Por quê você nasceu? 1a Parte

Para sermos co-herdeiros de Deus

A filiação e o Corpo de Cristo Por que você vive? Há razão porque nascemos? Este sermão abre as escrituras que claramenete demonstram que nascemos para sermos filhos e filhas de Deus. Ele como nosso 'Mestre' e 'Educador' nos está a educar e a desenvolver como filhas e filhos dEle. Ele é um Pai que nos ama, e como um Pai só quer o bem para nós. Este sermão explica por quê somos seres de livre arbítrio, e com possibilidade de fazer erros. A Salvação é parte deste grande amor que Ele tem por nós. Este sermão explica como Deus está a dar-nos esta grande oportunidade de sermos seus filhos. E demonstra como somos mesmo filhos de Deus!

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Camos, falando-vos de Cincinnati.

Imaginem que é um jovem e que há um treinador profissional de futebol que está a olhar e a mirar as suas qualidades profissionais de jogar futebol, e que está a demonstrar um certo interesse em si. Está claro se isso acontecesse a você, se é uma pessoa que tivesse um grande interesse em futebol, seria uma coisa muito excitante.

Mas há algo mais do que um treinador profissional de futebol que está a olhar, a mirar, a tomar nota dos seus movimentos, do que você faz, e é-se que está a tomar atenção do que você faz, é Deus. Deus tem um olho em ti, e Ele criou-te para uma razão muito, muito especial. Por isso eu hoje quero falar acerca deste propósito, desta razão, e quero demonstrar, pela Bíblia, que somos mesmo, realmente mesmo, filhos e filhas de Deus espiritualmente, se temos o Espírito Santo de Deus. E, assim sendo, veremos também uma dessas implicações, dessa razão, por que nascemos.

Vejamos, então, por que é que nascemos? E vamos começar, em Hebreus, no segundo capítulo. Vamos começar a partir do versículo 6. Perdão.

Agora, desde que lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio. Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele, a ele, a ele, a ele, a ele, a ele. E, lhe sujeitou todas as coisas, nada deixou fora do seu domínio.

Agora, porém, ainda não vemos todas as coisas a ele, sujeitas. Porém, isto é, como vemos, não vemos todas as coisas sujeitas ao homem. Sim, isto tem um significado duplo. Está claro a falar também de Jesus Cristo, mas está a falar de todas as pessoas, das todas as seres humanos do homem, dos jovens e das mulheres que têm um potencial aqui enorme, como vemos.

E, por isso, por um pouco tempo, como vemos aqui, fomos feitos menores que os anjos. Somos um pouco menor que uns anjos. De glória e de honra, coroaste, sim, coroou. Estamos aqui a ver que está claro. Deus já coruou Jesus Cristo, de honra e de glória. Mas, ainda não vemos, ainda tudo, todos ainda, coruados nisto. Nós seremos quando formos ressuscitados na ressoleção que ainda vindo-a. Como vemos, só o homem é que foi feito na própria imagem de Deus. Vejam comigo, se faça a favor, em Genesis 1, no primeiro capítulo de Genesis.

E vemos, então, aqui, quando Deus fez primeiro, primeiro criou o Adão e a Eva. Vemos, então, aqui, em Genesis 1, versículo 26. Diz assim, também disse Deus, façamos o homem à nossa imagem.

Isto é Deus a falar, a dizer, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. Estão falando, está claro, de Deus Pai e do verbo, que, nessa altura, era e estava com Deus, como lemos no primeiro capítulo, no versículo 1 de João. E, então, disse o verbo, que era o verbo, que falava, que também disse, façamos o homem à nossa imagem. Está claro, era o verbo que falava, não está aqui a falar necessariamente do Deus Pai, mas está a dizer que façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança, conforme as nossas características de seres espirituais, da família de Deus.

E, assim, Deus fez, primeiro, o Adão e a Eva. E, então, elas, de uma maneira de falar, são, ou o Adão e a Eva, porque foram criados por Deus, foram, digamos assim, filhos de Deus. Nós, de uma maneira de falar, também somos filhos de Deus. Mas isto é porque fomos criados por Deus.

Mas espiritualmente é mais do que isso, como vamos ver daqui a pouco. E, assim, o Adão e a Eva tiveram filhos, e, então, desses filhos, ou outros filhos, e netos, e bisnetos, e tris netos, e isso tudo, e até que chegou a um ponto em que chegou aos nossos bisavosos, os vós e os pais, e, então, os nossos pais nos geraram, e, então, nós somos filhos do nosso Pai e da nossa Mãe, física, fisicamente.

Assim, na reprodução física, dando um exemplo muito, ou descrevendo isto de uma maneira muito simplística, digamos assim, na reprodução física, temos, então, o ovo que a Mãe tem, e, então, a semente que vem do Pai, e, então, quando a semente se junta ao ovo, então, um bebê é gerado dentro, dentro do ventre da Mãe. Este bebê que é gerado, vai crescer por nove meses, de uma maneira geralmente, que se tudo for normal, então, e, ao fim de nove meses, um bebê nasce como um homem ou uma mulher, como um bebê, um ser humano. E, então, isto, como veem, todos nós sabemos, é uma coisa que todos conhecemos bem, que é a reprodução física, a reprodução do homem e da mulher, de filhos, e, por isso, nós somos filhos dos nossos pais, do Pai e da Mãe, porque fomos gerados por ele, somos filhos do nosso Pai físico, porque ele nos deu, digamos assim, a semente que se juntou ao ovo, e que, então, através disso, o âmbrio foi gerado e, desse âmbrio, então, desenvolveu-se e cresceu o bebê dentro do vento da Mãe, como disse.

