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... Bom dia, boa tarde, queridos irmãos, aqui é Jorge, estamos falando-vos de Cincinnati. Muitas das profecias na Bíblia têm uma dualidade na maneira que foram escritas. Como expliquei em alguns sermãos atrás, há muitos exemplos na Bíblia de que são físicos e espíritos, exemplos físicos para lições espirituais. Também a Bíblia está cheia de tipos e contra-tipos, em que o tipo representa um final comprimento do que está escrito. Ou veste, veste, por exemplo, uma sombra que, nos dias sagrados, são sombras de realidades, que a realidade é Cristo. Cris irmãos, é como, por exemplo, nós todos aprendemos lições da história. A história dá-nos muitas lições. E se nós não aprendemos lições desta história, então vamos repetir os mesmos erros de novo. Muitos acontecimentos na Bíblia também parecem ter um comprimento no futuro. Isto é um tipo de coisas que estão a vir, o que eu descrevia como tipo e antitipo. Conforme agora nos aproximamos dos dias dispensásmos, há muitos eventos, ou muitos acontecimentos, que aconteceram durante o êxodo dos Israelitas, e que têm significância em dualidade. Por exemplo, que são tipos de acontecimentos do futuro. Por exemplo, quando estudamos o livro de êxodos, vamos encontrar muitas analogias e que podem ser concluídas estas analogias. E, no entanto, que, dizem-me irmãos, precisamos ter cuidado quando fazemos estas analogias e vemos os tipos e as dualidades. Precisamos ter cuidado, porque os tipos não são necessariamente cumpridos exatamente da mesma maneira, perfeitamente da mesma maneira. Mas todas as analogias têm um certo ponto aonde há certas varianças. E por isso é preciso ter cuidado com isso. Mas falando acerca de êxodos e de Moisés, veça aí muitas dualidades. Não só dualidades, mas, digamos, trialidades, se houvesse assim uma palavra, ou quadrulhidades, quer dizer, dualidades com mais dualidades, com mais dualidades, que são aplicáveis a Jesus Cristo. Por exemplo, o cordeiro da Páscoa, durante o êxodos, era um tipo de Cristo, que é o cordeiro de Deus, que é o sacrifício pelos nossos pecados. E existem muitas outras analogias e tipos, à certa do êxodos, que eu gosto ou gostava de cobrir hoje. Por isso, vamos ver alguns exemplos. E vamos focar nesses exemplos dos acontecimentos à volta de Moisés e dos esrelitas, e como têm uma dualidade, na maneira que são cumpridas, em Cristo. Por isso, muitos dos acontecimentos ou dos eventos que aconteceram durante o êxodos têm uma aplicação no futuro. E o que é que isso tem a ver com nós? E daí, a um ponto interessante, podemos dizer, o que é que isso tem a ver conosco? Bem, tem a ver um ponto com o nosso, porque somos instruídos a não endurocermos os corações. Para os nossos corações não ficarem endurcidos, para não nos voltarmos para trás, para continuarmos a vencer, para continuarmos a obter ser, e para não sermos como eles foram que desobteram. E por isso, há lições aí.
Vejamos, então, um exemplo aqui. Por exemplo, cerca de três meses depois do êxodos, os Israelitas foram para o Monde Sinai. E Deus pessoalmente deu os dez mandamentos aos Israelitas. Vejam que a mim se faz favor em Deutronómio capítulo 5. Vamos começar a ler do versículo 4. Deutronómio capítulo 5. Começamos a ler do versículo 4. Diz assim... Faça, faça, falou o Senhor conosco no Monde, no meio do fogo. Deus falou, faça, faça, coisas realitas no Monde, no meio do fogo. E depois vejam um bocadinho mais adiante, depois de Deus ter dado a eles os dez mandamentos, que disse, eles ouviram.
Então, no versículo 23, diz assim... Susteu que, ouvindo a voz do meio das trevas, enquanto ardia o monte em fogo, vos achagaste-se a mim todos os cabeças das vossas tribos e vossas anciãos. E disse-se, és aqui o Senhor, nosso Deus. Nos fez ver-se a Sua glória, a Sua grandeza e ouvimos a Sua voz do meio do fogo. Hoje vimos que Deus fala com o homem, e este permanece vivo. Vimos que Deus pode falar com o homem e que o homem continua a viver. Agora, pois, porque morriamos? Vê-se que eles tinham um certo medo, tiveram medo.
Pois este grande fogo nos consumiria. Se ainda mais ouvissemos a vós do Senhor, nosso Deus, morriamos. Estavam com medo de ouvir a Palavra Deus. Não queriam ouvir mais da Palavra Deus. E depois vence aí que eles tiveram este problema. E, então, vence assim no versículo 28. Ou vim depois do Senhor as vossas palavras. Quando me falaves a mim, o Senhor me disse, que havia as palavras aos povos, as quais te disseram em tudo falaram-o bem. Quem era que eles tivessem tal Curação? Que me temessem e guardassem, em todo o tempo, todos os meus fundamentos.
Quem era que disse Deus, que os Israelidas tivessem essa Curação, que o temessem a Deus e que por isso guardassem as leis de Deus? Porquê? Para que bem lhes fossem a eles e a seus filhos para sempre. Para o bem deles. Vai, diz-lhes, tronai-vos às vossas tendas. Tu porém, isto é o Mosez, fica-te aqui comigo e eu te direi todos os mandamentos, isto a todos, os juízos, e tu lhes as de ensinar, que compram na terra, que eu lhes darei para persuí-la. Então, Mosez tornou-se um intermediário, então, Mosez ouviria as palavras de Deus e, então, iria dizer ao povo.
Vejam depois um bocadinho mais tarde, é o Deutronômio Capítulo 18. Deutronômio Capítulo 18. Vamos ver, então, no versículo 15. O Senhor Teu Deus te suscitará um profeta do meio de Ti, de teus irmãos, semelhantes a mim, a Ele ouvirás. Primeiro, um profeta, semelhante a Mosez, Deus levantará ou se suterá um profeta, semelhante a Mosez. Como é que este profeta, semelhante a Mosez, seria semelhante a Mosez? Seria semelhante porque tal como Mosez foi chamado, tinha certo deveres e tinha certas responsabilidades. Este profeta, o profeta, vai terem. Ou teria, e está claro, sabemos que este profeta estava a referir-se a Jesus Cristo.
