Carta à Igreja em Esmirna.
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Muito obrigado pela oração inicial. Como ensinei, hoje vamos cobrir ou continuar com o estudo no livro de L'Apocalypse e vamos hoje estudar a carta à Igreja em Gemirna. Vamos estudar essa carta. Mas antes disso, quero dar uma revisão breve do que já falámos nos dias anteriores, só para ficar bem claro tudo direitinho. Como mencionamos, cada uma das sete igrejas na Ásia tinha as suas características dessa era que Jesus Cristo usou para dar promessas e avisos à Igreja de Deus através das eras.
Por isso, através das eras, Deus usou a situação da Igreja naquela idade, naqueles anos de apostólicos e, pouco depois dos apostos durante os primeiros, digamos assim, 100 ou 200 anos. Usou isso como lições que demonstram fases da Igreja durante os anos que se seguiram até hoje em dia.
E assim, Jesus Cristo usou as situações dessas igrejas nessa era, que existiam, por exemplo, em Ephesus, em Pergamot e assim, pelos outros, usou essas situações locais dessa idade, esses primeiros séculos, para demonstrar exemplos que haveriam de acontecer nos anos adiante na Igreja. Essas promessas e avisos também são aplicáveis a nós. Isto é, a Bíblia, em cada uma, quando completa, quando essa carta, uma dessas igrejas, qualquer uma dessas igrejas, no último ciclo dessa carta para essa Igreja, descreve e diz assim, quem tem ouvidos, oisa o que espiritiza as igrejas, que isso, por isso, quer dizer que é aplicável a nós também. Por isso, vemos aqui três coisas. A Igreja, como era nesse período, a Igreja como se desenvolveu nos anos, nos séculos seguintes, e nós precisamos observar estes atitudes, estes princípios, porque nós podemos ter uma destas atitudes, nós, individualmente. Por isso, precisamos ter cuidado com isso.
Como vimos, ao vencedor em Éfaso, foi-lhe prometido alimentar-se da árvore da vida, Apocalipse 2, versículo 7, pois mantiveram-se fiéis à doutrina. E isto foi o ponto importante daquela que era típico da congregação em Éfaso, mas que foi um princípio que foi aplicável à Igreja durante os primeiros séculos, após os apóstolos, porque é por que tinham sido bem ensinados pelos apóstolos, e durante esses primeiros anos, ficaram fiéis à doutrina e rejeitaram pessoas que vieram com as suas ideias nósticas.
Por exemplo, como os Nicolaítas ou outros, como lemos em 1º Timótio, capítulo 6, versículo 20, preferimos isto na outra lição anterior, essas contradições do saber, essas ideias da sabedoria, da conhecimento, dessa soberba do conhecimento.
E essa primeira congledação da Éfaso rejeitou essas doutrinas falsas, essas ideias nósticas. Mas, por outro lado, foram avisados para não perderam o primeiro amor. O primeiro amor é o que, isso realmente, quando muitas pessoas vêm para a Igreja, nos primeiros anos estão na Igreja, estão muitas entusiasmadas, têm este fervor, entusiasmo inicial que estão na Igreja, mas conforme os anos vão passando, isso vai se desfriando. Vai se desfriando, já não é assim uma coisa tão excitante, já conhecemos isto há muito tempo, e vão perdendo esta entusiasmo e a prática das primeiras obras.
Ora, esta primeira fase da Igreja, dizemos que possivelmente foi durante os primeiros três séculos, primeiro século até ao início dos anos 300. Ora, estas datas que eu estou a dar a vocês, quando eu digo foi, possivelmente, até aos anos 300, não estou a afirmar que foi, de facto, isso, porque não posso provar da Bíblia, essas datas estou a dar, de simplesmente uma possibilidade, a ideia visto aos frutos que têm acontecido pelas igrejas durante os anos, que estas datas são possivelmente as datas destas igrejas. Por isso, esta primeira Igreja da Éphaso foi durante o período dos Apóstolos, a Igreja de Deus durante os Preus Apóstolos, até cerca dos anos de 300 da Era Corrente, ou isto é, depois de Cristo.
Por isso, vê-se que este amor, de pela verdade, tornou-se superficial. Isto quer dizer que este entusiasmo dos primeiros anos, com o tempo, se tornou rotina. E isto é um aviso para nós. É assim que já toqueemos em Segundo de São Vicenço, capítulo 2, versículo 10, Segundo de São Vicenço, capítulo 2, versículo 10, que diz assim, porque não acolheram o amor da verdade, não se agarraram ao amor da verdade, não mantiveram bem apertados ao amor da verdade. Isto deixaram assim, sair das mãos, digamos assim. E isto é um ponto que precisamos ter cuidado, todos nós. Por isso é que diz os irmãos todos, quem tem ouvido os oiça, que os Espíritos e as igrejas. Por todos nós temos que ter cuidado.
Porque a influência de Satanás atraiu a eles e atraia a nós, como membros da Igreja de Deus hoje em dia, para voltarmos para o mundão, depois de estarmos na Igreja por vários anos, uma pessoa começa a ficar desencurajada e coisa assim, e ele vai se afastando com os anos passam. Quantas pessoas eu tenho visto isto acontecer? Algumas demoram muitos anos, outras simplesmente um ano depois já estão afastadas. Já aquele enusiasmo foi muito superficial, e por isso é preciso ter cuidado com isso.
Ora, uma das coisas que vimos que afetou a Igreja era, permitindo assim, inicialmente foi o Judeus, mas o que realmente afetou a Igreja, tem afetado através destes anos até hoje, tem sido as ideias pagãs que se filtraram pela Igreja. Ideias pagãs que se filtraram pela Igreja. E como é que se filtraram pela Igreja? Através deste ensino que hoje em dia é conhecido como o Nosticismo, o Nosticismo. E por isso que vamos falar um bocadinho acerca deste Nosticismo. O Nosticismo vem da palavra grega, Nauseus, que significa conhecimento, que significa sabedoria, que significa estas ideias intelectuais que eu tenho, pessoas têm, que pensam, olha, eu sei isto melhor que outros, que precisamos ter cuidado com este intelectualismo.