Além disso, deste ponto, há um outro ponto importante durante o processo da reprodução física. O outro ponto importante, que muitas pessoas não pensam, é que há algo muito importante na mente humana, que faz com que a mente humana seja mais do que simplesmente um cérebro, como, por exemplo, um cérebro de um animal. O cérebro humano tem uma certas capacidades intelectuais humanas, que são muito superiores a qualquer animal. Por isso, sabemos que não somos como um animal, mas sim temos umas capacidades intelectuais humanas, que são muito diferentes das capacidades intelectuais do animal. Por exemplo, podemos apreciar música, podemos fazer cálculos de matemática, podemos fazer e criar coisas, podemos admirar certas artes e podemos aprender uma certa coisa, que só os seres humanos têm essa capacidade.

E está claro, o que nos diferencia no nosso cérebro, o que nos diferencia dos animais, é a capacidade no cérebro de termos estas capacidades intelectuais. E o que temos no cérebro para nos diferenciar dos animais, é o que a Bíblia chama o espírito do homem. Temos no nosso cérebro, digamos assim, uma capacidade espiritual, que é o espírito do homem. Vejam comigo se faz favor em Jó capítulo 32. Jó capítulo 32.

E vamos ler então no versículo 8, que diz assim, Na verdade, há um espírito no homem.

E o só produto todo poderoso o faz sábio. Isto é, recebemos este espírito do homem que vem de Deus. Deus nos dá este espírito do homem. E, alguros durante o período que fomos gerados, possivelmente após sermos sermos sermos gerados, possivelmente eu acho, eu acredito que, que é quando ainda estamos dentro do ventre da mãe, mas não posso provar isso bíblicamente, é simplesmente uma suposição minha, e de muitas pessoas na Igreja de Deus, mas é uma suposição que recebemos este espírito do homem, quando ainda estamos no ventre da mãe. Por isso há as criaturas que dizem, por exemplo, o bebê no ventre da mãe reconheceu a voz de uma pessoa e saltou no ventre da mãe. E há certas coisas que dá a entender, a provar que, de facto, isso é capaz de ser verdade. No entanto, o ponto importante aqui não é, que eu estou a falar hoje, não é que, quando recebemos o espírito do homem, porque exatamente quando é, a Bíblia não nos diz, e por isso estou simplesmente a dar uma suposição aqui. Mas o importante é que temos o espírito do homem. Na verdade há um espírito no homem. Vejam comigo, se faça a vôo em Salmos 31, Salmos 31, e ver versículo 5, Salmos 31, versículo 5.

Aqui é um Salmo de David, Salmo 31, e o David diz assim, nas tuas mãos, entrego o meu espírito.

Está aqui David a dizer, eu entrego o meu espírito a Deus, nas tuas mãos. Está aqui o cuidado de ti, Deus, entrego o meu espírito.

E por isso aqui vemos novamente que o homem tem um espírito.

Porque aqui está o David a dizer, o meu espírito, isto era o espírito de David. É um elemento, digamos assim, espiritual, que trabalha no nosso cérebro, que é uma coisa física, e faz com que o nosso cérebro tenha estas capacidades humanas, que são muito mais do que capacidades de animais. É o que diferencia o homem, o ser humano, de um animal, a esta capacidade espiritual. Vejam comigo em Iclesiastes, perdão, Iclesiastes capítulo 12, o décimo segundo capítulo de Iclesiastes, versículo 7. Iclesiastes 12, versículo 7. E o pó volta à terra como o era. E o espírito volta a Deus que o deu.

