Romanos 7:1-25

Estudo Bíblico

Vocês morreram para a lei do pecado nos nossos membros, por meio do corpo de Cristo, para se casarem com outra lei, a lei de Deus que é santa, justa e boa ... Quem me livrará deste corpo? Graças a Deus por Jesus Cristo.

Transcrição

Bem, irmãos, hoje vamos continuar com o estudo acerca de um capítulo do livro dos Romanos, que é o capítulo 7. E, como eu mencionei previamente, Romanos é uma epístola extremamente importante, que muitas pessoas simplesmente não entendem o seu importante significado, pois tem um significado maravilhoso acerca do plano de salvação de Deus. Mas pessoas não entendem o Paulo está a dizer e, por isso, mudam as coisas, trocam as coisas, e infelizmente, é estes enganos de Satanás que existem no mundo. Ora, depois de Paulo, ao início do Romanos, explicar que todos nós, isto é, judeus e gentios, igualmente pecamos, Paulo diz em Romanos capítulo 6, versículo 23, Romanos 26, versículo 23, porque o salário do pecado é a morte. Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna por Cristo Jesus, nosso Senhor.

Basicamente, vemos aqui que todos nós merecemos a morte, todos nós merecemos a morte. Mas, tal como também lemos em 1º Corinthians, capítulo 15, versículo 22, diz assim, porque assim como todos morreram em Adão, também todos serão vivificados em Cristo.

E nós nos apegamos firmamente a esta maravilhosa esperança de termos uma vida nova, uma vida num corpo espiritual, uma vida eterna. E por isso, esta esperança é baseada no princípio de que Jesus Cristo pagou com a sua vida pelos nossos pecados, porque os nossos pecados nos trouxeram ou nos trazem a morte. E por isso, Jesus Cristo nos comprou de volta, o termo que é nos redimiu. E por isso, temos a oportunidade de vivermos novamente. Está claro, sob a condição de arrependimento e de mudança de uma vida, do velho homem para o novo homem. Mas já há uma maravilhosa esperança e uma maravilhosa benção, que às vezes é difícil de compreender, mas Paulo, aqui neste epístolo aos romanos, está a descrever alguns pontos muito importantes acerca do que Cristo fez por nós, através do que ele chama a justificação, que é a justificação gratuita.

Infelizmente, muitos no mundo hoje em dia dizem, olha, já estamos salvos. E apliquem a palavra salvo neste caso. Mas a palavra aqui é justificados gratuitamente. Vejam em romanos capítulo 3, versículo 23 e 24. 3, versículo 23 e 24. Porque todos pecaram e destruíram o gestão da glória de Deus, sendo justificados pela sua graça, pela redenção que há em Cristo Jesus. Aqui vemos isto é um dom perfeito, que Deus nos dá, por causa da bondade dele, da graça de Deus, através do que Jesus Cristo fez por nós.

Isto é o dom que nos é dado gratuitamente para sermos feitos justos, isto é, de sermos justificados gratuitamente. Deus nos deu a vida de Jesus para comprar de volta as nossas vidas da morte. Isto é, através da nossa ressurreição vindora.

E por isso, ele está agora no processo de nos tronar justos com Deus. Isto é um processo que se segue após o passo inicial de justificação, e que nós chamamos, então, a santificação, um processo de ficarmos mais e mais como Deus é. E assim, ele está redimindo, neste processo de redimir as nossas vidas, de comprar-las de volta. E isto está neste processo de santificação, perdoando nossos pecados, não só os passados, mas conforme nós tentamos obter ser a Deus, e de vez em quando falhamos, ele nos vai ajudando através do seu espírito e nos vai perdoando.

E, por isso, é muito importante duas coisas. Primeiro, é querer no que Deus diz, no que os Cristo diz. Aí dá outro ponto importante, é que muitas pessoas pensam, ah, é só querer, não precisamos de obter ser, mas precisamos reconhecer que temos que nos arrepender, e temos que nos comprometer a viver uma vida diferente. Recentemente tive contacto com as pessoas que estavam, digamos assim, a argumentar comigo, a dizer bem que simplesmente é só ser batizado. Uma vez que acreditas em Cristo é só ser batizado, não é necessário haver qualquer compromisso. E eu tive a explicar a importância de que o batismo é como a nova aliança, e é como um matrimônio. Quando fazemos um matrimônio, quando nos casamos, o homem como uma mulher, ou vice-versa, uma mulher com o homem, há sempre um compromisso. Há um compromisso de fidelidade de um ou outro, e é muito importante que nós continuemos nesse compromisso. Por isso, o batismo requer este compromisso, nos comprometermos a viver uma vida nova, uma vida diferente.

Ora, este princípio demonstra duas coisas importantes. Primeiro, demonstra a justiça de Deus. O Romanos 3, versículo 25, diz assim, ao qual Deus propôs para a propiciação pela fé no seu sangue, para demonstrar a sua justiça. Isto demonstra a justiça de Deus, como Ele é justo.

