Epístolas Pastorais - 2 Timóteo 1:13 - 2:7

O ensino de Deus deve ser transmitido fielmente.

O ensino de Deus deve ser transmitido fielmente. Primeiro, de Deus através de Jesus Cristo para os Seus apóstolos; depois, para aqueles treinados pelos apóstolos; e, em seguida, para homens fiéis que sejam capazes de ensinar outros. Os ministros de Jesus Cristo precisam ser fiéis e ensinar aquilo que lhes foi ensinado. Não devem acrescentar suas próprias ideias. O ensino e o modo de vida dos pastores da Igreja deve estar em total conformidade com o dos apóstolos e de Jesus Cristo.

Transcrição

Bom, deobotar-te, queris irmãos. Aqui é Jorge Campos.

No estudo anterior, nesta secção de Pístulas Pastorais, apresentei um pano de fundo da viagem de Paulo, depois dele ter saído da prisão, e também como o incêndio de Roma foi iniciado por Nero, em cerca do ano de 64, depois de Cristo, e Nero depois, para desviar a suspeita de si mesmo, acusou os cristãos de incendiarem Roma, desencadeando uma grande perseguição sobre os cristãos.

Foi uma sequência a essa perseguição, que Paulo foi preso de novo, e foi, então, voltado de volta a Roma, e nesta vez, ele estava falsamente acusado como um criminoso, pelos agentes da Roma, e não por alguma suspeita violação da lei judaica, como no primeiro imprisionamento dele.

E vese que o seu julgamento já tinha avançado suficientemente, para que ele, Paulo, soubesse que não haveria esperança de escapar, e enquanto ele aguardava esse momento de sua execução, ele, então, escreveu esta segunda epístola, a Timóteo, que escreveu em cerca dos anos 66 a 67 depois de Cristo.

Ora, a segunda epístola de Timóteo é um dos últimos livros, digamos assim, cartas ou epístolas que Paulo escreveu, se não é a última, mas é uma das últimas, e o seu propósito nesta epístola era de providenciar que a fé continuasse, sendo assim, sendo proclamada sem qualquer alteração ou contaminação, digamos assim, às gerações futuras. Isto é para nós.

Então, Paulo está a escrever a Timóteo, esta extremamente solene incumbencia ou responsabilidade, e então Timóteo teria que preservar o que ele, o que Timóteo tinha recebido, custasse o que custasse, e teria que o transmitir, este evangelho, esta boa nova, que por sua vez, teria que transmitir esta boa nova a outras pessoas fiéis, que por sua vez, então, ensinariam a outros, como lemos a Timóteo 2, versículo 2, diz assim, confia-o a homens fiéis.

E, por isso, essa é a responsabilidade Timóteo, depois de passar este evangelho sem contaminação a outros, para que esses outros pudessem passar a outros, e outros a outros, até que chegasse a nós hoje em dia sem contaminação. E, por isso, uma das primeiras instruções que Paulo dá a Timóteo, nesta epístola, é, nos versículos 6 e 7, que diz que despertes o dom da Deus, que existe em ti, pela imposição das minhas mãos.

Isto é, desperta o Espírito Santo, usa o Espírito Santo. Depois Paulo diz a Timóteo e irmãos, por extensão, diz a nós, para não nos envergonharmos deste evangelho, é o que diz no versículo 8, não tem vergonhas do testemunho do nosso Senhor Jesus Cristo, nem de mim.

E, então, essa é uma instrução a Timóteo e a nós, que temos um alto chamado, temos um chamado extremamente importante, muito alto, para ante os olhos de Deus, para cumprirmos e proclamarmos e divulgarmos a boa nova do rei de Deus. Isto é, o propósito que Deus tem, o qual Ele prenejou antes dos templos dos séculos, como se lê no versículo 9, diz assim, diz assim, este propósito, o seu propósito, o seu eterno propósito e graça, que nos foi dado em Cristo Jesus antes dos tempos dos séculos.

Isto tinha sido planeado antes da criação do universo, é basicamente o que está a dizer aqui. E por isso vê-se que é um chamado muito alto, muito alto, é uma vocação extremamente importante. E por isso diz, no versículo 10, que esta é a boa nova, que nos foi revelada pela primeira vinda de Cristo, isto é, porque Cristo vindo, Ele nos proclamou e nos explicou, em maior detalhe, este evangelho, o qual sim, tinha sido profetizado, mas com a primeira vinda de Cristo foi explicada em maior detalhe.

