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O mundo está em situações muito difíceis. Esta semana, vimos-se mais ataques na Europa, de terrorismo, de radicais, causando grandes preocupações em várias pessoas. Queres irmãos, nós temos um artigo na última Boa Nova, de Março Abril, intitulado A Europa em uma encruzilhada. E isso vê algumas deusões dos problemas que estão-se a desenrolar agora na Europa. Esses problemas, infelizmente, vão-se tornar piores até à vinda de Jesus Cristo para salvar este mundo. Jesus Cristo virá uma segunda vez para salvar o mundo.
Ele veio pela primeira vez e nessa vez os judeus pensavam que Jesus Cristo, que o Messias, podia salvar a nação israelita, mas não entendiam que tinha que vir uma primeira vez como cordeiro de Deus. Nós lemos quando os israelites saíram do Egito, lemos num outro sermão, mas quero pegar nesse mesmo ponto que peguei no outro sermão, começar desse mesmo ponto. Lemos em Exodus 12, que então Deus, o Senhor, disse a Moisés e a Arão, na terra do Egito, desse aqui no versículo 2.
Este mês será o principal dos meses, será o primeiro mês do ano. Já tinha um calendário, nesse momento Deus disse este é o primeiro mês e então aí nesse mês foi instituído a cerimônia da Páscoa. Aos israelitas que nesse momento não entendiam, mas essa instituição da Páscoa, no Exodus 12, foi instituído antes do convênio do acordo do antigo testamento no mundo de Sinai. Isso foi uns 50 dias depois, na verdade mais do que 50 dias depois, mas digamos assim, 50 tal dias depois.
Isso foi o Pentecostes, que foi nesse dia em que a lei foi dada no mundo de Sinai. Mas vence aqui, continuando a ler no versículo 3, diz assim, Falaia a toda a condenação de Israel dizendo, ao 10 deste mês, cada um tomará para si um cordeiro.
Segundo a casa dos pais, um cordeiro para cada família e depois diz que será uma quantidade correta se a família for pequena, que se junta com outra família para terem um cordeiro para compartilhar, ainda digamos assim, for pequena, então convidará a ele o seu vizinho mais próximo conforme o número das pessoas, conforme cada um puder comer, por aí calcularmos quantos pais tem para o cordeiro. No versículo 5, diz então um ponto muito importante, diz-se que o cordeiro será sem defeito.
Macho de um ano, podréis tomar um cordeiro a um cabrito e o guardarei até o décimo quartinho do mês. Por isso, esse cordeiro foi selecionado, foi separado no décimo dia do mês. Era um cordeiro que não tinha defeito, não tinha mácula, não tinha nada imprefeito com ele. E esse cordeiro, como sabemos, representa Jesus Cristo. É interessante ler na Bíblia esse dia, o dia 10 de Nissan, quando eles tomaram para si um cordeiro sem defeito. Vigemos no dia 10 de Nissan, quando Jesus Cristo foi separado, escolhido como o cordeiro pascal, espiritual, e isso se descreve em Mateus 21.
Venham comigo, se faça a vôr, a Mateus 21. E Mateus 21 era o que Jesus aproximava de Jerusalem, e chegou a Beth Fajé, ao Monte Oliveiras. Então, disse, vão à aldeia que está diante de vós, e acharás uma jumenta e com ela um jumentinho. Desprendei-a e tragam a mim a jumenta e o jumentinho. Esse alguém me disse algo, e respondei que o Senhor precisa deles, e logo os enviará. Ora isso aconteceu, que para se cumprir, o que foi dito por intermédio do profeta, dissei, é a filha de Siam, a filha de Siam. Eis aí, te vem o teu rei, o milde, o manso, montado em jumento, no jumentinho, cria de animal de carga.
Este pequeno jumentinho, que foi com a mãe, e este jumentinho foi montando nesse jumentinho, que Jesus Cristo então, do Seu do Monte Oliveiras, entrou na porta oriental do complexo onde estava o templo, de aquela área, que representa, não só durante a primeira vinda que ele fará esse caminho, ou fez essa rota, digamos assim, então esse entrou assim por esse lado, mas também na sua segunda vinda ele virá do Monte Oliveiras e depois virá para o templo, usando esse mesmo roteiro, digamos assim.
