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Bom dia ao botaço de cris irmãos aqui a Jorz Campos. Os Israelitas foram instruídos por Deus através de Moisés antes de saírem do Egito. Isto é, bem antes de terem recebido a lei no Monte de Sinai, foram instruídos no Egito de observarem a páscoa e de observarem os sete dias de pães ásmos. Podem ler isso no capítulo 12 de Êsodo.
Dando um somário breve, Deus instruiu-Eus para no dia 14 deste primeiro mês do ano para observarem a páscoa ao início do dia 14. Isso é, ao luxo fúscuo, quando o dia começasse, depois do Porto Sol, observarem a páscoa. No dia seguinte, isto é, ao fim deste dia 14, que seria o dia seguinte, lá à tarde, conforme o sol se punha, à tarde, à tardinha, então eles eram para começar a observar os dias de pães ásmos por sete dias, desde o fim do dia 14 até ao fim do dia 21.
Podem ler isso comigo, se faz chavôr, em esse dos capítulo 12 versículos 18 a 20, diz assim, depois do dia 14 do primeiro mês, à tarde, isto é, ao fim do dia 14, à tarde, comerem os pães ásmos até à tarde, até ao fim, até ao Porto Sol, do fim do dia 21 do mesmo mês. Por sete dias, não se haja nenhum fermento nas vossas casas, por qualquer que comer pão levedado, será eliminado da congregação de Israel, tanto peregrino como o natural da terra. E por isso ele explicou aqui que não deviam comer nada levedado por esses sete dias.
Vejam então, continuando a ler no versículo 20, nenhuma coisa levedada comeréis em todas as vossas habitações, comeréis pães ásmos. Por isso, por sete dias, não eram para comer pães com ásmo. Pães com fermento, perdão. Então qual é o significado espiritual deste sete dias de festa? Depois da páscoa, o qual foram dados aos Israelitas antes de sair do Egito. Qual é o significado espiritual? Bem, como sabemos, a páscoa representa a Jesus Cristo morrer por nós, sofrer e morrer por nós, o sofrimento dele e a morte dele pelos nossos pecados. E isso abriu o caminho para nós podermos ser reconciliados com Deus. Imediatamente após disso, deste dia 14, no dia 15, imediatamente após isso, eles deviam de começar a comer por sete dias pães sem fermento, pães ásmos.
E o que é o significado simbólico deste período? Como vocês devem saber, significa parar de pecar completamente, sete dias, sete representando o número completo, parar de pecar por sete dias, completamente simbolizando na nossa vida, precisamos de parar de pecar completamente. Mas, eu quero fazer uma pergunta aqui. Há mais neste significado? Podemos pesquisar-se um bocado mais profundamente acerca deste assunto? E sim podemos. A razão por que podemos é porque hoje em dia, da maneira que as pessoas fazem pão, é de uma maneira geral diferente, da maneira que faziam pão, nos dias do tempo de Cristo e aliás, antes do tempo de Cristo.
Hoje em dia, geralmente usamos, normalmente, produtos químicos, ou produtos como por exemplo o pó royal, o fermento em pó, ou o bicarbonato sódio, que de uma maneira geral são produtos que não estão contaminados, não têm qualquer contaminação ou qualquer impureza, e usamos esses produtos como agentes de levadura. Mas isso não era a maneira, como disse, que faziam no entendistamento. No entendistamento, usavam um bocado da massa que tinham usado da vez prévia que fizeram pão, guardavam um bocado dessa massa, como digamos assim, para ser um lote inicial, e usavam essa massa para se misturar com a massa nova, para deixar essa massa, digamos assim, ensinada.
E assim, tinha um bocado de massa, que era antiga, que tinham usado previamente, quando fizeram pão, um pedaço de massa, que era salgado, que era azedado, que era usado para fermentar e saborear, para que o pão fosse mais alto. E saborear a nova massa de pão. Por isso, constituía a maneira como faziam a fermentação do pão. Ora, se esta massa inicial, este lote inicial, que tinha um guardado, estava em boas condições, não havia nenhum problema.
Mas quando se guarda comida, deixamos que essa comida fique azeda, digamos assim, ou esteja fermentada, há sempre o perigo de qualquer batérias, mas de entrarem nessa massa. Até mesmo uma extremo seria, por exemplo, botulismo. E se esse pedaço de massa inicial, esse lote inicial, estava um pouco estragado ou um pouco em mau estado, ou infectado com uma doença, quando era misturado com a massa nova, passaria essa estrago, essa doença para o resto do pão.
E por isso o fermento tinha, digamos assim, uma natureza contagiosa e infeciosa. E tinha um poder difusivo de penetrar essa natureza para o pão, o seguinte que estava a fazer. E por isso qualquer coisa que tivesse, digamos assim, deteriorado dava-da esta ideia de corrupção e de impureza. E por isso é que, todos os anos, antes dos dias despensásmos, o fermento antigo, esta era a massa azeda antiga, era queimada, era destruída.
