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one Bom dayo, boa tarde, queres e irmãos! Aqui é José Campos. E conhecereis a verdade. E a verdade vos libertará. Sim, a verdade vos libertará. Vigemos esse versículo na Bíblia. Isto é em João 8.31 a 32. E diz assim, Despois, Jesus, aos judeus, que haviam querido nele. Sim, que acreditavam em Jesus. E disse, Se vos me permaneceres na minha palavra.
Sois verdadeiramente meus discípulos. Cresirmãos, aqui, em dois pontos importantes. Temos que permanecer na palavra de Deus, de Jesus Cristo. E, em segundo lugar, precisamos de buscar, tentar, tanto, tanto, quanto possível, para ser discípulos de Ele. Isso é uma das nossas responsabilidades como cristão, ser discípulos de Jesus Cristo. Mas, continuando a ler. E conhecereis a verdade. Pela, para pronunciarmos na palavra de Jesus Cristo. E, por a praticarmos, sendo assim seus discípulos, seus seguidores, verdadeiros seguidores.
Então, conheceremos a verdade. E a verdade nos libertará. Cris irmãos, é necessário termos um estudo da Bíblia, um estudo da palavra de Deus, da palavra de Jesus Cristo. E, através desse estudo, querer acreditar no que lemos na Bíblia, em Jesus Cristo, e nas suas palavras. E precisamos de fazer o que Ele nos diz para fazer.
Nós precisamos de acreditar, queris irmãos, na Bíblia. A Bíblia é um maravilhoso livro. É uma maravilhosa palavra de Deus para nós. Está claro, sim, escrita por vários homens, de basta inspiração de Deus. Mas é milagroso como há uma unidade na Bíblia. Mas essa unidade da Bíblia, que é o que eu desejo de falar hoje, essa unidade na Bíblia necessita a nossa participação ativa e pensamento ativo para termos o benefício desta palavra para sermos livres. Para nos sermos libertados. Queris irmãos, isto é, os fundamentos da teologia.
Os fundamentos da teologia. Teologia quer ser das palavras de Deus, dos ensinos de Deus, e os fundamentos quer ser os princípios fundamentais do estudo da palavra Deus. Sim, os princípios fundamentais do estudo da palavra Deus é o que nós precisamos de praticar. Ora, onde é que isto de começa? Começa com a fé. Perdão. Começa com a fé. E qual é o artigo fundamental da fé? Vejamos comigo que se faz favor em Hebreus 11, versículo 6.
Hebreus 11, versículo 6. Hebreus 11, digamos assim, é o capítulo da fé, digamos assim. E no versículo 6 diz assim, de fato, sem fé, é impossível agradar a Deus. Porquanto é necessário que aquele que se aproxima de Deus, criei a que Ele existe e que se torna galarduador dos que o buscam. Precisamos de acreditar que Deus existe e acreditar que Ele, digamos assim, é o recompensador. Daqueles que o buscam. Porque vai a Deus justiça, ao fim deste período. E por isso, criei irmãos, precisamos de estar bem certos de que queremos, na palavra de Deus, que conhecemos a palavra de Deus.
E assim, então, seremos libertados. Um dos grandes enganos da educação de hoje em dia é a teoria da evolução. Porque a teoria da evolução, basicamente, está a dizer que Deus não é o Criador, que Deus não criou as coisas assim, digamos assim, do nada. E por isso, então, a ciência se torna, esta ciência da teoria da evolução, se torna um Deus.
Que, dizem irmãos, nós precisamos de acreditar que Deus existe e a evolução contra diz, contra esse, essa crença. Não podemos acreditar na evolução e acreditar em Deus. São duas coisas opostas. Sim, reconheço que há certas pessoas dizem, ah não, Deus criou, mas criou através de evolução. Não, Deus criou.
Deus criou. Sim, Deus nos está a fazer filhos dele através de um processo de conversão, um processo espiritual da conversão, de aprendermos a reconhecer o que é o bom e o que é o mal e termos a prática e o desenvolvimento do caráter da Deus para crescer nesse caráter. Mas precisamos de entender que Deus existe e isso é parte da fé. Isso é um ato de fé. Vejam, por exemplo, em Hebreus, no mesmo capítulo 11, versículo 1, diz assim, ora a fé é a certeza de coisas que se esperam, a convicção de fatos que não se veem. Feliz irmãos, a fé é a certeza de coisas que se esperam.
A palavra certeza aí vem do grego, opostas, que quer dizer que é uma firma fundação, que é uma fundação firma. É, digamos assim, é um chão firma, é uma fundação firma de coisas que se esperam. E essa fundação firma existe porque Deus é fiel, Deus é fiel, Deus não mente, Deus é fiel. Vejam em título capítulo 1, versículo 2. Tito capítulo 1, versículo 2. Diz assim, na esperança da vida eterna, que o Deus, que não pode mentir, prometeu antes dos tempos eternos.
Querias irmãos, a esperança da vida eterna que Deus prometeu, ora Deus não pode mentir, mas além disso, Deus prometeu. Digamos assim, são duas testemunhas. Deus não mente e Deus prometeu. Porque é o quê? A vida eterna. A vida eterna. Essa é a que temos esperança. Querias irmãos, esta esperança da vida eterna, porque Deus a prometeu e que ele não mente. A vida eterna é garantida de certas condições, está claro, mas é garantida a nós, por Deus, que prometeu, que não mente e prometeu.
