Os reinos gentios de Daniel 2

A identificação e a continuidade dos reinos gentios de Daniel 2 é importante pois nos assegura que mantenhamos sempre em mente o grande quadro profético das nações e dos eventos políticos e religiosos a acontecer nesta era do fim.

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library Bom-deu, boa tarde, queris irmãos, aqui com o Jorge Campos! Você já alguma vez estiveram a brincar, digamos assim, com os vossos filhos e passar tempo, e talvez tenham feito um quebra-cabeças, um puzzle, um quebra-cabeças, em que têm várias peças. Este que tem aqui, por exemplo, tem um desenho de uns pássaros e é de 550 peças, por exemplo, mas têm várias peças e depois vocês começam a fazer o quebra-cabeças com as suas peçasinhas que têm. Agora, está claro que quando fazemos um quebra-cabeças, usamos este lado do quebra-cabeças, não usamos o outro lado. Não tem gravura, não tem imagem e está claro, torna-se praticamente impossível de pôr o quebra-cabeças, fazer o quebra-cabeças, resolver o este quebra-cabeças, sem saber a gravura, o desenho, porque estamos sempre a usar as várias peças do quebra-cabeças para pôr esta gravura.

Então, desenvolvemos uma certa técnica para resolver o quebra-cabeças. Por exemplo, não vamos tirar duas peças do quebra-cabeças e ver, olha, talvez seja assim e vai encaixar, porque estamos a forçar estas duas peças, porque depois se vê que a gravura não se encaixa, não se encaixa na gravura, porque estas duas peças não são parte desta gravura, embora pareça que possa encaixar desta maneira. E, por isso, precisamos ter cuidado quando trabalhamos com um quebra-cabeças para ver a gravura, a grande gravura do plano, do que vamos fazer.

E, por isso, vamos ter uma técnica para, talvez, começar com as partes de fora e depois começar a pôr outras, todas da mesma cor, ou outras, e começar a desenvolver. E, sem ouvirmos que há uma peça que não sabemos onde é que esta peça se encaixa, por exemplo, pômos esta peça de lado e trabalhamos com as outras. Até, mais adiante, essa peça se encaixa. Ah, encaixa-se aqui. E é a maneira que nós fazemos, trabalhamos com um quebra-cabeças. Queridos irmãos, escrituras proféticas da Bíblia devem ser tratadas, digamos assim, como um quebra-cabeças. Temos que ver a grande imagem, temos que pôr essas gravuras dentro do contexto desse desenho, por exemplo, de uma certa cor ou de um tipo de cores, juntas que é para começarmos a entender.

E, se há umas que não entendemos agora, parecemos ter a confiança e de pôr essa de fora, de lado, e esperar conforme vamos pôr duas várias peças juntas no quebra-cabeças, até mais tarde aquela peça se encaixa na gravura. E, por isso, às vezes, é preciso esperar. Vejam comigo se faz favor em Isaías capítulo 28. Isaías capítulo 28, vejam que começam a ler do versículo 9. Isaías 28 versículo 9 diz assim, a quem, pois, se ensinaria o conhecimento?

A quem que vai ter o entendimento? O entendimento da grande gravura, falando bíblicamente do conhecimento do plano de Deus. A quem é que se vai dar esse conhecimento? E a quem se teria a entender o que se ouvir? Quando ouvimos estas peças aqui e outra, como é que vamos dar o entendimento para desencaixar neste grande puzzle, ou digamos quebra-cabeças, que é o plano de Deus e a profecia bíblica, por exemplo.

A caso aos desmamados e aos que foram afastados dos seios maternos, vão os bebés começar a pôr as peças juntas no quebra-cabeças? Ou é preciso ter uma certa matureza, uma certa experiência, e uma certa... Não ser criantes, mas ser um bocadinho mais desenvolvidas espiritualmente, para podermos começar a pôr as coisas juntas? Porque versículo 10 é preceito sobre preceito, preceito e mais preceito, regra sobre regra, regra e mais regra, um pouco aqui e um pouco ali. É como um puzzle, é como um quebra-cabeças, é um bocadinho aqui, um bocadinho lá, e vamos pôr-nos isto junto.

Pelo que, por sábios gigrantes e por línguas estranhas, falará o Senhor a este povo. É um bocadinho aqui, um bocadinho aqui, é uma escritura aqui, outra escritura aqui, temos que ir a pôr juntas, no durante-pranto, o grande contexto bíblico do plano salvação de Deus e do plano de Deus para a humanidade.

Continuamos a ler no versículo 11, pelo que, por lábios gigrantes e por línguas estranhas, falará o Senhor a este povo. A qual ele disse? Este é o descanso da descanso alcançado. Deus nos dá um descanso. Deus nos disse que há um dia de descanso, que sabemos desde o período da criação que deu a Dom-e-Eva o sétimo dia, o sábado, como um dia de descanso. Depois, Osis Reilitas prometeu a eles um descanso, a terra prometida. Mas lemos em Hebreus 4, que não chegaram ao descanso, embora entrassem na terra prometida, não receberam o descanso, porque não acreditaram e não praticaram, não obteceram.

E por isso, ainda arrasta um descanso para o povo de Deus. Ainda arrasta uma entrada na terra prometida, do futuro, para o povo de Deus. O que eu cremos quando estudamos os dias santos de Deus? Vemos, por exemplo, em Levíticus 23, que quando menciona, acerca dos dias sagrados, do sétimo mês, menciona a eles que apontam para um descanso, um sábado de descanso. Qual é o sábado de descanso?

