This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.
Bóndeo, boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos, falando-vos da Cincinnati. Você lembra-se do dia em que você se casou? Grande excitamento, grande dia de felicidade para os homens e para as senhoras. Foi um dia que foi após de grande preparação e que foi um dia muito alegre. Se você se casou na Igreja de Deus, provavelmente lembra-se destas palavras que o Ministro leu. Nós estamos aqui como família e amigos para testemunhar o casamento de Jesus Cristo e da Igreja de Deus. Temos aprendido a amar um a um outro, Jesus e a Igreja de Deus optaram de dedicar suas vidas um a um a outro em casamento e hoje eles vão, estão aqui, a ser unidos como marido e mulher.
Ora está claro, não estou a falar do casamento entre você e a sua esposa ou seu marido, mas estou a falar do casamento de Jesus Cristo com a Igreja de Deus. Hoje o meu propósito, queris irmãos, é de falar acerca do casamento de Jesus Cristo, olhando através deste casamento, olhando a tradição antiga do casamento israelíto, israelita e fazer uma pergunta, fazer uma pergunta que é para saber se você está pronto ou pronta para este casamento.
Começamos então, vejamos então as coisas que vão acontecer antes deste casamento. Primeiro, vai ser a vinda de Cristo. Vejam comigo se faz favor em Apocalypse capítulo 11 e a vinda de Cristo é representada simbolicamente pelo dia das trombetas. Vejam então aqui em Apocalypse capítulo 11. Apocalypse capítulo 11 diz assim no versículo 15. O sétimo anjo tocou a trombeta. Foi o sétimo anjo do cara trombeta, a última trombeta. E houve no céu grandes vodes dizendo, o reino do mundo se tornou de Nossa Senhora e do seu Cristo. E Ele reinará pelos séculos, dos séculos, reinará para sempre. E continuando então a ler, e os 24 anciãos que se encontram sentados no seu trono diante Deus prostraram-se sobre seu rosto e adoraram a Deus. E dizendo, graças de Damos, Senhor Deus Todo-Poderoso, que és e que eras, porque assumiste o teu grande poder e passaste a reinar. É quando o Períodem Jesus Cristo vai para a terra e vem assumir o seu grande poder e passar a reinar. E na verdade as nações se enfrouceram, chegou porém a teu ida, a ida do Senhor.
A ida de Deus. E o tempo determinado para serem julgados mortos. Isto é para a recebeção, a primeira recebeção, para se dar o galardão, o galardão aos teus servos, os profetas, aos santos e aos que temem o teu nome, tanto aos grandes, aos pequenos como aos grandes. E para destruíres os que destruem a terra.
Vês aqui uma sequência de coisas que vão acontecer a vinda de Cristo. A ida é aplicada em toda a sua força. Os mortos são julgados à ressurreição dos mortos. Esses ressuscitados vão receber o galardão. E aqueles que destruem a terra vão ser destruídos. Perdão. Vejam como isso está descrito em 1º de Salão do Recenso. 1º de Salão do Recenso, capítulo 4. 1º de Salão do Recenso, capítulo 4. Diz assim... Começar a ler do versículo 13, a 17, que diz assim... Não queremos porem irmãos que sejais ignorantes com respeito aos que dormem, para não vos interesseceros quanto os demais, que não têm esperança. Vocês não sejam ignorantes, há certas pessoas tão mortas. Pois se queremos que Jesus morreu e ressuscitou. Se nós acreditamos que Jesus Cristo morreu, esteve morto por três dias e três noites. E assim também ressuscitou, assim também Deus mediante Jesus trará. Isto é ressuscitará. Em sua companhia, isto é durante a vinda de Cristo, os que dormem em Jesus, aqueles que estão mortos em Jesus. Ora, ainda vos declaramos, por palavra do Senhor, isto nós, os vivos, os que ficarmos até à vinda do Senhor, de modo algum procederemos, os que dormem. Nós, os que estamos vivos, então seremos transformados depois de serem sido ressuscitados.
Não vai ser um arrebatamento, digamos assim, antes da ressurreição, vai ser depois da ressurreição.
E continuando a ler no versículo 16. Quando o Senhor mesmo, dada a sua palavra de ordem, ouvir a voz do arcanjo, ressoada a trombeta de Deus, de será dos céus. Jesus Cristo de será dos céus. O Senhor mesmo de será dos céus.
E os mortos em Cristo os sessitarão primeiro.
Depois, nós, os vivos, os ficarmos, seremos arrebatados. Isto é levados ou transformados, juntamente com eles, entre as nuvens, para o encontro do Senhor nos atos. E assim, daí para sempre, estaremos com ele. Como vamos ver, através do casamento, tal como a noiva está uma pós-casada, a mulher está sempre com o marido.
Vejam também em 1º Coríntios, capítulo 15, 1º Coríntios, capítulo 15.
1º Coríntios, capítulo 15, versículo 50 a 53.
Isto afirme, irmãos, que a carne e o sangue não podem herdar o rei de Deus, nem a corrupção herdar em corrupção. Isto é, as pessoas vão ser transformadas ou ressuscitadas para seres que não são de carne e sangue, para seres espirituais. Versículo 51, eis que vos digam um mistério, nem todos dormiremos. Se nem todos vamos morrer, aquelas pessoas que vão estar vivas durante o tempo em que Jesus Cristo vier, não morrem, mas vão ser transformadas. Mas transformados seremos todos. No momento, não abrir e fechar de olhos ao ressoar da última trombeta. A última trombeta, que é a sétima trombeta que acabamos de ler na Apocalypse, capítulo 11, versículos 15 a 18, que acabamos de ler apoco. A trombeta soará, os mortos os sussitarão incorruptíveis e nós seremos transformados. Esse é o significado do dia das trombetas, que é a ressoreção dos mortos e a vinda de Cristo. Agora outra coisa que acontece após a vinda de Cristo, vê-se aqui também em Apocalypse, Apocalypse capítulo 15. Outra coisa importante.
