Epístolas Pastorais - 2 Timóteo 1:1-12

Desperta o dom de Deus que existe em ti.

Depois de Nero incendiar Roma e acusar os cristãos para desviarem as suspeitas, inicia-se em Roma uma grande perseguição aos cristãos. Paulo acaba por ser preso pela segunda vez e finalmente martirizado. Enquanto esteve em Roma, escreve a Segunda Epístola a Timóteo. Paulo encoraja Timóteo a despertar o Espírito do poder de Deus e a continuar a pregar o evangelho revelado pela primeira vinda de Cristo.

Transcrição

Bom, deu-me boa tarde, queridos irmãos. Aqui é Jorge Campos. Eu tenho estado a dar uma série de sermões, ou digamos assim, estudos bíblicos, acerca das epístolas pasturais de Paulo. Eu já abordei primeiro Timóteo e hoje vou continuar com segundo Timóteo. Este é um tema muito importante, porque Paulo está a instruir a Timóteo para manterem-se na verdade, nos ensinos que foram ensinados, para não se desviarem da verdade. Então, vamos ver aqui, rever a situação aqui das viagens de Paulo e depois vamos continuar aqui com esta primeira parte de segundo Timóteo. Paulo, após ter saído da sua prisão em Roma, que ele esteve após as suas três primeiras viagens missionárias, esse foi um encarceramento cerca dos anos 60 a 62 desta era, depois de Cristo, Paulo muito provavelmente iniciou uma outra viagem missionária, vamos chamá-la, então, a quarta viagem missionária, e durante esse período ele começou, ou deu a responsabilidade a Timóteo para ir para Efzu e Tito para estar em Creta. Então, Paulo veio a escrever cartas a Timóteo e a Tito a cerca das responsabilidades delas.

Quando Paulo, então, esteve na Grécia, isto é, no norte da Grécia, na área de Macedonia, ele, então, escreveu primeiro Timóteo e Tito. Depois deu a cobrir esta epístola de segundo Timóteo, eu, então, farei um estudo bíblico convosco à cerca da epístola de Tito.

Mas o que aconteceu? Ele escreveu estas cartas, primeiro Timóteo e Tito, cerca dos anos 63 a 65, digamos assim, um ou dois anos depois de ele ter saído da prisão de Roma.

Nos anos de 64, houve um grande incêndio em Roma e que se diz que foi o próprio Nero, que incendiou a cidade. A intenção dele, da maneira que as pessoas descrevem, é que ele queria construir uma Roma, uma cidade de Roma muito maior, e então ele atiou este fogo à cidade para destruir certas partes e construir uma nova cidade. Mas ele não acarmitiu, que tinha sido ele, mas as pessoas suspeitavam dele, e os historiadores têm considerado isso como um fato, uma verdade. Mas, no entanto, Nero, nessa era, para desviar as suspeitas de si mesmo, ele então acusou os cristãos de incendiarem a Roma. E, então, daí em diante, a perseguição de Nero aos cristãos é um pano de fundo, direto, desta epístola de II Timótio, porque foi por causa dessa perseguição que foi feita aos cristãos, que acabou por levar Paulo ao seu segundo imprisionamento ou encarceramento em Roma, e, finalmente, à sua morte em Roma, ao seu martírio em Roma. E isso foi porque Nero entendia que alguém tinha que ser acusado como o culpado, e Nero, então, viu esta nova seita, o que eu chamava, a seita do cristianismo, que era, no amala geral, composta de pessoas de condições muito simples, condições muito, digamos assim, de pequena quantidade económica, digamos assim, de posições económicas ou influenciais na sociedade, pessoas sem fama, isto é, sem influência ou sem prestígio, e muitos destes cristãos eram escravos, e por isso foi um ponto fácil para Nero de acusar esses cristãos, e assim ordenou a punição dos cristãos.

E, então, o que aconteceu foi em Roma e nas cidades de redores, incluindo na Grécia, multidões de cristãos foram imprisionados e condenados à morte das maneiras mais cruéis. Alguns foram amarrados em peles de animais e foram entregues, digamos assim, na arena para os cães salvagens, e isto era para entretenimento das pessoas, ou foram lançadas a feras salvagens, por exemplo, em locais como no Coliseu, ou foram amarradas em estacas nos jardins do próprio Nero, e foram neles derramados pixes, um gênero de coisa que queimava e que dava luz, e assim, eles eram incendiados para os seus corpos a queimar seriam, digamos assim, postes de iluminação dos jardins de Nero à noite. Os irmãos, isto são coisas terríveis que fizeram, as cristãos da era primitiva, imaginem, e ele entretanto enquanto isso acontecia, ele passava nas estradas, em sua carruagem, regurgizando-se com as agonias das suas vítimas.

