A importância de tirar o fermento

A importância dos dias de pães asmos

Transcrição

This transcript was generated by AI and may contain errors. It is provided to assist those who may not be able to listen to the message.

Bom dia ou boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge Campos. Apesar de nós, pessoas que eu entro em contato, não entendem a importância dos dias dos paisasmos. Para alguns desses, é como se estes dias não fossem assim tão importantes. Mas são muito importantes, queridos irmãos. Tão importantes que o diabo os quer esconder e nem criou uma falsificação destes dias. Por que? Para nós pensarmos que estes dias não são importantes. Lembrem-se que estes dias são parte do plano de salvação de Deus. Destes sete passos do plano de salvação de Deus. E sem estes dias, o plano está incompleto. Sem elas, não poderemos ser salvos. Sem o significado de que estes dias significam espiritualmente nas nossas vidas, não podemos ser salvos. Não receberemos a vida eterna. Estes dias, despais asmos, são importantes ou não? Geralmente, pensamos de fermento como, simplesmente, fermento em pó, picabronato de sódio, ou outros agentes de fermentação, agentes que são modernos, que, basicamente, são puros, são frescos e saudáveis. O fermento é material que é usado para adicionar a massa para ela crescer. E, dar ao pão, após estar o cozimento, após de ser cozido, um parecer agradável e leve. Mas, nos dias da antiguidade, a fermentação do pão, a condicia de uma maneira diferente. E é bom entendermos como a condicia para, talvez, entendermos um bocadinho melhor o significado do simbolismo destes dias como é importante. No mundo da antiguidade, o fermento, como o conhecemos hoje em dia, como o fermento em pó, ou o bico, ou o cabronato sódio, ou coisa assim, não era assim tão comum. E, por isso, nesses dias da antiguidade, eles tinham que fazer a sua própria levadura. O que eles faziam, então, é que tiravam um farelo branco fino, amassavam isso, misturavam como a farinha determinadas plantas, como a ervilhaça ou outras, a partir da sevada, misturada com água, e depois deixavam esta massa, mistura desta massa, azidar-se, ficar azeda. E, então, esse processo de ficar azedo é o processo de fermentação. Uma vez que tinham esta massa a fermentar, essa fermentação era mentida, porque guardavam um pedaço dessa massa, guardavam isso de uma semana para outra para fazer em outra massa nova. Então, usavam o velho fermento, misturavam isso na massa nova e, então, tinham uma nova massa fermentada com o velho fermento. E, por isso, guardavam sempre de uma semana para outra, quando ia fazer o pão, estivemos assim este pacote iniciante de pão que estava, ou massa que estava, em processo de fermentação. Então, usavam essa massa velha, como eu disse, para passar ou transmitir este processo de fermentação para a massa nova.

Ao fim do ano, quando chegavam ao período dos paisajmos da páscoa, ou antes deles, digamos assim, queimavam essa levadura velha, porque estavam a destruir a velha levadura, queimavam essa levadura velha, e, está claro, deitavam fora esses pacotes iniciais de fermentação. De uma maneira geral, isso, na verdade, era um fato de higiene social. Por que? Porque esse tipo de levadura era potencialmente perigosa e venenoso, porque quando a comida fica azeda, ou fermenta, está a sempre a correr o risco de ter mais bactérias, como, por exemplo, o botulismo. Se um pacote de verdura inicial está contaminado, quando misturado com a nova massa, vai transmitir esse veneno para a nova massa. E isto, então, continua uma sequência continua. Por isso queimar esta levadura velha era, digamos assim, um ponto higiénico. Portanto, tudo que esteja num processo de deterioração e quando estava a fermentar, estava a azedar, era esse processo e, por isso, está uma ideia de corrupção e impureza. E, por isso, a levadura era, ou era, por si próprio, por sua própria natureza, contagiosa. Isto é, afetava de uma massa para outra massa nova, contagiosa. E infecciosa, se tivesse uma infeção, a infeção podia transmitir essa infeção para o outro. E, por isso, esta levadura tem o poder de penetrar em outras coisas e de espalhar em outras, na outra massa, na nova massa. E, por isso, é importante destruir essa levadura.