Vamos ver aqui algumas coisas breves, grandes. Vi no céu outro sinal grande e admirável. Sete anjos tendo os sete últimos flagelos, pois com estes se consumou a cólera de Deus. A ira de Deus foi o que lemos apoco em Apocalypse 11, que é o tempo da ira de Deus. E então é com estes sete últimos flagelos, após a vinda de Cristo vão ser derramados estes sete últimos flagelos. E estes flagelos são descritos no capítulo 16 de Apocalypse. Como veem, por exemplo, no versículo 1 diz assim de Apocalypse 16. Ouvi vinda do santuário uma grande voz dizendo aos sete anjos, ind, id e de ramai pela terra as sete taças da cólera de Deus, da ira de Deus. E assim vemos as várias taças, os vários flagelos.
E depois, ve-se o quinto flagelo, que é descrito no versículo... Perdão, o sexto flagelo, que é descrito no versículo 12, diz assim de Ramou o sexto, a sua taça sobre o grande rio Eufretas, cujas águas secaram para que se preparasse o caminho dos reis que vêm do lado do nascimento do sol.
Então, vi sair da boca do dragão, da boca da besta e da boca de falso-profeta, três espíritos e mundos semelhantes a rãs, porque esses são os espíritos demónios, operadores de sinais e se dirigem aos reis do mundo inteiro, com fim de ajuntá-los para a peleja do grande dia de Deus Todo-Poderoso. Temos aqui a vinda de Cristo e temos a venda, estes flagelos a serem derramados e, então, se reunirem neste período imediatamente após o dia simbólico das trombetas.
Outra coisa que vimos também na Apocalipse 11 é que vai haver aqueles que destroem a terra vão ser destruídos. E se ver-se na Apocalipse 19, começando a ver do versículo 11, vi o céu aberto e eis um cavalo branco, o seu cavaleiro se chama fial e verdadeiro, e julga e peleja com justiça. Isto é Jesus Cristo. Vemos, então, Jesus Cristo a destruir os que destroem a terra, estes que foram reunidos das orjonações através do rio El Freitas, como lemos há pouco, em Apocalipse 16, são reunidos e, então, vão lutar contra Jesus Cristo. E ve-se essa batalha descrita, por exemplo, a partir do versículo 19. E vi a besta e os reis da terra com seus exércitos congregados, para plegearem contra aquele que estava montado no cavalo e contra o seu exército. Isto é o Jesus Cristo, que é o rei dos reis e Senhor dos Senhores.
Mas a besta foi aprisionada e, com ela falso profeta, que, com os sinais feitos diante ela, se dosiu aqueles que receberam a marca da besta e eram os adoroures de sua imagem, os dois foram lançados vivos dentro do lago de fogo, que arde com enxofre. Ve-se aqueles que destruem a terra estão a ser destruídos. Os restantes foram mortos com a espada que saía da boca, daqueles que estava montado no cavalo e todas as aves se fartaram das suas carnas.
Então, vi do céu, um anjo tinha na mão a chave do abismo e uma grande corrente. E ele segurou o dragão, a antiga serpente, que é o diabo satanás, e o aprendeu, e o prendeu por mil anos, que é o segundo dos simbolismos do dia de expiação, que é o décimo dia deste sete mês.
Por isso vemos, entre este período do primeiro dia do sete mês e do décimo dia, ver se que há estas várias atividades na terra e vai haver esta guerra, em que estes que destruem a terra vão ser destruídos. E satanás, ao fim deste período, vai ser prendido por mil anos, como lemos aqui.
Mas há outra coisa que acontece neste período, como lemos há pouco na Apocalipse 11, que é o galardão dos santos. E isso lê-se na Apocalipse capítulo 19, como santo do versículo 1, ver se então aqui uma cena, depois destas as coisas, ouvindo o céu, uma grande voz, como grande voz de numerosa multidão, dizendo a Alaluia, a salvação e a glória e o poder são do nosso Deus, por quanto verdadeiros injustos são seus juízos, pois julgou a grande meretriz que corrompe a terra com a sua prostituição, e dos mãos dela vingou o sangue dos seus servos, segunda vez disseram a Alaluia e a sua fumaça sobe pelos séculos dos séculos. Os 24 anciãos, os quatro seres viventes, prostaram-se e adoraram a Deus, que se acha sentado no trono, dizendo, amém, Alaluia. Saiu uma voz de trono exclamando, dá lavores a nosso Deus, todos os seus servos, aos que temais os pequenos e os grandes. Então, avi uma, como voz de numerosa multidão, como de muitas águas e como de fortes trovões, dizendo, Alaluia, pois reina o Senhor, nosso Deus, o todo poderoso. Isto é o período em que Jesus Cristo vai reinar na terra e ela agora reina. Alegremos-nos, isoltemos-nos, e demos de glória, porque são chegadas as bodas do cordeiro. Chegou o período das bodas do cordeiro, cuja esposa assim mesmo já se ativiou. Vemos, então, que vai ver neste momento um período em que a esposa do cordeiro está pronta para o casamento. Pois ela foi dada vestiça de linho finíssimo, resplandocente e puro, porque o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos.