Ora, uma parte do material sobre o Nosticismo que eu estou a abordar, eu usei um livro chamado, Primitive Christianity in Crisis, foi um livro por um senhor, Alan Knight, perdão, deixa-me casar esse livro, para mostrar a vocês. Foi este livro aqui, Primitive Christianity in Crisis, é o cristianismo primitivo numa crise, e é o livro que é就到 para os escritores, chamado Alan Knight. Este livro tem mais de 420 páginas, então um livro bem profundo a cerca do que se passou na Igreja Primitiva, isto é, na Igreja Inicial Apostólica, um livro muito interessante para ler. Mas como estava a dizer, o Nosticismo não é um ensino específico.
Todos os Nosticistas não são assim, ou não são assados, ou não são desta outra maneira. São pessoas com ideias e têm suas teorias, e cada um tem suas teorias diferentes. E por isso é uma coleção de ensinamentos que essencialmente era uma adaptação, era uma alteração, era uma modernização, digamos assim, da religião elenística Pagã, que vinha da babilônia dos anos da Torre de Papel. Isto tudo começou muitos anos atrás, pouco depois de Noé, e essas ideias já vinham antes do dilúvio, porque simplesmente trouxeram essas ideias, ideias pagãs, ou digamos, do diálogo. E essas ideias foram adaptadas, modificadas e introduzidas para o cristianismo, e isso, então, se chama o Nosticismo.
Sim, podemos dizer, é um sincritismo, mas o Nosticismo é esta maneira de usar estes pensamentos raciscínios humanos e chegar a certas conclusões. Baseado em conhecimento, em sabedoria, que eu sei mais do que tu, digamos assim. Por isso, o Nosticismo começou, ou infiltrou-se para dentro da igreja, já no primeiro século. E por isso, isto é muito importante, nós tomarmos atenção a este princípio, porque o Nosticismo já se infiltrou na igreja desde o primeiro século. Isto é que é o ponto importante, como a igreja cristã se desviou do verdadeiro cristianismo para ser o que é hoje um cristianismo com ideias pagais.
E por isso, é importante vermos como isto afetou a igreja, e então vemos aqui, desde o início da primeira igreja aqui, vemos esta influência. Por isso é que vimos na carta aos ethosus que eles rejeitaram isto, rejeitaram este Nosticismo, particularmente de uma seita chamada dos Nicolaítas, mas houve outras seitas, como ele disse há pouco. Ora, este Nosticismo inicial é o que eles chamam o Proto Nosticismo, como o prototipo, ou o primeiro inicial Nosticismo. Lá para o fim do primeiro século, vemos aqui porque os ethosus rejeitaram estes prototipses, Nosticistas destes, estas ideias originárias que estavam a infiltrar na igreja, os membros da igreja de ethosus rejeitaram isto, e por isso essas pessoas seguiram da igreja, deixaram a igreja, mas o que fizeram é fundaram as suas próprias igrejas independentes, fundaram seus próprios movimentos independentes.
Foi como isto veio a desenvolver-se. E por isso, uma vez mais, não existe um corpo único de doutrina nóstica. Existem dezenas de ideias ou de seitas individuais, cada um oferecendo as suas próprias ideias conflictantes sobre, por exemplo, a cara do homem, o que a espiritualidade significa, e particularmente, um ponto importante, é que liberta a pessoa deste mundo físico.
Vamos ver um bocadinho mais acerca disso. Mas a ideia Nostica é que tavam as pessoas a um nível de profeição e caíram por causa do pecado a um nível mais baixo de todos que o nível físico, e agora têm que libertar as pessoas deste nível físico do pecado para voltarem a um nível de profeição. Vamos ver esta ideia Nostica. E, por isso, para eles, o físico é pecado. Vijamos um bocadinho mais acerca disso. Por isso, de acordo com o Nosticism, o espírito, se o chama o espírito, uma coisa perfeita, o espírito se origina nos céus.
Através do pecado, essa profeição da vida que estava nos céus, foi interrompida e veio descendo através de vários astros, por exemplo, do Saturno, do Vênus, e esta astrologia, cosmologia. E, por isso, essas ideias de cosmologia e astrologicas e coisas assim, isso é pagão. Não devemos estar envolvidos com isso, porque isso é do diabo. Mas, continuando então, essa ideia, essas pessoas, isto é, ideia Nóstica, de acordo com o Nosticism, esses copacado ficaram manchadas, ficaram infectadas e este espírito, então, vai descendo nas várias esferas astrológicas, ou planetárias, até chegarem à Terra, onde fica preso como almas individuais em corpos humanos. Isto é, em corpos físicos. Uma vez mais, para eles, o físico é igualado ao pecado.
E, por isso, de acordo com o Nosticism, o destino do homem é que a sua alma volte a uma vida de profeição no céu do homem-veio. Pense aqui, este paganismo disto. Portanto, o Nosticismo, de acordo com o Nosticismo, os laços humanos que temos com a vida materialística, com a vida física, têm de ser quebrados para a alma voltar para a sua, digamos assim, a sua profeição no céu, como eles pensam isso. Por isso, isso é, basicamente, o Nosticismo.
Por isso, para eles, ser uma boa pessoa, ou ser uma boa pessoa, por exemplo, isto é uma boa pessoa, ou este é uma boa pessoa, não é nada acerca do que faz fisicamente. As duas estão separadas. Se uma pessoa pode ser boa pessoa, mas pode fazer coisas fisicamente, mais, porque o físico é o pecado, mas a pessoa é boa, vence esta falta de relacionamento com os frutos. O cabelo nos diz, é você os saberes pelos frutos. Não pode separar os dois, você tem que ter bons frutos.
