Revendo brevemente o que já cobrimos, no capítulo 1 e 2, Salamão estava a descrever como apreciar a vida como um dom de Deus, e capítulo 3 a 5 estava a nos dar o entendimento do plano de Deus, porque tudo está a dar de acordo com o plano de Deus. Agora estamos nesta parte central do livro de Creciastes, que é do capítulo 6 até o capítulo 8, inclusive, no Zivo, que é explicando e aplicando o plano de Deus. E agora estamos aqui no capítulo 7, já fizemos dois estudos no capítulo 7 próprio, vimos que nesses últimos dois estudos prévios, o que parece que seja melhor para nós, por exemplo, prosperidade, quer dizer, sucesso, e se parece que seja melhor para nós, nem sempre é o melhor, e que também o que parece ser pior para nós, isto é, os problemas, os sufrimentos, a adversidade, não é necessariamente o pior. E por isso hoje, então, vamos continuar esta secção, no capítulo 7, começando no versículo 16 até o 29, que é basicamente dizendo que todos nós somos pecadores, e por isso nenhum de nós é realmente, completamente inocente. Então, esta secção, aqui, vê-se que as pessoas que estão sofrendo injustamente, ou que nós supomos que estejam sofrendo injustamente, ou que pensamos, ou que achamos, isto está tudo acontecendo sobre a soberania de Deus, sobre o controle, o comando de Deus de uma maneira geral, pois Ele está a executar um plano aqui na Terra, e Ele está no controle. Vejam, por exemplo, que nós precisamos entender, como diz no versículo 20 do capítulo 7, não há homem justo sobre a Terra que faça o bem e que não pegue. E por isso, embora nós estejamos a pensar que pessoas estão a sofrer injustamente, e que de acordo com o que nós vemos parece ser injusto, temos que lembrar que nenhum de nós é perfeito, nenhum de nós vive uma vida sem pecado. Portanto, para nós pensarmos que somos mercedores de pensões e prosperidade, realmente, não somos mercedores de pensões e prosperidades, porque somos pecadores. O salário do pecado é a morte, mas Deus é mesuricurioso e ajuda aqueles que se esforçam diariamente, ou estão a se esforçar para servir a Deus e Ele nos vai ajudar. E vamos abordar um bocadinho mais acerca deste ponto hoje. Ora, aqueles que dizem que os ímpios devem receber um castigo e que merecem... devem receber o castigo que merecem, precisam de entender que os ímpios, os pecadores, somos todos, incluindo nós, que somos justos por todos pecados. E então, vamos ver aqui que, uma vez mais, Deus está no comando, Deus está no comando de tudo. Ora, os versículos 15 a 18 desta parte aqui do capítulo 7 são versículos muito importantes, são como, seja, os versículos chaves desta secção, virando o que falámos anteriormente, isto é que, o que nós pensamos que seja o melhor nem sempre é o melhor, e o que nós pensamos que é pior nem sempre é o pior, está a virar esse pensamento para o que está aqui a explicar no resto do capítulo 7. E por isso, estes versículos centrais aqui do 15 a 18 são, digamos assim, versículos de ligar estas duas secções, mas que vamos dedicar um bocadinho tempo, bastante tempo, a entender bem particularmente os versículos 16 e 17, porque isto é muito importante entendermos isso.
Ora, como vimos no versículo 15, diz assim, e cobrimos o versículo 15 no estudo anterior, diz assim, tudo isto vinha nos dias da minha vaidade, há justo que parece na sua justiça e há perverso que prolonga os seus dias na sua perversidade. Por isso, este versículo, nós abordávamos o versículo 15, que segue bem os versículos anteriores, também há uma introdução, digamos assim, para o que vêm a seguir, começando no versículo 16 adiante. Por isso, no versículo 15, como eu expliquei no estudo anterior, é basicamente dizendo que nós não sabemos o que Deus está a fazer aqui, ou não entendemos o que Deus está a fazer nestes detalhes da nossa vida, porque aqui há estes problemas e porque aqui esta pessoa tem certos problemas e não está a ter resolução, não está a ter castiga agora, e o outro que parece que não tem que é boa pessoa, mas está a sofrer, porque é que isso tudo está a acontecer? Por isso, não sabemos o que Deus está fazendo e também não entendemos que, porque isto não causa aquilo imediatamente, quer dizer, porque o bom não dá o resultado bom logo, ou porque o mau não dá o resultado mau? Às vezes parece que, na nossa mente, isso não é assim. E por isso temos que confiar em Deus, temos que confiar em Deus. E por isso, aqui no versículo 15 está avaliando, digamos assim, as circunstâncias, a examinar as circunstâncias que descrevemos do versículo 1 ao versículo 14, de prosperidade e de adversidade, e está a examinar que, às vezes, aquele que é justo, que sofre, mas aquele que parece que é injusto, que é proverso, parece que não está a sofrer assim tanto. E por isso está aqui a avaliar, no versículo 15, os versículos anteriores, as circunstâncias. Mas agora, no versículo 16, 17, 18, estamos a avaliar as pessoas nestas circunstâncias. Então, vamos ver, então, o versículo 16 e 17. Diz assim, não sejas demasiado justo, nem exageradamente sábio, porque te destruirias a ti mesmo. Não sejas demasiado proverso, nem sejas louco, porque morrarias fora do teu tempo. Então, o que que o Salamão está aqui a dizer? Ora, em outro nome, o capítulo 6, versículo 25, vamos ver aí. De outro nome, o capítulo 6, versículo 25.
