A carta à Igreja em Sardes.
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Este é o meu oitavo estudo nesta série do livro da Apocalypse.
E para dar um ponto inicial, visto que parámos já por uma semana, quero dar uma revisão breve do que cobrimos.
O primeiro lugar é que... ... explicámos como o Nostecismo, que é estas ideias da sabedoria, se infiltraram para dentro da Igreja Apostólica no primeiro século. E na verdade, é como Satanás engana o mundo. Satanás está sempre a enganar o mundo com as suas ideias, com os seus... ... enganos. E o mundo dos enganos é esta sabedoria.
Lembrem-se-se, é como, por exemplo, o exemplo da árvore desajável para dar entendimento. Vocês lembrem em Génacias capítulo 2.
Sabemos que descreve na Bíblia de Duas Árvores a árvore da vida, em Génacias e arva do conhecimento do bem e do mal. E vamos, então, ler aí, no versículo 7 de Génacias capítulo 2, se faça a dor, só para ver isso brevemente. Génacias capítulo 2, versículo 7. Só uma pessoa não tem o vosso computador em mudo, por favor, ponha em mudo, se faça a dor. Mas diz aqui no versículo 17, diz assim, mas a árvore do conhecimento, do bem e do mal, não como rás. Por no dia que dê-la a comer, certamente morarás.
E realmente todos morremos. Não morremos imediatamente, mas morremos, mas sendo mais tarde, é o fruto disso. Mas é uma árvore que dá este desejo de conhecimento. E, por exemplo, ler no capítulo 3, versículo 6, que diz, vendo a mulher que a árvore era boa para se comer, isso era, agradava-la à vista, agradava-la aos olhos, agradava-la à carne, e a árvore era desejável para dar entendimento.
O corpo humano tem sempre, o ser humano, o que dividiríamos assim, tem sempre este desejo de sabedoria, de saber coisas e de ser mais importante, e este desejo de saber coisas, conhecimento. E isso é o Nostecismo, é esta sabedoria que as pessoas começam a ter, e depois conduz as pessoas ao caminho errado, como aconteceu com o Adão em Eva. Por isso, este desejo humano de saber mais, de saber uma nova verdade, é um grande perigo, é um grande perigo, e o apóstolo João descreve isso na segunda carta de João, no versículo 7-10. Só há um capítulo por isso, digamos assim, capítulo 1, mas é no versículo 7-10.
Vamos então ler em segundo João, versículo 7-10. Muitos enganadores têm saído pelo mundo fora. Tal como o diabo, o diabo é o enganador, e ele está aí, e tem muitos que estão a seguir, e ele enganar as pessoas, os quais não confeçam Jesus Cristo vindo encarna. Isto é um dos grandes enganos do mundo hoje em dia.
Por exemplo, o ensino da Trindade é o ensino que diz que Jesus Cristo não vai encarmar, porque põe Jesus Cristo numa pessoa, numa pessoa, numa pessoa, numa pessoa, numa pessoa, numa pessoa. Numa pessoa, numa, nesta Trindade, numa pessoa, e por isso, na realidade, debaixo desse ensino da Trindade, ele não morreu, e por isso não vai encarmar.
Por isso, o ensino da Trindade é um ensino enganador de anticristo. Continuando, perdão, no versículo 8 diz a Calto Lavos para que não perderas aquilo que temos realizado com esforço, para receber os completos de a guardão. Todo, tudo, ou todo aquilo que ultrapassa, isto é, que vai além a doutrina de Cristo. Quer dizer, a doutrina de Cristo é só o que nós precisamos ter, mas qualquer coisa que vá para lá, para além, algo adicional à doutrina de Cristo e que não permanece na doutrina de Cristo, essa pessoa não tem Deus.
Mas o que permanece na doutrina, esse tem tanto pai como filho. E isto é o problema do Nostecismo, é que esta sabedoria diz, olha, tem uns conhecimentos, mas sabedoria é as maiores, é uma nova verdade e vão iludindo as pessoas. Foi o que aconteceu com o Nostecismo. Esse Nostecismo foi a maneira que Satanás usou para sutilmente influenciar a Igreja com ideias incorretas, ou mudança de ideias pagais e filtrar a Igreja com isso.
Por isso lemos nessas cartas às sete Igrejas, na primeira que era a Ephesus, diz que foi permitido alimentar-se da árvore da vida, pois mantiveram-se fiéis à doutrina e rejeitaram o Nostecismo, no entanto, perderam o primeiro amor. Isso foi o que foi permitido à Era da Ephesus, terem a árvore da vida, terem a vida eterna, porque se mantiveram fiéis à doutrina. Depois, a segunda carta ao vencedor da Era de Esmina foi permitido que não receberá o dano da segunda morte, pois foram perseguidos pela Igreja Católica, pelas ideias nósticas, que a Igreja Católica tentou introduzir a falsa doutrina, e por isso eles rejeitaram isso e por isso Jesus Cristo promete a eles, que não vão ter o dano da segunda morte.