Esse sábado de descanso é quando Jesus Cristo retornar, é quando Satanás for expulso, é quando o reino milenial será estabelecido na terra e é quando haverá o julgamento trono branco e haverá uma vida eterna, depois disso, no reino de Deus, eternamente. Isso tudo é descrito pelo plano de Deus. E por isso continuam a ler assim, aqui, onde estamos a ler no versículo 12. É o qual disse, este é o descanso, daí descanso, daí descanso, alcançado e este é o refrigério, mas não quiseram ouvir, não obteceram, os israelitas não obteceram, por isso aqui narrasta um descanso para o povo de Deus, como lemos em Hebreus 4, versículo 9.

Sim, que ainda resta um sábado, mas resta um significado deste descanso final, que é a vinda de Cristo, que é Satanás posto de fora, que é o reino milenial e que é o mundo, não só o mundo da manhã, mas o mundo a viver eternamente no reino de Deus. E este é o refrigério, que para ainda para vir. Versículo 13. Assim, pois a palavra do Senhor lhe será, preceito sobre preceito, preceito e mais preceito, rega sobre regra, regra e mais regra, um pouco aqui e um pouco ali, para esses que não quiseram ouvir, como lemos ao fim do versículo 12, estou agora a ler o versículo 12, a treze, para que vão e caiam para trás, e que se quebrantem, e que se enlacem e sejam presos.

Por que? Porque não quiseram ouvir, não quiseram obter a palavra de Deus. E por isso é que diz, ouvi versículo 14, pois a palavra do Senhor, ouvi, oiçam, obteçam, precisamos obter as leis de Deus. E por isso, queris irmãos, para podermos entender a palavra de Deus, que é um preceito sobre o preceito, que é regra aqui e regra acolá, um bocadinho aqui e um bocadinho acolá. Para podermos entender isto, precisamos de estar obtecer. E conforme obtecemos, começamos a pôr este puzzle, este cabra-cabeças, direitinho, sem estar a forçar umas peças sobre as outras.

Isso é muito importante. E por isso, queris irmãos, precisamos de entender o plano de Deus, a grande gravura, o plano de Deus, o plano de Deus que é para ter filhos e filhas no seu reino. Para governarem com ele como reis de Paz do Rei dos Reis e como senhores de Paz do Senhor dos Senhores, para governarem e trazerem paz e harmonia a este mundo.

Para governarmos com Cristo, para governarmos com Cristo, não devemos ser uns governantes ignorantes, sem sabedoria. Precisamos de ser uns governantes com sabedoria. E por isso Deus está a treinar hoje vocês para serem filhos e filhas que sejam sábios.

Para governarem bem com sabedoria o mundo da manhã.

E Deus quer tudo, decentemente e com ordem. E por isso este puzzle tem que ser posto junto de sentimentos e com ordem.

Queridos irmãos, o mundo hoje em dia parece, para as pessoas que olham assim à primeira vista, que é uma coisa confusa e que não tem esperança. Mas vocês, na Igreja de Deus, como chamados filhos de Deus, reconhecem que Deus tem paciência. Tem paciência e espera na esperança que mais pessoas se arrependam. Porque Deus tem um mapa de estrada, digamos assim, um rasteiro, um caminho, um plano. Parece reino. Um plano que envolve atividades ou eventos a ações religiosas.

E um plano que envolve eventos ou ações de como tratar e trabalhar com as pessoas. E por isso Deus tem um plano para esse reino, através de vários eventos, alguns religiosos e outros políticos. E esse plano, esse mapa de estrada, é nada mais que profecia. Profecia. A profecia demonstra o que Deus vai atingir, a meta dele. E a profecia são passos importantes nesse caminho para atingir essa meta, esse plano de Deus, que é ter filhos e filhas de Deus para reinar no mundo. E por isso envolve o desenvolvimento, digamos assim, emocional, mental, espiritual desse povo. É o plano de salvação. E envolve o plano que ele tem para trabalhar com os povos, para chegar a um ponto em que o reino de Deus vai ser estabelecido sobre as nações, para governar sobre as nações. E por isso, isso é a profecia, esse mapa de estrada. Mas profecia também é, também é um aviso, um aviso de que se não nos arrependemos e não nos submetemos a esse caminho, vamos sofrer problemas, castigos, dificuldades. E por isso profecia, demonstra como disse, esses espaços religiosos e políticos para atingir a meta que Deus quer. Ora, como é que Deus sabe que isso vai acontecer? É que Deus foi ao ponto final e viu o que aconteceu e por isso agora estamos já andando atrás no tempo? Não, não! Não, de maneira nenhuma! Deus sabe o que vai acontecer porque Ele tem o poder de o fazer acontecer.

É o poder de Deus. Ele tem o poder de fazer com que os acontecimentos importantes. Ele faz com que eles de facto aconteçam dessa maneira que ele prediche, porque ele é o grande, digamos assim, jogador de xadrez. Isto é como se fosse um jogo de xadrez e ele vê o ponto final a meta deste jogo e por isso ele vai manobrar, manejar, controlar o jogo para que atinja essa meta. E ele controla esse jogo porque ele tem inteligência e o poder de o fazer. E por isso eu referenciei a cerca de quatro chaves importantes para entendermos a profecia em sermãos prévios. Não são as únicas chaves importantes, não são uma doutrina a dizer, estas são as chaves, não são chaves importantes. Existem outras, está claro. Eu simplesmente estou a sublinhar quatro. As quatro que me ensinei, a primeira foi o sábado e os dias santes de Deus. Por que? Porque o sábado e os dias santes de Deus, que são claramente escritos nesses guias de estudo bíblico que temos aqui, o plano dos dias santes de Deus, a promessa de esperança para toda a humanidade, este é o plano de salvação, que é explicado através dos dias santes de Deus. Eles mostram uma sequência de acontecimentos religiosos para completar o plano de salvação de Deus. Se nós entendemos este plano de salvação, isso nos protege de várias doutrinas falsas, a cerca da salvação. Por exemplo, doutrinas da alma imortal. Nos protege dessas doutrinas falsas, porque sabemos que morremos e sabemos que vamos ser ressuscitados. Ora, se morremos, não temos alma imortal. E se não temos alma imortal, é porque ainda não temos uma vida eterna. A vida eterna é um dom de Deus que receberemos quando? Na ressurreição.