Será por nós justiça, quando tivemos cuidado de cumprir todos esses mandamentos, todos esses mandamentos, perante o Senhor, o nosso Deus, como nos tem ordenado. Então, isso é justiça. Salmo 119, 172. Salmo 119, 172. Salmo 119, 172.
A minha língua celebra a tua lei, pois todos os teus mandamentos são de justiça. Ora, vemos que os mandamentos de Deus é definem a justiça. Então, como é que é possível que Salamão esteja a dizer que não sejas demasiado justo? O que é que ele está a dizer aqui? Quer dizer que não devemos estar a obter a lei de Deus demasiado? Por algum pessoa, pensam, olha, a abordagem aqui trazera uma coisa de meio-termo, em que não devemos tentar obter muito a Deus e ao mesmo tempo devemos evitar ser muito proversos. Ou seja, é bom ser um bocadinho prover-se. É isso que Salamão está a dizer. É como a filosofia grega-romana e muita pessoa pensa desta maneira hoje em dia, que diz que, olha, não sejas bom demais, nem mal demais. Por que se dizem, olha, muita piedade ou muita iniquidade, que deverá uma sepultura ser de mais precoce? É isso que Salamão está a dizer. Ora, nós sabemos que não devemos viver uma vida de maldade. E mesmo as pessoas que pensam desta maneira, olha, é só não fazer muito-muito bem, mas não é fazer muito mal, é só uma coisa no meio. Essas pessoas também sabem que não devem viver uma vida de maldade. Porque, ao fim, as pessoas que têm um certo respeito a Deus, vamos dizer que sejam completamente obedientes a Deus, até essas pessoas acreditam que Deus vai julgar as pessoas pelos seus pecados.
Mas, secretamente, pensam, olha, para ser muito justo, não quero, porque quero divertir um bocadinho também. Quero ir às festas, quer dizer isso e quer ter uma diversão.
E por isso essas pessoas pensam bem, espero que possa ser bom, suficiente, suficiente, suficiente, bom para sobreviver o Deus juízo. E por isso nós preocupamos muito com os seus pecados, porque dizem, desde que não sejam excessivamente justos, ou excessivamente imincus, está bem. E, de uma maneira já, é a maneira que as pessoas pensam no mundo hoje. Olha, desde que eu não seja lá muito mal, nem seja lá muito bom, mas estou assim no meio, eu vou escapar o juízo. Ora, isso é contra as instruções bíblicas. Até Salomão, neste próprio livro, eclesiastis, no capítulo 12, versículo 12, diz, de mais, filho meu atenta, não há limite para fazer livros e muita estuda em fato da carne. De tudo se tem ouvido, assume-é tema a Deus e guarda os seus mandamentos, pelo que isso é o dever de todo o homem, porque Deus dá-te trazer a juízo todas as obras, até as questões escondidas, quer sejam boas, quer sejam más. E por isso, a Vessa, que Salomão está contra esse tipo de pensamento. Também lemos que Jesus Cristo disse em Mateus 5, Mateus 5, versículo 48. Portanto, ser vós perfeitos, como perfeito, é o Vosso Paz Celeste.
Também lemos que vivemos a amar Deus com todo o nosso coração, com toda a nossa alma, com toda a nossa força. Então, como é que podemos ser demasiado justamente, porque é que é errado em ser demasiado justamente? Porque Jesus Cristo foi perfeitamente justo, foi, digamos assim, justo. E nós temos que imitar a Cristo, porque a nossa alma, a nossa força, foi perfeitamente justo, foi, digamos assim, justo. E nós temos que imitar a Cristo. Então, o que está a dizer? Talvez, uma melhor maneira de traduzir isto, em Iglesiastis capítulo 7, versículo 16, seria grandemente justos, ou justos demais. Entendido como uma expressão sarcástica, uma ironia, uma pessoa que pensa sobre si mesmo, ou acerca de si mesmo, e se apresenta como mais justo que os outros. E por isso não sejas justos demais. Isto é, não sejas, ou não tenhas, auto-justiça. Não pensem que é-nos melhor que os outros. E esta visão é confirmada na próxima linha, porque diz nem exageradamente sábio, ou não sejas sábido mais, não seja uma pessoa que pensa que sabe tudo. Por isso não seja uma pessoa que pensa que é justo, super-justo, não é seja uma pessoa que pensa que sabe tudo. Porque isto é equivalente a um tipo de soberba. Então, um tipo de soberba. Vejam, em números, capítulo 16, versículo 13. Números, capítulo 16, versículo 13. Números 16, versículo 13. Números, capítulo 16, versículo 13.
A Preventura é coisa, sumemos, sumemos, sumemos, que nos fizeste subir de uma terra que manda leite e bál, para fazermos morrer neste zerto, se não, que também queres fazer príncipe sobre nós. Quer dizer que estava aqui a dar uma atitude, olha, tu queres ser mais do que és, queres ser melhor do que o outros. Por exemplo, vejam também em 2 Samuel, capítulo 13, versículo 5. 2 Samuel 13, versículo 5. Díssel, Jona Dab, deita-te na tua cama e finge-te do ento. Quando teu pai vier visitar, diz-lhe, peço-lhe que minha irmã Tamar venha e me dê-te comer pão, pois vendo eu preparar uma comida, comerei de sua mão. Está aqui uma maneira de atuar, de fingir uma hipocrisia. E por isso estamos aqui a ver alguns exemplos que fingir ou atuar, ou dizer que, olha, eu sou muito sábio, ou dizer que eu sou muito justo, ou exagerar qualquer coisa, exagerar a nossa justiça, exagerar a nossa sabedoria. Não é uma coisa boa. Jesus Cristo criticou esse tipo de atitude, por exemplo, aos fariseus, porque eles estavam a pretender que eram pessoas mais justas, que eram... e ele disse, vocês são hipócritas. Veja aí Mateus capítulo 23. Mateus capítulo 23.