E vê se convive isto a pagão. Então, em outras palavras, o Nosticismo continuou com a tradição elanística, isto é, em grega, porque os greus com suas teorias tinham estas de reinterpretar as regiões pagais, o Nosticismo foi reinterpretar isto para dentro do cristianismo. O Nosticismo foi o processo de reinterpretar as ideias pagadas, elanísticas, que é, gregas pagadas, mas eram gregas porque tinham vido antes da babilônia.
Simplesmente, os gregos adaptaram essas ideias elanísticas através do Nosticismo e depois, através desta maneira de reinterpretação, esta tradição grega, por destes raciscinos e estas ideias, trouxeram isto para o cristianismo. O ato de trazer isto para o cristianismo é o que se chama o Nosticismo. Este Nosticismo, em outras palavras, é o raciscino humano à parte de Deus.
Lembrem-se quando eu demonstrei aquele triângulo acerca da autoridade e quando chegamos mais acima, longe das palavras diretas da Bíblia, quando chegamos lá para mais para cima e começamos a ter o raciscino humano à parte de Deus, a autoridade é praticamente zero. Sim, não há nada errado com um bom pensamento raciscino e humano, mas tem que ser de acordo com Deus. Não pode ser à parte de Deus.
Ora, os nóstios assim viram-se ou se viam como uma reforma progressiva. Era uma maneira progressiva de tirar essas ideias pagais e expor não o judaísmo, mas na Igreja do Novo Justamento. É o que eles estavam a fazer através do Nosticismo. O Nosticismo também se baseava fortemente na teoria da revelação. Na revelação progressiva. Quer dizer, olha, Deus só revelou certas coisas para os Jesus Cristo, mas revelou outras coisas para o Paulo. E por isso, seguindo as instruções de Paulo, mesmo que Paulo rejeite alguma das coisas de Cristo, Paulo é mais progressivo, está mais correto e dá estas ideias dos Paulinos, que são melhores ou mais corretas dos que as ideias de Cristo, ou que são mais avançadas. E isto é perigoso. Vejam, por exemplo, em 2 João, capítulo 9 e 10, 2 João, capítulo 9 e 10, não é capítulo 9 e 10, é 5 e 9 e 10, porque não há capítulos em João. Desculpe, 9 e 10 e assim. Por todo aquele que ultrapassa a doutrina de Cristo. Quer dizer, vá para além da doutrina de Cristo. Isto é, tem esta revelação progressiva. Ora, então, a ver aqui, como o João já estava a ver estas ideias nósticas, a afetarem a igreja, e por isso já estava a avisar a igreja, através da sua epístola, a dizer, cuidado, todo aquele que ultrapassa, que vá para além da doutrina de Cristo, e dela não permanece, não tem Deus. Isto não é de Deus.
Por isso diz, o que permanece na doutrina de Cristo, este é o Pai como o Filho. Mas se alguém vem ter convospe, não traz esta doutrina de Cristo, traz outras ideias, outras teorias, não recebam, nem em casa, nem nos deis as boas vindas. Nem nos deis as boas vindas.
Por isso, os nóstigos acreditavam que os cristãos primitivos poderiam ser salvos-se primeiro. Para saberem este conhecimento da alma imortal, tivessem esta sabedoria intelectual, da alma imortal, tinha sido libertada do corpo físico, aceitassem esta graça de Cristo que pudíamos ser libertados do físico, mas não importa se façamos pecados no físico, porque somos libertados pela graça. Isto é uma distorção nóstica da verdade, ver se que é uma distorção. E assim fossem libertados do engano da religião do antigestamento. Por que? Porque o antigestamento era baseado na criação física e tudo que é físico é pecado, por isso tinha que ser uma religião errada e era uma religião baseada nas leis deus. Oh, não, as leis deus, não! Estamos libertados disso. Isto, então, estava a introduzir este conceito, esta ideia da libertinagem. Eu dei vários sermões, três sermões acerca do Nostecismo, e que vocês podem vê-los no site da Igreja. Aqui estou, eu vou demonstrar a vocês o site da Igreja, e vocês precisam de selecionar este botão que diz sermões para abrir em esta página, depois ali no título precisam entrar a palavra Nostecismo, e depois precisam de carregar no botão que diz aplicar. E pronto, diretamente vão ver os sermões acerca do Nostecismo no site da Igreja. Ora, este princípio de procurar qualquer outro sermão, se você mais ou menos sabe o título, ou uma ou duas palavras do título do meu sermão, você pode entrar esse título aí nesse campo título e tocar-me aplicar, e pronto, então vai ver esse sermão. Por isso, isso é uma maneira de você procurar sermões acerca de vários temas no nosso site.
Uma das ideias nósticas, ou digamos assim, uma das seitas nósticas, ou um dos conceitos nósticos, era o Dostecismo. Nem todas as pessoas nósticas acreditavam no Dostecismo, mas o Dostecismo era uma ideia, digamos assim, predominante do Nostecismo.
Por isso, como diz, era uma das ideias mais comuns. Ora, essa ideia é que é a seguinte, que Jesus e Cristo não eram a mesma pessoa. Jesus era uma pessoa e Cristo era outra pessoa diferente. Vamos ver o que eu estou a dizer com isso.
Muitos, mas nem todos os nósticos, acreditavam nesta ideia, nesta ideia que é o Dostecismo. Que Cristo era um ser espiritual, que pousou, ou que entrou sobre o homem Jesus, que era uma pessoa física. E quando Jesus ia morrer, pouco antes de morrer, saiu de Jesus.
Se retirou pouco antes da crucificação e foi apenas Jesus que morreu na cruz. Ou numa ideia. E vemos aqui, no segundo João 7, dizem, porque muitos enganadores têm saído pelo mundo fora, os quais não confessam Jesus vindo em carne.
Assim, é o enganador e o anticristo. O que quer dizer que Jesus não vinha em carne? É o que os estavam a dizer, eu estava a dizer que Jesus Cristo não tinha vindo em carne. Por que? Porque os estavam a dizer, o Jesus era uma pessoa e Cristo não veio na carne, simplesmente se pousou na carne, mas quando a carne antes de morrer, Cristo se parou. E isso, então, é o anticristo, é a doutrina do anticristo. Essas pessoas que acreditam nessa ideia, que Cristo, o Salvador, o verbo, não sofreu.