Querias irmãos, por isso, afirme a fundação, este chão firme, básico que temos. Isto é a fé, esta fé, que é esta firme fundação. Por causa desta firme fundação temos esperança. E temos esperança de quê? Da vida eterna. E o que é a vida eterna? A vida eterna é de virmos a ter o caráter de Deus para sermos iguais a Ele, está claro, muito inferiores, mas iguais a Ele sermos filhos e filhas de Ele através de poder do Espírito Santo.
E isso demora até para um processo que nós temos que vencer até ao fim. Então, qual é a fórmula? Digamos assim, o ingrediente que faz com que isto seja possível. Qual é o ingrediente neste processo? Começa na fé. Temos uma meta ou um golo de termos a vida eterna, como filhos e filhas de Ele. E por isso temos essa esperança. Qual é a fórmula? Qual é o ingrediente que faz com que isto tudo seja possível? Vejam comigo em 1ª João, capítulo 4, versículo 8. 1ª João, capítulo 4, versículo 8. Aquel que não ama, não conhece a Deus, pois Deus é amor.
Aqui vemos João nos está a dar a resposta. Nos está a dar a resposta que é amor. Amor. Vejam no versículo 16. E nós conhecemos e queremos no amor que Deus tem por nós. Deus é amor. E aquele que permanece no amor, permanece em Deus e Deus nele. Cariça e irmãos, Deus é amor. E aquele que tem amor, permanece em Deus e Deus nele. Paulo descreve este processo de outra maneira. Vejamos em Romanos, capítulo 5. Romanos, capítulo 5. Paulo descreve este processo. Começar a ler do versículo 1 até o versículo 5. Justificados pois mediante a fé. Somos feitos justos por Deus, porque somos pecaminosos, porque pecamos. Somos feitos justos pela fé. Pela fé, nesta esperança que temos. Não é nada que nós temos feito, mas pela fé inicialmente, pela fé dos os Cristo que Ele deu a sua vida para nós. E temos paz com Deus, por meio do nosso Senhor Jesus Cristo. Por quê? Porque pagou pelos nossos pecados, enquanto nós éramos pecadores. E por isso nos justificou de graça. Por meio de quem este Jesus Cristo obtivemos, igualmente acesso, pela fé. Pela fé a Ele, e porque nós temos fé, que Ele nos vai dar esta vida e terra. Temos fé, temos acesso, pela fé, a esta graça. A esta graça na qual estamos firmes.
Aqui está a fórmula que esta graça na qual estamos firmes e glorificamos na esperança, na esperança. Da glória a Deus. De sermos gloriosos como Deus é, está claro, muito inferior. Mas termos esta glória a Deus. E não somente isso, mas também nos gorriamos nas próprias tribulações, nas próprias dificuldades que temos. Nesse caminho, nesse processo, sabendo que a tribulação, sabendo que as dificuldades e os problemas que temos, produz perseverança, produz uma certa paciência de continuar e a perseverança, esta paciência, produz experiências, produz um caráter que é aprovado, uma experiência, um caráter provado e a experiência, este caráter provado, produz esperança. A esperança. Ora, a esperança não confunde, não nos envergonha, não nos faz confusos, porque o amor de Deus é derramado no nosso coração pelo Espírito Santo, que nos foi otorgado, que nos foi dado. O amor de Deus, o amor de Deus é derramado no nosso coração. E como leemos aqui no versículo 2, vamos repetir agora, por incermédio que a gente avemos, igualmente, acesse pela fé a esta graça. O que é a graça? Graça, na palavra grega, raraeus, é um favor divino. Quer dizer, irmãos, é mais do que um gratuito perdão e merecido.
Graça é um favor divino, que inclui, está claro, perdão e merecido, mas é uma manifestação, esta graça, este favor divino de Deus para conosco, com esta graça, é uma manifestação do seu amor, do seu querinho e do seu cuidado para conosco. Sim, para toda a sua criação, uma manifestação do amor de Deus, do cuidado de Deus e do querinho que ele tem para conosco. Isto é a graça, um favor divino que Deus tem para nós. E por isso, esta graça, que é derramada a nós através do amor de Deus, que é derramada o nosso coração do Espírito Santo de Deus, esta graça é a fórmula para nós sermos como Ele é, porque Ele, a fim de contas, é amor.
E aqui vemos, digamos assim, este processo, por esta graça nós praticamos e vemos, porque temos fé, que é pela fé, a fé faz com que nós praticamos o que Ele nos diz para fazer.
