Epístolas de Paulo 19 - Gálatas 4

1 a 4:11

Este estudo bíblico de Gálatas, cobre a secção dos rudimentos do mundo e dos rudimentos fracos e pobres.... Estava Paulo a falar da Lei de Deus? A que é que Paulo se referia quando diise: "Guardais dias, meses, e tempos, e anos"? Estava a dizer que não precisamos observar e guardar o Sábado e os dias Santos de Deus? Para aprender mais desta secção da epístola de Paulo, ouça este estudo bíblico.

Transcrição

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Bom dia ao botar, queridos irmãos, aqui, as jovens que estamos falando de vocês, de Sansanetti. Hoje, queridos irmãos, desejamos continuar com o estudo da epístola aos Galatas. Nós, nos estudos prévios, vimos a razão de Paulo escrever esta epístola, porque haviam certos judaísas, dizendo que precisavam obtecer as leis rituais e as ceremoniais para poderem ser justificados. Paulo, como vimos, fez um grande esforço para provar que somos justificados de graça, mediante a fé dos os Cristo e não por obras de qualquer lei. No estudo anterior, dedicámos também muito tempo à explicação de Galatas 3 versículo 19, explicando que a lei foi adicionada, por causa das transgressões da lei. Até que vier-se o descendente a quem se fez a promessa. O descendente que está claro é Jesus Cristo.

Mas lembrem-se que a maioria dos membros da Galatas eram gentios com ideias nósticas. E por isso haviam dois problemas. Sim, dois problemas com os quais Paulo teve que lidar.

No quarto capítulo de Galatas, que é onde vamos começar a estudar hoje, Paulo, então, no meio deste capítulo, ou um pouco para dentro deste capítulo, então dirige-se ao outro grupo. E por isso vemos que no meio da epístola, ele muda, digamos assim, o assunto de quem está a falar. E por isso é que as escrituras de Paulo são difíceis de entender. Vejam comigo se faz favor em segundo Pedro, segundo Pedro. Capítulo 3, versículos 14 a 17. Segundo Pedro, 3, 14 a 17.

Que diz assim, por esta razão pois amados, esperando estas coisas empenháveis por seres achados por ele em paz, sem mácula e irrepreensíveis, e tendo por salvação a longa animidade de nosso Senhor como, igualmente, o nosso amado irmão Paulo vos escreveu. Segundo a sabedoria que lhe foi dada, ao falar destes assuntos como, de facto, costuma fazerem todas as suas epístolas, nas quais há certas coisas difíceis de entender, que os ignorantes e instáveis de turpão, como também de turpão as demais escrituras, para a própria destruição deles.

Como vemos aqui, há certas coisas nas epístolas de Paulo que são difíceis de entender. Continuando no versículo 17, pois vos amados, provenidos como estáis de antemão, a Caltelive, não suceda que, arrastados pelo erro desses insubordinados, descaias da vossa própria firmeza. Por isso, tenham cautela, tenham cuidado para não descaírem da vossa própria firmeza. Então, vamos continuar, então, a lerem dálatas. Vamos começar, hoje, do versículo 1, do capítulo 4.

Versículo 1, do capítulo 4, e diz assim, Digo pois que, durante o tempo em que o herdeiro é menor, há nada de férredo escravo, posto que ele, que é ele, Senhor de tudo. Isto é um fato, particular, digamos assim, um fato normal, o servente. É temporariamente sobre a criança, sobre o menor.

Mas isso é só para treinar a criança. E Paulo está a dar aqui um exemplo, continuando no versículo 2, mas está sobre tutores e curadores, até o tempo determinado pelo pai. Isto é uma pessoa que é menor, uma criança, ou até a uma idade que o pai dele diz que, então, já é adulto e já pode fazer as suas próprias decisões, seja por exemplo, na cultura hoje em dia, seja aos 18 anos, aos 21 anos, ou seja, quando essa pessoa esteja madura, os pais dizem bem, pronto, então agora já fazes as suas próprias decisões.

Mas como se ler aqui, é que uma pessoa, quando é menor, quando é da menor idade, nada difere de um escravo. Por que? Porque está sobre as instruções de um tutor ou de uma pessoa que o está a ensinar, por exemplo, o escravo. Mas quando for adulto, então, é diferente, porque isso é simplesmente uma coisa temporária enquanto é criança.

Quando é grande, então, a ler no versículo 3? Assim, também nós, quando éramos menores, quando éramos, digamos assim, antes de ser convertidos, estávamos severamente sujeitos aos rodimentos do mundo. E aqui está claro, depende de quem está a falar. Mas está a falar, particularmente do que tem que estar a falar, dos judaicos e dos judaizas e nós, nós como Paulo de si próprio, está a falar de si próprio, nós, está a falar dessas pessoas. Ora, vejam também o que está a dizer. Estávamos debaixo do treino dos rodimentos do mundo, do mundo físico.

