Resolvendo os nossos problemas financeiros

Como é que Deus vai resolver a crise económica? Este sermão descreve algumas reformas económicas que Deus usará no maravilhoso mundo de amanhã para nos dar uma estabilidade económica que será sustentável.

Transcrição

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Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da SinSaneti.

Vários países à volta do mundo hoje em dia estão a ter certas dificuldades econômicas.

Por exemplo, a Grécia, correntemente, está a ter grandes dificuldades econômicas, mas não é só a Grécia que eles estão preocupados, que a situação afeta ou venha a afetar outros países, como por exemplo a Itália, a Espanha, possivelmente até Portugal.

E hoje em dia, vim nas notícias hoje que veem possíveis problemas até na Índia e outros países que se tejam a desenvolver. Está claro, as nações todas têm dificuldades econômicas, até os Estados Unidos, como sabem, têm dificuldades econômicas.

E, por isso, vê-se que o mundo inteiro está, digamos assim, em antecedência ou andando por certas antagonias ou certas dores, que procedem uma severa, uma muito severa crise econômica que pode vir a acontecer ao mundo e que provavelmente vai acontecer.

Vários líderes financeiros mundiais se encontram frequentemente, principalmente na Europa, e propuseram várias recomendações aos países europeus. Mas, como é sempre ou tem sido, são simplesmente recomendações. E está claro, essas recomendações não têm força e as nações provavelmente vão quebrar essas recomendações. E, infelizmente, vai haver uma grande crise financeira mundial da qual não vai haver solução dos homens. Essas crises vão causar, por exemplo, haver talvez uma dificuldade social tão grande à volta do mundo que vai causar problemas enormes mundiais. Essas dificuldades sociais causarão, possivelmente, que certas nações que são democráticas venham a saturar a ser ditaduras, umas ditaduras muito fortes que vão trazer grandes mudanças ao mundo.

Comprameças que vão resolver os problemas e que, temporariamente, possam resolver alguns problemas, mas, como sempre, todas as soluções trazem outros problemas com si próprios e, está claro, vão trazer outros problemas ainda maiores. Queridos irmãos, já estamos numa situação em que o dia se aproxima, em que não vai haver solução e estudo. Não vai haver solução e estudo. O problema está cada vez a ficar maior, está a ficar tão grande que vai haver uma crise mundial tão grande que vamos chegar a um ponto em que o mundo todo se aproximará a uma grande graça.

Uma grande graça tal que não vai haver solução que o homem possa dar a esta sociedade.

E, por isso, sabemos que vamos chegar a um ponto que, se não fosse pela intervenção de Jesus Cristo para vir para a Terra, para nos salvar destes problemas económicos.

Mas não só económicos, este mundo tem problemas de tempos, de situações de tremores de terra, problemas sociais, problemas em todas as áreas que se não fosse pela intervenção de Deus, pelas mãos de Jesus Cristo. Para resolver estes problemas, todos nós acabaríamos por morrer. Seria ou teríamos o fim do mundo. Mas graças a Deus, Deus vai nos salvar através da interseção de Jesus Cristo. Então, tenho uma pergunta.

Já consideraste como Deus vai resolver estes problemas mundiais, principalmente no âmbito económico? Já consideraste? Então, queris e irmãos, dando este pano a de fundo dos problemas económicos mundiais. É, próprio, é devido, concentrarmos um pouco e pensarmos um pouco acerca dos conceitos básicos de reforma económica que Deus treará para o mundo e que causarão uma estabilidade econômica mundial quando Deus estiver a governar na terra. Isto é, quando houver o reino de Deus na terra. Sim, porque nós oramos. Quando dizemos, por exemplo, o Pai Nosso venha o seu reino, venha o teu reino para a terra.

Ora este reino há de vir. O reino de Deus na terra é a nossa única esperança. É a nossa única esperança que temos. Mas, por isso, vamos considerar, então, algumas soluções que Deus vai trazer. A primeira problema que temos no mundo mundial à nossa volta hoje é causada pela ganância e pela engano das pessoas. As pessoas têm um certo cubiça e uma certa maneira de enganar e mentir outras pessoas, e mentir outros que causam problemas enormes.

E, por isso, a primeira prioridade de Deus para resolver os problemas mundiares tem que ser resolver o problema da natureza humana. Os dias santos de Deus demonstram a nós como é que Deus vai resolver o problema da natureza humana. Isto é da mente carnal, da mente que é uma mentalidade, digamos assim, da carne. E, vejamos, então, primeiro, começando com os dias santos do início do ano, a páscoa, os paisagmos e o dia de pentecostes.

A páscoa o representa o dia em que Jesus Cristo, o nosso Senhor, nos libertará da prisão, digamos assim, do pecado. Depois, os dias de pentecasmos representam tirar o pecado da nossa vida. E o dia de pentecostes representa a nossa necessidade que temos de termos o Espírito Santo de Deus para nos ajudar a modificar a natureza humana para que venham-nos a ter a natureza divina.

Depois, o segundo grupo, digamos assim, de dias santos de Deus, que ao fim do ano, que as trombetas, a expiação, a festa de Tabronáculos e oitavo dia, representam trombetas como em paralelo como a páscoa que representa Jesus Cristo, o nosso Salvador, para nos salvar da prisão do pecado. Trombetas, Jesus Cristo, o nosso rei, para salvar a humanidade da prisão deste mundo. Depois, o dia de expiação é de retirar a causa do pecado, que é Satanás, tal como os dias asmos representavam por o pecado de fora, o expiação é tirar a causa do pecado, que é Satanás, aquele que instiga o pecado. E depois temos a festa de Tabronáculos e oitavo dia, que é a necessidade de termos Jesus Cristo e os seus santos para estabelecerem o reino de Deus na terra, em vez do reino do homem.