Esta secção aqui, onde diz, éis aí que vem o teu rei, o milde, montado em jumento, no jumentinho cria de animal de carga, é uma porcinha em Zacarias, capítulo 9. Então mantenha uma marca aí em Mateus 21, mas vamos observar então Zacarias, Zacarias, capítulo 9. Zacarias, capítulo 9 e vamos ler a ver o versículo 9 e 10 e 11. Alegra-te muito ao Filha de Siam, não é Siam, mas é Filha de Siam que representa aqui a Igreja de Deus.
Resulta ao Filha de Jerusalém. Eis aí que vem o teu rei justo e salvador. Quando eu digo que é a Filha de Siam, que espiritualmente representa a Igreja de Deus, mas fisicamente são os descendentes de muitos anos depois das pessoas que vivem nessa área, está claro. E diz assim, ao Filha de Jerusalém, Eis aí que vem o teu rei justo e salvador. O milde montado em jumento, num jumentinho, cria de jumenta.
Então foi esta profecia que diz que o teu rei viria montado num jumento. Seria estar claro na primeira vinda. Porque na segunda vinda virá então num cavalo, o branco espiritual, como lemos em Apocalipse 9, mas seguirá esse mesmo roteiro. Para o século X, destruirei os carros de Ephraim e os carros de Jerusalém e o arco de guerra será destruído. Agora está a falar da segunda vinda. Por ver-se aqui uma profecia que tem significado duplo. Na primeira vinda veio montado num jumentinho. Na segunda vida virá e destruirá os carros de Ephraim, os cavalos de Jerusalém e o arco de guerra será destruído.
Ele anunciará paz às nações. Sim, na sua primeira vinda anunciará paz. E na segunda vinda o seu domínio se estenderá, este domínio que é o reino de Deus. Quando se inscreve-se para a Terra, vai estabelecer o reino de Deus na Terra. E este domínio se estenderá de mar a mar e desde o Ephraim até as extremidades da Terra. Quanto a ti, Sion, por causa do sangue da tua aliança, tirei os teus cativos da cova, em que não havia água. Quanto a ti, Sion, aos israelitas físicos, tirei os teus cativos da cova, em que não havia água. Simbolicamente, muito possivelmente, estamos a referir, que serão libertados desta grande cova que vai acontecer antes da vinda de Cristo.
Ver por causa dos problemas todos que existem hoje em dia, que serão parte do resultado desta grande tribulação que vai acontecer. E se não fosse por causa dos eleitos, ninguém seria salvo. Quando os Cristo vier pela segunda vez, vai trazer paz e tirar os cativos desta cova em que vão estar neste problema que não podem sair, em que não há água, não há praticamente fisicamente falando esperança. A única esperança é a vinda de Cristo. E por isso Cris Irmãos continuando, então, em Mateus 21. Te estava a ler no versículo 5.
Agora vamos ler um bocadinho mais adiante no versículo 8. A maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho e outros cortavam ramos da árvores espalhando-os pela estrada. Aqui ve-se o que o mundo chama este dia de palmas, que eram sábado. Era um sábado. Foi no dia 10 de Nissan. Vê-se que depois um bocadinho mais adiante diz que ele pronetou, pronetou, que seria então no dia seguinte, no dia 11. Várias coisas são descritas no dia 11, em Mateus 22, 23 e 24. E depois diz que daqui a mais dois dias depois, então é a páscoa. Porque mais dias depois, seria o 12 e o 13 e a páscoa, então, depois desses dias era no dia 14. Vê-se que claramente, que foi nesse sábado e ve-se também que nesse sábado ele efetuou várias curas no templo como Jesus Cristo era o costume dele no sábado curar pessoas. Porque o sábado representa espiritualmente o mundo da manhã, quando o rei de Deus vai curar as doenças deste mundo. E por isso, ve-se aqui que no versículo 8, a maior parte da multidão estendeu as suas vestes pelo caminho e outros cortavam ramajá-los. O que é que eles estavam a fazer