Apocalipse 1:3

Estudo Bíblico 02 do Livro de Apocalipse

Introdução (continuação) - Entender a verdade é um milagre de Deus; contexto histórico; esboço dos capítulos do livro de Apocalipse.

Transcrição

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Ora, como ponto de revisão, o objetivo que eu estou a ter neste estudo bíblico é para nós de se venirmos melhor o que os dias em que vivemos. Para entendermos melhor os dias em que vivemos e para termos um entendimento bem equilibrado das profecias bíblicas. Quer dizer, não queremos ter um exagero para um lado ou exagero para o outro. Queremos ter um entendimento bem balançado, bem equilibrado. E, por outro lado, um ponto importante é para que haja uma conduta madura, santa e segundo Deus na nossa vida. Isso é o que lemos em segundo Pedro 3, porque o dia do Senhor virá repentinamente, muito repento, e isto tudo vai explodir até que, finalmente, ao fim deste período, a própria... O céu e a Terra vão ser queimados e isso vai ser durante o período do Largo de Fogo e tudo se vai queimar. Está claro, depois, já virá um novo céu e a nova Terra. E, por isso, diz Pedro aqui que, havendo depois de percebe todas estas coisas, que as pessoas vos convém-sem em santo trato e piedade. Isto é a lição de que isto vai acontecer. Sabemos que vai haver um juízo e, por isso, temos que nos comportar de maneira que seja agradável para Deus e que seja, na verdade, numa boa, correta condução.

Depois, falamos acerca das regras de interpretação, porque é preciso ter cuidado quando entendemos as escrituras, porque sabemos que nenhuma palavra ou nenhum versículo é sujeita à sua própria interpretação. Esse número-ciclo é preciso ler com todos os outros livros, com todo o outro ensino da Bíblia para encaixar tudo corretamente.

E, por isso, as doutrinas, principalmente os verdadeiros ensinos, devem ser analisados com todas as secções que são relevantes acerca desse assunto, em estudo.

Por isso temos que pôr tudo em conjunto e para não haver contradição.

Por isso é que lemos também em Pedro que, sabendo primeiramente que nenhuma profecia da escritura, isto é da Bíblia, é de particular interpretação.

Eu não posso ter a minha própria interpretação ou não.

Depois, vimos, eu modifiquei este slide, algum ou outro slide, talvez eu tenha ajustado um bocadinho da semana passada, porque estamos a ver aqui que sempre que possível.

E, então, sublinhei que não estava sublinhado esta parte. Sempre que possível é perforível o entendimento simples e direto do texto.

Então, vimos e vamos ver um bocadinho mais estes graus da autoridade.

Também deve-se dar prioridade ao entendimento fornecido por Cristo, pela Igreja Apostólica, a Igreja Primitiva dos Apóstolos, que aprenderam de Cristo, e pela, o que eles escreveram a essas pessoas dentro do contexto do dia, porque temos que entender o que estava a acontecer nessa sociedade e por isso qual foi o contexto do que ele estava a dizer e a escrever.

E, então, assim, falamos acerca das regras da Esa Jési, que é extrair, ou tirar, ou explicar, vem da palavra Esas, como do Exodus, que é a teira, a sair, sair do Egito Exodus, Esa Jési, que é extrair o significado do texto como seu escritor original pretendia e a sua audiência, aqueles, aqueles, quem ele estava a escrever, entendiam. Quer dizer, é tirar o verdadeiro significado dessa secção da Escritura. E depois também falamos acerca de Esa Jési, que é inserir o nosso próprio significado privativo, ou particular, a uma palavra ou um versículo.

Eu também me ensinei que isto não é praticado no desenvolvimento das crenças fundamentais da Igreja deus unida. As crenças fundamentais da Igreja deus são baseadas em palavras diretas, ou implicações diretas, da Bíblia, da Escritura. E por isso, então, tivemos a mencionar, a século destes graus, da autoridade, que é preferível ter o entendimento simples e directo do texto. Depois eu mostrei que há, digamos assim, numa representação gráfica, a esta representação que diz que as Escrituras, ou os versículos que são diretamente explicados na Bíblia, existem a maior 100% autoridade. Por exemplo, um versículo que diz o sétimo dia da semana é o sábado, ou esta é a primeira ressurreição, são afirmações diretas da Bíblia. E por isso tem 100% autoridade. Alguns outros também são diretas, mas que são implicações diretas. Por exemplo, a Bíblia não fala de uma segunda ressurreição. A palavra segunda ressurreição não está na Bíblia, mas fala da primeira ressurreição, em Apocalipse 20. E depois diz, e mil anos depois, é que os outros ressuscitaram. E por isso, se há uma primeira ressurreição, há uma outra mil anos. Mil anos depois, e que nós, na igreja de Deus, chamamos a segunda ressurreição. Mas isso é, digamos assim, uma implicação direta da Bíblia, porque diz que vai haver outra ressurreição depois dessa primeira, e essa será mil anos depois. Essas duas campasas são pontos diretos, direitos, claros. Depois há outros que é prováveis. Os prováveis podem ser assim, ou podem ser acelados. Ora, este que é provável, pode cair, pode ser provável dentro destas diretas, ou pode ser provável, mas cai fora destas diretas. E isto é perigoso. Por isso, quando é provável, temos que verificar que as outras coisas também estão corretas. Se não, temos de estar fora, porque o grau da autoridade é menor destas prováveis. Depois já há as conclusões indutivas da Bíblia. Isto é o raciocínio humano. Se nós pudemos racicionar, pensar ou concluir uma coisa da Bíblia, deixe-me admitir aqui algumas pessoas.