Tal como, em comparação com o dia de pentecostes, que é a necessidade do Espírito Santo para mudar a natureza humana, a festa de Tabronáculos e oitavo dia é a necessidade de Jesus Cristo e os seus santos para mudarem o governo mundial. Por isso vemos que um de umas pontas importantes, primeiro é a vinda de Jesus Cristo para salvar a humanidade, depois é remover Satanás, que é a causa dos problemas mundiais, depois ele está muito envolvido no que nós chamamos a natureza humana ou a mente da carne, a mentalidade da carne, e depois temos o estabelecimento do reino de Deus na terra, sendo Jesus Cristo o rei dos reis e o Senhor dos Senhores, com os santos sendo os reis e os Senhores de Baste do Cristo implementando o reino de Deus na terra.

Então vamos começar a ler aqui em Romanos capítulo 8, versículo 7, Romanos capítulo 8, versículo 7, Romanos 8, versículo 7, que se vê aqui a causa dos nossos problemas. Diz assim, por isso o pendor da carne, a inclinação da carne, a mentalidade da carne, dá para a morte, mas o do espírito, o pendor do espírito, a mentalidade do espírito para a vida e para a paz. Como a nova versão internacional descreve, diz-se, a mentalidade da carne é inimiga de Deus, porque não se submete à lei de Deus, nem pode fazê-lo.

Queris irmãos, a natureza humana, a mentalidade humana de sua maneira normal, não se submete às leis de Deus, é inimimizada contra Deus e não está sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar. Por isso, o homem, o ser humano, tu e eu, digamos assim, por natureza da maneira que estamos neste mundo e com a nossa mentalidade da carne, que é normal, de uma maneira normal, digamos assim, somos concentrados em nós próprios.

A nossa mentalidade é focada em nós mesmos, em os nossos próprios interesses. E por isso, estamos sempre à procura de como satisfazer as nossas próprias vontades e os nossos próprios interesses. E além disso, Satanás, é a causa, é o instigador, desta hostilidade, esta inimimizada contra Deus e contra as suas leis. E uma vez que Satanás seja removido, seja tirado, como é o significado de despiação, então uma humanidade que é arrependida começa a crescer na natureza de Deus, numa natureza divina.

E então as pessoas vão começar a ser receptivas às leis de Deus e vão se meter às leis de Deus. E então vão ter uma experiência dos benefícios positivos dessa audiência à leis de Deus. E por isso, essa mudança da natureza humana vai ter efeitos económicos. Por que ao fim de contas, queridos irmãos, hoje estamos a falar acerca das da economia e como é que o reino de Deus vai mudar a situação económica do mundo. E, como disse, a primeira prioridade é mudar a natureza humana para uma natureza divina.

Mas quando há essa mudança, como é que isso afeta a economia? Ora vejam comigo, por exemplo, em Mateus capítulo 6, versículo 24. Mateus 6, versículo 24. Mateus 6, versículo 24 diz assim. Ninguém pode servir a dois senhores. Por qual há de aborcer-se de um e amar ao outro ou se devutará a um e desprezará o outro? Não podais servir a Deus e às riquezas. Isto é um ponto básico e muito importante na mentalidade de uma pessoa que está a servir a Deus, completamente, porque não pode servir a Deus e às riquezas ao mesmo tempo.

Por isso, todas as pessoas vão ter uma motivação, um desejo, uma vontade de agradar e servir a Deus em vez de estar a acumular a riqueza. Vão praticar, digamos assim, a regra doura. Em vez de querer seus desejos para si próprios, vão buscar, satisfazer e alegrar, fazer as coisas para outras pessoas. Por isso, esta mudança de mentalidade é crítica para afetar a economia mundial. Vejam outro exemplo aqui, desta mudança de prioridades que é descrita em Filipe, 4. Filipe, 4. Filipe, 4. Filipe, 4.

Reciclos 11 a 12. Diga-se, diga-se isto, não por causa da pobreza, porque aprendi a viver contente em toda e qualquer situação. Está a dizer, Paulo, não estou a dizer isto por causa da pobreza, mas é porque aprendi a viver contente. Cris irmãos, temos que aprender a viver contentes com o que temos, tanto se estarem humilhados, como se estarem honrados.

De tudo e em todas as circunstâncias, já temos experiência tanto de fartura, como de fome, assim da abundância, como de escassez. Cris irmãos, isto é uma completamente diferente grupo de prioridades na vida, porque uma pessoa, como Pális aqui, aprendeu a estar contente em que situação estivesse.

Hoje em dia, a maioria das pessoas veem o emprego, o trabalho e dinheiro como maneiras de satisfazer os seus desejos e as suas necessidades. Ora, o que estamos aqui a ver é que não podemos estar focados em nós mesmos, primeiro e ao mesmo tempo, termos a lei de amor para outros, que é a lei de Deus, é a lei de amor. Por isso, para termos a lei de amor, temos a ter amor para Deus e amor para os outros.

E não é ser só focado em nós próprios. A mudança de atitude, uma mudança de maneira de ver as coisas. Vejam também em 1 Timothy, 1 Timothy capítulo 6, 1 Timothy capítulo 6, versículo 6 a 11.

