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O Evangelho de acordo com Mateus Revela Jesus Cristo como o Messias, como o Senhor, como o Vindôro-Rei. Uma das mensagens principais de Jesus Cristo como descrevidas em Mateus, vê-se que é acerca de sua chamada para Jesus Cristo. Vejam que isso faz favor em Mateus 4, Mateus 4, versículo 17. Diz assim, daí por diante, passou Jesus a pregar e dizer, arrependei-vos, porque está próximo o Reino dos céus. Aqui vê-se a chamada de Jesus Cristo nos chamar ao arrependimento, a dizer a nós que o Reino está próximo.
E por isso precisamos de nós. A gente tem que ver o que está acontecendo. Aqui vê-se a chamada de Jesus Cristo nos chamar ao arrependimento, a dizer a nós que o Reino está próximo. E por isso precisamos de nós arreprender. Isso é a mensagem principal, como descrito aqui no Evangelho de acordo com Mateus, e particularmente até ao meio do capítulo 16. Depois, ao meio do capítulo 16, na verdade, em Mateus 16, versículo 21, diz assim, o Leandro, então, o versículo 20, diz assim, então advertiu os discípulos de que ninguém disser em celelo Cristo, e depois disse, desde esse tempo, versículo 21, começou Jesus Cristo a mostrar a seus discípulos que lhe era necessário seguir para Jerusalém e sofrer muitas coisas dos anciãos, dos principais sacerdotes e dos escribas, ser morto e ressuscitado no terceiro dia.
Daí, em diante, a mensagem de Ele focou, tomou, digamos assim, uma direção um pouco diferente, em que começou a dizer que, a partir desse tempo, que Ele tinha que sofrer, tinha que morrer, e teria que ressuscitar no terceiro dia. Vê-se aqui a mensagem de Jesus Cristo a partir desta secção de Mateus. Em estudos prévios, acerca dos ensinos de Jesus Cristo, que eu tenho feito, vimos cobrindo os ensinos de Jesus Cristo usando o evangelho de acordo com Mateus, vimos, por exemplo, o sermão no monte, que foi, digamos assim, o primeiro discurso que Ele deu, entre capítulo 5 a 7, depois vemos os milagres, que provam que Ele é o Messias, por exemplo, no versículo 8 e 9 de Mateus, depois, no versículo 10, o seu segundo discurso, o segundo discurso de Jesus Cristo, que é preparar os apóstolos para a missão que tinham, que nós, como, digamos assim, ministros e membros da Igreja deus, a missão que nós temos, e depois, vemos profecias que demonstravam que Jesus Cristo eram Messias, nos capítulos 11 e 12.
Mas hoje, crises irmãos, vamos começar a cobrir as parábolas do Reino, ou as parábolas que revelam os mistérios do Reino, começando, ou que são descritas, ou descrevidas, no capítulo 13 de Mateus, este é o seu terceiro discurso, e nesta secção de Mateus 13, Jesus Cristo dá, ou lê-se nesta secção, sete parábolas. Então vamos começar, em Mateus 13, versículo 1, diz assim, naquela mesmo dia, saindo Jesus de casa, assentou-se a Beiramar.
Naquela mesmo dia, que dia é esse? Foi um dia, cheio da atividade? Vijamos então. Esse mesmo dia, foi o dia que começou, em Mateus 12, versículo 1, em que diz assim, estava ele, nesse sábado, e como descrevemos no estudo anterior, nesta secção, expliquei que isto foi durante o último dia dos paisagmos, que eram um sábado, e ele então começaram, os discípulos, conforme entraram a colher espigas e a comer. Por isso, foi nesse dia, um dia de sábado.
Depois, vence, nesse mesmo dia, no versículo 10, que diz assim, achava-se ali um homem, que tinha uma das maiores saquidas, e vence então a cura desse homem, nesse mesmo dia. E depois, um carinho mais adiante, nesse mesmo dia, no versículo 22, do capítulo 12 ainda, trouxeram-lhe, a Jesus Cristo 1, endemoniado, cego e mudo. Então, ele curou e expulsou o demônio e curou o mudo, e ele passou a falar e a ver. Vence então que foi um dia com muitas atividades. Um bocadinho mais adiante, no mesmo capítulo, versículo 38, diz assim então, alguns escribas e fariseus replicaram, Mestre, queremos ver de tua parte algum sinal.
Parece mentira que ele tinha acabado de fazer milagres. O milagre de um homem que tinha esta mão recequida, como lemos aí, no versículo 14, veram um milagre deste homem que era cego e mudo e que era endemoniado e que foi curado, viram isso, que eram sinais, e agora estou a dizer aqui no versículo 38.
Queremos ver de tua parte algum sinal. Eram cegos ou o quê? Não tenham visto estes milagres que ele tinha feito nesse mesmo dia? E por isso ele os criticou, os Cristianos criticou e disse assim, uma geração máia de outra, pede um sinal, mas não vou dar em outro sinal, senão o do Profeta Jonas.
E depois ele disse assim, que os ninvitas e a rainha do Sul se levantarão no dia do juízo, ao lado de vocês, são pessoas que, seres, pessoas que tinham vivido durante épocas diferentes, e diz que vão acusar estas mesmas pessoas que estão agora aqui com Cristo.