O que eu estava a dizer, então, há umas partes de raciocínio humano que é preciso ter cuidado, porque Deus nos deu um momento para pensarmos. Não há nada errado em pensarmos, por exemplo. Irmão, desculpe, eu interrompei. É que eu me esborrajei aqui no chão, no sentido prático. Faltou luz!

Bem, como estava a dizer, houve há umas raciocínio humano, Deus nos deu um raciocínio humano, uma maneira de pensar, que não há nada errado com essa maneira de pensar, porque Deus nos deu uma maneira de pensar e chegarmos a conclusões. Mas o problema é quando chegamos a conclusões que estão fora dos ensinos da Bíblia. E sim, nós podemos raciocinar, mas precisamos de raciocinar dentro das diretivas da Bíblia. Quando raciocinamos fora das diretivas da Bíblia, isto é o raciocínio humano, fora do que Deus nos diz, isto é que é o perigo, isto é que temos que evitar. E por isso, eu então... e estes quatro secções de espilares são todos da Bíblia. E estamos a ver que o grau da autoridade diminui conforme subimos neste pirâmide. Depois à revelação geral, por exemplo, pessoas dizem que concluem, por exemplo, pela ver a criação. Sim, ver a criação. Olhando para a criação, vemos que Deus existe. Conhecemos que Deus existe pelas coisas que foram criadas. Mas há certas conclusões que são inferidas disso que podem estar erradas, porque por isso, essa grau da autoridade diminui. E está claro, especulação não tem nenhuma autoridade. Pode, às vezes, estar correta, mas muitas vezes, pode também estar incorreta. Então, eu tive a explicar que estas duas, basicamente as duas camadas de baixo, são mais o que nós chamamos de exagésia, enquanto que estas duas de cima, muitas vezes, tendem a ser inserir o nosso significado, por isso, temos que ter cuidado para não estarmos a inserir o nosso significado. Então, isso é o exagésia e temos que ter cuidado. Sim, se for dentro das coisas da Bíblia e tiver a cair dentro disto, não há problema. Mas, se for por fora, então há um problema. Por isso, eu fiz aqui um gráficozinho aqui, explicar que o raciocínio humano, a parte de Deus, é o perigo. Temos que ter cuidado com o raciocínio humano a parte de Deus. Sim, se o raciocínio humano está dentro das regras de Deus, por exemplo, nós temos, por exemplo, analogias, que Deus é uma família, que somos gerados e há várias explicações que tentamos fazer para entendermos melhor, que, embora sejam coisas físicas, mas são analogias, desde que sejam dentro do ensino bíblico, está bem. Mas, quando é a parte do ensino bíblico, então isso é perigoso. Por exemplo, temos aqui uma ideia e temos que ver se essa ideia cai dentro do que a Bíblia diz ou não. Se essa ideia é fora do que a Bíblia diz, então essa ideia vai cair completamente fora e, por isso, não é um raciocínio correto.

Por outro lado, podemos ter uma ideia que cai bem dentro dos ensinos bíblicos e, por isso, isso, então, seria uma coisa correta. Por isso, precisamos ter cuidado com estes graus de autoridade. Precisamos ter muito cuidado.

Ora, um dos pontos que nós sabemos na Igreja de Deus, mas vou realçar aqui, é que entender as coisas de Deus é um milagre.

É Deus que nos dá o entendimento das coisas espirituais através do Espírito Deus. Tal como nós, seres humanos, entendemos as coisas do homem, porque temos o Espírito o homem, por isso, não podemos ir ensinar a alfbra e jogar xedrez a um animal, a um tigre, a um leão, a um elefante, porque não vão conseguir fazer isso porque não têm o Espírito o homem. Nós, como seres humanos, podemos aprender coisas humanas porque temos o Espírito o homem. Ora, a analogia que Paulo está aqui a escrever aos curítios, é que nós não conseguimos entender as coisas de Deus, tal como um leão ou uma girafa, ou seja, que foro não consegue entender as coisas do homem, nós não conseguimos entender as coisas de Deus, se não temos o Espírito Deus, tal como os animais não conseguem entender as coisas do homem, se não tem o Espírito o homem. E por isso, aí está um ponto muito importante. Quando nós começamos a entender e começamos a vir para a verdade, começamos a entender a verdade, então nós começamos a ver as coisas porque o Espírito Deus está a trabalhar conosco, o Espírito Deus está à nossa volta, está a nos ajudar, por exemplo, ainda não fomos batizados, mas o Espírito Deus já está conosco, a trabalhar conosco, não está ainda dentro de nós, mas está conosco e nos está a abrir a mente para podermos entender as coisas de Deus.