Depois temos a Era da Pérgamo, aqueles que não vão transgredir sobre pressão as leis de Deus, e assim, não permitindo ceder a ideias pagães, foi-as permitido um novo nome permanente. Por isso é que diz que ele é escrito numa Pedra Branca, que é uma maneira permanente. E conforme o tempo passou e os séculos passaram, de veguerinho e com o tempo, muitos da Era de Tiatira, que eram boas pessoas, sinceros, com muito amor, começaram a transgredir ou transigir a santo-doutrina e a ceder sobre pressão, tolerando, isto é, sincretizando, permitindo outras ideias, nósticas, pagães, entrar na doutrina, isto é, uma apostasia.
E diz que aos vencedores são permitidos posições da autoridade. Isto foi o que aconteceu na Era de Tiatira, que foi a última parte do estudo que fizemos, e hoje vamos então continuar com a próxima carta, que é a mensagem a Sardas. Como vimos aqui no mapa, Sardas é a quinta igreja nesta rota do Correio, começou em Aethus, Jués Mima, Bergamo, Tiatira e agora Sardas, e editulei esta era na igreja que está morta. Vigemos então um bocadinho da história dessa região de Sardas, e vamos ler um bocadinho acerca disso, mas antes de fazer isso, quero que lembre-se que, quando Jesus Cristo escreveu estas cartas, nasce sempre uma visão em três, digamos assim, perspectivas, que estava a usar as igrejas desse período, isto é, quando João escreveu a carta por volta do ano do 95 a.C., depois de Cristo, essas cidades, essas regiões, Jesus Cristo usou essas regiões para dar lições muito importantes para nós.
Em segundo lugar, também temos escrito que essas igrejas representam eras da igreja, representam eras da igreja até o retorno de Jesus Cristo. E, finalmente, essas cartas dão-nos lições que representam atitudes gerais que estão na igreja a qualquer momento.
Por isso, estas atitudes são válidas a nós, como membros da igreja, por podermos aprender lições delas. Quando estes entendimentos todos juntos, isto é, representam a história geral da igreja das eras, representam as atitudes gerais que temos de cuidar e de observar. Então, colocando isto tudo junto, devemos estudar estas lições, e é o que estamos a fazer. E a lição de Sardis é particularmente importante, porque está a falar de uma igreja que está morta. E assim está a falar a nós, como cristãos, está a nossa vida cristã, está o nosso exemplo cristão, está numa condição que estamos mortos. Está o nosso acessimento espiritual, está morto ou não?
Por isso, vamos analisar esta mensagem de Sardis como geral, nestes três pontos, e particularmente vou concluir como aplica a nós, dando um resumo como aplica a nós. Ora, esta cidade, a cidade de Sardis, era uma cidade que existia há muitos séculos, antes de João ter escrito esta carta. Quando ele escreveu esta carta, a cidade já existia há cerca de 750 anos. Essa cidade, na verdade, existia durante o período de Ciro, o rei da Pécia.
Temos que quando os judeus de Baste Ciro voltaram para a Terra prontida, esta cidade já existia neste período. E por isso, ao final do primeiro século, depois de Cristo e a Sécia de um ano 95, quando João escreveu esta carta, esta cidade tinha mudado muito, dramaticamente, tinha mudado muito. Por que? Porque veio a ser uma cidade famosa, mas durante os séculos, depois de 750 anos, alguns prédios estavam em Biclínio, as coisas não estavam assim como deviam estar, estavam assim, um bocado velhas mortas.
E por isso, a Igreja de Sardes, Deus usou este exemplo, refletindo o que estava acontecendo na cidade, que estava em Biclínio Físico, porque a estrutura, ou superstrutura dessa cidade, não era o que pudimos chamar, que era uma cidade que estava a ser bem cuidada, porque já estava velha, as coisas estavam a cair nos cabros, digamos assim. Não era a potência económica anterior que era, mas sim, era uma cidade conhecida, uma cidade famosa. E assim, visitantes, a uma cidade famosa como esta, acabaram por estar se acionados, porque tudo estava degradado, tudo parecia velho.
Simplesmente, não era, não era, a cidade não era, o que eles pensavam que ia houver, está aqui uma cidade importante, e aqui estava tudo aqui, eram bocados, por isso era uma cidade velha. E assim, este exemplo, que parece vivo, mas está morto. Então, vamos ler em Apocalypse 3, versículo 1, diz assim, e ao anjo da igreja que está em Sardis gréve, isto diz o que tem os certos Espíritos de Deus e as certas estrelas. Conheço as suas obras, que têm o nome que vivas, mas estás morto.
Um dos pontos importantes aqui, é que é uma mensagem de Jesus Cristo, aquele que dirige a igreja, aquele que tem os certos Espíritos de Deus. Isso abordamos numa lição destes séries de estudos. Vimos, vamos ver brevemente, apocalipse, capítulo 5, versículo 6, que diz assim, na última parte do versículo 6, diz ele, que está a falar do cordeiro, diz assim, ele tinha sete chifras, bem como sete olhos, que são os sete Espíritos de Deus enviados por toda a terra.