Por isso diz, que é manifesto agora pela aparição do nosso Salvador Jesus Cristo. E assim vemos que Ele, Jesus Cristo, como diz aqui, aboliu esta aparição, o qual aboliu a morte. Está claro, enamorremos, mas o que acontece é que, através do que Jesus Cristo fez, Ele nos perdoa e nós, o nosso corpo, a nossa vida é redimida, é comprada, e então ressuscitaremos aqueles que são fiéis para a vida eterna e aqueles que não são fiéis para um período de julgamento. E por isso é o que se vê aqui.

Jesus Cristo manifesta agora, através da sua primeira vinda, este grande significado, e assim Ele traz à luz a vida, isto é, traz à luz a possibilidade de virmos a ter a vida eterna e a incorrupção, e virmos a viver de uma maneira incorrupta. Está claro, quer dizer, que temos que mudar a nossa maneira de viver, temos que obedecer às leis de Deus, como com a ajuda do Espírito Santo. Sim, somos perdoados gratuitamente, mas uma vez perdoados, temos que viver e praticar o caminho.

E por isso é o que diz aqui, esta é a responsabilidade que Paulo tinha para ensinar esta verdade aos gentios, como se lê no versículo 11. Diz assim, o que foi constituído, o que foi para o que foi constituído pregador e apóstolo e doutor dos gentios. Eu fui, digamos assim, aquele para ensinar aos gentios, nesta responsabilidade que Deus me deu para pregar esta boa nova e ser o apóstolo, o mensageiro de Jesus Cristo.

E Paulo deu a sua vida por isto, é o que diz aqui no versículo 12. Ele entregou toda a sua vida a Jesus Cristo. E diz assim, também, por causa disto, padeço. Também isto, mas não meio vergonho. Eu dei a vida e agora sinto a sofrer e sabemos que Paulo está aqui a implicar que vai ser assassinado, mas eu estou comprometido a esta boa nova. E não só Paulo está comprometido, o plano de Deus está comprometido. Deus fará o que disse que ia fazer e fará. Então, no versículo 13, Paulo diz, conserva o modelo das sãs palavras.

Isto é, conserva a forma, o esboço, a explicação, o ensino, o delineamento, a maneira como ele explica o plano de salvação. Conserva este modelo das sãs palavras. Estas palavras são sãs. Isto é o que Paulo ensinou a Timóteo, porque diz assim, que de mim tens ouvido, na fé e no amor que há em Cristo Jesus.

Por isso, o modelo de instrução de Paulo, o que Paulo foi capaz de explicar verbalmente, é esse modelo que Paulo encoraja Timóteo a não se desviar, a manter essa forma de sãs palavras, de sãs doutrina, de uma doutrina sã.

Em outras palavras, este ensino, esta pregação acerca do plano de salvação de Deus, que está aberto aos gentios, não só para os israelitas ou judeus, são palavras sãs, são sã doutrina. E por isso, esta forma, esta abordagem, este ensino deve ser positivo, encorajador, para ser uma ajuda, para edificar as pessoas, israelitas e judeus. É uma instrução, encorajamento, um ensino, um entendimento, uma compreensão, extremamente encorajadora, para nós nos mantermos fiéis, porque há uma grande promessa para nós, é uma grande vocação, é um grande plano que Deus tem para conosco.

E por isso, Paulo está enfatizando a necessidade de manter-nos fiéis a doutrina. Temos que nos manter fiéis a doutrina. E como diz no versículo 14, guarda o bom depósito, guarda este tesouro colocado no nosso coração, no nosso entendimento, esta verdade que nos foi confiada, como diz na nova versão transformadora.

Isto é este evangelho, esta boa nova. É uma maravilhosa sabedoria e entendimento. Isto é, como diz aqui, um bom depósito, que pelo Espírito Santo habita em nós. E por isso, irmãos, esta responsabilidade de Paulo como Ministro de Jesus Cristo e de Timótio, igualmente como Ministro de Jesus Cristo e nós, como Ministro de Jesus Cristo, esta responsabilidade de ensinarmos o que nos foi entregue é vitalíssima. Precisamos estar claro da ajuda do Espírito Santo Deus para o fazer, para o guardar, para manter esta verdade fielmente. Por isso, ele diz, pelo Espírito Santo que habita em nós. Precisamos da ajuda, da guia, do Espírito Deus de poder, de Deus da mente de Deus para nós nos mantermos fieis à palavra, para não nos desviarmos da palavra.

E depois ele diz aqui, no versículo 15, bem sabes isto que, os que estão na Ásia todos se apartaram de mim, entre os quais foram Fijelo e Hermógenas. Então, aqui está a falar, estes abandonaram Paulo. Ora, não está necessariamente a dizer que deixaram a igreja, mas negligenciaram Paulo neste seu momento de grande necessidade. Por isso, ele diz, os que estão na Ásia, aqueles da Ásia, aqueles que estavam em Roma com Paulo, que tinham vindo de Ephesus, capital da Ásia, esses que estavam em Roma com Paulo, os da Ásia, aqueles que estão aqui, que vieram da Ásia, por exemplo, do Ephesus, que era onde Timótio estava, e por isso é que ele está a escrever a Timótio a Ephesus, que está na Ásia.