E por isso é que Jesus Cristo também deu nas parábolas, eu menciono esta parábola no sermão que era bem para amanhã também, menciono esta parábola, mas Jesus Cristo falou em parábolas para as pessoas não overem, para as pessoas não overem, embora estavam a ver e ouvirem, não estavam a entender, porque não tinham Espírito Deus. Só quem tem Espírito Deus é conseguindo entender e por isso uma pessoa pode pensar, mas então Deus está a ser justo? Está claro que Deus está a ser justo, porque Deus permite, nós não entendermos estas coisas, porque quando pecamos, pecamos assim em ignorância. E por isso quando Ele nos der o entendimento, Ele podemos perdoar porque fizemos em ignorância. Ora, todos vamos ser julgados por todas as nossas obras. Sim, todas as obras, boas e mais, mesmo que não entendamos tudo na Bíblia, vamos ser julgados por obras boas e mais. E se não é carta branca, é para poder fazer o que quiserem, e apetecer. Não, temos que ter juízo. Por isso é que, por exemplo, no livro de Cresieste diz, cuidado, jovem, tem cuidado nas coisas, porque vai ser julgado como tudo. Embora talvez não entendas todas as coisas. Mas aqui, estamos a ver que, para entender, os princípios espirituais de Deus precisamos de receber este milagre. Milagre que vem através do Espírito de Deus estará a trabalhar conosco. Ninguém pode vir a mim, disse o Cristo, a não ser que o Pai o chama. O Pai nos chama. Nós estamos a ver o entendimento através do Espírito, para nós podermos começar a entender e a ver. Ora, por isso, vemos que profecias como Daniel, e vamos falar de Daniel várias vezes durante este estudo da Apocalipse, mas Daniel, no último capítulo de Daniel, está a dizer que muitas pessoas vão ser purificadas e embrancidas, feitas justas, feitas verdadeiros cristãos, e vão ser provados, sim, vamos ter testes de dificuldade até o fim, mas aqueles que são ímpios, não vão entender. Ora, os ímpios são aqueles que desobedecem as leis de Deus, mas dizem, os sábios entenderão. Ora, então, quem são os sábios? E lembre-se, isto faz lembrar da parábola das 10 vírgias, porque cinco eram sábias e as outras não eram, eram nécias, mas aqui, se somos sábios, o que é ser sábio? Bem, então, lembram-nos isso em Salmo 111, versículo 10, que o tumor do Senhor é o princípio da samba de dia, para os sábios. Bom entendimento tem em todos os que lhe obedecem, e o seu louvor parece para sempre. Por isso, Daniel está a dizer, aqueles poucos que obedecem as leis de Deus, aos princípios de Deus, vão entender coisas que outros não vão entender. Mas, conforme vamos estudar aqui este livro da Apocalypse, podemos-me lembrar que Deus promete salvar a humanidade.

Embora a humanidade esteja a causar, assim, próprio mil e um problemas. Sim, nós causamos muitos problemas, muitos dificuldades. E por isso é apesar de nós, apesar de nós, Deus nos vai salvar, vai salvar a humanidade. E por isso, o entendimento que o mundo tem, olha, vai ser o fim do mundo, não vai ser o fim desta idade do Reino Satanás, mas vai ser o começo de uma idade nova de paz e alegria. Mas, infelizmente, vamos ter de passar por estes dias de dor, antes da vinda de Cristo. Ora vejam Apocalypse 11, versículo 18, que é quando fala acerca da última trombeta, que isto é quando Jesus Cristo vem, diz aí, e as mações se iraram e veio a ida de Deus. Sim, a ida, o cúmulo, o máximo da ida de Deus, são os sete últimos flagelos, as sete últimas pragas. Sim, a ida de Deus inclui todas as trombetas, mas a sétima trombeta abre os sete flagelos, e aí, tínhamos assim o máximo, o ponto final da ida de Deus.

E aqui diz três coisas que vão acontecer, que são muito importantes, que é o tempo dos mortos para que sejam julgados.

Quando Jesus Cristo vier, alguns mortos vão ressuscitar na primeira ressurreição, quer dizer, foram julgados para estarem na primeira ressurreição.

Os outros mortos foram julgados para ressuscitarem depois, e por isso é o julgamento dos mortos, porque alguns vão ressuscitar na primeira ressurreição, que vai ser uma melhor ressurreição, e outros vão ressuscitar depois.

E também diz no meu versículo 18 e o tempo de dar-os o galardão aos profetas, teus servos e aos santos, e aos temem o teu nome, a pequenos e a grandes.

Agora, tome a nota que a sétima trombeta, como vamos ver, é a vinda de Cristo, é a ressurreição dos mortos. Por isso, estes mortos que estão na primeira ressurreição, vão receber a vida interna.

Isso é de graça.

É de graça.

Mas até esses que vão receber a vida interna na primeira ressurreição, alguns, nessa primeira ressurreição, vão ter maiores, digamos assim, recompensas que outros.

Alguns vão governar, por exemplo, sobre dez cidades, outros por cinco, e outros só por uma a dois.

E por isso, vão ter galardão diferentes.

Vão ter recompensas diferentes.

Por isso, diz assim, é o tempo de dar-se galardão. Não só de dar a vida interna, porque a vida interna é o tempo dos mortos que vão ser julgados, esses vão estar na primeira ressurreição, mas também é o tempo de dar-se galardão.

E em terceiro lugar, em terceiro lugar, em terceiro lugar, é o tempo de destruí-os, os que destruem a terra.

Aqueles que vão destruir a terra, querem destruir a terra, vão ser destruídos.

Jesus Cristo vai reinar como a vara para os rebeldes, mas para os mansos.

Essa vara não vai ser uma vara de correção, vai ser uma vara de proteção dos lobos e dos maus.

E por isso, ele vai governar os mansos com carinho, com amor, com bondade.

Mas, antes disso, esses que vão estar erados, por diz as nações, vão estar eradas para lutar contra Cristo, então, ele vai deitar sobre eles, digamos assim, os sete flagelos e depois vai os destruir completamente.

Como lemos, por exemplo, em Zacarias e outras escrituras.

Mas, como estava a dizer, Deus, depois disso, vai salvar a humanidade.

E, por isso, quando estudamos o livro da Pocalypse, que, basicamente, está a descrever muito destas coisas tristes que vão acontecer, é bom manter sempre em mente que vai haver paz depois desses dias terríveis.

Vai haver dias de grande felicidade.

