Apocalipse 2:12-17

Estudo Bíblico 06 do Livro de Apocalipse

Carta à Igreja em Pérgamo.

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Hoje vamos, então, continuar com o estudo bíblico acerca do livro de Apocalipse. Vou fazer uma revisão breve de alguns pontos que fizemos. E basicamente, estamos aqui a ver nas cartas de Jesus Cristo, às várias congregações na área de Ásia, mas também como a Igreja através das eras, assim como a nós todos. Jesus Cristo através destas cartas está a nos avisar contra problemas que têm infiltrado na Igreja, particularmente como as ideias pagães se infiltraram e cresceram na Igreja. E por isso estamos a ver como esta falsificação do cristemismo foi introduzida através das eras. O ponto que Satanás usou para introduzir este engano foi o que hoje em dia é conhecido como Nostecismo, que se infiltrou dentro da Igreja, no primeiro século, a Igreja Apostólica, e esse primeiro espaço do Nostecismo é conhecido hoje como Proto-Nostecismo. Ao fim do primeiro século houve então uma reação contra esta infiltração na Igreja, e por isso esses cristãos nósticos acabaram por sair da Igreja e então vieram a fundar os seus próprios movimentos independentes. Irmãos, conforme estamos a ver a história, é tão interessante como a história se repete até na Idade Moderna. É interessante como a mesma táctica de Satanás é usada. Um ponto aqui é que este Nostecismo não é um único corpo de doutrina. Existem várias variedades de grupos individuais com as suas ideias diferentes, a umas que são conflictuadas com as outras, a seca de vários ensinos, como seja, como é que o homem vai apecar, o que quer ser ser uma pessoa realmente espiritual, e, por exemplo, como liberar a alma deste mundo físico, porque no Nostecismo o mundo físico é comparado ao apocado, é igualado ao apocado. Então vemos aqui que o Nostecismo continuou com a tradição elenística, que era de reinterpretar sistemas religiosos mais antigos, e que, como eu mostrei ao início desses estudos, é este ponto de menos autoridade, que eu mostrei um triângulo de autoridade, e é um ponto de menos autoridade que é o raciocínio humano a parte deus. Como disse, não há nada errado com o raciocínio humano. Deus nos deu mentes para pensar e para calcular e desenvolver coisas, mas quando isso é feito à parte deus, então, vem doutrinas erradas.

O Nostecismo também se baseava numa teoria que era que, conforme o tempo, Deus iria revelando mais coisas e mais coisas, e por isso havia esta revelação mais avançada do cristianismo, e por isso dizem-se, cuidado, não ultrapassar-os em cima de Cristo, como lemos em S.J. 9 e 10. Uma das divergências ou das variedades do Nostecismo era uma que se chama o doce-tismo, que basicamente era que dizia que Cristo era um ser espiritual diferente do homem Jesus, e por isso Cristo, como este ser espiritual, tinha apoiado ou entrado no homem Jesus, mas antes de Jesus morrer ou quando Jesus ia morrendo na cruz, se afastou e por isso não veio a sofrer. Isso está claro, sabemos que é uma coisa malina, porque sabemos muito bem que o verbo se fez carne e morreu, morreu e sofreu para nós. Uma das divergências ou das variedades do Nostecismo era um ensino dos Nicolaítas, e também fomos ver uma escrita por Eusebius que mostrou, dá uma certa indicação do que eram os Nicolaítas, por isso não sabemos de certeza, porque não sabemos bíblicamente, não temos prova que era exatamente isto, mas essa escritura de Eusebius descreve que qualquer momento durante o desenvolvimento dos Nicolaítas chegaram a aceitar esta diferença da vida material com a vida espiritual, e por isso deram assim a licença de que as pessoas podiam pecar fisicamente, mas espiritualmente ainda eram pessoas boas espiritualmente. Isto então não é nada mais nada menos do que promis cuidado ou a destupação do significado do que é a verdadeira e a graça, que se tornou uma desculpa para o pecado, isto é, para libertinagem. Por isso foi o que eu escrevi, eu mencinei já que como estas os Nicolaítas vieram a levar estes ensinos a um ponto que lhes deu, digamos assim, autorização debaixo do título da Graça, a Graça de Deus, isto é uma destupação, na verdade, usando assim a graça como uma desculpa para pecarem, como lhes. Na primeira carta à congregação de Ephesus, que eram as sete congregações que são me ensinadas aqui no livro de Apocalipse, foi prometido a Ephesus que porque mantiveram fieis à doutrina e porque rejeitaram estas ideias gnósticas, foi prometido a lamentar a stars da vida, isto é, ter uma vida eterna. Mas, por outro lado, também foram avisados porque tinham perdido o primeiro amor. Isto é lá para o fim desta era, cerca de dos anos 300 da era corrente. Perderam seu entusiasmo e o fervor inicial, pela verdade, e perderam aquele entusiasmo que levava à prática das primeiras obras. Depois fomos ao segundo congregação, nessa região dessa era da ilégia primitiva, uma segunda congregação que é usada por Jesus Cristo para nos dar lições. E essa congregação era a congregação de Ege Mirna, que vivia, está claro, em paralelo com as outras congregações, mas que simbolicamente representava uma segunda era, durante as eras da Igreja do Deus, mais tarde, possivelmente, cerca dos anos 300 a 650 da era corrente. Eu digo isto muito cuidadosamente, possivelmente, porque não sabemos de certeza. Isto é simplesmente, estamos a deduzir isto, baseado nos frutos e de coisas que aconteceram, e por isso estamos a pôr estas datas. Mas se unir, havíamos a conhecer que estas datas eram também erradas, tudo bem, adaptamos isto, mas é uma possibilidade que seria durante estas datas. Agora, esta perseguição que estava a afetar a Igreja, veio afetar a Igreja por 1200 anos, 1200 anos depois, esta perseguição, embora a era de Jermina, foi um período mais pequeno. Mas esta perseguição continuou sobre o poder, sobre o...