Isso é um ensino maligno, muito maligno.
Com base nessa teoria, eles assim negam ou rejeitam a maior parte do Ministério Terreno de Jesus Cristo, alegando que o seu ensino, porque o seu ensino tinha vindo, tinha sido ensino espiritual através do Cristo, que as pensavam que eram duas pessoas diferentes, foi contaminado pela influência do seu lado material físico, que era do homem Jesus.
Vejam aqui, por exemplo, em Judas 1,4.
Esse que transformam em libertinagem, é graça de nosso Deus e negam o nosso único sobrano e, senhores, Cristo, é negar a Cristo. Por isso vemos que essas doutrinas, esses conceitos nós já estavam entrando na igreja e, por isso, é que estes epístolos de gestão avisaram o povo contra isto.
E, por isso, estas igrejas, perdão, estas ideias, os cristãos da era da Ephesus, odiaram, joseitaram, não aceitaram.
Mas, conforme o tempo passou, vamos ver que isto acabou por entrar na igreja e afetar a igreja mais tarde.
Ora, havia vários grupos, digamos assim, nósticos, além do doutritismo, havia os simonianos. Os simonianos eram aqueles que vieram do mago Simão, ou se não sabem a história do mago Simão, que foi batizado e, depois, queriam saber o Espírito Santo, que desce dinheiro e tudo. E esse mago Simão foi uma pessoa que depois foi para Roma. E aí, em Roma, durante o Renato do Imperador Claudio, afetou a igreja levando estes ensinos falsos dele, nósticos, para a igreja. Ele e um dos seus discípulos, Menenda, ensinavam uma teologia docética. Isto é, do doutritismo.
Ora, daí veio o ensino que Simão, as pessoas pensam, olha, que foi Simão Pedro, mas foi Simão o mago que formou a igreja em Roma, que vai ser o que nós chamamos hoje da igreja católica. E, por isso, muitos atribuem a Pedro, mas, na realidade, foi Simão o mago que vai ser a raiz da igreja católica romana.
Depois, também, a outra seita, é os Nicolaítas. Acredidas que os Nicolaítas foram fundados pelo Bíblico Nicolau, um dos homens que foram ordenados com diácros, mas vemos na lista dos diácros, aí, em ato 6, versículo 5, ele foi o último a ser mencionado, porque o primeiro, que estava mais perto de Deus, o Estevão, que foi perseguido, e foi martirado, que sofreu a morte para o martírio, mas depois, vê-se que o último foi o Nicolau. E dizem que, possivelmente, que os Nicolaítas foram uma seita que foi fundada por este homem que estava na igreja, mas que acabou desviando-se da verdade.
A cerca dos Nicolaítas temos evidências de irânio, iranêus, no livro de Contra às Eresias, de Hippocletus, no livro de refutação das Eresias, e o livro da história eclesiástica de Eusebius. Eusebius é o que fornece mais informações acerca dos Nicolaítas.
O ensinamento básico e sub-adjacente do Nicolaísmo é que alcançar uma espiritualidade interna deve-se ignorar a espiritualidade externa. Isto é material. É dizer, tem que haver-as da separação do espiritual, do físico, digamos assim. É o doce-tismo, como eu expliquei há pouco.
O que eles, portanto, estavam dizendo é que a espiritualidade não é encontrada na experiência material da vida. Nem em nenhuma das regras que a Bíblia ou qualquer pessoa usa para tentar legislar sobre conduta material. Por isso eram pessoas de dizer, olha, não queremos regras. Não, não gostamos de regras. Vocês já viram pessoas, não queremos regras?
Cuidado. Se existem pessoas de dizer, não queremos regras, não queremos leis. Cuidado. Não querem subter às autoridades. Cuidado.
É um espírito de rebelião.
O que eles estavam dizendo é que essa espiritualidade não é encontrada na experiência material da vida.
Sim, as coisas materiais da vida, sim, é a pecado, não te importe com isso. O importante é que somos melhores pessoas espirituais. Não precisamos de regras, olha essas regras, não precisam de ser as regras, mas somos pessoas espiritual melhor.
Já viram isto a afetar a igreja?
Porque afeta, irmãos, afeta.
Analisem-se a vocês próprios, por isso é que esses ensinos estão aqui para dizer ovo que o espírito está a dizer às igrejas. Está a afetar isto a você, ou não? Está a isso a afetar a sua comunidade, ou não? Preciso ver isso. Por isso, os Nicolaítas, em qualquer momento, durante o seu período da evolução, começaram a optar, a aceitar esta indiferença à vida material. Conforme o tempo foi passando, chegou um tempo que começaram a ser indiferentes à vida material.
E por isso, isso deu a eles uma licença para desopter ser. Uma licença para ceder, uma licença para não estar ligado à lei de Deus e abrir a mão e ceder isto é permitir iniquidade, permitir pecados, permitir promisquidade. Isto é que nós temos que ter cuidado, irmãos. Temos cuidado, isto não acontece conosco. Não pensa, olha, isso não vai acontecer comigo. Cuidado, irmãos. Cuidado. Por isso, em outras palavras, o Nostecismo se pronou uma desculpa para o pecado. Como vemos há pouco, em Judas 1.4, é esta malibroquinagem da Graça e nega o nosso Sobrano Jesus Cristo. Mas vejam em 2 Pedro 2, 2 Pedro 2, 2, 2. Que diz assim? E muitos seguirão as suas práticas libertinas e por causa de Deus será inflamado o caminho da verdade. Por quê? Porque as pessoas começam a fazer pecados, começam a desopter as leis de Deus e o que se passa? Para o que se passa? As outras pessoas, à volta da igreja, começam a ver isto e dizem, olha, se isto é a Igreja de Deus, como é que essas pessoas podem ser cristãos?