Aqui ele está a dar vários avisos aos fariseus, a dizer que no Bercíclo V, vocês, porém, pratiquem-as de todas essas obras com o fim de ser vistos dos homens, é para parecerem mais justos. Bercíclo 6. Amam o primeiro lugar, nos banquetes, dos primeiros cadeiras nas sinagones e às saudações na praça, e serem chapados mestros, sábios, mestros. Bercíclo 12. Quem assim mesmo se exaltar, será humilhado. Isso é por isso que Salomão está a dizer não sejas deste modo que estás a ser demasiado justo ou demasiado sábio, é porque não é que realmente seja uma pessoa justa, não é que realmente seja uma pessoa sábia, mas é uma pessoa que está a fingir, está a apôr, é uma hipocrisia, é uma apresentação por fora do que eles não são. Veja também no Bercíclo 23, Mateus 23, 23. Há-lo vós, cribas e fariseus hipócritas, porque estão a dar o dizimo da Orlan e do Endro e do Cuninho, mas temos de dilugenciado os perceitos mais importantes da lei, a justiça, a misericórdia e a fé. Tinha uma religião artificial por fora e acho que essas pessoas gostavam de ser reconhecidas, como sábios, e isso era um tipo de arrogância.
Por isso é essa autogistisa que poderia-se dizer, não sejam sábios, além do que é realmente sábio, ou não sejam justos, além do que é realmente justo. Ou, por exemplo, não sejam espertos demais. Olha, esta pessoa é esperta demais. Quer dizer, é uma expressão, assim, irónica, assim, deste... mal dizer, olha, é esperto demais. Há uma expressão em inglês que diz, olha, ela é maior que as suas botas. Quer dizer, os pés deles são maiores que os sapatos deles. Quer dizer, tem esta coisa de soberba. Não é? Este tipo de soberba. Vejam também, em Mateus 15, versículo 1 a 9. Mateus 15, versículo 1 a 9. Então, vieram de Jerusalma a Jesus alguns prezeus inscribas e perguntaram, por que transgrívem os teus discípulos a tradição dos anciões? Pois não lavam as mãos quando comem. Olha, a ver, estes aqui eram mais justos. Era, tinha uma grande justiça, que estavam a lavar as mãos, a exibição. E ele porém nos escondeu, porque transgrindes vós também o mandamento de Deus por causa da vossa tradição. Pois explicou-se, a Píblia diz, Deus diz, na lei de Deus, honra teu pai a mãe, mas na vossa tradição, vocês não estão a honrar o pai a mãe, porque estão a arranjar uma desculpa. E por isso está a dizer aqui, eles estão a promover, ou estavam a promover mandamentos de homens, pelos quais eles faziam os mandamentos de Deus sem efeitos, e por isso estavam a ser mais justos do que outros. E isso aqui é mais uma vez, é um gênero de uma atitude, um tipo de atitude irônica, assim, de uma coisa que não é correta, uma hipócracia. Vejam também Mateus 5, versículo 20. Mateus 5, versículo 20.
Por que vos digo que, se a vossa justiça não exceder em muito adescribas e dos fariseus, jamais entraréis no rei de Deus? Por isso não há nada errado em ser muito justo, mas justo da maneira correta. Aqui em Ecclesiastes, capítulo 7, versículo 16, está a falar de um demasiado justo, ou grandemente justo, mas é uma autogistícia que está a falar aqui, uma soberba de sabedoria, uma grande pretensão de que são justos, a custa da verdadeira justiça.
E por isso estamos aqui a ver uma atitude, que parece que uma pessoa é muito santa, é muito piadosa, tem um pensamento muito sábio, por outro lado, pensem bem, é que tem um pensamento que é mais elevado do que o de Deus, como isso é que eles pensam, eles sabem melhor que Deus sabe. E por isso eles têm um pensamento que é contra o que Deus quer. Paulo, falando acerca dos tempos do fim, em segundo Timótipo, capítulo 3, segundo Timótipo, capítulo 3, versículo 15, segundo Timótipo, capítulo 3, segundo Timótipo, capítulo 3, aqui está, capítulo 3, versículo 5, perdão, capítulo 3, versículo 5, está aqui a falar nos últimos dias, há tempos difíceis, tempos difíceis aqui no tempo do fim, as pessoas são egoístas e está a descrever vários problemas das pessoas, e depois, no versículo 5, diz, tendo forma de piedade, isto é, são muito religiosos, têm esta auto-justiça, mas negam, entretanto, o poder, o verdadeiro poder, de serem realmente justos de acordo com Deus, usando o Espírito Santo de Deus, usando o poder do Espírito Santo de Deus para nos santificarmos, para mudarmos, para nos arrependermos, para sermos humildes, para crescermos em mansidão e no caráter de Deus, mas têm esta atitude arrogante, subérbama, eu sou muito justo, e por isso é que o sermão diz, recrutidamente, para não ter uma atitude, problemas aqui no livro de exércis, uma atitude em que diz, olha, há bons dias e há maus dias, há tempo para as coisas boas, há tempo para as coisas maus.