Correcer-se aqui, no momento só. Esta perseguição continuou sobre a influência, digamos assim, ou o poder do Império Romano, que foi dominado pela Igreja Católica. Isso, essa grande perseguição começou com a resolução do Conselho de Nisaia, em 325 da Era Corrente, e depois foi muito forte durante estes primeiros anos, enquanto esse empredor vivia. Por isso estamos a ver que, historicamente, ideias gnósticas infiltraram a Igreja, e por isso se lemos em Apocalypse 2, versículo 8, onde está a falar de Jesus Cristo, que esteve morto. Isto é um ataque direto ao gnosticismo, porque este doceatismo, que é um aparco de gnosticismo, que dizia que Cristo não tinha morrido, tinha salsido o homem de Jesus, e por isso é que Jesus Cristo diz aqui, em Apocalypse 2, versículo 8, que na realidade esteve morto.

Depois vemos que a Igreja, a Igreja que se chamava cristã, isto é, a Igreja Católica, vejamos, então, aqui algumas pontos acerca disto, que estas partes da Escritura não ensinei na lição anterior, por isso vamos ver, então, em Romanos 2, Romanos 2, versículo 29, Romanos 2, versículo 29, diz, porém, Judeu é aquele que o é interiormente, em circunstisão, aquele coração, o Espírito. Por isso, os verdadeiros judeus, está aqui a falar, aquele que realmente é judeu, é aquele que é interiormente. Por isso, vamos ver aqui uma Igreja, que nesse período, nessa era, típicamente, ou aqui vendo o que aconteceu no Conselho de Nisai, era uma Igreja, ou é, o início da Igreja Católica, e que estava a introduzir estas ideias paganas para dentro da Igreja. Por exemplo, o Conselho de Nisai introduziu a Guarda do Domingo, em vez do sábado, introduziu a Guarda do Domingo do Páscoa, em vez da Páscoa do dia 14. Por isso, estava a introduzir estas regras de desobediência direta, desobediência a Deus. Também vemos aqui em Infésios capítulo 2, Infésios capítulo 2, versículo 11, Infésios 2 capítulo 11. Portanto, lembra-vos de que, ou troro, voz gentius na carne, chamados de incursesão por aqueles que, sim, intitularam circuncises na carne, por mãos humanas. Naquele tempo, estava-se em Cristo, e era estranho, na aliança, não temos esperança. Mas agora, em Cristo Jesus, versículo 13, vamos dizer que, galera, agora em Cristo Jesus, versículo 13, voz que antes estava em lões, foi-se aproximada pelo sangue de Cristo. Agora são membros, de, digamos assim, do judeu espiritual, do verdadeiro judeu. Veja também no versículo 19. Diz assim, pois já não são estrangeiros e pregrinos, mas com cidadãos dos santos e sois da família de Deus. E, por isso, estava a ver aqui uma igreja que se chamava cristã, mas que estava a atuar de uma maneira que não era cristã. Por isso, eram aqueles que se declaravam os judeus, mas não são. Não são. Não são realmente judeus. Mas, aliás, eram da igreja de Satanás. E, por isso, também vemos partes como a blasfema experimentada pela igreja primitiva, em Jermina, foram principalmente aqueles que agreditavam, afirmavam em seguida Deus, e afirmavam em seguida Cristo, mas, na realidade, seguiam doutrinas contra a lei de Deus. Isto é antinomianas, que tinham vindo do cristanismo nóstico.