Ele nos perdoa muito misericórdiamente, demonstrando o amor e a justiça Dele. Mas, além disso, aqui também este processo de compromisso está a estabelecer a lei, porque a fé estabelece a lei. Também em Romanos 3, versículo 31, diz, Anulamos pois a lei pela fé de maneira nenhuma, antes estabelecemos a lei. E, por isso, isto mostra duas coisas. A justiça de Deus, que Deus nos quer, quer que nós nos arrependamos, e Ele é tão justo, tão gracioso, tão bondoso, que nos dá a oportunidade de mudárem-nos. E, mas, ao mesmo tempo, esta fé, esta crença em Deus, estabelece a lei, porque nós queremos e desejamos obedecer aos mandamentos de Deus, porque os mandamentos de Deus nos revelam o caráter de Deus, a bondade de Deus, que é amor. Deus é amor e a lei de Deus é amor. Ora, uma vez mais, repetindo, nós fomos justificados gratuitamente. Os pecados passados foram pagos pelo que Deus e Jesus Cristo fizeram. Agora, a nossa responsabilidade é fazer a nossa parte. Isto é nós nos comprometermos a ser um novo homem. Está claro? O batismo, simbolizando a remissão dos pecados, significa, implícitamente, que nós vamos mudar para não continuar a pecar. Por isso, implícitamente, está a dizer que é um compromisso. E, então, quando fazemos esse compromisso, Deus nos ajuda. Nos dá a ajuda, o ajudador, digamos assim, o consulador, que é o Espírito de Santo Deus, que nos ajuda a vencer nas fraquezas da carne, para podermos crescer na graça e no conhecimento do Senhor Jesus Cristo. Ora, outro ponto importante que precisamos de lembrar e relembrar. Uma e duas e três vezes é que a velha natureza humana não desapareceu. Sim, uma vez que somos batizados e recebemos o Espírito Santo, a natureza humana continua. Nós continuamos a ser pessoas físicas, carne e sangue, carnais. E, por isso, a natureza humana, a natureza da carne não desapareceu.

Mas há uma nova situação, há uma nova realidade. Isto é, nós temos que usar a ajuda do poder de Deus, isto é, do Espírito Santo de Deus, para vencer as nossas fraquezas da carne. Ora, lemos assim em Romanos capítulo 5, versículo 5, que diz, e a esperança não traz confusão, porque quando o amor de Deus está derramado em nossos corações, pelo Espírito Santo que nos foi dado, a fonte, o ponto inicial que nos dá energia, a força, esta fonte de águas vivas, é o Espírito Santo de Deus, habitando em nós, nos nossos corações. Este Espírito Santo, esta força, esta fonte de Deus, da água viva, que é o Espírito Santo, que é o poder de Deus, é derramado nos nossos corações. E agora nós temos que usar o Espírito Santo, esta energia, esta fonte, esta água, para nós vencermos as nossas fraquezas. O ponto importante aqui é que o Espírito Santo não nos domina, não controla você ou eu, mas simplesmente nos dá a capacidade de nós seguirmos a liderança do Espírito para vencermos as fraquezas da carne. Sim, nós somos seres físicos, nós falhamos ocasiionalmente, digamos assim, escorregamos e caímos, e pecamos, mesmo com o Espírito Santo a Deus. E por causa disso, nós precisamos de um advogado de defesa, porque temos um acusador, que é a Satanagem, dizer, ahá, olha, e ponha aí o seu nome, eu vou por o meu nome, por exemplo, olha, o Jorge falhou de novo, ponha o seu nome, olha, esta pessoa ou o seu nome, falhou de novo. Então, temos um advogado de defesa, que é Jesus Cristo, o nosso sumo sacerdote, que está vivo e ativo, e lutando e defendendo por nós, quando somos acusados ou atacados por Satanagem. Por que? Porque sim, porque escorregamos, porque falhamos ocasiionalmente, porque somos seres humanos e fracos, e vezes em quando falhamos. Mas, quando falhamos, Satanagem imediatamente usa a oportunidade para nos acusar para o antupai. Então, Jesus Cristo, como nosso advogado de defesa, quando nós nos ajoelhamos para o trono de Deus espiritualmente, nas nossas orações para o antupai, então, o Jesus Cristo, o nosso advogado de defesa, nos defende, como nosso sumo sacerdote. E, por isso, lemos em Romanos capítulo 5, versículo 9 a 10, o seguinte logo, muito mais agora, tendo sido justificados pelo Seu sangue, sim, fomos feitos justos pelo sangue de Cristo, seremos, a palavra aqui, o verbo é no futuro, seremos por Ele, por Jesus Cristo, salvos da ira.

Porque, se nós, sendo inimigos, fomos, isto é, no passado reconciliados com Deus pela morte de Seu filho, isto é, fomos justificados, reconciliados pelo Seu sangue, pela morte de Seu filho, muito mais, estando já reconciliados, seremos, futuro, seremos, salvos pela Sua vida.