Como vemos, o corpo físico, o nosso corpo físico, que foi feito do pó, inicialmente, quando Deus fez o adão, e daí em diante nós somos gerados como filhos e filhas e netos, e bisnetes, trigenetos da dão e Eva. Todos nós somos, ao fim de contas, da família humana, da família da dão e Eva, seja que cor nós sejamos, sejamos branco, amarelos, pretos, cor rosa, ou seja o que for, somos todos da mesma família. Mas, como vemos aqui, e o pó volta à terra? Isto é quando nós falecemos, quando nós morremos, o pó isto é as entidades, as partes físicas do nosso corpo, seja a pele, seja os ossos, seja o sangue, seja o cérebro, seja os olhos, seja a cabeça. Os pés, tudo isto volta à terra, porque são coisas físicas. Mas dentro da nossa cabeça, a trabalhar com o nosso cérebro, temos o espírito do homem, o espírito que nos foi dado a nós, o nosso espírito individual. Por exemplo, o meu nome é Jorge, por isso eu, Jorge, tenho o espírito dos Jorge. Você pode ser Manoel, ou Alberto, ou Fátima, ou Helena, ou seja qual seja o teu nome, o vosso nome. Você tem um espírito seu próprio, que Deus te deu, como diz aqui, te deu, algores durante o período que eu suponho que foi após ter sido gerado pelo seu pai físico, mas algores durante esse período recebemos este espírito de Deus, que veio de Deus, perdão, não é o espírito de Deus, é o espírito do homem, mas recebemos este espírito do homem que Deus nos deu. Quando o Deus nos deu, esse espírito era um espírito, digamos assim, um espírito em branco, era, por exemplo, assim, sem nada gravado nele, como se fosse, digamos assim, em tipo de comparação, como se fosse um CD, um DVD, que estava branco, sem nada gravado nele. Vezio, digamos assim, mas com as capacidades espirituais, que então esse espírito, que estava, digamos assim, em branco, que era neutro, não era bom, não era mal, não tinha sido mal educado, não tinha sido bem educado, era simplesmente limpo, um espírito em branco novo, que, então, conforme crescemos, conforme somos educados, conforme aprendemos coisas, vamos, então, educando e programando este espírito, estas características, estas personalidades, estas atributos que nós temos, que aprendemos na nossa vida. E, por isso, o espírito do Jorge, no Jorge, tem as características gravado nele do Jorge. O espírito da Fátima, na Fátima, tem as características da Fátima gravada nele, nesse espírito. Por exemplo, o espírito da Maria, tem as características da Maria, gravada no espírito da Maria. E, como se lê aqui, em Ecclesiastes, quando falecemos, o pó volta à Terra, isto é o corpo, o cérebro, isto tudo se decompõe, e volta à Terra, como era, e o espírito volta a Deus, que o deu. Quando falecemos, o espírito volta a Deus, que o deu. É importante compreender que o espírito do homem, no homem, não é uma alma. Vou repetir isto outra vez para ser muito bem claro. O espírito do homem, no homem, ou na mulher, não é uma alma. Por isso, o espírito da Fátima não é uma alma. O espírito da Maria não é uma alma. O espírito do Jorge não é a alma do Jorge. Porque, ao fim de contas, o termo, a palavra alma, significa um ser vivente. Quando morremos, já não somos um ser vivente. Sim, a alma morre.

Por de outra maneira, nós somos um ser vivente. Por isso, quando estamos a viver, somos um ser vivente. Por isso, nós somos uma alma.

Não é que tenhamos uma alma. Nós somos uma alma enquanto vivemos. Quando morremos, deixamos, deixamos de ser um ser vivente. Isto é, deixamos de ser uma alma.

Não é que temos uma alma. Não, não temos uma alma. Nós somos uma alma. Vejam comigo, se faz favor, em Ezekiel. Ezekiel. Capítulo 18.

Ezekiel, Capítulo 18. Versículo 4.

Acho que todas as almas são minhas. Como a alma do pai, também a alma do filho é a minha.

A alma que pacar, essa morrerá.

O que está a dizer é que todos os seres viventes são dele. Tal como o ser vivente do nosso pai, o que é a vida, o ser a viver, que é do nosso pai físico, também dos nossos filhos, os seres viventes, que são os nossos filhos, são de Deus. E todos os seres viventes, todas as almas que pecarem, morrerão.

Vejam no versículo 20 do mesmo capítulo, Ezekiel 18.20. A alma que pecar, essa morrerá.

O filho não levará a iniquidade do pai, nem o pai a iniquidade do filho, a justiça do justo ficará sobre ele, e a preversidade do preverso que irá sobre este. Vê-se que a alma que pecar morre. Vejam comigo também em Mateus, Mateus capítulo 10. Mateus capítulo 10, que são as próprias palavras de Jesus Cristo. Mateus capítulo 10, versículo 28. Não te mais os que matam o corpo e não podem matar a alma. Podem matar um corpo físico, mas não podem matar a nossa vida eterna, ao fim de contas que nós possamos vida ter, porque Deus nos podermos ressuscitar, e então podemos ter uma vida eterna. Mas também, antes, aquele que pode fazer parecer no inferno, isto é, na morte permanente, uma morte para sempre, faz parecer tanto a alma como o corpo. Isto é, faz parecer a capacidade completa de vida. A alma é a capacidade completa de vida, que nós temos. E esta capacidade completa de vida que temos, que é o corpo com o espírito do homem, então ficamos um ser vivente. Este ser vivente, então, é a alma. A combinação do espírito com o corpo, o espírito do homem, com o corpo do homem, então é um ser vivente, e este ser vivente é o que se chama a alma.

Por isso, voltando ao ponto do espírito homem. O que estou a falar aqui é acerca do espírito homem. O espírito homem faz com que o nosso cérebro seja muito mais capaz do que o cérebro de animais. Dá a capacidade intelectual, humana, ao homem, e está claro, à mulher. Está a humanidade, aos seres humanos, aos seres da espécie de homens. Como disse, inicialmente está vazio, não é pré-programado, porque no caso dos animais, os animais têm uma coisa que é pré-programada nelas.