Isso vai ser por isso o dia de juízo, o dia que nós chamamos de ressoreção depois do milênio. A primeira ressoreção é daqueles que estão em Cristo e vão reinar com Cristo por mil anos, como lemos em Apocalipse 20, versículo 4 e versículo 5, e depois diz o resto, não ressocitaram até após os mil anos. Isso é o que seria uma, ou é, uma segunda ressoreção, porque o outro era a primeira.
E por isso esses, na segunda ressoreção, que é o dia de juízo, vão apontar, e dizer, nós, os milívitas, arrependeram-se. Reino do Sul veio ver essa abdoria de Salomão, e aqui está um que é muito maior que Salomão, e eles se reconheceram, então, mas vocês que estão aqui a viver no tempo de Cristo, não reconhecem isso. E por isso vão, diz assim, vão condenar, diz assim, essas, os milívitas se levantarão, isso era ressocitarão, assim como a Reina do Sul se levantará, isto é, ressocitará, no dia de juízo.
Com esta geração, ia vai condenar. Então, Jesus Cristo condenou estas pessoas. Por isso, aqui vê-se que várias coisas aconteceram neste dia, por isso, quando estamos a ler aqui, no capítulo 13, no versículo 1, diz assim, naquele mesmo dia, foi um dia com muitas atividades, como vemos aqui, um dia com muitas atividades, um dia santo, um dia santo anual, o sétimo dia dos paisajmos, que era um sábado também.
E depois, femos aqui assim, saindo Jesus de casa, qual casa? Quando lemos, por exemplo, Mateus 17, versículo 24, 25, dá a chegar a uma possível conclusão, que era a casa de Pedro. Mas isto aconteceu tudo no mesmo dia, a ver-se aqui, por exemplo, saíram desta casa, e depois, ve-se no versículo 36, no versículo 36, diz assim, então, despedindo-se das multidões, foi Jesus para casa, nesse mesmo dia. Foi Pábeira Mar, como diz, como se lê aí, na praia, foi para um barco ali na praia, e que tinha saído de casa, foi para o barco, falou, paragou a eles, e depois voltou para casa e continuou a dar estas, digamos assim, estas parábolas.
Por isso, vemos aqui que foi tudo num dia, e também no versículo 53, também dá uma indicação, de que foi tudo neste mesmo dia, diz assim, tendo Jesus preferido estas palavras, retirou-se de ali, saiu dessa casa, desse local, onde não estava.
Mas por isso, vemos aqui um dia de muita atividade, e depois, continuando no versículo 2 de Grandes, multidões se reuniram perto dele. Depois, saiu de casa, muitas pessoas vieram, ali à volta dele, de modo que entrou no barco e se assentou. Foi para um barquinho, e neste barco saiu assim, da beira do mar, e o povo se assentou ali na praia, e ele então do barco falou para eles. Aí, vê-se uma lição importante, um ponto importante, que sabemos, científicamente, por exemplo, uma pessoa está assim, por exemplo, num barco, e fala desse barco para a praia, que a voz carrega, que a voz é transportada, como se tivesse um microfone, um autofalante, e a voz era transportada para todos poderem ouvir.
E está claro, Jesus Cristo sabia muito bem, que esse ponto científico, que a água carrega a voz muito facilmente, e por isso se ouvia em várias, ouvia-se bem para as pessoas que estavam ali sentadas na praia. Outro ponto aqui importante, é que ele agora está a falar às multidões, e grandes multidões se reuniram perto dele. Ora, este é o seu terceiro discurso, mas em Mateus há cinco discursos. O primeiro é o sermão do monte, que é em Mateus 5 a 7.
O segundo é quando ele dá as instruções a treinar os apóstolos para fazer a carregarem a submissão, que é Mateus 10. Este é o terceiro discurso, Mateus 13. Mas os outros dois primeiros foram, digamos assim, em privativo aos apóstolos e discípulos. Agora, este é Mateus 13, é para as multidões, ou pelo menos alguma dessas parábolas, é para as multidões. E depois, o quarto e o quinto discurso, que é Mateus 18, que é a cerca de, também é para os discípulos, e o quinto discurso, que é Mateus 23, 24 e 25, que também é um discurso que ele chamou os discípulos e deu a elas este discurso.
Mas este aqui, que é das parábolas, foi, digamos assim, ao público. Esse aqui foi as multidões. Sentou-se a beramar e grandes multidões se reuniram perto dele, e então ele falou a estas multidões. E continuando, então, no versículo 3. E muitas coisas, ele falhou por palavras e dizia, é isso que o simador saiu a semear. Perdão. E de muitas coisas, ele se falou por parábolas. Por parábolas. Jesus Cristo falou às pessoas por parábolas. Ora, o que é uma parábola? Uma parábola é uma maneira de comparar uma coisa com outra, com o propósito de um ensinamento. Comprar uma coisa simples, com outra coisa para dar uma lição nessa comparação.