Depois, quando fazemos o que Ele nos diz para fazer, temos às vezes certas dificuldades, certas tribulações e perseguições, mas essa tribloção, essa perseguição, essas dificuldades que encontramos, produzem paciência. Produzem paciência. Temos paciência. Esta paciência, produz experiência, produz um caráter provado, produz esta experiência, este caráter, esta experiência, esta prática de discernir o bem do mal, durante o certo tempo. E então isso nos dá esta esperança, pela fé, que começou pela fé, mas daí veio a obtidência, veio dificuldades, veio paciência e perseverança a manter-se no caminho, veio este caráter provado e este caráter provado nos dá esta esperança, porque sabemos que estamos no caminho certo. Ora, esta esperança não nos envergonha, não nos confunde, mas faz assim, não, esperança certa. Por que? Porque o amor de Deus está em nós, é a fórmula, o amor de Deus. Ora, queridos irmãos, nós precisamos de que comecemos com a fé, que comecemos com a fé. E, queridos irmãos, há vários inimigos da fé. Deixe-me mencionar quatro importantes. Primeiro, o inimigo da fé é um pensamento ansioso, é uma ansiedade, é um inimigo da fé. E, por isso, as pessoas ficam com esta ansiedade, ficam desencorajados, ficam negativos. Este pensamento ansioso, esta ansiedade, é um inimigo da fé. Vejam comigo em Mateus capítulo 6. Mateus capítulo 6, versículo 28. Mateus 6, versículo 28, que ainda é no sermão do Mundo. E, no versículo 28, está a falar aqui, começando neste assunto, a sério, no versículo 25, dizer não andéis ansiosos pela vossa vida. E, no versículo 28, diz-se sim. E, por que andais ansiosos? Quanto ao que se veste, ou seja, o que for. Considera como crescem os lírios do campo e eles não trabalham nem fiam. Por que estão ansiosos? Por que têm este pensamento ansioso? Por que têm esta ansiedade? E, por isso, conclui esta secção, no versículo 34, dizendo-se-se-se-se. Portanto, não nos inquietéis, não fiquem ansiosos, não ficam demasiado preocupados desnecessariamente com o dia da manhã, pois o amanhã terá os seus cuidados, basta ao dia, o seu próprio mal.
Que os irmãos, a ansiedade, o pensamento ansioso é um inimigo de fé. Um outro segundo inimigo, há dois capítulos adiante em Mateus, Mateus 8, versículo 23, vê-se a história aí de que Jesus estava no barco e houve uma grande tempestade. E as pessoas ficaram assim preocupadas, com temor, e vê-se aí, em Mateus 8, começando no versículo 23 até o versículo 26, estão entrando ele no barco, os discípulos o seguiram, e dizem que sobrevê-o no mar uma grande tempestade, de sorte que o barco era varrido pelas ondas, aquilo é uma tempestade enorme. Entretanto, Jesus estava a dormir. Mas os discípulos vieram a acordá-lo, dizendo, Senhor, salvo-nos, estamos a morrer! Versículo 26, perguntou-lhes então Jesus, porque sois tímidos. Uma tradução talvez não muito boa, seria uma tradução melhor, é porque temeis, ou porque estão mudrosos, porque estão com medo, porque é que vocês estão com medo, porque vocês estão com temor, sim, o medo. Vocês estão a pensar que Deus está a dormir, sim, Jesus estava a dormir. Mas o Filho de Deus estava no barco, não haviam ter medo. Homens de pequena fé, homens de pequena fé.
Ele levantando-se, surpreendeu-se os ventos e o mar e fez-se grande, Bonança ficou tudo muito calmo, ficou grande, ficou uma grande coisa, ficou muito calmo. E maravilharam-se os homens dizendo, quem é este que até os ventos e o mar lhe obtecem?
Que eles dizem, irmãos, o temor, o medo, é um inimigo da fé. Por isso vimos a ansiedade, um inimigo da fé, o temor é um inimigo da fé, entre seus lugares dúvidas, são inimigos da fé. Vejam, é Mateus 14, um dos capítulos mais à frente, no mesmo livro, Mateus 14. Vijamos, então, versículo 31, aí a secção, em que estava a falar, Jesus andar por sobre o mar, e, então, Pedro começou a andar também, vocês sabem, essa secção.
E Jesus disse, ele não tem as medos, anda, e ele veio, começou a andar. E, depois, vejam, no versículo 31. E, prontamente, ele depois, vê-se aqui, versículo 30, reparando por aí, na força de vento, teve medo, e começou a submergir e gritar-se. Sim, teve medo, mas começou a ter dúvidas. Começou a ter dúvidas. Salva-me, Senhor, vejam no versículo 31. E, prontamente, Jesus, tendendo a mão, tomou, ele disse, homem de pequena fé, porque duvidaste.
Pensamento ansioso, preocupando-se a certas coisas, começa a ter medo, e este medo, cria dúvidas. Vivemos esta progressão, ansiedade, medo e dúvidas. E, por isso, esses são três dos quatro inimigos que estou a ensinar acerca da fé. O quarto, é o reciclino humano à parte da palavra de Deus. O reciclino humano à parte da palavra de Deus. Se nós somos muito inteligentes, pessoas, começamos a reciclar e pensar nesses coisas, mas quando este pensamento, este reciclino, não é de acordo com a palavra de Deus, este reciclino nos leva no caminho errado. Se não, o reciclino não é de acordo com a palavra de Deus, este não é no caminho da árvore da vida, mas se o reciclino é sem a palavra de Deus, nos leva à árvore da morte, o conhecimento bem e no mão.