Por isso, somos justificados pelo sangue de Cristo, somos, digamos assim, trazidos ou lavados, ou encaminhados a um relacionamento correto com Deus, isto é, reconciliados, e, futuro, seremos salvos por Sua vida, por Ele. Como? Porque nós estamos a viver pelo ajuda ou com ajuda ou pelo poder do Espírito Santo, e por isso nós temos, digamos assim, o modo de pensar, o modo do Pai, está noja, a atitude, o sentimento, a mentalidade do Pai, que é também a mentalidade do filho, a maneira de ver as coisas dos princípios, do caráter, do amor, temos este sentimento, que é o poder de Deus em nós, por isso estamos a tentar esforçar a viver por este caminho. E, segundo, além deste primeiro, que é Cristo vivendo em nós, pelo poder do Espírito Santo, segundo, é Cristo, como o nosso sumo sacerdote, nos defende quando somos atacados por Satanás. E, por isso, é que lemos, então, no capítulo 6 de Romanos versicluão, que diremos, pois, permaneceremos no pecado para que a graça abunda.

Não. Ora, aqui, portanto, Paulo agora vai descrever este nosso compromisso através do batismo, não vai explicar o significado de batismo em Romanos capítulo 6, de que estamos mortos para o pecado e não mais pecar. Isto é um compromisso de pararmos de pecar, de nos esforçar, de pecar. E, por isso, diz assim, no versículo 3, ou não sabés que todos, quando fomos batizados, têm Cristo.

Aqui, o ponto é, nós somos, ou fomos, batizados em Cristo. Entendemos o que quer dizer ser batizado em Cristo? Isto é bem diferente de ser batizado pela autoridade de Jesus Cristo, isto, ou, em outras palavras, em nomes de Cristo. Aqui está a falar de ser batizado em Cristo. Somos batizados em ou no, ou para dentro do seu corpo espiritual. E, por isso, diz, todos, quando fomos batizados em Cristo, fomos batizados na sua morte. Isto é para dentro da sua morte, e está claro, da sua, simbolicamente, morte e resolvição. Assim, Paulo está a explicar o simbolismo e o significado batismo neste capítulo 6. Está a explicar que estamos dentro do corpo de Cristo, e, por isso, nós morremos com Cristo, porque estamos dentro dele. Somos batizados em Cristo, para dentro do corpo espiritual dele, que, como sabemos em conoscente, que o corpo de Cristo é a Igreja de Deus, somos batizados para dentro do corpo espiritual de Cristo, e depois, ele está a explicar, no capítulo 7, que, agora, por causa disso, temos um exemplo adicional de que temos que vencer as fraquezas da carne. Mas aqui, ve-se um ponto muito importante, um princípio muito importante, neste capítulo 7. No capítulo 7, está aqui no versículo 1, diz assim, não sabe-vos irmãos, para que ve-se que Paulo está falando à Igreja, irmãos, pois que falo, acho que sabem a lei, se acho que entendem a lei de Deus, que a lei tem domínio sobre o homem por todo o tempo que vive.

Aqui é um ponto importante, a lei tem autoridade, sobre nós, todo o tempo que vivemos. Ora, o que é que isso quer dizer? O que é que isso quer dizer? Paulo aqui está a explicar princípios muito importantes, que, digamos assim, é uma metáfora, que eu vou explicar brevemente. Vou explicar isso brevemente. Mas aqui vemos que as pessoas estão confundidas com o que Paulo está aqui a explicar, está a dar bem claro, a seca da lei e da graça. E é preciso enquadrar estes princípios básicos claramente para entendermos o que é que o Paulo está aqui a dizer com esta linguagem.

Ora, a lei, digamos assim, está sobre nós enquanto vivemos. Por exemplo, um homem e uma esposa se casa. Então, a lei deste matrimônio está sobre este casal enquanto vivem fisicamente. Uma vez que morrem, ou um deles morrem, essa lei do matrimônio termina. Aqui vê-se um princípio espiritual, uma linguagem figurativa muito importante. Ora, a lei claramente nos faz ou nos demonstra que o que é o pecado, isso o lemos em Romanos 3, versículo 20. Romanos 3, versículo 20, diz assim porque pela lei vem o conhecimento do pecado. A lei nos demonstra o que é o pecado e também sabemos, Romanos 6, versículo 23, que o salário do pecado é a morte. E por isso, aí vemos, digamos assim, um lado entre aspas, entre aspas negativo da lei, porque a lei mostra o que é o pecado e o salário do pecado é a morte. Mas, a Paula está a explicar certos princípios espirituais muito profundos que muitas pessoas não entendem. Então, vamos entender esta série, digamos assim, de metáforas e a intenção espiritual do que Paulo está aqui a explicar, acerca da natureza humana, que ele fala aqui, no capítulo 7, versículo 14, a 25, e mais adiante ele, então, está a explicar o papel ou o rolo, a responsabilidade, como o Espírito Santo nos ajuda. E, por isso, ele está aqui a usar um exemplo muito interessante, aqui em Romanos, capítulo 7. Vamos, então, ler versículo 2 e 3. Diz assim, porque... Lembro-se que eu estava a dizer o domínio da lei enquanto a pessoa está à viva, e eu tive a explicar acerca do matrimônio. Ora, veja aqui, no versículo 2, o que ele está a fazer aqui em Romanos 7, versículo 2, porque a mulher está sujeita ao marido. Então, a ver aqui como ele está a usar a metáfora, digamos assim, do matrimônio. A mulher está sujeita ao marido enquanto ele viver e estalhe ligada pela lei.