efetivamente? O que é que eles estavam a fazer? Tavam a aceitar Jesus Cristo como rei. E na altura deste dia, que era o dia 10 de Nissan, que era o messias que tinha que morrer pelo povo e estavam a aceitá-lo como o cordeiro do Senhor, que foi aceito no dia 10 de Nissan, como lemos em Exodus 12, cumprindo essa profecia. E por isso este foi um sábado, no dia 10 de Nissan, porque, como sabemos, o dia 14 foi numa quarta-feira. E, então, vamos vermos este roteiro que ele seguiu quando vinha esta, estes multidões, assim, no versículo 9, estes multidões, tantos que procediam, como os que seguiam, quelamavam a Osana ao filho de David, bendito o que vem em nome do Senhor, a Osana, nas maiores alturas. Tavam a aceitá-lo, a declará-lo como o filho de David, como o messias. E, entrando-o em Jerússam, toda a cidade salvou o sol e perguntaram quem este. E multidões quelamavam, este é o profeta Jesus, o Salvador de Masaré, da Galileia. O aceitaram como o cordeiro bascal, aceito como foi perdido profeticamente no dia 10 de Nençã. Vigemos, mantenham aqui uma marcação no Mateus 21, vejam aqui esta mesma roteiro, que Jesus seguirá durante a segunda vinda, que está em Isaías 62, Isaías 62, começando no versículo 10. Diz assim, Passai, Passai pelas portas, preparai o caminho ao povo, a terraia, a estrada, limpaia das pedras, arvorai, bandeira aos povos, aos povos. Bandeira aos povos, Jesus Cristo, simbolicamente montado neste jumentinho, representava como se uma bandeira, que o jumentinho estava a levar aos povos. Eis que o Senhor fez ouvir até as termidades da terra estas palavras. E, queris irmãos, é o que está a acontecer. E dizem a filha de Siam. Digam a Igreja de Deus. A filha de Siam não é Siam, não é aos israelitas físicos, mas a filha de Siam representando os israelitas espirituais, gentios ou não. Eis que vem o teu Salvador. Vem com ele a sua recompensa e está aqui a demonstrar quando Jesus Cristo virá, por esse caminho, pelo mesmo roteiro do Monte Oliveiras, para o complexo do templo ali, entrando pela porta oriental. Dizem, vem ele com sua recompensa. E, diante dele, o seu galardão, chamar-vos-ão. A voz, isto é, a filha de Siam, chamar-vos-ão. Povo Santo. Povo Santo. Remidos do Senhor. E tu, Siam, será chamada, procurada, cidade não deserta.
Os verdadeiros cristãos, neste momento, ressuscitados, serão o povo Santo, remidos do Senhor. Terão sido comparados, ressuscitados a viver com Jesus Cristo, a viver no reino de Deus, governando, neste reino que estará a governar sobre os habitantes da Terra. Continuando, então, a lerem em Mateus 21, onde estávamos há pouco, no versículo 12, tendo Jesus entrado no templo, expulsou todos que ali vendiam e compravam, também derribou as mesas dos cambistas e as cadeiras, dos que vendiam bombas. Vê-se aqui que, simbolicamente, quando Jesus Cristo vem, pela segunda vez, vai limpar as coisas deste mundo, vai ser a sua obra, e disse-lhe, está escrito, a minha casa será chamada Casa da Oração. Vós porém a transformais, em covil de salteadores. Vieram a Ele, no templo, cegos e coxos, e Ele os crou, como disse isto, era um sábado. Mas vendo os principais sacerdotes e os cribas maravilhas que Jesus fazia, e os próprios criancinhos, os meninos, clamando, alzana ao filho da vida, indignaram-se e perguntaram, ovos o que estas estão dizendo? Os responderam-lhe Jesus. Sim, nunca lestes, da boca de pequeninos e crianças, de peito, tiraste perfeito louvor. Estas criancinhas estavam a andar, perfeito louvor. E deixando-os sair da cidade para a Britânia, onde preneitou. Para o seguinte e depois as outras coisas, como disse, continua. O ponto aqui é que Jesus Cristo foi este cordeiro pascal. Foi escolhido neste dia 10. Não tinha mácula.
