A cidade de Coríntios era uma cidade muito corrupta, moralmente, e os pecados da sociedade estavam a afetar a igreja também. E, como sabemos, Deus começou a igreja em Coríntios durante a segunda viagem missionária de Paulo. Então, para dar um breve resumo das viagens missionárias de Paulo, deixe-me mostrar a vocês aqui a primeira viagem. Estão a ver aqui a primeira viagem.
Em primeira viagem, Paulo saiu de Antioquia. Antioquia ali no norte veio a ser esta Antioquia, como se fosse uma base das viagens missionárias de Paulo. E esta primeira viagem missionária dele foi basicamente aqui ao sul de Turquia, esta área de Galácia, e depois voltou, de volta, digamos assim, à base em Antioquia. Então, essa foi a sua primeira viagem. Depois vemos a sua segunda viagem missionária de Paulo. E, na segunda viagem de missionário, ele então, em vez de ir pelo mar aqui, ele então foi de Antioquia, foi através das montanhas aqui, foi para a área de Galácia, e depois daí foi para o norte e Oriente da Turquia, e daí foi guiado para ir para a Europa.
Então, saiu da Ásia, entrou na Europa aqui na área de Macedónia, que hoje em dia chamamos esta área o norte da Grécia, e depois daí ele foi a Coríntios e depois voltou via Ifésios. E aí, vence aonde ele veio a estabelecer a igreja em Ifésios, mas foi daí que ele escreveu aos Coríntios, e mais tarde, daí então ele voltou a Jerusalém e acabou por ir a Antioquia. Essa foi a sua segunda viagem, ele então durante a segunda viagem estabeleceu a igreja em Coríntios, também estabeleceu a igreja em Ifésios. Depois ele fez uma terceira viagem e a terceira viagem dele, deixo-me mostrar o mapa aqui da terceira viagem.
A terceira viagem então, ele saiu da Antioquia, foi de novo através da área de Galácia, e então foi para Ifésios, onde passou lá um tempo, e foi aí que ele recebeu uma carta, ou informação de Coríntios, quando estava em Ifésios, durante a sua terceira viagem. E foi então quando escreveu esta carta aos Coríntios. Então, vendo isto assim um bocado de detalhes disso, então a segunda viagem dele foi a volta dos anos 52 e 53, cerca de, digamos assim, 20 anos depois da morte de Cristo. E a terceira viagem foi cerca dos anos 54 e 57, foi cerca de 23 anos ou 25 anos depois da morte de Cristo.
Essa foi quando ele então escreveu a carta aos Coríntios, que foi cerca do ano 55, que ele escreveu esta primeira carta aos Coríntios, para falar acerca de vários problemas que existiam e algumas divisões que existiam. Também é importante mencionar que ele escreveu esta carta à volta do período da Páscoa e dos paisasmos, como lemos em 1º Coríntios capítulo 5, versículo 8, em que ele está a falar no versículo 7, pois não se está sem fomento, e no versículo 8 diz, por isso, celebremos a festa, qual festa? A festa dos paisasmos.
Por isso foi, esta carta foi escr durante esse período dos paisasmos, para falar acerca do tema de que Cristo não está dividido. E ele começou, como vimos no estudo prévio, ele começou a dar, a cumprimentar, ou cumprimentar os irmãos a cerca das virtudes delas, e apontou-lhes a Deus, que é o autor da nossa salvação, através de Jesus Cristo. Está claro? Ele, de Paulo, também mencionou, ao início da carta, nos primeiros versículos, que eles tinham sido abençoados através da boa nova, a boa nova que receberam, que foi pregada e confirmada em Coríntios, como lemos no capítulo 1, versículo 6, que diz assim, assim como o destumunho de Cristo, que tem sido confirmado em vós, como confirmado através de vários milagres e de coisas que se aceram durante esse período.
Depois, ele, então, continua no versículo 9, de 1 Coríntios, capítulo 1, dizendo que Deus é fiel e que é capaz de nos ajudar até ao fim. Por isso é que lê-se aí no capítulo 8, o qual também o vos confirmará até ao fim. Por isso Deus é fiel e nos ajudará até ao fim. Ora, isto foi a secção que completamos no estudo anterior. Hoje, então, vamos continuar, começando do versículo 10.
Rogo-vos, irmãos, pelo nome de nosso Senhor Jesus Cristo, que faleis todos a mesma coisa e que não haja entre vós divisões, antes sejais inteiramente unidos na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Ora, vê-se que eles não estavam a todos a dizer a mesma coisa, que estava, eu diz aqui, está a rugarem-os para falarem todos a mesma coisa.