E, por isso, é um inimigo da fé. O reciclino humano à parte da palavra de Deus. Vejam, em Mateus capítulo 16, reciclino 7 a 8. Em Mateus capítulo 16, reciclino 7 a 8. Ainda havia essa secção de que Jesus tinha dito a eles que tenham cuidado com o formento dos fariseus e dos saduceus, e reciclino 7 diz assim, eles porém, discurriam. Tinha a pensar e estavam a ter o raciocínio humano à parte da palavra de Deus. Começaram a reizoar, a pensar, a ter este raciocínio humano. Eles discurriam entre si dizendo, é porque não trouxemos pão. Percebendo os Jesus versículo 8, isso, porque descorreis, porque estão a raciocinar à parte da palavra de Deus, entre vós, homens de pequena fé.
Sobre não teres pão, porque estão-nos preocupados a falar e raciocinar a cerca de não termos pão, porque não estou a falar do pão.
Crises mãos, inimigos da fé, ansiedade, medo, dúvidas e raciocínio humano à parte da palavra de Deus. Crises mãos, quando temos dificuldades no mundo, porque estamos, como vimos em Romanos 5, começamos a obter ser a Deus, temos dificuldades. Estas dificuldades, estas perseguições, estas aflições, deixamos ser guiados por ansiedade, por medos, por dúvidas, por raciocínios humanos à parte de Deus. Então, não vai seguir o caminho de termos paciência e de manter-nos nesta experiência do caráter provado que nos dá a verdadeira esperança. Por exemplo, este é cuidado, não matar esta fé. Vigemos, então, em 1º de Salunicenses, capítulo 5, com o Paulo de Creve aqui, 1º de Salunicenses, capítulo 5 e versículo 8. Está aqui Paulo a falar. Vigemos aqui, primeiro, em 1º de Salunicenses, versículo 5.
Versículo 8 diz assim.
Começa a falar de versículo 6. Não dormimos, vigiamos sem sobres, não teijam a dormir, não teijam descuidados, teijam sempre a vigiar a vocês próprios. E diz assim, no versículo 8. Nós porém que somos do dia, sejamos sóbrios, revestindo-nos da coraça da fé.
A coraça da fé é uma coisa que podemos afrontar aqui do peito, que protege o coração. Esta coraça protege o peito onde está o coração, onde começa este sentimento da fé.
E depois continua. Da fé e do amor. Vem no coração. E tomando como capacete a esperança da salvação. O que é o capacete? O capacete protege a cabeça. E a cabeça é os pensamentos e é a nossa esperança que está. Uma coisa na cabeça, por isso, uma vez mais, é o coração e a mente. Temos que proteger o nosso coração, com a coraça, e proteger a nosso mente com este capacete. Capacete.
Da esperança da salvação.
A coraça da fé e do amor, proteger o nosso coração e proteger a nossa mente. Com a esperança, o amor e a esperança.
Querias irmãos, esperança de quê? Da salvação. A esperança da salvação. O mesmo tema. Temos a ver aqui o mesmo tema. Um dos temas bíblicos que ocorre na Bíblia desde o início até o fim. Há esta unidade da Bíblia. Da Bíblia. Da tema. Unidade temática na Bíblia. Que é a salvação. Que é a salvação. A esperança da salvação. O que é a salvação? É que temos a vida eterna.
E a vida eterna é de virmos a ser.
Da família de Deus. Da mesma glória. Está claro muito inferior, como mencionei. Mas da mesma gênero. De membro. De família de Deus.
Vemos então, queridos irmãos, este tema que recóque, que anda pela Bíblia desde o início ao fim. Vê-se este tema aqui, que é o tema da salvação. O tema da salvação.
Queridos irmãos, continuando a pensar a sério do Colegmos de Romanos 5 Limans, disse que esta fé não confunde. Não nos confunde. Não nos faz embarassados. Não nos confunde. Por que? Não nos desaponta. Não ficamos apontados. Porque precisamos de manter esta visão, esta grande gravura, esta meta bem clara e bem focada na nossa mente, para termos esta esperança forte, esperança da salvação.
Vejam comigo então em Romanos 4, versículo 17. Romanos 4, versículo 17. Diz assim, como está escrito, por pai de muitas nações de constituir, falando acerca da Braão, perante aquele no qual creou o Deus que vivifica os mortos e chama à existência as coisas que não existem. A Braão, esperando contra a esperança, creou. A Braão, esperando contra a esperança, creou. Para vir a ser pai de muitas nações, segundo o Fordito, assim será a tua descendência.
Uma esperança contra a esperança. Cris irmãos, ele já era muito idoso e também era sua mulher. Já tinham passado a idade de poder interfilhos e por isso não havia mais esperança na maneira física.
Mas ele teve esperança em Deus, embora fosse contra a esperança física. Era uma esperança espiritual, acreditando em Deus. E que ele é capaz de fazer o que ele promete. E por isso era uma esperança contra a esperança. E creou, acreditou, teve fé.