Depois diz, do meio de Ti, um profeta do meio de Ti, de teus irmãos, isto é, Jesus Cristo seria um Inje Realita, como Mosez era um Inje Realita. E depois diz, a Ele ouvirás. Não te vá esconder e dizer, não vou ouvir falar de Deus diretamente, a Ele ouvirás. Por que Mosez disse isto? Porque está aqui escrito para dizer isto. Porque elas não queriam ouvir a palavra de Deus no monte Oréba. Vejam, por exemplo, no versículo 16. Segundo tudo o que pediste ao Senhor Teu Deus em Oréba, quando reuni o povo, não ouvirás mais a voz do Senhor Meu Deus. Nem mais verei este grande fogo para que não morra.
Mas a Ele ouvirás. Lembrem-se que o Deus do Antigustamento, como lengue, tudo foi criado por e através de Jesus Cristo. Para lener isto em João, em Filipenses, em Efésios, tudo foi criado através de Jesus Cristo. E por isso, o Deus do Antigustamento, que criou tudo, foi aquele que veio a ser, veio à terra, na carne, e que se veio a ser Jesus Cristo, Jesus Cristo, no Novo Testamento. Vejam, então, aqui no versículo 17.
Então, o Senhor Me disse, falaram bem aquilo que disseram, Suxitarei-os um profeta do meio dos seus irmãos, semelhante a Ti. Suxitarei um profeta, em cuja boca purei as minhas palavras. E ele lhes falará tudo o que eu lhe ordenar. Jesus Cristo falou todas as palavras. Depois diz, versículo 19, de todo aquele que não havia as minhas palavras, que ele falar é meu nome. Disso-lhe, lhe direi contas.
Vão ter que ouvir as palavras deste profeta, porque diz assim, são as palavras do Pai, que Jesus Cristo, o Filho, disse. Vejam, por exemplo, em Exodus 4, versículo 10. Quando Moisés foi primeiro chamado, diz assim, Exodus 4, versículo 10. Então, disse Moisés ao Senhor, ah, Senhor, eu nunca fui inocuente. Nem outra hora, nem depois que falaste teu servo, pois sou pesado de boca e pesado de língua. Respondeu-lhe o Senhor, quem fez a boca do homem? Ou quem fez o mundo ou o surdo?
Ou o que vê? Ou o que é cego? Não sou eu, o Senhor? Vai, pois agora. E eu serei com a tua boca e te ensinarei o que há de falar. Deus ensinou a Moisés o que dizer. A mesma coisa com Jesus Cristo, que o paralelo, a dualidade. Jesus Cristo profeta com Moisés, que foi... Deus disse a Moisés o que dizer. Deus disse, o Pai disse ao Filho o que dizer.
O Filho estava preparado antes de vir para a Terra, porque o Pai lhe tinha dito tudo o que havia de dizer quando vence a Terra, como carne. Fez-me também no versículo 15, de Esos 4. Diz assim, tu pois lhe falarás e lhe porás na boca as palavras. E eu serei com a tua boca e com a dele e vos ensinerei o que vais fazer.
Deus pôs coisas na boca de Moisés. Moisés então ensinou a Arão e Arão, então, disse ao povo. Vê-se aqui o exemplo, mesmo exemplo, do que passou. Vejam, por exemplo, em João, capítulo 14, para ver o que Jesus Cristo fez. João 14, versículo 24.
Diz assim, que a não-me-ama não guarda as minhas palavras. E a palavra que estás ouvindo não é a minha, mas do Pai que me enviou. Jesus Cristo falou as palavras do Pai. Tal como o exemplo vimos, do Moisés, ouviu as palavras de Deus, Jesus Cristo ouviu as palavras do Pai. Vê-se aqui esta dualidade entre Moisés e Jesus Cristo. Vejam também, em Mateus, Mateus, capítulo 17, Mateus, capítulo 17, versículo 5. Mateus 17, versículo 5. Diz assim, falava-a-lhe ainda, quando uma nuvem luminosa os envolveu. E éis, vindo da nuvem, uma voz que dizia, este é o meu filho amado, em quem me compráso-o a ele ouvi. O Pai disse, oi-são, o que o filho diz. E como vimos, o filho falou as palavras do Pai. Os discípulos foram ditos para ouvirem a voz de Cristo. Por que temos que ouvir o que Cristo diz? Porque? Vejam, por exemplo, em João capítulo 10. Se alguém ouvir as minhas palavras e não as guardar, e não guardar as palavras de Jesus Cristo, eu não julgo, porque eu não vim para julgar o mundo e sempre salvá-lo. Quem me rejeita e não recebe as minhas palavras, tem que eu julgo a própria palavra que tenho perforido, essa o julgará no último dia. Porque eu não tenho falado para mim mesmo, mas o Pai, que me enviou, esse me tem prescrito o que dizer e o que anunciar. Eu sei que o seu mandamento é a vida eterna, as coisas pois que eu falo, como o Pai me tem dito, assim falo. Jesus Cristo disse que o Pai lhe tinha dito para dizer. E por isso é que temos que ouvir as palavras de Cristo, porque estas palavras nos julgarão no último dia. Estas palavras, conforme as praticamos ou não, vão determinar se temos vida eterna ou não. Temos, copo de ser, aos mandamentos do Deus Pai, que foi os mandamentos que Jesus Cristo nos deu. Ele não deu coisa diferente. Ele falou exatamente. Por exemplo, há certas pessoas, Cristo e irmãos, que dizem que o que Jesus Cristo ensinou está fora de data, porque devemos seguir simplesmente o que Paulo disse. Cristo e irmãos, isto não é o que mais é, e que Jesus Cristo disse. Temos que ouvir o que aquele profeta diria. Foi que o Mosez disse. Jesus Cristo disse, mas tem que ouvir o que eu digo, porque são as palavras do Pai. O profeta, Jesus Cristo, aquele profeta, recebeu a sua mensagem diretamente do Pai. Ele estava com o Pai, eles tinham um sentimento, uma mesma mentalidade, um mesmo propósito, estavam de acordo, eram um. E por isso, temos que ouvir o que Jesus Cristo diz. E por isso, vemos aqui, que, dizem irmãos, que Mosez e em parte israel foram um tipo da vinda de Cristo durante a sua primeira vinda. Um tipo de Cristo durante a sua primeira vinda. E muitas coisas são, digamos assim, duplicadas em Cristo, porque são um tipo de Cristo. Vejam, por exemplo, em Atos capítulo 7. Vamos ver aqui alguns pontos em Atos capítulo 7. E como vamos entrar e sair da Atos capítulo 7, talvez queiram por um papelinho para marcar esta secção da Atos capítulo 7, para quando entrarmos a sair e poderem voltar esta página rapidamente. Mas em Atos capítulo 7, diz aqui, começando no versículo 17. Como porém se aproximasse o tempo da promessa? Que Deus jurou a Abraão, o povo cresceu e se multiplicou no Egito.