Então, me falou o anjo. Escreve, bem-aventurados aqueles que são chamados, à seia das botas do cordeiro. Cris irmãos, vemos aqui, então, as bodas do cordeiro. E o que é o importante neste ponto aqui? O que é que é importante? O importante é não é onde é, ou não é, ou quando é, mas o ponto importante é você vai estar pronto.
Isso aqui é o ponto importante. Vão estar prontos. E por isso que eu me disse, vamos ver olhando aos vários passos, digamos assim, seis passos importantes da tradição do casamento, ou da preparação do casamento das tradições da antiquidade e os realitas. Vamos ver esses passos para aprendermos alguns pontos. Pontos e vermos se, de facto, estamos prontos para este casamento. O primeiro passo, o primeiro ponto importante, é que o pai do noivo fazia os arrejos, as preparações, coornava, digamos assim, o casamento.
Era o pai do novo, do noivo, que decidia com quem é que o noivo se ia casar. Vejam, por exemplo, começando em Génacias capítulo 2, em Génacias capítulo 2, versículo 18. Diz-se mais, o Senhor Deus, não é bom que o homem esteja só. Falei uma auxiliadora que lhe seja idónea. E depois continuando no versículo 20. Deu nome o homem, este é, adão, a todos os animais domésticos, a sábios dos céus, todos os animais selváticos.
Para o homem, todavia, não se achava uma auxiliadora que lhe fosse idónea. Então, o Senhor Deus fez cair sobre, pesado o sono sobre o homem, adão. E este adormeceu, tomou uma das suas costelas e fechou o lugar com carne. E a costela, que o Senhor Deus tomara ao homem, transformou-a numa mulher e lhe trouxe. E disse o homem, esta, afinal, é o oço dos meus ossos. Carme da minha carne, chamar-se-á varoa, porque do varão foi tomada. Por isso deixou o homem, pai e mulher, e se une, se apega à sua mulher.
Deixou o homem, pai e mãe, e se apega, se une à sua mulher, tornando-se os dois, uma só carne. Veja aqui no início, mesmo no início, foi Deus que deu uma noiva à Adão. Foi o pai que deu, escolheu a noiva para o marido. E foi alguém muito especial para que deu a esse filho, uma pessoa muito especial, a Eva. É a mesma coisa que acontece na igreja. Em João capítulo 6, versículo 41, vejamos aqui João 6, versículo 41. João 6, versículo 41 diz assim, Como é que tu, o homem, Jesus Cristo, pode dizer que viesce do céu?
Viesces, de onde está Deus? Do pai. E diziam, não é Jesus, o filho de Jesus é. Acaso não é que o pai e a mãe conhecemos, como agora diz, desci do céu? Desci do céu, como diz, que era Deus, que vim como um Deus. Respondeus Jesus, não murmurais entre vós, não estejam resmungar e murmurar, não. Ninguém pode vir a mim, se o pai que me enviou não trouxer.
É o pai que escolhe a noiva para o filho. E eu ressusciterei no último dia. Para quê? Para me casar com ele. Está escrito nos profetas e serão todos ensinados por Deus. Esta parte e serão todos ensinados por Deus. Foi tirado, foi uma escritura de Isaías 54, versículo 13.
Vejam então comigo, se faz favor, Isaías 54, versículo 13. Diz assim, todos os teus filhos serão ensinados do Senhor. Serão ensinados por Deus. E será a grande paz dos teus filhos. Isto foi escrito dentro do contexto que começou no capítulo anterior. Então vejamos este contexto que começou no capítulo anterior. Isaías 53, vejam por exemplo versículo 3. Era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, o homem de dores e que sabe o que é para dizer.
Isto é Jesus Cristo, na vinda que eu vi. E como um que os homens escone o rosto era desprezado e dele não fizemos caso. Está a falar de Jesus Cristo durante a sua primeira vinda, como homem. Certamente, ele tomou sobre si as nossas infrimidades e as nossas dores. Levou sobre si e nós reputávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido.
Mas ele é transpassado pelas nossas transversões e moído pelas nossas iniquidades. O que estigue-nos traz a paz estava sobre ele e pelas suas pisaduras fomos sarados. Claramente está a falar de Jesus Cristo. Continuando então no versículo 6. Todos nós andávamos desgarrados, como velhas, cada um se desviava pelo caminho, mas o Senhor fez cair sobre ele em iniquidade de nós todos. Fez cair sobre ele. Ele foi oprimido e humilhado, mas não abriu a boca.
Como cordeiro foi levado ao matedoro e como a velha muda, perante os seus tuqueadores, ele não abriu a boca. Vê-se que está aqui a falar claramente de Jesus Cristo. Por isso, debaixo deste contexto, continuamos então a ler aqui, no capítulo seguinte, Isaías 54, versículo 4 a 8, diz assim, Não temos, porque não serás envergonhada.
Não tem vergonhos, porque não sofrerás humilhação, pois te esquecerás da vergonha, da tua amocidade, e não mais te lembrarás do apóbrio da tua viudez. Deus vai te ajudar. Desde o taquelares, estejamos arrependidos, estejamos, se te chamados e estejamos arrependidos. Por que? Versículo 5, o teu Criador é o teu marido. Como que é que nos vamos casar com Jesus Cristo? O teu Criador é o teu marido.