Nesse momento, essa área era chamada Ásia, hoje em dia, é mais uma área que nós chamamos da Turquia, mas, quando Paulo escreveu esta carta, a Timótio estava nessa região da Ásia, e por isso, ele diz assim, alguns, ou aliás, todos, apartaram de mim, entre os quais foram fijelos e hermógenas, e se se apartaram, abandonaram. Isto é uma expressão grega, irmãos, segundo, por exemplo, o comentarista John Stott, que indica um acontecimento único. Não está, quer dizer, não é que saíram da igreja uma vez mais, mas é um evento, um acontecimento único. Nesta situação, eles abandonaram, ou se apartaram de Paulo, por uma razão a outra.

E por isso, aqui, ele diz, entre os quais foram fijelos e hermógenas, e por isso, aqui vemos que nem todos estavam, digamos assim, dispostos ou prontos, ou tinham a fé de estarem a ser vistos como associados com Paulo. E, digamos assim, se envergonharam, e se distanciaram, ou se apartaram. E, por isso, ele diz aqui que, dos quais foram estas duas pessoas.

E isso pode-se comprovar que é realmente o que Paulo está a dizer, porque quando se contrasta com os próximos três versículos, isto é, quando vemos isto dentro do contexto, ou quando isto se encaixa com o que ele está a fazer nos três versículos seguintes, porque vemos aqui versículo 16, 17 e 18, diz, o Senhor conceda-me-se à Cásar de Onesíforo, porque, muitas vezes, me recriou e não se envergonhou das minhas cadeias.

Nesta situação em que Paulo estava na cadeia, na prisão, Onesíforo não se envergonhou, não se esqueceu de mim. E diz assim, antes, versículo 17, vindo-o-ela a Roma, com muito cuidado-me procurou e me achou. E o Senhor lhe conceda que, naquele dia, a rachamas recorre diante do Senhor, e quando me ajudou em Ephos, melhor o sabes. Sim, ele tinha ajudado Paulo a Ephos, mas agora que Paulo estava na prisão, ele veio da Ephosu para procurar Paulo, procurou Paulo e o encurajou e diz assim que Deus o abençoe.

Este é o que lemos aqui no versículo 16 a 18. E assim, por causa da sua compaixão de Onesíforo, a casa de Onesíforo, diz assim, o Senhor conceda-me recorre a casa de Onesíforo. Por causa da compaixão de Onesíforo, aqui está uma benção à família inteira, à casa dele, porque ele demonstrou cuidar de carinho para com Paulo na sua hora difícil. E assim, Paulo está a demonstrar a sua gratidão e notem-se que não é só o Paulo, Deus toma conhecimento e todos nós, conforme nós, fazemos as nossas boas obras, digamos assim, Deus vê e Deus nos compensará. Nenhuma obra, nenhuma boa obra passa despercebida.

Agora continuamos no capítulo 2, versículo 1, diz assim, Tu, pois meu filho fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus. Aqui vê-se uma expressão grega, Tu, pois. Ou digamos assim, às vezes é introduzida como Mas Tu, mas aqui há uma expressão a dizer a Timóteo, ou a conclama que conclama a Timóteo para resistir o estado do Espírito que estava predominante em Éfaso. É como se Paulo tivesse a dizer a Timóteo. Ora, só porque os outros estão fazendo isso, não importa a Timóteo, quanto fraco ou quanto tímido Tu sejas, mas Tu, Timóteo, vai e mantente forma, forte, mantente firma. Por isso fortifica-te na graça, é o que ele está aqui a dizer, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus.

E isto é, não seja esmadroso, como lemos, por exemplo, no capítulo 1, versículo 7, desta mesma epístola que diz, Deus não nos deu o Espírito de Temor, não seja esmadroso, mas de fortaleza, de amor e muderação. E por isso ele está aqui a dizer a Timóteo, fortifica-te, está em poder, demonstra este poder. Diz assim, fortifica-te na graça que há em Cristo Jesus. Fortifica-te, está em poder, demonstra esta força, este poder, esta coragem que mantenhas nesta posição de ter coragem de andar para a frente. E depois diz, também, no versículo 1, diz fortifica-te na graça. Isto é, precisamos de ter esta força interior que vem pela graça que há em Cristo. E, então, esta força interior fortifica-te nesta graça, nesta imensa graça de Jesus Cristo. Fortifica-te nisto. Continuando agora no versículo 2. E o que de mim, entre muitas testimonhas ouviste, confia-o a homens fiéis que sejam idóneos para também ensinarem os outros. O que de mim ouviste, o Paulo está a dizer aqui, sim, Timóteo ouviu de Paulo muitas vezes, não só uma vez, mas ouviu de Paulo isto muitas vezes.