Dizem sete anjos, seres poderosos que Deus tinha, como se fosse olhos, para informar o que estava a acontecer. Similar a tal que dizem Zacarias 4, versículo 10, que são versículos que vimos no estudo anterior, por isso não vou abordar em grande detalhe neste momento. Também é aquele que tem as sete estrelas, e apocalipse, capítulo 1, versículo 20, diz que as sete estrelas, diz assim, as sete estrelas são os anjos das sete igrejas. E também explicamos que anjo é anjolós, que é mensageiro, e que, muito provavelmente, está a referir aqui aos vidas, destas eras da igreja.
Por isso está a escrever aos lidas, aqueles que têm responsabilidade de liderança na igreja, e está a dar certas instruções a eles.
E, por isso, como disse o ponto importante, é que é mensagem da cabeça, ou do cabeça da igreja. Como lemos em Infésios 5, por 523, diz tal como o pai é cabeça de Cristo, Cristo é o cabeça da igreja, e falando aí acerca de uma trimónia e como o relacionamento na família, mas dizendo tal como o marido é cabeça da família, Cristo é o cabeça da igreja. E assim vemos que esta mensagem vem do chefe, do supremo, do responsado pela igreja. A igreja está claro, Cristo, como eu disse, supremo, está claro, é um supremo, a autoridade, o responsado pela igreja, mas está claro que está sempre sujeito ao pai, sempre sujeito ao pai. Depois diz-se assim, os Cristo diz, conheço as suas obras. Eu estou a ver tudo, assim, eu tenho estes sete espíritos, estou a ver tudo, tudo que se passa. E eu vejo o que a igreja está a fazer, eu vejo o patrimônio que está a fazer, a obra que está a fazer. E então diz, tens uma reputação que vive, que é as dinâmicas. Se as pessoas pensam, olha, estou na igreja, sou o membro da igreja, ou seja, me for.
Mas o que os Cristo diz, tens nome que vive, e estás morto. Isto é, o Espírito Santo não está trabalhando na igreja, não está ativo na igreja, é uma igreja que parece viva, mas que está morta. Quer dizer que os membros da igreja, de uma maneira geral, como vamos ver, nem todos, porque alguns são, que não estão nesta atitude. Mas, de uma maneira geral, os membros desta era da igreja, não estão realmente seguindo a Deus, nem adorando a Deus. Não estão a ser realmente fiéis a Deus. Então, continuando a ler no versículo 2, diz assim, ser vigilante e confirma os restantes que estavam para morrer, porque não achei as tuas obras perfeitas diante de Deus. Aqui, por isso, vemos uma igreja que parece estar viva, mas não está. Há certas coisas, coisas na igreja, que estão prontas para morrer.
E, por isso, diz, faz uma consolidação, fortalece, confirma as coisas que restam, o que ainda não perdeste. Porque certas coisas já estão perdidas e não podem perder mais. Tem que agarrar ao que tens.
O outro exemplo, um outro ponto de semelhança disto, isto é que há alguns na igreja que têm vida. Isto é, uma vida cristã, uma vida espiritual, uma vida dedicada a Deus. Mas, para serem vigilantes, continuarem a ser vigilantes, porque se não, podem perder o pouco que têm. Por isso, é uma instrução aqui, não só perderam as coisas que perderam, mas como seres cristãos na igreja, para se ter cuidado, estar a vigiar, para não perderem o pouco que têm. Foi um período da igreja, como vamos ver, uma era, em que tinham perdido alguma das verdades, que veram que, durante a era seguinte, que vamos ver na próxima semana, tiveram que ser reinstituídas para dentro da igreja, porque se estas coisas estavam, digamos assim, a ficar relaxadas, ficar velhas, não estavam a ser tratadas, como esta cidade que era velha. E, por isso, Jesus Cristo diz que as obras desta igreja, a fé desta igreja, o que elas produzem, não é perfeito diante de Deus. Isto é uma coisa muito séria, para nós, como cristãos, precisamos olhar a nós próprios, e analisarmos a nós próprios, e dizer, ''Só um destes, onde é que eu preciso ter mais cuidado na minha vida?'' Ora, continua, então, lê-lo no versículo 3, diz, ''Lembre-te pois do que tens recebido e ouvido, e guarda-o e arrepende-te, e se não vigiares, virei sobre ti como um ladrão, e não sabrás a que hora sobre ti virei.'' Ora, outro ponto importante acerca desta cidade, Ephesus, é que era uma cidade que era ideal para ser defendida, porque estava no alto desse vale de Hermos, do Rio, e era cercada por pinhascos profundos quase impossíveis de escalar. Mas foi conquistada duas vezes por siro, o rei siro da pérsia, e por antióco, o grande, no ano 549 a.C., e no ano 114 a.C., porque não estava a vigiar, porque durante a noite não estava a vigiar, estava a dormir, e então foram, digamos assim, atacados, e foram, por isso, a esta cidade foi conquistada. Aí está o simbolismo que Jesus Cristo usa, diz, se não vigiaras, virei sobre ti como um ladrão, porque as pessoas dessa cidade podiam conectar muito bem a isso, porque sabiam que tinha o adornocino, não estava a vigiar, e por isso essa cidade foi conquistada duas vezes. Está claro, o espaço tem muito grande, entre um e outro, mas mesmo assim temos que vigiar sempre, porque nós sabemos quando é que o ladrão virá.