Então foi na sequência desta perceição que Paulo foi preso de novo, e foi trazido de volta a Roma. Desta vez, quando ele veio para Roma, foi considerado como um criminoso pelos agentes romanos, e não como por causa de uma suposta violação de uma lei judaica que era aquela parede de separação que ele tinha, que foi uma coisa criada pelos fariseus, e foi, então, por causa dessa violação, dessa lei puramente judaica, que não era uma lei da lei de Deus, não. Então ele foi acusado, e isso foi o que aconteceu na primeira vez que ele se teve, na prisão em Roma. Mas agora, nesta segunda vez, na prisão em Roma, ele era um criminoso, era visto como um criminoso, foi, digamos assim, declarado como um criminoso. E ele, então, passou por um período de julgamento, e esses julgamentos já tinham avançado suficientemente para a frente, que Paulo, nessa altura, já sabia que não havia esperança para ele escapar. E, enquanto, por isso, ele estava esperando o seu momento, digamos assim, de partida. Isto é, quando ele morreria, e, então, estaria a dormir esperando pela segunda vinda de Cristo. Isto é, partiria desta vida. Ele escreveu esta segunda carta, a Timótio. Esta carta, ele escreveu em cerca dos anos 66 e 67. Isso foi pouco antes da morte dele, que foi no ano, cerca dos anos 67 a 68, e está claro, como sabem, o templo vai a ser destruído no ano de 70, em Jerusalém.

Isso é só para dar a vocês, assim, uma breve indicação da sequência do templo. Ora, esta epístola, ou particularmente nas epístolas pasturais, Paulo continuamente faz menção ou menciona uns certos princípios importantes. Primeiro, Deus é o nosso Salvador.

Ele, em segundo lugar, continuamente está a sublinhar ou a pôr um foco na sã doutrina. Na fé e no ensino.

Ele também está a sublinhar a importância de como vivemos, de como é a maneira que vivemos.

Isto é a nossa conduta na nossa vida, que é mencionado ao longo, na palavra, piedade, como nós devemos ser, como Deus é.

E também é um assunto que é mencionado bem nestas epístolas pasturais, as várias controvérsias que existiam nesse período, controvérsias de pessoas que estavam a tentar desviar a Igreja de Deus, dos ensinos que foram ensinados por Jesus Cristo e pelos apóstolos.

E ve-se, por isso, várias vezes que Paulo menciona o que diz esta declaração, a declaração fiel. E por isso vemos essas expressões mencionadas algumas vezes, mais do que uma vez, nestas epístolas pasturais. Ora, o segundo Timótio é um dos últimos livros ou epístolas que Paulo escreveu, se não for a última. E isso é porque ele percebia que faltava pouco tempo antes de morrer, e ele então estava tentando dar ajuda a Timótio e a aqueles que seguissem a Timótio, que fossem depois de Timótio, a serem bons ministros de Jesus Cristo. E assim, Paulo, este apóstolo já idoso, estava definhando, ou estava numa, num cácer, numa região muito escura, talvez úmida, fria, abafada, blurenta, provavelmente com mau cheiro, com pouca onenuma luz, talvez com água pingando assim à esquina, havia água pingar. Isto estava mesmo numa situação como a pessoa de mais idade, que não era uma boa situação física de maneira nenhuma. Ele estava numa situação de deteriorimento e de confinamento e de grande dificuldade. Para ele não havia esperança de fuga, mas pura e simplesmente uma morte certa. O seu trabalho apostólico, ele entendia, que tinha terminado. Ele havia completado a sua corrida, mas ele precisava de fazer uma provisão para que a fé, depois da sua partida, isto é, depois de que ele morresse, saísse deste mundo e que estivesse a dormir à espera da Segunda Vinda de Cristo.

Eu estava fazendo uma provisão para que a fé fosse transmitida sem ser contaminada, sem ser alterada, sem ser desturbada às futuras gerações. E por isso nós hoje em dia temos estas epístolas de Paulo, que são exatamente para esse propósito. Infelizmente, muitas pessoas, como Pedro Dias, alteram as intenções, e o que Paulo escreveu, porque não entende este grande significado do que Paulo estava a dizer. E por isso ele queria que esta fé fosse transmitida para nós. E na realidade é, é transmitida para nós. Foi e é. E assim ele, através deste epístolo, está a dar a Timótio e, por consequência, a todos nós, como ministros de Jesus Cristo, uma incumbencia muito selerna através desta epístola.

Ele está a dizer a Timótio, que Timótio, e consequentemente nós, como ministros de Jesus Cristo, precisamos de perseverar ou manter o que recebemos sem adulteração, sem desvio da verdade. Custe o que custar. Nós, como ministros de Jesus Cristo, temos que fazer isto, irmãos.