E depois diz, entre muitas testimonhas, isto é, não foi informação secreta que Paulo deu a Timóteo, foi aberto, foi aberto. Não foi algo ensino secreto. O ensino de Paulo, este modelo de sãs, palavras, ou palavras saudáveis da sã doutrina, como lemos no capítulo 1, versículo 13, foi ouvido por muitas outras pessoas. Não foi nada secreto. E sabemos que Jesus Cristo, por exemplo, também pregou o evangelho publicamente. Vigemos, então, em João capítulo 18. João capítulo 18, versículo 20 a 21. João 18, versículo 20 a 21.

Aqui lemos, Jesus lhes respondeu. Eu falei abertamente ao mundo. Eu sempre ensinei na sinagólica e no templo, onde os judeus sempre se juntam e nada disse em oculto.

Para, por que me perguntas a mim? Pergunta aos que ouviram o que é que lhes ensinei, as que eles sabem o que eles têm dito. Jesus também ensinou esta boa nova, este evangelho publicamente. Ora, anota em esta progressão. Em segundo Timótipo capítulo 1, versículo 10, diz assim que o evangelho revelou ou revela o propósito de Deus.

Que manifesta agora pela aparição. Este evangelho é revelado, este propósito de Deus é revelado. Vê-se isso no versículo 9 e versículo 10, que é o seu próprio propósito e graça, é revelado por Jesus Cristo.

Depois vemos no versículo 11, que Paulo, isso causou, Paulo a ser designado pregador aos gentios. Dizem-lhe no versículo 11, o que foi constituído pregador e apóstolo e doutor dos gentios. E depois, no versículo 13, diz, conserva o modelo das sãs palavras.

Que eu vi isto? Este ensino. E depois, no capítulo 2, versículo 2, diz assim, o que de mim eu vi isto, confia-o a homens fiéis para também ensinarem os outros. Então, a ver esta progressão, o ensino de Deus deve ser transmitido fielmente e veste primeiro o veio de Deus para os seus opostos.

Depois, dos seus opostos para aqueles treinados pelos seus opostos, como Timóteo e Tito, por exemplo. E depois, para homens fiéis que são capazes de ensinar também a outros. Vemos aqui esta progressão. E por isso é que diz, confia, entrega, que diz assim, confia este evangelho, aquilo que nos foi ensinado.

Em segundo, o Timóteo capítulo 3, versículo 14. Veste aqui. Tu também permanece naquilo que aprendeste e de que foste enterado, sabendo de quem o tens aprendido. O que foi ensinado. Mantém fiel no que foi ensinado. Depois, vemos, aqui diz aqui, a homens fiéis. Confia-o a homens fiéis. Não é a pessoas que vão introduzir as suas próprias ideias. São pessoas confiáveis, pessoas liais, pessoas que vão manter a doutrina exatamente como ensinada. Que terão, digamos assim, absoluto cuidado para que o ensino de Jesus Cristo seja totalmente de acordo com o que receberam dos apóstolos e o que os apóstolos receberam de Jesus Cristo. E por isso, lemos também, em segundo, aqui, Mateus 4. versículo 3 e 4, que diz assim, vai haver outros, porque virá tempo, segundo, em Mateus 4. versículo 3 e 4, porque virá tempo, em que não suportarão a sã doutrina, mas tendo que o ceira nos ouvidos amontoarão para si as doutoras, professores, pessoas, ah, apóstolos, eu sou ministro, eu sou um pastor, conforme as suas próprias concupiscências. Ah, a lei de Deus foi abolida. Por que é que dizem isso? Para poderem fazer o que eles querem. A lei de Deus não foi abolida. E depois dizem no versículo 4, e essas pessoas desvirão os ouvidos da verdade, voltando a favelas, as histórias, coisas falsas. E por isso, irmãos, temos que manter fiéis à palavra. Devemos ser fiéis. Um coríntio, primeiro coríntios, capítulo 4, 1 a 2.

Diz assim, que os homens nos considerem como ministros de Cristo e mordomos dos mistérios de Deus, estes que vamos servir e fazer como mordomos, como aqueles que estão a servir os ministérios de Deus, além disso, requerem-se dos mordomos que cada um se acha fiel.