Além disso, também foram avisados para se lembrar da verdade, agarrar-se à verdade, segurar a verdade com firmeza, não abrir a malão da verdade, guardar a verdade bem junto ao nosso coração, para não deixar-nos parte da verdade, por restante da verdade. Também vemos aqui que este simbolismo, o simbolismo, virei sobre ti como um ladrão, é um simbolismo usado para o tempo do fim.
Sim, nós somos avisados, cuidados, teijão, a vigiar, porque eu virei, Cristo diz, eu virei, repentinamente, subitamente, como um ladrão, quando as pessoas não esperam. E por isso vemos um possível dualismo, que esta igreja, esta era da igreja, existe hoje, existe hoje.
E por isso existem certas congregações desta igreja, que têm a linhagem desta era, e que existem hoje. Isso é um ponto possível. Vamos então continuar a ler, no versículo 4 e 5. Mas também tens em sardas algumas pessoas que não contaminaram suas vestes, e comigo andarão de branco, porquanto são dignas disso. O vencedor será assim vestido de vestidoras brancas, e de modo nenhum apagarei o seu nome do livro da vida. Pelo contrário, confessarei o seu nome diante de meu pai e diante dos seus anjos.
Por isso vemos aqui que há alguns, nesta era da igreja, que estão seguindo o caminho, que não estão contaminados, que têm vestidoras brancas. Ora, em Apocalipse 19, versículo 14, vamos ler primeiro, 19, versículo 14. Diz assim, e seguiram os exércitos que há no céu, montando cavalos brancos com vestidoras de linho finíssimo, branco e puro. Aqui vemos vestidoras de linho finíssimo, que eram brancas, e porra, vestidoras brancas. E depois lemos no versículo 8, ao fim do versículo 8, diz assim, pois não foi dá de vestir-se de linho finíssimo, resplandecente e puro, porque o linho finíssimo, estas vestidoras brancas de linho finíssimo, são os atos de justiça de santos. Por isso, há pessoas nesta era da igreja que estão conforme sede da justiça de Deus e que estão a praticar e a viver e a imitar Cristo, e por isso estão a ser pessoas que têm atos de justiça, atos de justiça correta, de justiça dos santos, e por isso têm estas vestidoras brancas.
E também vemos aqui outro ponto interessante, diz assim, o vencedor será assim vestido de vestidoras brancas e, de modo nenhum, apagarei o seu nome do livro da vida. Ponte interessante, ponte interessante, o nosso nome no livro da vida pode ser apagado. Vemos em Filipenses 4,3. Filipenses 4,3. E, assim, aqui, se é o companheiro do jogo, também peço que as auxílias, pois juntas se esforçam comigo no Evangelho, também como clemente e as demais cooperadores meus, cujos nomes se encontram no livro da vida. Esses são pessoas que ainda estão vivas, estão a viver, em cujos nomes já se encontram no livro da vida. Mas, como sabemos, temos os materiais fiéis até o fim, porque se não formos, podemos perder. Por isso é que Paulo diz em 1º Corinthians 9, 1º Corinthians 9, ele diz assim algo para nós como ministros, que é muito sóbrio ler, porque Paulo diz, mas esmurro o meu corpo e o reduzo à espravidão, para que, tendo pregado a outros, não venha eu mesmo a ser descanificado. Então, pessoas físicas, a viver físicas, como Paulo, como eu descreveu em Filipina XIV, já tinham o nome no livro da vida. E obviamente, Paulo tem o nome no livro da vida, mas ele está a dizer, eu preciso ter cuidado, porque se não, posso desqualificar a mim mesmo. Isto é perder o meu nome do livro da vida. E por isso está aqui um ponto importante, que é o único ponto na Bíblia que ele diz assim, desta maneira, mas vemos que com outras escrituras que, como as pessoas dizem, uma vez salvo, sempre salvo, não é verdade. Temos que nos manter fiéis até ao fim. Agora que vimos, o que Bíblia diz acerca da carta a Sardas, vamos ver alguns pontos acerca da era de Sardas, e ver como isto se encaixa bem com o que está escrito nesta carta. Em primeiro lugar, nós, na Igreja de Deus, pensamos que a era de Sardas começou durante o décimo-sexto século. Isto é, nos anos de 1500 e tal. Durante estes anos, por século de 400 anos, após o aparecimento da reforma protestante, que foi no ano de 1517, por Martinho Loutro, e essa reforma, começou, então, a Igreja Católica, a começar a abrir os mãos um pouco, e, conforme o tempo foi passando, a Igreja de Deus começou a sair das escondidas. Por isso, lembre-se, a reforma protestante não é a Igreja de Deus. A Igreja de Deus estava a ser perseguida pela Igreja Católica, e quando a reforma protestante começou a causar dificuldades na Igreja Católica, essa pressão diminuiu, então a Igreja de Deus saiu da escuridão, do deserto, onde estava escondido.
Mas, por cerca de 40, 400 anos, depois, desde o período da reforma protestante, isso demorou muito tempo. Uma vez que a Igreja de Deus começou a sair deste período de 1.260 anos, demorou ainda muitos séculos a desenvolver-se, a crescer, e por isso a Igreja de Deus era um número muito pequeno de membros, que eram realmente submissos a Deus, sogrando a fé que foi uma vez entregue.