E por isso eu disse, mas quando recebes coisas boas, a gosa dessas coisas boas, aprecia das coisas boas, não há nada errado em apreciar das coisas boas, mas há certas pessoas que dizem, olha, precisamos ter uma vida tão justa que nunca possa apreciar coisas boas.
Por exemplo, olha, nunca vou beber um copo de vinho, porque sou tão justo. Não está a fazer isso, você pode, de vez em quando, não é proibido, a Bíblia diz, não há nada errado, é mesmo que eu invinhe até Paulo disse a timótimo, toma um bocadinho de vinho para as teus problemas possíveis, eu não estou a tomar o que ele tinha, e estou a tomar um bocadinho de vinho, de vez em quando.
E por isso, é essas pessoas que, moralmente, estão a atuar como são superiores a outros. Pensam que deve ser sempre uma pessoa muito justa, mas não entendem, como eu me ensinei, e como se lê em Cresestias 3, versículo 1 a 8, que tudo tem o seu tempo. E por isso essas pessoas estão a praticar uma hipocrisia, e por isso esse tipo de atitude, eles são melhor que os outros, são mais Georgiosos que os outros, é perigoso.
Vamos então ver aqui em Cresestias capítulo 7, onde estamos aqui a falar no versículo 16 e 17, não seja demasiado justo, nem exageradamente sábio, compara isso com o versículo 13 e 14. Porque estamos a falar que estes versículos são, digamos assim, uma ponte do assunto que estava a falar para um novo assunto. E o assunto que estava a falar, por exemplo, vamos ver aqui no versículo 13 e 14, que diz assim, Atenta para as obras de Deus, pois quem poderá endereçar o que Ele por Seu? No dia da prosperidade, goza do bem, hoje no dia da felicidade, considera em que Deus fez tanto esse, problema à adversidade, como também aquele, que é o bem, para o que o homem nada desculpe do que há de vir depois dele.
Isso é porque precisamos de entender e aprender dessas lições. E por isso, Deus está a fazer certas coisas na nossa vida, que às vezes não entendemos. Por que que eu estou a sofrer? Por que que eu tenho esses problemas? Às vezes, pessoas têm problemas de saúde, têm problemas financeiros, têm problemas ansiedade com esta coisa ou aquela coisa.
E depois dizem, mas por que? O Deus não está a ver o que está a acontecer, por que que o Deus não está a agir?
Porque quando começamos a fazer essas perguntas, precisamos ter cuidado, que não estamos a colocar numa posição, de estarmos a julgar a Deus, de estarmos a dizer, olha, Deus tu não sabes o que está a fazer, não sabes o que estás a fazer. Veja no versículo 10, isto abordámos no estudo-prédio, veja no versículo 10, Nicles e Este, 7. Jamais diga, porque foram os dias passados melhores do que estes, pois não é sábio perguntar assim. Por isso não tem que dizer, olha, por que é que o Deus está a fazer? Isso é uma acusação contra o que o Deus está a fazer e comprou o plano dela. Veja no versículo 15, como lemos, visto tudo isto, vim nos dias da minha vaidade, há justo que presta na sua justiça, há proverso que prolonga os seus dias na superversidade. Pode ser como eu sou até já a perguntar, é Deus justo? Então, vamos ver o que está a fazer, pode ser como eu sou até já a perguntar, é Deus justo? Então, isto é justo acontecer assim?
Isso quer dizer que nós estamos, então, a tomar uma posição, da maneira que pensamos, que estamos a ser mais justos que Deus, porque estamos a questionar, estamos a perguntar, então, Deus é justo? Quer dizer que você, eu, estou a fazer esta pergunta, a Deus, sem melhor, sou mais justo que ele? Está claro que não. E por isso, no procícule 16, não seja-se demasiado justo, é um aviso, para não nos colocarmos nos nossos próprios olhos, como mais justos e mais sábios que Deus. Está claro, devemos de ser justos da maneira correta, da maneira que Deus quer, que sejam, por isso sejam perfeitos, mas não sejam demasiado justos, na vosamente, não sejam demasiado exageradamente, sabes, na vosamente, pensando que vocês sabem mais do que Deus. Por que, então, vais destruir a ti mesmo? Veja por verbos 3,7. Por verbos 3,7. Perdão, não seja sábio aos teus próprios olhos. Tema ao Senhor e aparta-te de mal. Não sejas exageradamente sábio. Isto é, não pensas que sabes mais do que realmente sabes. Não pensas que é justo demais, do que realmente és. Tema ao Senhor e aparta-te de mal.
Por isso, uma alta justiça exagerada que perde vista que nós somos pecadores também.
Então, essa alta justiça inclina a pessoa, dá, digamos assim, uma inclinação à pessoa, leva a pessoa a começar a discutir e a questionar Deus. E começa a encontrar falhas em Deus. Olha, Deus não é justo. Entrando lá a Deus. Por que? Porque as pessoas pensam que Deus, aparentemente, não está recompensando os homens justos. Os homens justos que nós concluímos que são justos e que merecem ser recompensados e, por isso, então, dizemos, olha Deus. Porque já existe esta injustiça?
Por isso, este é um problema muito profundo, muito profundo, este é um problema muito profundo. Por isso, já mencionei isto várias vezes, mas pode causar as pessoas pensarem e dizerem, eu não mereço ser tratado assim. Deus não sabe quem eu sou, sou boa pessoa e exagir, para claras pessoas não pensam, não dizem isto, mas, quando estão a questionar a Deus, com isto é injusto, pessoas podem perguntar quem é que Deus pensa que Ele é?