Aqui é onde as pessoas se confusem, confundem e temos que descrever isto cuidadosamente e com carinho e vagarinho. Ora, a palavra rodimentos vem da palavra greca stoikeno, ou STOICHENO, stoikeno, que é, digamos assim, um princípio básico, ou os elementos básicos. Isto é qualquer coisa, por exemplo, da que outras coisas que pertencem, por exemplo, a uma série ou um grupo de coisas compostas, vêm, por exemplo, certos produtos químicos, vêm de certos elementos básicos.

A combinação de certos elementos básicos produzem um produto químico diferente. E por isso, tem estas fórmulas químicas, que são os elementos básicos, juntos, para fazer um certo produto químico. E, por isso, STOICHENO, pode ser simplesmente um elemento físico, um elemento básico físico, ou pode ser a primeira coisa, ou coisa principal, por exemplo, os elementos, ou rudimentos primários e fundamentais de qualquer disciplina, por exemplo, de uma arte, ou de uma ciência, ou seja, a disciplina que seja. E, por isso, são os elementos rudimentares, os elementos básicos.

Vijamos, por exemplo, em 2 Pedro 3, versículo 10, que diz assim, virá, entretanto, como ladrão, o dia do Senhor, no qual os céus passarão com estrepitosos tronos, e os elementos, isto é, a mesma palavra grega aqui, os elementos, se desfarrão abrazados. Também a terra e as obras que nele existem serão antigidas. Isto está a falar, os elementos que serão, desfarrão abrazados, quer dizer, os elementos básicos se queimarão, porque vai ser uma coisa física, e neste caso, a palavra stoikeno está a referir a coisas básicas físicas.

Mas, nem sempre, a palavra stoikeno pode ser usada para outras coisas. Por exemplo, aqui, no versículo 3 de Gálatas, capítulo 4, quando diz, estávamos serviumentos sujeitos aos rodimentos do mundo.

Aos rodimentos do mundo, esta palavra stoikena, refere-se não aos elementos físicos, mas refere-se a elementos básicos do treino religioso ou da cultura religiosa, digamos assim, que tenhamos tido.

Ora, quais são as regras do estudo bíblico? Quer dizer, irmãos, as regras do estudo bíblico, isto é, as regras de hermeneutica, são várias, e uma delas é o princípio de extrair do texto o que diz no texto. Isto chama-se exagesse, que é extrair do texto o que o texto diz. Outras palavras, é ler dentro do contexto e ver o que diz.

E por isso, o que está a falar aqui acerca desses rodimentos do mundo?

Quais são os elementos do treino religioso que eles tinham? E, debaixo do contexto, vemos que no versículo 2 diz assim, está a falar de um contexto, a dizer que estamos sob tutores e curadores até ao tempo determinado pelo pai. Eles estavam sujeitos a tutores e curadores até ao tempo determinado pelo pai. Está claro, estava a falar aqui como exemplo de físico de uma pessoa humana e que se submeta ao seu pai físico, mas a analogia também é acerca de as pessoas judaicas que tinham tido um certo tutor e curador até ao tempo determinado pelo pai espiritual, porque estavam sujeitos a certa educação física, por exemplo, à circuncisión física, aos rituais do tempo, às ofertas de bodes, de bois, de rolas e até mesmo certas lavagens ceremoniais, que, como lemos no estudo prévio, foram adicionadas no SINAI, no SINAI, no SINAI, no tempo do SINAI, como lemos, por exemplo, em Galatas 3, versículo 19, foram adicionadas por causa das transgressões, está claro, transgressões da lei, como explicamos cuidadosamente no estudo prévio. E essas coisas foram adicionadas temporariamente por tempo determinado pelo pai, como se lêem em Galatas 4, versículo 2, ou, como lemos em Galatas 3, versículo 19, até que viesse o descendente a quem se fez a promessa. E explicámos isso claramente, que o descendente é Jesus Cristo. Foi Jesus Cristo a quem foi feita a promessa, através do descendente de Abrão, sendo descendente Abrão. E, por isso, essas leis físicas de cerimónias, de rituais do templo, ofertas de bodes, lavagens ceremoniais, foram todas temporárias até à vinda do descendente a quem foram feitas as promessas. E, por isso, esse descendente foi Jesus Cristo e, por isso, essas coisas físicas que foram leis baseadas no templo, leis levíticas ou temporárias, por tempo determinado, enquanto éramos, digamos assim, crianças espiritualmente, estamos a falar espiritualmente, está claro, essas coisas atuaram como um tutor, um mentor, como leemos no versículo 2, para ensinar o povo, o povo com que Deus estava a trabalhar, isto é, para ensinar esse povo, para apontar esse povo adiante à realidade, que é o Supremo e final, sacrifício de Jesus Cristo, o Supremo ato de lavagem do sangue de Jesus Cristo. Mas agora, que Jesus Cristo já se sacrificou, esses elementos básicos que eram o nosso tutor, esses elementos físicos deste mundo, já não são necessários, porque temos Jesus Cristo, que é do mundo vindoro, que é espiritual, não é deste mundo físico. E por isso, esses elementos, ou rodimentos, ou esses elementos básicos do treino religioso, que eram tutores e curadores, já não são necessários, pois temos o sacrifício de Jesus Cristo. É o que estamos a ver aqui, nos versículos 1 a 3, de Galatas 4. Continuando, então, no versículo 4 e 5, veste claramente, dentro deste mesmo contexto, que é a disse que está a falar, porque diz assim, vindo porém, a plenitude do tempo, isto é, quando se chegou ao tempo completo, a hora correta, que foi determinada, pelas escrituras, para vir o Messias na sua primeira vinda, Deus enviou seu filho, isto é, o Messias, nascido de mulher, nascido sob a lei. Jesus nasceu debaixo da pena da lei, porque nós estamos, todos como seres humanos, debaixo da pena da lei. Por que? Porque pecamos e estamos debaixo dessa pena, porque o salário do pecado é o que? Sim, o salário do pecado é o que? Vejam comigo brevemente, mantenham o dedo aí em Gálatas, mas vejam brevemente em Romanos 6, versículo 23. O que é que diz? Porque o salário do pecado é a morte.