Por exemplo, uma história simples. Dar uma história simples, com uma lição moral ou espiritual. Exatamente o que Jesus Cristo estava a fazer, dar uma história simples e tinha uma lição importante. Aliás, queres e irmãos, você é um palestrador, um dos bons princípios de palestradores, uma boa técnica para ser um bom palestrador, é usar histórias. Histórias que, porque uma pessoa com nova história, a pessoa fica atenta, os ouvintes estão atentos, ficar uma história, não é? Uma história e, então, torna-se um maravilhoso instrumento para dar ou ensinar. Eu admito sinceramente que dizer histórias não é o meu ponto forte.
Outros pessoas têm melhor capacidade de dizer histórias e contar histórias do que eu, mas continuando isso, o ponto aqui é que Jesus Cristo, digamos assim, era um perito a dar ou contar histórias. De tal maneira que, de tal maneira que, ele sabia pôr a história de uma maneira tal que dava um ponto forte e dava uma lição forte e, por isso, ele era excelente, tinha uma excelente capacidade a fazer isso.
E está claro, era o filho de Deus, certamente que tinha essa capacidade. Mas continuando aqui, nestas parábolas, em Mateus 13 há sete parábolas. Sete parábolas. As primeiras quatro parábolas são as multidões. E as últimas três são em privativo aos discípulos. Nesses sete parábolas, a primeira, digamos assim, é uma introdução aos mistérios do reino. As outras seis parábolas são, digamos assim, em três pares. O primeiro par é a segunda parábola e a sétima parábola. O segundo par é a terceira e a quarta. E o quarto par é a quinta e sexta parábola. Diga-me assim, cada par tem um conceito semelhante, ou um princípio semelhante, mas uma perspectiva um bocadinho diferente de um dos outros.
Nos evangelhos, nos evangelhos sinóticos de Mateus, Marco e Lucas, há cerca de umas 30 parábolas ou histórias. Em Mateus, Marco e Lucas, no entanto, no evangelho de acordo com João, não há nenhuma parábola. Sim, dá lições importantes, mas parábolas não são usadas nesse evangelho, no evangelho de João. Então, continuando no versículo 3, na última parte do versículo 3, começa aqui a parábola, diz assim, eis que o simador, semiador, saiu a semiar, e ao semiar uma parte caiu à beira do caminho, e vindo as aves a comeram.
Outra parte caiu em solo rochoso, onde a terra era pouca, e logo nasceu, visto não ser profunda a terra, saindo por ainda um sol, a queimou, e por não tinha raiz, secou-se. Outra, este é o terceiro exemplo aqui, caiu entre os espinhos, e os espinhos cresceram e a se focaram. E o quarto, versículo 8, ou o treinfim, caiu em boa terra, e deu fruto, a 100, a 60 e a 30 por um.
Quem tem ouvido para ouvir, oiça. Quem tem ouvido para ouvir, oiça. Aqui vemos, por isso, que ele descreve esta parábola, e a parábola tem sempre, digamos assim, uma lição principal. Tem uma lição principal, que vamos mencionar um cadinho mais adiante, qual é a lição principal desta parábola. E depois está a concluir esta parábola dizendo, quem tem ouvido para ouvir, oiça. O que simplesmente está a dizer aqui, é que precisamos dar atenção, tomar muita atenção a esta parábola. Porque é importante, precisamos tomar atenção. E depois vejam aqui, em Mateus 13, 34 e 35.
Todas estas coisas, disse Jesus, às multidões por parábolas. E sem parábolas, nada lhes dizia. Quando Jesus Cristo falava às multidões, usava parábolas. Por que? Para que se comprisse o que foi dito por intermédio do profeta. Abrirei em parábolas a minha boca. Publicarei coisas ocultas, desde a criação do mundo. Aqui, vê-se que Jesus Cristo está a dizer bem claramente. Diz assim, abriri em palavras a minha boca. Publicarei coisas ocultas. Por que? Para esconder a verdade. Para esconder, não é para revelar. Para esconder. Vejam, no versículo 10, de Mateus 13, no versículo 10. Então nos aproximaram os discípulos e perguntaram por que lhes falas por parábolas. Por que estás a falar as multidões em parábolas?
Por que? E ele disse aqui no versículo 11, a que correspondeu. Porque a voz lhes é dada a conhecer os mistérios do reino dos céus. Mas aqueles não lhes é concedido. A voz é dada a entender ou conhecer os mistérios do reino dos céus. Do reino de Deus. Vocês irmãos, há muitos mistérios no Bíblia. Vajam aqui, por exemplo, em Efezios. Dar um exemplo aqui, olhar em Efezios. Vamos ver alguns versículos aqui de Efezios. Primeiro, em Efezios capítulo 1, e Efezios capítulo 1, versículo 9. Efezios é um versículo 9. Diz assim, desvendando-nos o mistério da sua vontade. Segundo seu bonoplace, que proposera em Cristo.
O mistério da vontade de Deus. O mistério da vontade do Pai. Qual é a vontade do Pai? Para um mundo é um mistério. Não entendem o plano de salvação. Não entendem o que o Pai está a planejar para nós.