Continuando a ler, no versículo 17, que está a demonstrar outra reação que algumas pessoas podem ter a este dilema, não sejas demasiado perverso, nem sejas louco, porque morrarias fora do tempo. E, por isso, as pessoas podem ser tentadas porque veem o justo expressendo e os ímpios prosperando, como vimos no versículo 19, ou que parece, mencionado no versículo 15, quando vemos isto, e isto nos está a parecer que essa é a situação, as pessoas começam a dizer, ou a pensar, que não há sentido em ser boas pessoas, ou não vale a pena ser um cristão, ou não vale a pena estar na igreja, ou não vale a pena estar na igreja, porque há estes problemas todos. E, por isso, vou ter uma vida injusta, libertina, ou cometendo algumas ilegalidades. Por que? Porque não vale a pena estar na igreja, porque veja estes problemas todos na igreja.
Por isso, continuando a ler aqui, e, quando diz aqui que não sejam demasiado perversos, isto é muito perversos, não é que está ok, ou está bem, ser um pouco perversos. Isto é como se houvesse um nível de iniquidade. Olha, não sejam muito perversos, mas um bocadinho perversos está bem. Um bocadinho de iniquidade está bem. Não sejam muito percedores, mas um bocadinho de pecado está bem. Quanto se trata de pecado, mesmo um pouco, é demais?
E, por isso, o ponto de vista aqui, no verse 17, é que há um grande perigo em nos entregar ao mal.
Há um grande perigo em nos entregarmos ao mal. É dizer, bem, então vou fazer. Por isso diz, cuidado, não sejas grandemente perversos, não entregues à maldade. Ora, o que é que a dizer? É que todos nós pecamos. O ciclo 20, você vê, não há um homem justo sobre a terra que faça o bem, que não pegue. Todos nós pecamos. Mas há uma diferença. Quando nós estamos a tentar fazer o que é correto, e na nossa fraqueza, pecamos, isso é uma coisa. É uma coisa diferente. Quando nós deixamos tudo de fora, e nos entregamos à mal, isso é uma coisa completamente diferente. E por isso estamos a falar aqui, que há uma grande diferença, há um mundo de diferença, entre cometer um bocado na nossa fraqueza, ocasionalmente, e que nos arpendemos, e que estamos a tentar vencer, há uma diferença entre isso, e tomar uma decisão deliberada de seguir um estilo de vida de pecado, de roubo, de engano, de luxúria, de ganância, seja logo for. E por isso, não seja todo, se vive em pecado, você morará. Por isso, não seja isso, mas, completamente entregue, não te permitas entregar, no meu 517, ao pecado, à preversidade. Não sejas louco, porque, então, vais morrer, vais aparecer. E Zikil 18, E Zikil 18 diz, A alma de pecar morrerá. Lê-se isso no Zikil 4, assim como no Zikil 20. Em Galatas capítulo 6, verículo 7 a 8, Galatas capítulo 6, verículo 7 a 8, lemos, Não vos enganéis, de Deus não se zomba, pois aquilo que o homem semear, isso também seifará. Porque o que semeia para a sua própria carne, da carne colherá corrupção. Mas o que semeia para o espírito, do espírito colherá vida interna. Por isso, não nos podemos iludir, porque não se perica com Deus, isso nós seguimos os desejos carnais. Vamos colher a destruição.
Então, continuando em Clésestias capítulo 7, verículo 18, bom é que retém as isto e também daquilo norte e os amão, pois quem tem a Deus de tudo isso saia? Isso é, perante estas desigualidades que vemos, pessoas mais quando sofrerem ou pessoas boas a sofrerem, e perante essas desigualidades, umas com prosperidade e outras com adversidade. Com isso, eu vou falar de um dos primeiros, adversidade. Conforme vemos estas diferenças que acontecem na vida, porque esta vida é parte do plano de Deus para nós. Deus tem um plano para nós. E em Deus está a permitir certas coisas, porque na sua sabedoria maior, no seu maior conhecimento, Ele sabe que tudo vai ser para o bem. Ao fim de qualquer momento, lembrem-se isso, as escrituras, que, ao fim das coisas tudo, é para o bem. E por isso temos que manter estas advertências, do Prisicó 16 e 17, não sejas arrogante, em sabedoria, não sejas auto-justo, não te entregues ao pecado, não estas duas questões, isto é, não nos tornamos auto-justo contra Deus, e não desistir de fazer o que é certo, está aí a dizer, perante estas desigualidades do mundo, guarda bem este conselho, não rotires a mão, pois se tivermos temor de Deus, isto é, se vivermos uma vida baseada no respeito e temor de Deus, nós vamos ser protegidos de muitos outros problemas, talvez nós não estejamos a entender. E dizem-se, pois quem tema Deus? Tudo isto sai léssaro, isto, digamos assim, escapará de tudo isto, quer dizer que o correto temor de Deus, nos vai manter longe da auto-justiça e longe dos voltá-los para o mal. E, porém, nós vamos nos ver, nós vamos nos ver, nós vamos nos ver, nós vamos nos ver. Versa 9. A sabedoria fortalece ao sábio mais de dez poderosos que haja na cidade. A sabedoria é uma força maior de que armas de guerra, sim, dez poderosos que haja na cidade, quer dizer, pessoas com certo poder, com, por exemplo, policiais, de guerra ou militares, ou exércitos ou coisa assim, não é? Pessoas poderosas que haja na cidade.