E a perseguição, depois também, veio da reforma, não só. Foi da Igreja queitólica, mas quando a Igreja protestante começou a reformar, começou também a fazer pressões na Igreja de Deus. E por isso, houve um período de perseguição. E, pela Igreja protestante, como é a Igreja protestante? Hoje em dia, continua, digamos assim, a dizer a nós, olha, é só, não é preciso aguardar o sábado, é só o domingo, não é preciso o sábado, não é preciso aguardar os dias santos, e isso que é esse, tipo de histórias que todos nós conhecemos e que vimos que tem acontecido. E aconteceu também durante esse período. E por isso, só houve muitos pocos que mantiveram a fé e observaram o sábado e os dias santos anuais de Deus. A Igreja de Deus nunca foi destruída, mas durante esses períodos veio a ser um fio muito pequeno de continuidade. E, por isso, quando vários fiéis foram confrontados com a prisão nas mãos destes reformadores protestantes, por causa da fé que os membros da Igreja de Deus tinham, vários desistiram desta fé, embora houve alguns que se permaneceram ouvirmos. Eu estou a citar aqui o livro onde isso foi extraído. Só em século 1650, houve suficiente número de fiéis para começar a estabelecer congredações locais. Então, elas, essas congredações, esses grupos pequenos, eram chamados Igreja de Deus. Embora o mundo o chamou sabatistas ou batistas sabatistas. Ora, a Igreja de Deus, na Inglaterra, porque isto veio da Europa, está claro, estava na Europa, e, pois, na Inglaterra, se espalhou para os Estados Unidos, em 1664, por um homem chamado Stephen Monford, que estabeleceu uma pequena Igreja em Newport, na ilha de Rhodes. Entretanto, na Inglaterra, durante os próximos 150 anos, que é dizer, os pais e os filhos e os netos, começaram a tomar a verdade como uma coisa certa, assim, para dizer, ah, está bem, tudo bem, quer dizer, não, não tomaram a verdade com cuidado, significaram um cabo relaxados, e não se se meteram a Deus, e por isso acabaram-se de desviar da verdade, e então esse grupo veio a ser conhecido como os batistas do Sétimo Dia, uma vez que se desviou. Uma coisa semelhante aconteceu nos Estados Unidos, a Igreja cresceu, mas estava morta, não havia um grande dinamismo de energia na Igreja. Aí alguns se juntaram e formaram. Um grupo que veio a ser batistas do Sétimo Dia, em 1818, e pouco depois esse grupo de batistas do Sétimo Dia aceitaram o ensino pagão da Trindade. Por isso vemos como de agarinho, sempre que a Igreja se formava, começava a estabelecer assim, um grupo de pessoas saía e formava outra coisa, e saía unirado. Por isso iam um caminho irado. Vê-se que a Igreja de Deus sempre foi um rebanho pequeno, sempre foi um rebanho pequeno, um rebanho perseguido. Em 1843 houve um movimento nos Estados Unidos, que era o movimento, dizer, que Cristo vinha, que veio de uma igreja que observavam o domingo. Era o Domênicas, a igreja que observavam o domingo. E esse movimento, que chamava o movimento de Venedista, que eram igrejas que guardavam o domingo, foi iniciado por um certo William Miller. Esse movimento cresceu e depois, em 1843, declarou que Cristo viria em 1844 e todos foram para esperar para a vina de Cristo e ele não vai. E por isso, vai ser conhecido como o grande desapontamento de 1844. Depois disso, é que alguns desses vieram a crer no sábado. Sim, por causa desse desapontamento e coisas assim, vieram a crer no sábado. E alguns deles, então, se ajuntaram com o Romanos Sente da Igreja de Deus, que não se tinha afiliado com os Batistas do sétimo dia.
Amei-se que esta coisa se torna confusa. Entretanto, esses grupos continuam a ser conhecidos como a Igreja de Deus. Então, começaram a publicar um jornal que era uma combinação do grupo de advento, que era de advento, review, and Sabbath review, que era uma revisão da vinda e do sábado.
Mas foi nesse momento que começou esta senhora, que vocês sabem, a Ellen G. White, que começou a criar certas doutrinas para explicar, para justificar o desapontamento de 1894, que começou a criar certas doutrinas incorretas, que era uma justificação, uma justificativa do que tinha acontecido em 1894. Ora, isso foi crescendo e então, cerca de 15 anos depois, ou coisa assim, ou 16 anos depois, isto foi em 1861, a Igreja Adventista do Sétimo Dia foi oficialmente formada. Uma vez que essa Igreja Adventista do Sétimo Dia foi formada e que se denominou Igreja Adventista do Sétimo Dia, os membros da Igreja de Deus disseram, não, nós somos a Igreja de Deus, não é? Igreja Adventista. O nome da Igreja Bíblico é Igreja de Deus. E, por isso, os membros da Igreja de Deus oficialmente se desassociaram em 9 de abril de 1861, quer dizer, praticamente semanas ou dias depois dessa organização de ter sido formada, que se chamava Igreja Adventista do Sétimo Dia.