Vejam no capítulo 3, versículo 4. Capítulo 3, versículo 4. Pelo que quando ledes, pudesse compreender o meu descerimento do mistério de Cristo. Pelo que está a escrever esta carta, para explicar a vocês o mistério de Cristo. As pessoas não entendem o mistério de Cristo. Quem é Cristo? Quantas pessoas dizem, olha, quem é Cristo? Quantas vezes já há pessoas a argumentar comigo acerca de quem é Cristo? Mateus, perdão, em Fésios capítulo 5, versículo 32. Fésios 5, versículo 32, assim. Grande é este mistério, mas eu me refiro a Cristo e à Igreja. Pessoas não entendem quem é Cristo. Nem entendem o que é a Igreja. Não há um prédio. A Igreja não há um prédio. Não há uma construção física. Qual é a verdadeira Igreja de Deus? Pessoas estão a pensar em coisas físicas. A verdadeira Igreja de Deus é um organismo espiritual. As pessoas não entendem isso. São baptizadas dentro, ou nem Igreja de Deus, em Cristo. Não entendem o que eles querem dizer. Olha, é só o nome do Cristo, sim, é. Mas é mais do que isso. Não entendem. Veja também, em Fésio 6, versículo 19, dizem, e também para o mim, para que o crime seja dada, no abrir da minha boca a palavra, para, com entrepidez, fazer conhecido o mistério do Evangelho. O mistério do Evangelho de Deus.
O que é o mistério da Boa Nova?
O que é o mistério da Boa Nova? Se é a Boa Nova, então o que nós temos que arrepender?
E isto foi dado aos discípulos fiéis, de Jesus Cristo e não outros. E, por isso, as pessoas estão a argumentar, têm questões e começam em disputas, argumentas e discussões de palavras, acerca de quem é Deus, quem é Jesus Cristo e o que é o Espírito Santo. Por que? Porque não entendem, porque é um mistério. Não entendem quem são os aes, o que são os aes, a capacidade a eles. Eles vão pensar, olha, aes podem para o criar, podem ter filhos e, por isso, os aes se misturaram com os filhos do homem, e, por isso, houve gigantes. Não, aes não podem para o criar. Quando eu me ensinei isso, umas pessoas já disseram, olha, decessão, decessão. Querias irmãos, as pessoas não entendem os mistérios de Deus. As pessoas não entendem porque é o homem. Não entendem o Espírito do homem no homem. Não entendem porque é que Deus estabeleceu Israel. E o propósito Israel como uma nação física, não entendem. Nem entendem o propósito que a nação de Israel vai ter no futuro, no rei de Deus. Quando o rei de Deus estiver a governar na terra, no reino milenial, na terra. Também não entendem o que é a igreja, como disse. O propósito, a missão da igreja, a responsabilidade de pregar o abonova do rei de Deus, não entendem. Ah, pensam que é a igreja para salvar mais almas. Mas qual é a missão da igreja? Qual é a missão da igreja? Pessoas não entendem. Não entendem o que é o rei de Deus. E o que é o reino? O que é o reino? Não entendem isso. O problema, querido irmão, é uma coisa que chamam-lhe-se de um paradigm mental. Quer dizer, uma maneira de pensar e ver, interpretar e entender as coisas mentalmente. E que não só tem este paradigm mental, qualquer outra coisa que não se encaixe com esse paradigm mental, com essa maneira de pensar, é rejeitada. Por exemplo, você pode dizer a eles uma coisa, mas não entra. Não entra cá adentro. Vai e dá um rico cheio. Não entra. Por exemplo, lembrem-os, Jesus Cristo pregou. Lembrem-se há um pouco antes, em Mateus 16, versículo 21, que, da endiante, começou a pregar, que tinha que sofrer, que tinha que ser morto e que seria recitado ao terceiro dia.
Ele disse-se tantas vezes, mas quando chegou a hora de ele morrer, não entenderam. E ficaram surpreendidos quando ele recitou. Por que?
Porque esse entendimento não cabia no paradigm mental, nesta maneira de pensar nas pessoas. Que era uma coisa diferente e, por isso, ele falou à Sérgio de Iso, foi como se não entrasse lá dentro, não entrou nada lá dentro.
Por exemplo, o paradigm mental comum do mundo, das regiões cristãs, é que Jesus Cristo está a tentar converter agora o mundo todo.
Mas, de maneira que as pessoas pensam, Jesus Cristo está a tentar converter o mundo.
E, por isso, muitos pastoros dizem a nossa responsabilidade é pregar o Evangelho para salvar almas, para salvar mais almas. Porque não entendem que Jesus Cristo não estava a pregar, para salvar o mundo todo, nessa altura e nesta altura. Sim, ele vai salvar o mundo todo, quando for a altura correta, mas não é nesta altura. Quando ele vier, como rei dos reis, Senhor de Senhor, sim, ele vem com a missão de salvar o mundo todo. Mas agora, esse tempo ainda não chegou. Esse tempo de restauração de tudo ainda não chegou.
E por isso, quando dizemos a pessoas, por exemplo, você precisa ser chamado para entender, não entendem.
E por isso, quando diz aqui, Jesus Cristo, que falou em parábolas, para esconder, as pessoas não entendem isso. Por que? Porque não se encaixa com este paradigmamente, esta maneira de pensar que as pessoas têm.