Doutra maneira, a levadura pode ser venenosa, contagiosa, pode se espalhar e pode causar a morte. Por isso, se olhamos a isso simbolicamente, espiritualmente, como o frumento, a levadura, tendo, durante este período dos sete dias, este simbolismo de ter cuidado para não ser contagioso, para não se espalhar, para não causar a morte, espiritualmente, estamos a falar, de uma morte eterna, a segunda morte. E, por isso, o significado do simbolismo de praticarmos os paisásmos de ano a ano, é para nos dar uma lembrança deste significado importante, durante os dias dos paisásmos, de tirar os agentes ativos de fermentação, isto é, a levadura ou o fermento, de nossas casas e de nossas vidas durante estes sete dias dos paisásmos, só durante estes sete dias, como um simbolismo para nos lembrar de princípios espirituais importantes, para a nossa vida eterna. E, por isso, quando fazemos isto, demonstramos a Deus, o nosso compromisso do nosso coração, que de facto queremos fazer isto espiritualmente, queremos tirar este fermento, o pecado, este possível veneno, esta contagiosa velha massa, queremos tirar isto da nossa vida e queremos viver de acordo com o seu caminho. Isto é, porque o seu caminho e esta parte de tirar o pecado da nossa vida é parte do plano de salvação de Deus. Então, tirar o fermento é importante ou não? É muito importante. Então, agora, eu quero ver alguns levadores, ou agentes levadores espirituais, agentes levadores espirituais no Novo Testamento. Quero ver alguns destes agentes, alguns destes elementos espirituais que causam fermentação espiritual, como um exemplo deste... do certificado deste fermento. E quando tiramos o fermento das nossas casas, das nossas vidas, antes dos paisásmos, e estamos sempre a pensar, há cerca disso, durante os dias dos paisásmos, só por sete dias, mas estamos a lembrar deste princípio espiritual que devemos de ter em mente sempre nas nossas vidas. E o primeiro fermento espiritual que eu quero referir é o fermento dos fariseus, que é a hipócracia. Vejam comigo se faz favor em Lucas capítulo 12, versículo 1. Lucas 12, versículo 1. O que é a hipócracia, queres irmãos? Porque é ser um hipócrita. Hipócracia é, basicamente, pretender, fingir que é uma coisa que não é, é uma pretensão. Lucas 12, versículo 1. Posto que a miúdia destes pessoas se aclomeraram, a ponte de uns aos outros se atropelarem, pessoas Jesus a dizer antes de tudo, aos seus discípulos, a caute-laivas do fermento dos fariseus, que é a hipócracia.

Aquilo que finge ser o que não é, aquele que atua como uma pessoa diferente do que é, aquele que, por isso, faz um ato, que dá a impressão de certas intenções, mas, na verdade, as suas intenções são diferentes. Isso é hipócrisia. Deixe-me dar a vocês dois exemplos neste mundo de hipócrisia. Um exemplo são os políticos deste mundo. Políticos que pretendem estar na política para servir o povo. Mas, na verdade, o que querem é o poder, querem o dinheiro e querem influência. Pode ser as três, pode ser só um deles, pode ser que só queiram influência, quer que sejam reconhecidos com pessoas importantes. Um segundo exemplo. Os líderes religiosos que pretendem amar as pessoas, mas estão mais preocupados com o seu dinheiro ou seu prestígio. Então, eu continuo a ler aqui no Lucas capítulo 12. O versículo 2 diz assim, nada há em coberto que não venha a ser revelado e o colto que não venha a ser conhecido, porque tudo o que disseste às couras será ouvido em plena luz e o que disseste aos ouvidos no interior da casa será proclamado dos herados. A hipocrisia será revelada. Podemos enganar a outros, mas não enganamos a Deus. E este fermento da hipocrisia esconde-se temporariamente, porque um dia será revelado.

E ao fermento, o fermento se esconde. Então, como é que esta hipocrisia é revelada? Deixe-me ver aqui um exemplo aqui em Mateus 23. Mateus 23 está a Jesus Cristo aqui, pouco antes de morrer. Dá-lo a dar este discurso aqui aos fariseus. Está aquela falar aos multidões e aos seus discípulos. E diz assim, na cadeira de Moisés, assentam os cribas e os fariseus, fazem e guardam tudo quanto eles vos disserem. Porém não os imiteis nas suas obras, porque dizem e não fazem. Dizem e não fazem. São hipócritas. Dizem uma coisa, mas fazem outra. Andam, por exemplo, um milímetro na religião, mas falam como se andassem um quilómetro. Deus está a busca de ações, de arrependimento. É o que nós precisamos ter, é o que as pessoas precisam ter. E por isso, não pretendas ser, porque devemos realmente ser o que somos. Nós devemos de ser e viver o caminho sem pretender. Continuem a ler no versículo 4. Há-tão fardos pesados e difíceis de carregar, e os ponhem sobre os homens dos homens, entretanto, eles mesmos, nem com o dedo querem movê-los.

São pessoas com pouca compaixão. Continuem a ler no versículo 5.

Fazem o que fazem, para serem vistos. Versículo 6. Amam o primeiro lugar nos banquetes e as primeiras cadeiras nas sinagogas. As saldações nas praças e os seres chamados mestres pelos homens. Vos porém não serem chamados mestres, porque um só é o veste mestre, e vós todos, seus insuísis-mãos. Ninguém sobre a terra chamais vós pai, porque só um é vós pai, aquilo que está nos céus. Nem serem chamados guias, porque um só é o vós guia, Cristo. Mas o maior dentro vós será vós servo. Quem é si mesmo se exaltar será humilhado, e quem é si mesmo se humilhar será exaltado. O que está a dizer a que as pessoas querem ser reconhecidas? Querem títulos? Querem posições de autoridade? Querem aplausos dos outros?