Mas o dom gratuito de Deus é a vida eterna. A vida eterna é um dom, não é um salário. Mas o salário, o resultado, a recompensa, digamos assim, do pecado é a morte. E por isso todos nós vivemos debaixo da lei, debaixo da pena da lei, todos estamos sob a lei, sob o que a lei diz que estamos sujeitos às, a morrer quando desoptecemos, e por isso estamos sob essa pena. E contigo a la ler, então, no versículo 4, Deus enviou-se filho, nascido de mulher, nascido sob a lei, para resgatar os que estavam sob a pena da lei. A fim de que recebéssemos a filiação de filhos, assim que recebéssemos os direitos completos de que filhos têm direito, porque eu acho que está a falar aqui no versículo 1, que somos herdeiros, herdeiros como filhos. E por isso estamos debaixo deste treino de tutores e coradores, que eram as leis físicas que foram adicionadas por tempo determinado, até que dié a sotescendente a quem se fez a promessa, que é Jesus Cristo. Por isso, como lemos, nós estávamos, versículo 3, serviomente sujeitos aos elementos básicos do treino religioso. Não está a dizer mal disso, está a dizer que eram elementos básicos deste mundo físico, para treino religioso neste mundo físico. Mas versículo 4, vindo porém, a plenitude do tempo, isto é, tendo o tempo correto, tendo o tempo estado completado exatamente como foi declarado pelos profetas. Deus enviou seu filho, isto é, o Messias, nascido de mulher, nascido sobre a lei, para resgatar os que estavam sob a lei. Isto é sobre a pena de lei, a fim de que recebamos a filiação de filhos. Recebamos os direitos completos, todos os direitos de sermos filhos dele. E por isso, vós, sou os filhos. E porque vós, sou os filhos, somos filhos mesmos, nós somos adotados, somos filhos. Enviou Deus, ao nosso coração, o Espírito de seu filho. O Espírito de Deus, que é o Espírito de Jesus Cristo, que é o Espírito de Deus, é o mesmo Espírito. E por isso, que aclama Abba Pai, que aclama Papá. Papai, o nosso Pai Eterno, o nosso Papai Eterno, o nosso Papá Eterno. E por isso, vemos aqui, que está a explicar que este ensinamento era temporário, até Jesus Cristo vier. E o sacrifício de Jesus Cristo, que é o sacrifício dele, que é o sangue dele, que é o sufrimento dele, que é a morte dele, é para nós. E este, digamos assim, é o que as outras coisas estavam a apontar, o que as outras coisas eram sombras. E a realidade é Cristo. De sorte que, versículo 7, já não é escravo, porém filho.

E sendo filho, também é herdeiro de Deus, por Cristo. Também é herdeiro de Deus, por Cristo, como escreve, na versão almeida revista e corrigida, assim como na almeida corrigida e infial. É herdeiros de Deus, por Cristo.

Até aqui vemos. Mas agora aqui vemos o problema, porque a partir do versículo 8, Paulo está a mudar o tema.

Isto, digamos assim, é um ponto de pivô, porque diz assim, Outrora porém. Outrora porém está a falar aos gentios, não conhecendo a Deus. Se em vocês que eram gentios, Outrora porém, não conheciam a Deus. Servias a deuses, que por natureza não são. Serviam a deuses, ou outros deuses. Está a falar aqui de politismo. Servias a deuses. Está a falar de um politismo. Isto é servir a mais do que um deus. Nós só temos um deus único, que é o pai. E por isso nós estamos debaixo do que se chama, digamos assim, um monoteísmo.