Também entendemos que vai haver um julgamento final, o julgamento de Trono Branco. Entendemos que isso vai acontecer aos povos. E este plano de salvação, que é determinado ou explicado pelos dias santos de Deus, demonstra estes espaços, essas etapas, a caminho desse plano de salvação.

Uma outra chave importante que eu mencionei, é entendermos a identidade de quem é Israel. A maioria das pessoas pensa que Israel, o Israel bíblico, é a nação de Israel, a nação judaca que existe hoje em dia na Palestina. Mas, queridos irmãos, essa nação, a nação de Israel, na Palestina hoje em dia, é só uma parte dos judeus, porque há muitos judeus em outros países. Há judeus em Portugal, há judeus em Brasil, no Brasil, há judeus em Angola, há judeus nos Estados Unidos, há judeus na Austrália, há judeus na África do Sul, há judeus em muitos outros países, através na Europa e através mesmo nos países da Europa Oriental. E, por isso, queridos irmãos, a nação de Israel não são judeus todos, mas, muito menos, não são, essa nação, não são, a totalidade das treze tribos ou filhos de Jacob, que veio a ser chamado Israel. Várias outras nações incluem parte dessa família. E alguns desses, Ifraim e Manasseh, são representados pela Inglaterra e os Estados Unidos, mas existem outras nações, o Ruban e outras. E é importante entendermos quem são essas nações. Por isso, quando há profecias que falam acerca Israel e Judá, não está a falar só dos judeus, está a falar de Israel e Judá. E, por isso, precisamos entender quem é Israel. Porque, ao fim de contas, Deus está a trabalhar através de Israel físico, mas também de Israel espiritual. Israel físico falhou e, por isso, Deus implementou, através de Jesus Cristo, filho de Abrão, filho de David, uma capacidade de incluir os gentios nessa família espiritual de Israel espiritual. E, por isso, precisamos entender o significado de Israel, como Deus no futuro vai trabalhar através de Israel, primeiro Deus o Pai delegou todas as responsabilidades ao filho e o filho, depois, vai trabalhar como Senhor dos Senhores e rei dos reis, através, primeiro, de Israel espiritual, que vai ser as primícias. Depois, Israel espiritual vai trabalhar por Israel físico. Israel físico, depois, vai ser um exemplo para trabalhar com o resto das outras nações todas. Porque, ao fim de contas, a meta, o golo é fazer todas as pessoas, seja de que nação, ou de que raça, ou de que cor, fazer todas as pessoas filhos e filhas de Deus, iguais como filhas e filhos de Deus, na família de Deus, a reinar no reino de Deus. Não vai haver diferença, não vai haver judeu, nem gentil, nem grego, vão sermos todos iguais. Mas, Deus tem um plano da ação. Primeiro, por este passo, e depois este passo, e depois aquele passo. E parte desses passos é trabalhar com certas nações, ou grupos de nações, para atingir a sua meta. Digamos assim, é o seu mapa de estrada, mas não é que ele prefere, ou que ele está a discriminar estas nações, que são melhores que outros não. É simplesmente o seu plano da ação. E, por isso, precisamos de entender a identidade Israel para podermos entender, ou por, a gravura completamente. Porque quando fala acerca de coisas de Israel, você precisa saber quem são Israel e quem não são. E não confundir, não dizer, olha, Israel são os judeus. Sim, os judeus são parte Israel, mas não são Israel inteiro. E isto é importante para entendermos. Para o outro, também entendermos que Israel não são outras nações. E quais são as nações que são Israel para entendermos a profecia Bíblia, quando fala que certas coisas vão acontecer Israel, quando certas coisas vão acontecer outras nações. Então, sabemos para distinguir. Se não sabemos distinguir, não vamos entender a profecia.

É assim tão simples. Depois, também mencionei que é importante entendermos a identificação das duas mulheres. As duas mulheres da Apocalipse. Basicamente, como mencionei, são dois sistemas básicos de vida. Dois sistemas básicos de vida. Um, digamos assim, é o caminho de dar. E outro, é o caminho de tirar, de receber para mim. Um é de mim para os outros, dar. E outro é dos outros para mim, receber para mim, para mim, para mim. O posto de outra maneira. Um é o caminho da vida. E outro é o caminho da morte. O posto de outra maneira. Um é a mulher virtuosa da Apocalipse 12. E o outro é a grande maritriz da Apocalipse 18. Um é a Jerusalém Santa. E o outro é a Babilônia, que não é nada santa. Posto de outra maneira. É uma escolha. Para você e para mim, vamos ser parte desta equipe ou daquela equipe? É uma escolha. Infelizmente, debaixo da influência de Satanás, o mundo todo está a ser enganado para seguir este caminho, irrado. O caminho da morte, o caminho da ganância, o caminho do egoísmo, o caminho para mim, tirar para mim, em vez de seguirem o caminho de dar para os outros o caminho da vida.

Por isso, queres irmãos, é uma escolha que precisamos de fazer. Escolher o caminho da justiça, o caminho da misericórdia e o caminho de andar humildemente em fé, que é o caminho que Jesus Cristo nos ensinou como o primeiro homem que obteceu tudo completamente. Por fim de contas, ele veio do céu, que era o filho de Deus, veio do céu para nos dar o exemplo.