Mas morto o marido está livre da lei do marido. Vê-se aqui que está a falar como esta metáfora do exemplo aqui, deste exemplo desta comparação, acerca da lei do matrimônio. Quando o casal um se casa com o outro, há esta lei do matrimônio que continua até onde eles morrem. E se nós sabemos muito bem, entendemos isso. E depois, continuando assim, no versículo 3, de sorte que vivendo o marido será chamada ao dúlter, se for de outro homem. Vê-se porque a lei aqui está a dizer que, se ela for ao outro homem, ou vice-versa, se ele for a outra mulher, então há um caso d'adultério. Mas uma vez que o marido está morto, está livre da lei, e assim não será a dúlter, se agora se casar e for d' outra pessoa.

Muito bem. Vê-se aqui. Está a falar acerca do domínio da lei, enquanto uma pessoa está viva, uma vez que morre, então essa lei, digamos assim, de uma atrimônio, deixa de existir porque a pessoa morreu. Veja aqui no versículo 4, o que é interessante. Assim, assim, é o mesmo modo, meus irmãos, também voz estáis mortos para a lei pelo corpo de Cristo. Então está aqui a comparar a nossa situação com o casamento. Então, a ver, para que sejais d' outro, daquele outro, qual é o outro?

Daquele que ressuscitou dentro dos mortes, para estarmos casados com outro. Qual é o outro? Qual é o outro? Que é Jesus Cristo? A fim de que demos fruto para Deus. Por isso, vemos aqui que está a dar uma metáfora aqui, a falar acerca de que esta lei, uma atrimônio, para de ser executada quando um dos membros morre. Sabemos que acabei de ler, antes ou pouco, o Romano 6, versículo 23, que nós estamos debaixo da pena da morte. Mas, lembre-se, quando somos batizados, o que é que acontece?

Quando somos batizados, eu morro. Não é? O simbolismo do batismo, em Cristo, o meu velho eu morro. Nesse sentido, você está livre da pena da morte, espiritualmente, da função condonatória da lei, porque depois, agora, você está, digamos assim, casado com outro, que é com Cristo, quando você, digamos assim, simbolicamente, sai da água ressuscita. Assim, estamos mortos para a pena da lei, ou o salário da lei, porque?

Porque fomos batizados em Cristo e revestimos-nos, agora, estamos casados, agora, com o novo eu, o velho eu morreu. É uma metáfora muito interessante. Por isso é que tis, no Romanos, capítulo 7, versículo 4, para que sejais do outro. Diz assim, para que sejais do outro. Isto é, sejas unidos, como diz na nova versão transformadora, com o outro. Se formos ler a inglês na versão do rei Thiago, em vez de dizer para que sejais do outro, na versão inglesa diz, porque estamos casados com Cristo, para sermos um com ela.

Lembrem-se, gênese 2, versículo 24, os dois se tornam uma só carne. E por isso estamos unidos com Cristo, e por isso está a falar aqui do novo eu, o velho eu morre. E por isso a pena da morte para, quando o velho eu, simbolicamente, morre. Por isso está aqui a dar uma metáfora muito interessante, que às vezes as pessoas não entendem, e por isso nós, quando somos batizados em Cristo, nós tomamos ou recebemos esta maneira de pensar ou aceitamos o Espírito Santo Deus, que é, digamos assim, a mentalidade de Deus, que é, digamos assim, espiritualmente o DNA espiritual de Deus, que está em nós.

Nós recebemos a mente de Cristo. E o que é que Cristo fez? Ele personificou a lei de Deus. Jesus Cristo é amor. Ele nos ama. Ele viveu a meta da lei, a nós virmos a ser como Cristo é. A finalidade, o propósito da lei, é para nós virmos a implementar, a opor na nossa vida, a mesma características de Cristo. E por isso, irmãos, a lei de Deus é amor. E por isso, num sentido, a lei de Deus mostra o caráter de Deus.

Este é o sentido positivo da lei. Assim, nós estamos agora casados, entre aspas, unidos, como diz na nova versão transformadora, com este princípio, esta abordagem de que precisamos ter a lei de Deus nos nossos corações e nos nossos mentes. Ao fim de contas, não é isso, a nova aviança, que o Espírito Santo vai escrever as suas leis nos nossos corações e nos nossos mentes. Isto é o caráter de Deus. E por isso agora, pretencemos ao outro. Qual é o outro? Daquele. Daquele. A lei aqui, no versículo 4, o Romano 7, versículo 4 diz, no meio deste versículo diz, que o Ressurro sessitou dentro os mortos.