Sécada, mais uns anos depois, uns 12 ou 13 ou 15 anos depois, em 1874, o Sr. Alexander F. Dager passou a ser parte do corpo ministerial, a Templo Integral, da Igreja de Deus. E depois a história continua, mas para eu não estar a perder tempo, eu quero apontar a vocês para o nosso site na secção Quem Somos, e se forem à secção Quem Somos da Igreja de Deus Unida, e depois se rolarem a tela até ao fundo, veem uma parte que diz breve história da Igreja de Deus, e aí está aqui o link que continua com essa história, embora muito breve, muito abreviada, mas dá-se uma história como, daí veio a Igreja de Deus Mundial e depois veio a Igreja de Deus Unida.
Mas, em somário, esta é um somário desta história da Igreja desde o século XVI, até o século, digamos assim, XIX, desta Era de Sardas.
E esta Igreja ainda existe. Por exemplo, no Brasil, é conhecida como a Igreja de Deus do Século XIX. Esta Igreja que entendemos, se não estamos errado, é a Igreja da Era de Sardas. É uma continuação dessa Igreja da Era de Sardas.
Então, vamos para concluir, vamos ver então algumas atitudes gerais que são aplicáveis a nós, porque no ver século VI, ao fim desta secção, desta carta, diz quem tem ouvidos ouça o que o Espírito diz às Igrejas. Então, o que instruções posso dar um somário breve? Que instruções é que Jesus Cristo dá a Igreja, nesta carta, a Igreja de Sardas? Que instruções é que dá? Que são aplicáveis a nós. Eu estou a dar um somário em cinco pontos. Primeiro ponto, destas instruções Jesus Cristo dá, é para estarmos atentos e estarmos vigiando.
Sim, porque nesta carta diz vigiar, estejam atentos. Precisamos estar vigiando. Simplesmente para ver um bocadinho mais a século deste ponto de vigiar, nós então ler em Lucas capítulo 12, Lucas capítulo 12, versículo, começar a ler do versículo 35. Lucas 12, versículo 35.
E assim, se inginos esteja o vosso corpo e acesas as vossas cadeias. Isto é, precisamos de estar prontos, singidos, prontos, vestidos, prontos, como singidos para a guerra, com armadura, armadura de Deus, e acesas as vossas cadeias, quer dizer, para vigiar, estar a vigiar, temos que ter as lâmpadas acesas para estar a vigiar, estar a vigiar bem. Sendo vossos semelhantes a homens que esperam pelo seu Senhor, ao voltar-o das festas de casamento, para que quando vier e bater a porta, logo já abram. Quer dizer, quando o Senhor vier, estamos prontos, estamos singidos, estamos prontos, como as 10 risas 5 estavam prontas, que eram sábeas, precisamos estar prontos, para que quando vier e bater a porta, posso-vos abrir a porta imediatamente aos seus Cristo. Versículo 37. Bem-venturados aqueles servos, naquém o Senhor, quando vier, os encontre vigilantes, temos que estar desigiando, estamos a estar alertos, em verdade, vos afirmam que Ele há de singir-se, dar-lhes lugar à mesa e aproximando-os, os servidores. Que os Cristo nos vá servir. Querem Ele venha na segunda vigila, querem na terceira, seja que horas é que os Cristo venha. Bem-aventurados serão Elas, se assim os achar. Isto é, se nos acharmos prontos, quando os Cristo vier, precisamos estar prontos.
Sabém por aí isto, se o Pai de família soubesse a que hora havia de vir o ladrão, vigiaria e não deixaria para roubar a casa. Vence aqui esta analogia, analogia do ladrão.
Que é usada na carta de sardas. Fiquei também voz a percebidos, porque agora, em que não cuidais, o filho do homem virá. Quando não estás à espera, vá ser apanhado de surpresa.
Então, no versículo 41, Pedro perguntou, Sr., prefere esta parábola para nós, ou te lembra de todos? Diz-se, Sr., quem é, pois, um ordomo fiel e prudente, a quem o Senhor confiará aos seus conservos para dar-nos o gestento a seu tempo?
Quem é aquele servo que é prudente e fiel, que Deus vai recompensar?
Por si, o 43. Bem-vendurado aquele servo, a quem o Senhor, quando vier, achar, fazendo assim. Estamos a fazer a obra, estamos comprometidos à obra, estamos a trabalhar. Verdade, 44, vos digo que Ele confiará a todos os bens, porque? Porque é fiel. Não achei que é o servo, disse-se-se consigo mesmo, meu Sr., tarde, a enviar, e passar a espancar os criados, e as criadas, a comer, a beber e a embriagar-se. Quer dizer, vamos, isto é muito perigoso. E deixe-me dizer a vocês porque é muito perigoso.
Porque hoje em dia, hoje em dia, há certas pessoas a dizerem, ah, que isto talvez possa vir só daqui a 40 ou 50 anos.
Porque, lembra-se, nós pensávamos que vinha em 1972, ou coisa assim, que, a propósito de irmãos, a Igreja nunca disse que Jesus Cristo vinha em 1972, ou que se passou, a Igreja tinha um dia de estudo, um livreto, cujo título era, 1972, de profecia, ponto de duração.