E depois dos dias despensásmos, então, fazia uma massa, começavam a fazer uma massa nova, uma nova massa azeda. Ora, com este entendimento de como fazia um pão nos dias da antiguidade, vamos, então, ver algumas escrituras do Novo Testamento para derivar lições espirituais acerca do fermento e como essas lições espirituais são aplicáveis para nós hoje em dia. Ora, o primeiro exemplo é que o fermento tem a capacidade de fazer com que este pão novo pareça, assim, tenham subido bem, que já tem uma aparição linda, ou seja, um lindo pedaço de pão, exteriormente, mas nunca sabemos se interiormente tem alguns problemas.
E isso, particularmente, o caso hoje em dia, é impor em tantas coisas no pão, que o pão, na verdade, é capaz de não ser bem nutricioso, bem saudável para nós, porque às vezes tem certas coisas no pão que não sejam para o nosso bem físico, produtos herficiais que não sejam assim tão bons, mas por fora parecem lindos, os pão parecem lindos.
Ora vejam, então, aqui a primeira escritura que quero que olhem comigo se faz favor é em Lucas capítulo 12. Lucas capítulo 12, vamos ler aqui no versículo 1, diz assim, Lucas 12, versículo 1, diz assim, diz assim, poste que miriades de pessoas se aglomeraram, a ponte de uns aos outros se atropelarem, pessoas Jesus a dizer antes de tudo aos seus discípulos, cuidado a cautulaivos, do fermento dos fariseus, que é a hipocrisia.
Jesus Cristo estava aqui a dizer, muito cuidado, porque o fermento dos fariseus está agora a usar a analogia do fermento e dar-lhe um significado espiritual, que neste caso é hipocrisia, e esta hipocrisia como o fermento afeta ou infecta o resto do pão, e esta hipocrisia de umas pessoas pode infectar o povo inteiro.
E por isso está a falar aqui daqueles que se apresentam de uma maneira que não são realmente, dessa maneira, por dentro. Isto é para dar uma impressão de que têm certas motivações ou razões de fazer certas coisas, mas na verdade não é essa a motivação ou a intenção. Isto é pretender ou serem hipócritas.
Exemplos hoje em dia são, por exemplo, os políticos que pretendem estar na política com a intenção de servir o povo. Isto é a pretensão que fazem, ó, que estão ali para servir o povo. Mas na verdade, eles estão a buscar o poder para eles próprios, estão a buscar o dinheiro, estão a buscar a influência de eles próprios, desfarçados, como se tivessem muito cuidado para com o povo.
E isso, então, é uma hipocrisia, se esse é o caso de certos políticos, não estou a dizer que todos políticos sejam assim, mas há muitos políticos que são assim. Um segundo exemplo de hipocrisia é nos líderes religiosos. Uma vez mais, não estou a dizer que todos sejam assim, mas há uma grande quantidade daqueles que pretendem amar o povo, amar as pessoas, mas que estão mais interessados à cerca do dinheiro e do prestígio. E por isso a lição espiritual aqui, queris irmãos, é que o importante é a atitude, ou a motivação, o motivo dessa pessoa. Se o motivo é certo, se a atitude do coração e da mente é certa, que é a verdade, tem querinho e amor e quer servir o povo.
Então, a exibição por fora é simplesmente sincera, porque não é uma representação hipócrita. E então Jesus Cristo continua aqui, no versículo 2 e 3, de Lucas 12, a dizer, nada há em coberto que não venha a ser revelado e o culto que não venha a ser conhecido. Por tudo que disseste às escuras será ouvido em plena luz e o que disseste aos ouvidos no interior da casa será proclamado, dos herados. Tudo será proclamado, tudo será revelado.
Você pode enganar outras pessoas, mas não enganar Deus. E é o que Jesus Cristo está aqui a dizer, que, ao fim do tempo, tudo será revelado. E por isso essa hipocrisia será revelada. Ora, como é que a hipocrisia pode ser manifestada? Vejam comigo, em Mateus 23, dá vários exemplos aí de como a hipocrisia pode ser manifestada. Vejam, Mateus 23, começando no versículo 1, diz assim, Então falou Jesus às multidões e aos discípulos, e aos seus discípulos, Na cadeira de Moisés se assentam os escribas e os fariseus. Fazem e guardam, pois, tudo quanto eles vos disserem. Porém, não os imitais nas suas obras, porque dizem e não fazem.
Aqui está a demonstrar uma situação hipócrita. Dizem uma coisa, mas fazem uma coisa diferente. Deus está a busca em nós, por ações. Ações que sejam uma mudança da nossa natureza, sejam um arrependimento, uma demonstração de verdadeiro arrependimento. Nós não devemos pretender de que seremos de uma certa maneira quando não somos.