Continuando, então, a ler no versículo 19, 22. E, sem enfrequecer na fé, embora levasse, enquanto o seu próprio corpo amortecido, sendo já de 100 anos, e a idade avançada da Sara, isto já não, de maneira ponto físico, já tinha de cerca de 90 anos, já não podia ter bebê, já tinha uma idade muito avançada, não duvidou, não teve dúvidas. Vê-se as dúvidas ao inimigo da fé. E não duvidou. Por incridilidade da promessa de Deus, não teve dúvida da promessa de Deus. Acreditou que Deus é capaz de fazer.
Dando glória a Deus. Diz assim, mas pela fé se fortaleceu.
Se fortaleceu. Não teve dúvidas, se fortaleceu. Esperando, em fé. Dando glória a Deus, estando plenamente convicto, convicto, estando convicto, de que Ele era poderoso para cumprir o que prometera.
Deus é poderoso para cumprir o que prometera. Pelo que isso lhe foi também imputado para justiça.
Queris-lhe-mãos, o primeiro artigo da fé É acreditar que Deus existe e que Ele é o galar-doador, o recompensador, e que Ele é capaz de fazer o que prometeu.
E depois, quando temos isso, quando temos esta fé, o que precisamos de fazer? Vejam, por exemplo, em Salmos 119. Vejam, por exemplo, em Salmos 119.
Salmos 119, vamos ler no versículo 9. Salmos 119, versículo 9.
Salmos 119, versículo 9. Diz assim, de que maneira poderá o jovem guardar o puro, guardar puro o seu caminho? Como é que o homem, o jovem, pode manter puro o seu caminho? Observando-o segundo a tua palavra.
Queris-lhe-mãos, acreditar.
Significa que hora temos que fazer. Observar segundo a sua palavra.
Esta é a secção de 9, versículo 16. Digamos assim, é um. Aqui, no Salmos 119, vemos uma poesia.
Começando com a letra A, pois a B e a C. E o B é de versículo 9 a 16. E completando esta secção desta poética, da poética do versículo 9 a 16. Vamos começar a ler a parte final desta parte da poética aqui. Versículo 12. Bendido este o Senhor, ensinama os teus preceitos.
Precisa-mos estudar a Bíblia de Deus para aprender os caminhos de Deus, os preceitos de Deus. Com os lábios, tenho narrado todos os juízes da tua boca. Más me regurgizo com o caminho dos teus testemunhos, do que com todas as riquezas. Meditarei nos teus preceitos. E nas tuas veredas, estando o caminho de Deus, terei respeito. Praticarei, viverei, obterei, andei no caminho de Deus. E andei no caminho de Deus. Depois diz assim, terei prazer nos teus decreto. Não me esquecerei da tua palavra.
Querias e irmãos, vemos aqui este círculo virtuoso. O círculo virtuoso começa com amor. O amor de Deus. O amor de Deus, a graça dele.
Então, vemos que ele faz promessas, que ele é Deus, e aqui é o galor dador, o recompensador. Então, vamos para este processo. Temos esta fé, nele, que ele existe. Vamos para este processo de dificuldades, tribulações, paciência, testes provados, isto é, experiência, este caráter. E então, temos esta esperança. Vamos para este processo, temos esperança na vida eterna. E por isso, obtencemos. Conforme obtencemos, estamos a ser mais e mais da Estatura de Jesus Cristo. Estamos a ser mais como Deus. Estamos a pôr em prática mais o amor para com Deus e o amor para com o próximo.
E então, temos irmãos, começamos no amor de Deus, e nós agora estamos a pôr o amor de Deus na nossa vida. E temos este círculo virtuoso. Círculo virtuoso. Queres irmãos, nós precisamos da palavra Deus. E a palavra de Deus, a Bíblia, faz com nós, sejam-nos convictos. Convictos. Não é só convincidos, mas convictos no coração. Esta convicção da palavra Deus, com a ajuda do Espírito Santo do Deus, que são os dois agentes que nos fazem convictos, uma vez que estejamos convictos, nós precisamos de comprometermos, através do batismo, fazemos esta promessa, comprometermos do óptice a Ele, e depois precisamos ter a coragem de o fazer, de obtecer com a ajuda do Espírito Santo. Embora haja oposição, embora haja sufrimentos. E o resultado final é que ficamos convertidos.
Se tornamos um homem diferente e uma mulher diferente, nos tornamos como Deus é, isto é, na estatura de Jesus Cristo. Quer dizer, irmãos, nós temos que praticar, temos que fazer.
Nós praticamos o que nós acreditamos.
Nós praticamos o que nós acreditamos. Só quando você pratica, é só, então, você acredita nisso.
E por isso vemos esta unidade temática da Bíblia, do início ao fim, que neste caso, é do plano de salvação. Neste caso, começa com a fé. E o, digamos assim, a fórmula é o amor de Deus. E percebemos de praticar. Porque acreditamos, porque temos fé e temos esta esperança. E vê-se este tema que corre desde o início até o fim da Bíblia. É um tema que corre pela Bíblia inteira. Queres irmãos, a palavra Deus tem vários temas que correm pela Bíblia inteira, do início até o fim. Vamos analisar alguns para vos encorajar. O primeiro está claro, já falámos, é este plano de salvação para virmos a ser filhos e filhas de Deus, para virmos a ser como Deus, filhos e filhas Dele. Isso é a nossa esperança, é a nossa meta na vida, é a razão por que que nos seremos, é o nosso destino.