Depois, continuando, até versículo 19. Até que se levantou ali outro rei, que não conhecia a José. Esse outro rei tratou com a Estúcia, a nossa raça, e torturou os nossos pais, apondo de forçá-los a enjeitar os seus filhos, para que não sobrevivessem. Querias irmãos, vê-se aqui que Faró tinha dado uma instrução para matar todos os bebés masculinos. Por que? Porque não seria um cadilógico, não é? Porque, ao fim de contas, os meninos que cresciam para rapazes e, assim, que seriam jovens, cresceriam para homens. E eles seriam os que fariam o trabalho duro, construíram-se cidades, faziam desolos, etc. Seriam os cravos, digamos assim. Então, qual foi esta razão? Podia dizer, sim, os israelitos estavam com medo, que os israelitas viessem ser mais poderosos que elas, mas há um ponto interessante aqui, que há uma tradição que diz que um dos profetas do Egito perdisse que havia um libertador que apareceria, nessa altura, em Israel, para libertar. E, por isso, se vê-se aqui que houve uma tentativa para fazer com que os rapazes, os meninos masculinos fossem matados. Por que? Para, digamos assim, parar essa predicção que tinha sido feita. Ora, ve-se aqui um exemplo, também, na vida de Cristo, porque o Herod quis matar a Cristo. Vejam comigo, em Mateus 2, mantenha o dedo no ato, mas em Mateus 2, versículo 13, diz assim, tende-os partido, as que aparecem o anjo do Senhor a José em Sonho e disso dispõem-te, toma o menino e a sua mãe foge para o Egito e permanece lá até que eu te avise, porque Herodes há de procurar o menino para o matar. Dispõe-se-o, tomou de noite o menino e a sua mãe partiu para o Egito e lá ficou até a morte Herodes para que se compre isso que era foradito pelo Senhor por intermédio do profeta do Egito, chamei o meu filho. Queria dizer-me, a gente vê-se aqui que Satanás está sempre a tentar subvertir ou destruir o plano de Deus, através das cidades. Ele tentou destruir a nação de Israel, em uma das maneiras, foi por tentando matar Moisés, quando ele era um bebê. Moisés, ou aliás, em Israel, seria por quem o messias viria, como vimos bem, os vende desse povo, viria desse povo. E por isso se destruísse Israel, destruia a maneira através da qual viria o messias. E também, a Mateus 2, versículo 15, onde acabámos de ler diz assim, do Egito chamei o meu filho. Jesus saiu do Egito. Os esrelitas saíram do Egito. Vê-se aqui uma dualidade também.
Depois, continuando em Atos capítulo 7, onde estávamos há pouco, no versículo 17, como porém se aproximaço o tempo da promessa. Qual promessa?
Qual promessa? A promessa que Deus fez a Abrão. Pode ler em Génacias capítulo 12, versículo 2 e 3. Essa promessa tinha duas características. Uma era da raça daquele povo, daquele povo, que Deus predisse que o que aconteceria é Israel. Ele também disse que libertaria Israel das gravidades no Egito e que jogaria o Egito.
Pode ler isso também em Génacias capítulo 15, versículo 13 a 14. Mas essa promessa, além de ser uma promessa através dessa nação, dessa raça, desse grupo de pessoas, desse povo, digamos assim, também era uma promessa de graça. Não era só raça, mas graça. A graça é que Deus também fez a promessa acerca da semente. Da semente que viria através desse povo, que seria a semente prometida, que seria o Messias. E esse Messias salvaria o seu povo dos seus pecados, que é Jesus Cristo. Vê-se aqui que a promessa, mas aqui está a falar assim, o desaproximar-se o tempo dessa promessa. Qual é o tempo? O tempo é que os Israelitas, a fim de tarem 430 anos, no deserto, em pregrinação, em Caná e no Egito, então quando completaram esse tempo, saíram, foi quando se aproximou o tempo da promessa. Deus tem tudo muito bem marcadinho no seu próprio tempo. Deus tem tudo muito bem marcadinho. E vemos então, continuando também aqui, no atos capítulo 7, versículo 20, diz assim, por esse tempo nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Quando o tempo se aproximava, como vimos, que era este, se aproximava-se o tempo da promessa, ao próprio tempo, a própria altura, nasceu Moisés, que era formoso aos olhos de Deus. Está a falar aqui que quando nasceu, já era formoso nos olhos de Deus. Vê-se aqui que Moisés foi santificado, digamos assim, a partir do vento da mãe, ou mesmo ainda antes disso. Deus tinha escolhido a Ele para libertar o Seu povo de escravidão. Jesus Cristo, igualmente, que os irmãos, foi predeterminado desde a fundação do mundo como nosso Salvador. Podem ler isso em Apocalypse 13, versículo 8. E também, nós, como podem ler em Romano 6, 16 e 17, explica que nós tínhamos sido escravos, escravos do pecado. Escravos da nossa própria natureza, da nossa luxúria, dos nossos petitos. E também, escravos da Satanás. Jesus Cristo veio para nos libertar da escravidão. A escravidão do tipo pior, porque toda a escravidão conduz à morte. E a nossa escravidão do pecado conduz-nos à morte eterna. Jesus Cristo veio para nos libertar dessa escravidão, a liberdade em Cristo. Para sermos libertados da pena da morte.