Nós devemos ser da maneira que devemos ser. E depois, ele continua a dar exemplos mais específicos, continuando no versículo 4. Há-tão faros dos pesados e difíceis de carregar, e os ponham sobre os homens de homens, enquanto eles mesmos, nem com o dedo, querem movê-los. Simulamente, pondo isto de outra maneira, não têm compaixão e entendimento pelos dificuldades que certas pessoas possam ter. No versículo 5, praticam porém as suas obras, com o fim de serem vistos dos homens, pois alargam os seus filetérios e alongam as suas franjas. Vamos praticar coisas para serem vistos de homens. Querem ser vistos por outras pessoas.
No versículo 7, as saudações nas praças e os serem chamados mestros pelos homens. Isto, esta exibição, somos importantes, querem este reconhecimento de serem pessoas importantes. De serem pessoas, e por isso querem os títulos, querem as posições, querem o aplauso para encher este egoísmo pessoal. Vijamos outro exemplo aqui. No versículo 12 diz assim, quem assim mesmo se exaltar será humilhado e quem assim mesmo se humilhar será exaltado. O problema dessas pessoas hipócritas é que têm falta de humildade.
Elas, na verdade, não querem servir. Depois vejam também no versículo 13. Há-i de vós escribas e fariseus hipócritas, porque fechais o reino dos céus dentro dos homens, pois vós não entrais nem deixais entrar os que estão entrando. Estão a desencurajar pessoas de entrarem no reino de Deus, porque os próprios não vão entrar, mas estão a dar, digamos assim, sugestões ou coisas que as pessoas não deviam fazer e que por isso as pessoas querem ir estão no caminho do reino de Deus e ficam iludidas.
Não, não preciso fazer isto, então. Ou não deve fazer isto, então. E por isso não entram no reino de Deus porque estão a enganar essas pessoas. Por quê? Porque querem parecer mais justos, querem parecer melhores e por isso põem estas dificuldades e estas pretenções. Diz assim, versículo 14, há de vós cRIBAS e FARIZEUS e PÓCREZ, porque devorais as casas das viúvas e para o justificar, fazéis longas orações. Longas orações. Por isso sofrerei juízo muito mais severo.
Longas orações querem fazer uma exibição de que são muito justos, muito religiosos. Cris irmãos, nós devemos fazer o que é certo, sem pretender, para outros pensarem que somos mais justos. Vejam também, por exemplo, um bocadinho mais adiante em Mateus 23, no versículo 23 e 24, diz assim, Há-i de vós cRIBAS e FARIZEUS e PÓCREZ, porque dais o dízimo da Orlan, do Endro e do Comínio, e tendos-nos negligenciados por seitos mais importantes da lei, a Justiça, a Mesricórdia, a Fé.
Devias porém fazer estas coisas sem omitir aquelas. Eles eram muito exatos em certos detalhes, em certas coisas de fazer e não fazer, que porquê? Porque os fazia com que eles se sentissem mais justos. Mas esqueciam-se das coisas importantes, dos perceitos mais importantes da lei, que era a Justiça, isso é a maneira de buscar a Justiça de Deus e não a nossa própria Justiça, a Mesricórdia, de ser paciente, ser misericordioso e ser fiel, e ter fé e ser fiel até o fim, percebrar até o fim. Por isso precisamos ter cuidado, que não sejam afetados por este fermento de hipócrisia, que Jesus Cristo falou que era o fermento dos fariseus.
Para eles, a aparência era muito importante. Vejam, por exemplo, no versículo 25. Ai de vós, escribas e fariseus hipócrites, porque limpais o exterior do copo e do prato, mas estes por dentro estão cheios de rapina e intemparança. Fariseus segue limpa primeiro o interior do copo, a intenção do coração e da mente.
Limpe isso primeiro, para que também o seu exterior fique limpo. Ai de vós, escribas e fariseus hipócrites, porque são os semelhantes aos spúlculos caiados, que por fora se mostram belos, como este pão parece lindo por fora, mas interiormente está cheios de ossos, de mortos e de toda emundícia.
Assim vós exteriormente pareceis justos aos homens, mas por dentro está cheios de hipocrisia e de iniquidade. Cris irmãos, Deus busca o seu coração, o meu coração e os nossos pensamentos. Mas o homem olha para as coisas exteriores, para a aparência. E há muitos outros exemplos aqui no Novo Testamento de Hipocrisia, dos fariseus, por exemplo, por exemplo, oravam para serem vistos por outros. Elas julgavam e censuravam outros por coisas pequenas, quando elas eram culpados de crimes ainda maiores.
Por exemplo, eles censuravam Jesus Cristo por sarar pessoas no sábado, enquanto eles faziam coisas piores, porque eles conspiraram matar Jesus Cristo no sábado. Eles buscavam tradições e cerimónias externas, em vez de adorar Deus em espírito e na verdade.