Por isso, é o que vemos aqui, em parte de revisão, acerca desta igreja perseguida. A vencedor da era de Jermina foi-lhe prometido que não recebará o dano da segunda morte, pois foram perseguidos pela igreja católica, nesta era, não só, naquele período de que aquela congregação física de Jermina, mas na era que veio depois que esse período simbolizava.

E depois, há várias lições, assim, também foram avisados para não temerem as coisas que iam sofrer. Foram, foi-lhes dito, não tenham medo, vão sofrer, vão sofrer triboleções, vão ser perseguidos. E, por isso, lições para nós, aqui lições para nós é que não, não, primeiro, devemos manter fiéis, devemos manter fiéis à doutrina.

Temos que ser completamente fiéis à doutrina. E, em segundo lugar, não, não devemos perder o primeiro amor e as obras. Isto foi a que prendemos dessa primeira igreja, dessa primeira era, dessa primeira lição. A segunda igreja, a sua lição é para não temermos as provações e dificuldades que virão, porque virão estas dificuldades. Também diz que vamos receber a vida eterna no verdadeiro paraíso de Deus, este é no reino de Deus, que é o verdadeiro paraíso de Deus, e que, então, não vamos estar sujeitos à segunda morte.

Então, isto é em ponto de revisão, tudo que cobrimos nas lições anteriores. Agora, vamos falar a terceira era da igreja, que era a igreja em Pérgamo, é nesta área aqui, onde eu estou, a marcar aqui, a ver esta área aqui. Vou dizer, vou chamar como a igreja que se ajustou. Em inglês diz the compromising church, a igreja que se comprometeu. Mas eu sempre tenho dificuldade a introduzir a palavra compromising, porque compromising é em inglês que dizer que uma pessoa está a ceder, está a abrir as mãos, está a facilitar, está a não está a estar na promessa das leis de Deus, mas está a a se ajustar às leis do mundão.

E por isso traduzir ajustou. É uma igreja que se comprometeu, talvez dizendo, com as coisas do mundo. Em vez de se comprometer com as coisas de Deus. E por isso foi uma igreja que facilitou, ou começou a abrir a mão, e simplesmente a dizer que se ajustou às condições mundanas, que aceitou certas coisas mundanas. Ora, vamos então ver um bocadinho acerca desta desta região, primeiro historicamente, e depois da era que veio mais adiante, que é representada por esta mensagem na Pérlamo.

Ora, como lemos a primeira igreja era Éfesus, a primeira era que era representada pela cidade Éfesus, que era a maior cidade desta região da Ásia Menor, mas não era a capital. Depois também vimos que a Jomirna era, digamos assim, a cidade em competição com Éfesus, mas era mais bonita, mas não tão grande como Éfesus. Mas Pérgamum era a principal cidade civil governamental da toda a região da Ásia Menor. Demos assim, era a capital. Era a capital civil desta região.

O nome moderno desta cidade é Pérgamma e está, ao longo de uma colina muito grande que se projeta na planície deste rio, vamos aqui a um rio, aqui este rio, esta marca azul aqui, uma colina muito grande que se projeta na planície deste rio em que se encontra, esta cidade se encontra nessa região, durante essa colina, e essa colina domina toda a região ao redor da cidade de Pérgamum. Vejamos aqui uma gravurazinha, ver se do cimo desta colina, onde estão ruínas, e ver se assim para baixo a região, esta planície, e esta colina que era, digamos assim, que se projetava sobre esta região. Vamos ver mais algumas fotografias daqui a pouco também.

Ora, como disse, esta colina era grande e, nesta cidade, havia uma grande biblioteca. Ora, isto é importante, e é também interessante. Esta era, digamos assim, a segunda maior biblioteca dessa era deste tempo. A principal biblioteca era no Egito, em Alexandre, a biblioteca de Alexandre. E esta era uma biblioteca, digamos assim, de em competição, quer dizer, quase tão boa como a biblioteca de Alexandre, no Egito.