O judaísmo, o cristianismo e o islão hoje em dia são as únicas religiões, digamos assim, que suportam o monoteísmo. Mas o judaísmo está claro, não existia nesse período. E por isso estamos aqui a falar que essas pessoas, é o que o pai está a dizer. Outrora porém, no versículo 8, não conhecendo a Deus, o Deus verdadeiro, o único Deus, servias a deuses, um politismo. Servias a deuses, que por natureza não o são.

Queridos irmãos, estamos aqui agora a provar que o Paulo mudou, digamos assim, o tema de falar de judaísas, mas está a falar agora de tradições pagais. Porque veja aqui, continuando então a ler no versículo 8 e 9. Servias a deuses, que por natureza não o são, mas agora, que conheceis a Deus, o Deus verdadeiro, ou antes, sendo conhecidos por Deus, ou digamos assim, o melhor, porque vocês são conhecidos por Deus, vocês conhecem a Deus e também são conhecidos por Deus.

Como estás voltando? Vês aqui como estás voltando? Lembre-se que estas pessoas eram gentios, a maioria deles eram gentios e por isso estás voltando outra vez. Vê que estava a falar outra hora, estás voltando outra vez. Há os rodimentos fracos e pobres. Vê-se aqui, uma vez mais, que está a falar da palavra grega, grega, stokeia, ou stokeino, que agora está a falar de rodimentos fracos e pobres, está a falar de outros elementos, porque está a falar de elementos fracos e pobres, aos quais de novo, queres ainda escravizar-vos. Vê-se aqui que está a falar de sermos cravos, de rodimentos fracos e pobres. Não está a falar de convertidos judaicos, mas de convertidos pagãos para não voltar em patrás.

Ora, queridos irmãos, se insistimos que os problemas dos gáletas eram somente problemas induzidos pelos judaísas, então, podíamos concluir irradamente, sim, podíamos concluir de uma maneira incorreta, sem extrair do contexto, o que é bem claro neste contexto, que os rodimentos ou elementos, neste caso, em versículo 9, podíamos concluir que estes rodimentos fracos e pobres seriam os elementos ou os rodimentos judaicos.

Mas não é o caso, porque estamos a falar aqui de pagãos, que serviam a outros deuses e que estão a voltar outra vez para esses ensinamentos, treinos básicos de religião que tinham, que estavam a voltar ao que tinham, e eles eram pagãos, eram gentilos, e por isso que tinham, eram elementos religiosos básicos na educação deles, na cultura deles, da maneira que se desenvolveram e cresceram, que não eram judaicos, mas que eram pagãos, de uma raiz pagã. Por isso, é importante entendermos que havia outro problema em Gálatas. E isso por causa disso, eu usei um sermão inteiro, nesta série de estudos do livro de Gálatas, dediquei um sermão inteiro, antes de começar o estudo aos Gálatas, para descrever a vocês o problema do Nosticismo.

Por isso, cris irmãos, procurem esse sermão de novo e estudem de novo o problema nesse mundo romano, com as ideologias gregas, e sim, pois até tinham a língua grega. Esse era um grande problema dessa era, que afetavam os versões convertidos do paganismo ao cristianismo. E por isso é que diz, no versículo 8, que serviam deusos que não eram deusas.

E está claro que essas pessoas, na juventude, quando eram crianças, não tinham encocado na cultura deles os elementos judaicos. Por isso, os elementos que eles tinham sido treinados, ou digamos assim, os tutores e curadores dos gentios, não eram as leis cerimoniais, não eram os rituais do templo. Por isso, vê aqui como significado é duplo, porque no versículo 1 a 3, desde este capítulo, embora está a falar dos princípios judaicos, dá a começar a introduzir o princípio, que estamos debaixo de certas educações elementárias, quando somos crianças. E essas educações elementárias, ou rodimentos que fomos educados, que são, digamos assim, a base da nossa cultura, de como fomos educados, do ponto religioso, digamos assim, não estou a falar da cultura nacional, mas estou a falar da cultura religiosa.

Esse educamento básico, esse curador, esse tutor que recebemos, são do mundo e neste caso, falando às pessoas que vieram de um ensinamento gentil, para eles, esses tutores eram as legiões pagais. E por isso, veja aqui que esses rodimentos eram fracos e pobres. E está claro, não pode estar a falar de rodimentos fracos e pobres, falando da lei de Deus. Queridos irmãos, o mundo romano e os galatas estavam bem afetados, mesmo muito, pelo paganismo, antes da conversão deles, ao verdadeiro cristianismo.

Isto é ao verdadeiro evangelho, à verdadeira boa nova do reino de Deus. Alguns deles não estavam somente a judeizar, mas estavam a voltar às práticas antigas pagãs. Essas práticas eram parte das legiões mistreosas babilónicas. Para vos dar o melhor entendimento da origem desta, digamos assim, a duração de elementos, vamos então, por uns minutos, divergir um pouco, ou dar um desenho de um outro, de um outro, de um outro.