Seja quais dificuldades venham através de falsos ministros, falsos pastores, de igrejas falsas, e temos que transmitir a verdade a outros homens que são fiéis, os quais, por sua vez, também ensinarão a outros. Como lemos em segundo Timótio capítulo 2, versículo 2, diz assim, confia-o a homens fiéis, que sejam idóneos, para também ensinar em os outros. Pessoas que são maduras, que sabem o que estamos a falar, sabem a verdade de Deus, e manter fiel.

E assim, Paulo começa esta epístola, no versículo 1, dizendo, Paulo, apóstolo de Jesus Cristo, pela vontade de Deus, segunda promessa da vida que está em Cristo Jesus. Paulo está a dizer que ele foi um agente, um representante, um apóstolo de Jesus Cristo, especialmente escolhido pelo Pai Celestial, pela vontade do Pai, da vontade de Deus Pai. Então, vemos aqui que Paulo tem uma autoridade, está a falar com autoridade, porque ele foi pessoalmente escolhido como ministro de Jesus Cristo, como apóstolo de Jesus Cristo, como agente representando Jesus Cristo, pela vontade de Deus.

E ele, então, tem uma responsabilidade. Vejam em João capítulo 13, versículo 20. Na verdade, na verdade, vos digo, se alguém receber o que eu enviar, me receba a mim. E quem me receba a mim, receba aquele que me enviou. Paulo, como um apóstolo de Jesus Cristo, tinha a autoridade por Jesus Cristo de dar a mensagem de Jesus Cristo, que foi a mensagem que veio do Pai. Vejam também em 15, João 15, versículo 15 e 16. Lembrem-se, já não chamarei servos, porque o servo não sabe o que faz o Senhor, mas tenho vos chamado amigos, por tudo quanto ouvi do meu Pai, vos tenho feito conhecer.

Não me escolheste vós a mim, mas eu vos escolhi a vós e vos nomeei, para que vadas e deis fruto e vós fruto permaneça a mim, de que tudo quanto é meu nome pedidos ao Pai, ele vuru com seda. Nós fomos escolhidos por Jesus Cristo, mas sim, Jesus Cristo orou, e antes de escolher os apóstolos, ele orou e pediu ao Pai, conselho, e por isso é que Paulo diz que foi especialmente escolhido pela vontade de Deus.

Vejam também, no versículo 20, deste mesmo capítulo 15, versículo 20, diz aqui, lembra-vos da palavra que vos disse, não é o servo maior do que o Seu Senhor, se a mim me perseguiram, também vos perseguirão a vós, se guardarem a minha palavra, também guardarão a vossa. E por isso vemos aqui, irmãos, Paulo tem autoridade e nós, como o ministro de Cristo, temos a mesma autoridade, e sem isso carrega uma certa enimizada pelos aqueles falsos apóstolos, falsos ministros, que não querem que digamos a verdade.

Irmãos, a promessa da vida, se tivermos aqui a ler em capítulo 1, versículo 1, diz assim, Paulo após Jesus Cristo, pela vontade de Deus, segundo a promessa da vida que está em Cristo. Ora, esta promessa da vida foi introduzida no jardim do Édan, e, como sabemos, os seres humanos, de uma maneira geral, como um todo, não têm acesso à árvore da vida por causa do pecado, não temos acesso ao entendimento da promessa da vida, até ao aparecimento do nosso Senhor Jesus Cristo.

Vejam, em segundo Timótipo, capítulo 1, versículo 10, que diz assim, e que é manifesto agora pela aparição do nosso Senhor Salvador, Jesus Cristo, o qual aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo evangelho. Jesus Cristo, quando apareceu, nos trouxe esse conhecimento da vida, do caminho da vida, e por isso o chamado de Paulo, para ser apóstolo de Jesus Cristo, é um passo no cumprimento da promessa da vida que está em Cristo Jesus. Por que? Para Paulo nos dar esta mensagem, como sabemos, aos judeus primeiro e depois para os gregos também.

E assim, Paulo está andando prestes a morrer, ele está focado nesta promessa da vida, o seu pensamento está nisso, nesta promessa da vida eterna. Então, continuamos a ler no versículo 2.

Um filho. Vejam em Filipenses capítulo 2 versículo 19 a 23.