Ora, os livros neste dia, nessas eras, não havia impressão e as pessoas não podiam ter bíblias em casa e coisas assim, porque tinham que ir à biblioteca para ler os livros. E os livros eram copiados à mão, manualmente. E por isso eram muito raros e preciosos, e por isso para as pessoas verem e leerem coisas, tinham que ir à biblioteca para estudarem lá.

Ora, geralmente, estes livros nas bibliotecas eram escritos em papiro, que era uma forma de papel à base de junco ou uma planta produzida e esses papiros, essa essa produção de papiros era feita no Egito. E por isso a biblioteca de Alexandre usava estes livros eram guardados em papiro. Mas também podiam ser feitos de pergaminho. A palavra pergaminho veio do nome da cidade de Pérgamon.

E este pergaminho, este, digamos assim, tipo de papel para copiar os livros, este pergaminho era feito da pélido do animal.

Ora, a razão que tiveram que inventar o pergaminho é porque havia uma competição com a biblioteca de Alexandre e então os egítios começaram a dar umas sanções económicas, digamos assim, de não exportar o papiro para para Pérgamon para usarem este papiro em branco para escrever ou copiar os livros. E por isso então tiveram que inventar outra forma de papel. Isto é o pergaminho. Ora, os livros da história da história que a biblioteca de Pérgamon teria guardado seriam livros com informações muito importantes que todos nós, hoje em dia, particularmente historiadores, gostaríamos de saber ou ler.

Infligemente, esta biblioteca foi destruída. E possivelmente, digo, possivelmente entre aspas, poderia ter contado, por exemplo, a história do homem desde os primeiros dias, por exemplo, os povos dos caldeus e da terra de Ur, isto é, das pessoas de Abraão, essa história toda, talvez, houvesse livros aí, acerta disso tudo, escrevendo isso tudo, e talvez, por isso, tivesse algumas das obras que tivesse nessa biblioteca. E assim, seria um vasto número, um conjunto de várias, digamos assim, visões ou janelas, de entendimento, de perceção, que aquele mundo da antiquidade tinha e que hoje não temos, porque isso tudo foi destruído. Foi a ser destruído por guerras e motins, e como vocês veem, estes motins destruem coisas, destruem coisas que infligemente não se podem reconstruir depois.

Então, vamos então continuar aqui a dar um ponto histórico dessa área de Pérgamo. A cidade depois vai se atornar um centro de autoridade romana. Sim, porque quando os chefes dessa cidade não tinham descendentes, e então deu as chaves, digamos assim, da cidade ao império de Roma, e assim se tornou um centro de autoridade romana sem tendo que lutar por isso, e por isso veio a ser, digamos assim, a capital na Ásia Minor. Mas também se tornou um centro de a duração ao imperador. Isto é muito importante, e, perdão, é muito importante entender este detalhe, porque havia muita duração falsa também nesta cidade. Aqui vemos a parte de trás de uma moeda. Moedas são particularmente importantes para as pessoas que estudam arqueologia, porque demonstram certos pontos da história, e aqui é uma moeda que demonstra o templo de Augusto César em Pérgamon. Em Pérgamon.

Ora, Augusto César foi o fundador do Império Romano, foi o César que viveu durante o Ministério de Jesus Cristo, durante a vida de Cristo, e ele, então, veio a linhagem dele, digamos assim, da linhagem dele, é aquela que seguiu daí para diante, depois do assassinato de Júlio César, e ele foi quem estabeleceu o que se chamava a Paz Romana. Através da Paz Romana, podiam andar de uma província para outra, ou de um país para outro, que estava debaixo da área romana, sem terem passaportes, a passar de uma fronteira para outra, e havia esta regra, esta lei, digamos assim, policiais, que mantiam a paz e fizeram estradas e capacidades das pessoas poderem andar de um local para o outro. E isso também foi muito importante para a Igreja da Era Primitiva, para poderem viajar e ir a vários lugares, para os aportos poderem viajar através do Império facilmente e levar o Evangelho a essas regiões.

O centro do culto ah, perdão, havia também um templo para o Deus Serpente as cleubes, que era o Deus da Cura, e o centro, e essa então também tinha, houve uma moeda que eu queria ter posta aqui, mas para essas não pus, mas havia uma moeda que tinha uma serpente e ali. Por isso, o centro do culto não era apenas de César, mas era de Esclepius, mas também de Dionésio, que era o Deus da alegria, e também a Tênas, também tinha templos lá e muitos outros templos. Vamos ver mais um outro daqui a pouco.