E por isso, queres irmãos, precisamos de estar a vigiar. A vigiar não só o mundo, mas a vigiar a nós próprios, ter cuidado com nós próprios, para ver que estamos a escolher o caminho certo e não o caminho errado. Precisamos estar a vigiar a nós próprios primeiro, primeiro antes de tudo. E o quarto, digamos assim, chave, a quarta chave profética destas quatro que eu tenho estado a mencionar nos últimos sermões, é a identidade e a continuidade dos reinos gentios de Daniel 2. Em Daniel 2 temos descrito, no nosso seguido estudo, que é intitulado Apocalipse Revolado, que demonstra em Daniel 2, aqui existe, em Daniel 2, uma estátua. A estátua de Daniel 2. Existe aqui numa destas partes. Não sei bem onde está. Tinha aqui, descrita, está aqui. Estátua, que é a estátua de Daniel 2. Uma estátua que representa uma continuidade. E precisamos entender quem é esta estátua. Precisamos entender a identidade e a continuidade destes reinos gentios de Daniel 2, desde o tempo de ajuda que foi para a Babilônia até a Vinda de Cristo. É uma continuidade de acontecimentos proféticos acerca destas nações, destas estátuas. E isso nos assegura que nós tenhamos sempre em mente o grande quadro, o quadro de Deus acerca das nações internacionais, principalmente as nações gentias, que vão interagir mais de maior influência através dos séculos com Israel. E por isso quando entendemos esta estátua e quem é esta estátua e a identidade desta estátua, então começamos a entender corretamente, onde os vários eventos mundiais se encaixam ou se vão encaixar. Está claro? Não sabemos ainda hoje. Há onde todas as peças deste puzzle se encaixam. E se algumas não entendemos, temos que a esporta lado e esperar para um dia, conforme certos acontecimentos, como se começam a pôr as peças assim, então vemos, ah, esta peça se encaixa aqui. E precisamos ter a esperança e a confiança de simplesmente esportar. Em vez de tentar forçar certas peças no quadro profético, como muitos fazem. Por isso, queridos irmãos, isso é importante. É importante entendermos esta estátua, esta continuidade profética, que digamos assim, é o plano de Deus internacional acerca das nações até a vinda do Reino de Deus para estabelecer paz na Terra.

Através do Reino de Deus a governar na Terra, que esse Reino de Deus será governado por estes seres que se fazem, que se arrependeram, que foram treinados para serem filhos e filhas de Deus como as primícias no Reino de Deus, para governar que serão Israel espiritual. Esses Israel espiritual, então, é um rei de Deus, que é o Reino de Deus. E que serem filhos e filhas de Deus como as primícias no Reino de Deus para governar que serão Israel espiritual. Esse Israel espiritual, então, Deus governará por Israel espiritual, através depois de Israel físico, e então governar as nações todas no mundo da manhã, no Reino milenial, na Terra. Por que isso é importante nós entendermos? Que os irmãos é importante nós entendermos isso, para nos motivar a entender melhor, a discernir melhor os tempos em que vivemos.

É importante entendermos isso, para entendermos a estação em que vivemos. Entendermos que o tempo é o tempo de verão. Vejam como se faz favor em Lucas capítulo 12. Lucas capítulo 12. Lucas capítulo 12, que começaram no reciclo de 54, disse assim Jesus também às multidões. Quando ve desaparecer uma nuvem no puente, logo diz as que vem chuva. No puente, no puente, o acidente vem chuva, porque o vento geralmente vem do acidente para o oriente. E traz chuva. Logo diz as que vem chuva e assim acontece. Talvez não seja exatamente assim, dependendo onde você vive na terra, mas na área de Jerusalem, era assim. E quando ver soprar o vento do sol, diz que haverá calor.

Está claro, uma vez mais, depende onde você vive no misfério. Se você vive no misfério norte, e a Palestina, onde os Cristos estava a falar com eles, era no misfério norte, o vento do sol trazia o calor. Se vocês vivem, por exemplo, no misfério do sol, e se você vivem no fério norte, o vento do sol trazia o calor. Se vocês vivem, por exemplo, no misfério do sol, por exemplo, em Austrália, ou na África do Sol, ou por exemplo, no sol do Brasil, ou coisas assim, seria um vento do norte, que traz o calor. Não é o vento do sol, porque o vento do sol vai trazer frio. Está claro, depende onde é que você vive no planeta. Mas o princípio que é para eles que estavam em Jerusalem, nessa área eles sabiam ver as condições climáticas e sabiam decidir se vai em chuva ou não vem chuva, ou se vem calor ou não vem calor.

Hipócritas diz assim no versículo 56. Sabês interpretar o aspecto da terra e do céu? Sim, vocês sabem discernir vendo o vento de onde as coisas vêm? Está claro, depende de onde você é viva, que pode ser diferente do que daqui em Jerusalem, como disse, mas vocês sabem interpretar os ventos e as nuvens, e dizem tudo, olha, vai chover ou não vai chover? Vocês sabem interpretar isso. Diz assim, entretanto, não sabês discernir esta época.

Nós, crises irmãos, sabemos discernir a época em que vivemos. Sabemos. Precisamos discernir a época em que vivemos.

É muito importante entendermos a época em que vivemos. Nós vivemos no século XXI. Neste século, sabemos que o evangelho da obra de Deus, do rei de Deus, está separado. A Igreja de Deus está a pregar agora. E depois, o fim virá. Mateus 24, 14. Sabemos discernir que é o tempo do fim. Sabemos discernir desde o começo de 2001, por exemplo, onde houve o 9 de setembro e as torres, duas torres de Nova Iorque caíram, que o islão radical tomou uma posição diferente mundial.