Igualmente, Moisés fez a mesma coisa.
Vejam também aqui no versículo 22. Moisés foi educado em toda a ciência dos jigitos e era poderoso em palavras e obras. De acordo com Flávio e José Fum, ele diz que, nos seus criitos, que Moisés era um general. E assim, sendo um general, tinha sido educado a organizar tropas, a organizar grupos de pessoas. A fazer de certeza que as pessoas, a tropa, estava alimentada, estava fortalecida. Tinha esta capacidade de organizar. Por isso diz assim aqui que ele era poderoso em palavras e obras. Moisés era poderoso. Continuando no versículo 23. Quando completou 40 anos, quando Moisés tinha 40 anos de idade, veio a ideia, a Moisés, de visitar seus irmãos e filhos de Israel.
Veio a ideia de libertar os israelitas. Vendo um homem tratado injustamente de tomola de feza e vingou o aprimido matando o egípcio. Ora, Moisés cuidava, ele pensava, que os seus irmãos entendiam que Deus os queria salvar por intermédio dele. Pois, Moisés começou a entender que Deus ia libertar os israelitas através dele. Veu-se as coisas... Veio-se. Deus me vai usar para isso. E por isso ele pensava que os israelitas entendiam isso, como lembramos aqui no versículo 25. Ele sabia que os israelitas eram seus irmãos, ele conhecia a ta clara sua família, porque sabia que os israelitas eram seus irmãos. E ele pensou que Deus ia libertar Israel do que tiveiro, da escravidão, pela sua mão. Mas, é-se provavelmente pensou, digamos assim, que Deus faria isto por causa do treino que ele tinha, por causa da educação que ele teve nos Jeusseus de Ventude, isto é, através do Seu próprio poder, da Seu própria força. Pois ele tinha sido preparado e educado e tinha experiência para essa responsabilidade. Mas, uma coisa estava errada. Uma coisa estava errada. Moisés não tinha a atitude que Deus podia usar. Querias irmãos, quando nós pensamos que podemos contar a nós próprios, ou ter confiança no nosso próprio poder, no nosso próprio treino, nas nossas próprias habilitações, então Deus não nos pode usar.
Nós temos que ter confiança em Deus, no poder de Deus, através do poder de Ele. Não é do nosso poder. Então, continuando então, no versículo 26, ato 7, no dia seguinte, aproximou-se de uns que brigavam e procurou reconduz-lhes a paz dizendo, homens, vocês são irmãos, porque ofendeis uns aos outros. Mas o que agredia o próximo, o repeliu dizendo, quem te constituiu a autoridade juíza sobre nós? Acaso queres matar-me, como fizeste ontem ao Egípcio? Estes, a essas palavras de Moisés fugiu e tornou-se perigrino na terra da Míriá, onde nasceram dois filhos. Vê-se aqui que Moisés teve que aprender uma lição. Teve que compreender uma lição. A lição é que, na vida de ele, ele teve que aprender, teve que estronar um homem humilde, um homem manso. Ele aprendeu esta humildade, esta mansidez. Podem ler esse númos 12, um a três, em que diz que Moisés era um homem mais manso de todas as pessoas na terra. Por outro lado, Jesus Cristo teve a própria atitude, a atitude que Deus podia usar. Ele era humilde, era submisso, era manso. Podem ler isso em Mateus 11, 29, Jesus Cristo era manso. E ele disse, não posso fazer nada com meu próprio poder. Vejam, por exemplo, em João, capítulo 5. Mantenham o dedo, uma marcação em ato 7, vamos voltar. Mas João, capítulo 5, versículo 19, diz assim. 5, 5, versículo 19, diz assim. Jesus, então, lhes falou Jesus. Em verdade, em verdade, vos digo que o filho nada pode fazer de si mesmo, se não somente aquilo que vir fazer o pai. Porque tudo o que este fizer, o filho, também, semelhantemente, o faz. Jesus Cristo tinha atitude correta, que não era o poder físico dele, tinha que receber o poder do pai. Vejam também, no versículo 34. Eu porém não aceito o mano de estemunho. Eu não posso fazer de mim, de mim mesmo, na forma por que sou, porque hoje julgo. O meu juízo é justo, porque não procuro a minha própria vontade. E sim, é daquilo que me enviou. Mas aqui, a atitude de Jesus Cristo estava correta. Deus não podia salvar o Israel, na maneira que Moisés tinha pensado. Deus teve que guiar Israel, numa maneira diferente do que as pessoas, Moisés pensavam que Deus tiraria Israel do Egito. Eles não pensavam que Deus ia destruir o Egito.
Sim, antes do Israel sair das gravidades. Por que? Porque o Egito é um símbolo do pecado. E o pecado tem que ser destruído por Cristo. Vê-se esta dualidade de novo. Vê-se aqui. Deus tinha outros propósitos, como vemos, que as pessoas não tinham em mente e não entendiam nesta altura. Que, dizem-me, irmãos, a lição para nós é que nós, às vezes, não vemos a grande gravura, a grande visão, a cosmovisão que Deus tem. E, por isso, às vezes, não entendemos certas coisas que Deus faz. E, por isso, temos que ter fé em que Deus, ao fim de contas, tudo acabará, se resolverá para o bem. Temos que andar com fé.