Diz assim, De facto, grande fonte de lucro é a piadade com o contentamento. Estamos satisfeitos, contentos com o que temos. Por isso, ter piadade, seguir a Deus, servir a Deus, mas ao mesmo tempo, estarmos contentes. Porque nada temos trazido para o mundo nem coisa alguma podemos levar a Deus. Tendo sustento e com o justiço, estamos, estejamos contentes. Tendo coisa para comer e tendo algo para com que nos vestir, chega, precisamos estar contentes. Ora, os que querem de ficar ricos, os que querem o poder do dinheiro, o poder de serem pessoas importantes, serem este ganho, este cubiça, que pode ser de dinheiro, mas pode ser riqueza de outras coisas, de poder, de coisas assim.

Quem tem que ficar ricos, quem tem de ser um ensinado. E há muitas coisas com vicências insensatas e perniciosas, as quais afogam os homens na ruína e perdição. Porque o amor do dinheiro há avarice, digamos assim, porque há avarice. É a raiz de todos maus. É uma das raízes todos maus. Sim, não é a única raiz, é raiz, mas há outras raízes. Há outras cubiças. E alguns, nesta, nessa cubiça, sempre há outras cubiças, mas nesta cubiça se desviaram da fé e assim mesmo, se atormentaram com muitas dores.

Tu purei ao homem de Deus, foge destas coisas antes, segue a justiça, a piedade, a fé, o amor, a constância, a mansidão. Queridos irmãos, precisamos de seguir como homens de Deus estes valores mais importantes. E por isso, a mudança da natureza humana para uma natureza divina, a mentalidade da carne para a mentalidade do Espírito, esta mudança, vai ser crítica para a mudança económica mundial.

Imaginem, todas as pessoas no mundo tenem esta mentalidade. Vai ser um mundo diferente. Vai ser um mundo muito diferente. A cerca deste ponto, vejam, por exemplo, também, Ibreus capítulo 13. Ibreus capítulo 13, versículo 5, diz assim. 13, versículo 5, diz assim. Seja a vossa vida sem avareza. Contente-vos com as coisas que tentes. Estejam contentes com o que tem. Porque ele tem dito, de maneira alguma te deixarei, nunca jamais te abandonarei. Isto é uma questão de fé. Uma questão de fé. Porque estamos contentes com o que temos.

E se não estamos preocupados à cerca do dia da manhã, porque Deus nos nunca nos deixará, nunca nos abandonará, então podemos estar contentes. Podemos estar contentes. Queres e irmãos, é preciso ter um balanço aqui, um equilíbrio, porque também as criaturas dizem, olhem para a Fromiga, como ela prepara certas coisas para os dias de inverno. Sim, precisamos de estar preparados, fazer certas coisas, ter uma certas preparações, mas é uma de preparações para o dia de inverno. Não é para... quer dizer, para a estação de inverno. Não é para milhares e centenas de anos daí, de antes, digamos assim. É para um tempo suficiente. Não é uma vareza, não é um desejo de ficar rico, mas é uma certa precaução normal.

Por isso precisamos ter uma certa equilíbrio aqui, quer dizer, irmãos. Não estou a dizer que simplesmente daí tem tudo de fora e não tomem certas precauções normais. Mas estou a dizer aqui que precisamos de estar contentes com o que temos. Porque Deus nunca nos deixa, nunca nos abandonará.

Imaginem então, todo, toda a nação, por exemplo, todo o Portugal, todo o Brasil, todo o Moçabique, toda Angola, toda América, todo o mundo. Imaginem todo o mundo. É que as pessoas estão contentes. E veem que este contentamento, esta importância de contentamento como uma chave para a verdadeira riqueza. A riqueza que é verdadeira, não é só o dinheiro. Mas é outras coisas. A mansidão, o amor, o querinho, o respeito pelos outros, as leis do amor de Deus, que trazem um contentamento às pessoas. Imaginem também em Efésios 4, que é uma secção aqui que lemos frequentemente, Efésios 4, versículo 22 a 25. Diz assim, no sentido que quanto ao trato passado vos despojeis, isto é, deixem, deixem, deixem, deitem fora, despojeis, do velho homem, que se corrompe segundo as competências do engano, como o dinheiro, como ter uma grande riqueza. E vos renovaiz no Espírito o vosso entendimento. O que é isto? É uma mentalidade nova, uma mentalidade do Espírito. Vos revistais do novo homem criado, segundo Deus, em justiça e retidão, procedentes da verdade, procedentes da verdade. Por isso, deixando, a mesma palavra aqui, deixando, que é de despojar, no vosso ciclo 22, mesmo um palavra em grego, deixando ou despojando a mentira. Por isso, tal como temos que despojar do velho homem, que temos que tirar, temos que deixar o velho homem, precisamos deixar a mentira. Vem aqui como o dinheiro e a mentira são ligados às vezes, frequentemente. Deixando a mentira, falca de uma verdade com o seu próprio, com o seu próximo, porque somos membros uns dos outros. E por isso, quando emprestamos, quando pedimos dinheiro, há uma certa verdade que devemos ter nisto. Verdade nas transações, verdade nas transações. E por isso, uma mudança da mentalidade, de uma mentalidade da natureza humana para uma mentalidade divina, de acordo com as leis de Deus e os princípios de Deus, será um ponto básico e crítico para resolver os problemas económicos mundiais. Por isso, esse é o primeiro ponto, primeiro princípio, básico e essencial que Deus vai implementar no mundo para resolver os problemas económicos mundiais. Para se mentir, mas é um princípio que vai ter que ser aplicado. Em segundo lugar, vamos ver então como as leis de Deus vão ser aplicadas no mundo da manhã, no maravilhoso mundo da manhã, no reino de Deus que vai governar aqui na Terra. Vijamos como estas leis vão afetar em várias outros princípios. Por isso, um dos outros muito importantes que vai ser fronteiras nacionais e ter direito a ter a sua própria Terra. Fronteiras nacionais e propriedade Terra. Queridos irmãos, quantas guerras é que existe ou tem existido entre nações por causa de disputas ou zangas, digamos assim, entre nações a dizerem que este bocado terreno, ou aquele bocado terreno, pertence a mim ou pertence a ti. Vejam então aqui em Atos 17, Atos 17 por ciclo 26. Eu estou a ler esta secção, particularmente esta secção do Novo Testamento, porque vem do Antigo Testamento, mas vou ler no Novo Testamento porque as vezes as pessoas dizem, ah, isso é lei do Antigo Testamento, não é aplicável. Por isso, vou ler aqui do Novo Testamento para verem como é aplicável.