Eles, por exemplo, não quiseram ser vistos como impuros, porque, particularmente antes da páscoa, porque queriam observar a páscoa. E por isso não foram para o pretório quando os Cristo estavam a ser julgados, não queriam estar impuros para que pudessemos observar a páscoa. No entanto, eles conspiraram e planejaram a morte, o crucifixo, Jesus Cristo, e moveram multidões para que quisessem que ele fosse morto.
E vê-se esta atitude hoje em dia, estes princípios, em pessoas. E por isso, cris irmãos, precisamos ter cuidado de não estarmos a pretender, de não estarmos a fazer um ato de exibição para o benefício de outros. Então, qual é a diferença, cris irmãos, entre hipócrisia e vencer? Qual é a diferença entre ser um hipócrita e ser um vencedor? Ora, deixe-te dar um exemplo simples. Você sabe, e eu sei, que temos falta de verdadeiro amor de uns para os outros. É uma coisa que todos nós precisamos ter mais, amor para os outros. E por isso, a pergunta poderia ser, deveria você pretender atuar que amas outras pessoas? Ou, você vai dizer, eu não vou pretender uma coisa que não sou. É sincendo, não amas outras pessoas, por isso não é. Sou sincero. O ponto aqui, que dizirmos, é que o hipócrita pretende ser de uma certa maneira, e não faz esforço para mudar para vir a ser dessa maneira. O hipócrita pretende ter amor, enquanto que o verdadeiro cristão faz um esforço para vencer, para demonstrar esse amor. Por isso, como um verdadeiro cristão, não é ser hipócrita quando estamos a tentar a esforçarmos, para nos mudarmos, para sermos uma pessoa diferente, para sermos uma pessoa melhor. O verdadeiro cristão reconhece as suas deficiências, e por isso luta, batalha, esforça-se para superar, para vencer. E por isso, para o verdadeiro cristão, superar é ganhar a vitória. Então, vê aí a verdadeira diferença. Você vê a verdadeira diferença. A verdadeira diferença é a atitude e o motivo. O hipócrita pretende fazer um acto fingir que é de uma certa maneira. Ele está a fazê-lo para dar uma certa impressão às outras pessoas. Ele entende que devia ser de uma certa maneira, mas não se esforça para ser dessa maneira, por dentro. O verdadeiro cristão sabe como ele deve viver, sabe como deve pensar e atuar, na maneira correta, de uma verdadeira maneira de amor. E, então, esse verdadeiro cristão tenta copiar, ou imular, ou seguir o exemplo de Jesus Cristo. E, assim, tenta esforça-se para seguir as instruções das Escrituras, as instruções da Bíblia. Por fora, à primeira vista, ambos parecem o mesmo. Mas, quando olhamos com maior cuidado, há uma diferença na atitude e na motivação. Por isso, tanto o hipócrita como o verdadeiro cristão, o pode ter falta de verdadeiro amor. Mas, o hipócrita pretende que ele é amoroso, de monstras muito molosos e coisas assim, enquanto que outro, o verdadeiro cristão esforça-se com a ajuda de Deus e do Espírito Santo para ter mais amor. E, por isso, a hipócrisia é saber ou alegar que é bom, ou que faz bem, mas por dentro não é. Enquanto que o verdadeiro cristão entende que tem muito ainda a caminhar, tem muito a crescer. E, por isso, batalha nesta luta de vencimento, de vencer, de superar para chegar a essa meta. E, por isso, o framento espiritual dos fariseus é a capacidade de parecer lindo por fora, mas por dentro tem uma atitude errada e um motivo errado. Isso é a hipócrisia.
Voltando à analogia do fermento. Uma vez que o fermento é adicionado à nova massa, que é esta massa azeda, a massa velha, é adicionada à nova massa, é praticamente impossível parar o efeito, o processo.
Porque esse fermento, essa massa velha, vai afetar tudo o que entra em contato com, vai afetar essa massa nova, para essa massa nova ficar, digamos assim, do mesmo género, a mesma natureza, com a mesma característica, também fermentada. E se essa massa velha está estragada ou está num certo mau estado, vai espalhar essa distorção, digamos assim, esse estrago, vai espalhar isso ao pão inteiro, a massa inteira. Vejam comigo, se faz favor aqui, em Mateus capítulo 16. Mateus capítulo 16, versículo 5 a 6, diz assim, ora até nos discípulos passados para o outro lado, esqueceram-se de levar pão. Jesus disse, ver e acalte laivos, do fermento dos fariseus e dos saduceus. Agora aqui é o fermento dos fariseus e dos saduceus. O que é que Jesus Cristo queria dizer com isto? Vejam então no versículo 7. Eles porém discurriam e desci, dizendo, ah, porque não trouxemos pão e tal. E então ele diz assim um pouco mais adiante. Como não entendês que não vos faleram respeito de pães e sim acalte laivos, do fermento dos fariseus e dos saduceus. Cuidado com esta massa velha, que é o fermento dos fariseus e dos saduceus.