Então, continuando, então, agora a ler, a carta, a ler a carta, tendo dado este, digamos assim, contexto histórico da cidade de Pérgamo, vamos, então, ler parte da história aqui da César Cristo, a carta que César Cristo deu ao anjo da igreja que está em Pérgamo. E diz assim, isto diz aquele, claro que é Jesus Cristo, que tem a espada aguda de dois fios. Ponto interessante. Vamos ver que Jesus Cristo está a dar mensagens aqui, que são, digamos assim, relevantes, ou aplicáveis às várias cidades, onde às várias congruções locais dessa era. Ora, uma espada de dois gumes, ou dois fios, era a espada romana. A espada romana tinha dois gumes. E era o símbolo da autoridade romana.

E por isso, isso tinha significado, porque aí era, digamos assim, a em Pérgamo, digamos assim, era na Ásia Minor, era o centro do governo, do centro do governo do Romano, na Ásia Minor, e então estava a zerolla daqui a falar de Cristo, que eu tenho uma espada de dois fios, mas que é aguda, que é bem afiada. E por isso, é muito superior em autoridade à espada romana. Isto é, a autoridade romana. E essa espada, que é a palavra de Deus, que é a verdade espiritual da palavra de Deus, e do Testimunho de Jesus Cristo.

Muito mais afiada de qualquer outra espada física.

Depois, continuando a ler, diz assim, conheças suas obras e onde habitas, que aonde está o trono de Satanás, e retens o meu nome. E não negaste a minha fé. E ainda nos dias da Antipas, minha fiel testimony, o qual foi morto entre vos, onde Satanás habita.

Então, vemos aqui que que este grupo de pessoas, sim, não negaram a fé.

Mas houve algumas pessoas que se começaram a ajustar, a ajustar com as coisas mundanas, deixaram as coisas mundanas e infiltrar-se, nos ensinos de Deus.

Interessante ponto aqui, é que Cristo menciona que em Pérgamo diz que onde está o trono de Satanás, ou em um dele mora, é que é a primeira vez. Menciona isso, duas vezes. É interessante.

Vemos, então, aqui esta colina, a vez aqui esta colina, ao cima da cidade de Pérgamo, ao fundo lá atrás, no horizonte lá embaixo, ali ao lado direito, em cima, vemos a cidade de Pérgamo, como existe hoje. E aqui, vemos as ruínas, e temos marcado aqui em linhas vermelhas uma área que está aqui remarcada nesta fotografia, que era onde estava o templo Zeus, Zeus. Zeus era o Deus dos deuses, era o Deus Supremo alto destas ideias pagães, ou, nas outras palavras, o Trono de Satanás.

Aqui vemos um modelo de vários templos em Pérgamo, este modelo está na cidade de Berlim, e vemos aqui esta templo de Zeus, aqui perto do Anfitiátro, está aqui o Anfitiátro. Por isso é um modelo, foram lá vários geológicos e arqueológicos e pessoas com essa sabedoria, que eu não tenho sabedoria nenhuma dessa, mas simplesmente li e estudei um pouco a cerca disto para alterar esta informação para vocês.

E vemos aqui um modelo do que provavelmente era, nessa altura, essa colina com os vários templos, aos vários deuses ali, e ver se aí o templo de Zeus.

Vemos aqui uma fotografia do modelo do templo de Zeus, em Berlim, que tem tirada de mais perto.

E este modelo foi reconstruído por ovo arqueológicos alemães, se não estou errado, que foram lá e há vários anos atrás, e trouxeram pedras e ruínas desse local e construíram, então, que se chama hoje em dia o Museu de Pérgamum em Berlim. E vê-se aqui este museu, as pessoas ali, andarem e visitarem o museu, e esta é o templo de Zeus, foi, digamos assim, reconstruído com algumas pedras do que era esse templo, nesse período. Aqui está uma fotografia que vou andar um pedinho para trás, ver a gravura, ver-se aqui que nas paredes há várias, digamos assim, gravuras nas paredes que demonstram uma guerra e só tem aqui uma outra fotografia que inclui aqui, que é esta que demonstra, por exemplo, um homem que, de suas pernas, uma das pernas dele se torna uma serpente, outra perna, talvez, do mesmo, e outras apresentações, ver-se guerras e lutas e simplesmente uma guerra desta mitologia de deuses da Babilônia, que isto tudo vem da Babilônia, mas que era representado nestas paredes deste museu de Pérgamon, que está em Bralim. Simplesmente para terem uma ideia de como isto era uma coisa que era que eles estavam, digamos assim, muito endotrinados nestas digamos, crenças pagães seguiam isso com muita avidez, digamos assim. Bem, continuamos. Lérem-nos no versículo 13 dizem que conhecem as suas obras e onde habitas, que eu acabei de mencionar e aí vemos que o trono de Satanás é mencionado duas vezes, como mencionei há pouco. Por isso diz aí o trono, ou Ando mora, ou Andel mora por duas vezes. Ora vemos que o que aconteceu é que Satanás influenciou a política humana no Império Romano do Oriente a partir desta cidade que era capital do Império Romano do Oriente.