Nós somos de Cristo. Somos daqueles. De Cristo, que o Ressurro sessitou dentro os mortos. E por isso, veja esta conexão ao simbolismo do Batismo. Somos batizados em Cristo. Por que? Como lembramos, no Romano 6, versículo 4, para que andemos em novidade da vida. Isto é, casados entre aspas, unidos entre aspas, com Cristo, com esta nova vida. Para quê? Agora, leia a última frase aqui, do versículo 4, do Romano 7, a fim de que demos fruto para Deus.

Cris irmãos, há obras. Como em cristãos há obras? Tiagos 2, versículo 14. Precisamos ter obras. Obras vivas. Mas não somos justificados pelas nossas obras. Então, continuando agora, no versículo 5, porque quando estávamos na carne, as paixões dos pecados, que pela lei, operavam em nossos bemos para dar em fruto para a morte. Este verbo aqui, que são pela lei, o verbo são não está no grego. Por isso, as paixões dos pecados, por esta lei, estas mais paixões, estas afeições mentais e cubiças do coração, digamos assim, são os passos iniciais mentais para o pecado. Mas a lei não é pecado. A lei defina o pecado e mostra o quanto nós somos pecadores.

Por isso, a lei diz, o salário do pecado é a morte. A lei diz que o pecado produz um fruto para a morte. Por ciclo 6. Mas agora temos sido libertados de quê? De a pena da lei. Sim, o Paulo está aqui a falar, é da penalidade, é do salário do pecado. Nós somos libertados desse salário da lei quando pecamos. Por isso, somos libertados. Não é a lei, a lei é a lei da liberdade.

Mas somos libertados da pena da lei, tendo morrido para aquilo que estávamos retidos.

Ok, estávamos retidos, continuamente, a pecar. E não havia maneira de sair desse pecado, exceto, que recebemos agora, pela justificação gratuita Jesus Cristo. Agora nós, que estamos libertados da pena da lei, agora nós servirmos a inovidade do espírito e não na velhice da letra. Por isso, devemos servir a lei, não só no que diz, por exemplo, não matem, mas não digam mal de uma pessoa, porque isso espiritualmente, no espírito da lei, isso é, de uma maneira de ver, matar uma pessoa, um assassinato de caráter dessa pessoa. Continuando, então, no versículo 7, que veremos pois, é a lei pecado? Não, não é bom nenhum, mas eu não conheci o pecado, senão pela lei. A lei define o que é o pecado, mas sim, também mostra o caráter de Deus. E diz assim, não conheci o pecado, senão pela lei, porque eu não conheceria a concupiscência, se a lei não dissesse, não concupisserás.

E se uma pessoa pode estar a pecar, sem saber que está a pecar, mas uma vez que uma pessoa reconhece e entenda a lei, diz, ah, ok, estou a pecar, e por isso preciso me arrepender, preciso me mudar. E por isso diz assim, no versículo 8, mas o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, isto é, o pecado, aproveitando esta oportunidade, de nós virmos a entender, ah, que isto é pecado, operou em mim toda a concupiscência, portanto, sem lei estava morto o pecado. Sim, mas está claro, eu não entendia que tinha pecado, mas o resultado disso é que eu ia morrer, todos vamos morrer.

Saiba ou não que eu cometi uma infração, a lei continua. Saiba ou não, por exemplo, que existe a lei da gravidade. Você diz, olha, eu não sei que existe a lei da gravidade, por isso posso ir a um décimo andar e atirar-me para a estrada, do décimo andar de um prédio, porque eu não sei que a lei da gravidade existe.

O que vai acontecer? Você vai cair e vai cair até o chão e vai ser destruído. Por você saber ou não saber a lei, não quer dizer que a pena vai continuar. Por isso diz assim, no versículo 9, e eu, em algum tempo, vivia sem lei, vivia sem lei e continuava pecando, sem saber que estava a pecar. Mas vindo o manamento, reviveu o pecado, eu morri, eu entendo, morri, e agora por isso, o que quer dizer? O meu velho eu tenho que morrer. Aqui estava a falar, o velho eu, eu morri, eu mudei a maneira de viver, me arrependi, vi o pecado, arrependi e morri.

Morri o quê? O meu velho eu morreu, tenho que ser o novo eu. E o mandamento que era para a vida? Sim, o mandamento que era para nos dar a vida, porque o mandamento é bom, é o caráter de Deus. O mandamento que era para a vida, achei eu que me era para a morte. Isto é, quando eu reconhecia lei, brevemente eu não tinha consciência do fato de que estava caminhando para a morte, eu apenas vivia, diapostia, a vida para mim mesmo, mas agora que tomei e tenho conscientemente conhecimento da lei, digo, oh, tenho um problema, estou em apuros, tenho que mudar.

E por isso, tenho que me arrepender. Então, o velho eu tenho que morrer. E por isso, como vemos, este mandamento que era para a vida, para vir-nos a ser como Deus, para nos demonstrar o caráter do amor de Deus, me convenceu do pecado e por isso, disse, o meu velho eu tenho que morrer.

Porque o pecado, tomando ocasião pelo mandamento, me enganou e por ele me matou. O pecado estava a iludir-me, que eu estava a pensar, olha, eu, se eu pecar, vou receber gratificação, vou receber honra, vou receber independência, porque eu faço, quero que me dizers, sou independente, mas isso me enganou.