Então entenderam que não lhes disser que saca-o-tela-sem do fermento de pães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduceus.
No primeiro exemplo que dei, falai acerca da hipócrisia. Agora Jesus Cristo aqui está a falar da doutrina dos fariseus e dos saduceus.
O que era a doutrina deles? Eles ensinavam sábado, eles ensinavam os dias santos, eles ensinavam o dízimo, etc. Mas no entanto, havia algo errado, algo estragado, algo em mau estado nessa doutrina. Tava estragada e isso poderia se espalhar para os discípulos. Espiritualmente representava uma distrução, um estrago, um mau estado do verdadeiro evangelho. Isto é um outro evangelho, o que não era outro evangelho, mas era o evangelho assim, desformado. Prevertido, trastornado, que é o que Paulo falou em Galatas 1,7, disse cuidado com este evangelho, porque não era um novo evangelho, mas é um evangelho, como uma massa velha desse pão.
Vejam, então, aqui, por exemplo, outro exemplo aqui em Mateus 13, versículo 33. Mateus 13, Jesus disse-lhes outra parábola. O reino dos céus é semelhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu, entre as medidas de farinha, até ficar tudo levado. Ora, o reino de Deus é semelhante ao fermento, começa pequenino e cresce. Se esse fermento está em boas condições, não está estragado, não está em mau estado, vai crescer e espalhar e afetar outras pessoas de uma maneira positiva. Por isso é que diz-lhes, vocês sejam uma luz. Um exemplo, vocês são o sal da terra, vocês são a luz da terra. Um exemplo para espalhar a outros. A verdade, o evangelho sem estar estragado.
Mas o fermento dos fariseus e dos saduceus é uma doutrina que está trastornada, que está pervertida, que está alterada do que devia ser. Como é que as pessoas podem trastornar ou alterar ou perverter o verdadeiro evangelho? Vejam aqui um exemplo. Vejam um exemplo. Capalo escreveu em primeiro Timótipo capítulo 1, versículo 3 a 7. Primeiro Timótipo capítulo 1, versículo 3 a 7. Quando eu estava de viagem, rumo da Macedónia trurroguei para o Manceso, ainda em Fésio, para demonstrar-se a certas pessoas a fim de que não ensinem outra doutrina.
É uma doutrina pervertida, trastornada, modificada. Nem se ocupem com fábulas e zinologias sem fim que antes promovem discussões do que o serviço de Deus na fé, ou o intuito da presente, a demonstração. Isto é, o intuito, a intenção desta instrução, deste mandamento, o intuito da lei de Deus, digamos assim, é o amor. O intuito da instrução que Paulo está aqui a dar a eles é o amor, que procede a motivação do coração e mental, é a de coração puro e de consciência boa.
E de fé, sem hipocrisia. É exatamente o que é, o que é. Pão, pão, queijo, queijo, como dizem. É exatamente o que devia ser. Desviando-se algumas pessoas destas coisas, desviando-se, isto é trastornando.
Perderam-se em lucuacidade. Isto é entregam-se a contendas, argumentos, lucuacidade frívola. Pretendendo passar por mestres da lei, não compreendem-lhes, não sabem o que estão a dizer.
Todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas as severações. Não sabem o que estão a dizer, mas perverteram. Mas estão a pretender ser professores, doutores da lei. Mas não sabem o que estão a dizer. E assim desviam-se.
Qual é o nosso motivo?
Aqui está a dizer, Paulo, a Timóteo. O intuito, o motivo, é amor, esnoino, sincero, puro, de consciência e boa. E por isso hoje em dia vejo pessoas que gostam de se meterem tudo, ocuparem com diferentes histórias, ideogenologias e assuntos que não entendem, que promovem discussões.
E pensam que precisam de estudar tudo e acerca de tudo. E por isso ela quer dizer cuidado com o que entra na vossa cabeça. Cuidado como são afetados por outras coisas. Vejam, por exemplo, também em Gálatas, capítulo 5. Gálatas, capítulo 5, versículo 19 a 21, que dá aqui as obras da karma. Mas veja, por exemplo, especificamente aqui, no versículo 20, onde está a falar descordes, dissensões e facções. Qual é o motivo? O motivo destas descordes, destas divisões, é que as pessoas estão à busca de uma posição. E, por isso, querem pôr uma distinção diferente na maneira de certas coisas.
Então, a representar um, digamos assim, um espírito partidário rebelde, que não desdeenha fazer coisas de maneiras, digamos assim, baixas, de uma maneira que não devemos fazer. E quando nós nos levantamos e nos pomos em posições como somos a autoridade final num certo assunto, ou a interpretar as escrituras, precisamos ter cuidado, porque podemos ser enganados. O problema aqui é quando nós pensamos que nós, de nós próprios, podemos resolver isto tudo.