Espero simplesmente um título, para chamar a atenção aos leitores. Aliás, eu recordo muito bem deste dia de estudo, porque em 1967 ou 1968, foi o primeiro livro da Igreja que eu recebi, com a Deus que o vi, foi o que me atraiu, disse, ah, eu quero ver, ler isso. E foi o primeiro livro da Igreja que eu, digamos assim, encomendei. Em 1968, se não estou errada.
E e sabe uma coisa, eu nunca, eu li esse livro e nunca deduzi que Cristo devinha, em 1972. Por isso, pessoas que dizem, por causa do título desse livro, que dizem, olha, a Igreja dizia que Cristo devinha em 1972, é falso, é falso. Porque isso era simplesmente um título com um ponto de interrogação e simplesmente estava a dizer, hein, precisamos de tomar atenção e estar prontos, para que pode vir a qualquer altura. Mas o título de 1902 foi, digamos assim, uma isca que atraiu para ler um livro. Simplesmente. E por isso, aqui está a dizer, que o que ele lera no versículo 45, não me serve o disser consigo mesmo, o Senhor tarda em vir.
Por isso que eu disse, eu comecei a falar no 1972, porque há certas pessoas que eu ouvi dizer, olha, pode ser que ainda demora muitos anos, porque pensávamos que vinha em 1972 e olha para agora, estamos em 2020, estamos quase 50 anos depois disso, ou seja, lá quantos anos é que é. E por isso, ainda pode demorar mais de 150 anos. Não, irmãos, não vai demorar mais 50 anos.
As coisas que estão acontecendo no mundo, estão muito graves, estão muito graves.
E por isso, não fiquem erudidos com isso.
Por isso diz, não estejam a dizer, olha, o Senhor está bem-vindo. Outra coisa que as pessoas estão a fazer hoje em dia, você vê na internet, no Facebook, será que mais, pessoas a dizerem coisas, e a pôr coisas no Facebook, que, que é, que eu digo isto é, espancar os irmãos. Então, a dizer-me-al. Sabe a maneira que eu gosto de, explicar o que é o Facebook?
Ou estas mídias sociais?
É que, por exemplo, você está a falar com uma pessoa.
Olha, eu quero te dizer uma coisa, você está a falar com outra pessoa.
Mas você está a falar com outra pessoa, como alto ao falante. Olha, estou a falar com esta pessoa, que é o meu lado, mas por que eu estou a falar com todo mundo a ouvir? Isto aqui é o Facebook? Vocês precisam ter cuidado, do que estão a pôr nestas mídias sociais e estas coisas, para todo mundo, estar a ouvir e estar a ver o que você diz.
E ainda mais, você precisa ter cuidado, se está a dizer mal ou se está a mangoar o seu irmão.
Você precisa ter cuidado, precisa ter muito cuidado. Porque, assim, há certas pessoas que dizem, olha, eu não vou usar uma máscara, por causa do Covid, as pessoas que dizem, eu preciso usar uma máscara em certas situações. E certas pessoas dizem, eu não vou usar uma máscara porque eu tenho fé em Deus, e por isso não vou usar uma máscara.
Eu até disse, certas pessoas dizem, eu vou usar uma máscara. Olha, e depois as pessoas me disseram, tu ou foste, por exemplo, ao Brasil, foste a Angola, foste a vários lugares, e Deus sempre te protegeu. E por que agora pões uma máscara?
Não tens confiança que Deus te vá a proteger agora? Não, não é isso, irmãos, não é isso.
Deus também disse, Jesus Cristo também disse, não tentes a Deus, não tentes a Deus. Nós temos que fazer tomar todas as nossas percalções, que devemos fazer e tomar. Mas eu estou a dizer aqui, que há irmãos hoje em dia, aporem coisas no Facebook, no Internet, ou mesmo a falar com outras pessoas, de maneiras que não são gentis, de maneiras que não são amigáveis, maneiras que são duras, e precisamos ter cuidado, irmãos, precisamos ter cuidado com isso, muito cuidado.
E por isso é que estão a espancar, criados e criados, ou seja, um sermo estão a espancar os outros sermos, irmãos na igreja estão a espancar uns aos outros, precisamos ter cuidado com isso.
E depois dizem, comerem, beberem, embrilhar-se, começar a ter... Há muito tempo, não preciso preocupar. Dizem-se, é um símbolo, ciclo 46. Virar o Senhor daquilo servo, no dia em que não espera, e na hora que não sabe, e castigá-lo a, lançando-lhe a sorte com os infiéis.
Aquilo servo, porém, conheceu a vontade do seu Senhor, e não se aprontou, nem fez a segunda sua vontade, será punido, com muitos assuntos. Se você sabe a verdade, dizem-se, conhece a verdade.
Conhece a verdade, mas não está atento, não está vigiando, não está atendo cuidado, vai ser lançado com os infiéis, ou noutras palavras, vai ser lançado no Lago de Fogo, por exemplo, ter muito cuidado em nós. Outro ponto aqui deste ensino de Cristo é para fortalecer as coisas que permanecem. Temos que fortalecer o que permanece. Agora, vejamos aqui, por exemplo, em Romanos capítulo 13. Romanos capítulo 13.
Romanos capítulo 13, recíclo 11 a 14.