São pessoas com pouca humildade. Tenho uma falta de um desejo de servir. Continuando a ler no versículo 13. Há-i de vós, escribas e fariseus. Hippócritas, porque fechais o reino dos céus diante dos homens, pois vós não entrais, nem deixais entrar os que estão entrando. Há-is de vós, escribas e fariseus, hippócritas, porque devorais as casas das viúvas, e para o justificar, fazais longas orações. Por isso, sofrerei juízo muito mais severo.

Ficam aborrecidos, essas pessoas ficam zangados, como pessoa, por causa do que parecem ser, mas por outro lado, roubam os vivas. Fazem coisas para parecerem justos e parecerem boas pessoas. Cris e irmãos, devemos fazer o que é correto. Não é só pretender para parecermos que somos corretos. Saltando um cadinho mais adiante, vamos ler, então, da versículo 23.

Há-i de vós, escribas e fariseus, hippócritas, porque dá a judízima da hortelã, do endro e do comínio, e tendo negligenciado os perceitos mais importantes da lei. A justiça, a misericórdia e a fé. Devia-se porém fazer estas coisas, sem omitir as outras.

Guias cegos, quecoais, mosquitos e angolins, o camelo. São pessoas que são muito exatas em coisas pequenas. Fazem listas do que podem ou não podem fazer. Queridos irmãos, estamos a dar ao fazer, ou a criar os nossos padrões de justiça, e julgar as pessoas de acordo com os nossos próprios padrões de justiça?

Versículo 25. Desculpe-me. Há-i de vós, escribas e fariseus, hippócritas, porque limpás o exterior do copo e do prato, mas estes por dentro estão cheios de rapina e intemprança. Fariseus segue o limpo, a primeiro interior do copo, para que também o seu exterior fique limpo. Há-i de vós, escribas e fariseus, hippócritas, porque são os semelhantes aos sepulcros caíados, que por fora se mostram belos, mas interiormente estão cheios de ossos, mortos e de toda a imundícia. Assim também vós, exteriormente, pareceis justos aos homens, mas por dentro está cheios de hipocrisia e de iniquidade. Parece-se algo por fora, mas por dentro são outra coisa completamente diferente. Dentro de corações e destes fariseus, tinha uma alta indulgência, tinha uma hipocrisia, tinha uma ilegalidade. Mas Deus vê os corações. Souravam quando estavam em perigo, quando estavam doentes ou para serem vistos. As cerimônias externas eram importantes, porque era uma insubstitção, em vez da verdadeira, privativa, a duração de Deus. Condenaram-as-os Cristo e procurar no sábado, mas planejaram o seu assassínio no sábado. Não quiseram-se contaminar para poderem observar a páscoa, por isso não foram ao peritório, quando os Cristo estava a ser julgado, mas conspiraram a sua coressificação e incitaram multidão contra os Jesus no mesmo dia. Vê-se o mesmo hoje, Cristo irmãos, com muitas pessoas religiosas. Atuam, pretendem, por fora, mas por dentro, por fora. São algo diferente. Então, qual é a diferença, Cristo irmãos, entre a hipocrisia e superar?

Por exemplo, você sabe que não tem o amor agape que devia ter. Então, a pergunta é, você deve agir como se amasse as pessoas? Você sabe que não tem o amor de Deus que devia ter. Então, deve tentar agir como se tivesse? Ou deve dizer, não vou fingir, não vou fazer algo que não sou? Ou...

O ponto é, queres irmãos, é que o hipócrita finge ser, finge ser de uma certa maneira, isto é, escondo que realmente é, e não faz nenhum esforço para se mudar.

Mas, quando você está a tentar mudar, está a esforçar-se para ser diferente, isso não é ser hipócrita. Nós, queres irmãos, reconhecemos as nossas deficiências, e com a ajuda de Deus nós estamos nos esforçando para superar. Supurar significa alcançar, andar o caminho para alcançar a vitória. Conhece a diferença? A diferença é na atitude. A diferença é no coração. Coração. A diferença é o motivo, a motivação de dentro. O hipócrita pretende a tua finge, mas não se esforça para mudar. O cristão sabe o que deve ser, sabe como deve viver, sabe como deve pensar, e esforça-se para viver dessa maneira. Essa é a diferença na atitude. Essa é a diferente motivação. Por isso a grande diferença está na atitude e na motivação. Qual é o motivo? Ambos o hipócrita e o verdadeiro cristão têm falta do amor HP, um pretende, um pretenteiro. Outras forças para superar. Essa é a diferença. A nossa motivação é para agradar a outros, ou é para agradar a Deus. Qual é o nosso motivo? Para fingir, para agradar a outros, ou é para superar, para estarmos a agradar a Deus? A hipócrita e a sabedoria precisam de fazer o bom, mas não faz o bom. Mas quando reconhecemos que estamos a falhar, estamos a tentar mudar, isso não é hipócrita e a sabedoria. Vejam que se faz favor em Tiago. Em Tiago, capítulo 4.

