. Esta palavra e o poder, é a mesma palavra grega que aqui, diz aqui, traduzida como milagres. E por isso, talvez, se fosse traduzido de uma maneira melhor, dizia assim ao outro, operações de poder, porque o poder é de Deus. Nós vamos ter cuidado com a coisa de milagres, queridos irmãos. Nós vamos ter muito cuidado, não cair nesta armadilha de milagres, que é uma coisa que diabo geralmente gosta de convencer as pessoas que são importantes. Por exemplo, o diabo tentou convencer a Deus Jesus Cristo e diz assim, podem ler isso em Mateus 4, diz assim, se Tu és o Filho de Deus, manda que estas pedras se tornem pão. Isto é, se Tu és o Filho de Deus, faz um milagre. Ou disse, se Tu és um Filho de Deus, atira-te desta torre para baixo, faz um milagre para não te magoares. Jesus Cristo não foi nesta conversa de Satanás, a dizer milagres são assim importantes, porque Deus tem o poder, mas não precisa usar esse poder para fazer estes milagres de exibição. Deus usa o poder para fazer coisas que precisam de poder. Dinâmicas, coisas dinâmicas como um poder dinâmico, e por isto as operações de poder, é um dos dons do Espírito Santo. A outra profecia, isto é o ato de preferir, o ato de falar como um professor, de preferir, a profecia é de dizer, é de dar uma palestra inspirada, ou um don de preferir. Para o outro, o discernimento dos Espíritos, sim, porque há um Espírito Deus, há o Espírito de Satanás e ao Espírito do Homem, e precisamos de discernir estes Espíritos. E para o outro, variedade de línguas. Sim, as pessoas falam uma língua portuguesa, espanhol, italiano, inglês, seja um, variedade de línguas, e certas pessoas têm um don de falar em várias línguas, e conseguem usar esse don para o benefício do corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. O outro é a capacidade para interpretar estas línguas, e por isso há pessoas que são tradutores, traduzem as línguas, para o benefício do corpo de Deus, de Cristo, perdão, o corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. E por isso, estamos a ver aqui, queridos irmãos, que estes dons são dons, ou talentos, ou aptitudes, que são funcionais para fazer um serviço de amor e carinho para o benefício do corpo de Cristo. Versículo 11. Mas um só e o mesmo Espírito realiza todas estas coisas, distribuindo-as como lhe apraixe. Porque Jesus Cristo orou e disse, eu vou orar ao Pai para mandar o Espírito, e Jesus Cristo ora e pede para mandar este don, esta habilidade, esta capacidade, ou este talento, esta pessoa, ou ela ou outra pessoa, distribuindo-as como lhe apraixe, a cada um, individualmente. O Espírito vem de Deus Pai, mas Jesus Cristo que nos manda e que ora para nós, para nós, a recebermos com este don, ou aquele don, conforme haja uma necessidade para fazermos a obra de Deus.

Vejam comigo, se faz favor, em Efezios capítulo 4, Efezios capítulo 4, versículo 7, que diz assim, que a graça foi concedida a cada um de nós, segundo a proporção do don de Cristo. A graça, esta graça, que é dada a nós, que esta capacidade de dar, desejo de dar, esta expressão de amor, é dada a nós, segundo a proporção do don de Cristo. O don de Cristo, que é o don que ele disse que nos ia mandar, que ele foi para o Pai para nos dar o don do Espírito Santo, perdão, é o don que ele foi e ele que ora para que nós recebemos, por isso o don de Cristo, são os dons do Espírito Santo, sendo enviados a nós pelo Pai, por causa do pedido ou da oração de Cristo. Vejam comigo, se faça favor, é primeiro Pedro, primeiro Pedro, versículo 4, primeiro Pedro, capítulo 4.

Versículo 10 e 11. Servi uns aos outros. Precisamos de servir, usar estes dons para servir. Um aos outros, cada um conforme o don que recebeu. Conforme o don do Espírito Santo que recebemos, conforme este talento, esta habilidade, esta capacidade, esta aptidão, que Deus nos dá através do Espírito Santo, vamos servir uns aos outros. É para servir. Não é para a nossa glória, mas é para a glória de Deus, para servir como bons dispenseiros da uniforme graça de Deus. Se alguém fala, fala de acordo com os oráculos de Deus, exatamente a verdade. Não se desvi da verdade. Se alguém serve, faça-o na força, nesta energia, na força, no poder que Deus nos dá, para que em todas as coisas seja Deus glorificado.

Não é para a nossa glória, mas é para a glória de Deus, através de Jesus Cristo, a quem pertence a glória e o domínio pelos séculos, dos séculos amantes, assim. Então, continuando, em primeiro Coríndios capítulo 12, onde estávamos, vamos ler, então, no versículo 18. Mas Deus dispõe os membros, colocando cada um deles no corpo, como lhe aprova. E por isso Deus põe os membros, tu e eu, membros da igreja, no corpo, que é a igreja de Deus, aonde Ele quer que nós estéssemos. E por isso, Ele nos dá certas aptidões, talentos, capacidades para fazer a obra do corpo, a função do corpo.