Nós temos que ser fiéis. E também, em 1º Timótipo, capítulo 3, versículo 2. 1º Timótipo, capítulo 3, versículo 2. Lembrem-se, é necessário, pois, que o bispo, isto é, das características dos ministros de Jesus Cristo, seja irrepreensível. Isto deve ser uma pessoa que é fiel, menino de uma mulher vigilante, sobre honesto, hospitalero, apto para ensinar. Ensinar a verdade, está claro. Ensinar, apto para ensinar. Um ancião deve ser fiel à doutrina, às palavras sãs, aos ensinamentos da Igreja de Deus, que foram endados à Igreja pelos apóstolos e depois os apóstolos por outros homens fiéis. E, nesta sequência, nós recebemos que é o que está escrito aqui da Igreja Primitiva, e isto é o que nos foi transmitido. E isto é o modelo das sãs palavras que nós devemos seguir, como lemos em 2º Timótipo, capítulo 1, versículo 13. Este é o modelo das sãs palavras que nós devemos seguir. E, por isso, o ministro Suscrito não pode simplesmente sair e pregar a sua própria ideia, as suas próprias teorias. Olha, eu acho que deve ser assim. Não, não pode pregar a sua própria coisa. Deve ser fiel.

Isto é um critério fundamental para escolhermos, como líderes na Igreja de Deus, para escolhermos os outros futuros líderes. Tem que ser pessoas que estão a servir, a obter, e pelo exemplo e pela prática e pela experiência, tem provado que são fiéis à palavra de Deus.

Irmãos, na minha posição, eu recebo muitas pessoas a comunicarem a minha, dizer, olha, eu quero pregar, eu quero ser um pastor da Igreja de Deus Unida, aqui nesta área, e pronto. Irmãos, infelizmente não posso fazer ou consagrar qualquer pessoa como ministro de Deus, Jesus Cristo. Por quê? Porque tem que provar que são fiéis às palavras sãs. Esta é a nossa responsabilidade, por isso é que aqui Paulo diz que confia homens fiéis, homens que estão a praticar, a viver e que por vários anos têm demonstrado o caminho que vive, e só depois é que podemos considerar essas como idóneos para ensinarem a outros. Aqueles que pedem isso, por favor entendem que não é com mal desejo do meu lado que eu digo não, irmãos, não podem ser ministros de Jesus Cristo. Por quê? Porque não estão a viver o caminho. Tem que primeiro viver o caminho. Espero que essas pessoas desaproximam-me pedindo isso, que compreendam que é importante para mim ter cuidado de seguir esta instrução de Paulo, que diz confia-o a homens fiéis que sejam idóneos para também ensinarem as outros. Isto é as palavras sãs da doutrina e para falarem as palavras sãs da doutrina, tem que a praticar. Se não, somos hipócritas. Temos que viver o caminho. Por isso, irmãos, Paulo agora, continuando aqui no versículo 3, adiante, diz assim, dá três analogias, irmãos. Dá três analogias para transmitir lições ou princípios importantes sobre esta guerra espiritual. Príncipes importantes acerca de treinamento, de fidelidade, disciplina e força.

A primeira analogia que está a usar, a ver-se aqui no versículo 3, é de um soldado em combate. Esta é a primeira analogia. Vamos, então, ler versículo 3. Diz assim, ninguém... Perdão, versículo 3. Tu, pois, sofre as aflições como o bom soldado de Jesus Cristo.

O cristão sofrerá aflições. O cristão suporta aflições.

Como cristãos, precisamos entender que vai haver tempos e horas difíceis. E, irmãos, conforme os nossos dias avançam e ficamos mais idosos, muitas destas dificuldades e aflições veem por saúde. Irmãos, não há maneira nenhuma de nos desviarmos destas aflições e destas dificuldades, muitas vezes de saúde, como disse.

Temos que continuar na luta. Não podemos desistir. Por exemplo, os soldados deixam para trás a vida civil e dedicam-se às responsabilidades ao dever militar.

E, por isso, eu faço-me isto de lembrar, quando eu fiz o meu serviço militar, antes de vir para a Ireja, antes de conhecer a verdade, aí, quando estava no exército e tão, aliás, na Força Aérea, comecei a entender a verdade. Mas, lembro-me, quando tive-me a apresentar nesse serviço militar, naquele momento, eu entendi uma grande realidade, uma realidade séria, é que as coisas iam ser muito diferentes. Daquele momento que me apresentei, a vida tornou-se a ser uma coisa muito diferente.

E, ao fim deste ano de serviço na Força Aérea, aprendi uma coisa importante, disciplina e respeito pela autoridade.

E, se aprendi, na realidade, os soldados passam diariamente por várias privações, às vezes por perigos, dificuldades e não podem estar a reclamar. Não podem reclamar. As suas vidas, particularmente quando estão em ação, dependem de serem fiéis ao seu dever. Dependem na fidelidade à sua responsabilidade, ao seu dever. E usarem essa responsabilidade, ou as ferramentas, ou as armas que têm da maneira correta. E, por isso, como um soldado, é uma longa campanha, uma longa caminhada de luta, audiência e fidelidade às autoridades acima de nós.