Então, continuando em Mateus 13, versículo 11, diz assim, há correspondeu, porque a vós, outros, é dada a conhecer os mistérios do rei dos céus. Os outros não entendem. Sim, falem parábolas, por não entender, mas mesmo quando as palavras são mais claras, não entram cá dentro.
Mas aqueles não lhes é isso concedido.
Vocês, irmãos, negras de Deus, a voz é dada a este conhecimento, mas os outros não têm este conhecimento.
E isto é um ponto importante. E tem que ser dado este conhecimento. Tem que ser dado.
Tem que ser concedido.
Veja então, no versículo 12. Pois ao que tem, se lhe dará.
E traem a mudança.
Mas ao que não tem, até o que tem lhe será tirado.
Até o que tem lhe será tirado.
O que é? O povo que tem, vai ser tirado dele?
Sim, é o que diz?
Sim, é o que diz? Isto está um ponto importante, irmãos. Ou estamos a crescer na grácia e no conhecimento de Jesus Cristo, ou estamos a diminuir, até cairmos na apostasia?
E vê-se um círculo virtuoso. Temos que, conforme aprendemos, temos que praticar, por em prática. E quando praticamos, entendemos melhor. E depois, conforme praticamos mais, entendemos melhor. E quando praticamos mais, entendemos melhor. Isto é estamos a crescer no conhecimento de Jesus Cristo e na grácia. Isto é na maneira de aplicar o que ele nos ensina para aplicar.
O oposto é, se não praticamos, é como se a mente fica atrofiada e depois vai perdendo. Se você não usa, você vai perdê-lo.
Se você não usa, você vai perdê-lo. Às vezes, vemos pessoas que estavam na igreja. E depois, por exemplo, eles tinham um contato connosco e, por exemplo, veem, olha, a sede da igreja está fechada no meio da semana. E depois, perguntam, como é que a sede da igreja pode estar fechada no meio da semana? E depois, dizemos, essas pessoas que tinham estado na igreja, mas que saíram e que agora o pensamento ficou, digamos assim, atrofiado, dizemos, assim, estava fechado, a sede estava fechada, porque era o período da festa de Tabronáculos.
Tínhamos que ter sido.
Porque quando as pessoas se desviam do caminho, perdem o conhecimento. Andam para trás. Por isso é que diz aqui?
Diz assim, ao que tem, se lhe dará mais. Porque está a praticar e está a ganhar, está a crescer na graça e no conhecimento de suos Cristo.
Ao que não tem, porque não está a praticar. O povo que tem, vai perder.
Ao povo que tem, será tirado, porque não está a praticar.
Isto é tão importante, irmãos. É tão importante.
Continuando, então, a ler.
No versículo 13. Lhes falo por parábulas.
Se têm conhecimento e praticam, vão aprender mais.
Mas falem-lhes por parábulas, para não entenderem, para este conhecimento estar, digamos assim, manterem-se atrofiado. Por que? Por que? Porque vendo não vem, ouvindo não houve, nem entendem. Por que?
Então, Deus não quer salvar o mundo todo? Está claro que não quer. Há sua hora correta. Aquela coisa, há o tempo, há a hora correta de Deus.
Mas, é claro, não é esse tempo. Por que?
Porque se soubessem, não praticassem.
Não haveria mais recorde.
E, por isso, Deus, desta maneira, está a estender mais recorde a essas pessoas.
Deus está a atender, mas recorde as pessoas.
Continuar a ler, então, no versículo 14 e 15. De sorte, que nele se cumpre a profecia dizias, ouvireis com os ouvidos, e de nenhum modo, entenderéis. Vireis com os olhos, e de nenhum modo, percebreis. Vireis com os olhos, e de nenhum modo, percebreis. E, de nenhum modo, percebreis. A progressão deste povo está endurcida de mal grado, ouviram com os ouvidos e fecharam os olhos, para não suceder que vejam com os olhos ouçam com os vividos. Entenderam com a progressão, se convertam, e sejam por mim curados.
Então, quando é que vão entender? Vão entender quando as coisas acontecerem. Fecham-se, faça-se agora aqui, em Isaías 6.
Então, isso vai e diz a este povo, ouvi ouvi e não entendesse. Ver, ver, mas não percebeste. Toma insensível o coração deste povo, endurrece-lhe os ouvidos e feche-lhe os olhos. Por que? Para poder dar-me recorde a eles mais tarde.
Para que não venha, ela ver com os olhos e ouvir com os ouvidos e entender com o coração e se converterem, seja salvo.
Porque afim de quando as pessoas não querem, não querem fazer a verdade. E por isso, porque não querem fazer a melhor, é melhor que não entendam isso bem.
Para poderem ter-me recorde. Para o dia em que houver seres reciclados no Reino Milenial, com Jesus Cristo, a poderem ajudar a eles no caminho.
Então, diz-se-o, até quando? Até quando é que eles não entendem? Até quando? O Senhor, e Ele respondeu, é até que sejam desladas as cidades e ficam sem habitantes, as casas fiquem sem moradores e a terra seja de todo acelada.
E o Senhor afaste dela, os homens e no meio da terra, seja grande, o desemparo.