Igualmente, os judeus, durante o tempo de Cristo, estavam à procura de um rei, de um líder, que o salvasse. Davam procura de um messias que o salvasse, da escravidão que eles tinham dos romanos. Mas eles não entendiam que Jesus Cristo tinha que vir primeiro, na Seu primeira vinda, como o Cordeiro de Deus, para morrer. Morrer porquê? Pelos pecados do mundo, para destruir o Egito. Por isso, Jesus Cristo, na Seu primeira vinda, não veio da maneira que eles esperavam. Vê-se também, no caso de Moisés, que Deus os guiou para o mar vermelho. E esse não era, digamos assim, o caminho lógico. Não era o caminho lógico para Deus os levar. Por um, não era o caminho mais curto para a Terra prometida. Mas está claro, Deus não os queria confrontar com guerras imediatamente, para eles ficarem nos encorajados. Uma outra energia, aqui, um paralelo. Quando primeiros somos batizados e entramos na igreja, uns problemas são assim mais levezinhos, digamos assim, para não ficarmos desencorajados. Vê-se este dualismo continuamente. Cris irmãos, também, há outro dualismo. E os ioralitas tiveram que ir pelo deserto. Nós, Cris irmãos, estamos no deserto. No deserto deste mundo. Cris irmãos, parece que nós estamos sozinhos. Vivemos sozinhos. Somos os únicos. Somos poucos que estamos neste mundo. Todo que segue o caminho errado. Somos um aqui e outro aqui. Muito poucos. E se está claro, é um teste. Como foi um teste para os ioralitas ir em travesto do deserto. Continuando, então, no versículo 30, Atos capítulo 7, versículo 30, diz assim, Decorrido os 40 anos. Este foi mais outros 40 anos depois. Então, agora, a Moseja tinha 80. Apareceu no deserto do Monde Sinai um anjo por entre as chamas de uma sarsa que herdeia. Então vejam, no versículo 34, vi com efeito o sofrimento do meu povo no Egito. Ouvi o seu esmido e disse-se para libertá-lo. Vem agora e eu te enviarei ao Egito. Deus exprou mais 40 anos antes de libertar Israel. Ao fim de tudo, este povo foi oprimido e esteva em pregrinação por 430 anos, como leem êxodes 12, 41, que diz assim que a pregrinação dos filhos de Israel, que estiveram em Canã e Egito, foi por 430 anos. O judeus, também, durante os dias de Jesus Cristo, também tinham estado de baixo da ocupação romana e domínio romano por muitos anos, e estavam antecipando e olhando por um salvador. Continuando, então, no versículo 37. Foi Moisés quem disse aos filhos de Israel, Deus vos inciterá dentro de vossos irmãos um profeta semelhante a mim. É este Moisés quem esteve na congregação do deserto, com o anjo que lhe falava no Monde Sinai e com os nossos pais, o qual recebeu palavras vivas para nulas transmitir. Cristo, Deus deu a lei, os dez mandamentos a lei, através da mão de Moisés. O profeta semelhante, que é Jesus Cristo, recebeu palavras vivas para transmitir para nós. Jesus Cristo amplificou a lei de Deus. Para dar o significado espiritual a intenção da lei. E por isso ambos, Jesus Cristo e Moisés, eram pessoas que davam a lei. Vejam também aqui, no versículo 35, de Atos 7, a este Moisés, a quem me garam o reconhecer, dizendo quem te constituiu autoridade juiz. E este enviou Deus como chefe e libertador, com a assistência do anjo que lhe apareceu na sarsa. Eles rejeitaram Moisés. Rejeitaram conhecer Moisés. Perdão. Eles rejeitaram conhecer Moisés.
Mas Moisés veio ser um chefe e libertador, um governante, um príncipe, um libertador. E Deus usou a Moisés para poder ver o que aconteceu. E Deus usou a Moisés para fazer muitos sinais e milagres, todas as pragas no Egito, os milagres do mar vermelho, os milagres no deserto, por exemplo, humana e água, quando precisavam d'água. Continuando, então, no versículo 39, a quem os nossos pais não quiseram obtecer, antes o repeliram, rejeitaram Moisés, não quiseram obtecer a Moisés, e no seu coração voltaram para o Egito. A sua intenção do coração é que tivessem ido de volta para o Egito. Dizendo-o araão, faz-nos deuses que vão diante de nós, por quanto a este Moisés que nos tirou da Terra do Egito, não sabemos o que aconteceu. E rejeitaram Moisés e fizeram ídolos.
Cresirmãos, as pessoas também rejeitaram a Cristo. Vejam, por exemplo, em João capítulo 1, João capítulo 1, versículo 11.
João 1, versículo 11. Diz assim, Veio o que era para seu, o que era seu, e os seus não receberam. Rejeitaram a Jesus Cristo. Mas a todos quando os receberam, Deus o poder para serem filhos de Deus, a saber, acho que crer no seu nome.
Os quais não nasceram do sangue, nem da vontade a carne, nem da vontade de homem, mas de Deus. Vê-se que as pessoas rejeitaram a Cristo, e os únicos não rejeitaram, são aquelas, que diz assim, a saber-os que creram no seu nome, os quais não nasceram do sangue, nem da vontade a carne, nem da vontade o homem, mas de Deus. Porque Deus o chamou, ninguém pode vir a Cristo a não ser que seja chamado. João 6, 44.
Vocês sabem a parábola? A parábola em Lucas 19, versículo 12 a 14, em que disseram, não queremos que este homem governe sobre nós, rejeitaram, vence esta parábola, que é uma parábola apontando a Cristo.
Vê-se também, Lucas 24, 18, 20, 21, a 21. Vegemos, então, esse Lucas 24, 18, 21.
Diz assim, um porém chamado Cleópatas respondeu dizendo, é as únicas proventuras que, tendo estado em Jerusalma, ignoram as ocorrências destes últimos dias, isto é, depois de Jesus Cristo ter sido ressuscitado, Jesus Cristo apareceu estas pessoas e eles estavam a falar com o Cristo, e eles disseram, não sabes o que que se passa? Então, ele, versículo 19, Jesus Cristo os perguntou, quais? E explicaram o que aconteceu a Jesus, o Nazareno, que era varão profeta, poderoso em obras e palavras diante de Deus e todo o povo, e como os principais sacerdotes e suas autoridades, o entregaram para ser condenado à morte, rejeitaram-no, rejeitaram-nos os líderes religiosos, dos deuses, rejeitaram a Cristo.