E, por isso, o povo que andava nas trevas, sim, o povo hoje em dia anda como não sabe para onde virar, não sabe, está tudo numa confusão. O que é que se passa? Então, vai haver uma grande luz.

E aqueles que estavam à porta da morte, esta luz vem para salvar a humanidade.

Esta é a boa nova do que vai acontecer a Vinda de Cristo.

E, continuando, então, a lera, lemos aqui, por convenino, no nasceu.

O filho se nos deu.

E o principado está sobre seus homens. E se chamará o seu nome maravilhoso conselheiro, Deus forte, Pai da Eternidade, Príncipe da Paz.

E são títulos que Jesus Cristo vai ter.

E do aumento deste principado e da paz, não haverá fim.

Sobre o trono da vida.

Sim, porque da vida vai estar ressuscitado, vai reinar debaixo de Cristo e no seu reino, no reino Jesus Cristo, no reino de Deus. Para o firmar e fortificar com juízo e com justiça, desde agora e para sempre.

E o zelo do Senhor, isto é o entusiasmo do Senhor, vai fazer isto de certeza.

Deus nos vai salvar. Deus vai salvar a humanidade, apesar de nós mesmos. Esta é a boa nova atrás de isto tudo.

Esta é a boa nova que nós temos que pregar neste mundo de tristezas. Temos que estar a dar encrujamento às pessoas que isto tudo passará.

E que vai haver dias lindos no futuro.

E por isso temos que entender isso.

Vai haver dias lindos no futuro.

Continuando, então.

Em Miqueias, capítulo 4, vemos assim, mas nos últimos dias, a condescerar que o monte da casa do Senhor, aonde leiam o monte, leiam o reino, o reino de Deus. Será estabelecido no cúmodo, será estabelecido no cúmodo de montes. Quer dizer, o reino de Deus vai a ser acima dos outros, todos governos de todas as outras nações.

E isso se levará a sobre os outeiros. Isto é sobre as nações mais pequenas.

E a Ele, isto é o reino de Deus.

A monte da casa, onde Jesus Cristo vai reinar, arruirão os povos.

E irão muitas nações. Por isso, por quê? Porque Deus promete salvar a humanidade.

E essas nações dirão, vindo e subamos ao monte do Senhor, isto é o reino de Deus, onde o reino de Deus está estabelecido, o governo do reino de Deus está estabelecido. Vamos visitar estes governados do reino de Deus, a casa de Deus de Jacó, de Deus de Jacó, para que nos ensinem os seus caminhos, para aprendermos o caminho, para andar-nos nas suas veredas, nas suas leis, nas suas instruções.

Porque o de Siam sairá a lei. A lei vai sair de Siam. Siam também, em analogia, representa a Igreja de Deus.

De Siam sairá a lei e diruns a lei da casa do Senhor, e julgará-a entre muitos povos, e castigará nações poderosas e longínquas.

Vai trazer uma correção correta aí, e converterão as suas padas em paz, e as suas lanças a cada vez mais em paz, e as suas lanças em foças.

Uma nação não levantará a espada contra outra nação, nem aprenderão mais a guerra, mas assentar-se a cada um de baixo da sua videira, da sua figueira, e não haverá quem ospante, porque a boca do Senhor, dos exércitos, o disse. Deus disse, isto vai ser e vai ser. Por isso Deus promete salvar a humanidade. Outra escritura acerta deste ponto, diz assim, o deserto e o lugar solitário se ligarão disto, e o erme exulterá e flucerá como a rosa, fortaleceio as mãos fracas e firmai os joelhos, portamente.

Dizei aos turbados de coração ser de fortes. Cri-se-me, irmão, quantas pessoas existem hoje em dia com ansiedade? Com medo. Turbados de coração.

E precisemos dizer, portes, não temão. Eis que o vosso Deus virá a convingança com recompensa de Deus. Ele virá e vos salvará. Então os olhos dos cegos serão abertos e os ovidos do surdo se abrirão. Temos que ver isto em significado duplo, porque sim, fisicamente, vão ser serados, mas espiritualmente, estão cegos espiritualmente porque não entendem a verdade de Deus, no mundo da manhã, no milênio, a mente vai ser aberta e não vão ser cegos, já vão entender a palavra de Deus, porque nessa altura Deus vai chamar o mundo todo.

Os ovidos dos surdos se abrirão, vão ouvir a palavra e vão entender, vão entender a palavra de Deus. Os coxos salterão como servos. Quantas pessoas estão a coxiar? Como um bocadinho de doutrina verdadeira e um bocadão de doutrina falsa. E elas não iam coxiar, não estão a entender, estão a coxiar. Por isso, estamos a ler isto fisicamente, mas espiritualmente, também tem um significado. A língua dos mudos cantará, porque águas arrebentarão no deserto. Águas, o conhecimento, o Espírito Santo de Deus, que é esta água viva, que é a língua de Deus, que é esta água viva, que nos vai matar a sede espiritual. E, por isso, a Terra-seca se tornará a águas e a Terra-sedenta é mananciais de águas. E nas habitações em que jaziam os sacais, haverá verda, a verva com canas e juncos. E os resgatados do Senhor serão aqueles que vivem neste mundo, seres humanos, físicos, que se vão arrependerem durante a grande tribulação, mas ainda têm que aprender e têm que vencer as fraquezas da carne. Esses vão ser resgatados fisicamente e vão ser o que nós chamamos o segundo êxodo, a entrarem no reino milenial. E virão a cião com júmido. Júmido. Virão a cião. Simbolicamente, lendo fisicamente, mas também simbolicamente, como disse há pouco, não é só essa região, mas é entender, vão para a igreja de Deus. Conjubre alegria e alegria e tarno abraço sobre suas cabeças. Goza e alegria alcançarão e Deus fugirá a tristeza e os mindo. Por isso, Deus vem salvar a humanidade. Por isso, quando lemos o livro do Apocalypse, sim, há muitas coisas tristes que estamos a ver, mas, há boas notícias, há boa nova, é que Jesus Cristo vai reinar e vai trazer paz à Terra. Sim, isto vai ser terrível, mas, felizmente, vai ser um período curto. Sim, para nós, 2 ou 3 ou 4 anos é muito tempo, mas é um período curto quando estamos a pensar, por exemplo, a Segunda Guerra Mundial, a bomba de Hiroshima foi a 75 anos atrás. O tempo passa, e isto depois as pessoas vão passar e vão estar alentos. A humanidade vai ser salva. Ora, então, entrando um cadinho mais diretamente no livro do Apocalypse, precisamos, em primeiro lugar, ver um contexto histórico.