Díamos assim, uma capacidade pré-programada nelas. Porque, certos animais, quando nascem, é como se já soubessem fazer o que os pais sabem fazer, talvez alguns precisem de um bocadinho de educação, mas é simplesmente o treino, ou um coisa, por exemplo, as águias, os filhos das águias, dão a demora um bocadinho a voar, mas há um pouco tempo aprendem a voar. Então pré-programados a ser outra águia. Nunca pensem que uma águia se vai tornar a ser, por exemplo, como um coelho. Não, por casar, águias são pré-programadas a se comportarem como águias.

E assim, os cães são pré-programados a ser cães. E um cãzinho, uma cadelinha pequenina, mesmo que seja separado dos pais, e seja, por exemplo, um dar de mamar por exemplo, uma gata, ou coisa assim, quando crescer, esse cãzinho, essa cadelinha, será um cão, nunca será um gato, uma gatinha. São pré-programados a se comportarem, a se viverem e a serem como esses animais são dessa espécie. Nós somos de uma espécie diferente, da espécie da humanidade, dos homens, e por isso as capacidades que temos são nos dada através do espírito do homem, no homem, e somos educados quando crescemos, mas temos estas capacidades humanas pelo espírito do homem.

Vejam comigo se faz favor em primeiro coríntios, primeiro coríntios, capítulo 2, 1 Coríntios, capítulo 2, versículo 11. Porque qual dos homens sabes coisas do homem, se não o seu próprio espírito, que nele está? Qual dos homens sabes coisas do homem, se não o seu próprio espírito, que nele está? Compreendo que está a dizer, por exemplo, o Jorge sabe as coisas dos homens, porque tem o espírito do homem no Jorge, sim, é o espírito Jorge, mas é o espírito que Deus nos deu com capacidades de homem, de ver, de pensar que são capacidades de homem.

A Maria tem, compreendo as coisas humanas, porque é porque o seu próprio espírito as ensina a ela, dá-la a essas características, essa espécie humana de ser humano. Mas está claro, o espírito do homem e está claro, da mulher, quando digo do homem, estou a implicar a dizer, está claro, ambos homens e mulheres, o espírito do homem é para ser treinado, é para ser educado, é para ser desenvolvido.

Conforme crescemos, somos desenvolvidos, somos educados, vamos para a escola, aprendemos. E então conforme vamos aprendendo, vamos aí descendendo educados, aprendemos várias coisas. Mas uma das coisas muito importantes que precisamos de aprender, é aprender a desenvolver o caráter de Deus. No entanto, para desenvolvermos este caráter, o caráter de Deus, o espírito do homem precisa de um outro elemento, porque o espírito do homem de por si próprio é incompleto.

O espírito do homem é como se fosse, dando em comparação ao exemplo de reprodução física, o espírito do homem é como se fosse o ovo na mulher. O espírito do homem é incompleto, como o ovo na mulher é incompleto. Precisa da semente para dar nascimento a este embryo que se tornará numa criança e então numa pessoa.

Igualmente, o espírito do homem é incompleto, é como se fosse o ovo, o ovo espiritual. E esse ovo precisa de uma semente espiritual. E isto então é parte do plano de Deus, de fazer filhos e filhas espirituais de Deus. Isto é parte do plano de Deus, porque quando recebemos o Espírito Santo de Deus após termos sido patizados, após de nos arrependermos, recebemos o Espírito Santo de Deus, o Espírito Santo é como se fosse esta semente espiritual que vem diretamente do Deus Pai.

E então nós ficamos, ou somos gerados filhos e filhas espirituais de Deus. Mas para sermos filhos e filhas espirituais de Deus, precisamos de não ter pecado. Precisamos de estar limpos sem pecado. E por isso é que o pecado é tão grave, porque se temos pecado somos condenados à morte. E está claro, todos nós pecamos e pecamos. E por isso estamos condenados à morte, porque o salário do pecado é a morte. Vejam comigo se faz chavôr em Romanos capítulo 6, 6 capítulo de Romanos versículo 23.

Porque o salário do pecado é a morte, mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna em Jesus Cristo, Nossa Senhora. O salário do pecado, o pagamento que recebemos, isto é o salário, pelo que fazemos que, de uma maneira ou de outra, pecamos mais cedo ou mais tarde, o salário, o pagamento, o resultado do que fazemos é a morte. Ora, se vamos morrer, como limos, como lemos um pouco antes, a alma que pecar morrerá, e assim se morremos, como é que podemos vir, então, a ser filhos e filhas de Deus? Porque estamos mortos, então, o propósito, a razão, porque fomos criados, é completamente anulada. É o fim da estrada, digamos assim.

Mas Deus sabia que nos tinha criado com livre herbítrio. Isto é, como capacidade de escolher o bem e o mal. Sim, como lê, em Génacias, Deus criou e deu a oddão em Eva a possibilidade de escolher entre duas árvores. Uma era a árvore da vida. Isto é, de aceitar a maneira de viver de Deus. A maneira que os princípios, ou digamos assim, os valores de Deus. Porque Deus nos diz o que é bom e o que é mal. E quando aceitamos os valores de Deus, do que é bom e do que é mal, então estamos a aceitar, estamos a tomar, estamos a comer da árvore de vida. Mas, por outro lado, também nos deu, digamos assim, a árvore da morte. Isto é, a árvore de decidirmos, por nós próprios, o que é bom e o que é mal. E, por isso, como lê, por exemplo, é um doutronomo, doutronómio capítulo 30 versículo 19. Não vou voltar aí agora, podem ler isso durante o vosso próprio estudo. Mas, como lêem aí em doutronómio 30 versículo 19, Deus disse, escolhem para o vosso bem a vida ou a morte. Escolhem a árvore da vida ou a árvore da morte. Escolhem de decidir se querem aceitar os princípios de Deus, as leis de Deus, ou se querem decidir por vós próprios o que é bom e o que é mal.