E a persister cuidado, porque os religiosos, do dia de Jesus, os líderes religiosos, fariseus e saduceus, tinham esta doutrina errada. Jesus Cristo disse, cuidado, com esta doutrina destrucida.
E assim, queridos irmãos, o fermento espiritual pode ser transformado, estar estrangado, da verdadeira verdadeira verdadeira. E por isso, pode ser enganoso, pode nos enganar. E além disso, tem a capacidade, ao mesmo tempo como vimos, de parecer lindo por fora. Isto é hipócrita. E por isso, o fermento, com estes dois pontos que demonstrei agora, pode ser enganoso e hipócrita.
Então, o que nós devemos fazer, queridos irmãos? Temos que evaluar, analisar as coisas de acordo com os seus frutos, ouvir a verdade e sabermos que conheceremos as pessoas pelos seus frutos. E, conforme, seguem a verdade. Devemos ser prudentes, como as serpentes e simples, como as pombas. Nós devemos adorar Deus, em espírito e na verdade. Um terceiro exemplo do fermento. É que quando o fermento está, digamos assim, infetado, ou, digamos assim, tem uma certas bactérias, mais, uma certa doença, digamos assim, que até podia ser o botulismo. Então, essa doença pode ser infecciosa, pode afetar o resto do pão novo. Vejam, por exemplo, em Marcos 8, versículo 15. Marcos capítulo 8, versículo 15.
Preveniu Jesus dizendo, vê de guardar-vos do fermento dos fariseus e do fermento de irotes. Nós já vimos primeiro o que é o fermento dos fariseus, que é a hipocrisia, e o fermento de irotes, o que é o fermento de irotes.
Ora, irotes eram o nome da família, porque o pai dele também tinha sido irotes, como se fosse um sobrenome, mas eram um povo, umas pessoas, que diziam que eram judaicos, em religião, mas na prática delas eram não-judaicos, eram, digamos assim, gentios, e no caráter deles eram terríveis. E esta tendência desta família era de serem muitos tutos, muitos ciumentos, muito cruéis e muito vinhetivos. Vocês podem ler a história em Lucas, capítulo 13, 31 e 32, em que Cristo chamou a irotes como uma raposa, raposa estuta. E isto era uma referência ao caráter dele de irotes, de ser cruel, astuto e, digamos assim, sem coração. Irotes era um espertalhão, digamos assim, muito astuto e enganador. Em Marcos capítulo 6, versículo 14 a 16, uma, duas páginas um bocadinho antes, onde tivemos há pouco, Marcos 6, 14 a 6. Vê-se a história da morte do João Batista.
E ve-se que irotes tinha se casado, pode-me ler isso no versículo 17 de Marcos 6, tinham se casado com erodias, que era a mulher do seu irmão, Felipe. Depois, ve-se no versículo 20, que ele ouvia e ele temia ao João Batista, sabendo que o João Batista era um homem justo e santo e o tinha em segurança. E quando o ouvia, ficava proplexo, escutando de bom momento. Mas, o erodes tinha um problema. Ele permitia certos pecados, embora soubesse o que era certo. Ele cedia a pecados, ele dava um jeitinho na vida dele para pecar, embora dessa impressão gostava ao pedecer. E depois, ve-se aqui no versículo 22, entrou a filha de erodias, dizemos assim, provavelmente a filha do seu irmão, quando o erodes tinha casado com seu irmão, por isso talvez seria, digamos assim, a sua sobrinha, entrou a filha de erodias e dançando, agredou a erodes e aos seus convivas.
Ele teve este desejo sexual, digamos assim, pela sua sobrinha. Então disse o rei à jovem, pede-me o que iseres, eu te darei. E depois, ve-se que ela disse, então, dá na cabeça de João Batista.
E vejam então, no versículo 26, entriste-se-se para o fundamento do rei, mas por causa do juramento e dos que estavam com ele à mesa. Não lhe quis negar. Ele estava com medo dos outros, do que os outros viessem a pensar.
E por isso, ve-se aqui que erodes, era estuto, era um esportalhão, estava a permitir ou dar um jeitinho à verdade para os seus desejos pessoais.
E espiritualmente, o fermento de erodes representa assim uma influência má que se espalha com uma infecção que ceda ou permite, ou que se ajusta nos seus valores, deixando valores errados serem ajustados ou permitidos a infiltrar.
Isto é, estava de acordo com o pecado.
E esta atitude é uma atitude que certas pessoas têm, o que digamos assim com um pé na igreja e um pé no mundão.