E, vez depois, o aconteceu no Iraque. E depois do Iraque, a queda da Saddam Hussein. E daí, depois, o país tornou-se independente e não foi forte mais para lutar contra outras influências políticas. Então, o ISIS se desenvolveu este Estado islâmico e vê-se aí esse radicalismo a crescer de uma fase diferente. Vemos esta influência radical islâmica, vê-se, por exemplo, esta imigração na Europa, que vai causar discórvias na Europa.

Essa imigração, digamos assim, foi a causa da Inglaterra decidir, do povo inglês, decidir para sair ainda da comunidade europeia. Entre outras coisas, está claro, mas essa foi uma das causas importantes. Por isso, vê-se a Inglaterra, digamos assim, a andar para trás, para sair da Europa. Por que? Porque a Inglaterra nunca foi parte desta, digamos assim, império romano, que é parte desta estátua de Daniel II, que vou mencionar um pouco mais daqui a pouco. Vemos também a América, a andar assim, a recoar um pouco, a recoar.

E com a América, se está a recoar, vê-se outros países, como a Rússia, e a China, e outros a começarem a dizer, olha, eu sou e a Alemanha, e a Europa, dizer, olha, há aqui um espaço e temos que tomar posso deste passo para ser o novo superpoder mundial. E por isso, vê-se estas dificuldades mundiais no mundo. Estamos a desrenir este tempo, estamos a desrenir isto, queres irmãos. Um dos fatos muito importantes neste desenvolvimento é o Islão.

E nós temos um guia de estudo muito, muito profundo, muito educativo, usando profecias da Bíblia. Principalmente, por exemplo, Daniel 11 e outro explicando isto claramente, como estas mudanças são proféticas acerca do Médio Oriente, e acerca do Islão também. É importante pedirem este dia de estudo e estudarem a Bíblia com a ajuda deste guia, e sim, é o que a Bíblia diz que é verdade.

Vocês estudem com a ajuda deste dia para determinarem o que a Bíblia diz. Queres irmãos, estamos a desrenir o tempo do fim. Nós sabemos que Daniel quis desrenir o tempo de fim. Através de várias escrituras em Daniel, vemos que ele estava preocupado, e queria entender o significado destas visões, e Deus lhe dê certas visões.

E certas coisas ele entendeu. Deus lhe deu entendimento no livro de Daniel a certas coisas, mas certas coisas não deu. Vemos, por exemplo, ao fim, em Daniel 12, que Deus disse, olha, fecha o livro até o tempo do fim. Certas coisas não deu entender. Deus não deu entender a Daniel nessa altura. Querias irmãos, certas partes, certas peças deste quebra-cabeças, certas peças têm que ser postas de lado, até quando Deus, através de vários acontecimentos, nos demonstrar que, de facto, esse é o significado dessas coisas. Quando nós tentamos forçar pela nossa própria especulação certas coisas, começamos a criar uma imagem incorreta do plano de Deus, e por isso precisamos ter cuidado.

E por isso entender o significado desta estátua de Daniel 2 é importante para podermos ser guiados, motivados e guiados de discernir os tempos principalmente a um nível internacional de nações que seja correto. Porque Daniel 2, digamos assim, é uma gravura grande. Depois há outras escrituras, como Daniel 7, Apocalipse 3, Apocalipse 17 e outras, que descrevem mais detalhes acerca da profecia de Daniel 2. E por isso precisamos entender isto para nos motivar a discernir o tempo, para nos motivar a ter um entendimento profético, bíblico, que seja bem equilibrado, em vez de ser uma coisa desviada da gravura principal. Esta estátua nos dá a grande gravura desde o período da Babilônia, quando os judeus foram postos debaixo da Babilônia por 70 anos, até quando o reino de Deus virá este período, no meio que é o tempo dos reinos gentivos, que é explicado de uma maneira geral, de um grande quadro de visão deste período destas Nações Internacionais.

E ao mesmo tempo, isto também nos encarga, coragem, é a ter uma condução, uma maneira de viver que seja santa, que seja correta, que seja pia-dosa, que seja segundo Deus, porque sabemos que estamos no tempo do fim. E por isso, então, queris irmãos, com este entendimento, vejemos esta gravura de Daniel 2. Em Daniel 2, começando no versículo 1, Daniel 2, versículo 1, vemos que o rei, o emperador, teve uma visão. Vejam, então, ler aqui com isso, faz favor, em Daniel 2, versículo 1, diz no segundo ano do Renato Nabucodnozer, teve-se de um sonho e o seu espírculo perturbou e passou-se-lhe o sono.

E depois, ele disse aos vários encandadores e feiticeiros e dizem, olha, vocês me digam qual é o sonho, e se vocês disserem qual é o sonho e o significado do sonho, então vocês podem viver. Se não, vou-vos matar. E as pessoas disseram, como é que a lista é possível? Como é que nós vamos saber qual é o seu sonho, o que é que sonhaste? Como é que eu vou saber? Só Deus é que pode fazer isso. E então, começaram a matar estas pessoas. Então, ve-se um bocadinho mais adiante, que chegaram-se a Daniel, e ainda, Daniel disse, esperem, dê-me, porque é que estão a matar.

E então, Daniel disse, disse aqui no versículo 14, Daniel falou, vê-se aqui no versículo 13, que buscaram a Daniel, seus companheiros que fossem mortos, então, Daniel falou, avisado, e, prudentemente, a Rioque, chefe da Guarda do Rei, e, necessito para matar os sábios da Babilona, e disse a Rioque, encargado do Rei, porque é tão severo o mandamento do Rei. Então, a Rioque explicou o caso a Daniel, e foi a Daniel ter com o Rei, e ele pediu, designasse o tempo, e ele revelaria ao Rei a interpretação.