Neste período, o Apocalypse era o período em que o Império Romano governava sobre essas nações da Ásia e da Europa, da Ásia Ocidental. O Império Romano era dominante. Imaginem, desde Londres até Jerusalém podiam andar sem passar uma fronteira. Era dominante. Abriam estradas e possibilidades de ir de um lado para o outro. Por isso, é de baixo dessa condição social é que veio Jesus Cristo e veio a Igreja Primitiva para poderem viajar e ir de um lado para o outro, para terem estas estradas para poderem passar a informação do Evangelho. É como hoje nós, temos estradas diferentes. As estradas diferentes que temos é intermente. Nós podemos estar aqui a falar com irmãos em Portugal, irmãos no Brasil, irmãos em Angola, irmãos em Bolívia. Por que? Por causa desta estrada eletrónica que temos hoje em dia.

Mas o contexto histórico nesse período do livro da Apocalipse era um período em que o Império Romano era dominante.

Mas, durante este primeiro século, houve muitas mudanças e muitas coisas que aconteceram, que são acontecimentos muito significados e importantes para entendermos, particularmente em relação à Igreja. Então, vejemos alguns desses acontecimentos importantes durante o primeiro século.

Sim, primeiro lugar, Cristo foi cursificado no 31 da Era Corrente ou depois de Cristo de Cê, mas chamamos Era Corrente, porque, sei lá, pessoas, uns dizem um metro e outros dizem outro. No ano 64, depois de Cristo da Era Corrente, houve um fogo em Roma, que praticamente queimou a cidade.

Os judeus e os cristãos foram acusados deste fogo. Disseram que foi causado pelos judeus e pelos cristãos. Entendem que, nesse período, os cristãos eram basicamente conhecidos como uma subdivisão do judaísmo, do judeus. Ou pelo menos, pelos romanos, não viam grande diferença. Dizem, ai, este é o segmento, um grupo de judeus. E, por isso, os judeus e os cristãos foram acusados deste fogo de Roma.

Deste período, também, em bom entender, que a igreja era basicamente judaca.

Exceto, ao onde Paulo tinha ido, estava a abrir estas novas igrejas, que lemos nas epístolas de Paulo. Estão tudo novas igrejas recentemente formadas, mas, digamos assim, o núcleo da igreja ainda era em Jerusalém.

E muitas pessoas que eram judaicas do judaísmo vieram para a igreja.

E eles trouxeram com elas ideias judaicas.

E isso, veso muito dos problemas que a igreja primitiva teve, por exemplo, em Atos 15, que estavam a dizer que era preciso seguir as instruções da lei, com a lei ceremonial. Está claro, não era a lei de Deus, era a lei das cerimónias judaicas. Que sim, tinham sido instruídas, como por exemplo, uma delas era a circuncisão. Tínham sido instruídas.

Para os judeus! Para os judeus!

Mas Paulo estava agora a ensinar aos gentios. E, para os gentios, essas leis nacionais judaicas que Deus tinha dado a essa nação ou os realitas, digamos assim, não eram aplicáveis aos gentios.

Ora, isso causou grande problema, grande disputa, grandes argumentos, porque esses que diziam que tinham que fazer, porque isto era mandado, sim, era mandado, circuncisar no oitavo dia, no antigo estamento. Então, Paulo estava a fazer, olha, agora vocês não precisam de circuncinar, estava a falar diretamente contra o antigo estamento, dizia. Mas, o ponto da circuncisão física é para uma identificação nacional. Por exemplo, os brasileiros têm a bandera brasileira e os anulantes têm a bandera anulana. Era uma identificação nacional.

Mas agora Deus estava a abrir isto a todos os povos e esse simbolismo, agora apontava para um simbolismo espiritual, que era uma circuncisão espiritual que era para ar de pecar, mudar. E também os sacrifícios que apontavam para o verdadeiro cordeiro que os judeus faziam como uma lição, como uma educação, como uma memória ou um memorial, esses sacrifícios não são necessários para os gendios. Porque o verdadeiro sacrifício é Cristo. Porque esses sacrifícios que eles oferciam dia e noite, semanalmente, mensalmente e anualmente, nunca os justificavam. Isso é o que lemos em Ibreus, no livro de Ibreus. Dizeste, os sacrifícios nunca os justificavam. Porque? Porque tinham que continuar a ofercer dia e manhã e à tarde, diariamente, semanalmente, mensalmente, anualmente durante os festivais. E por isso não os justificavam. Mas quando Cristo veio um único sacrifício, o justificou para sempre. E por isso nós, como gentios, não precisamos desses sacrifícios.