Era o cordeiro de Deus. E nós, como cristãos, sabemos que devemos seguir a Cristo. Ele disse, sigam-me. Temos que imitar a Cristo. Temos que fazer como Ele fez. Por exemplo, durante a celebração da Pascua, Ele fez o lava-pege e disse aos irmãos, tal como eu vi, vocês façam. O que é servir, o ato servir, o ato ser um servente para outros. Façam a mesma coisa. Tejam a mesma atitude. E, conforme vemos aqui, nós não somos sem mácula. Nós não somos sem defeito. Mas temos que vir a ser. Por Jesus Cristo, e cedo perfeitos. Temos que vir a ser perfeitos. E, Cristo e irmãos, imediatamente após da Pascua, celebramos os sete dias dos pães asmos. Esses dias foram estabelecidos, como lém em Exodus 12, como saem na s. 15-20, azer por sete dias. Não trais pão com fermento, como trais pão sem fermento. E isto é pães asmos, como trais pães asmos. Por esse sete dias. E o que é sete? Por que é sete? Porque sete simboliza completo, completamente. E o que representa sem fermento? Sem fermento representa simbolicamente, está claro, durante este período, simbolicamente representa, tirarmos os pecados da nossa vida, completamente. Por que? Para imitarmos a Cristo, para virmos a ser como Ele é, para não termos mácula, para não termos defeito, sintemos, somos imperfeitos. Mas temos esta meta, este objetivo, temos esta perseverança, a tentar continuamente a vencer e nos queremos ser completamente sem pecado. E está claro que reconecemos que não podemos fazer por nós próprios, precisamos da ajuda do poder de Deus, da força de Deus, do Espírito Santo de Deus, que Ele nos dá. Só um espírito. E por isso, queris irmãos, sabemos que não podemos fazer por nós próprios, mas temos que tirar o pecado da nossa vida, completamente. O simbolismo do fermento é um simbolismo muito, muito intersanto, porque o fermento se esconde a partículas ou partes, ou componentes de fermento no ar.
E se você deixar pão, assim, ao ar, que não tenha fermento, ao fim de certos dias, começará a fermentar, porque há um certo fermento no ar, no próprio ar.
Por isso, este fermento que existe no ar, é simbólico também, que há fermento à nossa volta, pecado à nossa volta. Queris irmãos, isto é simplesmente um simbolismo, durante os dias de espenzaresmos, para nos dar uma lembrança física, para nos ajudar a entender um bocadinho, melhor uma lição espiritual. E a lição espiritual aprendemos que este pecado se esconde.
Se Deus nos tivesse dado, como eu já disse, várias vezes, mas se Deus nos tivesse dado os dias, em vez de ser os dias de espenzaresmos, se nos tivesse dado os dias de não comermos bananas, seria muito fácil tirar as bananas da nossa casa. Os dias sem bananas.
Mas os dias sem fermento, o fermento se esconde em quase tudo. E por isso, precisamos de olhar com cuidado ao significado deste fermento, que representa pecado. Mas há uma fonte. Díamos assim um ponto central, que é uma das grandes causas de pecado. E essa é a arrogância. O ato de sermos arrogantes, de sermos ostentosos, este ato, esta arrogância que existe em nós. Vejam comigo se faz favor em 1 Coríntios capítulo 5.
Vamos ler no versículo 6. Lembrem-se que, estou a falar, precisamos, perdão, de imitar a Jesus Cristo. Precisamos de nos tornar como Ele é. Precisamos de se vir a ser perfeitos como Ele é.
E para virmos a ser perfeitos, temos que tirar o fermento espiritual, representado como fermento durante os dias de espanhas-armos, temos que tirar este fermento espiritual da nossa vida. E um dos pontos principais, importantes, centrais, de causa de fermento, é a arrogância. Vejam comigo, em 1 Coríntios capítulo 5, versículo 6, e diz assim, não é boa a vossa ejectância, não é boa a vossa vaidado, vossa orgulho, a vossa... subérba. Esta ostentação. Isso não é bom.
Não sabéis que um pouco de fermento, levada à massa toda, um pouco de fermento, afeta a massa inteira.
Querias irmãos, o que é esta ejectância? E a que está a ver, é esta, digamos assim, este orgulho excessivo, é esta possuição ou exibição de algo orgulhosamente.
Ou poderia-se dizer também, vocês falarem com esta excessiva maneira orgulhosa, não é bom. Porque um bocadinho de orgulho, um bocadinho desta atitude altiveis, desta atitude subérba, não é bom. E afeta o grupo todo.
Afeta a congregação inteira. Afeta a convivência, se temos um bocadinho de orgulho e entra uma outra pessoa, está a afetar a convivência. Continuando então no versículo 7. Lançar fora o velho fermento.