Ora, por que, duas vezes, que o nome do trono de Satanás é mencionado, de certeza não sabemos. Mas uma possibilidade poderia ser que foi movido para Roma quando este Império Romano caiu, mas depois houve o que se chama a restaração imperial de Justiniano em cerca de 554 da Era Corrente, que é quando se fala em Apocalipse 13, que esta ferida mortal foi curada. Não estou a dizer que é, estou a simplesmente a dizer que talvez seja uma possibilidade. Se é, não é, não é importante para nossa salvação, mas é simplesmente um ponto interessante para aqui para a história. Também fala aqui que houve uma pessoa fiel, chamada Antipas, que só é mencionado aqui como mártir pela fé. Não sabemos mais nada dele, sim sabemos que houve um governante durante o período dos atos dos apóstolos, se me lembro correcamente, que era Antipas, mas não pensamos que seria a mesma pessoa, mas seria, por exemplo, um cristão que era uma pessoa da autoridade, na área da região de Pérgamo e por isso seria alguns anos depois do período inicial da igreja dos atos. E provavelmente era uma pessoa bem conhecida, seria um gentil, porque geralmente um judeu não usaria um nome como esse, e que foi, por exemplo, matada em público, por exemplo, naquela anfiteatro, que então fizeram lá um espetáculo de iem público, por exemplo, aquele filme dos gladiadores que vêm essas matanças em público que faziam nesses arenas, arenas de romanas. Continuado então, a ler a história da igreja, a mensagem, a Pérgamo, mas diz aqui, mas há umas coisas que tenho contra ti. Porque tens lá, os que seguem a doutrina de Balão, o qual ensinava Balac a lançar tropezos diante dos filhos de Israel, para que comecem dos sacrificios da idolatria e se prostituísem. Assim, tens também os que seguem a doutrina dos licolaítas, que eu odeio. Então, vamos ver aqui brevemente, em números. Vamos ver em números capítulo 22 a capítulo 24. Números capítulo 22 a capítulo 24.

Em números capítulo 22 vê-se o começo desta história aqui. E não vou ler que vocês podem ter isso ao seu próprio tempo. Mas vemos aqui que havia este homem chamado Balac, filho de Zippor, que era o primeiro dos 22 versículos 2.

Viu que o Israel tinha feito as outras imensões, e então este, digamos assim, rei de Moulab teve grande medo por este povo. Então diz assim, no capítulo a 9 versículo 4, pelo que Moulab diz as anções dos medianitas. Agora, lamberá esta multidão tudo quando houver ordóredo de nós como o boi, lamber, erva do campo, Balac, filho de Zippor, naquele tempo era o rei dos Moulbitas. E por isso, então, ele teve medo desta situação, e vê-se, então, que ele veio a chamar Balão. E vê-se, então, a história que Balão foi dito para se encontrar com ele, e Deus disse, não, não vais ter com ele, e depois está na história do jumento do Balão, e então, ele finalmente acabou por ir, e depois vê-se, em número 23, que Balão abençoou Israel, porque Deus disse que não podia mal dizer a Israel. Então, Balão abençoou Israel. Então, Balac ficou todo aborrecido, e então vê-se, em números 23, versículo 13, a partir do versículo 13, que Balão abençoou Israel uma segunda vez. E então, Balac ainda ficou mais aborrecido e disse, não, mas tens que fazer. Então, vê-se no capítulo 24, que Balão abençoou a Israel para a terceira vez.

E vemos aqui um ponto importante ao fim do versículo 9, de números 24, que diz, benditos que também abençoarem e malditos que também abalissuarem. Isso é Israel. É por isso que as pessoas que têm precisam ter muito cuidado, principalmente para os Israelitas espirituais, as pessoas precisam ter muito cuidado para não, como diz aqui, para não os Israelitas espirituais, assim, os Israelitas físicos, se não os físicos, quanto mais espirituais. Mas, depois, vemos que ao fim deste capítulo 24, vemos que ao fim deste capítulo, capítulo 24, este capítulo aqui, capítulo 24, vemos aqui que ao fim deste capítulo, que está aqui, 24 e 25, diz assim, então, o balão se levantou e se foi e voltou para sua casa e também balá-se, foi para o seu caminho. E uma pessoa, quando leia isto, parece, olha, não aconteceu nada. Mas, tem que ler em contexto, o que está no capítulo 25, a começar do versículo 1.