Por exemplo, líderes, guerreiros, ou seja, que foram. Mas se nós tivermos sabedoria, isso é mais forte do que poder. Porque a verdadeira sabedoria tem grande poder. E isso é o que lemos no versículo 12. A sabedoria protege com protege o dinheiro. Mas o proveito da sabedoria é que ela dá a vida ao seu possuidor. A verdadeira sabedoria tem grande poder. Nos dá a vida. É claro, a vida é Deus que nos dá, mas se fomos sábios, estamos a viver segundo Deus. Essa sabedoria é o que Deus quer que nós desenvolvamos esta sabedoria de Deus e, por que, através disso, teremos a vida interna. Veja também em Cresiestes 9, versículo 13 a 18. E Cresiestes 9, versículo 13. Também vi as 18. de sabedoria debaixo de sol, que foi para mim grande. Uma pequena cidade em que havia poucos homens e veio contra ela um grande rei, sitiou-a e levantou contra ela grandes baluados. E me trouxe nela um homem pobre, porém sábio, que a livrou pela sua sabedoria. Depois de ter livrado a felicidade, com tudo, ninguém se lembrou mais daquele pobre. Então disse-o, melhor é a sabedoria do que a força. Ainda que a sabedoria do pobre é desprezada, e as suas palavras não são aovidas. Mas as palavras dos sábios aovidas, em silêncio, vale mais do que os gritos de quem governa entre todos. Melhor é a sabedoria do que armas de guerra. Mas um só pecador, deixo-me ver o que há de mais. O que há de mais? O que há de mais? Mas um só pecador, destrói muitas coisas boas. Isso é verdade. E por isso, a sabedoria é uma grande força. A verdadeira sabedoria não é você se levantar ou achar ou dizer que são muitos sábios, mas a verdadeira sabedoria é crucial para governar assim mesmo. E para navegar esta vida e interagindo com outras pessoas. Isto é, a sabedoria segundo Deus vai ajudar a você a resolver problemas na vida, na interação com outras pessoas. Sim, ninguém é perfeito. E por isso precisamos navegar através disto de consabdoria. Vamos entender isto bem. E depois, no versículo 20, que já lemos previamente, e que dizia este sete versículo 20, não há uma justa sobre a Terra que faça bem e que não peca. Todos pecam. E isto é o que ele mencionou na oração dedicatória do tempo. Veja, em primeiro rei, capítulo 8, versículo 44, em 16. Primeiro rei, capítulo 8, versículo 46.
Primeiro rei, capítulo 8, versículo 15. Quanto pecar em contra ti, hoje não há um homem que não peque. E tu, tem gnares contra eles e os entregares às mãos do inimigo a fim de que os leve cativos à Terra, longe ou perto de um deje, e na Terra onde forem levados, querido caírem a si, esterem, arrependerem-se, e se converterem, etc., etc. Por isso vemos que Salomão, na sua oração dedicatória ao tempo, ao bloco-tempo, também afirmou que todos pecam e há necessidade de arrependimento e súplica. Por isso, nenhum de nós tem direito a uma vida sem problemas, porque realmente merecemos é a pena o salário do pecado, porque todos pecam, todos pecam-nos. E por isso, tudo que nós temos é uma benção. A vida é uma benção. E isso é através da graça e da misericórdia, de Deus. Depois, lembramos no versículo 21 e 22. Não apliques o coração a todas as coisas que se dizem para que não venhas a ouvir o teu servo a mal-de-suarte, pois tu sabes que muitas coisas tu mesmo tens a mal-de-suar dos outros. E por isso, não fiques chateado, não fiques abroçido, quando outros, mesmo aqueles em que você tenha confiança, falam mal de você às suas costas. Como você sabe, que você já falou mal de outros. E por isso, vemos aqui que o valor da sabedoria não é levar tudo, digamos assim, muito a sério como uma maneira de enfrentar as dificuldades comuns nesta vida, quer dizer, tudo muito afritivamente, não ficar ansioso desnecessariamente, porque mais cedo ou mais tarde, vai acontecer que vamos ouvir que alguém diz algo sobre nós, que foi indicado, ou que era falso. E por isso, já aumenta nossa primeira reação, ou talvez seja ter raiva contra essa pessoa, ficar irado, ou ficar muito triste, ou ficar muito triste, e por isso, diz assim, o que devemos fazer é deixar isso passar, por dizer assim, não apliques o teu coração a todas as coisas que se dizem, isto é, deixe isso passar, não te preocupes com isso, deixe-me, deixe-me. Por possívelmente, essa pessoa disse isso sem preocupar, sem preocupar, sem pensar, sem deliberamente planujar para nós estarmos a ouvir isso, ou, poder ter falado isso no momento de fraqueza, ou no momento em que teve um erro de julgamento, e por isso, não vale a pena estar a ouvir isso, por isso, a vá causar mais problemas. Então, continuando a ler no ciclo 23, tudo isto experimentei pela sabedoria, e disse, tornando-me ais-sábio, mas a sabedoria estava longe de mim. Tudo que está longe, e muito profundo, quem o achará? Apliquei-me a conhecer e investigar e a buscar a sabedoria ao meu juízo de tudo, e a conhecer que a preversidade é insensatez, e a insensatez ocorre. Aí, vemos que o sermão descobriu que as respostas estavam muito fora de nós, termos todas as respostas, e que nem entendemos tudo. E vimos esta busca que ele está a mencionar, no ciclo 25, vimos nos primeiros capítulos de Iglesias, e abordámos isso, e decidiu fazer essa investigação. E depois, no versículo 26, diz, achei coisa mais amarga do que a morte, a mulher cujas corações não redas e laços, a mulher cujas corações são redas e laços, e cujas mãos são grilhões, e quem for o bom diante de Deus fugirá dela, mas o pecador virá a ser o seu, o seu prisioneiro. Então, o que é que ele está a dizer? Está a dizer mal das mulheres? Porque é assim muito direito? Parece ser isso. Mas, veremos, primeiro, ele acabou de mencionar e precisamos reconhecer que a preversidade é inciência de Deus, desde o versículo 25, e a reconhecer que a preversidade é inciência de Deus.