Por isso, a igreja, nesse período, à volta desses anos, entre os anos 31 e 60 e tal, era basicamente judaica. Com muitos problemas com judaísmo, como vocês leem, um livro de galatas. E aí, a falar, a sério dos problemas que o judaísmo estava a trazer, vocês leem em galatas, que dizem que o judaísmo não é a religião de Deus. Por que? Porque durante os dias de Moisés tinham césaras instruções. E eles se desviaram dessas instruções e foram para a dispersão. Quando voltaram da dispersão através de asra e manias, disseram, olha, temos que voltar as coisas de Moisés. Mas como eram carnais, poseram modificações e amplificações e regras adicionais que vai ser o que se chama o judaísmo e esse eram pesos que era diferente da pureza da lei que deveria ter sido praticada. Que as vezes desviaram dos ensinos de Moisés e começaram a ter uns ensinos diferentes. O que se é que Jesus Cristo muitas vezes não obteceu a eles e disse, não, não é assim, mas é assim.

É a mesma coisa que aconteceu com o cristianismo.

O cristianismo dos apóstolos da igreja primitiva era assim. As pessoas conformam o tempo através da influência de Satanás e da igreja católica, disse tudo, começaram a fabricar um cristianismo diferente que não é o cristianismo original.

Tal como o judaísmo não é o Moisés original. Por isso o judaísmo que era estes problemas com o judaísmo que a igreja estava a ter era esta desvio do verdadeiro ensino que tinha cidadão Moisés.

Ora, como a similução estava a voltar e os judeus criam a impendência dos romanos e estavam a ser acusados pelos romanos, houve então houve uma revolta. E vocês falaram talvez tenham ouvido a palavra amazada, amazada, houve uma revolta. Revoltaram-se contra Roma.

E depois Roma os teve um contractac e veio com muita força para os destruir. Então, no ano de 70 desta era a corrente depois de Cristo, os romanos rotaram os judeus e o templo foi destruído.

Agora, pensem bem. Vocês sabem como se conta, por exemplo, o oitavo dia para a circuncisão incluindo o dia do nascimento. Praticamente, é certo isso. Pois, mas é o oitavo dia, porque o dia do nascimento é um, pois o segundo dia é o oitavo dia. Como é que vocês contam pente e costes? É o quincogésimo dia, incluso, inclusive. E quarenta representa o período de testes. Ora, o ano 31 foi o ano um ao início do ano, Cristo morreu. Ao quadragésimo ano, depois disso, quarenta, completamente provado e... a nação foi provada, o templo foi destruído do quadragésimo ano após a morte de Cristo. E vemos então, aí, pontos interessantes. Quando isso aconteceu e Jerusal foi destruída, a sede da igreja foi movida para Antioquia, na Turquia, onde é hoje a Turquia, na Antioquia, para Sul, Antioquia. E daí, veio a ser o ponto central da igreja depois do ano de 70.

Daí, veio muita perseguição à igreja. Muita perseguição à igreja. E daí, por uns outros do ano 70 até mais ou menos ano 120, é o que as pessoas chamam, os anos das trevas.

Os anos das trevas, porque nessas quarenta ou cinquenta anos é como se houvesse uma cortina do palco fechou e não se viu nada na história da igreja. E depois, a partir do ano 120, esta cortina do palco começa a abrir e começamos a ver a igreja cristã, mas já é uma igreja adulterada. Sim, vence alguns que ainda estão a obter mas os outros estão a ficar uma maioria porque esta igreja adulterada já começou a aparecer a partir dos anos 120 adiante. E quando chega o ano 325, que é o ano do Conselho Viniceia, aí foi estabelecido, porque daqui adiante a igreja católica tem que ser uma igreja da idade e a igreja católica tem que guardar o domingo em vez do sábado e tem que guardar o domingo do páscoa em vez do dia 14 do primeiro mês. Foi no Conselho Viniceia do ano 325.

Daí adiante houve uma previsão enorme a partir do ano 325 da igreja. E essa igreja foi perseguida e foi avasscondida por 1260 anos até o ano de 1585. Se tenham os domigos corretos aqui em cima da minha cabeça. Até o 1585 que é os 1260 anos. Depois daí houve esta liberdade começaram a traduzir as bíblias houve esta liberdade, houve esta protestanismo, esta revolta contra a igreja católica e demorou vários anos talvez uma centena de anos e depois vieram os peregrinos para a América e começaram a serem os sabaterianos entretanto os membros da igreja de Deus estavam escondidos no centro da Europa nas montanhas.

E isso é uma outra história diferente. Mas, tô-se-me-se-me-se-me-ta-dar- isto a vocês para ter uma ideia assim da história da igreja ao mesmo tempo mas terei ideia aqui do contexto do livro do apocalipse do contexto histórico do livro do apocalipse porque o ano em que o livro do apocalipse foi escrito foi nos anos de 90 ou pouco dos anos de 90. Ora, o que estava a acontecer quando a igreja começou a ser perseguida depois da destruição do templo no ano 70 quando a igreja começou a ser perseguida, a igreja começou a ser perseguida, e, no ano 70, muitos pagãos começaram a entrar na igreja ou eu quero ser cristão e muitos começaram a ser cristãos mas trouxeram com elas as ideias pagãs delas.