E espero no Senhor Jesus que em breve vos mandarei, ande a timótio, para que também eu esteja de bom ânimo sabendo dos vossos negócios. Porque ninguém tem o de igual, sentimento que sinceramente cuido de vos estado, porque todos buscam o que é seu e não o que é de Cristo. Jesus. Mas bem-sabeis qual a sua experiência e que serviu comigo no Evangelho como pai, como filho ao pai. Então, timótio serviu a Paulo como filho ao pai. Assim era como um filho. Versículo 23 de sorte que espero vou enviar logo, que tenha provido a meus negócios. E assim ele disse que timótio entendia, compreendia o ensinamento de Jesus Cristo que Paulo lhe tinha ensinado. E por isso ele tinha confiança em timótio, que timótio ia passar esse conhecimento, esse entendimento. E por isso Paulo aqui, a dar, a escrever uma carta a timótio, para que timótio transferir esses mesmos ensinos fielmente para o benefício da igreja. Primeiro Coríntios 4, versículo 17. Por esta casa vos mandei timótio, que é meu filho amado e fiel no Senhor, o qual vos lembrará os meus caminhos em Cristo, como por toda a parte ensino em que a igreja. E por isso timótio precisava de transferir o que ele tinha aprendido timótio, perdão, de Paulo aos outros, as outras pessoas. E depois, continuando agora aqui, no versículo 2, diz, Atimótimo é o meu amado filho, graça, misericórdia e paz.

Vemos que as pensões de Deus Pai e de Jesus Cristo são mencionadas.

E paz da parte de Deus Pai e da de Cristo Jesus, Senhor nosso. Mas o Espírito Santo não é mencionado.

E por isso, o vê-se aqui, um representante de Deus e de Jesus Cristo a dizer, graça, misericórdia e paz. Ora, sabemos muito bem que, em todas as epístolas de Paulo, as várias congregações, seja Filipenses, Éfesus, Galatas, etc., ele diz graça e paz.

Mas nas epístolas pasturais, ele diz graça, misericórdia e paz.

E aqui, vê-se que Paulo acrescente misericórdia.

Aqueles, quando ele está a escrever, aqueles que estão no Ministério, nomeadamente Timótio e Tito.

Porque nós, como ministros, e na realidade todos nós, mas nós particularmente, como ministros, somos confrontados com as nossas próprias falhas.

E reconhecemos muito bem as nossas próprias falhas. E por isso nós temos grande necessidade de misericórdia.

E temos de mostrar misericórdia para com outros, para misericórdia ser dada a nós.

Versículo 3.

Aqui dou graças a Deus, de apá ao dizer, que desde os meus anos passados eu tenho servido a Deus. Ele sempre foi fiel a Deus? Sim. Estava a ser fiel talvez de uma maneira incorreta, como sabemos e ele teve que se arrepender disso, mas ele teve sempre uma consciência pura. Ele estava a fazer isso de acordo com sua consciência. E está claro que a consciência dele teve que ser reeducada, mas a consciência dele foi sincera e pura. E então ele diz assim que ele então faz memória de Timótio, nos seus orações, dia e noite. Então, vê-se aqui, irmãos, que Paulo escreve muito sobre a consciência. Vê-se aqui, ele diz assim, como a consciência pura. Em 1º Timótio, capítulo 4, versículo 2, lemos a cerca de consciência e também ele disse a cerca destes homens, que nos últimos tempos se desviram da fé. Ele estava a dizer que esses homens, pela hipocrisia deles, que falam mentiras, tendo culturizada a sua própria consciência. Não estavam a seguir a consciência deles. Vemos também, em título, capítulo 1, versículo 15. Tito, capítulo 1, versículo 15 diz assim, todas as coisas são puras para os puros, mas nada é puro para os contaminados infieis. Antes, os seus entendimentos e a consciência estão contaminados. Irmãos, nós precisamos ter uma consciência pura. A nossa consciência tem que estar limpa. Sem ofensa para com os outros, como lemos em atos 24-16. Temos que dar um testemunho com toda a consciência, correta, o Romanos 9, versículo 1. Temos que dar um testemunho que é de acordo com a nossa consciência, como lemos em segundo Corinthians, capítulo 1, versículo 12. Nós precisamos ter boa consciência, como lemos aqui mesmo em 1º Timótipo, capítulo 1, versículo 5. Que lemos quando estudamos 1º Timótipo, de versículo 5 diz assim, O Senhor ao fim do manamento é o amor de um coração puro e de uma boa consciência. Precisamos ter boa consciência. E quando respondemos, as pessoas que nos fazem perguntas, em 1º Pedro, capítulo 3, versículo 21, lemos, 1º Pedro, capítulo 3, versículo 21, lemos, que também como uma verdadeira figura agora vos salva, o batismo não do despojamento em um díceo da carne, mas da indagação de uma boa consciência para com Deus. Nós precisamos ter uma resposta, quando pessoas nos fazem perguntas, temos que dar uma resposta a essas pessoas, com uma boa consciência.

Temos que dar uma resposta de boa consciência. Por isso, a Bíblia, em vários pontos, e Paulo particularmente, e também vimos aqui Pedro, a Bíblia enfatiza que devemos ter uma consciência pura.