Vamos ler versículo 17. Portanto, aquela que sabe que deve fazer o bem e não faz, nisso está pecando. Se nós sabemos que devemos fazer o bem, estamos a esforçar, estamos a tentar e a superar para fazer o bem, então não é pecado. Por isso, quando observamos os dias de pensásmos, pensamos em coisas deste gênero. Estou a ser um verdadeiro cristão, ou ainda tem alguma hipócrisia dentro de mim, que tem que tirar, ainda tem algum fermento no coração, que tem que tirar, tem alguma motivação incorreta.

Tenham que analisar e pensar, tem alguma motivação incorreta ou não? Vejam comigo em João capítulo 9. João capítulo 9. Versículo 40. Alguns dentres fariseus que estavam perto dele perguntaram-me, acaso também nós estamos cegos? Respondeu-lhes Jesus, se vocês fossem cegos, não tinham pecado. Mas porque agora dizem que nós vemos, subsiste o vosso pecado. Por que? Porque eles sabem o que deviam ser e não são, são hipócritas.

E por isso o pecado do hipócrita permanece. No antigo testamento, a levadura, isto é, o fermento era destruído para não contaminar. No novo testamento, nós tiramos o fermento das nossas casas durante as sete dias, como um símbolo de pensarmos da maldade moral que temos que tirar da nossa vida todos os dias. E por isso entendemos que esta maldade moral, que é uma possibilidade a ver alguma hipocrisia dentro de nós, temos que nos analisar e tirar, e ver se há.

Essa hipocrisia, essa maldade, pode começar numa coisa pequenina. Mas se espalha, é como o fermento começa num bocadinho da massa, mas se espalha pela massa inteira, contamina a massa inteira. Por isso, se temos um bocadinho de fermento, uma pessoa ou duas pessoas na igreja, afeta a congregação inteira. E temos que tirar esse fermento. Vejam em 1º Corinthians capítulo 5. 1º Corinthians capítulo 5. Aqui temos um caso na igreja, em Corinthians, que havia um certo problema. E realmente se houve que há entre vos, imoralidade.

Estarei em moralidade sexual. Imoralidade tal como nem mesmo entre os gentios, isto é, a ver quem se atreve a persuadir a mulher do seu próprio pai. E, contudo, andeis vós em sobreprecidos e não chegaste a lamentar para que fosse tirado do vosso meio quem, em tamanho o traje praticou. Vocês estão em subérbios, estão cheios da arrogância, pensando que... que eram muito boas pessoas, que estavam a ser muito, demonstrar muita compaixão pela outra pessoa.

Mas estas atitudes da arrogância estavam se espalhando pela igreja. Vejo também no versículo 6. Diz assim, não é boa a vossa ejectância. Não sabéis que um pouco de fermento levada amassa toda. Um pouco de fermento afeta a congregação inteira. E por isso, quando há problemas na igreja, se por exemplo os problemas são feitos por ministros, isso afeta a igreja e as pessoas perdem a confiança nos outros ministros da igreja. Porque esse fermento espiritual não foi resolvido. Então isso vai causar mais tarde ou mais cedo frutos externos, que não são bons.

Quando tiramos o fermento, quando tiramos esta pretensão, quando tiramos este fingimento, estamos a proteger, estamos a tratar as coisas da maneira correta. Mas se não tiramos mais cedo ou mais tarde, a verdade sairá e ver se há hipocrisia. E por isso, quando estamos a desfermentar, a tirar o fermento das nossas casas, um dos problemas que temos de estar a pensar é olhar para nós próprios, examinarmos, nós próprios e vermos. Temos algum fermento de hipocrisia, de fingimento na nossa vida? Como vimos aqui, os fariseus tinham, como lemos em Mateus 23. Deixe-me dar a vocês um segundo exemplo de fermento espiritual. Isto é o fermento de doutrina e ensinamentos incorretos.

Vejam como se faz agora em Mateus 16. Mateus 16. Câmpito 16. Mateus 16. Câmpito 16. Mateus 16. Câmpito 16. Câmpito 16. Câmpito 16. Mateus 16. Jesus lhes disse, vede e acalto-lávos do fermento dos fariseus e dos saduseus. Perdão, qual era o fermento desses dois? Qual era o fermento que eles tinham? Lembrem-se, porque é preciso ter cuidado com o fermento. Porque o fermento se espalha. Uma vez que esta massa velha com o fermento é adicionada à massa nova, nada pode parar o efeito dessa fermentação.