É como muitas pessoas hoje mesmo que estão na igreja onde estavam e trazem essas ideias. Essas ideias são arrastadas para dentro da igreja e quando mais dessas pessoas veem mais, isso torna-se uma maioria e vira a igreja para um lado errado. Isso aconteceu nos anos 100, 200, 300, causou a igreja para seguir este sincritismo, este paganismo e este paganismo foi inserido na igreja cristã. Isto é, dias pagãs foram celebrados mas simplesmente mudaram o nome desses dias pagãs e puderam nomes de Cristo. Mas os dias ainda são pagãs. Foi o que aconteceu. Por isso, este sincritismo aumentou. No ano 96 foi o período em que o João, o apóstolo, estava na prisão na ilha de Pátimos, quando ele teve esta visão.

E quando ele teve esta visão que foi provavelmente durante vários dias, porque lhe se, no livro do Apocalipse, escreve e depois mais adentre e escreve e depois mais adentre e escreve e por isso provavelmente teve estas visões em várias sequências entre vários dias de um variúrmo período e depois e escrevendo.

Há uma secção que diz, olha, não escrevas isto, mas do resto tudo isso, escreve, escreve, escreve. E isso foi no ano de 90, a casero, foi mais ou menos nesse período, quando o ano o livro, perdão, o livro do Apocalipse foi escrito, cerca de no meio dos anos 90. Já o apóstolo João, já era uma pessoa idosa nos seus 90 e tal anos de idade quando escreveu e ele, como sabem, foi o último apóstolo o que viveu por mais tempo.

Então, ele foi dado o livro do Apocalipse e ele foi a última pessoa que pôs os livros da Bíblia todos juntos, que completou esta canonização do Novo Testamento, foi completada por João. Eu tenho um sermão a sério da canonização do antigo testamento e do Novo Testamento e da última canonização a sétima, a última canonização do Novo Testamento foi feita por João. Ora, nós temos o livro do Apocalipse que aborda vários assuntos à seca do Apocalipse. Recomendo que estudem este dia de estudo acompanhando com a Bíblia, porque ao fim de contas é um dia de estudo para estudarem os vários livros da Bíblia mas eu não vou necessariamente estar a seguir capítulo por capítulo este dia de estudo simplesmente este dia de estudo dá uma visão geral.

Eu também vou dar uma visão geral a algumas secções vou ler versículo para versículo, versículo noutras secções não vou ler versículo para versículo, porque senão iam estar aqui por mais dez anos. Eu por isso quero sublinhar os pontos importantes que são importantes para nós entendermos. E por isso aqui neste dia de estudo tem aqui uma secção que é o esboço de não me lembro agora em que página é mas está bem, tem esta gravura mais ou menos não assim, mas similhar tem esta que está a descrever o fluxo da história, quer dizer, este capítulo, o capítulo 1 é uma introdução o capítulo 2 e 3 é a mensagem a 7 igrejas que vamos cobrir, que são podemos ver como históricamente, essas igrejas que existiam nessas regiões, vamos ver isso que também tem a ver com a história da igreja durante vários séculos e que também tem a ver a uma atitude que todos nós podemos ter e que temos que ter cuidado e arrependendo.

Ou pode ser uma mistura de todas ao mesmo tempo. Por isso, há vários princípios aí que são interessantes, então vamos ver isso noutros dias. Depois, o capítulo 4 e 5 é uma introdução acerca de um cenário que é demonstrando assim o trono de Deus. A partir do capítulo 6 então, é este pregaminho que está bem rolado, que os céus são abertos e conforme os céus são abertos estas coisas estão, digamos assim, a enrolar-se uma sobre outra.

Então, a enrolar-se assim uma sobre outra.

E por isso, os primeiros 4 céus, os primeiros 4 céus, são os 4 cavaleiros. Esses 4 cavaleiros têm estado a cavalgar e vão cavalgando cada vez com a maior intensidade e mais e mais perto de um dos outros assim. E é o que estamos agora, né? Na combinação destes 4 cavaleiros. Esses 4 cavaleiros vão continuar a crescer e vão enrolar-se para o quinto selo. Porque o quinto selo vai ser uma grande tribulação. Uma grande tribulação por que? Porque vai ser uma grande tribulação por causa destes 4 cavaleiros vão ser ainda maiores. Quer dizer, isto está a se enrolar e não vai ser maior. Por isso, na quinta no quinto selo, que eu me marquei aqui no quinto selo, que é este quinto selo aqui, talvez este quinto selo, que é a grande tribulação, que é a combinação cúmulo dos 4 cavaleiros, mas ainda mais fortes durante esse período. E, como veremos no Bible, esse período vai ser por 3 anos de maio. Mas esse período de 3 anos de maio que vai ser, digamos assim, de 3 anos de maio, vai ser cortado ou abreviado pelos sinais celestes. Mas vai continuar por como estão a fazer estes problemas continuam, estão a enrolar-se. Vai continuar, mas com menos intensidade, porque temos os sinais celestes. Os sinais celestes, vamos ver, é Deus a dizer que agora vai intervir e daqui adiante Ele vai intervir. E, por isso, nesse momento há a selagem dos servos.

Quer dizer o quê? Quer dizer que os servos de Deus vão ser celados para serem protegidos durante o quê? O sétimo céu que é o dia do Senhor que é o grande castigo por um ano de Deus. E, por isso, se Deus vai castigar as pessoas Ele não vai castigar aqueles que se arrependeram durante a grande tribulação. Esses vão ser protegidos e não vão sofrer, não vão se queimar, não vão ter dor durante esse período. E depois, o sétimo céu que é o castigo. A ira do Senhor é o dia do Senhor, esse vai acontecer. Esse sétimo céu tem sete trombetas. Há a última trombeta, Cristo vem. Depois, temos inserções. Uma delas é as duas testimonhas. As duas testimonhas que acontecem em paralelo com estes acontecimentos a partir daqui. As duas testimonhas acontecem aqui em paralelo. Mas aqui está a escrever os testimonhas a parte final de Deus, quando Deus vai morrer. Mas, eles vão estar, digamos assim, a pregar durante este período todo da grande tribulação. Por que? Porque quando a grande tribulação começa, a Igreja de Deus terá parado a sua função. A Igreja de Deus para desistir como existe hoje. Eu estou a falar como uma organização. Como uma organização. Por que? Porque a Igreja de Deus vai ter que fugir. E, por isso, a obra do Evangelho nesse momento vai ter que ser executada pelos justos de testimonhas.