Este velho fermento, esta ejectância, esta orgulho, esta altiveis, esta ostentação, temos que deitar este velho fermento fora, para que sejam nova massa, para que sejam uma nova pessoa, um novo eu, sem orgulho. Como sois de facto sem fermento. Por que eram de facto sem fermento? Porque estavam aqui a falar de esta séria durante os dias despensásmos. E por isso estavam sem fermento. Pois também, Cristo, nosso cordeiro pascal, foi emulado. Sem defeito, mas foi emulado. Por isso, celebremos a festa. Qual festa? A festa de despensásmos. Não com o velho fermento, este fermento de altiveis, da arrogância, da ostentação, de orgulho, nem com o fermento de pensar mal, isto é, maldade, ou fazer mal, que é malícia. Mas sim, com os asmos. Isto é, mas sim, sem fermento. Os asmos de sinceridade e da verdade. Para sermos sinceros e sermos verdadeiros. Queridos irmãos, temos que tirar para fora, este inchaço, este altiveis, este orgulho, que nos faz levantar e ser mais importantes. Mas não somos mais importantes. Precisamos tirar este orgulho para fora. Este orgulho acerca de mim. Eu, eu, cuidado para a vida, cuidado para mim mesmo. Não estou a dizer que não nos cuidamos, nós próprios, mas é este excessivo, cuidado, este excessivo maneira de ver as coisas. Esta coisa que eu é que sou importante, a minha ideia é que conta, é da maneira que eu penso, é que conta. E isso conduz à arrogância. Só sabemos usar palavras como se fôssemos muito humildes. Mas por dentro temos frutos que demonstram claramente que somos arrogantes e isso temos que mudar. Crisis irmãos, isso é bocado. Isso é o pecado. Foi um dos pecados satanás que quis tomar a posição de Deus, pensando que era melhor que Deus. Por isso, crisis irmãos, o fermento simbolicamente durante este período representa esta arrogância, esta maldade, esta malícia, esta falta de sinceridade, e esta falta de verdade. Mas isso se esconde. Se esconde. E como é que se esconde? Quando uma coisa se esconde, é porque não podemos ver, não podemos encontrar. Mas se esconde de nós, se esconde de si e de mim. O que estou a dizer é que, porque se esconde de nós, nós não vemos. Nós não vemos este pecado que temos. Nós não entendemos esta arrogância que temos num certo tema, ou numa certa maneira de ver certas coisas. Mas, ao fim de contas, a raiz é esta altívesa, esta arrogância. Nós não vemos. Eu posso estar aqui a pregar, vocês podem estar a ir o ver, vocês são cristãos e não veem a vocês próprios, porque este pecado está com escondido da vossa cara. E você diz, ainda bem que não é, sou eu. O problema é que somos nós. O problema é que sou eu e somos todos nós. Por isso não tem já zero, eu não sou um destes. Porque eu estou a falar a mim mesmo, estou a falar a todos nós. Eu não tenho que analisar e examinar e juar e pedir a Deus para tirar este pecado que se esconde em mim, que eu não vejo. E você é preciso fazer o mesmo, desjuar e pedir a Deus para abrir os seus olhos, para ver este pecado em você, que você não entende, que você pensa que sabe melhor.
Querias irmãos, como é que isto se esconde em nós? Se esconde em nós, porque nós não reconhecemos completamente o que nosso coração é.
As sociedades psicologistas ensinam neste mundo que o coração humano, as pessoas são basicamente boas. Oh, todas as pessoas são muito boas. Oh, são tão boas. Parece aqueles crimes que vemos em Bruxelas e coisas assim, as pessoas são tão boas, não é? Não são. Está claro que são uns exigeiros, mas o ponto é que as pessoas não são boas. Temos que nos analisar a nós próprios. Temos que analisar a nós próprios. Temos que a ver o que nós de facto somos, porque a verdade é que não vemos a nós próprios. Não vemos a nós próprios.
Vejam em Romanos 8.
V.7 O pendor da carne é enimizada contra Deus, pois não está a sujeita à lei de Deus, nem mesmo pode estar.
A inclinação da carne da maneira que somos pessoas físicas é contra Deus. E não entendemos isto. Não entendemos isto.
Vocês, por exemplo, olhem para a história daqueles fariseus que disseram Cristo, porque olha, ele não lava com as mãos, não lava as mãos, não lava os ombros, e está a comer assim. Então, Jesus Cristo disse, não é o que vocês estão a comer, mas é o que sai da boca, porque vem do coração. Isso é que está a ofender a vocês. É o que sai do coração. O que é que sai do nosso coração?
Talvez vocês nem entendam que a cultura, a maneira que vocês cresceram, a sociedade em que cresceram, no país em que cresceram, por exemplo, na cidade em que cresceram, na área em que cresceram, essa cultura está a afetar a você.
Não estou a dizer que a cultura é má. Há pontos de cultura que são simplesmente, digamos assim, neutros.
Mas há certos pontos de cultura que são contra as leis de Deus, que são contra as práticas que Deus querem. Mas porque você vive e sempre cresceu e toda a pessoa ao lado e à sua volta está na mesma cultura, você nem vê, nem vê isso. E pensa que as outras pessoas, por exemplo, do Sul, ou as outras pessoas do Norte, ou as outras pessoas da outra cidade, é que têm um problema.