E, por isso, comparando isso com o que Paulo está a dizer nesta analogia, Paulo está a dizer que Deus está nos ensinando a depender dela, a ter fé nela. Por isso, a nossa guerra espiritual, lemos em Efésios 6, versículo 10 a 18, para nos revestirmos com a armadura de Deus. Vemos que precisamos de ter a espada espiritual. Em Hebreus 4, versículo 12, diz que a palavra de Deus é uma espada de dois gumes.

E temos que vencer estas fortalezas espirituais que existem a nós, estes argumentos e esta altivês, este orgulho que existem a nós. Veja em segundo Corinthians, capítulo 10, versículo 4 a 5, e levando cativo todo essa atitude ou esse entendimento. Por exemplo, vocês leem continuamente, no antigo justamente, que, por exemplo, vê-se reis e pessoas e até alguns profetas, que chegam a um ponto em que a posição deles vai à cabeça, soba à cabeça e tornam-se subérbios, tornam-se arrogantes e depois vê-se o castigo. E muitas vezes, quando você lê estas secções, por exemplo, em Samuel, nos reis, nas crônicas, lê estas secções deste rei, terem o poder e este poder, como ele disse, soba à cabeça, ficam subérbios e arrogantes e depois vê-se como eles caem. Continuamente a Bibliotícais diz que antes da caída, vem a subérba. É tão real, é tão verdadeiro.

E isso são partes das fortalezas que nós temos que vencer. Eu quero subraniar este ponto, porque veja aqui, em segundo Coríntios, capítulo 10, segundo Coríntios, capítulo 10, versículo 4 e 5.

Segundo Coríntios, capítulo 10, versículo 4 e 5, diz assim, porque as armas da nossa milícia não são carnais, mas sim poderosas em Deus para destruição das fortalezas.

Fortalezas estas, destruindo argumentos. Quantas vezes eu ouço pessoas a justificarem-se para não fazer, ou não obceir as leis de Deus? Dão justificativas, dão desculpas.

Argumentos. Argumentos.

Porquê?

Enquanto o que devemos fazer é submeter à palavra de Deus. Ora, o que estamos a ver aqui é uma fortaleza, é um castelo espiritual, mental em nós, que não quer submeter-se a Deus da vontade de Deus.

Sim, irmãos, somos justificados de graça, mas uma vez justificados temos que submeter-nos a Deus e arrependermos e viver o caminho, irmãos. Temos que ser humildes e deixar Deus ser o nosso Deus, ser o nosso Mestre e dizer a nós o que nós podemos e não podemos fazer. Seguir as instruções Dele. E depois diz aqui, esses são argumentos que pessoas têm, têm desculpas, são justificativos. Isso não se aplica, por exemplo, aqui, em Angola, ou no Brasil, ou em Missabica, ou seja lá onde for, ou em Portugal, ou no Cabo Verde, ou em Santo Mãe, em Príncipe, seja onde for. Irmãos, aplica em todo mundo. Sim, somos justificados de graça, pela bondade, pelo amor e pelo carinho de Deus, mas uma vez que os nossos focados são perdoados, nós agora temos a obrigação, somos obrigados a retribuir o favor, e isto é fazer o que Deus quer que nós façamos. Por isso é que diz, tira fora o velho homem e põe o novo homem. Por isso é que diz aqui, destruindo argumentos. E toda altivés que se levanta contra o conhecimento de Deus. Aqui é esta arrogância, a soberba que mencionei há pouco. Irmãos, é tão importante, particularmente, quando as pessoas estão na igreja há muito tempo começam a ficar assim arrogantes. Olha, eu estou aqui, eu sei o que vinho, e não demonstram compaixão para com os novos, para com, digamos assim, com os bebés em Cristo.

Irmãos, precisamos de demonstrar o mesmo amor que Deus nos demonstra. Ora isso não quer dizer que as pessoas estão, têm autorização de viver uma maneira errada. Não, têm que vencer as fraquezas da carne, mas de vez em quando falhamos. E temos de demonstrar esta misericórdia. E não devemos ter esta altivez, que, e por isso, é o que diz aqui, levando cativo todo o entendimento à obdiância de Cristo. Temos que fazer a nós próprios compreender que temos de ser obdiantes a Cristo. E Cristo diz, se quer se ter a vida eterna, obedece os mandamentos de Deus. E também, primeiro João 3, 22 diz, aqueles que obedecem a lei Deus e fazem a vontade do Pai. Irmãos, não é só obter as leis de Deus, é mais do que isso, é mais do que isso.