E, Atos 17, versículo 26, diz assim, de um só, sim, de um só sangue, de um só sangue, como podem ler, na versão almeida corrigida e fiel, de um só sangue, certas versões bíblicas engoliram a palavra sangue. Mas aqui, de um só sangue fez toda a raça humana. Para habitar sobre toda a faça terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação.

Deus fez todas as pessoas, com mesmo tipo de sangue, são todas pessoas de... diferenças de pessoas não... de raça ou étnicas não têm a ver com sangue, porque toda pessoa pode ser desta cor ou daquela cor e podem ter o mesmo sangue. Por isso fez todos do mesmo sangue, sim, há certas variedades pequeninas de sangue, como sabemos, mas fez todas as pessoas do mesmo sangue.

Para habitar sobre toda a faça terra, havendo fixado os tempos previamente estabelecidos e os limites da sua habitação, Deus decidiu quem é que vive em que área. Deus decidiu as fronteiras internacionais. E por isso, quando Deus vier reinar à terra, quando tivermos o reino de Deus na terra, em que Deus está a reinar na terra, então não haverá guerras territoriais.

Porque Deus é 100% completamente justo e ama toda a humanidade, de todas as raças, de todos os grupos étnicos, de todas as cores. Deus ama todos. E entende que tipo de condições geográficas são mais adequadas para uma vida saudável, feliz e cheia de todas as coisas boas, para todas as nações, para todas as raças e para todos os grupos étnicos. Por isso, Deus vai decidir este grupo étnico, esta raça ou esta nação, ou a vida aqui ou a vida lá, Ele sabe o que é melhor e Ele vai dizer, Eu te dou este terreno para viver neste terreno.

Eu te dou esta área, eu te estabeleço este limite da área para ti. E por isso, a outra nação vai ter outra limita área e não vai haver guerras territoriais, a Zéraia é meu terreno ou aquele terreno. Porque Deus disse, este é para ti, para tu trabalhar nele e aquele é para o outro. Vejam também em Micaias 4, principalmente a primeira parte do versículo 4 de Micaias. Micaias 4, versículo 4. Diz assim, mas assentar-se a cada um debaixo da sua videira e debaixo da sua videira. Isto, então, descreve claramente que as pessoas vão ter a sua própria terra ou propriedade, vão ter a sua própria área onde vivem e por isso vai haver não só, digamos assim, nações, é que vão ter a sua própria terreno, mas também famílias e pessoas individuais que vão ter direito ao seu próprio terreno.

E por isso cada um terá debaixo da sua videira, debaixo da sua figueira e não haverá quem os espantará ou quem os espante. Diz, ah, isto pretende a mim, só de aqui, ou esta terra é muito produtiva, eu quero para mim, por isso eu vou lutar contigo para que tu saias dali.

Não, não vai haver isso, não vai haver isso. A boca do Senhor dos exércitos disse, Deus disse, esta terra é para ti, aquela terra para aquilo. Pronto? Problema resolvido. Vejam também em Zacarias capítulo 3, em Zacarias capítulo 3, versículo 10.

Zacarias capítulo 3, versículo 10. Diz assim. Aquel dia, diz o Senhor dos exércitos, cada um de vós convidará ao seu próximo para debaixo da vida e para debaixo da figueira. Então as pessoas vão ter o seu próprio terreno, as nações vão ter as suas próprias áreas das nações, terrenos nacionais, vão ter terrenos de família e vão viver em paz, em harmonia e vão compartilhar e vão convidar. Convidar, olha, vem, vem, vem comer comigo e vai ver esta... as pessoas a viverem, conviverem uns com os outros e então vai ver esta paz mundial.

Por isso, este será, digamos assim, o segundo ponto importante para haver uma boa economia mundial, porque vai haver terreno, que vai potenciar várias pessoas, vai haver, por exemplo, quintas ou terrenos de... de... de produção, é que potência esta família ou potência aquela família e por isso não haver...

não haver disputas entre famílias, quer dizer que este terreno potência a mim, ou que ele potência a... vai haver paz, assim, vai haver paz e vai haver direitos a terem a sua própria propriedade. Ora, como é isto possível? Isto tentamos a falar assim, que, digamos assim, é uma promessa eleitoral, que...

que vai haver estrenos e então uma pessoa dizem, olha, vou estar este terreno, este terreno, então aqui é um deserto, não é? Não, não vai ser promessa eleitoral. Isto tudo vai ser possível, graças ao maior programa de reforma agrária na história mundial, que é um outro ponto importante que Deus vai fazer com que as pessoas sejam abençoadas na terra, portanto, ser as leis Deus.