Isto é Daniel e a pedida a Deus, para Deus revelar a Daniel, o se convicado deste sonho, o que era o sonho! E depois, Deus revelaria, então, Daniel diria isso ao Rei. Então, ele recebeu esta autorização, e então explica-se aqui o significado deste sonho. Deste sonho. E vê-se, então, a história do sonho, nos versículos 36.

Na verdade, o sonho é explicado aqui, no versículo 31 a 35, deixe-me ler isso, o Tuor, o Rei, estava vendo, e é aqui uma grande estátua. Esta, o que era imensa, extraordinário esplendor, estava em pé, deante-te, e a sua aparência era terrível.

A cabeça era de fino ouro, o peito e braços de prata, o vento e os quadris de bronze, as pernas de ferro, os pés em parte ferro e em parte barro. E quando estávamos olhando, uma pedra foi cortada sem auxílio e de mãos, feriu a estátua nos pés de ferro e de barro, e os esmiuçou. E vence então que é uma estátua, que é uma continuidade da estátua de cabeça até os pés. É a mesma estátua, não é uma estátua, e depois os pés aqui é de outra estátua diferente. É a mesma estátua, é uma continuidade, e preciso é importante entendermos a identidade desta estátua para saber quem são os pés, particularmente os 10 dedos dos pés.

Ora, sabemos que a cabeça do ouro é a babilônia, que é bem descrito, e aqui na Bíblia. Sabemos que é isso, que é o reino da babilônia e a religião babilónica. Sabemos que o peito dos braços da prata são os médis e os péssas, que a Té Daniel viveu durante esse período. Depois disso, o ventre dos quadris foi a Grécia, de bronze, a Grécia, debaixo de Alexandro Grande, um estudante de Aristóteles, engoliu todos os outros reinos anteriores.

A cultura grega, mantive-se, depois de Alexandre falecer, por quatro generais, e por isso é que fala acerca da divisão de quatro generais, mas depois dois desses quatro, digamos assim, foram engolidos pelos outros, e sobrou simplesmente dois. Um, que era o do norte, Celeuco, e o outro do sul, que é Potloméu, o Egito. E isso é descrito em Daniel 11. E como eu me ensinei um cadinho há pouco, disse que descrevemos bem claramente neste guia de estudo, particularmente na página 25, à volta disso, começando na página 25, exatamente o significado desses dois reinos, e como, digamos assim, a profecia de Daniel 11, talvez seja uma das profecias mais longas da Bíblia.

Sabemos que Roma engoliu, digamos assim, os reinos prévios, mas a religião e a cultura mantevesse desde a Babilônia e através da Grécia. Esta religião Babilônia, que foi mudada ou alterada, foi sincretizada com algumas ideias gregas, ideologias gregas, mas a base disso, foi, se mantevesse. E por isso há uma continuidade da cabeça através do peito ao vento e quadris, que foi a Grécia. Depois disso se vieram as pernas, que se vê aí, que fala aí as pernas do versículo 23, mas também no versículo 40, que diz o quarto reinos, será forte como ferro.

Pois o ferro a tudo quebra e esmiúça. Como o ferro quebra todas as coisas assim, ele fará em pedaços e esmiúça. Essas pernas de ferro são duas pernas, que é o sistema romano, e é referido como uma idade de ferro. E então esse forçou a paz romana, até Augusto, por cerca de 500 anos. Houve esta paz romana, mas foi uma paz dura.

Essa paz romana, vê se isso que era descrito, por exemplo, em Atos 19, que é o período em que Paulo foi em Fésios, e vê se ia Diana, a deusa, que era a deusa romana, mas simplesmente era a deusa grega, hórtemas, que originalmente tinha vindo de Babilônia, e a filha de Zeus. Depois, esse sistema romano recebeu uma doença mortal, uma chaga mortal, mas depois essa chaga mortal, digamos assim, foi curada.

E então foi curada, como lembro-se, na Apocalipse XIII, em 476, através da restauração imperial de Roma, por justínio em 554. Por isso teve uma chaga, o Império Romano teve uma chaga mortal, em 476, mas foi, digamos assim, ressuscitada, restaurada, pela restauração imperial, em 554. Isso então, sincretizou esse paganismo com o cristianismo, através do governo da igreja, que controlou essa restauração imperial do Império Romano, a qual será ressuscitada finalmente, através do significado dos pés, como lemos no versículo 41.

Quando, ao que vista os pés e os dedos dos pés, os artelhos, em parte ferro e o leiro, e em parte ferro será esse um rei-individido, haverá nele uma grande coisa de frimeza de ferro, pois que visto o ferro misturado com o barro de lodo. E depois diz assim, no versículo 44, nos dias desses reis, destes 10 reis, destes dedos de pés, como vemos no outras profecias, e eu já dei vários sermões acerca de quem é a besta, a explicar este assunto em maior detalhe, mas esta besta que representa este Império Romano restaurado, que é uma continuação, uma restoração, uma ressurreição final deste Império Romano, que será uma continuidade do que começou com a cabeça, com a cabeça sendo o Babilônia, através dos péssas, através da igreja, através da Roma, através da restoração imperial debaixo da Igreja Católica, que governou essa restoração e que vai ser restaurado uma vez mais representando os dedos dos pés.