Falar a mesma coisa é um ponto muito importante de sermos unidos, que temos cuidado quando falamos e para não causar divisões, porque é o que se lê aqui também, que diz que não haja entre vós divisões. A palavra grega é sequisma, que quer dizer divisões, reagear, por exemplo, reagear um papel ou reagear um pano, causar esta divisão, esta facção. Mas antes sejam inteiramente unidos. Isto é perfeitamente unidos, inteiramente unidos. Por isso, falar a mesma coisa é muito importante para haver união entre nós. E por isso, precisamos sempre ter muito cuidado quando falamos o que dizemos para não causar divisões. Também diz assim, na mesma disposição mental e no mesmo parecer. Isto é, tendo este entendimento do conhecimento, da verdade, da boa nova de Cristo, precisamos estar na mesma disposição mental, na mesma atitude mental e no mesmo parecer. Mesmo parecer ao longo do ponto de decisões práticas do que vamos fazer, o que precisa de ser feito. Digamos assim, ao longo das linhas de fazer decisões, de fazer julgamento e mesmo parecer. Pois continua no versiculo 11. Pois, a vosso respeito, meus irmãos, fui informado pelos da casa da Chloe de que há contendas entre vós. Ele então recebeu cartas e informações e, particularmente, por os membros da casa de Chloe, que havia divisões entre eles. Como vamos ver, vamos ver-se aqui no versículo 12. Vamos ler aqui o versículo 12. Refiro-me ao fato de cada um de vós dizer, eu sou de Paulo, eu sou de Apolo, eu sou de Cefas, quer dizer, de Pedro e eu sou de Cristo. Quer dizer, estavam a falar acerca do Ministério e uns diziam, olha, este ministro é melhor que o outro, eu sou deste ministro, que a maneira, a abordagem dele é assim, ele disse isto e tal, tal, tal. E por isso havia estas opiniões diferentes com que estava a lisar, olha, porque Paulo falou disto e isto, talvez Apolo não tivesse falado acerca do mesmo assunto, mas não quer dizer que havia diferenças na doutrina, mas estavam a puxar essas diferenças e estavam a dizer, eu prefiro esta pessoa e eu prefiro o outro. E depois está claro, havia outro que era mais justo, que era melhor, ou não, eu sou de Cristo, eu não sou de Paulo, ou de Pedro, eu sou melhor que você, eu sou de Cristo. E havia por isso estas divisões entre eles e por isso Paulo pergunta em versículo 13, a casa Cristo está dividido, foi Paulo crucificado a favor de nós, em favor de nós, ou foram-se porventura batizados em nome de Paulo, ou foram-se porventura batizados em nome de Paulo.
Isto é um ponto muito importante, ou este é o tema desta epístola, o tema desta epístola é que Cristo não é dividido, estamos debaixo de um líder, o nosso líder, o chefe da cabeça, é Cristo, não é um homem, não é o colceiro de anciões, não é um ministro, não é um chefão, é Cristo, Cristo é o cabeça da igreja, ele é o nosso líder. E ele foi ele que Cristo que morreu pro nós e foi crucificado, por isso não foi Paulo que foi crucificado, mas foi Cristo, nós somos redimidos a favor de nós. Isto é, somos redimidos, somos comparados por Jesus Cristo e através do batismo fazemos um compromisso para estarmos dedicados a Cristo, ao caminho, ao ensinamento dele e dedicados a esta nova promessa que estamos a fazer, de vivermos de acordo com os princípios bíblicos que somos ensinados na Bíblia. E depois aqui está outro ponto de vista, batizados em nome de Paulo.
A palavra em nome de Paulo não é necessariamente pela autoridade de Paulo, porque a palavra em aqui vem da palavra grega E-I-S-E-S, que significa para dentro, em nome de Paulo, para dentro de Paulo, e nós não somos batizados para dentro do nome de Paulo, somos batizados para dentro do nome da família de Deus, do corpo espiritual de Cristo. E, por isso, fomos batizados para dentro do nome de Paulo? Não, fomos batizados para dentro do nome de Deus, que é o nome do Pai, que é o nome do Filho, que é o nome do Espírito Santo. Fomos batizados para dentro dessa família, a família Deus, por isso vamos ser filhos de Deus. E somos dessa família, e fomos batizados para dentro dessa família, e não para dentro de Paulo.
Por ciclo 14 e 15, dou graças a Deus, porque nenhum de Vós batizei, exceto, Crispo e Galo.