E por isso são dons funcionais para fazermos a obra. VIRSÍCILO 21. Não podem só dizer à mão, não precisamos tina, ainda, a cabeça aos pés, não preciso de voz. Não é uma questão de importância. Não é que este don é mais importante que aquele. Não tem nada a ver com importância, mas é para trabalharmos juntos como um corpo, efetivamente. Vejam a versículo 25. Para que não haja divisão no corpo, pelo contrário, cooperem os membros com igual cuidado em favor uns dos outros.

Para funcionarmos juntos como um corpo. E por isso o exemplo, a analogia do corpo físico, para explicar o corpo espiritual de Cristo, é uma boa, é uma excelente analogia.

E então, continuando então aqui, versículo 27, ora voz, sois, corpo de Cristo e, individualmente, membros deste corpo. E por isso, envi-lhe-va ao alimento, Deus nos deu certas funções a fazer no corpo. A um se estabeleceu Deus na igreja, primeiramente apóstolos, em segundo lugar, profetas, entre os lugares de lugar, amastos. Isto não é importância, isto é para fazer funções diferentes. Primeira função que ele quer que seja feita, é a função de pregar e, por isso, ser um enviado e, por exemplo, preferir e, por isso, ensinar as pessoas. São funções diferentes. Não é que um seja mais importante que a outra. E outros operadores de poder e outros de curar e outros secorros e governos e variedades de línguas.

São todos apóstolos? Não.

São todos profetas? Não. São todos mestros? Não. São todos operadores de poder? Não. São todos donos de curar? Falam todos em outros línguas? São todos tradutores? Não. Entretanto, procurai, conselo os melhores donos.

Não há nada errado em buscar os donos. Pedir a Deus ajuda para fazer os donos. Mas lembrem-se que os donos é para servir para a glória de Deus. E, por isso, está-se numa posição em que estás a servir. E, nesse sítio, precisas de certas aptitudes ou talentos, pede a Deus pelo Espírito de Santo Deus, que te dê estes talentos para fazer-os a obra nesta posição, onde estás a servir, para poder servir melhor.

E eu passo a mostrar-vos ainda um caminho sobremodo, ainda mais excelente. Ainda está a falar de donos. E, por isso, eu falo as línguas dos homens e dos anjos, se não tiver amor, que é um don, querido, amor, será como o bronze que soa ou como símbolo que retina. Ainda que eu tenho o don de profetizar e conheça todos os mistérios e toda a ciência, ainda que eu tenha também a fé, a ponta de transportar montes, se não tiver amor, que é o don, não sou nada. E ainda que eu distribuo tudo que os meus pães entre os pobres e ainda que entregue o meu próprio corpo para ser queimado, se não tiver amor, nada disso me aproveitará.

Cris irmãos, nós todos temos dons. Dons do Espírito Santo, se temos o Espírito Santo, temos certos dons. Uns têm certos dons, outros têm outros dons, têm mais destes dons, outros têm menos. Em as vezes temos mais este don em certas situações. Mas todos temos estas aptidões, estas capacidades que o Espírito de Deus nos dá para fazermos a obra de Deus. E Deus nos dá ao Espírito Santo para nos ajudar a crescer na graça. Isto é na expressão de amor, este desejo de dar livremente para crescermos na graça e no conhecimento da verdade, que é a doutrina verdadeira, a verdadeira doutrina sem deceção. Para que todos nós venham-os a trocecer até ao caráter completo de Jesus Cristo. Para que nós possamos ser filhas e filhos de Deus para a glória final. Para a glória final de Deus. Nós, finalmente, depois disto tudo, conforme crescemos, através do Espírito, com a ajuda do Espírito, a servir. Então, crescemos na graça e no conhecimento, até sermos fieis, até ao fim, até ao fim da nossa corrida individual. Isto é, até ao fim da nossa vida. E, então, ao fim disso, depois, estamos prontos para receber o Dom final, que é o Dom da glória de Deus. A vida eterna para a glória de Deus. Todos os domes de Deus são para servir. Não são uma nuvem espiritual, uma atitude itéria, não, mas são para servir. E, por isso, os domes de Deus são maravilhosos. Deus nos deu de graça. A vida de Jesus Cristo. Que, a parte de um processo, a caminho da vida eterna, Deus nos dá de graça, a Sua chamada. Deus nos dá de graça, o entendimento da verdade de Deus. Não é de sessão, é uma mente aberta à doutrina verdadeira. Deus nos dá de graça, o arrependimento e o perdão. Deus nos dá de graça, o Espírito Santo e, com o Espírito Santo, uma série de domes para o benefício de todos, para funcionarmos como um corpo, para servir o corpo. E depois nos dará a vida eterna. Isto tudo é um processo para termos um entendimento maior do que precisamos de vir a ser e a ter no relacionamento com Deus Pai. E por isso, queridos irmãos, precisamos de querer nele. Mas este ato de querer nele tem um grande processo de responder, de fazer, de responder e servir ao corpo e de sermos um exemplo de maneira que possamos, ao fim de tudo, ter o caráter de Jesus Cristo para que, depois disso, na vida eterna, possamos servir a humanidade no reinando, reinando no reino de Deus como reis e sacerdotes de Jesus Cristo no mundo da manhã e para a vida eterna e tudo, ao fim de contas, para a glória de Deus.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).