Acontece, você não pode parar. Uma vez que tenha misturado isso, não pode separar a massa e tirar o que o fermento velho para o outro não ser afetado, vai afetar a massa toda. O fermento penetra e se espalha. Vai mudar a natureza da massa nova. O fermento da massa velha vai afetar o fermento da massa nova. Ponte final. E por isso que diz, vende e acalto-lávos do fermento, dos fariseus e dos saduseus. Qual era este fermento?

Diz assim, depois, se disseram, olha, foi pão ou não foi pão, e depois diz no versículo 11, ele disse, acalto-lávos do fermento dos fariseus e dos saduseus, versículo 12. Então, entenderam que não lhes disseram que a calco-láusem do fermento tepães, mas da doutrina dos fariseus e dos saduseus. A da doutrina dos ensinamentos. Perdão, era da doutrina dos ensinamentos. Por que? Eles guardavam sábado, eles guardavam os dias santos, eles guardavam o dízimo, observavam o dízimo, então qual era o problema?

A que a doutrina dos ensinamentos deles tinha algo incorreto, tinha um fermento espiritual, que estava a afetar a massa inteira. Essa era o problema deste fermento dos fariseus e dos saduseus. Era a doutrina. Vejamos aqui, em Mateus 13.33. Vejam aqui, disse-lhes uma parábola. O rei de Deus é assimilhante ao fermento que uma mulher tomou e escondeu em três medidas de farinha até ficar tudo levado. O que está a aqui dizer é que a natureza do fermento se espalha. Seja bom ou seja mal? Se espalha. E por isso as doutrinas falsas, quando falam aqui acerca do fermento dos fariseus e dos saduseus, e disse que é a doutrina, é doutrinas falsas, que se espalhavam e afetavam muitas pessoas na igreja, na congregação. Por exemplo, veja o exemplo do cristianismo falso, no mundo, com as suas doutrinas e ensinamentos falsos. Espalhou-se pelo mundo inteiro, inteiro.

Veja a influência do ensino falsos na igreja.

Vimos no passado, na história, que ensinos falsos na igreja, só causaram divisões pela igreja inteira. Triste, muito triste. Veja aqui, em Apocalipse 2, versículo 14. Apocalipse 2, versículo 14. Está a falar aqui do exemplo deste fermento de ensinos incorretos, que se espalharam pela igreja e que se vê hoje em dia, nas igrejas cristãs todas. Apocalipse 2, versículo 14. Tenho, todavía, contra ti algumas coisas, pois que tens aí os que sustentam a doutrina de balão, os que ensinam a balac para armar siladas. Qual era a doutrina de balão para cometerem imoralidade sexual? O qual ensinava a balac a armar siladas dentro dos filhos israel para cometerem coisas certificadas e ídios e praticarem-a por instituição? Outro sim, também, de têncios, que da mesma forma sustentam a doutrina de nicolaitas, que eu odeio. Portanto, arrependa-te da doutrina de nicolaitas, que é esta liberdade, a nóstica e a saída da verdade que tem acontecido no mundo. Espalhou-se pelo mundo inteiro. Vejam também, em primeiro Timótio, capítulo 1. Primeiro Timótio, capítulo 1, está aqui Paulo a dar instruções a Timótio, a um ministro da instruções a ele. Em primeiro Timótio, capítulo 1, século 3, quando eu estava de viagem rumo da Macedónia, te roguei, permanecer-se ainda em fésio para demostrar-se a certas pessoas, a fim que não ensinem outra doutrina, não ensinem outro ensinamento. Sim, estavam a guardar o sábado, estavam a guardar as festas, estavam a desimar, mas estavam a intervisir ensinamentos falsos, que estava a criar um fermento na igreja. Nem se ocupem com fábulos e ginologias sem fim, que antes promovem discussões. Oh, fala muito, estão a sempre a falar acerca destas coisas, do que o serviço de Deus na fé. Ora, o intuito da presente de uma estação, isto é o propósito do mandamento, desta instrução que estou a dar, é o amor. Visa o amor, é com desejo de ter carinho para vocês. Não estou a dar esta instrução, porque vos odeio, pois eles tenham carinho para vocês, e o propósito das leis de Deus, ao fim de contas, é o amor a capa. Amor que procede de coração puro e de consciência boa e de fé sem hipocrisia. M.6. Desviados algumas pessoas destas coisas, perderam-se em lucuacidade frívola. Se entregaram a contendas, em outras palavras, se entregaram a contendas. Pretendendo passar para o mestre ou doltores da lei, não compreendendo. Isto não sabem o que está a dizer, não compreendendo. Todavia, nem o que dizem, nem os assuntos sobre os quais fazem ousadas as severações. Sabemos porém que a lei é boa, se alguém dela se utiliza da modo legítimo. Isto é o problema que aconteceu. Aconteceu na igreja. Foi que o Paulo disse aqui e ia acontecer. Aconteceu. As pessoas se meteram nestes discursões, nestes orgulhos intelectuais, de discursões, de ideias, de doutrinas falsas, por orgulho intelectual, fábulas e genealogias sem fim, em vez de que, no serviço de Deus, na fé, em vez de enrolar as mangas e servir um a outro em fé. E assim desviaram-se, perderam-se nestes grandes contendas, argumentos, perderam-se nisso, pretendendo passar como se fossem máxtros da lei, que não eram. Quer dizer, irmãos, existem aqueles que estudam tudo que está escrito, por prevar as pessoas. E muitas dessas coisas que as pessoas escrevem. Por exemplo, na internet é lixo. Embora alguns de eles digam que estejam numa dessas igrejas de Deus, mas têm ensinos incorretos. Tenham este fermento dos fariseus e nos saduceus, que é a doutrina falsa. Ensinamentos incorretos. E isso é um fermento! E precisamos ter cuidado do que deixamos entrar nos nossos mentos. Vejam, por exemplo, em Gálatas 5.