E Gaius, perdão. Por isso, dou graças a Deus, que eu não estive a batizar muitos de Vós, batizei estas duas pessoas, para que ninguém diga que fosse batizado para dentro do meu nome, uma vez mais, por Paulo, mas que não, que tivessem a ideia que foram batizados para dentro de Paulo, foram batizados para dentro do corpo espiritual de Cristo. Ai, pois eu recordo, sim, batizei também a casa de Stephanas. Além destes, não me lembro, se batizei algum outro.
E ele diz, porque, em século 17, não me enviou Cristo, Cristo não me enviou para batizar.
Quero dizer que não nos devemos batizar, não, mas a missão, a responsabilidade, a tarefa principal, a missão principal de Paulo não era para batizar pessoas, era para pregar a boa nova acerca de Cristo e do rei de Deus, mas o que Cristo estava a fez e que era para ser parte do evangelho do rei de Deus, que é particularmente o papel de Jesus Cristo, porque as pessoas, nessa altura, não entendiam o papel, a responsabilidade de Cristo como rei dos reis e Senhor dos Senhores, não só como nosso saudador, através da morte e da redenção que ele nos dá, mas também que ele se tornou o nosso sumo sacerdote e que será o nosso rei e Senhor dos Senhores que vai governar na terra durante o milênio e daí adiante, depois disso do milênio também e carnamento. E por isso está a dizer aqui, porque não enviou Cristo para batizar, mas para pregar o evangelho, não com sabedoria de palavra. Paulo não estava a pregar o evangelho tal como o comentário de Jameson Foster Brown, esse comentário diz, não estava a pregar com o raciocínio filosófico iniciado com linguagem oratória. Quer dizer, ele não estava a pregar o evangelho com palavras muito inteligentes e com palavras muito importantes, dizendo, olha, é uma coisa, um grande intelectualismo, não, ele não estava a pregar desse modo, com sabedoria de palavras. Não. Para que não se anule a cruz de Cristo. Isto é, para evitar que não vamos, digamos, assim, anular ou fazer sem valor o sacrifício de Cristo. Porque, quando pessoas falam com estas palavras, assim, filosóficas e muito inteligentes, dá a parecer que esta sabedoria de palavras é o que é importante. E não é. Não é importante. Por isso, ele não pregou com a sabedoria de palavra para não anular o valor da cruz de Cristo. Aqui, um ponto, a palavra cruz, no grego, é a palavra stóros, podia ter sido traduzida, se fosse literalmente como poste ou como estaca. A cruz de a palavra em grego é stóros, que pode ser traduzida, literalmente, como poste ou estaca. E, por isso, Paulo estava a pregar a Boa Nova, não com ilocuência de palavras, não com o raciocínio humano.
Porque, então, isso faria esta Boa Nova de menos valor. O valor da Boa Nova é o simples significado do que Cristo fez e desta Boa Nova. Então, continua aqui. Certamente, a palavra da cruz, uma vez mais em a palavra stóros, deste poste em que Cristo morreu, é loucura para os que se perdem. Ora, em algumas bíblias está este verbo no presente contínuo. Isto é para os que se estão perdendo.
Mas, para nós, que somos salvos, o verbo aqui também em algumas traduções bíblias é que estamos a ser salvos. Isto é um processo. Vamos falar aqui de um processo de salvação. A palavra do sofrimento, da morte, que Cristo fez por nós, é loucura para aqueles que estão no caminho de perderem a vida, a não ser que haja um arrependimento, está claro. E para nós, que estamos a ser salvos, estamos neste processo de salvação, é o poder de Deus para a nossa vida eterna, para a salvação.
Depois, vamos ler aqui no versículo 19. Pois está escrito, destruirei a sabedoria dos sábios e eniquilarei a inteligência dos instruídos. Aqui está citado, dizia, às 29, 14, para dizer, destruirei a sabedoria dos sábios. Aquelas pessoas que pensam, que sabem muito intelectualmente acerca da bíblia, e que às vezes podem ser. Muitas pessoas sabem de cores salteados, versículos, muitos versículos da bíblia, e tudo. Tem grande sabedoria, e alguns deles são muito inteligentes, muito inteligentes.
Mas está escrito, destruirei a sabedoria dos sábios e eniquilarei a inteligência dos instruídos.