Tal como enganou a Eva, em Gérnices 3, no siglo 3, o pecado iludiu, enganou a Eva. Quando eu entendia ou percebi que eu estava pecando, eu tive que mudar. O meu velho eu teve que morrer. Continuando a versículo 12. E assim a lei é santa, e o mandamento santo, justo e bom. A lei é boa, em ambas as funções. É boa porque nos demonstra o caráter de Deus, nos mostra o modelo que nós temos a seguir, que é o Cristo.

Por isso o fim da lei, o propósito da lei, a meta da lei, é vermos a ser como Cristo é. Porque Cristo foi o modelo de viver de acordo com a lei. E por isso o propósito da lei é de mostrar o caráter de Deus para nós sermos como Cristo é. Mas a outra função da lei é para a lei mostrar que nós somos pecadores. Para quê? Para nos podermos arrepender, para morrer o velho eu, para mudarmos para o novo eu. E por isso a lei está em vigor, não foi abolida por siglo XIII.

Logo tornou-se-me o bom em morte, de modo nenhum. Mas o pecado, para desmostrar-se o pecado, operou em mim a morte pelo bem. Porque uma vez que me arrependo e que o meu velho eu vai morrer, isso é o parabéns. A fim de que pelo mandamento o pecado se fizesse excessivamente maligno.

Então, a lei tornou-se morte para mim, não. A lei mostrou que temos que nos arrepender. E quando mais você olha, e eu olho para a lei de Deus, mais percebo quanto caminoso o pecado é, e mais percebo o que é que preciso de mudar. Isto é o velho eu tenho que morrer, e temos que vira-se-o um novo eu. Por isso, estes versículos bem colocados no contexto correto do que o Paulo está dizendo, aqui vemos um princípio muito importante.

Mas, voltando ao que eu estava a falar nos versículos 2 e 3 deste capítulo, é aqui que a analogia do matrimônio e do casamento tem um significado simbólico muito interessante e adicional. Por que lembra-se que nos versículos 2 e 3 deste capítulo estava a falar que a mulher está sujeita ao marido, enquanto está ligada pela lei, mas uma vez que o marido morre, está ao livro da lei do marido. E aqui estamos a ver que a lei, Paulo, está explicando esta metáfora da lei através do matrimônio, um princípio importante acerca da natureza humana.

Porque nós temos que morrer para a natureza humana, para-nos de viver os prazeres da natureza humana. Este velho eu tem que morrer e, por isso, agora, essa lei que está nos nossos membros, que é a natureza humana, que é a lei dos nossos membros, essa lei precisa de morrer. Para virmos a ser o novo eu, para-nos de estarmos debaixo dessa lei que nos dava a morte. A nossa natureza humana carnal, com o qual, entre aspas, estávamos casados, deve de morrer, deve de estar morta, sepultada, durante o batismo. Agora precisamos estar casados com uma nova natureza, a natureza divina, através do ato simbólico de sairmos do túmulo da água, a cooso, isto é, desta ressurreição simbólica quando sairmos da água após o batismo. Por isso, como diz em Romano 7, versículo 4, diz-se, estáis mortos para a lei, pelo corpo de Cristo, para que sejais do outro, têm-se dedicado duplo. Mortos para a lei, a lei dos meus membros. Mas agora há uma nova lei na minha mente, por Cristo vivendo em nós, pelo seu espírito, para que agora possamos dar fruto para Deus. Agora estamos casados, digamos assim, com Cristo, e por isso estamos casados com este novo eu, que obedece à lei de Deus. E não mais covelho eu que é esta obedecer à lei carnal da carnalidade. Então, lembrem-nos agora aqui, no versículo 14, por bem sabemos que a lei é espiritual, mas eu sou carnal, vendido sob o pecado. Sabemos que a lei é espiritual, mas eu, eu, Paulo, sou carnal.

Não tem que não dizer, eu, Paulo, era carnal. Para que estamos a ver um apóstolo de Jesus Cristo, por cerca de 20 ou 25 anos, e ele está a mostrar que existe, que há uma luta continua, que esta batalha continua na vida dele.

Ora, pense acerca de você e de mim. Quando você olha para você mesmo, você pode ficar desencurejado, desanimado, consigo mesmo, porque você se sente, olha, ainda estou a batalhar contra esta carnalidade. Mas lembram-nos que eu disse inicialmente, a natureza humana nunca sai de nós. Nós continuamos a ser carne e sangue.

Por isso, não fique desenimado consigo mesmo, porque continua nesta batalha, porque você está em boa companhia. Sim, na companhia de Paulo, porque Paulo, depois de ser cerca de 20 ou 25 anos, um apóstolo de Jesus Cristo, ele disse, eu sou carnal.