Irmãos, isto acontece, acontece, cuidado, torna-se uma desculpa para o pecado e então, como diz aqui, como lembramos aqui em capítulo 2, versículo 2, por causa de Deus será inflamado o caminho da verdade.
O caminho da verdade é maldito, é, pessoas dizem mal do caminho da verdade. Isso aí, isto é muito perigoso, irmãos. Por isso, eu digo, hoje são o que os pílidos dizem às igrejas. Mas a primeira Igreja de Ephesus rejeitou este falso em cima.
Mas lembre-se, isto foi crescendo e mais tarde veio a afetar a Igreja de Deus, principalmente durante o período de Pérgamo. Não vamos ver esse período hoje, mas vamos ver a outra lição. Mas veio a afetar a Igreja e, como sabemos, está afetando a Igreja hoje.
Estas ideias pagães. O cristianismo está completamente infetado com isto hoje em dia. Bem, então vamos ver a cerca da Igreja em Esmírina, que é a segunda Igreja. Pouco se fala acerca da Igreja em Esmírina. Só há quatro versículos no livro da Apocalipse acerca desta era da Igreja ou desta região. Mas a Esmírina era uma cidade rival de Ephesus, da cidade de Ephesus, digamos assim, dezenhas.
E era também conhecida como uma cidade muito bonita, talvez a cidade mais linda da Ásia, o que nós chamamos da Turquia. Era chamada, por isso, o ornamento da Ásia, a croa da Ásia ou a flor da Ásia. E como uma cidade estava muito bem situada, porque estava ao fim da estrada que vinha das províncias internas, como vemos aqui, havia estas províncias internas aqui na Turquia, isto está claro, é a Turquia aqui, havia estas províncias internas e havia uma estrada que vinha das províncias internas que ia direta para a Esmírina. E vemos aqui também estava ao lado de um rio, está ali este rio Hermanos, um bom rio, e aqui era um vale. Este vale não vale muito próspero, estava muita comida e tudo, e por isso, ao longo deste rio, havia muita afluência, as pessoas estavam bem afluídas financeiramente. E também, havia uma grande ansiada aqui do mar, veja aqui o mar que entrava, este é um grande ansiada, e, quer dizer, que fosse uma língua grande aqui do mar, e aqui dentro estava a cidade bem protida, por isso, se houvesse uma invasão, a invasão podiam fechar aqui e nenhum, em um, em um, em outras navios invador, invasores, entraram lá. Era bem protida, por isso era um porto bem protido, não só para guerras, mas também de mau tempo, porque o mau tempo afetava o mar, mas aqui o mar era bem protido para eles. E por isso, é uma cidade próspera, mas, por outro lado, era uma cidade que era conhecida porque o povo dessa sociedade tinha muitas coisas pecaminosas, muita maldade e eram muito opostos ao evangelho cristão do primeiro século, por isso causando muita perseguição na igreja dessa era, desse primeiro e segundo século. Estavam a ser perseguidas, muito perseguidas, como cristãos, dando por isso um exemplo de uma era que veio nas idades depois, que representava em que houve muita perseguição à igreja de Deus. Por isso, vamos estar a ler aqui no Apocalipse capítulo 2, versículo 8, que é o início, a cerca da carta, que dizia ao anjo da igreja que está em Germina, escreve, isto diz o primeiro e o último, o que foi morto e que reviveu. Isto é um ponto interessante, irmãos, porque primeiro Cristo é eterno, Ele era Deus que existiu internamente e que existirá eternamente. Vocês podem ler, por exemplo, em Philippenses capítulo 2, versículo 6, Ele existiu eternamente e Ele era Deus, Ele era da forma de Deus e que de vontade própria se esvaziou e que não era usurpação nenhuma ser se chamar igual a Deus, não era usurpação, não era nenhuma falsidade ideológica, não era nenhum estelionato ser igual a Deus. Mas Ele realmente morreu. Isto é um ataque a estas ideias nósticas. Lembram-se que eu disse que o doce tismo dizia que Cristo tinha aposado no homem Jesus e que Cristo nunca tinha morrido? Ora, o que está a dizer é que Ele é eterno e Ele morreu, foi morto. É um ponto direto atacar esta ideia do séptica ou do doce tismo.
E também em termos de que Ele tenha chave da vida, porque Ele é aquele que ressuscitou. Cristo ressuscitou. Esteve morto, mas ressuscitou. Porque o Pai o ressuscitou, porque Ele estava morto, estava mesmo morto, não poder ressuscitar-se assim próprio. Mas o Pai que estava vivo o ressuscitou, porque Ele não tinha pecado e assim abriu o caminho para nós podermos salvo. Por isso tanto o Pai como o Filho são ambos a trabalhar de mão em mão, mão dada a ajudar para nós sermos verdadeiros cristãos e para sermos salvos. Então a trabalhar mão em mão. E por isso a igreja em Jomina podia antecipar uma completa vitória por causa da ressurreição. E todos nós podemos antecipar a completa vitória por causa da ressurreição de Cristo.
E por isso para eles era uma palavra de grande encorajamento, porque esta coligação estava passando por grandes dificuldades. Por como disse, estas cidades eram uma cidade perseguida, mas estava a dizer isto para uma era futura da igreja, que também seria perseguida.
Outro ponto interessante, a palavra esmirma vem da palavra mirra, que é um perfume doce usado para um noivo. Vem, por exemplo, em Cântico 3, versículo 6, está a falar do noivo, e salmos 45, versículo 8. Vejamos aqui salmos 45, versículo 8, que é muito interessante ver aqui este salmo. Salmos 45, versículo 8.
Salmo 45, versículo 8.
Salmo 45, versículo 8.
Vamos começar a ler-lo, versículo 6, para ler o contexto. Estás aqui o teu trono, ó Deus.