Versículo 20. Onde está a sabedoria dos sábios? Onde está o sábio? Onde o inscriba? Onde o inquiridor deste século? O Proventor não tornou o Deus louca a sabedoria do mundo. Se é a sabedoria do mundo, mas neste caso, particularmente aqui a falar dos judeus, vamos ver, ele está claramente a falar dos judeus, e eles tinham um grande conhecimento do antigo justamento. Tínham algumas dessas pessoas, aquelas cribas e felizeus, e muitas pessoas que Jesus Cristo lidou com eles, tinham um grande conhecimento do antigo justamento. E por isso é que Cristo muitas vezes debateu com eles bem forte, vocês sabem estas coisas, mas não sabem nada. E por isso é que ele deu eles parábolas e coisas assim para ajudar uma lição, mas por outro lado, para esconder o verdadeiro significado do que ele estava a dizer. Porque estes sábios, estes inscribas, sim, que eram inscribas, estes inscribas, faseses, estas pessoas sabiam bastante acerca do antigo justamento. O inquiridor é aquele que está a questionar, a fazer questões. Ora, mas é isto, aquilo, e tudo, fazer questões, a sério de várias coisas da Bíblia deste século. Proventura não tronou Deus louca A boca, a sabedoria do mundo. Irmão, já vejam aqui, por exemplo, em título capítulo 3, versículo 9. Tito capítulo 3, versículo 9. Diz assim, evita discussões insensatas, de geologias contendas e debatas sobre lei, porque não têm utilidade e são fúteis, não têm valor. Estes são as pessoas, estes coestinadores, estes inquiradores, este intelectualismo religioso e que estavam sempre a fazer questões. E isso não tem valor nenhum. Isso é sabedoria do mundo. Vejam também em Tiago capítulo 3, Tiago capítulo 3, versículo 14. Tiago capítulo 3, versículo 14. Ao contrário, cada um... Tendo em você o seu coração, emveja a mergulada e o sentimento facioso. Vemos que aqui em Coríntios havia facções, havia divisões. E por isso, se há este sentimento facioso, se há este coração de inveja com a margura, sim, porque estes judeus estavam com inveja de Jesus Cristo e mais tarde destes apóstolos. E diziam, quem eram estes homens? São simplesmente pescadores. Não foram bem-estruídos na Bíblia, não sabem as coisas como nós sabemos, mas eles aprenderam o entendimento, o valor, o significado. E aprendi e começaram a saber mais e mais conforme o tempo passou. Mas lemos aqui, estas pessoas, pelo contrário, tendo em você o coração, a inveja, a margurada, sentimento facioso. Não os gloriais disso. Olha, porque eu sei mais que outra pessoa. Então, eu fiz aquela pessoa talar-se, porque tenho o melhor conhecimento e citei este versículo e aquele outro versículo e coisas assim. Cuidado, porque nem os gloriais disso nem mentais contra a verdade, as coisas dessas pessoas têm as suas ideias, mas não são baseadas na verdade. Esta não é a sabedoria que desce lá no alto. Antes é terreno, animal e demoníaca, é do demônio de Satanás. Hoje, onde há inveja e sentimento facioso, aí há confusão e toda espécie de coisas ruins. Essa é invejosa, é inveja, é ciúmes. Isso é do mundo, é do mundão. Veja em Tiago, capítulo 4, versículo 5.
Ou supondas que, em vão, afirma a escritura e uma tradução mais correta, seria como se está na Almeida revista e corrigida, e na Almeida corrigida e fiel, que diz, o espírito que nós habita, tem ciúmes. Não é o espírito de Deus, irmãos. Não é o espírito de Deus que tem ciúmes.
É o espírito homem no homem. O espírito homem no homem que habita em nós, em todos nós, tem ciúmes, tem inveja, é carnal. E essas coisas carnais é o que nós temos que vencer, temos que vencer. E por isso é que em Tiago 4, versículo 1 e 2, está a dizer, por que é que desde onde procedem guerras e contendas que há entre vós? Não está a falar guerras e contendas, por exemplo, entre a Ucrânia e a Rússia. Está a falar guerras e contendas entre irmãos da igreja, porque Tiago foi escrito a irmãos na igreja.