E por isso vemos que estes dedos dos pés que representa a besta, a vira, que se lê na Apocalipse 17, que subirá do mar, porque o mirar, o mar representa uma turbulência e as dificuldades políticas e lutas e guerras das pessoas revoltas, e dessas revoltas do povo, vai subir um líder que vai transformar uma Europa democrática para uma Europa autocrática de dez nações, que será depois também controlada pela mesma Igreja.

E por isso há uma continuidade, e por isso é importante entendermos que há uma continuidade. E por isso pessoas dizem por que é que a besta vai ser na Europa e vai ser controlada por uma mulher.

Porque é o que a Bíblia diz e mas quem é a besta, quem é este grupo de dez nações? Vemos por causa da continuidade, da estátua de Daniel 2, que representa a Europa uma restauração romana, de baixo da Igreja romana, digamos assim.

E por isso, esta deceção babilónica, que começou por babilónia e que veio pelos persas e pela Grécia e pela Rão, Roma, que começou, como disse, pela cabeça do Oro. O Oro representando uma capacidade de durar estas ideias, estas religiões falsas, estes deuses falsos, duraram, embora sincretizados agora com o cristianismo, este sistema, esta deceção, esta religião falsa continua através desta estátua. Através desta estátua.

E por isso, esta continuidade nos ajuda a entender quem são os 10 dedos dos pés desta estátua. Porque vemos que, nos dias destes reis, no versículo 44 de Daniel 2, diz, nos dias destes reis, o Deus do céu susciterá um reino que não será mais destruído. Por isso, estes reis são no tempo do fim, estes 10 reis, que representam os 10 reis que estão ao poder abesta, o Deus do céu susciterá um reino que não será mais destruído. Deus, então, vai trazer o reino de Deus para a Terra.

Como? Quando os Cristo volta para a Terra, como rei dos reis e Senhor dos Senhores, para estabelecer o reino de Deus na Terra, que vai ser governado pelas primícias, que são o Israel espiritual, e depois vai governar através do Israel físico, para assim dar paz ao mundo inteiro. Diz assim, este reino não passará para o outro povo. Este reino de Deus não vai passar por mais eleições e passar de uma pessoa para o outro não. As primícias, os santos do Senhor vão receber este reino e vão governar para sempre. Como diz assim, este mesmo subsistirá para sempre.

Como viste que do monte foi cortada uma pedra sem auxílio de mãos e destruiu esta estátua, esta pedra, esta rocha que representa Jesus Cristo, Ele vem e vai destruir esta estátua mundial. E por isso, queres irmãos, isto é importante para entendermos este cabra-cabeças político e internacional, que os 10 dedos dos pés de Daniel 2 são a besta, são as dez nações que vão governar na área europeia, que vai ser o reciclado romano, império romano, que também representa o Reino do Norte, que vai existir. Por outro lado, vai ser atacado pelo Reino do Sul e, como vimos, houve, durante a idade, durante os anos do primeiro milênio, houve esta invasão da Europa do Sul, muçulmana, do islão, e isto vai acontecer de novo.

Vai haver este puxar, este esmarrar, tentar atacar a Europa. E isso, então, precisamos entender quem são esse povo, quem é o Reino do Sul. Precisamos entender também quem são Israel e quem é a Judá, para ver que essas nações é que vão ser atacadas pela besta.

Vai ser o tempo do problema e das dificuldades de Jacó. Querias Irmãos, este é o tronco da arve. Esta é a grande gravura do plano internacional. E é preciso a ajuda desta estátua de Daniel 2 para nos dar esta, digamos assim, gravura grande, este quadro principal do que vai acontecer.

Querias Irmãos, vejemos, então, entendendo isto, o que Pedro diz em 2 Pedro 3.

Vamos começar a ler do versículo 10. 2 Pedro 3. Virá entretanto como ladrão o dia do Senhor. O dia em que Deus, através de Jesus Cristo, vai intervir no mundo e vai resolver estes problemas todos. Quando aquela pedra vai atingir a estátua e destruir isto tudo. Essa é o dia do Senhor. O dia do Senhor, digamos assim, está em capçular vários eventos. Podemos ver o dia do Senhor como aquele período antes da vinda de Cristo por, digamos assim, um ano, ao fim dos três anos e meio, o ano final dos três anos e meio da grande tribulação, esse representando o dia do Senhor, a dia da ira do Senhor.

Mas o dia do Senhor também inclui quando o Senhor está a governar na Terra por mil anos, porque um dia é como um é mil anos. E também inclui a parte depois disso, quando vai haver o julgamento do Trono Branco, e quando, então, Deus vai entregar o reino ao Pai, ao fim do julgamento do Trono Branco, toda a Terra, toda a Terra vai ser queimada. Por isso, o dia do Senhor está a encapsular vários eventos. Sim, o dia do Senhor é Aquelano, antes da vinda de Cristo.

Sim, o dia do Senhor é também este período inteiro em que o Senhor está a intervir nas situações mundiais para resolver tudo e entregar o reino ao Pai. Por isso é que vejam aqui, continuando a ler. No versículo 8 diz assim, Há-todavia uma coisa, Amados, que não deve esquecer, que para o Senhor um dia com milanos e milanos como um dia. Vai ser como um milênio, ou mais do milênio, ou seja, ou este período do dia do Senhor. Não retarda o Senhor a Sua promessa, como alguns, o Juga de Murada. Pelo contrário, Ele era um ganhimo para conosco, não creando que ninguém pareça.

Isto é, Deus é longanimo, é paciente, porque quer que muitas e mais e mais pessoas se arrependam e que venham a ser filhos e filhas dele no reino dele. Senão que todos chegam ao arrependimento, isto é, que todos se arrependam para que todos chegam a receber a promessa da vida eterna no reino de Deus. Virá, entretanto, como o ladrão, o Dio do Senhor, no qual os céus passarão como estrepitosos trondo e os alimentos se desfarrão abrazados. Também a Terra, as obras que realizam, serão atingidas.