Vamos aqui uma declaração clara, que Jesus Cristo é o Criador no Antigo Testamento, que Ele é que se vai casar com Nosco. O Senhor dos exércitos é o Seu nome, e o Santo de Israel é o teu Redentor.
O Santo de Israel esteja Jesus Cristo é o nosso Redentor. Ele é chamado o Deus de toda a Terra. Mas coisa tão clara. Ele é chamado o Deus de toda a Terra. Porque o Senhor te chamou como mulher desamparada e de espírito abatido, como a mulher de amocidade que for arrepodiada, diz o teu Deus. Nós, seres humanos, somos como uma mulher que tinha sido arrepodiada. Nós pecamos e Ele nos chamou como mulher desamparada. Deus nos chamou como mulher desamparada. Por breve o momento o deixei, mas com grandes misericórias torno a colher-te. Num ímpeto de indignação escondida-te a minha face por um momento.
Mas como misericória eterna me compadece de ti, diz o Senhor, o teu Redentor. E vamos aqui por isso. Jesus Cristo, quando Ele falou em João 6, estava a falar aqui de que temos chamados pelo Pai e Ele, então, nos vai cuidar como o Merido, vai cuidar de nós, como o nosso Redentor, aquele que nos chamou. Queridos irmãos, mas que grande chamada nós temos. Mas que grande chamada nós temos. E como devemos estar gratos por esta chamada? Então, quando somos chamados pelo Pai, então Cristo nos ensina no caminho da verdade, no seu ensinamento que Ele nos dá.
É Deus, o Deus-filho, que nos ensina no caminho. Que nos ensina no caminho. Deus viu, desejou, nos chamar a você e a mim. Como é que devemos estar assim, então, gratos, pela esta chamada? Por outro lado, os fariseus rejeitaram Deus. Os fariseus rejeitaram esta chamada. Rejeitaram Deus como seu, digamos assim, como seu Mestre. Rejeitaram Jesus Cristo como seu Merido. E por isso, Cristo e irmãos, vemos aqui que eles, em vez de aceitaram Jesus Cristo, aceitaram Deus, aceitaram o Diabo.
O Diabo pronou-se, então, o Pai deles, como Jesus Cristo disse. E nós não podemos servir dois senhores. Não podemos servir dois senhores. Por isso é que Paulo disse em 1 Coríntios 1, 1 Coríntios 1 disse o seguinte, 1 Coríntios 1, versículo 26 a 29, diz assim, irmãos, reparar, pois, a vossa vocação, isto é, a vossa chamada, o vosso convite. Visto, não foram os chamados muitos sábios pela carne.
Muitos de nós não somos as pessoas muito inteligentes deste mundo. Nem muitos poderosos, sim, não temos grande poder. Não temos poder nestas nações deste mundo, não temos esse poder. Nem muitos da nobre nascimento. Pelo contrário, Deus escolheu as coisas loucas, isto é, os moros, em grega moros, aqueles que não são as melhores coisas do mundo, para envergonhar os sábios.
E escolheu as coisas fracas do mundo, para envergonhar as fortes. E Deus escolheu as coisas humildes do mundo, e as desprezadas, e aqueles que não são, que não são importantes, que não são ninguém neste mundo, digamos assim, para reduzir a nada as pessoas que são importantes, as pessoas que se julgam e que pensam que são importantes, a fim de que ninguém se vangloria na presença de Deus.
Queridos irmãos, Deus nos chamou e nos pode fazer uma noiva que esteja pronta. Desde que nós estejamos completamente arrependidos, quando nós vemos que falhamos, desde que estejamos completamente arrependidos, desde que nós digamos a Ele, Deus, eu quero ser uma pessoa diferente. Ajudam-me, por favor. Quando, porque nós, queridos irmãos, somos fracos, e às vezes caímos. Mas quando caímos, buscamos a Deus, e olhamos a Deus para ajuda, para nos ajudar, e, quando precisamos dessa ajuda. Ele escolheu a você e escolheu a mim.
O Pai escolhe a noiva do Filho. É uma grande chamada que temos, uma chamada santa, uma grande chamada. Então, vejemos o segundo ponto, nesta tradição do casamento da antiguidade, e realita. É que, uma vez a chamada, então havia o que ele se chama, o que era conhecido como o momento, digamos assim, de ser expusado. Isto é uma promessa. É diferente de como sou expusado hoje em dia. É diferente porque, essa compromisso de noivado, em que concordavam, se casarem um com o outro, é que o noivo, então, negociava com o Pai da Noiva, digamos assim, o preço, para pagar por essa noiva.
Quando eu vivia na África do Sul, por exemplo, essa tradição ainda existe entre certas populações. E, por exemplo, na África do Sul havia o que chamavam entre as pessoas de africanos, o que chamavam la bola, que era simplesmente um pagamento, por exemplo, pagar pela noiva e negociavam com o Pai da Noiva o preço, para comprar essa noiva. O preço, pagar esse preço, então, uma vez pago, tronava-se um compromisso legal. Um compromisso é como que não havia, digamos assim, maneira de deixar esse compromisso passar.
Era como quase um casamento, mas era um compromisso que se iam casar. Era uma promessa, era um compromisso. Havia um preço que era pago. E depois disso a tradição era de terem concordado nesse preço, era de tomar um bocadinho de vinho para celebrar, ou como um símbolo da conclusão desse acordo.