Por isso, como estou a voltar a explicar, Deus criou o homem fisicamente, no homem físico, pois o espírito homem, o espírito homem, que é, digamos assim, gravado, o que aprendemos durante a nossa vida. E conforme vivemos, aprendemos certos princípios bons e maus. E isto tudo é gravado, digamos assim, no nosso espírito. Por isso, essas nossas características, a nossa personalidade, os nossos gostos, os nossos desejos, as nossas vontades, a nossa maneira de ser, a nossa voz, a nossa maneira de parecer, a nossa maneira de falar, a nosso amor, o nosso querinho, as nossas características todas, estão, digamos assim, gravadas, são recordadas neste espírito. É como se fosse, como disse antes, a anologia, é como se fosse um DVD, uma gravação espiritual, onde é gravada ou gravado todas as nossas experiências na nossa vida. É gravado o nosso caráter, a nossa personalidade, e quando morremos, Deus guarda esse espírito, digamos assim, esse DVD, em analogia, essa gravação, esse espírito do homem. Lembrem-se que não tem vida, não é uma alma, é simplesmente uma gravação de todas as nossas atributos. A toda é uma capacidade de nos pôr de volta a viver outra vez, quando ele põe esse espírito dentro de um corpo novo, então seremos uma pessoa, um ser, vivente, de novo, novamente. Pensem assim, por exemplo, se posarem uma gravação, um DVD dentro de uma máquina de DVD, então podem ver um filme, ou podem ouvir um vóleses, ou uma gravação, ou coisa assim. Quando tiram o DVD dessa máquina de gravação, então esse DVD não está a tocar, não é nada, é simplesmente uma gravação. Quando põem esse DVD em outra máquina, no outro corpo, digamos assim, então podem ouvir de novo essa mesma gravação. Por isso, espiritualmente, o espírito do homem é, em analogia, em comparação de uma maneira prática para nós podermos entender, é uma gravação do que nós somos, por isso o espírito Jorge é uma gravação dos Jorge. O espírito da Maria é a gravação da Maria, digamos assim. De todos os tributas, de todas as características, de todo o caráter, de toda a personalidade dessa pessoa.

E, como disse, no entanto, esse espírito está em completo, precisa da semente sagrada de Deus, que é a semente incorruptível, que é o Espírito Santo, como disse há pouco. Agora quero provar o que disse, e olhando para, se faz favor, em primeiro Pedro, primeiro Pedro, primeiro livro de Pedro, e vamos, então, a ler no capítulo 1. Primeiro Pedro, capítulo 1. Vamos começar a ler do versículo 17 até o versículo 21. Ora, se invocais como pai, aquele que, sem aceita, a sessão de pessoas, julga segundo as obras de cada um, portava-os com temor, durante o tempo da nossa, da vossa pregrinação. Isto é, portem-se com o medo de Deus, com o respeito a Deus, durante o tempo da nossa pregrinação. Isto é, durante a nossa vida, nesta pregrinação, que é aonde vivemos hoje em dia. Sabendo que não foi mediante coisas corruptivas, como prata ou ouro, que fostes resgatados, do vosso fútil procedimento que vossos pais vos ligaram. Isto é, porque recebemos, digamos assim, tradicionalmente, através das nossas famílias, fomos os resgatados desta vida fútil, sim, porque é uma vida com pecado, que é fútil, e que é incompleta. Fomos os resgatados como, pelo precioso sangue, isto é, o sangue de Cristo, pelo preço da vida de Cristo, como de corodeiro, sem defeito e sem mácula, o sangue de Cristo, conhecido com efeito antes da Fundação do Mundo. Isto é, Deus sabia, antes da Fundação do Mundo, que tinha que pagar pelo preço do precioso sangue de Cristo, e ele tinha que dar a sua vida para pagar, para nos resgatar deste pecado que temos. E, por isso, todos nós crucificamos o Cristo quando pecamos. Precisamos, então, nos arrepender, de viver dessa maneira, parar de viver dessa maneira, e ter fé e com arrependimento, e fé, então, somos batizados. Quando somos batizados, então recebemos o Espírito Santo de Deus. O Espírito Santo de Deus, então, é a semente espiritual para este ovo espiritual que, em uma lojia que eu estou a dar, é o Espírito-Homem no Homem. Vigíamos isto, então, continuando a ler, então, no versículo 23. Pois foste regenerados, não de semente corruptível, mas de incorruptível. Sim, fomos regenerados, sim, fomos regenerados. Fomos gerados pela primeira vez, pela semente do nosso Pai Físico, quando o semente do nosso Pai Físico entrou no ovo que a nossa Mãe Física tinha, então fomos gerados pela primeira vez, como um âmbrio físico, que veio a ser um bebé que cresceu, um âmbrio que cresceu no vento da Mãe, até nascer, ao fim de um certo tempo, digamos assim, nove meses, se tudo for normal, até nascermos como filhos e filhas físicos dos nossos Pais físicos. Mas nós fomos regenerados, fomos gerados uma segunda vez, não com semente corruptível do nosso Pai Físico, mas de semente incorruptível, isto é, de semente que é o Espírito Santo de Deus, através da imposição das mãos após o Batismo, esta semente entrou, ou entra, na nossa cabeça, e entra com o nosso Espírito do homem, e então esta semente espiritual, entra neste ovo espiritual, digamos assim, que é o Espírito do homem no homem. E assim somos regenerados, somos gerados uma segunda vez, mediante a palavra de Deus a qual vive e é permanente. Por isso somos regenerados de semente incorruptível. Voltando ao exemplo que temos, o ovo e da semente somos filhos. Somos filhos de Deus. Vejam comigo, se faz chavôr, em Romanos capítulo 8. Romanos capítulo 8.