Diz assim, e dim-me isto a voz, outros que conheceis o tempo, já é hora de vos preparos do som.
Porque a nossa salvação está agora mais perto do que quando, no princípio, o queremos. Se está mais perto do que há 50 anos atrás, nunca há 30 anos atrás, nunca há um ano atrás. Dia a dia está um dia mais perto.
Vai alta à noite e vem chegando o dia. Deixemos, pois, as obras das trevas e revistámos-nos das almas da luz.
Temos que fortalecer as coisas que permanecem. Temos que estar acordados e fortalecer, estar perto de Deus.
Andemos dignamente, como em pleno dia, não em orgias e burgueses, não em impudícias e dissuções, não em contendas em ciúmes, mas revestivos do Senhor. Cristo e nada de esponheis para a carne no tocante às suas concupiscências. Se, irmãos, precisamos fortalecer o que temos e estar perto de Deus. Depois, precisamos lembrar o que você recebeu e ouviu. Hebreus 10, versículo 32. Hebreus 10, versículo 32.
Preus 10, versículo 32.
Dizem lembrados, porém, dos dias anteriores, em que depois, deluminados, sustentaste, grande luta e sofrimento.
Temos que lembrar que recebemos a verdade. Temos que lembrar, por causa disso, lutamos.
Não esqueçamos disso.
Não. Por que vivemos estes sacrifícios todos e depois vamos deixar tudo à última hora? Não. Vamos manter fiéis até ao fim. Temos que manter fiéis até ao fim, lembrar o que recebemos e ouvimos. E temos que segurar isto firme. Temos que segurar isto firme. No mesmo capítulo, hebreus 10, versículo 35 a 38. Não abandonaste, portanto, a vossa confiança. Não abandonaste a confiança. Porque ela tem grande alerdão, tem grande recompensa. Com efeito, temos necessidade de perseverar-se para que, vendo feita a vontade de Deus, alcanceis a promessa. Por isso, precisamos, temos necessidade de perseverar. Temos necessidade de perseverar.
Porque, ainda dentro de pouco tempo, é aquele que vem virar e não tardará. Jesus Cristo, que vem, virá. E não vai demorar. Todavia.
O meu justo, viverá pela fé.
Nós vamos viver pela fé. Temos que segurar firme, temos que ter fé. E, por isso, é que o próximo capítulo seguinte, hebreus 11, está todo, é o capítulo a ser pela fé. Temos que nos agarrar, temos que ter fé. Que Deus é fiel, Cristo virá, prometo que virá e virá. E, ele vem perto. E, por causa disso, temos que usar a prender. Vejam aqui, o primeiro de São Luís Senso, capítulo 5. Primeiro de São Luís Senso, capítulo 5.
Primeiro de São Luís Senso, capítulo 5. Préximo de 5 a 9.
Portanto, por quanto, vos, todos, todos, seus filhos da luz e filhos do dia, nós não somos da noite, nem das trevas. Assim, pois, não dormamos, como os demais, pelo contrário, vigiemos e semos, sêjamos sóbrios.
Aqui, a cidade de Sardas, estavam a dormir, não estavam a vigiar, estavam a deixar as coisas seguidas, mas, de uma maneira incorreta, e, por isso, precisamos ser, ter cuidado, estarmos, bem perto do que devemos ser, devemos estar acordados. Ora, os que dormem, dormem da noite, e os que embriagam, é da noite que se embriagam. Ora, nós porém, que somos do dia, sejam sóbrios, resistindo-nos da coraça, da fé e do amor, redar-nos, revestindo-nos da coraça, da fé e do amor, e tomando, como capacete, a esperança da salvação. Porque Deus não nos destinou para a ira, mas para alcançar a salvação mediante o nosso Deus Jesus Cristo. Por isso, temos que nos arrepender, seja o que for, temos que nos arrepender, temos que nos vestir da fé e do amor, e por este novo homem, temos que estar a vigiar, temos que ter sobras, ser sobras. Estes são os cinco pontos que eu extrai para vocês, como atitudes gerais importantes. Quando diz quem tem ouvidos, oisa, o que o Espírito diz à igreja. E neste caso, a esta igreja de Sarzas, temos estes cinco pontos para estarmos atentos para afrutalecer o que ainda mantemos, para lembrar que temos que, do que o recebemos e do que ouvimos, não desistir, segurar firme e arrepender-nos de qualquer coisa que ainda temos que arrepender. Ora, um verdadeiro cristão, irmãos, pode morrer, espiritualmente, porque se deixa morrer. Porque desiste de viver. É muito importante entendermos. Cristo disse, nunca te deixarei. Nunca! Então, por que podemos, digamos assim, sair do caminho? É porque nós desistimos.
É porque nós deixamos de estar vigiando, nós adorencemos, nós relativamos. Nós esquecemos do que ouvimos e do que recebemos. Nós paramos de segurar firma. Este é o primo. Qual é o nosso maior primo, irmãos? Eu mesmo, ou você mesmo? Você ponha a ideia. Eu falo de você mesmo. Eu estou a falar de mim, vocês falam de mim. Nós temos que ter cuidado. O Espírito diz a nós, não desista de viver eternamente.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).