E versículo 21, ora nós esperávamos, que fosse ele quem havia de redimir a Israel, ver se uma vez mais que esperavam que viesse a redimir a saudar Israel da maneira que eles pensavam, mas depois de tudo isto, já é o terceiro dia, desde que estas coisas se ceteram. Isto já passou, e já passa três dias. Vê-se aqui que Jesus Cristo foi poderoso, sim, foi poderoso nos milagres, nas palavras, e eles esperavam que ele salvasse Israel.
Aqueles que rejeitaram a Moisés, tinham falta de fé, e acabaram de morrer no deserto. Eles se não entraram à terra prometida. Os judeus rejeitaram Jesus Cristo, e foram para o cativeiro, no ano de 70 da Era Corrente, depois de Cristo. O templo foi destruído, e eles fizeram tal como os deus. Apesaram que os pais deles tinham feito. Vê-se aqui esta dualidade. Em Atos 7, 51, está aqui a razão. A razão, Atos 7, 51.
Homens de dura serviço e incircuncisos de coração, endovidos. Vós sempre resistísseis ao Espírito Santo, assim como fizeram vossos pais, e o que fazéis? Tínham mudura de serviço, incircuncisos de coração, endovidos. Não quiserem ouvir, não quiserem obter, não quiserem cumprir.
Os irmãos vimos aqui várias dualidades. Entre o Moisés e a primeira vinda de Cristo. Vê-se assim certas paralelos, paralelismos, de um com o outro. Mas o ponto importante é que eles desobteceram e há uma lição para nós, para nós não desobtecermos. Porque eles tiveram que viver, foi necessário, manda pôlos através do deserto, nós temos que ir pelo deserto, este deserto espiritual. Estamos sozinhos aqui, parece. Somos poucos, muito poucos. Vamos fazer. Vamos voltar para o Egito, vamos voltar para o Pecado, Egito simulizando neste paralelismo o Pecado, vamos voltar para o Pecado.
Como vimos, vários exemplos aqui da primeira vinda de Cristo. Vemos ver agora alguns exemplos como é paralelo com a segunda vinda de Cristo. Então, continuando a ver aqui em Atos 7, versículo 17. Atos 7, versículo 17. Vemos como por isso aproximasse o tempo da promessa. Ora, o tempo da promessa era, não era só a libertação dos Israelitos do Egito, mas o tempo da promessa, é a promessa da libertação deste mundo que é com a vinda de Cristo. A segunda vinda de Cristo. Então, leiam então em Atos 3, versículo 19, 23. Dizem assim, rependei-vos pois e covretei-vos para ser cancelados os vossos pecados. Temos que nos arrepender ao que é uma lição, temos que mudar. Agora que nos aproximamos e preparamos para os dias dispensásmos e papássicos, temos que ver, Ei, o que é que eu tenho que mudar? Temos que nos examinar e mudar. Arrependei-vos e covretei-vos para serem cancelados os vossos pecados. A fim de que, da presença do Senhor, venham tempos no Refrigério e que enviam-lo Cristo, que já vos foi designado Jesus, o qual é necessário que o céu receba até os tempos da restauração de todas as coisas, até o tempo em que Ele vai voltar para a Terra, a segunda vina de Cristo, para restaurar todas as coisas na Terra, para a Terra vir a ser um paraíso de novo, para ser um jardim de Hedon na Terra, através do Governo de Deus, o Reino de Deus, na Terra. Até os tempos da restauração de todas as coisas, de que Deus falou, por pouca de seus eiges profetas, desde a antiguidade. Perdão, isso é a promessa. E, por isso, quando o tempo se aproximou, aproxima agora da promessa, que Ele, isto é Deus, vai salvar, vai libertar Israel e a humanidade.
Vejam, vocês se avoram em que há um ano, e o século sete a once. Se depois o tempo estiver, o século sete a once, o século sete a um ano, o século sete a um ano, o século sete a um ano. E, por isso, o século sete a um ano, se depois, irmãos, pacientes, até à vinda do Senhor. Cristo e irmãos há uma promessa. O Senhor virá. A segunda vinda de Cristo virá. Precisamos ser pacientes, como os jorralítas tiveram que passeia pacientes, esperar até aqueles 430 anos, estarem completados. Nós temos pacientes até à vinda do Senhor. Mas Deus sabe. E vemos as situações, e vemos que as coisas estão a andar e estão a se aproximar de dia a dia. O importante não é ser o grande concedor, e isto é assim, é que, sim, estes pontos são importantes, porque são profecias, e para ver que Deus está em controle. Mas o importante de isto de que dizem irmãos, é que precisamos nos arrepender e vigiar, e está pronto, para não estarmos a dormir. Precisamos estar prontos, isto é importante, precisamos mudar a nossa vida. Não é estar aí a dizer, oh, este é o falso profeta, e este vai acontecer, e este sinais no céu, se estas coisas todas são importantes. Mas temos que pôr isto debaixo do correto contexto, que é o que é que vamos fazer? Vamos mudar a nossa maneira de viver? Vamos ser pessoas melhores? Vamos estar prontos? Não poderia? Não mudamos? E então vamos cair como os outros?
Precisamos deste conhecimento para haver uma mudança, um arrependimento, na nossa maneira de ver, fazer, falar com as pessoas, tratar as pessoas de uma maneira decente. Eis que o lavador aguarde com paciência o precioso fruto da terra, a terra receber as primeiras e as últimas chuvas. Sede vós também pacientes e fortalecei o vós coração, pois a vinda do Senhor está próxima.