Estou a ir vagarinho nestes princípios, para que entendam bem, e por isso levo um bocadinho mais tempo, em vez de estar a dar isto de uma maneira muito rápida. Romanos 8, versículo 16 e 17. O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito.

Na minha tradição, na minha Bíblia, o próprio Espírito, que é o Espírito de Deus, o Espírito Santo de Deus, o próprio Espírito Santo de Deus, testifica com o nosso Espírito. Isto é o Espírito do homem no homem, que somos filhos de Deus. Porque o Espírito, que é este acimento incorruptível, se juntou com o nosso Espírito, que é, digamos assim, o ovo espiritual, e então os dois se juntam, e então tornámos-nos, digamos assim, um ombro novo, um ombro espiritual, que agora está a crescer no ventre da mãe, que é a Igreja de Deus, que é a mãe. Até um dia, nascermos de novo como seres espirituais, que esse nascimento será, quando a vinda de Cristo, durante a ressurreição. Por isso, o próprio Espírito Santo de Deus, testifica com o nosso Espírito, o Espírito homem no homem, que somos filhos de Deus. Agora, compreendem isto bem, queridos irmãos. Continuando agora no veículo 16, no perdão, no veículo 17. Ora, se somos filhos, somos também herdeiros, herdeiros de Deus, e co-herdeiros com Cristo. É preciso que compreendamos isto muito bem.

Vou repetir. Nós fomos gerados da primeira vez, por um Pai físico. E agora fomos gerados uma segunda vez, pelo Pai Espiritual. Por isso, tal como, o nosso Pai físico, é o nosso Pai, porque a semente dele nos gerou, igualmente, o nosso Pai Espiritual, é o nosso Pai, porque a semente incorruptível dele, que é o Espírito Santo de Deus, nos gerou, uma segunda vez, nos regenerou, gerou. Está claro. Jesus Cristo, como sabem, não foi gerado por um Pai físico. Sim, Jesus Cristo foi gerado por um Pai, pelo Pai Espiritual. Por isso, Jesus Cristo foi o único que foi gerado pelo Espírito Santo de Deus, que entrou no ventre da Maria, sem um Pai humano, entrou milagrosamente, e então fez com que o equivalente a uma semente física tivesse gerado no ovo do ventre físico da Maria o homem Jesus Cristo. O homem Jesus Cristo, ao mesmo tempo, também recebeu o Espírito do homem, no homem, que é o Espírito de Jesus Cristo, que, como sabemos, foi o verbo, o verbo que veio à carne e que veio para dentro, para juntar com este cérebro, com este embryo físico, que era Jesus Cristo, mas o Espírito do homem, no homem Jesus Cristo, era o verbo que se esvaziou das suas características que tinha para vir para Jesus Cristo. Vejam comigo, se faça a favor, em João, João capítulo 1. João capítulo 1.

Primeiro capítulo, João capítulo 1.

No princípio era o verbo, e o verbo estava com Deus, e o verbo era Deus, ele, isto é o verbo, estava no princípio com Deus, e como lemos o verbo, era desta espécie, desta família, desta característica de Deus, e diz assim no versículo 14, e o verbo se fez carne, e habitou entre nós, isto é o verbo, se fez carne como Jesus Cristo.

Foi gerado pelo Pai, e, como lemos em Mateus, o Anjo veio e disse à Maria, aqui está o Espírito de Deus, enterou em Ti, e gerou um bebê, e este bebê vai ser chamado, vai ser conhecido como Immanuel, Immanuel que quer dizer Deus connosco. E por isso vemos assim, que o Deus Pai gerou, no ventre da Maria Jesus Cristo, milagrosamente, pelo Espírito Santo de Deus, que é o poder de Deus, e o verbo se fez carne como, que é o verbo, se fez como o Espírito do homem no homem, em Jesus Cristo, e então se fez carne. E assim vemos, e habitou entre nós, cheia de graça e de verdade, e vimos a sua glória como do unigénito do Pai. Sim, porque Jesus Cristo é o Filho Unigénico, o único que foi gerado desta maneira. No versículo 18, ninguém jamais viu a Deus, o Deus, o unigénito, ou o Filho Unigénito, que está no saído do Pai, é quem o revelou. Jesus Cristo, que é o Deus Unigénito, o Filho Unigénito, que veio desta, que era seres, desta espécie da Deus, digamos assim, veio e foi gerado dentro do vento da Maria, e então este, este ser foi o único gerado unigénito, desta maneira.