Quando estas coisas terrivas acontecerem, depois é que vão entender para haver um verdadeiro arrependimento e para-me-se recordar poder ser aplicada a eles.
Até continuando, então, em Mateus 13, versículo 16, bem-venturados porém os vossos olhos, porque VEM os vossos ouvidos, porque ouvem. Se uma benção mas toma cuidado, percebes ter cuidado, porque somos julgados de acordo com o que entendemos e por isso temos que temos de ter cuidado, temos que praticar, arrepreender e praticar.
Versículo 17, pois em verdade vos digo, pois em verdade, entomem atenção, isto é verdade, isto é de certeza absoluta, pois em verdade, da certeza absoluta vos digo, que muitos profetas e homens justos desejaram ver o que vocês estão a ver e não viram e ouvir o que vocês estão a ouvir e não ouviram. Agora, à altura, estou a revelar estes mistérios do Reino, estes mistérios de Deus, os mistérios da vontade do Pai, outras pessoas queriam ter ouvido e não ouviram. Isto é uma pensão para vocês. Isto é uma pensão.
Versículo 18, atendai, vos, por isso vocês tomeem atenção, tomeem atenção à parábola do semíador. Tomeem atenção a esta parábola, à parábola do semíador.
Todos que ouvem a palavra do Reino e não acompreendem, vem um alegro e rebatam que eles foi semeado no coração. Este é o que foi semeado à beira do quimino.
Eis são, ouis são aqui, está a dizer, a parábola do semíador. Agora aqui uns pontos importantes. Primeiro, o propósito desta parábola, o propósito desta parábola, não é a cerca do semíador. Porque em cada um desses quatro casos, que para explicar aqui, a beira do quimino, o solo rochoso, entre os pinhos ou em boa terra, em cada um dos quatro casos, é o mesmo semíador. Não é parábola a cerca da semente, porque em todos os casos, esses quatro casos, é a mesma semente.
O ponto aqui é a cerca do solo, do tipo de solo, como é que receba esta semente e como está fruto. O solo é que dá determinação quanto fruto, ou como é que o fruto vai desenvolver. E por isso é que diz, tome a atenção a esta parábola. Atendai-vos, pois, a parábola. A todos que ouvem a palavra do reino.
Quando é a palavra do reino? A palavra do reino é que queríamos mudar-me de nossa maneira de viver.
Sim, muitos olhamos, olha, o teu reino venha, venha ao teu reino. E geralmente pensamos, olha, vir o teu reino, é Jesus Cristo vir, que é correto, estabelecer o reino de Deus na terra. Correto. Mescaliz-me, irmãos, vir o reino reinar na sua vida, e na minha vida, a nossa maneira de viver.
Para nós nos tornarmos mais, como Jesus Cristo é.
E o reino, para ver um reino, tem que haver 4 componentes principais. Primeiro um rei, mas, não é só o rei, é uma família real, em que você e eu temos um destino, parecemos parte dessa família real.
Não é só o governante, mas é o governo, este rei. Este rei, este governo de reis, é uma família real. Família de reis.
Em que nós podemos herdar, ser herdeiros, desse reino, dessa família. Segundo, é o território. O reino tem um território, o governo tem um território. Por exemplo, o governo brasileiro tem um território que é o Brasil, o governo angulano tem um território que é Angola, o governo português tem um território que é Portugal.
E assim continuamos. O governo normal tem território que é Alemanha.
E está claro, há cidadões, se não temos um território, sem ninguém. Você governar, que é, vou governar as pedras e areia? Não, tem pessoas. Tem pessoas que são sujeitas. São cidadões. E por isso, para ser um reino, preciso ter um rei, preciso ter um território, preciso ter cidadões. E preciso ter uma lei, uma constituição desse país, e as leis, as regras desse país. Igualmente, o reino de Deus. Não é só o rei, é a família que está a ser constituída.
É o território que vai ser na Terra, e depois vai ser o universo inteiro.
É os cidadões, que são as pessoas humanas, perdão. E a lei, que é a lei de Deus. A constituição de Deus. Os princípios de Deus.
E depois diz assim, é a todos que ouvem a palavra do reino. Qual é a palavra?
Qual é a semente? Em Lucas 8, versículo 11, que é uma descrição em paralelo desta parábola, está a dizer que a semente é a palavra de Deus. E sabemos que, também em Tiago 1, versículo 18, que é a palavra da verdade.
E a mensagem de Jesus Cristo nos trouxe, a mensagem do Pai, como leemos em João 716. Por isso, a semente, a semente é a boa nova da palavra da verdade. A semente, é a boa nova da palavra da verdade que procede do Pai.
A semente do Reino Deus é a palavra da verdade, é a boa nova dessa palavra que procede do Pai. Acerca do estabelecimento e do plano de salvação do Deus, e do estabelecimento do Reino Deus na Terra. E da família de Deus. Mas o que acontece é que, como leemos aqui no versículo 19, a todos que ouvem a palavra do Reino e não a compreendem, vem um maligno, vem Satanás. E a rebato que os foi semelhado no coração. Se uma pessoa pode estar a explicar e se diz, ah, ah, estou a entenderem, e no meio da siga diz, não, não, não, não, não, não, não pode ser. Não pode ser. Esse é o que foi sumiado a a bairro do caminho.