Donde, se não dos prazeres que militam na vossa carne? Na mente carnal, porque tem o espírito homem no homem com a mente carnal que tem que vencer. Tem que vencer estas coisas da carne. O bisais em nada tens, matais e invejais em nada podes obter, viveis a lutar e fazes guerras entre irmãos, por exemplo, na igreja. Por quê? Porque ainda tens o momento carnal. Nada tens, porque não pedis. Não pedis da maneira correta. Pois, continuando a ler, vejam-se que tem pedido da maneira correta. Vejam também, em primeiro timóteo capítulo 6, primeiro timóteo capítulo 6, versículo 4. Enfatuado nada entende, mas tem mania por questões e contendas de palavras. É, palavras, este intelectualismo, estas palavras causam problemas entre pessoas. Que nascem de inveja, de inveja desta mente carnal, provocação, difamações, suspeitas malignos, altercações sem fim, etc. Homens que diz aqui, cuja mente é pervertida e privados da verdade, supondo que apiadado, supondo que ser religioso, verdadeiramente religioso, verdadeiramente segundo seguindo a Deus, é fonte de lucro. Ah, essa pode ganhar dinheiro, mas não é desse modo. Continuando também em título capítulo 3, título capítulo 3, versículo 3. Pois nós também, outra hora, éramos nécios, desobdiantes, desgarrados, isto é, iludidos, escravos de toda a sorte, paixões e prazeres, vivendo em malícia e inveja, odiosos e odiando-nos uns aos outros. Isso é pura, digamos assim, carnalidade. Isso é o espírito homem no homem que não está convertido e que não está a mudar do velho homem para o novo homem. Então, vamos continuar a ler em 1 Coríntios capítulo 1, versículo 20. Vimos que isso, porventura não tem um sentido, a versículo 20, vimos que isso, porventura não tornou Deus louca a sabedoria do mundo. Então, vimos que é a sabedoria do mundo, é baseada nestas coisas da carne. Versículo 21. Visto como, na sabedoria de Deus, o mundo não o conheceu por sua própria sabedoria.
O mundo não o conheceu Jesus Cristo por sua própria sabedoria mundana. Não. Aprove Deus a Deus salvar os que creem pela loucura da pregação. Pela loucura da pregação. Ora, por que é que é loucura pregar? Era loucura para os judeus. Vamos ver isso aqui, para os judeus e para os gregos. Portanto, os judeus pedem sinais, como os gregos buscam sabedoria. Por isso, os judeus criam milagres. Quando os gregos disseram Jesus Cristo, olha, dá-nos um milagre.
Eu saberei que tu és. Mas quantos milagres Jesus Cristo fez? Fez tantos. Ah, mas eles criam outro milagre. Faz um milagre agora, à minha frente. Isso, então, Jesus Cristo não fez, só para se desfazer a eles. Não fez isso. Sim, fez milagres, mas não para se desfazer a esses desejos deles. Portanto, os judeus pedem milagres, como os gregos buscam sabedoria. Está aqui a falar aos coríntios, uma região gentia da Grécia, e esses irmãos lá, em coríntios, estavam a ser efetados pelas influências gentias. E, digamos assim, a filosofia grega. E, por isso, diz aqui, buscam sabedoria. Esta filosofia, que é, os filósofos gregos, eles buscam esta sabedoria humana.
Mas nós pregamos a Cristo crucificado escândalo para os judeus e loucura para os gentios. Cristo crucificado era um escândalo para os judeus. Por quê? Porque os judeus criam milagros. Os judeus criam que Jesus Cristo fosse, viesse a ser, digamos assim, o rei, os reis, nessa altura. E os judeus, nesta altura, não veiam para reinar. Ele veio para pagar com a vida dela para nós podermos ser salvos.
E por isso eles não entenderam isso. E por isso Cristo para elas, para os judeus, era um escândalo. Olha, esperavam um rei conquistador e ele acabou de morrer. Vejam a Isaías 55, Isaías 55, versículo 8. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos. Meus vossos caminhos, os meus caminhos, dizem-se-se-não.
A maneira de Deus pensar é muito diferente da maneira que nós pensamos. E, particularmente, os judeus pensavam, olha, Messias vêm para reinar agora. Mas a maneira de Deus pensar era diferente. Cristo teve que vir de primeiro para sofrer e para morrer para nós. E por isso esses judeus não entendiam isso.
E, por isso, para eles, era um escândalo. Um escândalo. Como pode ser isso? Diz assim, versículo 9. Porque assim, como os céus, são mais altos do que a terra. Assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos, e os meus pensamentos mais altos que os vossos pensamentos. A mente de Deus está muito mais acima da nossa mente. Tem uma capacidade muito maior. E, por isso, as pessoas não entendem.