No capítulo 25, começar no versículo 1, diz, habitando Israel em Sittim, começou a o povo a prostituir-se com as filhas dos Moabites e eles convidaram o povo aos sacrifícios de seus... estas, as filhas de um Mithas, convidaram o povo aos seus sacrifícios de seus deses e o povo comeu e inclinou-se aos deles delas, e juntando-se Israel a balde pior, este é o Deus de pior, a ira do Senhor se ascendeu contra Israel. Então, irmãos, vamos explicar o que aconteceu aqui. O Balão e o Balac chegaram a ver que não podiam amaldiçoar o povo que Deus tinha abençoado.

Mas, podiam dizer ao rei destes mobitas, ao Balac, a dizer às moças bonitinhas, para ir lá e fazer entretenimento aos homens e começar a levá-los para seguir as suas tradições pagadas. Então, os homens assim como pessoas, a caminho de um batadouro foram atrás destas moças, talvez a palavra moças, seja a palavra boa demais, mas foram atrás destas moças e começaram, como diz aí, a prostituir-se. Eu fizem, a prostituir-se as filhas dos movitres. Porque o que que o Balão diz? O Balão diz a Balac. Olha, não posso amaldiçar, amaldiçoar o povo e gelita, mas, o povo e gelita pode se amaldiçoar assim próprio, se desobtecerem às leis de Deus e por isso a maneira de fazer com que eles sejam amaldiçoados é ir assim pela porta de trás e causar as meninas a prostituir-se com eles e levar essas pessoas para as tradições pagãs dos movitres. Então, quando eles começam a comer, a cometer prostituição não só física, mas espiritual, e isso é seguindo esses deuses falsos. Deus se irou contra Israel, então é o que lê-se aqui. Juntados Israel da Palpíior, que é o pico 25, versículo 3, a ira do Senhor se acendeu contra Israel. Quer dizer, o Balão, o Conselho de Balão foi um dos mais importantes de Israel, que é o Palpíior. Olha, não podemos amaldiçoá-los, mas a maneira de os amaldiçoar é fazer com que eles obtenham a Deus, e usa as meninas para prostituírem-se com elas e tragam as meninas, mas estavam a seguir Deus os falsos. Vê-se o Conselho do Balão, por isso é que diz. Diz aqui, do apocalipse capítulo 2, versículo 14, mas algumas coisas têm contra ti, porque tens lá os que seguem a doutrina do Balão. Que é a doutrina do Balão? É usar esta infiltração enganosa para fazer com que as pessoas começem dos sacrifícios da idulatria. Isto é esta prostituição espiritual. E assim estavam prostituir espiritualmente. Sim, possivelmente fisicamente também, mas estavam a prostituir-se espiritualmente. Vigo, fisicamente também, porque muitas das igrejas pagães tinham prostituição aberta lá nessas congregações, nessas igrejas. Por isso era uma prostituição física e espiritual. Tal como no caso aqui de que vemos em números 25, versículo 1 a 3.

Vamos ver também a números 31, versículo 16. Números 31, versículo 16.

Vejam o que diz aqui. Números 31, versículo 16.

diz assim, Eis que estas por conselho de Balão fizeram prevaricar os filhos de Israel contra o Senhor no caso de pior. Pelo que houvesse a praga entre a congregação do Senhor. Isso vemos aí. O conselho de Balão, assim também com estas ideias Nicolaítas, como descrevemos acerca do Nostecismo assim filtraram estas igrejas falsas, essas ideias falsas, essas doutrinas falsas assim filtraram. Então a igreja estava a comprometer não é as leis de Deus, mas a comprometer com as ideias pagadas. Estavam a ceder da fertilidade que deviam ter e começaram a ajustar as coisas mundanas.

E então o que estava a acontecer, como vimos é que tal como Balão, induzius e igreja-elitas, a praticar a idolatria e a cometer a pronificação particularmente espiritual, houve professores não convertidos. Chamavam digamos assim ministros, chamam-se pastores, chamam-se pessoas ruziosas, muito, teólogos e isso tudo, mas que não eram convertidos. Estavam gradualmente a induzir muitos na igreja a celebrar certos, por exemplo, friados e dólatras pagãos. Como existe hoje? Como existe hoje?