Conhecemos bem estas obras da carne, começando o versículo 19. Mas vejam no versículo 20. Diz assim, idolatria, feiticeiras, animizados, perfias, ciúmes, iras, discordas, dissenções e facções. É parte das obras da carne, estas dissenções, estas facções criando divisões. Porque pensem, pensam que têm estas ideias, estas doutrinas falsas e causam divisões na igreja. Escrevem coisas na internet e atuam como se fossem membros da igreja. Mas só um grupinho, uma ou duas pessoas, mas põem na internet como se fossem uma multidão de pessoas. Isto é fermento. Infelizmente, está a afetar muitas pessoas. Mas cuidado, porque devagarinho vocês estão a serem anados, estão a ouvir estas coisas que são falsas. Se já provaste que essa pessoa não está a dizer coisas corretas, por que continua a estudar as coisas dele?

Querias irmãos, precisamos de ver do coração. Podemos ver tal uma pessoa a dizer as coisas da maneira do coração. Sim, às vezes eu digo coisas que quer dizer isto e talvez tenha dito aquilo, saiu assim da boca incorretamente. Eu vou te acravar que vocês reconhecem que foi um erro quando falei, não é? Estou a falar de pessoas que deliberadamente estão a ensinar incorreto. Mas tem cuidado. Porque o que aconteceu com estes fariseus e cédos seus que tinham este fermento? Eram líderes do tempo de Cristo que guardavam sábado, guardavam Deus Santos, etc. E os crises desse cuidado com eles. Cuidado! Por essa razão, quando guardamos os dias dos pães, asmos de uma maneira física, estamos a recordar que precisamos de tirar primeiro esta hipocrisia, esta pretensão, este fingimento. E segundo, precisamos tirar ou recordar que o fermento se espalha, muda a nossa natureza, tal como o fermento muda a natureza da massa e fica tudo afetado. E causa discordes e facções e divisões. Precisamos ter cuidado com isso. Mas fizemos um terceiro fermento. E está aqui em Marcos capítulo 8. Marcos capítulo 8. Marcos capítulo 9.

Marcos capítulo 10.

Marcos capítulo 10. Marcos capítulo 10.

Marcos capítulo 11. Ele porém, este Jesus Cristo, respondeu. E dizer essa raposa? Jesus Cristo chamou a Eurotes uma raposa. É uma referência ao seu caráter, que era cruel, que era astuto e que não tinha um coração. Digamos assim, está claro que tinha um coração, mas que tuas erecas não tinham este coração sencil para contras pessoas de compaixão. Veja-se aqui em Marcos capítulo 6, versículo 14. Marcos capítulo 6, versículo 14. Chegou-se aos ouvidos do rei Eurotes, porque o nome de Jesus já se tornara notório e algo dizia. João Batista ressuscitou dentro dos mortos. E depois de um bocadinho, a mais adiante, no versículo 17, diz assim, porque o mesmo Eurotes, por causa de herodias, a mulher de seu irmão Felipe. Eurotes, por causa de herodias, mulher de seu irmão Felipe, mandar aprender a João e a talo no cárcere. Vê-se aqui que se meteu com a esposa do irmão e casou-se com ela. E depois, no versículo 20, porque o Eurotes temia a João sabendo que ela era um homem justo e santo, o tinha em segurança. E quando o havia, estufificava perplexo, escutando-o de boa mente. Sim, o Eurotes ouviu que João Batista estava a dizer, mas não obteceu. Dê-lhe certas deliberados, dê-lhe certas facilitações, dê-lhe certas ajustes à lei. E depois lê-se um bocadinho mais adiante, no versículo 22. Entrou a filha de Irodias e nasceu e dançando, agradou Eurotes e aos seus convivas. Então disse-o, rei a jovem, pede-me que iseres, eu te darei. Eu estava a começar aqui a filha da sua mulher, ou sua sobrinha, porque ela tinha sido mulher do irmão dela. Vê-se aqui uma coisa muito pecaminosa. Mas, vê-se aqui que ela estava a acobissar a filha da sua mulher. E veja então, no versículo 26, em triste-seu-se profundamente o rei, mas por causa do juramento, que os estavam com ele à mesa, não lhe quis negar. Por causa daqueles que estavam com ele à mesa. Teve medo do que os outros estavam a pensar.