E por isso, irmãos, Deus nos está ensinando, como estou a falar aqui no versículo 3, de 1º de Imóptido capítulo 2, como soldados, temos que depender nela. A guerra espiritual, a nossa espada espiritual, e temos que vencer estes argumentos e altivez, estes fortalezas que existem em nós. Continuando, então, neste exemplo do soldado, diz assim, ninguém que milita se embarassa com negócios desta vida. Não nos devemos envolver nas coisas deste mundão, a fim de agradar àquele que o alistou para a guerra. Nós temos que agradar àquele que nos alistou para a guerra. Quem nos chamou? Deus-Pai, através dos Cristo e com a ajuda do poder de Deus. E, por isso, temos de deixar as influências do mundo. João 17, versículo 15, vejam lá, João 17, versículo 15. João 17, versículo 15.

Em que lemos?

Não peço que os tiros do mundo, mas que os livros do mal. Temos que vencer as coisas deste mundão. Não estamos a sair do mundo, agora estamos assim, olha, isentos, não. Estamos no mundo e temos que vencer as coisas deste mundão, vencer as influências do mundão. E dedicando-nos ao dever cristão, tal como o soldado, tem que se dedicar ao seu dever militar. E por isso o nosso chamado envolve aceitar certas dificuldades, certas privações, certos perigos, sem reclamar. A nossa vida interna dependa em sermos fiéis aos nossos dever cristãos. E, felizmente, muitas vezes usamos desculpas e temos de ter cuidado com essas justificativas ou desculpas incorretas. Precisamos de usar eficazmente as armas espirituais, armadura espiritual, e Fésio 6, 10, 18. E temos de agradar ao nosso líder, Colossenses Capítulo 1, por séculos 9 e 10. Ajudamos, então, Colossenses Capítulo 1, Colossenses Capítulo 1, versículo 9 a 10, diz assim. Por esta razão, nós também, desde o dia em que o ouvimos, não cessamos de orar por vós e pedir que seja cheio de conhecimento da sua vontade, em toda a sabedoria e inteligência espiritual, para que possais andar dignamente diante o Senhor, agradando-lhe em tudo, frutificando em toda a boa obra e crescendo no conhecimento de Deus. Irmãos, isto é a nossa responsabilidade. Agrade-lhe em tudo. Agrade-lhe o nosso líder em tudo. E, por isso, como ensinei há pouco, em primeiro João, Capítulo 3, versículo 22, temos que fazer a vontade do Pai, além de obter as leis de Deus. Então, continuando agora, no versículo 5, Paulo dá uma segunda analogia, porque a primeira analogia foi do Soldado. Agora, no versículo 5, Paulo usa a analogia de um atleta. Um atleta, vejamos, então, a ler aqui o versículo 5. Se alguém também milita, não é curado, não é curuado, se não militar legitimamente, que está a falar acerca de um atleta, que ele que milita um atleta.