Por isso, além disso, o Satanás também fez com que muitos participassem na politiquice. Porque essa cidade era uma cidade, digamos assim, política. E então, consideram envolverse na politiquice do mundo, desta sociedade. Por que? Porque pensaram, olha, se eu votar para isto, ou se eu fizeram, ou se eu ajustar com isto, ou se ajustar com o grupo, vou ser protegido quando essas coisas arventarem.

Por isso eu digo, continuamente, irmãos, não se envolvam em politiquice, deste mundo. Cuidado! Cuidado!

Hoje em dia, muitas pessoas, as heróis, precisamos envolver em politiquice, na política. Eu não estou a falar de estar envolvido em assuntos de carinho e sociedade, da comunidade de carinho. Estou a falar de políticas governmentais e de fazer avisadas como, digamos assim, com uma desculpa para nos proteger. E, por isso, precisamos ter cuidado com isso.

Depois, a seguinte mensagem, no versículo 16, é Cristo dizer, arrepê-lo-te! Arrepê-lo-te! Pois que eu venho breve! Eu venho breve! É como hoje em dia!

Venho de repente, sem esperares! Venho de repente, sem esperares! E contra eles batalharei com a espada da minha boca. Quer dizer, se tu estás a ajustar-te, em vez de estar virgem na doutrina, estás a ajustar-te, com certas ideias, um bocadinho, pagans, assim, meter-te em política para proteger-os. Cuidado! Porque Jesus Cristo diz, eu o virei em breve, quer dizer, de repente, sem esperares! E contra eles batalharei com a espada da minha boca. Ora é de pérgamo, como eu disse estas datas, não sabemos de certeza, mas era possivelmente entre os anos de 650, da era corrente até o ano de 1000, e pouco se sabe da igreja durante esses anos. Muito pouco se sabe. Mas recentemente, ao início do século XX, um livro chamado The Key of Truth, a chave da verdade, foi traduzido para o inglês e fala do povo desta era, conhecido como a Keyangani, aqueles que entendem a profecia e Paulitanos, aqueles que seguem a Paulo, os quais observavam o sábado e dia Santos, tal como, por exemplo, a páscoa do dia 14 e os dias dos paisajmos. Então, o que aconteceu é que muitas pessoas aceitaram leveeramente este aviso, quer dizer, não tomaram atenção neste aviso Jesus Cristo até que fosse estar demais, por isso confiaram nas suas alianças políticas como os árvores e em vez da proteção de Jesus. E cerca de 100.000 destes cristãos foram traídos e massacrados durante esse período. Alguns então escaparam para o Sud-Oeste da Europa e vieram a ser conhecidos como os Bugomilus. Isso está na página 104 deste livro The King of Truth.

Então, continuando com a última última versículo diz assim, quem tem ouvido zoissa o que o Espírito diz às igrejas? Ao vencer, darei que comer do manaz escondido e dar-lhe aí uma pedra branca e na pedra um novo nome escrito o qual também ninguém conhece, senão aquele que o recebe.

E quitar a mensagem a todos nós. A todos nós. Esta mensagem é aplicável a nós. Esta mensagem a Pérgamo é aplicável a nós. Por isso, precisamos ter ouvido-nos.

Ora, o manaz escondido claramente refere-se Cristo, que é o Pão da Vida.

E, como lembram-se, na região da Pérgamo, havia uma biblioteca e os livros eram escritos inicialmente em Papiro e depois em Pergaminho.

Mas Cristo não vai escrever o nosso nome em Papiro nem em Pergaminho, mas numa pedra branca permanent.

Aí, vê-se uma vez Cristo a usar este ponto acerca da história desses dias.

O novo nome, possivelmente seria o nome que vamos ter na família de Deus, o nome da família de Deus. E a mensagem aqui é que, sim, vamos ter provações. Todos nós vamos ter de dificuldades. Cada um tem as suas próprias dificuldades na sua área, na sua região, na sua família, temos testes, temos muitas dificuldades. Alguns, algumas pessoas hoje em dia estão a ter de dificuldades muito grandes, muito grandes e por isso, irmãos, precisamos adorar uns pelos outros, porque alguns irmãos estão a ter grandes provações. Mas mesmo que tenham-nos essas provações, temos que nos manter fiéis à santo doutrina. Não desdeviar da doutrina de Cristo.

Não podemos ajustar-nos às doutrinas e práticas do mundão. Temos que ter cuidado. Com isso.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).