Irmãos, não vos quecheis uns dos outros para não ser julgados, Eis que o juiz está à porta. Irmãos, tomei para um modelo no sofrimento e na paciência dos profetas, os quais falaram em nome do Senhor. Eis que temos profolizes, os que se perseveraram firmes. Tendo-se ouvido da paciência de Jó, e vistes que fim o Senhor lhe deu, porque o Senhor é cheio de terra, misericórdia e com pacifo. Crescir, irmãos, a Igreja tem estado à espera. Agora, por 1.982 anos, desde a vinda de Cristo, estamos está à espera agora, por estes anos todos, pela segunda vinda da Cristo. E ainda vamos ter que esperar, ainda mais um bocadinho. Deus esperou, ou tem esperado, digamos assim, quase 6 mil anos para o Seu plano ser cumprido. Deus teve que ver e esperar, a ver o sufrimento da humanidade por estes 6 mil anos, tal como Ele viu o sufrimento de Israel por 430 anos. Por isso, Deus enviou-se Cristo, a 1.982 anos atrás. Mas, quando veio da primeira vez, não foi para o estourar todas as coisas. Isso será na segunda vinda. Mas Deus não deixa as Suas promessas passarem. Vejam, por exemplo, em 2. Pedro 3. 2. Pedro 3. Versículo 8 e 9. Há, todavia, uma coisa, amados, que não deveis esquecer, que para o Senhor um dia com mil anos e mil anos com um dia, não retardam o Senhor a Sua promessa. Ele espera. Como alguns julgam de morada, pelo contrário, ele é longanimo para convosco, não querendo que nenhum pereça, senão que todos cheguem ao arpendimento. Queris irmãos, isto é a nossa responsabilidade, que cheguemos ao arpendimento.
Queris irmãos, vai haver um segundo êxodo. Os esforços podem ler, sim, em Germias 23, versículo 7 e 8. Vai haver um segundo êxodo. Israel vai estar na escravidão, no cativeiro, quando Jesus Cristo voltar de novo.
E se as pessoas, quando Jesus Cristo vier, e houver este segundo êxodo, se as pessoas não haverem a Cristo, nesse período, que está no milenio e para lá, essas pessoas são completamente destruídas, porque vão ter que ouvir a voz do profeta, que é Jesus Cristo. Jesus Cristo vai voltar, vai haver muitos acontecimentos que são paralelos aos acontecimentos do tempo de Moisés.
Por que Deus destruiu o Egito? Por que? Para que eles viessem a saber que era o Deus, podem lhe lhe ir sem êxodo 14, 4. O medo de Israel e de Deus afetou todas as nações e já volta. A gente pode ler a história de Rahab e da prostituta, quando o Josué foi libertar e a ver-se aí que Rahab disse a todos que o povo estava apavorado com medo de Deus. Quando Jesus Cristo voltar à Terra pela segunda vez, Ele vai ter que destruir o poder militar, o poder económico, o poder político das nações, antes que essas nações aceitem o Seu Governo e a Seu Governância.
Vocês podem estudar isso profeticamente, ver-se que há, em apocalipse 6, vários celos. Os primeiros quatro representam os primeiros quatro cavalos de regiões falsas, guerras, fomes, pastes, doenças e depois disso vai ver o martírio, vai ver sinais no céu e depois disso virá o dia do Senhor. É importante entendermos esta sequência, já daí sermões cobrindo esta sequência, cobrindo esta sequência de uma maneira clara, infelizmente há várias pessoas que têm as suas próprias interpretações, que se desviam da verdade. Depois disso vai ver sete trombetas, que vai ver saráiva, grimizo, fogo e um terço das árvores e das plantas serão queimadas, tal como no Egito. Depois um terço do mar se tornará sangue, tal como as águas no Egito ficaram em sangue. Águas ficaram amargas, tal como no Egito. Um terço do sol, da lua e das estrelas vão ser atingidas e vai ver uma grande escuridão. Depois vai ver uma guerra entre o poder da besta e um poder, um califate muslimano. Nós temos a nossa revista, a Bó Nova, os nossos livros da Oriente Médio e na Preficia que descreve estes acontecimentos futuros que pessoas não veem. Algumas pessoas só pensam, por exemplo, na besta e na marca da besta, que a gente deve ver que este califate vai ser, digamos assim, a faísca que vai começar estes problemas todos e vai ver, então, tantas guerras que diz que um terço da humanidade vai ser matada. Coisas terrivas, que dizem irmãos, depois há as sete últimas pragas, ou flagelos, com terríveis úlceras, chagas, feridas abertas, nas pessoas, vai ver o sol, queimar as pessoas, vai ver, depois, também, escuridão na Terra e vai ver, então, a batalha final para o control do mundo. Vai ver o grande termoto, um maior que já mais houve, na Terra. Quilo de pedras. E as pessoas vão se arrepender? Não. Não se arrependerão. O que aconteceu a Faroó no Egito? Arrependeu-se? Não. Vê-se os paralelos. Os paralelos das prágas do Egito, os paralelos que vão acontecer antes da Vinda de Cristo. Faroó não se arrependeu? As pessoas não se arrependeram. Podem ler isso em apocalipse 9, versículo 20 e 21. Apocalipse a feio. 11 e 21. As pessoas não se arrependeram. Aliás, como podem ler apocalipse 17, vão lutar contra Quí, Cristo, e contra as suas tropas. Tal como Faroó foi lutar. Cristo e irmãos Israel rejeitou Moisés e voltou no seu coração para o Egito. Os judeus, no tempo de Cristo, rejeitaram a Cristo como Salvador. O mundo, à volta de Cristo, quando Ele voltar para a segunda vez, vai rejeitar a Cristo e o vão lutar contra Cristo. Vão lutar contra Ele. Vê-se estes paralelos. Cris irmãos, ve-se também que Deus fez uma diferença entre os Israelitas e os Egípcios. A mesma coisa vai acontecer também. Deus fará uma diferença, pois nas primeiras três pragas, afetaram a fortalecer o Brasil. Ainda não é o que o Senhor disse, mas o Senhor disse que o Senhor era o Senhor. Ele disse que o Senhor era o Senhor. Ele disse que o Senhor era o Senhor. Afetaram ambos os Egípcios e os Israelitas, mas depois delas, os Israelites foram protegidos. Deus vai proteger, proteger, proteger a Sua Igreja no futuro.
