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Boa noite, irmãos! Estamos aqui à beira da Páscoa e, conforme nos aproximamos da Páscoa, que é dentro daqui nesta quarta-feira, com a cerimónia nesta terça-feira à noite, imediatamente após a Páscoa temos o dia dos paisagmos. E a minha intenção hoje é de abordar neste estudo a conexão entre a Páscoa e os dias de paisagmos. E para fazer isso, eu vou começar a ver como estão já conectados inicialmente quando foram declarados por Deus. Vamos ver no antigo testamento.
Depois vamos ver o significado no novo testamento. Depois vamos ver de novo a profecia, as profecias relacionadas com o sacrifício a morte de Jesus Cristo. E depois vamos ver como os símbolos da Páscoa, na nova aliança, ou digamos assim, agora no novo testamento, estão conectados com esse sacrifício de Jesus Cristo. E depois vamos ver como isso está conectado com a importância do significado dos dias de pães asmos. Então, para começar, vamos ler em Levítico 23, na lei, a onda está mencionada acerca da Páscoa e dos dias de pães asmos. Isso está primeiro mencionado no versículo 5 ao versículo 8. Então, vamos ler o versículo 5 ao versículo 8. Diz no mês primeiro, aos 14 de um mês, no corpúsculo da tarde, é a Páscoa do Senhor. E aos 15 dias deste mês é a festa dos pães asmos do Senhor. Por isso vemos que a Páscoa no dia 14 e imediatamente após a Páscoa. No dia a seguir, no dia 15, é a festa dos pães asmos do Senhor. Essa festa é por sete dias que comorei os pães asmos e por isso é importante ver a conexão entre um e o outro, porque estão ligados um ao outro, um imediatamente após o outro. E diz no versículo 7 e 8. No primeiro dia, três santa convocação, nenhuma obra serviu fareis, mas sete dias ofereceis oferta queimada ao Senhor e ao sétimo dia haverá santa convocação, uma vez mais, nenhuma obra serviu fareis. E por isso vemos aqui esta conexão entre estes dois períodos de festival. Um é uma festa que é a páscoa do Senhor, que vemos aqui que não há um dia santo e depois do dia 15 ao dia 21, por sete dias, é a festa dos pães asmos em que o primeiro dia é um dia santo e o sétimo dia é um dia santo, porque como diz a santa convocação nesses dois dias. Vamos então agora andar um cadinho mais para trás quando a páscoa e os dias de paisagem foram inicialmente instituídos e vemos isso em Exodus capítulo 12.
Então, vejemos lá em Exodus capítulo 12, vemos aí a páscoa ser instituída, vemos o cordeiro da páscoa que foi imulado simbolizando o verdadeiro cordeiro pascal e vamos ver então como esse sistema é um simbolismo do futuro verdadeiro cordeiro pascal, que é Jesus Cristo. Então, vejemos Exodus capítulo 12, versículo 6, vamos começar a ler no versículo 6, esos 12 versículo 6 até ao versículo 14, porque aí basicamente estamos a falar deste período da páscoa, deste dia que começa ao pôr do sol até ao seguinte pôr do sol durante esse período inteiro.
Começando então no versículo 6, diz assim, guardareis até ao 14º dia deste mês esse cordeiro cabrito que lemos que é sem defeito no versículo 5, e todo o juntamento da congresso de Israelo-Imo lará no corpúsculo da tarde, isso é, ao pôr do sol, assim que o dia é iniciado, isto é, depois do pôr do sol ao início do dia 14, porque então aguardar esse cordeiro até o dia 14, assim logo que chega o dia 14, perdão, 14, vão então imular ou matar esse cordeiro, e depois, no versículo 7, tumorão do sangue e o porão em ambas as ombreiras e na verga da porta.
Então, põe o sangue à volta da porta das casas e então vão comer esse cordeiro nessa noite. Cumirão, a carne assada no fogo, com pensasmos e ervas amargas a cumirão. Assim, vemos aqui que naquela noite vão comer a carne assada no fogo, não é carne cozida, ou coisa assim, a carne assada e também se vêem que não vão quebrar nenhum osso ou nenhuma perna, simbólico do verdadeiro cordeiro, que não teve nenhum osso partido, e depois, por isso bem, vão matar o cordeiro, imediatamente depois do sol, vão pôr o sangue à volta das portas, depois vão limpar e, como diz aqui, assar o cordeiro no fogo.
Isso vai demorar tempo e vai ser algumas horas antes de começarem a comer esse cordeiro. Provavelmente vão comer esse cordeiro lá para mais perto da quase da manhã noite, bem possível, porque isso vai demorar tempo e depois diz, não como o reis do animal nada é cru, por isso tem que assar isso bem. Também não é para ser cozido em água, porém assado ao fogo. A cabeça, as pernas e a fresura. Nada deixarei dele até pela manhã. Isso vocês têm que comer e se houver alguma coisa que não comer, vão ter o que queimá-la, vão ter o que queimá-la antes da manhã e por isso vão ter que queimar os ossos, queimar tudo antes da manhã.