Uma das coisas que as pessoas não entendem é o que vemos aqui em Salmos 22. Há que um ponto importante que eu quero mencionar para entendermos, que muitas pessoas não entendem, que há várias maneiras de estudar a Bíblia. Geralmente, falamos acerca de ler o contexto. Temos que ler o contexto e ver tudo dentro do contexto. Mas há outro ponto aqui, é que muitas vezes, no novo justamento, aponta para coisas no que nós chamamos o antigo justamento. Isto é na Tóra, ou na Processia, ou nos escritos, nesta secção das escrituras. Há muitas coisas nesta secção das escrituras que são proféticas e que muitas vezes Cristo mencionou.
E como disse, muitos daqueles escribas e fresheiros tinham grande conhecimento do que estava escrito no antigo justamento. Porque lembra-se que, nessa era, as pessoas não tinham uma Bíblia como nós temos hoje. E por isso, essas pessoas praticamente sabiam muitas secções do antigo justamento, como o Doutor, e dos proféticos, sabiam muitas dessas secções praticamente de cor e salteado. É por exemplo, às vezes há uma dica aí que posso ver, por exemplo, onde você vive com uma certa dica e as pessoas começam a dizer a parte inicial dessa dica e não precisam dizer a parte final.
Porque as primeiras palavras dessa dica imediatamente faz você lembrar do resto da história. Ora, lembramos muitas vezes que Cristo disse coisas, você ler, Cristo disse uma coisa, pois vemos que, por exemplo, Cristo diz, eu sou, e eles então começaram a buscar pedras para o opadrejar. Porque eles sabiam que quem é o eu-sul era o Deus que falou com o abrão. E por isso eles imediatamente recorreceram que Cristo estava a identificar-se como o Deus que falou o ser Deus, o verbo que estava debaixo da autoridade do Pai, que fez tudo de acordo com a vontade do Pai, o verbo que falou com as pessoas e Cristo se identificou.
E eles imediatamente quiseram o pedrajar, porque disseram que isso era absurdo, era um insulto. E por isso estou a dizer é que, no Novo Testamento, vemos muitas secções do Novo Testamento, que são, digamos assim, partes ou início de uma coisa e depois basta dizer o início dessa coisa, você já começa a lembrar-se da outra parte dessa Escritura. Por exemplo, se eu disser, se eu citar, o Senhor é o meu pastor, você provavelmente já vai pensar no resto dessa frase, que diz que nada me faltará, eu me faço repausar, mas basta dizer o Senhor é o meu pastor. E você já está recebeu assim uma indicativa do que essa pessoa está a dizer. Não preciso dizer o salmo inteiro acerca do Senhor é o meu pastor, porque se você sabe o salmo 23, que o Senhor é o meu pastor, você já está, digamos assim, a ver o resto da história, é só preciso dizer a primeira palavra. Por exemplo, se eu disser, pai nosso, que você já sabe as outras palavras que eu vou dizer, não preciso estar a dizer o resto, porque você sabe o que eu estou a falar. Igualmente, quando os Cristo disse antes de morrer, Deus meu, Deus meu, por como desamparaste, essas pessoas que sabiam, não em todos, porque muitos disseram, olha o que ele está a fazer, a chamar ilias, mas os que sabiam, os escribas, os fariseus, aqueles que sabiam, sabiam que Jesus Cristo estava a citar salmos 22.
Ora, em Salmos 22, é uma expressão de emoção. Por exemplo, você está a passar por uma dificuldade, por um teste muito grande. Você, na sua vida, está a passar, talvez, pelo teste de fogo da sua vida. E então, você vai pensar, meu Deus, por que que me desamparaste? Por que que estás a deixar, assim, é como se fosse um barco debaixo das forças do vento e de coisas assim, sem bem controlado? Por que que estás assim? Não é que Deus nos deixou, mas, emocionalmente, como seres humanos, nós vamos pensar, Deus, por que? Por que? Mas sabemos que Deus nos vai ouvir. Sabemos que Deus nos vai ajudar. Porque no s. 22, você, quando ler o s. 22, vai ver que está a falar de Jesus Cristo, por exemplo, estou a dizer no versículo 6. Mas eu sou verme, não sou homem, ou próprio dos homens, a desprezado do povo. Todos os que me veem, os homens de mim afrocham os lábios, me nejam à cabeça e dizem que confiou no Senhor. Sim, Jesus Cristo confiou no Senhor e que o Senhor o livre. Então, por que que o Senhor não