Que, meus irmãos, precisamos ter cuidado de falsas profetas que são raposas, como podem ler no versículo 4 de Ezekiel 13. E, por isso, o que é que nós precisamos de fazer para evitar este fermento de erodes, que é este pecado de permitir coisas mundanas na nossa vida, de harmonizá-los com o mundo, de ajustar as coisas um bocadinho com o pecado, dar este jeitinho, dar este compromisso incorreto, comprometer com uma certa coisa incorreta que não devíamos comprometer. Primeiro, que, meus irmãos, sabemos a verdade, temos que fazer a verdade. É como dizem Tiago 4 versículo 17. Tiago 4 versículo 17. Tiago 4 versículo 17 diz assim, aquele que sabe que deve fazer o bem e não faz, nisso está pecando. Que, meus irmãos, precisamos de fazer o bem, sem evitar, sem demora. E depois, por exemplo, Paulo descreve em Romanos capítulo 12, versículo 21. Vejam o caminho que se faz de bom de Romanos capítulo 12, versículo 21. Romanos 12, versículo 21.
Diz assim, não te deixes vencer do mal, não faças um compromisso com o mal, não te ajustes ao mal, não deso um jeitinho ao mal. Mas venço o mal com o bem. E, no versículo 16 a 20, dá vários exemplos. De como viver, de como evitar, a não se ajustar ao mal.
Diz assim, em lugar de ser orgulhosos, não sejam orgulhosos. Não sejam sábios nos vossos próprios olhos. Não torneijam ninguém mal por mal.
Faz tende paz com todos os homens. Não vos vingueis uns aos outros.
Se o teu inimigo tiver fome, dá-lhe de comer. Paulo escreve aqui várias maneiras de não nos ajustarmos ao mal. Não nos deixarmos ser vencidos pelo mal, mas vencer o mal com o bem.
Assim, o fermento de erodes era o pecado, digamos assim, de dar um jeitinho. E permitir um bocadinho de mal, misturado com o bem.
Entrar a um certo compromisso com o mal.
E, por isso, o fermento espiritual pode ser, como expliquei, transtornado, estragado.
Da verdade verdadeira. Isto é, pode ser enganoso. O fermento espiritual pode ser lindo por fora, mas é um hipócrita. E o fermento espiritual pode ser uma atitude de dar um jeitinho com o mal, de permitir ou ceder a ter um bocadinho de mal na nossa vida. E o que nós temos que fazer? É pôr esse mal completamente fora, completamente de fora. E, por isso, cris irmãos, o fermento pode representar qualquer coisa má, que se possa parecer, como boa, como doce, como melosa.
E, por isso, nós até podemos estar orgulhosos acerca disso, porque esse pão é tão lindo e sabe tão bem.
Mas, como sempre, esse pão com o fermento enganoso, com o fermento que tem uma coisa má, embora seja tão saboroso, por exemplo, você tem que ter cuidado. E, como eu disse, quando você compra pão, tem que ler o rótulo com cuidadinho e tem que ler os ingredientes com cuidadinho, porque parece ser um pão integral, por exemplo, mas, na verdade, não é verdadeiramente pão bom.
Vejam aqui, em 1º Coríntios, capítulo 5.
Vamos começar a ler no versículo 1. Geralmente, se houve que é entre voz e moralidade, e moralidade sexual de tal como nem entre os gentios, isto é, haver quem se atreva a possuir a mulher de seu próprio pai. E, com tudo, andais voz em sobreversídios. E não chegaste a se alimentar para que fosse tirado de vosso meio quem deste também ultraje praticou. E, pois, no versículo 6 diz assim, não é boa a vossa ejectância.
Cres irmãos, dá-te a dizer a um pessoa pecou. E, pois, esta pessoa pecaminosa é permitida na igreja. E, pois, dizemos, mas nós perdoamos, nós estamos a demonstrar amor a esta pessoa. E, por isso, precisamos demonstrar amor. E somos mais justos porque temos amor e querinho a este irmão.
E se uma pessoa não suporta esta ideia deste pecaminoso, desta pessoa que faz certos pecados, e se veste na sociedade, hoje em dia em todos, pessoas chamam coisas mais, chamam bem, chamam amor, mas são coisas mais. Que a Bíblia diz que são mais. E as pessoas acham, ah, mas é só amor. Se você não suporta isso, então dizem, mas onde é que está o amor nesta igreja? Porque estes cristãos não têm amor nenhum.