Por isso o Dio do Senhor representa desde o dia da ira do Senhor, que é um ano antes da Vina de Cristo, através do período que Ele vem do milenio, por com dia como milanos, mas também o julgamento de trono branco, branco e o que acaba ao fim do julgamento de trono branco, quando tudo, diz assim, os céus passarão como estrepitosos trondo e os alimentos se desfarrão abrazados. Este período todo, o Dio do Senhor encapsula estas coisas todas, estes eventos todos. Visto que, versículo 11, que todas estas coisas já não serão assim desfeitas, deveria ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade.

Como eu disse há pouco, nós precisamos de ter uma visão profética e seja bem equilibrada, entendendo quem é esta gravura, entendendo esta gravura, entendendo o que está acontecendo, entendendo o plano de salvação de Deus religioso, entendendo o plano de salvação de Deus através das nações. Tão religioso os dias santos, das nações através, digamos assim, da estátua de Daniel 2, que dá este quadro principal, que depois os detalhes são preenchidos em muitas outras escrituras. Mas tudo a pôr esta gravura completa neste cabra-capessas profético.

Mas o ponto final aqui, o ponto final aqui, não é só para nos motivar a discernir o tempo, não é só para nos motivar a ter um entendimento profético bem equilibrado, mas é para nos motivar a ter uma condução santa na nossa vida, a sermos piedosos e isto é sermos como Deus é. E por isso é que diz aqui, ao fim do versículo 11, visto que estas coisas já onde ser assim desfeitas, deveis ser tais como os que vivem em santo procedimento e piedade.

Esperando e apressando a via do dia de Deus por causa do qual os céus incendiados serão desfeitos e os elementos abrazados se derrerem. E por isso que, irmão, sabemos que temos pouco tempo. Sabemos e entendemos o plano por causa do sábado e dos dias santos. Sabemos a entendida de Israel. Sabemos a entendida das duas mulheres que há dois caminhos que precisamos escolher e entendemos a continuidade dos reinos gentios através da estátua de Daniel 2.

E por isso, entendendo isso, continuando então, queridos irmãos, no versículo 17. Vós pois amados. Estou a ler, de segundo Pedro, capítulo 3, versículo 17. Vós pois amados, prevenidos como estáis de ante-mão. A Cautelávos não suceda que arrastados pelo erro desses insubordinados. Pessoas que têm suas ideias, suas... E queridos irmãos, agora vivemos num período em que pessoas vão fabricar ideias que vocês não imaginam. Vão fabricar coisas que vocês dizem, não, não, não, não é que isto vem. Queridos irmãos, precisamos estar bem encaixados na grande visão do plano de salvação de Deus religioso e no plano de Deus que Deus tem para as nações até o reino de Deus.

Queridos irmãos, precisamos estar bem encaixados nisso. Precisamos entender isso bem. Pois não sejam arrastados pelo erro desses insubordinados. Descaias da vossa própria firmeza. Porque muitos vão para enganar. Muitos virão para enganar. E se possível enganarão até os próprios eleitos. Por isso, irmãos, imploro, rogo a vocês. Mantenham-se firmes no plano de salvação e no entendimento do plano que Deus tem para as nações. Queridos irmãos, e por isso, por isso, sejam motivados a um crescimento em piedade e em condução santa na nossa vida.

Isto é, como diz no versículo 18, diz assim, crescei na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Cresçam na graça e no conhecimento de Jesus Cristo.

Isto é, tenham a entender o que é Jesus Cristo. Como ele vive, como ele vive, para ele poder viver dentro de vocês para ter esta maneira de ser e ter este poder, para vivermos esta força, esta coragem, que só vem através do poder de Deus, que é Cristo viver em nós e o Pai viver em nós através do Espírito Santo que está em nós.

Crescermãos, nós precisamos de crescer nesta graça, nesta gentileza, nesta bondade, neste querinho, neste amor, de uns para os outros e no conhecimento de Jesus Cristo, de quem ele é, como ele se conduz, como ele quer que nós nos conduzimos, nos conduzamos.

E ele, seja a glória, tanto agora, como no dia interno. Crescermãos, lembrem-se que Deus está a treinar filhos e filhas de Ele. Você e Ele somos parte deste treino. Temos que responder a este treino, temos que praticar, temos que viver, mas lembrem-se que Deus vai cuidar e proteger os Seus filhos, como qualquer Pai protege os Seus filhos. E por isso, não percam esperança. Mantenham-se firmes na esperança que Deus nos dá, porque temos um grande golo, um grande objetivo, uma grande meta, que é a vida eterna, no reino de Deus, eternamente.

Cerca de um terço da Bíblia é profecia. Mas Deus a pôs um pouco aqui - um pouco acolá - como se fosse um grande puzzle. Porquê?

Para os que ouvem o Senhor entenderem - mas também para os que não ouvem o Senhor não consigam decifrar este quebra-cabeças da profecia.

Como ouvimos o Senhor? Quando o ouvimos fazemos o que Ele quer que nós façamos. Precisamos de ser obedientes e fazer o que é agradável a Deus (1 João 3:22).  

Quando ouvimos o Senhor, estamos a andar na luz, somos filhos Dele, e Ele nos protege e ressuscitará. O Plano de Deus é de ter filhos no Reino Dele.

A profecia é a revelação de Deus de como Ele vai realizar o Seu Plano. 

Este sermão põe este Plano numa perspectiva correta e descreve como Daniel 2 nos dá um quadro importante para entendermos o Seu Plano em relação às nações até à vinda de Jesus Cristo.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).