Vê-se aqui que um atleta tem que lutar ou fazer o seu exercício, o segundo as regras. Tem que fazer as regras. Não é curado, se não militar legitimamente. Por exemplo, um corredor que está a correr nas linhas, assim, numa pista, e tem que manter dentro da sua pista, dentro dos seus caminhos, se cortar esses raios ou se mudar para outra pista, então está a quebrar essas regras. Por exemplo, se uma pessoa estiver a julgar um jogo qualquer, deve haver certas regras. Por exemplo, no futebol, se a pessoa está fora, por exemplo, uma pessoa está a atacar e está fora da área onde devia estar, então a bandeirinha vai acima e pronto. Se é considerado esse movimento ou esse ataque ou mesmo esse golo, pode ser anulado. Ou, por exemplo, pessoas que, atletas, por exemplo, estão a fazer certos exercícios e estão a tomar esteroids ilegais que não deviam tomar. Isso, então, é cancelado. Por isso, se há um atleta que está em nenhuma luta assim para ganhar como um atleta, não pode continuar quebrando as regras. E por isso aclemos primeiro em Coríntios, em 1 Coríntios capítulo 9, versículo 24-29, temperante a todas as coisas, disciplinado e abrigado. Em Hebreus 12, versículo 1, diz que corramos com perseverança a carreira que nos está à proposta. Por isso, esta analogia é de um atleta. E depois, no versículo 6, dá a analogia do um lavador. E, assim, o lavador que trabalha deve ser o primeiro a usar dos frutos. Ora, o lavador trabalha arduosamente. Ele é o primeiro a beneficiar da colheita e tem certeza de ter alimento à sua mesa porque ele está a trabalhar duro. Por isso, lembramos, por exemplo, em Proverbius 10, versículo 5, diz, ajunta-o no verão. Ajunta-o que pode, ajunta-o que pode. Trabalha! Trabalha quando há oportunidade para trabalhar. Quantas vezes felizmente, pessoas dizem, olha, eu quero trabalhar, não obra, mas não agora, depois, depois, depois. E, um dia depois, quando chega, já não tem saúde, já tem, olha, eu devia ter trabalhado. Ah, mas, irmãos, temos que trabalhar no verão quando temos a possibilidade de fazer isso. E não deixar as coisas passarem. Também, para o verbo, em Capítulo 20, versículo 4, devemos trabalhar mesmo quando é difícil. E, por isso, Paulo está a dizer, se Timóteo quisesse vir a ser bem sucedido, ele teria que trabalhar como um lavradora, diligente, assim como Paulo estava a trabalhar, diligentemente. E, por isso, lê-se assim, no versículo 7. Considera o que te digo, e o Senhor te dê entendimento em tudo. E, por isso, Paulo está a dizer, considera estas três analogias. Todas elas envolvem um objetivo, um treinamento, uma certa fidelidade, uma certa disciplina, um certo trabalho arduo. Entre outras coisas, está claro. Para quê? Para crescer, diz assim, no versículo 7, e o Senhor te dê entendimento em tudo. Para crescer, na graça e no conhecimento de nosso Senhor e Salvador Jesus Cristo. Temos que praticar, temos que conhecer e depois praticar, como vimos nesses exemplos, nas três analogias. Temos que praticar. E, por isso, para adquirir mais, maior entendimento da palavra de Deus, da Bíblia aqui, da palavra de Deus, para adquirir um maior entendimento, temos que estudar a Bíblia. Temos que estudar a Bíblia. Temos que orar para pedir a Deus, para nos ajudar a entender e para praticar e orar pelos outros também. E, além disso, temos que meditar para ver como é que eu posso aplicar o que aprendi na minha vida. E depois temos que praticar. Temos que viver e seguir o caminho. Devemos aplicar a nossa mente e por na prática o que aprendemos na nossa vida. Então, o entendimento vem de Deus. Conforme mais praticamos, então mais começamos a entender melhor estes princípios básicos.

Irmãos, em Mateus 23, versículo 10. Mateus 23, versículo 10. Vejam lá, Mateus 23, versículo 10.

Nem vos chameis mestres, porque um só é o vosso mestre, que é o Cristo.

Jesus Cristo é o nosso mestre. É o que nos ensina. É o nosso exemplo. E por isso precisamos seguir o exemplo de Cristo. As palavras dele, que é o que temos escrito na Bíblia. O ensino dele está escrito na Bíblia, que é o nosso exemplo.

E em 1 Coríntios 2, versículo 11. 1 Coríntios 2, versículo 11. Está aqui outro princípio muito importante. 1 Coríntios 2, versículo 11. 1 Coríntios 11, que diz, mas Deus nos revelou pelo seu espírito, porque o espírito penetra todas as coisas, ainda as profundezas de Deus. Versículo 10, não agora, no versículo 11. Porque, qual dos homens sabe as coisas do homem, se não o espírito do homem, que é o espírito humano, que está nele. Assim, também ninguém sabe as coisas de Deus, se não o espírito de Deus. Deus nos revela, nos dá um entendimento pelo seu espírito. Nós precisamos do espírito de Deus. E Deus nos dá o espírito conforme obtecemos a Ele. Ato 5, versículo 32. Se estou correto, desca a ver, ver que esteja correto. Se estou a mencionar, preciso mencionar corretamente. Parece que é ato 5, versículo 32, desca a ver. Diz assim. E nós somos de sítemunhas, a séria dessas palavras, e nós também, nós e também o Espírito Santo, que Deus deu àqueles que lhe obtecem. Sim. Deus dá ao espírito àqueles que lhe obtecem. Precisamos, sim. Somos justificados de graça. Mas agora temos que obtecer. E conforme obtecemos e comprometemos-nos, Deus dá o seu espírito. E por isso precisamos, Jesus Cristo, que é o nosso mestre, que é o nosso sumo sacerdote. E precisamos do Espírito Santo Deus, que amenta a mentalidade, a força, a energia, o ideanéio espiritual de Deus em nós, que nos ajuda a entender a verdade. E por isso irmãos, como lemos aqui no versículo 7, considera o que te digo, nestas três analogias. Considera o que te digo. E o Senhor te dé entendimento em tudo. Como? Conforme pomos, em prática, estas coisas que aprendemos. Vemos estudar, meditar, orar, sim, joar ocasionalmente, e, mas importantíssimo, em viver, é praticar isto na nossa vida. Que Deus vos ajude, irmãos, a continuar neste caminho e a considerar estes pontos de que Paulo está aqui a referir-se para nós nos mantermos fiéis à sã doutrina.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).