E por isso haverá um programa enorme de reforma agrária mundial. Vejam, por exemplo, em Isaías 31, Isaías 31, perdão, Isaías 35, versículo 1, Isaías 35, versículo 1, diz assim, o deserto e a terra se alegrarão.

O ermo, este é o lugar sem habitantes, o lugar despuvoado, exulterá e florou-se será, como o nerciso, como a rosa. O deserto, os rugais sem pessoas, deshabitados, que as pessoas não conseguem, não podem não viver, porque são tão desertos e sem mais com poucas condições. Ninguém vive lá. Essas áreas vão florcer, vão estar alegres, vão estar ter grande produção de comida. Por isso, a produção de comida acerca do mundo vai aumentar em proporções enormes. Por exemplo, pensem, hoje em dia existem muitos desertos na terra.

Os desertos na terra, os desertos, a áreas desertas na terra, são de cerca de 30 e 4 milhões de quilômetros quadrados. Em comparação, a área terrestre, no Brasil, é de 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Os zertes mundiais são 34 milhões. O Brasil inteiro tem um grande número de quilômetros quadrados. São 34 milhões. O país inteiro de terra, onde está a terra? Não estou a falar das áreas além da terra que pertence ao Brasil, porque são áreas, incluindo o mar, a volta. Então, a falar-se-me de meta-área terrestre do Brasil. É 8,5 milhões, 8,5 milhões, 8,5 milhões de quilômetros quadrados. Enquanto que a área de desertos é 34 milhões, ora pense nisto, se os desertos vão celebrar e florcer com a rosa, quer dizer que o deserto inteiro, esses 34 milhões de quilômetros quadrados vão ter produzir comida.

Ora, que percentagem do Brasil é que é uma área arável. Eu fiz uma busca e vi que 7% do Brasil é arável. Isto é, 93% do Brasil não podem produzir comida. Não é arável. 93%. Quer dizer que é só uma percentagem pequenina do Brasil que é arável. Imagine quando todos desertos, 34 milhões de quilômetros quadrados, produzem comida. É quanto que no Brasil, 8,5 milhões, só meio milhão, ou aproximadamente meio milhão de quilômetros quadrados, é que produz comida.

Quer dizer, irmãos, o que é isto? É um aumento. Simplesmente comparando com o Brasil. É um aumento. Um aumento dezenas, de centenas, de milhares de vezes, de % em percentagem. Milhares de aumento de produção de comida na Terra. Vejam outro exemplo aqui também em Levíticos 26. Levíticos 26. Vejam aqui outro exemplo. Levíticos 26 é uma profecia das pensões e das maldições, que acontecerão aos países, neste exemplo aqui, a Israel, por obtecerem ou não obtecerem as leis de Deus.

Mas, no versículo 3 de Levíticos 26 diz assim, se andares nos meus estatutos, guardares os meus mandamentos e os cumprires, então eu darei, eu vos darei as vossas chuvas a seu tempo. Queres e irmãos, não é só ter chuva, mas é chuva a seu tempo, porque muita chuva também pode ser devastadora estragar as plantações. Por isso é chuva a seu tempo e diz assim, e a terra dará a sua messe. Isto é o seu incremento, a sua produção, a sua colheita e a árvore do campo, o seu fruto.

A debole, isto é o ato de separar o grão, a debole, se estenderá até a vinda e a colheita, e a vinda e a cementeira. Comoreis o vosso pão, afartar e habitarai-se seguros na vossa terra, porque ninguém vai tentar tirar a terra de ti, porque são todos abençoados na terra que Deus lhes deu. Establecerei paz na terra, deitar-vos-ei e não haverá quem vos espante. Farei cessar os animais nocivos, estes pestes e bestas e animais que dão pestes aí às pessoas, da terra e pela vossa terra não passará a espada.

Vai ver paz. Três irmãos, imaginem uma sociedade em que não há Satanás, não há esta cubiça, de uma maneira mundial, as pessoas estão contentes, como tem. Não vai haver reclamações de terras agrícolas, porque todas as pessoas têm a sua terra, as suas famílias têm a sua terra e não vão reclamar a esta terra pretensamente e vai haver tirar a terra e dar a terra a outros povos ou outros nações ou coisa assim. Não. Vai haver uma produção de comida em grande abundância e saudável. Não vai haver alimentos genéticamente modificados, ou OGMs, organismos genéticamente modificados, vai ser toda a comida orgânica, digamos assim.

As pessoas vão viver em paz, na terra que é produtiva, e assim vai ser um tempo de abundância, abundância mundial. Há paz, há bastante comida, as pessoas têm o seu terreno e não há a cubiça, não há Satanás a instigar pensamentos e rados também. Vamos ver como Deus vai mudar a economia mundial de uma maneira básica que vai afetar todas as pessoas de uma maneira diferente. Mas temos uma pergunta. Então, vai haver um crescimento económico.

E geralmente o que acontece é que, quando há um crescimento económico, este crescimento económico não é sustentável. E o que acontece este crescimento económico realmente aumenta, aumenta, aumenta e depois arrebenta como uma bolha. Uma bolha que arrebenta. E por isso vai haver um riajustamento, digamos assim, um riajustamento nacional e internacional no programa económico de Deus, para que se houver decisões incorretas por certas pessoas ou certos grupos de nações ou coisa assim, decisões financeiras incorretas, que este riajustamento põe tudo direitinho outra vez.