Primeiro, precisamos treinar a nossa consciência, como educando-a a nossa consciência com a palavra de Deus. Temos que educar a nossa consciência da palavra de Deus. E depois, temos que manter a nossa consciência pura, fazer o que aprendemos, humildemente. E isso é a única maneira de respondermos a este caminho, e seguirmos este caminho. E por isso, quando pecamos, temos que nos arrepender e pedir a Deus que nos perdou, como a consciência pura. Não é andarmos com uma consciência contaminada, pervertida, numa maneira de pensar incorreta, mas ter uma consciência pura e esforçar para fazer o que a Bíblia nos diz, aqui, na palavra de Deus.

Por isso, continuamos a ler aqui, em segundo Timótipo 1, versículo 4, diz assim, dejando muito verte, lembrando-me das tuas lágrimas, para-me encher de gozo.

Aqui, Paulo, a dizer a Timótipo, que provavelmente os dois choraram muito, e quando compartilharam a sabedoria e o conhecimento de Deus, tiveram lágrimas pelo entendimento profundo do sacrifício de Cristo. Vejam, em Atos, capítulo 20, versículo 37.

E levantou-se um grande pranto entre todos, e lançando-se ao piscouço de Paulo, o beijavam. Pensei que quando ele estava a despedir dos irmãos em Ephesus e dizendo adeus, e pensando que nunca mais iam ver Paulo, houve um grande pranto entre eles, um grande pranto, e choraram. Vemos que Jesus Cristo é o próprio, chorou também, em João 11, versículo 35. Por isso, Deus é um Deus de emoção e querinho, e nós precisamos ter uma consciência pura, e um cuidado de uns para com os outros, preparados e prontos a chorar, quando vemos tanto sofrimento e irmãos em grandes batalhas. Precisamos ter uma consciência pura, um coração sensível, e não um coração duro, mas um coração sensível, com cuidado de uns para com os outros.

Continuando agora aqui, em segundo Timótipo 1, versículo 5, diz, Trazendo a memória a fé, não fingida que há em ti. Se não há hipocrisia, não há consciência impura, mas é uma fé que é sincera, não é fingida. A qual habita o primeiro em tua avó, Louis, e em tua mãe, Eunice? Estou cheio, estou certo, de que também habita em ti. A Paulo está aqui a dizer, a tua mãe e a tua avó também serviam a Deus fielmente. E como lembramos em segundo Timótipo 3, versículo 15, segundo Timótipo 3, versículo 15 diz assim, mas se te redar para que sabes que convém, segundo Timótipo, perdão, segundo Timótipo, está valendo o primeiro Timótipo, segundo Timótipo 3, versículo 15.

Lembrem-se, e desde a tua meninice, sabes as escrituras sagradas que podem fazer sábio para a salvação pela fé que há em Cristo Jesus, pela fé que há em Cristo Jesus. E por isso irmãos, vês-se aqui que Paulo está a dizer que Timótipo sempre foi educado de uma maneira, desde a infância, em casa, na maneira correta. E a mãe e a avó dele serviam a Deus fielmente, e por isso é que ele foi educado no caminho certo deste criança. Então, no versículo 6, capítulo 1, diz porquês motivo te lembro que desperdes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das minhas mãos.

E por isso está aqui a dizer, desperta, revive, ponhe este dom de Deus em ti, em chama, digamos assim, cheio de energia, cheio de força, o dom de Deus que existe em ti.

Ora, irmãos, veja aqui que esta secção está a dizer, por cujo motivo, por cujo motivo, porque está aqui a dizer que, por causa da maneira que ti morte e foi criado, foi educado, em sua casa, por este motivo, por cujo motivo, lembro que desperdes o dom de Deus que existe em ti pela imposição das mãos.

Por isso, quando ti morte foi batizado, por Paulo, ti morte o recebeu, o dom do Espírito Santo. Não, às vezes, como pessoas podem estar a pensar, olha, poderia ter sido, que foi quando ele foi ordenado como ministro, porque houve uma imposição das mãos, durante a consagração de ti morte, mas, e está claro, é bem entendido que, quando há uma consagração, Deus dá uma porção adicional do seu Espírito, essa pessoa, para cumprir as suas novas responsabilidades.

Mas, aqui quando diz, pela imposição das minhas mãos, dá a implicar, que foi quando Paulo batizou, batizou timótio, e, provavelmente, ao mesmo tempo, poderia ter batizado a sua mãe, a mãe de timótio, e a avó dele.

A razão que digo isto é porque, a ordinação de timótio, a consagração de timótio, foi feita pelo prosbitério, por vários ministros, não por Paulo, só o mento. Vejam, em primeiro timótio, capítulo 4, por ciclo 14, que diz assim, não despreze o don que há em ti, o qual foi dado profecia com a posição das mãos do prosbitério.