Vindo as avas, comeram a semente, como diz.
Esse é o que é a bairro do caminho. Depois, tenho um segundo exemplo, que é aquela que cai em solo rochoso.
E esta, no versículo 20, é descrito no versículo 20, e 21, diz assim. O que foi sumiado a solo rochoso, esse é que, ova a palavra, ova a palavra, a palavra de Jesus Cristo, a boa nova, ova esta boa nova, da palavra da verdade, que procede o Pai, esta mensagem que procede o Pai, este mistério e do Pai acerca do reino de Deus, da família de Deus, do nosso destino, ova a palavra e a recebe com alegria. Oh, recebe com alegria! Oh, isso é bom sinal, não é?
Queris irmãos, receber com alegria indica uma superficialidade.
Pensem bem, receber a palavra do Senhor com, simplesmente com alegria. Representa uma superficialidade.
Porque quando recebemos a palavra do Senhor que temos que nos arrepender, quer dizer que você não está mais em ter a fazer o que você quer. Você tem que se arrepender. Como ler Mateus capítulo 10, versículo 37-39, diga assim, vamos ler. Mateus 10, 27-39, quem ama seu pai ou sua mãe mais do que a mim não é digno de mim. Quem ama seu filho ou sua filha mais do que a mim, não é digno de mim. E quem não toma sucruja e vem após mim, não é digno de mim. Quem acha a sua vida para deliar quem todavia perde a vida por minha causa a chala e há. Queris irmãos, receber isto, receber este conhecimento é uma decisão importante.
Para você tem que pôr Deus à frente da sua família, à frente daqueles que ama, à frente da sua própria vida.
E por isso, se não é uma decisão, você faz imediatamente e rapidamente. Você tem que contar a despesa, contar o custo, como dizem o Lucas 19. Você tem que contar isso.
E por isso, vejam que eu me aqui, Lucas. Vamos ver. Lucas. Lucas.
Lucas 14, perdão. Lucas 14, versículo 28.
Diz assim, se alguém vem a mim, não abraça seu pai, sua mãe, a mulher e filhos, que eu estou a ler no versículo 26, Lucas 14, 26, não pode ser meu discípulo. E qualquer que não tomar a sua cruz e vier após mim, não pode ser meu discípulo. Pois qual vos, pretendendo construir uma torre, no 61, para calcular a despesa e verificar se tem meios para concluir? E, pois, concluir no versículo 23, a 33 de Lucas 14, assim, pois todo aquele que, dentro de vós, não renuncia a tudo quanto tem, não pode ser meu discípulo.
Isto é assunto difícil, duro, decisão difícil, decisão difícil. Não é uma coisa imediata e, por isso, é que diz aqueles que receberam a notícia do Reino recebam-lo com alegria.
É uma coisa séria. Não estou a dizer que não seja alegre quando recebemos esta boa nova, mas é uma coisa séria. Uma coisa séria. Porque, se que recebe com alegria, não tem reígem si mesmo. É o que diz aqui no versículo 21 de Mateus 13, 21. Não tem reígem si mesmo.
Porque entenderam isto de uma maneira superficial, de uma maneira rasa, de uma maneira com pouca profundidade.
Sendo antes de pouca duração, em que ele chegando a angústia ou perseguição por causa da palavra, logo se escandaliza.
Porque quando vem as testes, as dificuldades, por causa da palavra, oh, não! Oh, não!
Quantas pessoas vêm para a igreja e não se mantêm firmes? Oh! Por exemplo, estaram exemplos simples. As pessoas vêm para a igreja e, por exemplo, estão envolvidas na política deste mundo. E depois ficam mais e mais envolvidos na política deste mundo. Eleições e será que mais? Este é simplesmente um exemplo. E o que acontece?
Não fizeram Deus primeiro. Puseram outras coisas.
Porque este mundo, não vai os políticos deste mundo, os governantes deste mundo, não vão resolver os problemas deste mundo. A única solução dos problemas deste mundo, a nossa única esperança, é a vinda de Cristo.
Não é as políticas deste mundo.
E, por isso, aquele que cai em um solo rochoso é superficial.
Porque a conversão é como construir uma casa que tem a profundar-se profundamente e cavar até chegar à rocha e construir na rocha. Construir esta casa na rocha. Tem que vencer até ao fim, até ao fim, perante dificuldades e pressões e tribulações. E, por isso, ver se que esta pessoa que houve a palavra em solo rochoso, sim, a semente germinou.
Mas não deu fruto. A semente germinou. Sim, está assentada à igreja, mas não está a produzir fruto. Sério, queris e irmãos? Vejam, por exemplo, os Cristóvios de Veio. Ao fim de três anos e meio, quem ele teve? 12 discípulos e, perdão, 12 apóstolos e 120 discípulos. Houve milhares de pessoas que conseguiram a multidões.
Mas não fizeram esse compromisso.
Porque prestavam-se a um solo luxoso. E depois, há o outro, que é aquele, o versículo 22, que é semente, é semeada entre os pinhos.