Vijamos aqui um bocadinho mais acerca, como este tema corre pela Bíblia. Vejam, por exemplo, em Génacis capítulo 1, por siglo XXVI. Diz assim, também disse Deus, façamos o homem à nossa imagem, conforme a nossa semelhança. E, vejam, no ver. 5 e VIII, criou Deus, pois o homem à sua imagem, a imagem de Deus o criou, o homem a mulher os criou.
Querias irmãos, vemos aqui que é para virmos a ser a imagem de Deus. Isto é um processo de desenvolvimento do nosso caráter, através de tempo, para aprendermos a ter este caráter de Deus, para virmos a ser semelhantes a Ele. Vejam, por exemplo, em Romanos capítulo 8, o mesmo tema, o mesmo tema. Romanos capítulo 8, versículo 28 a 31. Diz assim, sabemos que todas as coisas cooperam para o bem daqueles que amam a Deus, que tal uma vez mais o amor de Deus, nós temos a amar a Ele, daí que os seus são chamados, segundo o seu propósito. Qual é o propósito de Ele? Parecermos filhos e filhas de Ele, por causa do amor de Ele, que Ele tem, pela graça que Ele tem, para conosco. E continuam assim. Porquados que, aos que de andemão, conheceu, da mãe os predestinou para serem conformes a imagem do seu filho. E convimos, em géneros 11, 26 e 27, esse é o plano e o destino para toda a humanidade, para todo o ser humano. A fim de que ele seja o primogênio entre muitos irmãos. Jesus Cristo foi o primeiro, foi gerado o unigênito de Deus, mas foi o primogênito neste caminho. O que está a seguir, a dar-nos este caminho para nós virmos a ser gerados, através do Espírito Santo, neste caminho para sermos filhos e filhas de Ele, o primogênito. E aos que predestinou, a Jesus também chamou, e aos que chamou, também justificou, e aos que justificou, também glorificou. E ele disse, é fato, como se já tivesse acontecido. Ele não aconteceu, está claro, mas este é o plano dele. E ele existe, ele é o galer doador, e ele o fará, ele não aumenta, é como se já tivesse acontecido. Vê-se aqui esta unidade temática da Bíblia. Embora tenha sido escrita por vários autores, mas foi respirada, assoprada pelo Espírito Santo Deus. E por isso todos os autores têm este tema que acorde do início até o fim da Bíblia, esta unidade temática de Génacias Apocalipse. Vejam, por exemplo, o livro da Apocalipse capítulo 21. Apocalipse capítulo 21, versículo 7. Diz assim, ao vencedor, o vencedor herdará estas coisas e eu lhe serei seu Deus, e ele me será filho.
Esta unidade temática de Génacias Apocalipse para virmos a ser filhos e filhas de Deus. Deus tem um plano para nós, e por isso temos uma grande esperança.
Esperança física que nós às vezes não tenhamos essa esperança na coisa física, mas temos esta esperança espiritual, e ele é capaz de fazer o que ele prometeu. Vejamos outros exemplos de temas na Bíblia. Por exemplo, existe um inimigo neste processo. Vejam em Génacias capítulo 3, versículo 1. Diz assim, mas a serpente mais sagaz de que todos animais selváticos que o Senhor Deus tinha feito. Diz a mulher, é assim que Deus disse, não, como reis da Torah Ardzeh deim. E depois vê-se, no versículo 4, que a serpente mentiu e disse, é certo que não vais morrer. Tava a mentir. Todas as pessoas morrem. Tava a mentir. E vejam, ao fim, apocalipse, no capítulo 20. No capítulo 20 da apocalipse, no versículo 1, disse assim, então, vite-se-se-r do céu, o anjo tinha na mão a chave do abismo, em uma grande corrente, e segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diábulo Satanás, e o prendeu para mil anos.
Satanás, finalmente, é imprisionado. Vê-se que Satanás, esta história, vê-se do início até ao fim. Vê-se também esta unidade temática, em que este inimigo foi um rebelde, e que se rebeliou e causou destruição. Vejam, por exemplo, em Zaiías 14. E Zaiías capítulo 14, versículo 12 a 16. E Zaiías 14, versículo 12 a 16. Diz assim, como caíste do céu? O estrelo da manhã, filho da Alva, como fosso lançado por terra tu que dilabitavas as nações. Até Jesus Cristo disse que ele viu Satanás a ser, a cair, atirado para a terra. O versículo 13. Tu dizias no teu coração, Eu subirei ao céu acima das estrelas de Deus, exaltarei o meu trono e no monte da congação, o meu acentarei, nesta imediatos no norte, subirei acima das mais altas nuvens e serei semelhante ao Altíssimo. Veis que Satanás devem ver este desejo de ser semelhante ao Altíssimo.