Ele foi ordenado por ministros, e, então, recebeu uma uma porção adicional do don, que eu tenho, do don Espírito Santo, mas essa ordenação, ou consagração com o ministro, foi uma imposição das mãos do prosbitério. É que, em segundo timótio, capítulo 1, versículo 6, está a falar pela imposição dos minhas mãos, e por isso é bem possível que esteja a falar de quando ele foi batizado. Devemos, por isso, baseado no que está aqui a dizer, reavivar o don do Espírito Santo, está a dizer isto, a timótico, mas nós, como o membro da igreja, que recebemos o Espírito Santo pela imposição das mãos após o batismo, temos que reativar, ou reavivar, o Espírito Deus, e isso, irmãos, é o oposto de extinguir. Vejam, em primeiro São Vicenças, capítulo 5, versículo 19. Primeiro, São Vicenças, capítulo 5, versículo 19.

Não extingais o Espírito. E, por isso, vejam-se aqui uma ação oposta. Nós, como cristãos fieis, como boa consciência, servindo e seguindo o caminho de Deus, precisamos de reavivar o Espírito Deus. Como? Como obtencemos, como vivemos de uma maneira fiel, então, estando perto de Deus, de reavivar o Espírito Deus. O oposto é quando estamos a seguir o caminho errado, estamos a extinguir, a diminuir o poder, a ação do Espírito em nós.

Ora, Jesus Cristo deu várias parábolas acerca, digamos assim, deste assunto. Essa aí é a parábola dos talentos, essa parábola das pessoas usarem os talentos e crescerem. Por outro lado, em Lucas 19, vemos a parábola das minas, em Lucas 19, e vê-se que as pessoas tinham vários dons e tinham que os usar. Aqui, vê-se, de acordo com estas duas parábolas, a parábola dos talentos e a parábola das minas, é que devemos usar os dons de Deus. Temos que reavivar, produzir crescimento espiritual na nossa vida. Por isso é que lemos em 2 Pedro 1, versículo 5 a 8. 2 Pedro 1, versículo 5 a 8.

Está aqui a falar, eu gosto também, pondo nisto mesmo toda a diligência, acrescentando a vossa fé, a virtude, a virtude do conhecimento e o conhecimento da temperança e a temperança, a paciência, a paciência, a piedade, a piedade, a homofraitorial, e a homofraitorial o amor. Temos a ver aqui um crescimento espiritual. Temos a ver aqui acrescentar a fé.

E nós, se fizermos estas coisas, como diz no versículo 8, não vos deixarão osciosos nem estereis no conhecimento do nosso Senhor Jesus Cristo. Estamos a revivar o Espírito. Temos a crescer.

E por isso irmãos, precisamos de crescer. Como diz aqui neste mesmo epístolo de segundo Pedro, ao fim deste epístolo, no capítulo 3, versículo 18, diz, crescei na graça e no conhecimento do nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Temos que crescer nesta graça. Isto é revivar o Espírito Santo Deus e não extinguir. Temos a crescer. Continuando agora aqui, no versículo 7, lemos porque Deus não nos deu o Espírito de temor, mas de fortaleza e de amor e de muderação. Então nós temos que usar o Espírito Santo que recebemos pela imposição das mãos ao Batismo, porque Deus não nos deu um Espírito de temor, mas deu-nos um Espírito de fortaleza, amor e muderação.

Por isso não devemos ser pessoas madrosas, mas sabemos que no amor não há temor. Primeiro João, capítulo 4-18 Se alguém é madroso a fonte não é o Espírito de santa deus.

Lemos também a Lucas 24-49 que devemos estar revestidos de poder. A palavra grega é donames, que vem de dínamos, palavras como dínimo, esta força. Poder é uma força espiritual, irmãos, para compreendermos e fazermos a vontade do Pai. Precisamos de compreender a verdade do Pai, a vontade do Pai. E precisamos de fazer, obter. E por isso isso é uma questão de poder, é compreender e ter a força de fazer. E depois diz e de muderação. Muderação. Momente sá. Nós precisamos ter o autodomínio, o autocontrol, a autodisciplina de estarmos mudrados e fazermos o que sabemos que devemos ser para seguirmos este caminho de amor. Depois diz continuar no versículo 8, portanto não tem vergonhas do disto-múnio do nosso Senhor nem de mim, que sou o prusineiro seu, antes participa das aflições do evangelho segundo o poder de Deus. Por isso não tem vergonhas, não tem vergonhas da verdade do que Jesus Cristo fez. Não tem vergonhas de mim. Eu sou o prusineiro mas participa das minhas aflições através do evangelho segundo o poder de Deus. Isto é como diz aqui que está a dizer que não tem vergonhas do nosso demônio nem de mim, que sou prusineiro. O Ministério de Deus não nos livra de dificuldades não nos tira as dificuldades mas nós através do Espírito Santo temos a força, temos o poder de vencer estas dificuldades. E o versículo 9 que nos salvou e chamou com uma santa vocação não segundo as nossas obras mas segundo seu próprio propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos templos dos séculos. Ora, que nos salvou. Podemos ler isto de várias formas de maneiras diferentes. Pode significar que nos resgatou. Nos resgatou do pecado.