Vê-se aqui, para começar a entender um bocadinho melhor, o fermento de Herodes. Um fermento que se espalha como influência maligna e que se espalha como a doença infecciosa. Um fermento que tem a sua própria força e que afeta, consuma a qualidade o que toca. Que começa com uma coisa pequenina e que se espalha insidiosamente até que toda a massa esteja contaminada. Este era o fermento de Herodes, de facilitar, de ceder, de dar justos à lei. Queria fazer a lei, mas não queria fazer tudo. Só queria fazer certas partes que ele escolheu. Até os falsos profetas eram raposas. Vocês podem ler isso em Ezekiel 13, vejamos aí brevemente. Ezekiel 13, versículo 2 a 4. Dizem filho do homem, profetiza com dois profetas de Israel que profetizando, exprimem, como dizem, o que lhes vem do coração. Quer dizer, estavam a dizer parte da lei de Deus, mas parte do que lhes apetiziam. Assim diz o Senhor Deus, há dos profetas loucos que seguem o seu próprio espírito, sem nada ter visto. Os teus profetas, ou Israel, são como raposas entre as ruínas. São raposas, são astutos. Sabem manipular as coisas para ajudar um ajustamento à lei, para ser conveniente a eles, para se justificarem, para não fazerem o que diz, mas fazem de outra maneira. Este é o fermento de Herodes. O fermento de que nós temos que vencer. Vejam aqui, em Romanos 12. Romanos 12, versículo 21. Diz assim. Não te deixes vencer do mal, mas venço o mal com o bem. Venço o mal com o bem. Vejam, por exemplo, aqui, no versículo 16. Tende o mesmo sentimento, uns para os outros, em lugar de ser sorgulhosos, quando se sai com o que é humilde. Não seja sábios aos vossos próprios olhos, não perneja a ninguém mal por mal, e esforçais por fazer o bem para todos os homens. Mas possível, quanto depender de vós, tente paz com todos os homens. Não vos vingais a vós mesmos amados, mas dá a lugar a ira, porque está escrito. A mim me pretende essa vingança. Eu é que retribuirei, diz o Senhor. Para contrário, se teu inimigo estiver fome, tal de comer, se estiver cedo, tal de beber, porque fazendo isto, amontorarás brasas vivas sobre a sua cabeça. Temos que vencer o mal com o bem. É fácil ser afetados ou infetados. É fácil ficarmos afetados negativamente, desligados a Deus, mas temos que vencer o mal com o bem. É fácil? Não. Em indígena é fácil. Mas o fermento de Herodes era este espírito de ceder e facilitar as coisas do mundo, facilitar as coisas do mundão. O fermento de Herodes é a vontade de fazer algo que não é o que faz. O fermento de Herodes é a vontade de fazer algo que Deus quer, mas não tudo que Deus quer. Por esta razão, queridos irmãos, quando guardamos destes paisásmos, e estamos a tirar o fermento às nossas casas, e estamos a viver sem fermento por esses sete dias, estamos a pensar, primeiro, que temos a tirar a hipocrisia, a pretensão, o fingimento da nossa vida. Segundo, temos que recordar que o fermento se espalha, e por isso muda a nossa tureza, na tureza e causa discórdias. E terceiro, temos que lembrar que não podemos ceder ou facilitar as coisas mundanas. E há outros, o fermento da maldade e da malícia, como se vê em 1 Coríntios capítulo 5. Primeiro, Coríntios capítulo 5.

Já lemos a pouco, esta secção, um pouco, mas vejamos aqui, começar a ler do versículo 7. Lançar fora o velho fermento para que seja a nova massa. E se não misturem esse velho fermento com a nova massa, porque senão isso vai infectar, vai infectar. Esta nova massa tem que tirar o velho fermento, como sois de facto sem fermento, como estão nos dias dispensásmos.

Pois também Cristo, o nosso Coro de Pascal, foi emulado. Por isso celebramos a festa. Qual festa? A festa dos dias dispensásmos. Não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e da malícia. Não com o velho fermento, não com aquele fermento físico que afeta a massa física nova. Sem esse fermento, estamos a guardar os penjásmos sem esse fermento. Por isso temos que tirar esse velho fermento. Temos que tirar o fermento físico das nossas casas durante sete dias. São instruções aqui no Novo Testamento. Mas, também, sem nem com o fermento da maldade e da malícia. Nem com o fermento da maldade e da malícia.