Não vai haver planos de salvamento de digamos assim 700 bilhões de dólares para um governo como fizeram na América, como sabem, então a pensar a fazer planos de salvamento financeiros, nações como a na Grécia e outros bancos e coisas assim. Não vai haver isso. Por que? Agora, também considero que são outro ponto aqui. O ponto é que o seguinte, o economista soviético Nicolai Condratif, que viveu entre 1892 e 1938, concluiu que as economias capitalistas exibem ondas longas ciclais de altos e baixos, variando entre 50 a 60 anos de duração.

As ou ciclos económicos crescimento e depois descida de nações baseadas no desenvolvimento económico. E assim simplesmente acontece que o plano económico de Deus tem um ciclo de 50 anos. Para estabelecer ou criar, digamos assim, uma estabilidade econômica ao fim desse período de 50 anos. Vejam comigo, então, em Levíticos 25, versículo 8 a 10, vejamos isso primeiro, 8 a 10, que diz assim, contará 7 sábados de anos.

Isto é, 7 sábados de anos, 7 vezes 7 anos, isto é 49, da maneira que os dias das 7 semanas de anos te serão 49 anos. Então, no mês sétimo, aos 10 do mês, isto é, no sétimo mês de 7 anos de sábados, isto é, no mês sétimo do ano 49, no mês sétimo, aos 10 do mês, farás passar a trombeta vibrante no dia de despiação, e farás passar a trombeta por toda a vossa terra, assim santificareis o ano quincogésimo. Por isso, ao fim de 49 anos, no ano 50, proclamareis a liberdade na terra a todos os seus moradores, ano de jubileovo será, e tornareis cada um à sua possessão e cada um à sua família.

Díamos assim, vai haver um reajusto automático, de uma maneira económica, de 50 a 50 anos, ponho tudo direitinho, de uma vez para sempre, vai haver, digamos assim, uma liberdade, uma liberdade mundial, 50 a 50 anos, causando ou evitando esta bolha económica, digamos assim. Vejam também, no versículo 13, neste ano de jubileo, tornareis cada um à sua possessão.

Por isso, haverá algumas pessoas que tiverem vendido uma certa propriedade, que eram o terreno deles, que eram o terreno da família deles, ao fim de 50 anos, voltam ao terreno deles. Vejam, por exemplo, aqui no versículo 23. Também a terra não se venderá, versículo 23, em perpetuidade, porque a terra é a minha, pois vos sois para mim estrangeiros e pregrinos.

Entendem o que está a dizer?

A terra pretence Deus, não pretence a homem. Sim, Deus deu a estes homens, esta terra, e deu a aqueles homens, aquela terra. Mas, digamos assim, é um arreinamento, digamos assim. As pessoas estão ali, porque é um dom de Deus para estarem lá, mas a terra pretence Deus. E por isso nós vivemos na terra como estrangeiros e pregrinos. E por isso quando vendem o terreno, porque se encontraram em dificuldades financeiras, vendem o terreno, vendem o terreno por um período até ao ano de jubileu. Vejam, por exemplo, no versículo 14 a 17. Diz assim, quando venderes alguma coisa, versículo 14, ao teu próximo, ou a comprares da mão do teu próximo.

Não apri mas teu irmão. Segundo o número dos anos, desde o jubileu, comprarás o teu próximo. Segundo o número dos anos, das mesas, ele venderá a ti. Sendo muitos dos anos, aumentarás o preço, e sendo poucos dos anos, abaixarás o preço, porque ele está vendo o número de mesas. Ele está vendo o número de colheitas. Por exemplo, temos aqui este terreno. Agora acabou o jubileu, por isso ainda estamos mais 49 anos ou 48, ou seja, quando decidimos vender, ainda faltam 46 anos para uma colheita.

Então, venham-nos, digamos assim, alugas aquele terreno por um período máximo de 50 anos, ou 49 anos, ou 40, ou 30, depende de quando é que vendes este terreno. E por isso, há este reajustamento automático da economia de 50 a 50 anos. Versículo 17. Não apreem mais ao vosso próximo cada um porém tema a seu Deus, porque eu sou o Senhor vosso Deus. E veis assim, então, que vai haver um rendamento, digamos assim, por 50 anos, que diminui, de ano a ano, até ao ano 50, e assim todas as condições financeiras de todas as pessoas vão ser reajustadas e os dívidas serão anuladas.

Por isso, alguma dívida ao fim do ano de jubileu é cancelada. Não existe mais. E assim, não haverá crise financeira. Não haverá esta crise financeira que temos agora, porque imagina, todas estas dívidas serão canceladas. Bom, tudo cancelado, tudo volta a zero. Pronto. Então começa tudo novo. O que tem é que as pessoas sabiam, à frente, que só estavam a vender por 50 anos, ou 49, ou 48, ou 47, ou seja, quantos anos faltam ainda. E por isso, está tudo muito direitinho. E assim, vai haver liberdade das gravidão financeira.

Vai haver uma liberdade das gravidão financeiras. Quadas pessoas hoje em dia que estão escravas, dívidas que têm, são escravas, têm de trabalhar dia e noite para pagar as dívidas. E então, a fim das 50 anos, vai haver um novo começo. E não vai haver estas bolhas económicas. E por isso, o crescimento económico é sustentável. E, vê-se assim, então, como Deus, vai estabelecer um sistema económico mundial que é sustentável e que vai trazer paz ao mundo todo.