Porque têm outra cultura, então você começa a julgar estas pessoas de acordo com a sua cultura local, as suas ideias de como você pensa e as coisas devem ser.
Então você se torna, digamos assim, um caso de justiça própria e um caso de arrogante, na sua maneira de ver as coisas.
Temos que reconhecer e confrontar o nosso formento que temos aqui dentro, que é a parte da nossa karma.
Se você, se nós dizemos que o coração é basicamente bom, que as pessoas são basicamente boas, então não vemos o pecado. Porque leia comigo em Jeramias 17, se faz chegou-a. Jeramias 17, versículo 9.
O problema está aqui bem descrito, que o problema é o nosso coração que nos engana. E por não estar emganado a nós próprios, nós não vemos o que nos está emganar.
Enganoso é o coração de Jeramias 17, mais do que todas as coisas, desesperadamente corrupto, quem o conhecerá?
O seu coração, como o meu coração, diz aqui, é enganoso.
E por isso o pecado se esconde e nós não vemos.
Não nos vemos a nós próprios.
É desesperadamente doente.
Versículo 10. Eu, o Senhor, escodrinho o coração.
E Deus vê os corações.
Entende?
O que está a dizer é que você precisa fazer o mesmo. Você precisa escodrinar o seu próprio coração. Porque você não fizer isso, você não se examinar assim próprio, você não vai ver os seus próprios pecados, porque o seu coração os está a enganar. E este fermento está escondido dentro de si.
Oposto a outra maneira, ninguém consegue ver como somos maus. Não conseguimos ver o mal que somos, porque esta maldade em nós se esconde de nós próprios.
Por isso é que eu digo, precisamos nos arrepender, não só do que fizemos, mas precisamos nos arrepender do que somos.
O problema é que não sabemos bem o que somos, porque o nosso coração nos está a enganar. E por isso temos que pedir a Deus para nos ajudar. Vejam aqui em Romanos capítulo 7.
Paulo diz aqui, Romanos 7.
É a versículo 7. Que diremos pois? É a lei pecado? Não, não é a lei. Não pode nenhum. Eu não teria conhecido o pecado, se não por intermédio a lei, pois não teria eu conhecido a cabeça, se a lei não dissera, não a cabeça irá.
Não é o problema com a lei.
Mas é o pecado em nós. E por isso precisamos que a lei nos explique o que é o pecado para nós. Então usando essa definição, buscarmos dentro de nós, temos isto. Ou não. Usando uma lupa para magnificar e olhar para dentro, com um espelho, com uma lupa, analisar a nós próprios. E ver onde temos estas máculas, estas manchazinhas, mas que se tornam grandes. E por isso temos que confessar o nosso pecado, confessar a Deus, e se magoarmos outra pessoa, confessar a essa pessoa, pedir perdão a ela.
Temos que admitir, temos que admitir os nossos erros. Esse é o problema. Esse é o problema. Vejam aqui em Romanos capítulo 8, versículo 5. Romanos 8, versículo 5. Porque se inclinam para a carne, cogitam as coisas da carne. Mas o que se inclinam para o espírito, as coisas do espírito. O que é que nós estamos inclinados? O que é que nós estamos a pensar? E a fabricar desculpas?
Para sermos vistos por nós próprios, uma desculpa para nós próprios, para pensarmos que não é simplesmente uma coisa linda que Deus criou, por isso vamos usar isso. Mas Deus criou coisas lindas para serem usadas de maneiras corretas, não de maneiras incorretas. E por isso o pendor da carne dá para a morte. Esta inclinação da carne dá para a morte. Mas a inclinação para o espírito. Não estou a falar de uma pessoa, porque como estou a falar de inclinação para a carne, estou a falar desta atitude, desta maneira de ver as coisas, de uma maneira carnal, mas quando nós estamos inclinados para as coisas do espírito, desta, digamos, atitude, desta vibração, deste sentimento espiritual, então temos a vida e a paz.