Vocês podem ler isto também, em Hebreus 1, versículo 8. Em Hebreus 1, versículo 8, diz, o Pai disse a Jesus Cristo, o teu trono, ó Deus. Quem está a falar é o Pai, que disse ao filho, o teu trono, ó Deus. Por isso vemos aqui que Jesus Cristo era Deus. O próprio Pai o chamou, ó Deus. É para todo sempre. Centro de Iquidade é o centro do teu reino. Amas a justiça e a ideias em Iquidade. Por isso, Deus, Deus Cristo, o teu Deus, o teu Pai, te ungiu. Com o óleo de alegria, como nenhum dos teus companheiros. Todas as tuas vestes recedem a mira, representando ao noivo, que é Cristo, que é o noivo preparando-se para as bodas do noivo com a igreja, as bodas da igreja. E assim, a Loés e Cássia, palácios de marfim, que são instrumentos de cordas que alegam, por isso está a dar aqui a simbolizar o noivo, que é Cristo, para se casar com a igreja. E por isso usava este, digamos assim, perfume doce. E por isso, as mirna dão um significado que eram doce para Deus, porque, embora estavam ser perseguidos, estavam a fazer coisas que eram agradáveis a Deus. Por isso, Leca, em Apocalipse capítulo 2, versículo 9, diz assim, conheço as tuas obras, conheço a tua trigulação e a pobreza, mas tu és frio, síntico. Tiver taxas que terem estes problemas e por causa disso, estás a perder possibilidades de ter dinheiro, ou muito dinheiro e coisas assim, é pobre, mas por outro lado, és ritmo espiritualmente. E há blasfébios que se dizem de judeus e não são, mas são, assim, na Goaque de Satanás. Ora, alguns pensam, podem dizer, olha, pensa que se dizem judeus, por isso se dizem judeus. Nós estamos a falar aqui de uma situação que é que são judeus espiritualmente, e por isso eu acredito que esteja aqui a falar de pessoas que sejam judeus espirituales. Ora, sim, vemos aqui que essas pessoas estavam a ter fidelidade para provações, mas que estavam a ter problemas contra pessoas que estavam a infiltrar a Igreja, e estavam a atacar a Igreja, não com judeismo, mas estavam a infiltrar a Igreja com doce-tismo. Com estas ideias pagais da babilônia que vieram através da Grécia, estavam a tentar influenciar a Igreja, este doce-tismo. E por isso vemos Paulicato, que digamos aqui que foi o ministro, ou pastor da Igreja em Erzmírna, que quando era jovem tinha sido um discípulo do apóstolo João, e nas outras palavras, ele conhecia João cara a cara, tinha sido treinado por João quando era jovem, e ele exhortou os cristãos a continuar a guardar a páscoa no dia 14 do primeiro mês, e como memorial da morte de Cristo, e bateu contra o bicho de Roma, isto é que vai ser, o que eu disse, chama a Igreja Católica, o bicho de Roma, Anisetos, que propôs a celebração da ressurreição de Cristo no Domingo de Páscoa. E vemos por isso as lutas, a precisão que eles estavam a ter, era contra, não contra, a judeus, não contra o judaísmo, por isso que diz aquele que se diz em judeus, espiritualmente, é que se dizem ser em verdadeiros cristãos, mas que não são, porque estavam a ser influenciados por estas ideias pagais, ou na das palavras, pelo Nosticismo. E por isso vimos, Cristo disse no versículo 8, aquele que, o primeiro e o último, aquele que esteve morto, estava a atacar o Nosticismo, porque o Nosticismo estava a afetar a Igreja.
Pauli Karko, foi, uns anos depois, foi queimado na fogueira e perforado com uma lança por se recusar a aceitar estes falsos deuses dos imperadores, os imperadores romanos. Por isso, vence esta ideia de Roma, vindo, sempre, a afetar a Igreja como uma perseguição. Por isso, a perseguição que eles estavam a ter, não era neste período do judaísmo, mas era uma perseguição do Dossatismo.
E na realidade, o que veio a acontecer mais tarde, a Igreja Cristã, foi estas ideias pagãs que se infiltraram pela Igreja e acabaram por ser parte integral da Igreja como hoje em dia. Porém, hoje em dia, pessoas guardam dias santos, que são santos entre aspas, que são pagãs, como o Dio Natal, que é a páscoa, de Domingo de Páscoa, que é a pagão, e estes ovos e os coalhinhos e estas coisas todas são pagãs. Irmãos, é esta influência que afetou a Igreja e que eles já estavam a lutar, afetou a Igreja de quem? Destas pessoas que se diziam os judeus.
Porque o verdadeiro judeu é aquele que é dentro, espiritualmente, no coração.
Mas não são verdadeiros judeus espirituais, são, ao fim de contas, da Igreja do Diabo, por então a seguir estas ideias pagãs.
Mas estas pessoas estavam a lutar contra isto, e por isso, embora se fossem pobres, espiritualmente, estavam ricas, porque estavam a rejeitar, estavam a lutar contra isto, e por isso, foram perseguidos. A Igreja de Ephesus rejeitou e os puxou para fora da Igreja. Estes, como eram mais pequenos, tiveram que se defender e foram perseguidos, mas não tiveram-se fiéis.
Estes bluspe formadores, como eu disse, sim, na realidade, podiam ser judeus. Podiam ser judeus. Judeus por nascimento.
Mas não verdadeiros judeus espirituales. Mas olhando esta parte da história, como olhando a outra fase, a outra carta da Igreja que vai seguir, e olhando ao que aconteceu historicamente, ao cristianismo, o cristianismo foi afetado, como vocês sabem, hoje em dia foi afetado pelo paganismo.