Espiritualmente, para nós, pensem o que se passa na Páscoa. Em Jesus Cristo disse que não foi a minha vontade, mas a sua, a tua vontade. E o preço que ele pagou por nós foi a vida dele. Ele pagou com a vida dele. O preço. E depois disso, durante a Páscoa, anualmente renovamos esse contrato, tomando um cálice pequenino de vinho. É uma renovação, uma memorial, uma memória desse batismo e uma memória desse compromisso que fizemos a Cristo. E, por isso, quando somos batizados, respondemos a duas perguntas. Primeira, estamos arrependidos. Estamos arrependidos, que significa, estamos completamente arrependidos a mudar a nossa vida para uma vida diferente. E, em segundo, aceitamos, a outra pergunta é, aceitamos Jesus Cristo como nosso Salvador Pessoal, o nosso Senhor e Mestre, o nosso Vindouro Rei. Aceitamos Jesus Cristo como nosso Mestre, como nosso Salvador, como nosso Salvador Pessoal, como nosso Rei. Se nos arrependemos e aceitamos Ele como a cabeça, então o batismo é realizado. E isso é, então, digamos assim, um compromisso. É uma aliança. É um compromisso. É a nova aliança. Vejam, então, em Mateus, versículo 26. Ah, perdão, Mateus capítulo 26. Mateus 26, versículo 28.
Diz assim, porque isto é o meu sangue. O sangue da nova aliança, o cálice do sangue, aquele cálice de vinho, derramado em favor de muitos, para a remissão de pecados. Era simbólico esse sangue, simbólico esse vinho, dessa promessa que tinha feito, esse compromisso que é feito. Jesus Cristo fez uma promessa e nós fizemos uma promessa, que nos vamos casar com Ele. É um compromisso. Ele pagou com o preço. O preço dele foi a vida dele, o sangue dele. Fomos comparados com o preço, o preço que é o sangue dele, o sangue da nova aliança, que foi derramado por nós para a remissão dos nossos pecados. Queres irmãos, uma vez de sermos batizados, estamos, digamos assim, de pousados, dispousados a Cristo. Estamos noivos ou noivas de Cristo. Comprimos-nos a fazer a nossa parte. E por isso, vejam-nos daí a diante, temos que ver este compromisso debaixo de significado, como é descrito aqui em Ephésios capítulo 5 versículos 22 a 33.
Ephésios 5, 22 e 33 diz assim, as mulheres sejam submissas ao seu próprio marido, como ao Senhor. É esta submissão, submissão, quando somos batizados. Aceitamos os Cristo como nosso Senhor e Mestre, o nosso Rei. Porque o marido é o cabeça da mulher, como também Cristo é o cabeça da igreja. Sendo este mesmo o Salvador do corpo. Ele é o nosso Salvador pessoal. Como porém a igreja está sujeita a Cristo. A igreja de Deus está sujeita a Cristo. Cristo é a cabeça da igreja de Deus. Assim também as mulheres sejam em tudo, submissas ao seu marido. Maridos, amam a vossa mulher, como também Cristo amou a igreja. E assim mesmo se entregou por ela. Deu a sua vida pela mulher, que é a igreja. Nós, como maridos, devemos dar a nossa vida pela nossas mulheres. Por outro lado, as mulheres devem de respeitar o marido. Para que se sentificasse, tendo apurificado, por meio da lavagem da água, pela palavra. Lavagem do Espírito Santo, pela palavra Deus, a Bíblia. Para apresentar a si mesmo igreja gloriosa, sem amáculo, nem ruga, nem coisa semelhante, porém santa e sem defeito. Assim, também os maridos devem amar a sua mulher. Amar através de sacrifícios, como ao próprio corpo, quem ama a esposa, si mesmo se ama. Porque ninguém jamais odiou a sua própria carne, antes a alimenta e dela cuida, como também Cristo faz com a igreja. Cristo está a alimentar e a proteger e a trabalhar e a lavar a igreja. Porque somos membros do seu corpo, da sua carne e dos seus ossos. Eis porque deixará o homem, a seu pai e a sua mãe, e se unirá a sua mulher. E se tornarão os dois, uma só carne. Se tornarão unidos, precisamos estar unidos com Deus, com Jesus Cristo, e unidos um com outro. Isto é parte da responsabilidade da igreja de Deus para sermos completamente unidos. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e a igreja. É um grande mistério do marido e da mulher, mas o simbolismo aqui refere-se a Cristo e a igreja. Não obstante, cada um de vós, de por si, também ama sua própria escobosa como assim mesmo e a esposa respeita o marido. Mas aqui está a falar de um princípio espiritual. Temos que estar unidos, uns com os outros, e unidos com Jesus Cristo para sermos um. Diz assim, para sermos um, uma só carne. Sermos um. Isso é o que Jesus Cristo disse, que quer que nós sejamos um, como ele e o Pai. São um. É um ponto muito importante, este unidade, perfeitos em unidade. Ser um. As pessoas confusem isso. Pensam que ser um é só ser uma pessoa. Não. Ser um é ser unidos em pensamento, em maneira de viver, em sentimento. Sermos unidos, completamente unidos. E por isso, esse é o amor de Jesus Cristo. Por isso, é que ele disse, grande amor é aquele que tem, que dá a sua vida por outro. Dá a sua vida por outro. Depois do batismo, as mãos são impostas na pessoa, e a pessoa, após oração, se, de facto, espiritualmente, do coração deles fez este compromisso de arrependimento e de sumição ao mestre, ao rei e ao Salvador. Se, de facto, fez esse compromisso e Deus vê os corações. Depois do batismo, depois da imposição das mãos, a pessoa, então, após oração, recebe o Espírito Santo. Espírito Santo, então, são selatos com o Espírito Santo. Vejam como é que se faz de favor em 2 Coríntios 1, 2 Coríntios 1, versículo 21 a 22.