Contudo, serás precipitado para o reino dos mortos, no mais profundo dos abismos. Os que te virem de contemplarão, aonde filtrarte, aonde filtarte, aonde olhar, filtar, e dizer, é este o homem, um ser que fazia e extremecer a terra e tremer os reinos? Queres irmãos? Foi um rebelde. Esta rebelde, rebelião dele fez com que ele fosse atirado do céu. E quando foi atirado o céu causou uma destruição na terra. E essa destruição é descrita em Gênesis capítulo 1, versículo 1 e 2. Diz assim, no princípio de Deus criou os céus e a terra. E está claro que quando Deus cria criou bonito. Mas depois diz, a terra porém estava, ou veio a ser, estava sem forma e vazia. Por quê? Porque, por causa da rebelião de Satanásia foi atirado para a terra. E a terra ainda o ficou toda sem forma e vazia. E havia trevas sobre a face do abismo e o Espírito Deus parava sobre as águas. Tinha vindo uma grande indúnoção, digamos assim, um grande dilúvio mundial. E então o mundo todo estava nas trevas, nas escuridão, estava sem forma e vazia. E vai haver outra rebelião. Podem ler isso em Génacias, perdão, Apocalipse capítulo 12, mas vejemos essa rebelião Apocalipse capítulo 20. Vemos agora Apocalipse capítulo 20, versículo 7 a 10. Diz assim, quando porém se completarem os mil anos, Satanás será solto da sua prisão e sairá-se dos iras nações que eram os quatro canos da terra, Góguima, Góguia, fim de reuni-las para a peleja. E o número delas é com a marea do mar. Marcharam então pela superfície da terra e sitiaram o acampamento dos santos na cidade e a cidade querida, e o dia-bosse do Tor de Elas foi lançado para dentro do lago de fogo e em chófres onde já se encontravam, onde já tinham sido lançados, não só a besta, como eu falo, e serão atormentados dia e noite, pelos séculos do século. Isto é o dia-bosse e os seus demónios. Serão atormentados de dia e noite, pelos séculos do século. Querias irmãos, vejam aqui que haverá uma reunião final, a portão, uma rebelião final. E vejam então esta união temática na Bíblia do início e até o fim, acerca de um inimigo que este inimigo destruiu, que rebeliou, mas vai ser, ele próprio, vai ser posto de lado, vai ser imprisionado. Outros temas da Bíblia. Por exemplo, ve-se que na Bíblia, ao início, em Génacos 1, versículo 16, diz assim, e fez deus os dois grandes luseiros, o maior para governar o dia e o menor para governar a noite, e fez também as estrelas. Fez o sol para governar o dia, indicando que precisamos de luz, precisamos de luz. Significado espiritual, precisamos da verdade, da luz da verdade, precisamos de deus na nossa vida. Depois, ve-se que, em Apocalipse capítulo 21, versículo 23, diz assim, a cidade não precisa nem do sol nem da lua, para dar em claridade, pois a glória de deus o iluminou e o cordeiro é sua lâmpada. Ao fim desta história, nesta unidade da Bíblia, vê-se que vai haver luz, mas a luz não vai ser necessitada pelo sol, mas simplesmente pelo estarmos perto de deus e deus estar conosco e termos a verdadeira luz que vem de deus.
Por que é porque deus reina? Deus está a governar o mundo. Vejamos outro exemplo, que também, além do dia, também havia a noite. E vejamos, então, no Génacius capítulo 1, versículo 5. Diz assim, e chamou deus a luz-dia e as trevas-noite, houve tarde e manhã, o primeiro dia. Começa com a tarde, começa com a noite. Vê-se aqui que significa que, inicialmente, há falta do conhecimento de deus, que é a noite, mas depois vem a luz.
Vem a luz. Vejam, então, em Apocalipse capítulo 22, versículo 5, que diz assim, Então, já não haverá noite. Por quê? Nem precisam de luz da Candeia, nem da luz do Sol, porque o Senhor Deus brilhará sobre eles, e renarão pelos séculos dos séculos. Porque não vai haver mais falta da verdade de deus, da liberdade de deus. Vejamos outro exemplo. Em Génacas, vê-se que Deus criou o Jardim do Edan. Vejamos o capítulo 2, versículo 8 e 9, diz assim, e plantou o Senhor Deus em Jardim do Edan, em direção do Oriente, e pôs-ne-lo o homem que havia formado. Do solo, fez o Senhor Deus brutar toda a sorte de ars agradáveis à vista e boas para alimento, e também a ar da vida, no meio de Jardim.
E a ar de conhecimento bem e no mal. Vê-se aí a ar da vida, aí no início. Deus criou um jardim do Edan, e gavia paz e descanso com a arva da vida. Mas, vê-se no versículo 16, por causa do pecado do Adão e da Eva, no versículo 16, vê-se aí. Toma pois o Senhor Deus ao homem e colocou no jardim do Edan, e depois no versículo 3,24, vê-se, e o homem, porque pecou, diz assim, foi expulso do jardim do Edan, e pôs ali os querubins para guardar o caminho da ar da vida.
O homem foi expulso do Edan e foi expulso de ter a ar da vida, simbolizada, que se simbólico do Espírito Santo, para nós termos a vida eterna, através do Espírito Santo. Mas, vemos que, ao fim, nesta unidade bíblica, o plano e a salvação é para virmos a ter a ar da vida. Então, vê-se no Apocalypse, capítulo 22, versículo 14, e eu vou deliberadamente ler, da Almeida Corrigida e Fial, que é uma tradução mais fial neste versículo, e que diz assim, bem-aventurados aqueles que guardam seus mandamentos, porque, por não tão pecados, porque o pecarão tinham sido expulsos do jardim do Edan e da presença da ar da vida, diz assim, bem-aventurados que guardam seus mandamentos, não há pecado, para que se tenham direito à ar da vida, e possam entrar na cidade pelas portas.