Sim, hoje em dia, também, há o judaísmo a tentar afetar a Igreja. Não estou a dizer que não existe. Mas aqui, nesta fase principal aqui, é esta ideia docética. Sim, há certas ideias judaicas que hoje em dia estão a tentar infiltrar na Igreja, e infiltrar na Igreja, que não estão corretas, porque o próprio Paulo lutou contra o judaísmo. Isso é correto, não vamos esquecer isso. É importante saber-nos isso. Mas aqui é que vamos ver que os avisos que receberam, como vemos, por exemplo, entre Sol e Incenso, capítulo 2, versículo 7, mistério da iniquidade que já opera, com este mistério da iniquidade. Mistério da iniquidade é dizer, olha, vocês são perdoados e tudo, não precisam de obter à lei, não precisam de obter à lei do adigdamento, são libertados pela graça de Cristo, não precisam de obter às leis. Esses são os filhos de diáboa. Vocês leem em João, 1º João capítulo 3, versículo 8 e 10, aqueles que não obedecem a Deus, aqueles que seguem a prática do pecado, são filhos de diáboa. E por isso, essa blasfêmia que a igreja estava a experimentar, estava a passar por esta, estava a ter uma experiência, através disso estava a ter esta experiência na vida, na igreja primitiva, nesses anos particularmente, em... às... às dormir, não é? Era que... que acreditavam, que confirmavam seguir a Deus e a Cristo, mas que estavam a seguir as doutrinas contra a lei de Deus. Isto é, antinominianas e doutrinas contra a lei do Deus, que eram doutrinas nósticas do nósticismo que afetou o cristianismo. E depois diz no versículo 10 e 11, nada de temas das coisas que há-se de pedecer, é-se que o diabo lançará antes vós, alguns de vós na prisão, para que sejam tentados. E terei-se uma... uma tribulação de 10 dias, se afiel até a morte e dar-te aê a coroa da vida. Quem tem a ouvir de hoje se conspiratiza às igrejas, o vencedor de nenhum modo se ferrará dano... dano da sua na morte. Por isso temos aqui uma exortação e uma promessa.
Uma exortação dizendo que vai haver perseguição e até alguns se vão para a prisão e até alguns serão mortos, mas não vão sofrer... está aqui a promessa... não vão sofrer a sua morte, vão ter a vida eterna. A vida eterna, porque a sua na morte não vai destruir o espírito homem.
Como diz aí a palavra Surre em grego, em Mateus 10, versículo 28. Vamos ver então Mateus 10, versículo 28. É importante verem isto. Mateus 10, versículo 28.
Não tem mais os que matam o corpo físico. Vocês não têm a mente daqueles que vão matar o corpo físico na primeira morte, porque para a primeira morte o corpo físico morre.
Mas não podem matar a alma. A alma aqui é uma tradução incorreta, porque a palavra grego, na concordância, é a palavra 5590, e que a palavra grego é Surre em, quer dizer, o sopro da vida. Mas este sopro da vida não quer dizer que é simplesmente a respiração, porque está a falar que não podem matar a respiração, quer dizer, está a falar que não podem matar o espírito do homem.
E eu tenho sermões no site, a sete do espírito homem. Se vocês usarem, como eu expliquei, entrem o espírito homem ali, onde diz o título do sermão, e entre, carrega no botão Aplicar, e vão ver esses sermões a sete do espírito homem, para entenderem o espírito homem de uma maneira mais profunda.
Mas, por isso, não tenham medo daqueles que matam simplesmente o corpo, mas não podem matar o espírito homem. Simples, quando morremos, Deus guarda o espírito homem. Isto é simplesmente, digamos assim, uma gravação espiritual, entre aspas, uma gravação espiritual, de todas as nossas características, quer dizer, é uma guarda, digamos assim, do nosso ADM espiritual, das nossas experiências que tivemos na vida, e que é guardado.
Quando somos ressuscitados, essa gravação guardada, como se fosse um pendrive espiritual, é em posto de volta num corpo humano novo, se for na primeira solução, que será um corpo espiritual, e então, esse corpo, então, vai então ser a pessoa que era. Porque tudo o que a pessoa tinha aprendido e vivido, estava guardado nessa... reservado, guardado nesse espírito de homem, que é posto de volta nesse corpo novo.
Se for na primeira solução, será um corpo espiritual, que não terá direito à segunda morte. E por isso a que vemos? Também, antes daqueles, isto é o pai, Jesus Cristo, aquele que pode fazer parecer no inferno, outra palavra mal traduzida, porque o grego é Guiana, Guiana, que é o fogo de Guiana, que é o lago de fogo, que pode fazer parecer no lago de fogo, tanto o surre, isto é, o espírito homem, como o corpo. Quer dizer, na segunda morte, o espírito homem e o corpo vai desaparecer, vai ser queimado completamente, vai ser destruído completamente.
E por isso está aqui a dar uma exortação e promessa, aqui em Apocalipse capítulo 2, versículo 10 e 11, aqueles que são fiéis e que estão a ser fiéis à verdade, mesmo debaixo de pressões para serem puxados para se desviarem da verdade, vão receber uma grande... vão heredar a vida interna, o rei de Deus, e não vão ter a segunda morte.
Não sofrerá um dano da segunda morte. Quer dizer, que vão viver eternamente. A sério do ponto de 10 dias, a igreja, durante aquela era, durante aqueles primeiros anos apostólicos, tinha-lhe assim, durante o primeiro e o segundo século, à volta desse período, talvez até o terceiro século, ao início do terceiro século, pelos anos, até anos, pelos primeiros anos, até o ano 100, até o ano 200, até o ano 300, desses primeiros três séculos.
Não encontram um período de 10 dias, ou digamos, cinco, dez anos, mas se por isso considerarem simplesmente a igreja como a viver durante esse período, desses primeiros três séculos, não encontram dez anos de perseguição, mas encontram talvez dez períodos de perseguição de empregadores romanos. Mas, por outro lado, se formos ver a igreja de As-Germina como representante profética da segunda era da igreja, isto é, não é esta primeira era, porque a primeira era era era era de Ephesus pelos primeiros 300 anos.