Quer dizer, irmãos, Paulo está a dizer, vocês não têm uma ejectância irrada. Se isso não é boa a vossa ejectância, andeis em subversídos. Com este amor falso, enquanto deviam estar a lamentar. E por isso ele diz, no versículo 6, não sabéis que um pouco de fermento leve da massa toda? Lansei fora o velho fermento, com o pecado, para que se sejam uma nova massa, como sois de facto sem fermento. Por que? Porque estava a escrever aqui, durante os dias de pensamento, e nós, e eles estavam sem fermento, porque estavam a observar a igreja no novo testamento, aqui cerca de 20 ou 30 anos, ou coisa assim, depois de Cristo ter morrido, já e ter sido reconhecido, eles ainda observavam os dias dos pensásimos, e por isso diz, como sois de facto sem fermento, vocês estão sem fermento. Pois também Cristo, nosso cordeiro pascal, foi emulado. Ele a dar aqui, falar fisicamente e espiritualmente. Nós estavam sem fermento, porque era os dias de pensásimos, que era a festa de pensásimos, mas deviam ser uma nova massa espiritual. Por isso, versículo 8, celebremos a festa. Qual festa? A festa de pensásimos. Não com o velho fermento, isto é, com aquele fermento velho, pecaminoso, com pecados, mas com o fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia, mal dar é a maneira de pensar e malícia é a maneira de fazer mal, mas sim com os ágemos, o pão sem fermento, da sinceridade e da verdade.
Então, o que é que devemos fazer?
O que o Paulo está aqui a dizer, que os irmãos, que os irmãos tenham cuidado, que o fermento representa qualquer coisa má, que se pode disfarçar como uma coisa boa e doce e molosa e saboreosa, mas é coisa má. Tenham cuidado. Ponham da fora essa massa velha, esse fermento velho. Essa massa azeda com fermento.
E que tragam o novo homem. Paulo descreveu isso. De pôr de fora o velho homem e pôr de novo o novo homem.
Falou isso em Infezius 4, versículo 20, 24 e Colocenses 3, 9 e 15. Estudem essa secção. O que nós precisamos fazer, então, irmãos, é nos apresentar para Deus e pedir a Deus para nos mostrar os nossos pecados escondidos. Os nossos pecados escondidos. Isto é olhar aquele rótulo e ver os ingredientes em letras pequeninas.
O que está escondido em nós são esses ingredientes dentro de nós, em letras pequeninas, que precisamos de tirar da nossa vida. Eu preciso e você precisa. Porque uma vez que o processo de levadura começou, nada o pode parar. É só um poder no universo que o pode parar é o poder de Deus através do Espírito Santo de Deus. E isso é um processo que nós precisamos de contemplar e de estar envolvidos dia a dia, diariamente, completamente para tirar da nossa vida. O que é representativo de observar os dias de pensásmios por sete dias. Simbólico disso. E por isso precisamos ter os pensásmios da sinceridade e da verdade. E da verdade. A sinceridade, que significa pureza, que significa... porque uma pureza completa, uma sincera completa, e é a verdade que representa o que é verdade e não o que é falso. Queris irmãos, o fermento espiritual pode ser estragado ou estar estragado, trastornado, da verdadeira verdade. Isso pode ser enganoso. O fermento espiritual pode parecer bonito por fora, mas é hipócrita por dentro. É uma hipócrita, uma demonstração, uma coisa por fora e outra coisa diferente por dentro. Você não dê um jeitinho a mal. Você tem que pôr o mal de fora completamente. Mesmo se parece muito amoroso e muito doce e muito meloso.
Você precisa olhar e buscar e pedir a Deus para ajudar você a procurar estes pecados escondidos na sua vida. Para você os eliminar completamente e para pôr o novo homem de sinceridade e verdade na sua vida.
Precisamos olhar concridadosamente a nossa atitude e motivação do coração e mental. Cris irmãos, o fermento espalha-se e afeta o pão inteiro. Tanto bom como mal. A Igreja, a Igreja de Deus, é esse pão. É o corpo de Cristo.
O fermento pode estar contaminado. Pode parecer bom, mas pode não ser. Tal como eles faziam no antigo testamento, anos dos paisásmos, destruíam, queimavam o fermento velho. Nós precisamos destruir espiritualmente o velho homem, o velho eu, o qual é morto ao batismo. Então, o novo homem é ressuscitado e nós somos dados. O novo começo após batismo.
E sempre que nos arrependemos para Deus, temos direito ao novo começo. Nós precisamos ter cuidado com as coisas pequeninas, do que nós dizemos, do que nós pensamos e do que nós fazemos, pois isto pode afetar outras pessoas. Temos que ter cuidado com o que ouvimos e o que deixamos entrar na nossa cabeça. Porque podemos pensar, que podemos estudar tudo e que não nos afetará. Nós cuidarmos destas coisas, estas misturas que as pessoas têm por aí. Mas cedo a mais tarde, nós vamos afetar, porque é como fermento. Não se pode parar esta ação de fermentação. Não devemos dar um jeitinho ao que o mundo diz e ao que o mundo faz. Na nossa vida, temos que ser diferentes. Deus quer que você e eu observamos a festa dos pensásmos como um tipo da maneira que devemos viver completamente de dia a dia. Isto é a enceridade e a enverdade, pois é uma nova maneira, um novo estilo de vida que é completamente diferente.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).