Por isso o pendor da carne é animizado contra Deus. Esta inclinação para a carne é animizada contra Deus. Pois não está sujeito a ler Deus, nem pode estar. Por quando se estão na carne, não podem agradar a Deus. Vos porém não estáis na carne, mas no espírito, a vossoamento, os nossos pensamentos estão concentradas nas coisas de Deus, nas coisas limpas, na maneira de ser, de fazer, nas coisas espirituais, através de com a ajuda do poder do Espírito Santo, que nos dá esta força, nos dá esta energia, esta ajuda, o ajudador do Espírito Deus que temos, que nos ajuda. E por isso, quando temos esta mente, esta, eu não estou a dizer uma pessoa dentro de nós, estou a dizer esta mentalidade, esta atitude, esta maneira de ver as coisas, temos a mesma atitude, a mesma maneira de ver as coisas que Deus tem, que Jesus Cristo tem. E por isso, quanta vamos digamos assim, nesta frequência, nesta atitude, nesta vibração. Então, isto é vida e paz.
Vós porém não estáis na carne, mas no Espírito, se de facto o Espírito de Deus habita em vós. Se temos esta maneira de ver, de pensar, de ser, de nos conduzir, que vem através da ajuda do Espírito Deus, que está em nós, que é o Espírito de Deus. Diz assim, se alguém não tem este Espírito, se refere a que é o Espírito Cristo, é mesmo Espírito, é mesmo a atitude, é mesmo a vibração, é mesmo, estou a falar coisas espirituais, é difícil de explicar, é mesmo a maneira de ver as coisas, é mesmo o Espírito. É este Espírito a nós. Temos este Espírito, que é de Deus, que é de Cristo, que é esta maneira de ser. Temos este Espírito em nós. Está a escrever a lei de Deus em nós, no nosso coração, nos nossos mentes. É uma ferramenta espiritual, é uma força espiritual. E por isso, como dizem aqui, exporém, Cristo está em nós. Por Cristo está em nós, porque a maneira de ver de Ele, a maneira de ser, a maneira como Ele é, está em nós. Nos tem o exemplo, nós temos que seguir a Ele. E por isso, se está em nós, o corpo, na verdade, está morto por causa do pecado, porque nós não vamos seguir o pecado. Mas o Espírito é a vida por causa da justiça. Se habita em vós, o Espírito daquela que recitou a Jesus. O Espírito daquela que recitou a Jesus. Quem é que recitou a Jesus? Está claro, não foi Jesus, foi o Pai. E por isso, em bíter nós, habita em vós, o Espírito daquele que recitou a Jesus. Dentro dos mortos, esse Espírito habita em nós. Esse mesmo, que recitou a Cristo Jesus dentro dos mortos. Quem é que recitou a Jesus Cristo dentro dos mortos? Jesus Cristo estava morto? Foi o Pai. Esse mesmo, que recitou a Cristo Jesus dentro dos mortos. Viva e ficará também o vosso corpo mortal. Promeia do seu Espírito, que em vós habita. Eu sei que certas pessoas vão sentir zangadas por eu dizer isto, mas todo simplesmente é ler a Bíblia. Estou a ler a Bíblia. Está claro que sabemos. Sabemos que é Jesus Cristo que nos recita. Então, como é que é também? Dizem aqui que é o Pai que nos recita. É porque Jesus Cristo faz tudo como o Pai lhes diz para fazer. Jesus Cristo é o agente que fez tudo pelo Pai.
Por exemplo, o Pai é nosso Salvador, mas deu a ação, o ato de executar isso a Jesus Cristo. O Pai é nosso Criador, mas criou tudo por meio de Jesus Cristo. Através de Jesus Cristo, por exemplo, eu estou a educar os meus filhos, mas eu estou a educar através da minha mulher, e por isso posso dizer que foi a minha mulher que educou os meus filhos. Mas posso dizer eu também, porque somos nós, somos um corpo. Não estou a contradizer, mas trabalham juntos. E um está acima do outro. Este é a instrução, e o outro faz essa obra. E tem uma ferramenta espiritual, digamos assim, que a maneira de eles verem de pensar ainda na maneira, o poder deles, que é o Espírito Santo deus. Não sei como fazer mais claro que isto, porque, ao fim de contas, é uma coisa espiritual, e é difícil nós entendermos. Mas, queridos irmãos, precisamos de estar focados espiritualmente nas coisas do Espírito. Precisamos de olhar para nós próprios e ver, estou a viver, estou a evaluar, estou a analisar-me, a mim mesmo, para ser como o Espírito quer. Estou ou não estou? Estou ou não estou? Estou a analisar as minhas obras. E são obras da carne, ou são obras do Espírito? Paulo descreveu isso muito bem aos gálatas. Vejam aqui em comigo, se faz favor, gálatas de capítulo 5. Gálatas de capítulo 5. Diz assim, versículo 16. Digo porém, andai no Espírito. Andai no Espírito. Jamais satisfareis a concupiscência da carne. Porque a carne milita contra o Espírito e o Espírito contra a carne. Porque são postos entre si, para que não façais o Provento do Oro seja o vosso querer. Mas sãoções guiados pelo Espírito, não estáis debaixo da pena da lei. Que é a morte. Ora, as obras da carne são conhecidas e são, prostituição, impureza, lacívia, idolatria, feiticeiras, inimizadas, perfias, ciúmes, iras, discórdias, dissenções, facções, invejas, bebises, grotinarias e coisas semelhantes a estas e muitas outras. Paulo diz, a respeito às quais eu vos declaro, como já outra vus prevenir, que não herdarão o reino de Deus.