Possivelmente, estou a dizer século de 300 anos, como eu disse há pouco, estas datas, digamos assim, uma especulativa, é uma possibilidade, não é uma afirmação bíblica direta, não sabemos exatamente quantas são estas idades, mas olhando ao que aconteceu históricamente, estamos a ver que possivelmente esta segunda era da igreja foi durante os anos 300 até os anos 650 da era corrente. Possivelmente, tem sido durante esse período. E, por isso, se a igreja de Jemirna é pida como representante dessa profética, dessa segunda era, quer dizer, dos anos 300 a 650, então vemos um período de 10 anos, oemos, por exemplo, em números 14-34, que o ano profético, um dia, representa um ano, é quando os israelitas foram espiar a terra e trouxeram mais notícias e espiaram por 40 dias, então Deus deu-lhes um castigo por 40 anos, e, adem-lhes, um ano por cada dia.
E também vem-se na profecia de Ezekiel, que pira o 4, versículo 57, e que o professor teve-se deitar um certo número de dias de um lado e um certo número de dias de outro lado, e disse, por cada dia, será um ano. Então, levando esse período, este escritor Eusebio descreve uma desordem muito virulenta existia e, por muito tempo, afrigia a igreja. Como lembramos há pouco, não sei se lembram, mas lembramos que, por exemplo, o policarpo foi destruído, já no segundo século, por causa da páscoa, por defender a páscoa, e foi atacado e foi ataque com o Rome, e não quis submeter aos imperos romanos, e acabou por ser morto.
Mas já havia esta disputa acerca de quando observar a páscoa, enquanto uma parte afirmava que gostou de um judaico. Quanto ao tempo da páscoa isto é. Vamos observar a páscoa no dia 14, de calendário ebraico, devia ser respeitado, outra parte dizia que não. A controvérsia continuou, igualmente dividida entre essas duas partes. Foi finalmente constantino, que convocou-me o Conselho de Jural, o que veio a ser chamado Conselho de Niceia, no ano 325 era corrente. Então, nesse Conselho, a páscoa foi discutida, e então foi decidido que disseram que não temos nada em comum com os judeus, e foi determinado pelo julgamento comum de todos, que a festa da páscoa deveria ser mantida em um e sempre, no mesmo dia.
E por isso então decidiram observar a páscoa sempre, no mesmo dia, isto é, no domingo de páscoa. Então o Conselho de Niceia decidiu sobre a sua alteridade. O Conselho que a páscoa deveria ser celebrada no domingo, isto é, no domingo de páscoa, e a páscoa do dia 14 do Canadá e Braco deveria ser proibida. Não só fizeram isso no Conselho de Niceia, também fizeram que tinham que observar o domingo a vez do sábado. Aqui ve-se o começo do que viemos a conhecer.
Já tinha começado há muito tempo, mas basicamente é a desobediência às leis de Deus. Mas a marca da besta é uma desobediência às leis de Deus. E aqui está o sinal, o sinal que era representado, o sinal de Deus, que é o sábado e a marca do diabo, que é o domingo.
Mas basicamente representa desobediência às leis de Deus. Desobediência às leis de Deus, isto é que é a marca da besta, mas é tipicamente representada como forçar o domingo nas pessoas. Então, isso vê-se assim que a Igreja foi perseguida, porque alguns não quiseram obter isso, e então o catolicismo, a Igreja Católica, ficou uma região oficial de Roma e forçou isso, porque aqueles que não aceitaram isso, então Constatino, proibiu a realização de serviços, serviços ocultos, em qualquer casa privativa ou privada, ou em qualquer local.
E por isso as pessoas tiveram que fugir, fugiram daí. E por isso, depois do ano 325, foram perseguidos, com muita força, foram perseguidos por muita força, por isso vemos aí, esses 10 dias representando esse período de 10 anos, que foi desde o Conselho de Niceia até a morte de Constatino, houve esse período de 10 anos. E por isso vemos que, ou concluímos que, foi durante este período, que a igreja, a era de Asmina, começou por causa disso.
Então, como eu disse esses 10 anos, que a igreja da era de Asmina, começou de 300 até 650, mais ou menos, aí, é simplesmente vendo pelo que a Bíblia diz, que representa esta era da igreja, e alguns acontecimentos que aconteceram, e por isso é que chegamos a essa conclusão possível dessas datas. Não estou a dizer precisamente que vai ser que é nessas datas, estou a dizer que temos uma ideia que, possivelmente, foi nessas datas. E por isso só nos dá simplesmente uma ideia que, para nós, vamos seguir esta história da igreja.
Daí, então, começou um período de fuga da igreja por 1260 anos. Ora, irmãos, não estou a dizer que a era de Asmina foi por 1260 anos. Não, porque houve outras eras que seguiram. Mas estou a dizer que esta primeira era foi a igreja que foi perseguida, mas que não absorveu estas ideias, digamos assim, pagares. A era seguinte, que era da Pérgamo, que vamos ler, na outra lição, essa era então, aceitou isso e começou a integrar isso na igreja.
E por isso, então, vê-se que a outra era diferente, que assim foi ainda durante os 1260 anos de fuga, mas foi outra era que não só foi perseguida, mas começou a aceitar essa infiltração na igreja. Ora, o que aconteceu quando esta perseguição, durante esses 10 anos, começou e iniciou, porque não podia ter cultos em casa nem nada, e imediatamente a igreja fugiu para vales e montanhas da Europa e da Ásia menor.
Por exemplo, montanhas onde é hoje a Suíça e áreas da Ucrânia e dessas regiões montanhosa na Europa Central. Por isso diz, quem tem ouvido os oisso que espiritizam as igrejas, e por isso são princípios para nós também. Não foi só para essa segunda era da igreja, mas é para nós, no futuro, nós em qualquer idade. Temos que olhar e temos que ver. Estamos a ser fiéis à doutrina, mesmo quando pessoas nos perseguem? Estamos a ser fiéis, mesmo quando pessoas nos perseguem? Temos que ter cuidado com isso, porque diz que o vencedor, de modo nenhum, sofrerá dano da sua demorta.
Os irmãos, assim, eu estou a concluir o estudo hoje, e quero agradecer muito a vocês por terem seguido este estudo, e até o próximo estudo. Agora, vamos concluir como a oração final.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).