Nos salvou do pecado. Nos ajuda, nos dá a força para sairmos, para vencermos o pecado. Estamos salvos desta prisão do pecado. Do salário do pecado. Isto é o resgate da morte interna. Mas ao fim de contas pode significar estar claro a salvação final. Porque o processo de salvação começa ao batismo. Isso nós não mantivermos fiéis como sabemos a Segunda Vinda de Cristo seremos resgatados. Seremos transformados. Vejam em 1 Coríntios Capítulo 15. 1 Coríntios Capítulo 15 Versículo 51 a 53.

1 Coríntios Capítulo 15 51 a 53.

E éis aqui vos digam mistério. Todos dormiremos, mas todos seremos transformados. No momento, no abrir e fechar de olhos. Anta a última trombeta. Porque a trombeta soará e os mortos ressuscitarão incorruptíveis, a nós seremos transformados. Por convém que isto que é corruptível, serviço de incorruptabilidade e isto que é mortal, serviço de imortalidade. Esse é o ponto final de sermos salvos. Mas estamos a falar de um processo de salvação. Então nos salvou, tirando-nos do pecado, dando-nos no Espírito Santo, que é através do Espírito Santo, a santificação do Espírito para a obediência. Então temos que estar a obedecer e a vencer as perqueses da carne. E este processo começa ao batismo. E por isso que ele nos salvou, sim, nos salvou do pecado, mas se nós não mantivermos fiéis Deus nos salvou, nos vai salvar. Deus não falha, Deus promete, é uma garantia. E por isso, efetivamente, é como se já tivesse acontecido. E essa é nossa responsabilidade. Essa é nossa vocação. Essa é nossa profissão. Veja que Antimóptimo 1, 1,9, que diz que nos salvou e chamou com uma santa vocação. Nos chamou com uma profissão muito elevada. Fomos, ou somos chamados à santidade. Vejam em Colocense, a perdão, em Deça-lo-Nicenses, 1º Deça-lo-Nicenses, 4º versículo 7. 1º Deça-lo-Nicenses, 4º versículo 7. Lembrem-se assim, porque não nos chamou Deus para a imundícia, a santidade. Deus nos chamou para a santidade, para sermos santos, para sermos diferentes, para sermos fiéis, para obedecer às leis de Deus, para sermos limpos.

Em Hebreus 12, versículo 14, Hebreus 12, versículo 14, lemos, seguir a paz com todos e a santificação. Sem alguém, sem alguém, sem a qual ninguém verá o Senhor. Se não formos santos, se não buscarmos a santidade, não vamos ver o Senhor. E por isso somos chamados para esta santa vocação, esta grande profissão muito elevada.

Não, está claro, segundo as nossas obras, porque ao fim de contas, baseia-se na misericórdia de Deus.

Não é porque eu tenho mérito, não é porque eu mereço, mas Deus tem um propósito e uma graça, uma misericórdia.

E por isso, uma vez que Ele nos dá, Ele nos dá esta misericórdia pelo sacrifício de Jesus Cristo. Nós temos a responsabilidade de nos arrependermos e mudarmos. E este, como leemos aqui no versículo 9, diz assim, segundo o Seu propósito e graça, este é o propósito de Deus, é graça a Deus. Por que? Para sermos Seus filhos, para recebermos a glória. Esta é uma grande vocação, uma grande profissão de vencer as fraquezas da carne para podermos a vir a ser filhos de Deus. E Ele nos dá o Seu Espírito para nós, podermos vencer. Ele não nos dá o Espírito para nós, falharmos. E por isso Deus, e este propósito e graça que nos foi dada em Cristo Jesus antes dos templos dos séculos. Este foi planejado antes do tempo dos séculos, antes da criação do mundo, antes de haver os dias, os anos, as horas, os minutos, os segundos. Porque isso existe essa, digamos assim, maneira de contar tempo de dias, horas, mesos, anos é parte do movimento do Sol, da Lua e destas sistemas de coisas que existem. Da criação da Sol, da Lua, do movimento destas corpos celestes físicos. Isto é que nos dá a medida do tempo como nós medimos hoje em dia.

E isso é, digamos, já uma função deste mundo físico, deste mundo físico. Nós sabemos que Deus planjou isto de tudo antes da fundação do mundo, antes da rebelião que foi causada por Satanás.