Além disso, vai ver também a liberdade financeira pessoal da dívida de 7 em 7 anos. Vejam comigo também. É de outro nome, capítulo 15, versículo 1 a 2. Diz assim, ao fim de cada 7 anos, farás remissão. Este pois é o modo da remissão. Todo o Credor que é mostrado ao seu próximo, uma coisa remitirá o que havia emprestado.

E não exigirá do seu próximo ou do seu irmão, pois a remissão do Senhor é proclamada. De 7 em 7 anos, vai haver um cancelamento, digamos assim, de dívidas pessoais ou individuais. Aqui vemos, uma vez mais, um ciclo de 7. O ciclo de 7 é muito importante no plano de Deus. Ao sábado de semana, que é o sétimo dia da semana, há 7 dias festivais no ano, há o sábado da terra, do terreno, para descanso, e aqui vê-se o ciclo de 7, também no caso de emprestos, ano de remissão.

E até essas pessoas certos estudiores dizem que o corpo humano, as células do corpo humano, há fim de 7 anos, são todas repostas, quer dizer, todas as células de 7 em 7 anos são mudadas. É um ponto interessante aí, não sei se é verdade, mas é um ponto interessante. Por isso, de um ponto económico da sociedade mundial, vai haver uma liberdade de dívidas pessoais, para que é um sonho impossível para muitas pessoas, mas não vai ser um sonho impossível para o mundo governado por Deus, na terra.

Então vamos ver, as pessoas vão ter direita a terra, direitos de terreno, vão ter liberdade de dívidas e, além disso, vão ter, quando fazem empréstimos, um juro, um juro muito mais aceitado. Porque, imaginem, hoje em dia as pessoas podem ter juros enormes. Se vocês têm uma dívida de cartão de crédito, os juros podem ser 25% ou mais. Vocês vejam aqui, em Salmos 15, em Salmos 15, em Salmos 15, outro ponto que será aplicado ou usado no mundo da manhã, no governo de Deus, na terra, diz assim, versículo 1 e depois versículo 5, quem, Senhor, habitará no teu tabremáculo?

E este vai ser o rei de Deus? Quem há de morar no teu santo monte? E vejam o versículo 5. O que não emprasta o seu dinheiro com usura. As pessoas vão estar comprometidas a viver da maneira de Deus, a servir a outros como Deus quer e vão querer habitar no tabremáculo de Deus. A natureza humana vai ser mudada para a natureza divina. As pessoas não mandam tão a mudar estas atitudes durante o rei de Deus. Vão mudar as atitudes para esta atitude nova, a atitude divina. Então, a mentalidade divina, então, vão emprestar o seu dinheiro, mas não vão emprestar com juros, com usura.

E, por isso, imaginem que o mundo diferente será. Primeiro, não há a ver necessidade de companhias estarem a tirar outras companhias de grandes dívidas, porque vão ser controladas os períodos das dívidas. Os empréstimos pessoais vão ser sem juros. Não estou a falar aqui de negócios, que as pessoas podem, para fazer um negócio, como há várias parábolas de Jesus Cristo, que temos que crescer e fazer o dinheiro crescer e fazer multiplicar e fazer multiplicações, de coisas assim, e ser produtivo. Por isso, não estamos a falar de coisas de negócio, que eu estou a fazer um negócio aqui para crescer o negócio. Há várias parábolas acerca disso, parábolas dos talentos e coisas assim. Estão a falar de empréstimos pessoais, para as pessoas terem empréstimos pessoais e para estarem no tabranáculo de Deus. Vão ter que estarem prestar o dinheiro sem juros. E, por isso, mesmo que emprestassem sem juros, porque não estavam a obter as leis de Deus, que vai ser uma coisa muito limitada no mundo com o Governo de Deus, mas o que vai haver é que vai haver, ao fim de sete anos, um cancelamento de todas as dívidas. Por isso, se alguma pessoa pediu dinheiro em prestar, e mesmo tenha sido sem juros, ao fim de sete anos, a dívida é cancelada. Mas que pensão? Mas que pensão para as pessoas. E, finalmente, um outro ponto importante, que vai resolver muitos problemas mundiais, é o problema de impostos. Porque o problema de impostos é um que causa grandes problemas de várias pessoas, são sistemas muito complexos, e, ver-se aqui, que vai ser muito diferente os impostos no mundo da manhã. Vejam, por exemplo, em Deltoronómio 14, Deltoronómio capítulo 14, Deltoronómio capítulo 14, versículo 22, que diz assim, certamente dará-se os dízimos de todo o fruto das tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo. Quando diz de todo o fruto, não diz assim, ah, se o fruto for para tu comeres, não tens que estar, diz-me. Não, é de todo o fruto, de todo o incremento, de todo o aumento, de toda a novidade, como está na Almeida Revista Ecorrigida, e, como diz nas Bíbaras Inglês, de todo o incremento. Certamente dará-se os dízimos de todo o fruto dos tuas sementes, que ano após ano se recolher do campo. Assim, vemos que vai haver um dízimo. Ora, o dízimo é um cálculo muito simples, é 10%, é para todas as pessoas, para todos, pobres e ricos todos, pagam uma mesma quantidade. Ponto simples, ponto muito justo e muito prático de ser implementado. Várias pessoas têm falado disso, mas não implementam. E não tem sido implementado? Por quê? Porque é causa da ganância mundial. E vejam, então, em Levítico 27, Levíticos 27, versículo 30, diz assim, também todas as dízimas da terra, tanto os cereais do campo como dos frutos da árvore, são do Senhor, santas são ao Senhor. Pretencem a Deus, são dadas de Deus, o dízimo. E vejam também, no versículo 32, no do cantaz de dízimas do gato e do robanho e de tudo o que se passara debaixo do bordão do pastor, o dízimo será santo ao Senhor. O dízimo é santo a Deus. E, então, vai-se-se-a herdado ao governo de Deus para fazer a obra de Deus na terra durante o rei de Deus. Vai-se ser, digamos assim, o imposto de todas as noações, que vai-se ser um implemento de adição. E se as pessoas não pagarem esse dízimo, diz assim, o dízimo será santo ao Senhor. Pretence a Deus! Digamos assim, é o pagamento da Lugar, pelo terreno que Deus nos impostou em que nós vivemos. É o pagamento do aluguel, desse terreno. E o dízimo pertence a Deus. Se não estamos a dar o dízimo ao Senhor, porque o santo os perdiz assim, tanto seria a são do Senhor. Como lembramos aqui no versículo 30, os dízimos são do Senhor. Se não estamos a dar ao Senhor, estamos a roubar a Deus. Quer dizer, irmãos, se não estamos a pagar o dízimo, estamos a roubar a Deus.