o tira desta cruz? Salve, pois, nele tem prazer. Quando você está num teste muito forte, dá uma coisa emocional que você vai ter. Deus, mas por que que não estás a ajudar? Mas leia aqui no versículo 19. Tu porém, Senhor, não te afaste de mim, força minha apressa em sucurrer-me, livre a minha alma da espada e das presas do cão a minha vida, salva-me das falsas do lião e dos chifros dos búfalos? Sim, tu me respondes. Deus respondeu a Jesus Cristo. Jesus Cristo nunca pecou, mas demonstra aqui que Jesus Cristo foi completamente um ser humano com emoções como eu e você. E estava profetizado nos Somos. E Jesus Cristo, antes de morrer, recivelmente estava a pensar, Salmos 22 e começou a citar Salmos 22. Deus meu, Deus meu, por que me desamparaste? Por que parece que estás tão longe? Estas pessoas aqui querem ver-me como um verme e tão a dizer isto, mas sim, tu me respondes. Porque você pensa estas coisas a uma velocidade muito rápida de pensamento, não é? E depois você até lê, veja aqui, no versículo 24, Salmos 22, Pois não desprezou, nem abuminou a dor do aflito, nem ocultou dele o rosto. O Pai não ocultou Jesus Cristo o rosto, mas o ouviu quando lhe gritou por socorro. Mas o Cristo sim, teve que ser, digamos assim, deixado morrer, como se fosse desamparado temporariamente, mas Deus não colabandonou, porque foi necessário para a sua salvação e para a minha salvação. Isso foi necessário para nós. E graças a Deus, isto foi tudo em acordo com o plano. Mas o ponto aqui, o ponto aqui, é que este sufrimento de Cristo para os judeus foi uma loucura, foi um escândalo. Ah, coisa! Eu levia a disser o rei, e se Deus, se ele fosse de facto mesejo, tinha saído da cruz, tinha feito um milagre. Mas, irmãos, Deus nunca jamais nos abandonará. Nunca jamais! Vocês leem isso em Deuteronomy 31, versículo 1, 2, 6 e 8, mas também em Hebreus capítulo 13, versículo 5. Vamos ver, então, Hebreus capítulo 13, versículo 5.
De maneira alguma, a parte final deste versículo 13, versículo 5, de maneira alguma te deixarei. Nunca jamais te abandonarei. Irmãos, quantemos testes grandes, fortes. Precisamos de lembrar, precisamos de lembrar que até Jesus Cristo teve essas emoções. Até Jesus Cristo teve essas emoções, mas, Ele sabia que Deus nunca abandonaria, que o Pai nunca abandonaria. Ele sabia que tinha que passar por essa provação, teve que passar por essa provação e Ele sabia isso, mas passou por estas emoções, como nós às vezes passamos. Mas Ele manteve-se fiel até o fim, e é o que nós temos que fazer.
Primeiro Pedro, capítulo 2, irmão. Vamos ler, então. Primeiro Pedro, capítulo 2, versículo 20. Porque glória há-se pecando e sendo desbovetados, por isso o suportais com paciência.
Mas se, entretanto, quando estamos a praticar o bem, sois igualmente afligidos. Irmãos, alguns de nós, alguns de vocês que estão a ouvir esta mensagem, estão a passar por aflições muito grandes, muito grandes. E não é porque estão a praticar o mal, mas estão afligidos, igualmente afligidos, como Cristo foi afligido. Mas não fiz nada mal, não fiz nada errado. E, pois, sois igualmente afligidos e o suportais com paciência, isso é grato a Deus.
Precisamos manter isto em mente, quando temos estas grandes aflições. No século XXI, por quanto para isto mesmo fostes chamados?
Entendem? Você foi chamado nesta era.
Não no mundo amanhã, mas nesta era. Para quê? Para sofrermos.
Pois que também Cristo sofreu em vossa lugar.
Deixando-nos exemplo para seguirmos os mesmos passos de Cristo.
O qual não, como o teu pecado, nem dou-lá algum sachou em sua boca.
Irmãos, isto é forte, mas é cheio de significado. A vida cristã não é eu usar palavras e ser intelectualmente mais sabedor desta profecia ou daquela profecia, ou que é a marca da besta, ou que não é a marca da besta e tal, e adorarem argumentos e contendas e coisas de palavras. Não!
Isso não é cristianismo. Sim, precisamos saber a verdade.
Precisamos saber a doutrina correta. Mas o caminho da vida é apertado. É difícil. É difícil.
Em Colossenses capítulo 1. Colossenses capítulo 1, versículo 24. Colossenses capítulo 1. Colossenses capítulo 1, versículo 24. Agora me regurgizo. Está aqui Paulo a dizer aos irmãos em Colossia.