E, por isso, a mulher descrita no versículo 26 pode ser uma personificação disso, disso. Por exemplo, quando lemos o início do livro dos provébios, está a falar da sabedoria. E quando lemos no livro dos provébios, está a falar da sabedoria, ou está a falar da loucura, está a contrastar, contrastar isso como uma mulher. E, por isso, é uma metáfora. Vemos, assim, uma personificação.
Não é que ele está a dizer mal das damas, mas ele está aqui a dar uma personificação dessas duas questões, preversidade e inciência de Deus, e está a personificar isso. Por isso, pode ser uma possibilidade. Segunda possibilidade. Pode ser que Salomão aqui esteja falando de uma mulher real, ou de várias mulheres com quem ele teve suas experiências. Por isso, pode fazer sentido quando pensamos, nunca aconteceu na vida de Salomão e na experiência pessoal dele. Suas muitas mulheres o afastaram de Deus, a ponto de construir santuais pagãos para elas e participar da duração idolatra. Sua idolatra. Primeiro reis, capítulo 11, versículo 2 a 4. Vemos aí, primeiro reis capítulo 11, versículo 2 a 4. Vemos assim, mulheres das noções de que havia o Senhor dito aos filhos real, não caseis com elas, nem casei em elas com vosco. Pois vós perverteria um coração para seguir os seus deles, e estas se apagou Salomão pelo amor. Tinha 700 mulheres, princesas e 300 concubridas, e suas mulheres lhe perverteram um coração, sendo já velho, que seus mulheres lhe perverteram um coração para seguir outros deuses, e o coração não era de todo fiel para com o Senhor seu Deus, como fora o de David seu pai. Então, Salomão seguiu a estarote, deus dos Sidónios, e Melcom, a bombulação dos harmonias. Por isso é possível, por causa da experiência dele, que ele está a dizer isso acerca dessas mulheres, com que ele teve as suas experiências pessoais. Ora, espere-se, que Salomão, talvez, espere-se, é o que nós preferimos, que isso seja, mas não sabemos se é ou não, que Salomão finalmente se tenha arrependido, e o livro de Icosiástes seja um repúdio à sua antiga apostasia. Outra possibilidade deste reciclo 26, é que Salomão está falando, em geral, do perigo, de ser destruído por causa de imoralidade sexual, por sedição a estas atividades sexuales, e que ele talvez teria visto isso a observar outros, não apenas o seu próprio caso, a sua própria situação, e pode ser o que seja uma combinação, todas as tropas de todas elas, todos os íntegres assim, pode ser uma por sodificação, da loucura, da felicidade, da sua experiência e esta sedução à imoralidade sexual. Ora, continuando então, no versículo 27 e 28, é isso que a Shei diz o preador, conferindo uma coisa com outra, para a respeito delas formar o seu juízo, juízo que ainda procuro e não a Shei, entre mil homens a Shei como esperava, mas entre tantas mulheres não a Shei nem sequer uma. Parece que ele está aqui, para a procura de uma pessoa sábia, ou justa, que não o desapontasse e não devemos tomar isso com algum tipo de medida do calibro espiritual dos homens versus o calibro espiritual das mulheres de uma mulher geral, por estar aqui a falar acerca da experiência pessoal de Salomão. O que diz? A Shei, isso é a experiência pessoal dele. E por isso a única conclusão que se pode chegar é que seja entre homens ou mulheres, uma pessoa que seja fiel, é uma coisa rara. Você entende? Um homem entre mil. Um homem entre mil, porque ele conheceu pessoalmente, vários amigos como homens, e, por exemplo, o pai dele, o rei David, que foi uma pessoa fiel. O profeta Natan, a Saf, para claro, nenhum deles era perfeito, mas ele teve a situação como pessoas que de facto foram fiéis, mas na experiência dele, no seu ar em de 700 mulheres e 300 concubinas, nenhuma delas era piadosa, e isso olha, que eu procuro e não achei, uma vez mais já experiência dele. Entre mil homens achei um, como esperava, assim, o pai dele, por exemplo, o profeta Natan, mas entre tantas mulheres não achei nenhuma, assim, entre tantas mulheres, mil mulheres, 600 mulheres e 300 concubinas, não achei nenhuma.
Mas, por isso, ver-se que ele não teve essa experiência no seu vasto ar em? Sim, ele vive, ele menciona, que é importante viver alegremente com a esposa que temos, e se menciona em Clésiastes capítulo 9, versículo 9, diz assim, gosa a vida com a mulher que amas todos os dias da tua vida fugaz. Por isso, ele não está a dizer mal às mulheres, também lembre-se que o livro de Proverbios termina em Proverbios 31, versículo 10 a 31, como dando um ilugio à mulher virtuosa. Proverbios 31, versículo 10, até ao fim do Proverbios. Mulher virtuosa quem achará? O seu valor muito excede e afina joias. O coração do marido confia nela, e não haverá falta de engano. Ela le faz bem e não mal, todos os dias da sua vida. E por isso, ele não está a comprar as mulheres, e quem trazer na experiência dele, as pessoas que encontrou, não teve essa experiência. E por isso, continuando em Creziestos e concluindo esta secção, no versículo 29, a exucutão somente a cheio, e para falar está claro, há certas homens e mulheres. Ele diz assim, que Deus fez o homem a ser, mas Ele se meteu em muitas instruções. Isto, achei e estou a concluir que, e aqui está a falar o homem, a palavra homem, é adão.