Vê-se aí que esta unidade bíblica do início até ao fim, uma unidade bíblica, depois vocês podem ler outras unidades bíblicas, por exemplo, vejam o caso do Primeiradão, em Génersos capítulo 1, versículo, perdão, capítulo 2, versículo 18, diz assim, também, disse o Senhor Deus, não é bom que o homem esteja só, farliei uma auxilheadora, que lhe seja idónea.
Vê-se aqui o primeiro Edão e o casamento, e o casamento do Primeiradão com a Eva. Mas, depois, mais tarde, vemos que este Primeiradão, é, digamos assim, simulizado depois pelo segundo Edão, que veio, que é Jesus Cristo. É comparado, digamos assim, comparado com o segundo Edão. E vai-se, em primeiro Coríntios, capítulo 15, versículo 44 e 45, perdão, 45, diz assim, pois assim está escrito. O primeiro homem, o Edão, foi feito um ser vivo, uma alma vivente, um ser vivo, uma pessoa com vida. Mas o último Edão é um espírito vivificante.
O último Edão, que é Jesus Cristo, é um espírito que dá à vida. O primeiro Edão foi um ser vivo, mas morreu, preocupou. Mas o segundo Edão, que é Jesus Cristo, é um espírito vivificante. É um que dá à vida a outros, porque o Edão nos deu a morte. Foi um ser vivo, mas morreu, nos deu a morte. O segundo Edão nos dá à vida. E verisse, vence, por isso, esta continuidade na Bíblia, que foi o primeiro Edão, e o primeiro Edão se casou com a Eva. Vence, então, o segundo Edão, que é Jesus Cristo.
E vence, então, o simbolismo do casamento entre Jesus Cristo e a Igreja, que se vê isso em Infésio capítulo 5, Infésio capítulo 5, versículo 23, que diz assim, porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da Igreja, sendo este mesmo Salvador do corpo. Está aqui a comparar o homem, o Edão, que é o cabeça da mulher, da esposa. Era comparar aqui Cristo, o segundo Edão, que é a cabeça da sua esposa, que é a Igreja.
Vejam também, no versículo 25, Marido, o Jamai, a Vossa mulher, como também Cristo amou a Igreja. Quer dizer, homens amem a Vossa esposa, assim como Cristo amou a Igreja. E há uma lição para os homens, como é Cristo amou a Igreja? É dessa maneira que nós precisamos ser. É dessa maneira que nós precisamos ser. Vê-se este tema que começa no Génesis e acaba na Apocalipse. Porque é porque vemos na Apocalipse capítulo 19, do século 7-12, desde, vence assim, o casamento aos bodas do Cordeiro, que é Jesus Cristo acasar-se com a Igreja, que agora é ressuscitada neste período. Vence esta unidade temática na Bíblia do início até ao fim. Há uma grande unidade na Bíblia.
Querias irmãos, deixe-me dar vários exemplos a outro. Por exemplo, o grande profeta, que é Jesus Cristo, de que Mosech profetizou, em outro nome, 18, versículo 15-19, mas depois vencem, em atos 3, 19-24, que esse grande profeta é Jesus Cristo. Vence esta continuidade. Vence a continuidade da Bíblia da Retensão, a necessidade de comprar, de redimir, a necessidade da justificação, a necessidade da propriação, digamos assim, a agradar a Deus para cobrir os pecados. Isso é descrito através da Bíblia. E há muitos outros temas que correm pela Bíblia. Deixe-me ensinar alguns para vocês, fazerem um estudo bíblico quanto tem em tempo, acerca destes temas e verem a unidade da Bíblia, nestes temas do início e até o fim.
Por exemplo, a justiça de Deus. Cristo como o tema central, o reino de Deus. Ser um tutor ou guardoador do seu irmão. É um tema que acorde o início e até o fim da Bíblia. O plano de salvação de Deus, que acorde o início e até o fim da Bíblia. A paciência e o sufrimento, a capacidade a sofrer pacientemente de Deus, corre do início e até o fim da Bíblia. Cris irmãos, há muitos temas que correm pela Bíblia inteira do início e até o fim.
Há uma unidade temática na Bíblia. Cris irmãos, não há razão, porque nós não podemos crer na Bíblia, na palavra de Deus. Nós temos que crer e essa crença requer obdiência. E essa obdiência, cris irmãos, é feita porque temos fé, temos esperança e guardamos essa fé, guardamos essa esperança e por isso podemos, digamos, a fórmula que é o amor de Deus, em prática, na nossa vida e praticamos e obtecemos. E praticamos e obtecemos porque acreditamos. Cris irmãos, nós precisamos de acreditar. Então, conheceremos a verdade e a verdade nos libertará, como lemos em João 8, 32. Cris irmãos, a verdade da palavra de Deus fará com que você seja libertado.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).