Antes disso tudo, Deus planjou antes da criação. E sim, Deus, através do Cristo, criou os anjos quais alguns delas foram rebeldes como Satanás e se tornaram, digamos assim, demonios. Deus planejou isto tudo para nós antes dos tempos dos séculos, antes disso. E por isso tudo foi planejado desde o início. Por isso aclemos em Apocalipse capítulo 13, versículo 8, diz ao fim deste versículo diz que o cordeiro que foi morto desde a fundação do mundo isto é o cordeiro que os Cristo tinha sido condenado à morte, antes da criação do mundo. Isto é tudo parto plano de Deus que agora foi revelado pela primeira vinda de Cristo. Continuamos a ler, então, no versículo 10, e que é manifesto agora pela aparição do nosso Salvador Jesus Cristo. Isto agora está a ser entendido pela primeira vinda de Cristo, o nosso Salvador, o qual aboliu a morte e trouxe à luz a vida e a incorrupção pelo Evangelho. Jesus Cristo trouxe à luz a vida e a incorrupção. Ele aboliu a morte pelo que Ele fez e trouxe à vida a vida eterna e a incorrupção. Isto é que o corpo não vai ser corrupto por causa desta promessa da vida. Como lembramos no versículo 1 de Segundo Imótio, capítulo 1, versículo 1, Segundo a promessa da vida, da vida eterna. E esta tradução, diz, e incorrupção pelo Evangelho, é uma tradução correta. Porque é uma tradução bem correta da palavra grega. Algumas bíblias traduzem-se como imortalidade, mas a palavra aí não é imortalidade, a palavra imortalidade só é usada em 1º Coríntios, capítulo 15, versículo 53 e 54 e 1º Temótimo 6, versículo 16, que é a palavra atenásia. Esta palavra incorrupilidade é uma tradução correta da palavra grega, a fársia.

E depois, continuando agora, no versículo 11, diz assim, para o que foi constituído pregador e apóstolo e doutor de Gentios.

Paulo foi nomeado, foi consagrado, dado esta responsabilidade como apóstolo de Jesus Cristo, como pregador e apóstolo e mestre de Gentios, é que ele está a ensinar aos Gentios.

E esta responsabilidade de Paulo, veio como resultado de Jesus Cristo trazer vida e incorrupatabilidade à luz por meio do Evangelho. Assim, Deus escolheu a pregação através de pregar como método de transmitir o Evangelho.

Por isso, lemos em Romanos 10, versículo 14 e 15, dizem quão formosos são os pés daqueles que trazem a boa nova do Evangelho.

E depois também dizem, primeiro Coríntios, capítulo 1, versículo 21, diz que esta mensagem pregada é uma loucura, é uma loucura para as outras pessoas, para os Gentios. Mas ele foi constituído pregador. Primeiro, Timótipo capítulo 2, versículo 5 a 7, diz a mesma coisa. Primeiro Timótipo capítulo 2, versículo 5 a 7, diz assim, há um só Deus e um só mediador entre Deus e os homens de Cristo. Jesus Cristo homem, o qual se deu assim mesmo em preço de redenação para nós, para os servidores de boinho a seu tempo, para o que foi constituído pregador e apóstolo. Digo a verdade, não minto. E doutor dos Gentios na fé e na verdade. Vê-se ele aqui dizer a mesma coisa. Foi constituído pregador e doutor. E doutor, aquele que está a ensinar, para ensinar aos Gentios esta grande verdade, esta grande esperança, que os Gentios também podem ser parte do corpo espiritual de Cristo. E então, continuando agora no versículo 12, diz assim, por cuja causa padeço também isto, mas não me envergonham. Porque eu sei, em quem tenho querido, estou certo de que é poderoso para guardar o meu depósito até aquele dia. Paulo está no na prisão, estou a dizer, estou a sofrer devido a esta fidelidade. Não me envergonho, não me envergonho, porque entreguei a Deus, a Jesus Cristo e a minha vida. Não tenho vergonha disso. Ele conhecia o reino de Deus. Ele entendia o fim, o resultado da vinda de Cristo e o reino de Deus para governar na Terra. Aconteça o que aconteceu entretanto, mas sabia que isso é verdade e que iria acontecer. Por isso não tenho vergonha. Paulo, aqui, no início desta epístola, está a dizer eu sou apóstolo de Jesus Cristo. Eu tenho esta autoridade e, por isso, faço lembrar a vocês para usarem o Espírito Santo porque pelo que os Jesus Cristo nos fez eu fui sou responsável a dizer esta verdade e depois ele vai continuar no resto desta epístola a dizer por causa disso precisamos nos manter fiéis ao ensino que nos foi dado. Precisamos de continuar neste caminho. Então, essa parte continuei no próximo sermão ou estudo em que abordarei as epístolas pasturais. Até à próxima, querido irmãos.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).