Vamos, por uns minutos, divergir um pouco, ou dar um desviozinho neste sermão, para vos explicar a origem desta duração dos elementos, ou dos rudimentos fracos e pobres, que eles queriam voltar de novo. Então, vamos descrever um bocadinho brevemente de coisas históricas. Inicialmente, na merode, o bisneto do Noé fundou a babilónia, babel. E depois do dilúvio, e organizou uma combinação, digamos assim, de religião e política, pela qual ele tomou controle completo do mundo da Antiquidade. E se lê-se em Genesis 10, versículo 8 a 10, e Genesis 11, 1 a 4.

O seu sucesso de nemerode, em organizar este governo mundial, desse mundo antigo, e as suas reclamações acerca de quem ele era, acerca dele próprio, fez aparecer o ensinamento do tal prometido acemente da mulher, que viria para salvar a humanidade por causa dos resultados da transgressão de Adão, e estabelecer o reino de Deus na Terra. Uma vez mais vou descrever isto de uma maneira para estar claro em vós. O sucesso que o nemerode teve nisto fez com que o ensinamento de que ele era o prometido, o prometido cemento da mulher, que viria para salvar a humanidade.

Isto é, em vez de apontar Pazus Cristo, que é o semente da mulher, que viria para salvar a humanidade, como podem ler em Génacias 3, versículo 15, ele fez a si próprio essa pessoa, o nemerode. Então, o nemerode foi chamado, o zoroéster, que na língua caldeia, ou isto é, na língua babilónica, significa a semente da mulher. As doutrinas do nemerode e os rituais da duração ficaram conhecidos como a religião da babilónia.

O bíblicamente ficaram conhecidos como se leem na Apocalipse 7, versículo 5, ficaram conhecidos bíblicamente como mistério a grande babilónia. Daí, a religião do nemerode se espalhou pelo mundo inteiro, para o Egito, para a Índia, para a China e para muitas outras partes a volta do mundo. Por exemplo, os jesuítas, os missionários jesuítas, ficaram surpreendidos encontrar figuras, ou figurinhas, da mulher e do bebê, da mulher, da mãe e do bebê no berço, ou bebê ao colo, quando chegaram à Índia, ou à China e até mesmo ao Tibé.

E ver se essas figurinhas, essa duração da mãe, que chamam hoje em dia a mãe de Deus, e o bebêzinho já existia e veio isso desta religião misteriosa de Babilônia, que veio-se inicialmente de nemerode. Nemerode e os seus sacerdotes ensinaram uma interpretação falsa da história de Adão e da Eva. E da natureza do homem. E desde então, o sistema educacional inteiro na Babilônia da Antiguidade foi controlado pelos sacerdotes de nemerode, e, mais cedo ou mais tarde, todo o povo educado foi bem indoctrinado na má interpretação dos três primeiros capítulos do livro de Genesis.

Nemerode então combinou o monoteísmo semítico com animismo. Isto é o objeto, que isto é que cada objeto da natureza, que cada coisa, o objeto da natureza, é habitado por um espírito diferente. E então produziu o que chamam o Panteísmo. Daí, isto é o ensinamento, que Deus é tudo e tudo está em Deus. E por isso, Deus foi ouveia ser conhecido como a própria natureza. Então, a natureza, digamos assim, entre parênteses Deus, era composta, no ensinamento deles, por quatro elementos. Primeiro, a terra, que trouxe a vida. Segundo, a água, que o mudece a terra. Terceiro, o ar, o éter, o espírito, que dá a vida, o espírito da vida. E quatro, em ponto quatro, o fogo do sol, que dá a luz e aquecimento.

E assim, a criação por si própria, a criação foi adorada como se fosse um Deus, ou como a alma do universo. E por isso é que Paulo denunciou esta perversão. Vejam comigo, em Romanos capítulo 1, versículo 25. Que lhes diz assim, pois eles mudaram a verdade Deus em mentira, adorando e servindo a criatura em lugar do Criador, o qual é bendito eternamente a mãe. E por isso, como tenta-lhe explicar, a natureza de Deus, perdão, a natureza, isto é o que eles pensavam que era Deus, a natureza consistia de quatro elementos, a terra, a água, o ar ou o éter e o fogo.

E cada um destes elementos da natureza foi dado, digamos assim, um espírito dessa natureza, um elemento invisível dessa natureza. Daí os elementos, a duração dos elementos. Por exemplo, a terra, nesse ensinamento, era habitada por nomos, ou anões e alfos, e cada um era dado uma certa responsabilidade em guardar certas tesouros da terra. A água era habitada por seres invisíveis, que chamavam as ondinas. O ar era habitado por seres imaginários, chamados silfos, e o fogo era habitado por imaginários répteis mitológicos, que eram capazes de viver no fogo. E daí, cada classe da natureza, deste espírito da natureza, desta combinação de natureza e espírito, que era composta de um dos quatro elementos, daí, como disse, os princípios dos rudimentos ou elementos, os quais, à morte, eram simplesmente desintegrados para esse elemento.