Deus também, depois disso, Deus também vai proteger Israel e uma grande multidão de pessoas quando estiverem no Cativeiro. Se não, seriam totalmente destruídas. Vai haver certas proteções, primeiro à Igreja e depois à Nação, às Nações, aos povos. Vê-se também que, por exemplo, que os magos foram capazes de duplicar ou replicar algumas das pragas que Deus deu através de um exés e abraão inicialmente. Mas lá para o fim não conseguiram duplicar. Isso dá um paralismo, em que no tempo do fim, antes da vina de Cristo, haverá um falso-profeta que fará sinais e milagres. Mas também haverão, haverão, as duas testemunhas que Deus vai dar poder às duas testemunhas. A implicação é que o poder falso-profeta vai ser limitado. E, por isso, parece lógico, comparando com o paralismo do tempo do êxodo, que Deus vai inspirar essas duas testemunhas. E elas vão dizer, abesta, e falso-profeta, acerca das pragas que vão acontecer. E por isso é que vão ser odiados. Quando Deus libertou Israel do Egito, deu a eles uma aliança, a antiga aliança. No futuro, quando Deus libertar Israel ajuda, vai dar a eles uma nova aliança, a nova aliança, que será também para todos nós, que estejam convertidos. Podem ler esse em Jeramias 31, 31 a 34. Crises-demãos, vemos que há uma quantidade enorme de paralismos, de coisas paralelas. Há lições para nós aprendermos disso? Sim. Israel rejeitou Moisés, eles voltaram, no coração, para o Egito. Os deuses rejeitaram a Cristo e continuaram a pecar. O mundo vai resistir e rejeitar a Cristo.
Até que ele, o Deus, os faça mais macios para serem mais, digamos assim, para poderem estar sujeitos ao Governo, que Deus vai estabelecer na Terra. Crises-demãos, aqui está a lição. A lição está em Hebreus 3. Hebreus 3. Aqui está a lição para nós. No versículo 8, diz assim, não endureceis o vosso coração, como foi no dia da provocação, no dia da tentação no deserto, onde os vossos pais me tentaram por uma prova e viam as minhas obras por 40 anos, por isso me digam, nem qual era esta geração. Tente cuidado, versículo 12. Jamais aconteça a verem qualquer de vós perverso o coração de incruidilidade que vos afaste do Deus vivo.
Pois diz no versículo 13, a fim de que nenhum de vós seja endorcido pelo engano do pecado. Falta de fé, esta fé, falta de fé, conduz às pessoas que tenham o coração endorcido pelo engano do pecado. O engano do pecado é que, só precisam acreditar, aceitar a Cristo, não precisam de obter às leis de Deus. Os irmãos tenham cuidado. Tenham cuidado. No versículo 15 também. Hoje, se ouvir de sua voz, não endorceis o vosso coroção como foi na provocação. Ora, quase os que, ora, quase os que, tendo ouvido, se reblaram.
Versículo 18. Ora, quem jurou que não entrariam nos seus canços, senão contra os que foram nos obdientes? Vemos pois que não puderam entrar por causa da incruidilidade. Não tenham fé. Não tenham fé e, por isso, desobdaceram. Que, dizem-me, irmãos, está aquela lição para nós. Está aquela lição para nós. Continuando a mesma história, no capítulo 4, mas vejam, por exemplo, no versículo 11. Forcemos-nos, pois, por entrar naquele descanso a fim de que ninguém caia, segundo o mesmo exemplo de desobediência. Que, dizem-me, irmãos, aqui está a lição para nós. Cuidado! Não endureçam a vossa coração. Não voltem para a desobediência. Não desistam da corrida. Queres e irmãos, muitos dos nossos amigos e familiares caíram pela estrada e já não estão a andar para a frente. Esses já não acreditam nestes acontecimentos futuros. O perigo, queres e irmãos, é para nós voltarmos para o Egito, é para nós voltarmos para o caminho do mundo e as suas maneiras popcados, nos nossos corações. O perigo é para nós ficarmos desencorosados e desistir. Por que? Porque estamos neste deserto espiritual. Pensamos que estamos sozinhos. Somos os únicos, porque está aqui um, está aqui outro, muito longe uns dos outros. Queres e irmãos vão haver muitos falsos profetas. Queres e irmãos vão haver muitos falsos profetas. Que vão enganar as pessoas. E se possível vão enganar os próprios eleitos. Queres e irmãos, isso quer dizer que vai ser muito convincente. Por favor, não misturem uma vez que saibam a verdade, não voltem a misturar a verdade com a mentira. Não voltem a ouvir esses falsos profetas. Não voltem a seguir os ídolos, como os israelitas, rejeitaram o Moisés e voltaram a seguir os ídolos. Queres e irmãos, o perigo é para nós andarmos para trás e começarmos a ficar envolvidos de novo com as religiões, reganças, com as ideias, com as ideias, com as ideias, com as ideias, e vamos a mantermos neste mundo. O perigo é para nós rejeitarmos a lidrança que Deus nos deu, através da igreja que é o corpo de Cristo, a igreja de Deus. O perigo é devidar em Deus e devidar que estas profecias são verdadeiras. Crizes e irmãos, estamos à beira do Mundo da Manhã . Estamos à beira Estes terrivas vão acontecer e vai haver proteção desde que nós não desistamos. Por favor, não desistas. Mantenha-te limpo. Mantenha-te direito. Mantenha-te paciente. Deus vai salvar a humanidade deste cosmicídio, deste desastre mundial, do fim do mundo. Não vai haver fim do mundo. Por quê? Jesus Cristo vai voltar para a Terra e vai vir para que não haja o fim do mundo. Ele vai proteger a sua igreja. Ele voltará. Deus está conosco. O poder do universo está por trás de nós, a suportarmos.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).