Mas aquele que vos confirma com vosco em Cristo e nos ungiu é Deus, que também nos solou e nos deu o penhor do Espírito em nosso coração, nos deu o penhor do Espírito em nosso coração.
O depósito, a garantia, a promessa do Espírito, o Espírito que recebemos após o batismo, é um penhor, a uma garantia, a uma promessa de Deus que Deus fez, que nos vai por o nosso nome no livro da vida e que não vai tirar o nosso nome no livro da vida, não é não ser que nós o rasgamos por nós próprios. O dom do Espírito Santo, por isso, é como, digamos assim, um anel de noivado, é um anel de noivado simbolicamente, que nós estamos como a noiva de Cristo, estamos disposadas a casar com Cristo. Então, o dom do Espírito Santo nos dá a força e o poder para vencermos, para vencermos esta luta cristã, para ganharmos esta luta cristã, para que estejam os prontos quando Jesus Cristo vier. Então vimos duas fases, digamos assim, deste matrimônio do Israel da Antiquidade, que o Pai que escolhe e que, a este período, este contrato, esta aliança de ficar disposado, ficar prometido, comprometido.
Depois temos um período de espera, que é a terceira fase, digamos assim, do casamento e realita da Antiquidade, que é um período de espera. Este período de espera é simbolizado espiritualmente entre o período de Pentecostes e Trombetas, que representa um período que o noivo agora tinha que ir preparar a casa, onde iam viver, fazia as preparações, e a noiva, por outro lado, tinha que se embolizar, tinha que se preparar para o casamento, estar pronta para o casamento, ter a roupa vestida o casamento, essas coisas estar prontas.
Queres irmãos, nós estamos neste período de espera. Pacientemente, tendo fé, temos confiança em Deus, Jesus Cristo sabe que é difícil ser fiel, mas Ele diz que precisamos de ser fieis até o fim. Vejam comigo em João capítulo 14.
João 14. Começar a ler do versículo 1.
Não se turbo o vosso coração. Queres em Deus e queres também a mim. Na casa de meu pai há muitas moradas. E se assim não fora, eu voltaria dito, pois vou preparar-vos lugar. Vai preparar um lugar, vai preparar uma casa. É o trabalho do noivo, como vimos, é a responsabilidade do noivo. E quando eu for e vos preparar lugar, voltarei e vos receberei para mim mesmo. Isto é casarei com vocês, com a igreja, para que, onde eu estou, estes háis vós também. Isto é mulher, depois segue o marido, onde o marido for. Por isso vemos que é o significado que Jesus Cristo estava a dar aqui. E por isso nós estamos neste período de espera. Neste período de espera, mas é um período para a noiva, um período de preparação. A responsabilidade da noiva é um período de preparação. E por isso Paulo diz aqui em Efésios capítulo 5 versículo 16, diz assim, remindo o tempo, porque os dias são maus. Quer dizer, irmãos, temos tempo. Pouco tempo, não sabemos quanto tempo é, não sabemos quando o noivo voltará, não sabemos o dia ou hora, mas temos neste período de espera.
E neste período temos que usar o tempo, temos que remir o tempo para estarmos prontos, ataviados. A noiva se ativiou para o casamento do cordeiro. Precisamos de estarmos preparados. Usar este tempo com cuidado. Não desperdiçar o tempo. Tenha certeza que tenhamos óleo, digamos assim, na nossa vasa, na nossa vasilha. Temos que ter o óleo, simbolicamente, o Espírito Santo. Temos que ter cuidado com os nossos pensamentos, com o que entra na nossa cabeça, para estarmos obdientes. Não devemos dar nenhuma oportunidade à karma. Precisamos-te, por isso, prepararmos. Usarmos este período para estarmos prontos. Vejam comigo em Salmos capítulo 90, Salmos 90 versículo 17. 90 versículo 17, diz assim, seja sobre nós a graça do Senhor, como diz na Almeida Corrigida e Fial, a formusura do Senhor, nosso Deus.
Confirme sobre nós as obras das nossas mãos. Sim, confirme a obra das nossas mãos. Queres irmãos? Precisamos confirmar a obra das nossas mãos. Precisamos ter cuidado com o que acusamos o tempo, com o que acusamos as nossas mãos e o tempo para usarmos este tempo corretamente para nos ataviarmos, isto é, para nos estarmos prontos para, quando Cristo vier, que pode vir a qualquer altura. Porque diz que, como vamos ver daqui a pouco, ele bate a porta e quando bater a porta precisamos estar prontos.
Quando precisamos bater a porta precisamos estar prontos. Por isso precisamos de pôr sobre nós a graça do Senhor, a formusura, a beleza, a natureza divina, Jesus Cristo. Precisamos de ser como Jesus Cristo é, como o Pai é, ter aquela natureza divina. Precisamos ter sobre nós a graça do Senhor. Precisamos de ser como Deus, vir a ser como Deus, ter a natureza de Deus. Por isso usar este tempo para nos prepararmos. Com a ajuda do Espírito Santo, usarmos este tempo para pôrmos a roupa da noiva.
Isto é o vestido branquinho, limpinho, muito puro. Por isso lemos parábolas, como a parábola do trigo e do joio, em Mateus 13, que, começando, por exemplo, a ler no versículo 36, diz assim, então, despedindo-as-se, as multidões, foi Jesus para casa, e chegando-se a Ele, os seus discípulos disseram, expliquem-nos a parábola do joio e do campo. E Ele respondeu, o que semeia, a boa sementa é o filho do homem.