Por isso, estes espíritos da natureza, à morte, eram desintegrados para esse elemento particular. E, por isso, eram ditos que tinham certas personalidades correspondentes aos quatro sinais astrologicos físicos, representando o toro, o escorpião, o aquário e o lião, respectivamente. Por isso, esses elementos, então, pensavam que viviam cerca de 300 a mil anos e, assim, para os babilónios, Deus para eles era a natureza, de uma maneira geral, consistindo de vários deuses chamados-nos os elementos, os rudimentos, de que estamos a ler aqui em Gáulatas, são estes rudimentos fracos e pobres.

Os sacerdotes ensinavam que esses elementos, ou rudimentos, eram invisíveis, de baixo da maioria das circunstâncias, porque esses elementos viviam numa, digamos assim, numa vibração completamente diferente da do homem. Os elementos, então, eram pensados que se tornavam visíveis para aqueles que tomavam certas drogas, como se lê em Apocalypse 1823. Assim, os sacerdotes eram geralmente chamados de feiticeiros, que em grego vem a palavra farmáquia, donde hoje em dia se vem a palavra farmácia.

O escritor salvador, salvatar, no livro As Ciências Occultas, descreve assim, que eram frequentemente nas cerimônias antigas da Antiguidade. E eles faziam isso antes de consultar o oráculo de trofónios, então, eles eram untados com óleo sobre o corpo inteiro. E esta preparação certamente fazia com que eles tivessem esta desejada visão, porque eram certas drogas, digamos assim. O livro de Hislop, no livro As Duas Babilónias, na página 166, diz, eles estavam ungidos com estes, digamos, estas pomadas mágicas, do tipo, num tipo muito forte.

E todas estas pomadas eram a maneira de introduzir para dentro dos corpos delas certas drogas, que excitava as imaginações delas para e adicionavam ao poder certas bebidas, digamos, mágicas, que eles recebiam e que eram preparadas para as visões e revelação e eram para ser feitas a elas nestes mistérios. E, por isso, como vemos, esta crença dos elementos era provavelmente o resultado de alucinações que eles tinham por causa de beberem estas bebidas e intoxicantes e destas pomadas com drogas.

O sacerdote estava drogado, ou iniciado nesta tradição, tinha todos tipos de visões e alucinações e era acreditado que ele estava a ver criaturas invisíveis. Isto é, os elementos ou estes rodimentos fracos e pobres. Daí, o que se lê em Gálatas 4, versículo 9. Por isso, isso é um pouco, como eu disse, desviar-me um bocadinho, por uns minutos, para explicar isto a vocês. Mas, vigemos também usando o princípio de regras ermonóiticas. Isto é lendo ou estreindo do contexto que diz, porque aqui no contexto está a falar de rodimentos fracos e pobres.

E certas pessoas dizem, ah, os rodimentos fracos e pobres é a lei de Deus. É o sábado, por exemplo, parte da lei de Deus. É os regras santos. Ora, pode ser a lei de Deus, uma coisa fraca e pobre. Temos que ver o que Paulo, ele próprio, escreveu mais tarde, no livro de Romanos, sim, porque o livro de Romanos foi escrito depois do livro de Gálatas. E então, vigemos, no Romanos capítulo 7, versículos 2, 12, Romanos 7, versículo 12, diz assim, por consequente, consequente, a lei é santa e o mandamento santo e justo e bom.

E depois, no versículo 14, diz assim, por quem sabemos que a lei é espiritual? Isto é eterna. Por isso quer dizer, irmãos, a lei de Deus não pode ser fraca e pobre. O próprio Paulo observava, que, irmãos, o sábado pode ler no livro de Atos, que ele ensinava os judeus e os gentios no sábado.

Ora, se fossem fracos e pobres, certamente ele diria, não, não vou estar a ensinar a vocês, no sinagógico, no sábado, e não convidar os gentios para juntar a ele. Aliás, cris irmãos, lembrem-se que Paulo falou positivamente acerca da lei sacrificial. Embora fosse temporária, ele falou positivamente da lei sacrificial.

Vejam comigo, se faz favor em Ibreus, capítulo 9, versículo 13. Ibreus 9, versículo 13, que diz assim, portanto, se o sangue de botes e de toros e, assimzada, uma novia, as perdidos sobre os contaminados, os santificam. Isso é falar positivamente, os santificam, quanto à purificação da carne. Não está a dizer mal deles? É não temporários, mas não nos demora, não está a dizer mal deles.