Os citais, coisas praticam, praticam. O verbo aqui é praticar. Às vezes temos pensamentos errados e temos que deitar fora, controlar as nossas mentes, porque os nossos corações nos enganam e temos que controlar. Mas o verbo aqui é praticar. Não podemos praticar, viver dessa maneira. Mas o fruto do Espírito, quando estamos no Espírito, porque estamos, como diz assim, a andar no Espírito, a andar na maneira que é a maneira de Deus, que é, digamos assim, a maneira que Deus pensa, a maneira que Ele vê as coisas, porque o Pai e o Filho estão completamente unidos, a unidade, porque a maneira de eles verem, a maneira de pensarem os motivos, as metas são iguais, estão completamente de acordo, são um. Como marido e mulher devem ser um. São um. E nós, eles têm esta maneira de ver as coisas, a maneira de pensar, e eles sequerem que nós tenhamos esta mesma maneira de pensar que esteja escrito nos nossos corações. Por este poder, por esta ferramenta espiritual, por esta água viva, por este fogo ardente. E diz assim, então, e este produce um fruto. Na nossa maneira de fazer coisas, na nossa maneira de viver, por um produce um fruto. E este fruto tem várias características. Tem amor H.P. para com o próximo. Tem alegria, tem paz, tem longa namidade, isto tem grande paciência, tem benignidade, tem uma certa gentileza, tem uma bondade, é fiel, tem uma fidelidade, tem uma mansidão, isto é, uma humildade e mansidão. E tem domínio próprio. Tem domínio próprio. Controla as nossas paixões, carnais, controla este enganoso coração. Domínio próprio. Contra estas coisas não há lei. Não há lei. E por isso, queridos irmãos, o que nós temos que fazer? Nós, queridos irmãos, temos que vencer. Temos que reconhecer o pecado. Temos que controlar. Temos que nos analisar. Temos que nos examinar. A ver se temos fermento espiritual. Maldade, malícia, arrogância. E estas coisas carnais, de que Paulo falou aqui em Galata 5. Temos isto em nós? Porque vocês sabem que o nosso coração é enganoso e nós não vemos em nós próprios. Talvez a sua esposa veja em você. Talvez você precisa de ouvir o que a sua esposa está a dizer. Porque, se calhar, ela é capaz de estar a dizer as certas verdades acerca de você que você não aceita. A mulher que está a dizer. Talvez você tenha um bocado de orgulho aí, não é? Ou, igualmente, talvez o seu marido já se era você e certas coisas que você não quer ouvir. Talvez os seus filhos sejam a dizer qualquer coisa que você não quer ouvir. Temos de ser humildes, sem orgulho, sem altiveis, sem fermento. Isto é causarmos, perdão, causarmos da sinceridade e da verdade. Temos de ficar, vir a ser perfeitos, como o cordeiro pascal que a Jesus Cristo foi perfeito.
Por isso, queridos irmãos, peço a vocês para pensarem e, se alto examinarem, para buscarem dentro dos vossos corações e das vossas mentes, buscarem este fermento espiritual, para que venham a ser tal como o nosso cordeiro pascal que a Cristo, venham-os a imitá-lo, para virmos a ser perfeitos, como Deus é perfeito.
Jesus como o Cordeiro sem mácula for aceitado pelo povo no dia 10 de Nisã, como profetizado.
Nós devemos imitar a Jesus na maneira que vivemos. Temos que nos esforçar para sermos perfeitos como o Pai é perfeito (Mat 5:48).
Esse é o significado (em analogia) de tirarmos o fermento de nossas casas durante os sete dias de Pães Asmos.
Este sermão descreve alguns pontos de como tirar o 'fermento' espiritual de nossas vidas.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).