Como vamos ver, a Igreja de Deus vai ter que ser produtida. Essa proteção da Igreja de Deus é descrita aqui nesta seção, ou desculpe, é descrita aqui nesta seção que é a história da Igreja de Deus, que é o capítulo 12. Eu dei um sermão brevemente a sério do capítulo 12 da Apocalipse, que é a verdadeira Igreja de Deus. E como estou a dizer, são capítulos que estão lá a inserir partes da história aqui no meio. Depois, no Apocalipse 13, temos as duas bestas. Uma besta é que sai do mar, que é secular, e outra besta que sai da terra, que é religiosa. Estas bestas vão ser lideradas por homens, um homem secular e um homem religioso. E esses dois vão estar, digamos, em combate com os dois testemunhas. Vai ver esta, mas as duas testemunhas vão sempre vencer até 3 dias e meio antes. Devinda de Cristo. Também falar que temos aqui um capítulo a sério das três mensagens que estão a acontecer e que tem a acontecer. Está aqui a descrever estas três mensagens. Depois, da Vila de Cristo, que é a última trombeta, temos o Septoflagelos. Depois, tem aqui inserido a história da Igreja Falça. Por quê? Porque com os Septoflagelos, a Igreja Falça, a final resolução do Sacro Império Romano, a queda da Babilônia, isso vai acabar. E por isso, esse capítulo é inserido aí. Hoje temos aqui a história do retorno de Cristo, do Milânio e o Novo Céu em Nova Terra. Esse é o esboço dos capítulos do Livro da Apocalipse. Podemos ver isto também de outra maneira.

E outra maneira é assim.

O Livro da Apocalipse é sete selos. O Livro da Apocalipse é de sete selos, deixe-me marcar aqui para verem. O Livro da Apocalipse é sete selos.

Os primeiros quatro selos são os quatro cabaleiros que estão a cavalgar e continuam a cavalgar. Vão cavalgar para dentro da tribulação.

Tribulação é por três anos e meio, mas Deus vai cortar essa tribulação um ano antes. Sim, vai continuar em sete pontos, mas Deus vai intervir e o sinal que Ele vai intervir são os sinais lestos, que é o Sexto Selo.

Antes do sétimo selo ser executado porque vai ver esses primeiros quatro trombetas que vão afetar a terra, a água salgada, a água doce e o sol e a luz que vão afetar a terra antes desses quatro ventos, como a Bíblia diz, os santos que se arrependeram durante este período vão ser selados.

Quer dizer, neste período aqui, antes disso de começar, vão ser selados.

Aqueles que se arrependeram durante a grande tribulação. Lembrem-se que há dois períodos de selagem.

Há um período de selagem aqui que é antes da grande tribulação que é a igreja. Parte da igreja vai ser protegida na, como diz, da cara da serpente. E depois vai haver uma selagem aqui mais adiante que é daqueles que saíram na grande tribulação. Isso vamos tudo ver mais adiante. Depois, das primeiras quatro trombetas que vão afetar a terra temos trêsais. Vemos aqui trêsais. Trêsais. Que é a quinta, a sexta e a sétima trombeta.

E esta trombeta, a quinta que é esta história de Gafan e outros por cinco meses.

A sexta é um terço da humanidade amatada. E a sétima trombeta é o retorno de Jesus Cristo e a primeira solução. E durante esse período os sete flagelos são postos na terra.

Então, vamos ver aqui uma visão do livro da Apocalipse de outra maneira. Vou dar uma terceira visão do livro da Apocalipse que é uma visão que eu tenho dada a você já em vários sormões que apondo aqui. Aqui estão os quatro celos.

Está aqui o quinto celo, o sexto e o sétimo celo.

Esses quatro primeiros celos são os cavaleiros e daí vem o homem do pecado, o falso profeta que vai causar aburnação de seladora, que é o sinal que basicamente falta 30 dias para o começo da grande tribulação. Que não é nada mais nada menos do que ir a de Satanás.

Depois temos os sinais celestes como disse quando Deus disse para a intervir. Os servos são protegidos e depois temos as setrombetas que é o período de um ano que é o dia do Senhor. Este dia do Senhor é o que lemos que João foi transportado, digamos assim, em visão para o dia do Senhor, para este período aqui, neste período aqui. João foi transportado e neste período de visão elec-tev-o é que Deus recebeu esta visão do livro do Apocalipse. Está claro? Foi no ano 96. Mas teve esta visão, digamos assim, um gráfico, um desenho gráfico que Deus recebeu para ver o que há a acontecer.

E depois temos aqui a segunda vinda de Cristo e o rei de Deus. Vis-me, irmãos, é aqui que eu vou parar hoje. Era simplesmente dando esta visão grande. Na semana que vem, dependendo das perguntas, mas eu quero rever este capículos assim, de uma maneira geral. E depois vamos continuar daí adiante. Mas é o que eu quero fazer na semana que vem. Espero que tenham beneficiado com este somário. Agora vou dar uma oração em conclusão.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).