Por isso serviam um bom propósito. Por que? Porque esses assinamentos físicos, levíticos e sacrifícios, apontavam um relacionamento com Deus. Era um parte do relacionamento com Deus, embora fosse temporário. E, por isso, continuando, versículo 9, de Galatas, capítulo 4, diz assim, como estás voltando outra vez? Sim, voltando outra vez. Tão a regressar a esses assinamentos fracos e pobres dos rudimentos pagãos desta religião, babilónia, o mistério, o grande mistério babilónico, que, infelizmente, ainda existe a volta de nós hoje em dia. E, por isso, queridos irmãos, então temos uma pergunta aqui. Então nós, na Igreja de Deus Unida, entendemos que Deus requer de nós a guarda dos dias santos e do sábado? Sim. Faça a pergunta outra vez. Então nós entendemos, nós, na Igreja de Deus Unida, entendemos que Deus requer de nós a guarda dos dias santos e do sábado? Sim. Sim, nós, na Igreja de Deus, entendemos que Deus requer de nós a guarda dos dias santos e do sábado? Ora, lembre-se que a falha no relacionamento da antiga aliança foi do povo e não da lei. A aliança não era corrupta, a aliança, a antiga aliança não era má. O problema foi no povo. Vejam em Hebreus capítulo 8, Hebreus capítulo 8, versículo 8, 8, 8. Diz assim, e, de facto, repreendo-vos diz, eija-e, vem dias, diz o Senhor, e firmarei nova aliança com a casa de Israel e com a casa de Judah, não seguindo a aliança que fiz com os seus pais no dia em pela mão, para os conduzir até a fora da terra do Egito. Por quê? Pois eles não continuaram na minha aliança e eu não atentei para eles, diz o Senhor. O problema foi deles porque eles não obteceram a aliança. Não houve problema nenhum com a aliança, não houve problema nenhum com a lei da aliança antiga. O problema era que eles não obteceram a aliança. Não obteceram às leis. E por isso continuando então no versículo 10 de Ibraeus capítulo 8. Porque esta aliança, isto é a nova aliança, que firmarei com a casa de Israel depois daqueles dias, diz o Senhor. E o que é aliança? Aliança é que afirmarei individualmente entre cada pessoa e Deus na mente e no coração dessas pessoas. O que é que Ele vai afirmar? Digamos continuar aqui a ler no versículo 10. Na sua mente imprimirei as minhas leis. Não há nada errado com as leis de Deus, mas vai imprimi-las nas mentes para eles de facto obtecerem. E também sobre o seu coração as inscreverei. E eu serei seu Deus, e eu serei o meu povo. Não há nada errado com as leis de Deus. As leis de Deus não são fracas e não são pobres. São santas, são espirituais, são internas, são boas.

Então continuando, então, em Galatas 4, versículo 9. Diz assim, como estás voltando outra vez aos rodimentos fracos e pobres? Isto é aos elementos pagãos, e estes deuses falsos, porque, como diz no versículo 8, servias a deuses que por natureza não são. Sim, eram deuses da natureza, que eles entendiam como deuses da natureza, mas não são. Não são deuses. São falsificações. São ensinamentos iniciados por membro-road e a da inspiração de Satanás. E por isso que, como diz como estás voltando outra vez a esses rodimentos, fagros e pobres, aos quais de novo queréis ainda escravizar-nos. Escrevizar-nos. Então, quem é que servimos? A quem é que servimos? Vejam João 8, versículo 34. João 8, versículo 34. Que diz assim? Replicolhe-os, Jesus. Em verdade, em verdade, vos digo, todo o comete de pecado é escravo do pecado. E por isso está a falar aqui de escravizar-nos ao pecado. Escravizar-nos porque desobtecemos as leis de Deus. Vejam também o que Paulo diz em Romanos 6. Romanos 6. Vejam Romanos 6 aqui. Diz assim, versículo 6. Sabendo isto que foi crucificado com ele, o nosso velho homem, para que o corpo do pecado seja destruído e não servamos o pecado como escravos. Não queremos voltar outra vez como a trora, a escravidade do pecado. Vejam também no versículo 17 e 18. Diz assim, mas graças a Deus, por que a trora, escrava-os do pecado, com tudo, via estes ou de ser de coração, a forma de doutrina que foste entre entregues e uma vez libertados do pecado, foste-se feitos, servos da justiça. Por isso, eles não voltem à escravidade do pecado. Vejam como escreve no versículo 20, também do Romano 6, porque quando eras escravos do pecado, estáveis isentos em relação à justiça. Continuando, então, em Galatas, capítulo 4, versículo 9. Diz assim, quando o versículo 8 e 9, outra porém, não conhecendo a Deus, servia-as as deuses, por natureza não são, mas agora que vocês conhecem a Deus, ou antes que são conhecidos por Deus, como é que estão voltando, outra vez de novo, aos ensinamentos básicos, fracos e pobres destes deuses falsos, destes rodimentos falsos, aos quais de novo, vocês querem voltar para escravizar neste pecado, nestes ensinamentos falsos. Em baixo deste contexto, então, continuamos a ler, guardais dias e meses e tempos e anos. Receio de vós, tenha eu trabalhado em vão para convozco. Lembra-se que eu estava a falar de que, outra hora porém, estáis voltando outra vez e, pois diz assim, então, vocês estão a guardar dias e meses e tempos e anos. Então, as pessoas dizem, está a falar aqui dos dias santos de Deus, que não devemos não observar isso. Queridos irmãos, não está a falar dos dias santos que Deus nos dá. Ora, como eu expliquei, quando tive a explicar há pouco, na origem destes ensinamentos, ou da duração dos elementos ou destes rudimentais, a astrologia era uma grande parte do nosticismo, como descrevi. E, por isso, não está a falar do sábado, ou dos dias santos de Deus, ou do calendário sagrado de Deus, mas está a falar de astrologia e guardas baseadas puramente em astrologia, sendo os astros mais importantes que o significado que Deus dá aos dias santos, que são para o homem e não o homem para os dias santos de Deus. Queridos irmãos, Satanás falsifica tudo o que é de Deus, fazendo as coisas semelhantes ao de Deus para nos confobir. Por exemplo, certas pessoas dizem que no versículo 10 de Galatas 4 está a falar dias e meses e tempos e anos sagrados, sagrados por Deus. Ora, queridos irmãos, deixem-me fazer a vós uma pergunta. Amostra-me, aonde é que na Bíblia está, ou diz, que Deus fez meses sagrados? Aonde é que está na Bíblia? Que Deus sagrou certos meses para eles guardarem. Aonde é que Deus nos diz para fazer esses meses sagrados?