Como no final do capítulo 6, também é adão. Na verdade, em Ibraque, é ha-adão. Ha-a-ha-adam, quer dizer, o homem, a palavra usada aqui, de modo que está a referir-se à criação do homem e da mulher, no jardim. Veia aí, do homem isto é a humanidade. A toda raça humana, que veio do adão. E por isso, o que está a fazer? Que achou que Deus fez a humanidade, especificamente o homem, o adão, reto.
O homem, a humanidade, as pessoas, homens e mulheres. Deus nos fez para vivermos uma vida reta. Correta. Mas Ele se meteu em muitas astúcias. A palavra astúcia é traduzida, também aparece a palavra ebraka, foi usada aqui para astúcias, aparece uma outra vez, em segundo crônicas 26, versículo 15. Segundo crônicas 26, versículo 15. Fabricou-se em Jerusalém máquinas, de invenção de homens peritos, destinadas para as torres e cantos das moralhas para atirar em flecas, e as portas de um homem, que se chamava de um homem, que se chamava de um homem, que se chamava de um homem, que se chamava de um homem, que se chamava de um homem, para as portas de um homem, quem te chamava de homem, que se chamava de um homem.
Raf SS Wem Bim Bim A 보�adela rodavabina sem美元. Erico Cortex da òr. Existirro, kes don presidents еты Dancing, A gente já está abrindo as máquinas ou coisas que inventaram para fazer algo errado. E se ver se aqui que o homem foi feito à imagem de Deus sem pecado. O primeiro homem-guadão foi feito inicialmente sem pecado, moralmente inocente e fazendo o que Deus disse mas sempre com o livro abitido. Embora ele ainda não tinha desenvolvido um caráter justo, pois não tinha tido teste de terminação, vemos aqui, na escritura, que o adão foi feito reto.
Deus fez o homem reto, moralmente tem a capacidade de fazer as coisas retamente, moralmente tem essa capacidade. E Deus já ensinou o adão, os seus princípios, as suas leis e o deu em assinamento. E por isso Deus criou o adão para agir corretamente e reforçou isso com sua instrução. Inicialmente, adão obteceu assim como era. Mas quando veio esse teste dessa moralidade através de Satanás, por uma forte tentação de desobtecer a Deus, quando eles tinham vivido a vítrio, eles pecaram.
Por isso a conduta, a maneira de eles viver, a moralidade se tornou em imoralidade. E então, o que tem a acontecer é que toda a humanidade tem seguido mesmo um caminho. Por isso quando nós nos seremos, como bebés e tudo, estamos nesta situação em que temos a capacidade de fazer coisas boas e corretas, de ser justos. Por isso quando Jesus Cristo nosceu como um homem, veio na carne, se encarnou, tinha essa possibilidade igualmente como todos nós. Mas Ele nunca pecou, mas os homens pecaram, a humanidade pecou. Está aqui a referir-se à humanidade. E por isso o homem, na sua natureza, por debaixo de suas pressões carnais, da sua carne, veio a pecar.
Felizmente, através do Última Dão, como lembramos em Coríntios capítulo 15, pela primeira dão todos morrem, mas pelo segundo dão, pela última dão, todos tivamos a oportunidade da vida interna. Por meio de Jesus Cristo, podemos nos tornar fiéis a Deus, justos, viver o caminho certo, após o arrependimento e continuamente usando o poder do Espírito Santo para vencermos. Por isso, o contexto desta secção do livro de Jesus Cristo, é que, se algumas pessoas pensam que são justas, mais, porque pensam que Deus é injusto, porque Ele não traz punição rápida aos malfeitores e não traz alívio instantâneo, por compensa a nós, que somos boas pessoas, ou pessoas, várias pessoas, por isso está aqui neste contexto, esses que pensam que Deus é injusto, é-se, no então, considerando que o castigo que eles merecem, que nós todos merecemos, na nossa vida diária, porque nós pecamos, e se não fisicamente, pelo menos em pensamento, por isso, ele está aqui, se lembra-se que este é o contexto deste capítulo.
E, mais felizmente, temos a capacidade de receber o perdão de Deus, de sermos conhecidos como justos diante de Deus, por meio de a sua misericórdia e o seu plano de salvação. Deus tem um grande plano para nós, mas eu permito nós passarmos por estas dificuldades, para nos fazer melhores pessoas, porque é a razão por certas problemas, certas dificuldades, muitas vezes não sabemos, mas temos que ter confiança em Deus.
Por isso, devemos estar gratos, que Deus nos levou a o dependimento, que Deus não nos destruiu quando éramos pecadores, e com ela vai fazer e dar o mesmo perdão a todas as outras pessoas do mundo que ainda não reconheceram. E por isso podemos dar glória a Deus por causa do que Ele está fazendo.
Em nós, embora temos um período nesta vida, vai ser um período difícil, mas a glória seja a Deus, porque Ele tem o plano e Ele sabe o que é melhor para nós.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).