Simples. Vejam, por exemplo, em Malaquias, Malaquias capítulo 3, Malaquias capítulo 3, versículo 8 a 12. Robará o homem a Deus? Todavia vosmos roubais e dizem-os em que te roubamos? Nos dízimos e nas ofertas. Estão a roubar a Deus? Porque não estão a dar os dízimos a Deus. Como maldição, sóis amaldiçoados, porque a mim me roubais, vos a nação toda. Trazei todos dízimos a casa do tesouro para que haja mantimento na minha casa. Provai-me nisto. Diz o Senhor dos excessos. Se eu não vos abrir as janelas do céu e não te ramar sobre o vos, benção sem medida. Vocês ponham Deus ao teste. Deus te promete como a benção irá-lo. Se eu pagar o dízimo. Sim? É simples? Provem. A Deus. Deus diz assim. Provem a mim. Se é ou não é assim. Queris irmãos, as pessoas vão estar felizes em pagar o dízimo, porque a natureza humana vai estar mudada. E vão apreciar as benções de estarem debaixo do Governo de Jesus Cristo como rei dos reis e Senhor dos Senhores. Por estarem debaixo do Governo de Deus. Queris irmãos, eu hoje cobrir simplesmente, digamos assim, um bocadinho, uma indicação das reformas econômicas mundiais que Deus vai trazer à Terra debaixo do Seu Governo. Hoje em dia as nações estão mesmo numa agonia mundial antes de uma crise econômica enorme. Estamos a viver no tempo do fim, sim, queris irmãos, estamos. Temos um livro, intitulado, estamos a viver no tempo do fim. Eu sugiro que leiam esse livro. Portanto, queris irmãos, vemos que esta crise financeira podia e provavelmente vai conduzir a vários problemas sociais que vão conduzir a caos, que vão conduzir a haver uma ditadura, que vão conduzir a trazer outros problemas enormes às sociedades. Não vamos viver em tempos fáceis e simples e agradados, porque se não fosse como lê-se em Mateus 24, 21 a 22, se não fosse porque Deus vai encurtar o tempo. Jesus Cristo vai vir antes disto a arrebentar, para saudar o mundo. Mas está claro, não sabemos quando Jesus Cristo vem. Sim, sabemos a estação, mas não sabemos o dia à hora. Sabemos que os dias estão perto, mas não sabemos exatamente o dia à hora. É como Jesus Cristo vai trazer paz à Terra. Ele vai trazer paz à Terra quando isto chegar a um ponto. Se ele não vier-se, o mundo seria destruído, seria o fim do mundo. Mas ele vai vir antes disso, por nossa causa, porque ele quer salvarnos a nós. Por isso que, irmãos, hoje vimos, para Deus estabelecer um governo mundial, em que vai haver uma estabilidade económica, ele vai fazer várias coisas. Em primeiro lugar, vai mudar a natureza humana. Essa vai ser mudada para uma natureza divina. Depois, vai haver territórios nascinais e internacionais, e vai haver propriedade própria das pessoas e de famílias. A produção de comida vai ser aumentada enormemente, porque vai haver chuva ao seu próprio tempo, apropos por desertos, vão se tornar em terras arábeis. Vai haver um reajustamento econômico mundial e internacional, de 50 a 50 anos por causa de jubileu. Vai haver uma liberdade financeira individual, de 7 em 7 anos, porque vai haver uma iluminação de dívidas de 7 em 7 anos, pessoais. Vai haver uns empréstimos pessoais de juros muito baixos, 0, 0, porque não vão dar juros para empréstimos pessoais. E vai haver um imposto mundial igual a todos, de 10% em todas as nações. Por isso, queridos irmãos, estes princípios, estes pontos vão ser a base de uma estabilidade econômica mundial que será sustentável, que será permanente. E por isso, queridos irmãos, precisamos dourar. Venham ao teu reino, Deus, porque Deus vai salvar o mundo e vai resolver os nossos problemas mundiais e econômicos. Graças a Deus, pela vinda de Jesus Cristo e o estabelecimento do reino de Deus, na terra que é a nossa única esperança. Até a próxima, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).