Nós, por outro lado, não fomos gerados fisicamente, quando nascemos pela primeira vez, quando nascemos inicialmente, não fomos gerados pelo Deus Pai, nós fomos gerados pelo nosso Pai físico.

Mas, somos gerados, uma segunda vez, espiritualmente, pelo Deus Pai, quando recebemos o Espírito Santo de Deus, que se junta ao Espírito do homem no homem, e, por isso, como lemos há pouco, isso, então, é uma testemunha, que somos filhos e filhas de Deus.

Vamos continuar a ler, então, em Romanos 8, onde estávamos há pouco. Vamos ler novamente, em Romanos 8.

Romanos 8. Versículos 16, o próprio Espírito, testifica com o nosso Espírito, que somos filhos de Deus. Mas, agora, leem um bocadinho antes. Leem, então, no versículo 15. No versículo 15, que diz assim, porque não recebestes o Espírito de escravidão.

Para viver-vos novamente, outra vez, atemorizados, mas recebestes o Espírito de filiação.

Como devia ser traduzido? Porque a palavra grega aqui, é riotesia, que é dizer que é filhos, e postos no local de filhos. Está claro, os tradutores não conseguiam compreender isto. E, então, traduziram para adução. Mas não é o Espírito de adução, é o Espírito de filiação, baseados no qual clamamos Abba Pai. O próprio Espírito testifica com o nosso Espírito, que somos filhos de Deus. E não somos adotados, mas somos filhos mesmo. Somos filhos direitos de Deus. E por isso é que passei assim um bocado de tempo, neste princípio, a tentar explicar isto muito claramente, que somos filhos direitos. Somos mesmo filhos de Deus.

Não somos filhos adotados de Deus.

Isto é um princípio muito importante. E por isso é um princípio que quero que fiquem muito bem entendidos com vosso, porque, uma vez que compreendamos e que possamos provar isto bíblicamente, então vamos compreender melhor a razão por que que fomos criados, e podemos então provar que, de facto, fomos criados filhos de Deus espiritualmente, mesmo filhos de Deus. E assim se somos mesmo filhos de Deus, não somos adotados, somos filhos de Deus. Porque o Espírito Santo de Deus se entrou no nosso Espírito, no Espírito do homem e no homem, e então gerou, regenerou um ser novo, que é um filho, uma filha espiritual de Deus. Por exemplo, na adopção humana, quando uma pessoa adota um filho ou uma filha, por exemplo, de outra família. E, queris irmãos, é importante que compreenda que eu não estou a dizer nada mal, de quando uma pessoa adota, vai adotar um filho ou uma filha. Eu acho que é uma grande característica de amor e carinho, principalmente quando uma pessoa não pode ter filhos, e então adotar um outro e dar a possibilidade de outros terem pais adotados, é uma grande tributo de amor e carinho. Por isso não estou a dizer nada mal de quando uma pessoa adota outras crianças ou bebés. Não há nada errado, não há nada mal disso. Mas estou simplesmente a explicar o ponto aqui, que na adopção humana, quando adotamos uma bé ou uma bebê, os bebés que estamos a adotar são seres humanos. Tal como os pais que estão a adotar os bebés também são seres humanos. Somos da mesma espécie. Porque, ao fim de contas, estamos a... os pais... os adotados são humanos, e os filhos adotados também são seres humanos. Isso tem um significado muito importante, que precisamos entender. Porque tem um impacto direto com o nosso destino. Deixe-me explicar isto. Se Deus só nos adotasse, se Deus não nos gerasse de Sua imagem, seríamos um tipo de seres completamente diferentes Dele.

Vou repetir isto. Se Deus nos adotasse, Deus é um ser, digamos assim, do tipo de ser, que é um tipo, digamos assim, por falta de palavras melhores, digamos assim, um tipo de ser Deus. Está claro, é o Deus Pai e a Jesus Cristo, que é o nosso Senhor. Só temos um Deus, que é o Deus Pai, mas Jesus Cristo, filho de Deus e Deus Pai são do tipo de Deus, da espécie de Deus, da característica espirituais de Deus. Se Deus nos adotasse, nós seríamos seres completamente diferentes Dele.

Por nós somos seres humanos. É como se nós, por exemplo, tivéssemos a adotar um ser diferente de nós. Nós somos seres humanos. Em vez de adotarmos, por exemplo, uma criança que também é humana, tivéssemos, por exemplo, a adotar o animalzinho, digamos assim, por exemplo, um animalzinho de estimação, por exemplo, um cachorrinho, um papagaio, um periquito, ou coisa assim.