O campo é o mundo. A boa sementa são os filhos do reino. O joio são os filhos de maligno. O que é que estamos a plantar? Estamos a plantar na nossa vida a boa sementa, digamos trigo, ou estamos a plantar na nossa vida massemente.
E é joio. O que é que estamos a usar? Estamos a estar prontos, estamos a preparar o campo, estamos a fazer o trabalho corretamente, estamos a fazer este trabalho corretamente, porque aquelas que a vida delos só for, digamos assim, joio, são lançados, como diz no versículo 42, na fornalha acesa. E ali haverá choro e rangê-lo de dentro.
Vão acabar por ser, ir ou ir, para o lago do fogo. Por isso nós, queridos irmãos, estamos, digamos assim, a trabalhar, a pôr em prática, fomos batizados, estamos disposados, estamos comprometidos a ser a noiva de Cristo. Por outro lado, se não estamos batizados, talvez você precise fazer esse compromisso mais ser possível. Vejam também como Paulo descreve este período, então, em Hebreus capítulo 10. Hebreus capítulo 10. E ele diz assim, em Hebreus capítulo 10, versículo 24 e 25. Diz assim, consideremos também os aos outros para nos estimularmos ao amor e aos pôs-obras.
Precisamos estar a pôr pôs-obras na nossa vida. Precisamos de estar a pôr, a plantar o trigo. Precisamos estar preparados a aprender a amar uns os outros. E diz assim, não deixemos de congregar-nos como é o costume de alguns. Quando deixamos de congregar, o que estamos a fazer? Não estamos a ver as oportunidades que são necessárias de amar uns aos outros. E então, não estamos a propor em prática este amor de uns para os outros.
Não estamos a pôr, a plantar no campo trigo, mas estamos a plantar no campo joio. Por isso, não deixemos de congregar-nos como é o costume de alguns. Antes, façamos as mostações, e tanto quanto mais, vejos, que o dia, o dia de dar a contas, se aproxima. O dia do juízo, se aproxima. Este dia vem de uma de duas maneiras. Ou vem, porque nos Cristo volta, digamos assim, como um urdemoinho de vento que não sabes quando vem, pode vir a qualquer altura?
Sim, temos sinais, temos mostações, mas mesmo assim, pode vir a qualquer altura. Ou, porque estamos a ficar mais velhinhos e mais velhotes, e vivemos o período que temos para viver. E, um dia morremos, e não sabemos o dia em que vamos morrer. Por isso, o dia se aproxima do nosso juízo individual, que não sabemos quando é.
Mas, como continua? Porque se vivermos deliberadamente em pecado, porque nós estamos a convivermos com os outros, não estamos a ter a oportunidade de servir uns aos outros e de dar e de ter querinho para os outros, depois de termos recebido o pleno conhecimento da verdade. Termos recebido o pleno conhecimento da verdade. Já não resta a sacrifício pelos pecados. Pelo contrário, certa expectação, horrível, juízo e foco. Vinhedor prestes a consumir os adversários. Sem misericórdia, morre pelo depoimento de duas ou três testimonhas, quem tiver rejeitado a lei da demoisés, quando mais severo castigo naqueles que calcou os pés do Filho de Deus, e que perfonou o sangue da aliança com o qual foi santificado e ultrajou o Espírito da Graça.
Ora, nós conhecemos aquele que disse, a mim pertence à vigança, eu retribuirei e outra vez o Senhor julgará o seu povo. O horrível coisa é cair nas mãos de Deus vivo. As pessoas dizem, ah não, Jesus é santinho e depoisinho, coitadinho. Sim, Jesus é misericórdioso, mas cuidado! Porque Ele vem e diz, diz, a mim pertence à vigança. Ele é o juiz, Ele retribuirá. Cuidado, cuidado! Como diz, como diz, o horrível coisa é cair nas mãos de Deus vivo. Porque não estamos a preparar mãos, não estamos prontos.
Quer dizer, irmãos, vamos estar prontos. Temos que estar prontos. E essa é a nossa grande responsabilidade. Vejam comigo também, em 2 Coríntios capítulo 6. 2 Coríntios capítulo 6, versículo 14 a 18. Diz assim, não os punhais em julgo desigual com os incrédulos, porquanto que a sociedade pode haver entre justiça e aniquidade, ou que comunhão da luz com as trevas, que harmonia entre Cristo e o Maglíngulo, ou cunhão do crente com o incrédulo. Clicação é entre os santuários de Deus e dos ídolos. Porque nós somos o santuário de Deus vivente.
Nós somos o santuário de Deus vivente. Nós somos o templo vivente. Para Deus viver é nós, através dos Cristo viver é nós. Mas, se estamos a pôr joio na nossa vida, se nós estamos prontos, como é que Cristo pode viver é nós? Como é que Cristo pode viver é nós? Cristo não vive em pecado? Não há comunhão entre pecado e a luz? Não. Não há comunhão entre isso. E por isso diz assim, habiterei, anderei entre eles.
Serei o seu Deus e ele será o meu povo. Sim, Jesus Cristo habita dentro nós. E ele será o nosso Deus.
E nós seremos o seu povo.
Mas, para isso, precisamos estar prontos. Precisamos nos ataviar, estar prontos. E, por isso, o grande desafio que você tem e que eu tenho, é o tempo. É redimir o tempo. E usar o tempo para estarmos prontos para nos prepararmos e não desperdiçarmos este tempo que temos.