Então as pessoas dizem, ah, sim, existem observações da Lua Nova. Queridos irmãos, não. Não havia. Deus nunca mandou a nós observarmos a Lua Nova como se fosse um dia santo. Embora pessoas digam isso, não há em nenhum sítio na Bíblia onde diz para observar-as a Lua Nova como um dia santo. Os judacos adicionaram observações da Lua Nova? Sim. A Lua Nova ajuda a determinar quando certos dias sagrados são? Sim. Mas Deus nunca separou a Lua Nova como um tempo sagrado.

Houve certos sacrifícios oferecidos na Lua Nova? Sim. Mas, se igualmente, também houve certos sacrifícios oferecidos todos os dias da man e a tarde? Não houve. Houve. Houve. Houve. Houve. Houve. Houve. Houve sacrifícios oferecidos todos os dias. Sacrifícios da manhã e sacrifícios da tarde. Então, são todos os dias considerados dias santos sagrados? Sim. Existem paralelos no calendário sagrado de Deus a dias santos, a períodos de festas, como os dias asmos, como os dias da festa de sabronáculos, também há anos significantes, como o ano de jubileu ou o sétimo ano da remissão, mas Deus não nos dá meses significativos, ou a duração de certos anos, ou tempos dessa maneira. Não. Mas na astrologia, sim, existe um grande significado de dias, mesas, tempos e anos. Mas não tem bem. Não tem bem. Não é correto. Não é uma coisa precisa. Não é uma coisa necessária. Não é correto. Dizer que Deus ordenou observar meses e tempos simplesmente porque Ele nos manda observar certos dias, mas não é correto. Não é correto. Não é correto. Não é correto. Não é correto. É correto. Não é, uma coisa precisa. Não é uma coisa necessária. Não é correto. Dizer que Deus ordenou observar meses e tempos simplesmente porque Ele nos manda observar certos dias, em certos meses ou certas estações do ano. Não é mesmo uma coisa. Isto ainda mais conclusivo, visto a língua que Paulo usa acerca de rodimentos, fracos e pobres no versículo 9. Por isso, o versículo 10 não tem nada a ver com o calendário sagrado de Deus, nem com os dias sados de Deus, mas tem tudo a ver com a astrologia, o gnosticismo e o paganismo. E por isso, é que ele diz está ao versículo 8, diz assim, outra hora porém. E no versículo 9, diz como estáis voltando outra vez aos rodimentos fracos e pobres, e por isso estão a guardar estes festivais pagãos. Podemos assim, superstições astrologicas, estão a observar a astrologia e os astros e coisas assim, e são coisas pagães. E por isso, é que ele diz, no versículo 11, receio de vos, tenha eu trabalhado em vão para convosco. Cristo irmãos, não podemos voltar outra vez para trás. Porque então, perdemos a salvação, pois não há um segundo sacrifício de Jesus Cristo. Alguns querendo ser mais justos, se desviam e vão para trás, causando divisão no corpo de Cristo, que é a Igreja de Deus. Por isso, é que a Escritura fala de que, no dia do julgamento final, no dia final, vai haver choro e ranger de dentes.

Até a próxima, Cristo irmãos. Aqui é Jorge Capes.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).