Seriam, por exemplo, adotados, esses animazinhos, mas não seriam da mesma espécie de nós. Por isso, se Deus só nos adotasse, seríamos de uma espécie diferente, que é a espécie, digamos assim, as características espirituais de Deus. Mas como Deus nos gera, tal como o nosso Pai Físico nos gera, o nosso Pai Físico nos gerou através da semente física que entrou no ovo físico, o nosso Pai Espiritual, através da semente incorruptível espiritual, que entra, digamos assim, em comparação, no Espírito-O Homem, que é, digamos assim, equivalente, em comparação, em anologia, ao ovo. Por isso, quando Ele nos gera, na Sua imagem, está a nos agerar, a vir a ser seres de uma qualidade espiritual igual a DELA. Uma qualidade de seres espirituais, digamos assim, de seres espirituais da família de Deus. Não é que somos o Deus, mas somos dessa família espiritual. Por exemplo, nós somos seres humanos. Não, simplesmente por seres humanos, há pessoas humanas de várias características, seres humanos que são serventes, há seres humanos que são patroias, e há o ser humano, por exemplo, que é o presidente da Nação. E simplesmente por ele ser um ser humano, não sou o presidente. Mas somos todos humanos. E, igualmente, por termos as características de seres como Deus tem, características espirituais, não é que sejamos o Deus, mas somos dessa espécie de Deus. Não sei se compreendem, não estou a dizer que somos Deus. Somos da espécie de Deus. Vamos vir a ser seres da espécie de Deus, filhos e filhas de Deus, como Ele é.

Não vamos ser eternamente diferentes de Deus, não. Vamos ser da mesma espécie de Deus. Sim, seremos inferiores a Ele.

Mas seremos da mesma espécie.

As criaturas são claras, que Deus nos gera espiritualmente na Sua imagem. Ele nos gerou inicialmente, nos criou inicialmente, fisicamente, na Sua imagem, em similhança a Deus. Mas nos vai gerar, através do Espírito Santo de Deus, se temos o Espírito Santo na nossa mente, já somos gerados. E então vamos nascer um dia, quando nascermos a segunda vez, com corpo novo, quando nascermos uma segunda vez, na nossa reação, então seremos filhos e filhas de Deus, tal como Ele é.

Tal como somos filhos de um homem físico, e por isso somos seres humanos, tal como temos características físicas, como o filho de um homem, e por isso, porque somos filhos de um homem, somos herdeiros de características de homens, de filhos e filhas de homem, e por isso temos para nós uma palavra para isso, somos seres humanos.

Igualmente, porque fomos gerados pela semente incorruptível, que é o Espírito Santo de Deus, quando nascermos pela segunda vez, na nossa ressurreição com corpo espiritual, seremos herdeiros de Deus, e com herdeiros com Cristo, como lemos no versículo 17, do Romanos 8.

Seremos herdeiros das características de Deus, herdeiros de Deus, filhos e filhas de Deus.

Falcomo há uma palavra para seres que são filhos do homem humanos, seria bom se houvesse uma palavra que eu pudesse usar para sermos seres como filhos de Deus. Falcomo há uma palavra como filhos do homem, dizemos somos humanos, como filhos de Deus seremos, não há palavra para isso, porque ainda não somos, mas um dia acho que Deus nos dará essa palavra, seremos da espécie de Deus. E por isso talvez a melhor maneira de pôr isto será como Pedro o Poche, que ele disse que vamos ser co-participantes da natureza divina. Vejam comigo se faz favor em 2 Pedro, 2 Pedro, Capítulo 1, o 2 livro de Pedro, Capítulo 1, e vamos começar a ler, vamos ler no versículo 4, 2 Pedro, Capítulo 1, versículo 4.

pelos quais nos têm sido aduadas as suas preciosas e muito grandes promessas, para que por elas vos torneis co-participantes da natureza divina, liberando-vos da corrupção das paixões que há no mundo. E Pedro aqui está a falar do que ele nos vai fazer, o que precisamos de fazer, e do que precisamos de praticar e de pôr em prática, mas está aqui um pouco importante, para que vos tornarmos co-participantes da natureza divina. Vamos ser, finalmente, quando formos ressuscitados, quando nascermos de novo. Sim, ainda não nascemos de novo, mas quando nascermos de novo, pela segunda vez, quando formos ressuscitados, quando Deus tirar o Espírito do homem no homem que está aguardado, após a nossa morte. E, então, quando nos dá um corpo novo e põe o Espírito do homem no homem, dentro desse corpo novo, e, então, ficamos um ser vivente, isto é, uma alma, então vamos ser de novo o Jorge, o Maria, o Orafá, e, mal seja o que for, vamos ter estas características e este caráter que estava agravado, vai ser posto neste corpo novo, mas, então, teremos um corpo novo, um corpo com co-participante da natureza divina, e, então, seremos filhos e filhas de Deus.

Não quero que fiquem espantados, é a pura verdade, como lemos na Bíblia. A verdade, porque que nos semos? Agora, isto tem grandes implicações. E, então, no próximo sermão, quero dar uma revisãozinha do que disse hoje, e, então, levar isto ao segundo ponto, que é a implicação deste tudo. Quero rever o que disse, dar, talvez, mais algumas escrituras, para provar estes pontos, e, então, ver o significado deste tudo, na implicação, na maneira de vivermos, na implicação do que vamos ter que ser. Até a próxima, queridos irmãos! Aqui, em Joscámos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).