E por isso, tome encorregamento que, sim, todos nós temos esta batalha, a batalha continua. Ele diz aqui, no ursino 15, porque o que faço, não aprovo, pois o que quero, isso, não faço, mas o que aburreço, isso, faço. Está claro. Isso é em momentos de fraqueza, talvez um pensamento incorreto, ou uma maneira de pensar ou falar ou dizer uma coisa, de uma maneira que eu não queria ter dito. Então, temos que ver, olha, eu fijo isso, eu disse isto, que não devia ter dito. Tenho que me arrepender disto, porque fiquei aborrecido por ter dito isto. Mas Paulo também disse que acaba por fazer o que aburrece, que ele não quer fazer. Por século 16. E se faço o que não quero, consinto com a lei, a lei de Deus, que é boa. Reconheço que a lei de Deus é boa. Por outro lado, reconheço que a lei da natureza humana, que ele tem que morrer, tem que terminar, tal como numa trimónio, quando morre a esta separação, nós temos que me separar do velho eu. Ora, como disse, continuamos com a natureza humana, mas temos que mentalmente estar divorciados, digamos assim, separados desta maneira de pensar e estar a pensar na lei de Deus, nos princípios de Deus. Porque a lei de Deus é boa. Como leemos no versículo 12, a lei de Deus é santa e o mandamento santo, justo e bom. Continuando, então, agora a ler no versículo 17. A maneira que agora já não sou eu que faço isso, mas o pecado que habita em mim. Ela aqui está a tomar, a fazer a natureza humana, a fazer a natureza humana como uma personificação que vive nele. E é como esta separação, que tem que morrer, temos que matar isso. Mas ela admite que ainda está nele e está lutando contra isso. Porque isso, isto é, essa lei da natureza humana, devia estar morta. Por que? Porque ele se comprometeu que essa natureza humana dele seria sepultada no batismo. Mas ele está a ver que é como uma pessoa é batizada, é como se um pé ou um joelho tivesse a sair da água quando a pessoa estava a dizer. E temos que pôr tudo debaixo dessa água de novo. Por isso é que ele diz, o pecado que habita em mim, de estrangeiro dos meus membros, é o que está a impulsionar o que ele está a dizer aqui nesses versículos, continuando então no versículo 18.

Diz, porque eu sei que em mim, isto é na minha carne, não habita bem algum. E com efeito querer está em mim, mas não consigo realizar o bem. Por isso ele está a dizer, a nossa natureza não é boa, a nossa carnalidade não é boa. Existe uma lei nos meus membros, versículo 23. Diz-me, vejo-me os meus membros outra lei. Isto existe uma lei nos meus membros, que devia estar morta, porque foi o que eu disse ao Batismo, este velho eu vai morrer. É uma lei que existe na nossa carne. E nós temos que continuamente a sujugar a pola debaixo desta água simbólica do Batismo, matar isto é parar de fazer ou pensar deste modo. É como a árvore do conhecimento do bem e do mal. E temos que parar isso, porque isso não é a justiça de Deus. Ora, note um ponto que é interessante observar aqui, que muitas pessoas são boas pessoas, não estou a dizer que não são, mas isto é bondado humana.

Não é a justiça de Deus. E essas pessoas parecem boas pessoas, parecem iguais, parecem tudo bem, mas isso é o problema. É o problema. Precisamos deste serunimento espiritual para nos arrependermos, porque esta bondada humana, esta aparente bondada humana, não é necessariamente a justiça de Deus. Precisamos de ver isso. Isso é o que lemos em Romanos 10, versículo 3, e diz assim, porque esses, não conhecendo a justiça de Deus, procuram estabelecer a sua própria justiça, não se sujeitaram à justiça de Deus.

Há muitas pessoas, irmãos e irmãs, que tentam ser boas pessoas. Não estou a dizer que não estão a tentar, mas estão a tentar com seu próprio esforço, sem a ajuda de Deus, não estão se sujeitando à justiça de Deus. E é muito difícil tentar explicar a essas pessoas, essa atitude. Eu estou a falar como uma pessoa muito boa, a concelemento, como uma pessoa muito boa, mas não sei como dizer, porque não quer dizer mal dessa pessoa, mas tem esta aparência de ser muito boa pessoa, muito justa, muito santa, mas há uma coisa externa artificial.

Eu não sou ninguém para estar a jogar o coração, mas estou a ver que é como se estiver a pôr, ou que se esteja a pôr, uma certa pintura externa. Não estou a jogar o coração, irmãos, por favor, me perdoe. Mas é importante entendermos que temos que nos sujeitar à justiça de Deus, e não à nossa própria auta justiça. Então, continuando agora a ler no versículo 19, no Romano 7, diz assim, porque não faço o bem que quero, mas o mal que não quero esse faço.

Uma vez mais, aqui eu falava um apóstolo de 20 a 25 anos, está a dizer é eu, eu estou a entender que esta batalha continua e que está nesta batalha, e ele está a ser honesto, sincero, sem usares artificiais, mas está a dizer, eu estou a batalhar. Mas ele diz aqui, no versículo 20 e 21, ora, se eu faço o que não quero, já não sou, já não faço eu, mas o pecado que habita em mim, este velho homem que eu estou a tentar vencer, e esta batalha continua.