O teste do tempo.
Obedecendo a Deus durante um período de tempo, até ao fim da nossa vida.
E não só por cinco minutos, mas até ao fim. Vencer até ao fim.
Então, esse é o terceiro ponto do casamento israelíto. O quarto é que o pai. O pai do noivo. É que decide quando é que o noivo vai buscar a noiva. E, por isso, é que lemos Apocalipse 3, versículo 20. Apocalipse 3, versículo 20.
Apocalipse 3, versículo 20. Diz assim, eis que estou à porta e bato.
E se alguém ouvir a minha voz e abrir a porta, entraré em sua casa e se errei com ele e ele comigo. Querias irmãos, nós sabemos quando ele vai bater à porta. Não sabemos quando você ou eu vamos morrer. Não sabemos quando é a vinda de Cristo.
Para acontecer qualquer momento inesperado. Estamos prontos? Vocês sabem que está pronto? Vocês sempre estão prontos. Sempre. Querias irmãos, vocês vão estar sempre prontos e não estar a dormir. Porque muito pode acontecer. Muito pode acontecer no mundo para nos acordar. Vocês sabem a parábola das 10 vírgias. As 10 vírgias algumas eram sábias e os outros não eram. As sábias tinham óleo com elas, óleo suficiente. As outras não tinham. As sábias estavam prontas, as outras não estavam. Você, de que vírgia é? Sábia ou não? Você está pronto ou não? Nós temos que nos aprontar ou estar prontos agora. Ou vamos ter que nos estar prontos durante a grande tribolação. E por isso então vamos estar querendo dar o nosso sangue por causa disso. Mas se não tivermos prontos agora, ou se não tivermos prontos na grande tribolação, porque Deus decide quando é que o nosso período acaba. Porque Ele pode nos chamar agora, podemos morrer agora. Se nós tivermos prontos. Então, pode ser que vamos queimar no lago do fogo. Por isso, queris irmãos, precisamos estar prontos. Precisamos de estar prontos e não sabemos quando é que o Pai vai bater a porta. E então, o quinto e o último passo, então, vai ser a festa do casamento. A festa do casamento que lemos na Apocalipse 19, versículo 5. Apocalipse 19, versículo 5. Que diz assim. Pai, alovores ao nosso Deus, todos os seus servos, os que taméis e pequenos e os grandes. Eu vi a voz, numerosa multidão, como no muitas águas, como de fortes trovões, dizendo, Aleluia, pois vrei no Senhor, nosso Deus e todo poderoso. Alegremos e exaltemos. E demos-lhe a glória, porque são exigadas as bodas do cordeiro e cuja esposa, a si mesmo, já se ativiou. Você, como esposa do cordeiro, já se ativiou? Você está-se a ataviar, a preparar? Pois ele foi dado vestir-se de linho finíssimo, resplandocente e puro. Por que o linho finíssimo são os atos de justiça dos santos? Então, o Muflo Wans escreve bem-aventurados aqueles que são chamados a ceia das bodas do cordeiro. Cris irmãos, nós somos chamados a ceia das bodas do cordeiro. Vejam comigo, se faz favor, em Hebreus capítulo 3, Hebreus capítulo 3, versículo 12 a 14.
Diz assim, tendo cuidado, irmãos, jamais aconteça a verem qualquer de vós perverso coração de incredulidade, em que não crém e por não crém não obtecem, que vos afaste do Deus vivo, incredulidade que vos afaste do Deus Víduo. Deu contrário, e os ordepaivos, mutuamente, cada dia, durante o tempo, que se chama hoje, simbolicamente aqui do sábado, mas hoje, em quando é o dia de hoje, e não, ainda, o dia do julgamento, o dia que se aproxima, a fim de que nenhum de vós seja endurcido pelo engano do pecado, não sejam endurcidos pelo engano do pecado. Isto é, não tenham um coração perverso de incredulidade, porque se não crém, vão acabar por pecado, porque nos temos tornado participantes de Cristo. Nós nos tornamos participantes de Cristo quando ficámos disposados com Cristo, e agora estamos à espera, e precisamos de usar este tempo de espera para estarmos prontos.
Se, de facto, guardamos firme até ao fim.
A confiança que desde o princípio tivemos. Precisamos manter firmes até ao fim. Por isso, a que diz no versículo 12, tenham cuidado!
Jamais acontecem qualquer um de vós perverso de coração de incredulidade.
Estamos firmes até ao fim. Isso é o que nós precisamos de fazer. Nós temos uma grande chamada, queris irmãos, nesses cinco exemplos de matrimónio israelíta. Primeiro, que somos chamados pelo Pai. Temos uma chamada grande do Pai. Somos disposados com Cristo para nos casarmos com Ele. Temos tempo para nos preparar.
A pergunta é, estamos prontos? Porque não sabemos quando é que Ele vai bater à porta. Porque, quando a gente vai casar, porque não sabemos quando é que Ele vai bater à porta. Porque é o Pai que diz para o filho vir ao tempo correto. Ele vem. Ele virá. A pergunta é, estamos prontos?
Porque Ele vai se casar com Nosco e vai nos dar o galardão, como lemos em Apocalipse 11, ao início deste termão. Ele vai nos dar o galardão, se estamos prontos, se estamos ataviados, se estamos limpos, brancos, limpinhos.
A pergunta que tenham é, você está-se a preparar fialmente? Preparar pela vinda da Cristo?
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).