Sim, houve a palavra, mas as cuidados do mundo.
Por exemplo, eu preciso ter segurança, eu preciso ter dinheiro, eu preciso ter seja o que for. Os cuidados do mundo e a fascinação das riquezas se focam a palavra. Eu estou muito ocupado nestas outras coisas.
Mas aqui, em Mateus 19, Mateus 19, 23 a 26. Mateus 19, 23 a 26.
Então, diz Jesus a seus discípulos. Em verdade, eu vos digo que um rico dificilmente entrará no reino dos céus. E ainda vos digo que é mais fácil passar um camelo pelo fundo de uma agulha do que entrar um rico no reino de Deus. Vindo isto, os discípulos ficaram grandemente maravilhados e disseram-se, é disso que pode ser salvo. Jesus fitando neles o olhar, disse-lhes, isto é impossível aos homens. Mas para Deus, é possível. Sim, é duro. Não é assim tão fácil.
Vejam, por exemplo, em Proverbes, capítulo 30, por ciclo 7 a 9. Proverbes, capítulo 30, por ciclo 7 a 9.
Proverbes 30, por ciclo 7 a 9. A 9.
Diz assim, duas coisas de peço e não mais nervos.
Antes que eu morra, a faixa de mim, a falsidade e a mentira.
Não me dejes nem pobreza, nem riqueza.
Não me dejes nem pobreza, nem riqueza. Tamo pão que me for necessário.
Para não suceder que estandeu farto, comer muito pão, estar rico, te negue e diga quem é Deus.
Ou que, estando pobre demais, ou estem impobrecidos, venham a roubar, venham a fortar e venham a profanar o nome de Deus. Queres irmãos?
Aí vence. Está aqui a Mateus 13, a falar daqueles que estão em solo, neste solo, entre os espinhos.
Estas coisas do mundo, estas cuidados do mundo, esta fascinação das riquezas, se focam a palavra.
Queres irmãos, até o Simão Mago, o mágico, pensou que dinheiro podia comprar o discípulo lado.
Queres irmãos, e depois, finalmente, tem o quarto ponto aqui, que é versículo 23, mas o que foi sumiado em boa terra é o que houve a palavra e a compreende. Este frutifique produz a 100, a 60 e a 30 por um.
E a se entende, aquele que entende, aquele que se arrepende, aquele que muda a sua maneira de viver, que compreende o custo disto, pratica, embora seja, tem que vencer as fraquezas da carne, mas pratica, esse produz frutos. E esse, conforme pratica, aprende mais e está no neste que eu chamo o Círculo Virtuoso, está a crescer.
Mas mesmo, em bom terreno, eu dizia, em boa terra, em bom terreno, a quantidade de fruto varia. Sim, por com um, um produz fruto 100 vezes mais. Outro produz fruto 60 vezes mais. E outro 30 vezes mais. Sim, um produz fruto. Mas a quantidade de fruto varia.
Porque ao fim de contas, as pessoas, conforme crescem espiritualmente, vão crescer quantidades diferentes, proporções diferentes. E por isso, depende na sua dedicação, no seu zelo, na sua motivação, na sua aplicação para você ter um crescimento espiritual, para crescer na graça e no conhecimento de Jesus Cristo. Depende em como você se aplica. E por isso, a lição desta parábola e todas as parábolas, tem uma lição principal. Qual é a lição principal? A lição é que muitos vão vir a boa nova do rei de Deus, mas não vão produzir fruto. Muitos vão vir, mas não vão produzir fruto. E mesmo aqueles que vão entender, vão produzir fruto em quantidades diferentes. O que depende no Zelo, na dedicação e na maneira que estão a aplicar-se na prática do que estão a aprender.
Em Isaías 55 Leão Comíncio faz favor Isaías 55 começando no versículo 6, Isaías 55 Versículo 6 diz, buscai o Senhor enquanto se pode achar. Invocai enquanto está perto. Deixe o proverso do seu caminho, o inico os seus pensamentos. Converta-se ao Senhor que se compadecerá a Dela. E volte-se para o nosso Deus, porque é rico em perdoar. Porque os meus pensamentos não são os vossos pensamentos. Nem os vossos caminhos de meus caminhos, diz o Senhor.
Porque assim como os céus são mais altos do que a Terra. Assim são os meus caminhos mais altos do que os vossos caminhos de meus pensamentos, mais altos dos que vossos pensamentos. Porque assim como descem a chuva e a neve dos céus. E para lá não tornam. Sem que primeiro reguem a Terra e a fecundem e a façam brutar. Para dar semento ao semidor e pão ao que come. Assim será a palavra de Deus que sair da boca do Pai não voltará para o Pai vazia.
Mas fará o que me para as e prosperará naquilo para que a designem.
Cresciram-nos, a palavra Deus vai dar fruto. Vai dar fruto na sua estação. Para alguns não é agora. É na outra estação. Mas vai dar fruto. E por isso temos que ouvir tomar atenção, estar atentos à parábola do semidor. Precisamos estar zelosos, dedicados, estar focados em vencer até ao fim. Lembrem-se, irmãos, esta é a nossa estação. Esta é a nossa altura de vencermos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).