A malícia é o desejo de fazer mal e a maldade é fazer o mal. A malícia é o desejo de magoar ou de pravar outras pessoas. A maldade é fazer amaguar, é causar esta iniquidade e má intenção. Aqui se vê a definição que o fermento é o pecado. Esta é a exceção de onde estreímos que o fermento representa o pecado.

Pois, continua aqui no versículo 9, diz assim. Já em carta, vou escrever que não os associéis com os impuros. O ponto aqui é que está a dizer, não misturem isto, porque isso vai afetar a vocês negativamente. Vai afetar a igreja. Por essa razão, deixe-me dar aqui os pontos que me ensinei acerca do que devemos lembrar durante os dias de pensásmos. Quando tiramos os asmos, o fermento das nossas casas fisicamente, recordamos primeiro que temos que tirar o fermento, isto é, a hipocrisia. Temos segundo que tirar o fermento que se espalha, que é esta que muda a nossa natureza, que causa discordes, com falsa doutrina.

Temos terceiro, não podemos ceder ou facilitar coisas modernas. Quarto, não podemos pecar nem desejar-te pecar. Mas, continuando a ler aqui no primeiro capítulo 5, Ler aqui no versículo 7, diz assim, perdão, no versículo 8 diz assim, celebremos a festa, não com o velho fermento, nem com o fermento da maldade e malícia, mas sim com os asmos da sinceridade e da verdade. Precisamos tirar o velho fermento. Tiremos tirar esse, tirar o velho, tirar o velho homem e por um novo homem.

Temos que revestir com o novo homem. E precisamos ter sinceridade. Isto é uma pureza sincera na nossa vida. Isto é manter em pé, uma coisa que é a verdade e por isso podemos manter em pé na luz do dia. Podemos ser examinados porque somos sinceros, porque dizemos o que fazemos e fazemos o que somos. E a verdade, porque não há qualquer fraude, não há qualquer engano, não é qualquer evasia.

Somos verdadeiros, somos verdadeiros. Aquilo que é autêntico é uma oposição ao que não é autêntico. É o que estamos a falar aqui, é verdade, é o que é autêntico. Aquilo que é oposto a ser um hipócrita é verdade. Somos abertos como um livro e temos cuidado e preocupação para com os outros. Isso é a verdade. Por isso, quando guardamos os dias dispensáspios, temos estes cinco pontos a lembrar. Primeiro, temos de tirar a hipocrisia, este fingimento, esta pretensão, o fermento dos fariseiros.

Segundo, temos de tirar este fermento que se espalha, este fingimento que muda a nossa natureza, causa discordias. Este fermento dos fariseiros e dos traducios, que é a doutrina, que é ensinamentos irrados, você está a andar para trás, você sabe estar errado, então deixe isso. Não continue ler essas coisas, mas cedo ou mais tarde isso vai afetar negativamente. Terceiro, não podemos ceder nem desesejar pecar. Existe algum vestígio disso em nós, a mudar algumas facilidades ou mundão, este é o fermento de erodes. Devemos parar de pecar ou pensar em pecar.

Algum vestígio de maldade ou malícia na sua vida. E precisamos lembrar que temos que nos vestir com um novo homem. Porque a única espada que temos é a Palavra de Deus e a ajuda do Espírito de Santo Deus para combater. Para combater estas coisas todas. A ajuda de Deus através da sua Palavra e do seu Espírito. E, queres irmãos, temos que andar numa vida nova. Porque se não andarmos nesta vida nova, que o que estamos a recordar e lembrar durante os dias dos pensásmos, se não andarmos nesta vida nova, não entraremos no reino de Deus.

Porque isto é parte do plano de salvação. Temos que tirar o fermento da nossa vida. Receber o Espírito Santo e depois, então, Cristo virá e estabelecerá o mundo da manhã. O diabo sabe que não pode falsificar estes dias porque o que pode dizer, olha, tem que ser uma pessoa nova, não vai falsificar isso. E, por isso, tenta dizer a vocês, a alguns de vocês, olha, os dias de pensásmos não é importante.

Os dias de pensásmos é tão importante como qualquer outro dia da festa dos sete, dos sete festas anuais do plano de salvação. Por isso, queres irmãos, tirar o fermento fisicamente por sete dias é crítico na nossa vida. Pois é uma recordação de tirar o fermento espiritual completamente da nossa vida, para podermos entrar no reino de Deus sendo perfeitos, como o nosso Pai Celestial é perfeito com a ajuda do Espírito Santo, que representa, então, o próximo dia da festa, que é o dia de Pentecostes.

Um entendimento de como fermentavam o pão na antiquidade ajuda a entender melhor o significado destes dias.

O fermento, durante estes sete dias, tem um significado importante, e o nosso ato de tirar o fermento nos ajuda a recordar princípios espirituais muito importantes no Plano de Salvação que Deus instituíu.

Este ato simbólico é importante.

Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).