Nos meus sofrimentos por vós e preenche o correta das aflições de Cristo.
Paulo está a dizer que preenche o correta das aflições de Cristo e nós, como cristãos, nesta era, antes da vinda de Cristo.
Como lemos há pouco, foi por esta razão que somos chamados. Nós, igualmente, estamos a preencher o resto das aflições de Cristo.
Isto é do corpo de Cristo. Perfomos batizados para dentro do corpo de Cristo.
E tal como o corpo de Cristo teve que sofrer, temos nós, igualmente, que preencher o resto das aflições de Cristo na nossa carne. A favor do seu corpo, que é a igreja.
Irmãos, isto é muito forte, isto é muito profundo.
Mas lembrem-se, em primeiro Coríntios, capítulo 10.
Primeiro Coríntios, capítulo 10, versículo 13.
Primeiro Coríntios, capítulo 10, versículo 13. Não vos sobreveio tentação ou provação que não fosse humana, mas Deus é fiel.
E não permitirá que sereis, ou seja, tentados ou provados, além das vossas forças.
Oh, quantas vezes chegamos a um ponto que diz Deus não aguente mais.
Não aguente mais.
Neste momento, deve-vos lembrar-me, a vida de Deus é o que nos ajudará.
No contrário, juntamente com a tentação, vos procurará livreamento, de sorte que a possas suportar.
Não diz livreamento para não ter a tentação, porque diz para que a possa suportar.
Por isso, tentação ou provação, a dificuldade vai continuar. Mas vai dar uma ajuda, um livreamento, um querido de ajuda.
Ajuda para você e continuada.
O Consolador, o poder do Espírito Santo, nos ajuda a vencer.
Então, continuado, onde estávamos a ler, em primeiro Coríntios, capítulo 1, versículo 23, Cristo crucificado era um escândalo para os judeus, estamos a ver.
E para os gregos era loucura. Como é que uma pessoa pode morrer e assim?
Está uma loucura. Mas para os que foram chamados, tantos judeus como gregos, pregamos a Cristo que é o poder de Deus e a sabedoria de Deus.
Isto é o poder de Deus. O sacrifício de Jesus Cristo e a sua morte demonstram o poder de Deus para nos demir.
Porque a loucura de Deus é mais sábia que dos homens e a fraqueza de Deus é mais forte que dos homens.
Os pensamentos de Deus são muito mais altos que nós.
Irmãos, reparai pois na vossa vocação, na vossa chamada, fomos chamados para esta evocação, sermos cristãos, visto que não foram chamados muitos sábios, segundo a Carla, nem muitos produrosos, nem muitos de nobre nascimento.
Sim, não foram as pessoas super inteligentes. Somos entre as pessoas que as outras pessoas olham, olha quem é ele.
Quem é ela?
Do contrário, Deus escolheu coisas loucas do mundo. Nós, a Bíblia diz, somos estas, não somos nada, são coisas loucas do mundo, para envergonhar os sábios, no dia da manhã.
Escolheu as coisas fracas do mundo para envergonhar os fortes. E Deus escolheu as coisas humildes do mundo e as expressadas, aquelas que não são para reduzir a nada as que são, a fim de que ninguém se vanglorie na presença de Deus.
Isto é a obra de Deus, não é obra de homem. Mas Vos, sou este Deus, Vocês pretenciem a Deus.
Em Cristo, isto é, vivendo como Cristo viveu, o qual nos tornou da parte de Deus.
Isto é, a obra de Deus não é minha obra, não é sua obra, nossa obra nos tornou sabedoria, sabedoria de Deus.
Neste exemplo, vai ser sabedoria. No mundo da mulher, para pessoas virem, vai ser uma grande sabedoria de Deus.
E justiça. Oh, pensamos, oh, isto não é justo, eu estou a sofrer, isto não é justo. Mas vai haver justiça, ao fim.
Lembra-se, Deus é justo. Precisamos ter fé em Deus. Talvez hoje em dia não pareça justo. Mas vai haver grande justiça. E santificação. Vamos ser santos, vamos ser separados, vamos ser como Deus é. E vai haver redenção, vamos ser salvos deste corpo.
Da morte, vamos ter um corpo de vida eterna. Para que, como está escrito, aquele que se gloria, glorisse, glorisse no Senhor.
Isto não é a nossa glória, é glória no Deus. Deus está a fazer uma grande obra em nós. Sim, temos que sofrer. Mas precisamos de conhecer sempre que Deus é fiel e ele nunca nos deixará ou desamparará.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).