Ele não existe, ele não existe, ele continua lutado. E depois diz no versículo 21, então, acha então esta lei em mim, que quando, quando quero fazer o bem, o mal está comigo, e por isso ele, cada vez que vê isto, se arrepende e continua a lutar, mas sem existir, sem existir. Irmãos, lembrem-se, em Hebreus 10, de Lemos, versículo 14, Jesus Cristo fez só uma oferta, e através dessa oferta, tem aperfeiçoado, por exemplo, o sessão, ou o que estão sendo santificados, estão santificados, e isto está no processo de santificação.

O sacrifício único de Jesus Cristo nos aperfeiçoa, conforme nos arrependemos. E por isso é que diz, um bocadinho mais adiante, no versículo 16 de Hebreus 10, diz, porém as minhas leis, em vossos corações, e as escreverei em seus entendimentos, como, através do poder do Espírito Santo, Deus põe a sua lei, que é boa, que é santa, por nossa coração. Por quê? Porque a lei que temos em nós, é a lei carnal, que é errada. Então, olemos aqui, irmãos, que, como olemos ao início aqui, em Romano 7, versículo 4, que estamos mortos para as penas de lei, mas precisamos mortificar, ou, em outras palavras, de mortificar a nossa natureza carnal.

E, por isso, este é o simbolismo que Paulo está aqui a dar, a dizer que estou morto para a lei, é meus membros, o meu velho homem, tornando-me casado, unido, com o maçucarum, com o novo homem, que é batizado para dentro de Cristo. Continuando agora a ler, no versículo 22. Porque, segundo o homem, entre os, tenho prazer na lei de Deus. Perdão. Porque, o que ele está a dizer, é qual é a intenção dele. A intenção de Paulo é guardar perfeitamente a lei de Deus.

Paulo está a dizer, isso é o que eu quero fazer. Paulo está a dizer, isso é o que o Espírito Santo nos dá a capacidade de fazer. É a ajuda de Deus do Espírito Santo. Isso é o que nos alegramos, nos deleitamos. Isso é o nosso objetivo, a nossa meta, o nosso fim. Por isso, é que ele esteja a ter o prazer na lei de Deus.

Mas, versículo 23, vejo nos meus membros, outra lei, a lei da carne, a lei que eu, do velho eu, tenho que matar, tenho que morrer, que batalha contra a lei de Deus, do meu entendimento, e que me prende, que me prende, debaixo da lei do pecado, a lei da mente carnal, que está nos meus membros. Perciclo 24. Isto é uma coisa que, talvez, nós possamos dizer a nós próprios. Miserável homem que eu sou.

Às vezes, chegamos a um ponto que devemos dizer. Eu já disse muitas vezes, disse, Miserável homem que eu sou. Quem me livrará do corpo desta morte?

Deus, Jesus Cristo, livre-me deste corpo físico que tenho estes problemas físicos. Versículo 25. Graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, Ele nos vai tirar deste corpo e nos vai dar um corpo novo, um corpo espiritual na resurreção. Assim, que eu mesmo, com o entendimento, sirvo a lei de Deus, mas com a minha carnalidade, a lei do pecado. Por isso, graças a Deus, Ele vai livrar deste corpo fraco, vai me dar um corpo novo, que nos vai ser automaticamente, em que vamos automaticamente, querer servir a lei de Deus.

Por isso, vemos aqui que Paulo não está contra a lei, mas ele está a dizer que ele está a lutar contra a lei do pecado. Em 1º João, capítulo 11, versículo 7, em conclusão, lemos o apóstolo João disse, se andarmos na luz, como ele na luz está, temos comunhão uns com os outros, e o sangue dos Cristo e Seu filho nos purifica de todo o pecado. O João aqui, em 1º João, capítulo 11, está falando a cristãos, está dizendo exatamente a mesma coisa que Paulo diz. Isto é, temos que andar na luz, temos que ter este desejo, esta vontade, esta comunhão com o sangue de Cristo, para querer andar no caminho de Deus. E este irmãos, digamos assim, é alimento espiritual sólido. A natureza mana não nos aparece, o pecado que quer nos dominar não nos aparece, mesmo depois de estarmos convertidos e batizados. Temos que continuar a lutar contra o desejo da carne, pois somos seres de carne e sangue, e temos que continuar lutando pelo resto das nossas vidas. Nunca devemos desistir, nunca devemos estar desencurejados, temos que continuar a vencer, a perseverar até o fim. Mas não somos escravos, disto, não somos escravos da nossa carunidade, porque nós estamos a lutar, nesta luta, contra a carunidade, nós estamos a ser escravos da carunidade. A luta continua durante a nossa vida física. Então Deus vê os seus forços, vê os meus forços, vê quanto estamos esforçando, vê, está claro, quando irámos, quando escurgamos, mas Ele também vê que desejamos nos arrepender imediatamente, então Ele olha para nós, e não nos vê como alguém soube a pena da morte, isto é, soube a lei, soube a pena da morte, mas nos vê uma pessoa como seus filhos, tentando servir a Ele, e caminhando, esforçando na direção à vida interna. Irmãos, isto tudo, é uma história linda, que é a história da bela, mas ricórdia e graça de Deus para com todos nós.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).