Isso vai demorar também, um fogo que vai demorar essa ação, vai demorar, digamos assim, algumas horas. E por isso, desta maneira, o comoreis, lombos cingidos, sandales nos pés e queijado na mão, comelueis à pressa, essa palavra aí quer dizer com um tipo de uma certa respeito e digamos assim, um certo cuidado, porque provavelmente a hora que estão a comer será muito perto da hora em que os primogênios dos ejitos estão a ser amatados e por isso vai ser uma coisa com muito cuidado. A palavra apressa é uma palavra ibraica, que significa que significa ser com esta intenção e depois diz assim, naquela noite passarei pela terra do ejito, quer dizer, passarei pela terra do ejito e ferirei na terra do ejito todos os primogênitos, desde os homens até os animais, executarei juízo sobre todos os deuses do ejito, eu sou o Senhor e o sangue vos será por sinal nas casas em que estiveres quando eu ouvir o sangue passarei.
É a mesma palavra que está aqui no versículo 12, passarei, agora aqui diz passarei por vós ou por cima de vós. É a palavra ibraica diz que é PASAC, de onde vem a palavra PÁSCOA. Passarei por cima de vós e não haverá entre vós praga destruidora quando eu ferir a terra do ejito. Isto é, nenhum de vocês, dos vossos primogênitos, vai morrer nessa, nessa noite. E por isso é importante ser na noite correta, porque imagina, se as pessoas só fizessem isso uma noite depois, está claro morreriam. Esse dia, ou será-me um memorial, quer dizer, esse dia inteiro, o dia da Páscoa, será-me um memorial e os celebrei como selenidade ao Senhor nas vossas gerações, os celebrei por sítuto propeto.
Esse está aqui a falar acerca desse festival da Páscoa, um festival santo. Depois, a partir do dia 15, a partir do versículo 15, sete dias que morrem espenza-asmos, logo ao primeiro dia, tirarás o fermento das vossas casas, pois qualquer que comer coisa levada, desde o primeiro dia até ao séptimo dia, desde o período de sétimo dias, essa pessoa será eliminada de Israel. Ao primeiro dia, haverá para vós outros santo-assembleia, porque é um dia santo, o dia 15, o primeiro dia dos pensagens, também ao sétimo dia, que é o dia 21, três, isto é, do calendário braico, três santo-assembleia, nenhuma obra se fará nele, exceto o que diz respeito ao comer.
Somente isso podréis fazer. Guardar, pois, a festa dos pensásmos, porque nesse mesmo dia tirei vossas ostes da terra do Egito. As pessoas saíram do Egito nesse dia, no dia 15. Sim, Houve a Páscoa, no dia 14, mataram o cordeiro. Tiveram estas, tiveram que, como diz, assar o cordeiro. Perdão, tiveram que comer, tiveram que queimar os ossos todos. Não saíram essa noite. No dia seguinte, então, fizeram os preparativos e então na noite seguinte, ao início do dia 15, então, saíram do Egito. E por isso, então, foi o que aconteceu.
Continuando assim, tirei vossas ostes na terra do Egito. Portanto, guardarei estes dias nas vossas gerações por sete tudo perpeto. Essa noite é a noite muito memorável, ou muito guardada, que é a noite do dia 15, que este ano, a Páscoa, é na noite de terça-feira à noite, essa terça-feira à noite, e o dia 15 é esta quarta-feira à noite. Se vocês, na noite memorável, forem observar, à noite, forem observar, a lua, vão ver que vai ser uma lua cheia. Por isso, é no dia 15, dia de lua cheia.
Então, continuando, desde o dia 14, no século 18, desde o dia 14, do primeiro mês à tarde, isto é, desde o fim do dia 14, primeiro mês à tarde, isto é, ao fim dela, à tarde, ao pôr-do-sol, a partir deste dia, com o rei espesasmos, até à tarde, isto é, até ao fim do dia 21, do mesmo mês. Para nós, é esta quinta-feira, começa na quarta-feira à noite, é esta quinta-feira, e continuará até a semana seguinte, à quarta-feira, ao pôr-do-sol da próxima quarta-feira. Por sete dias, não se ache nenhum fermento nas vossas caras, que é, vão tirar o fermento antes de chegar ao início dos dias espesasmos.
Por qualquer que comer pão levadado, será eliminado na congregação de Israel, tanto peregrino como natural da Terra, nenhuma coisa levadada, comereis em todas as vossas habitações, comereis, pães, ásmos. Então, aqui vemos no dia 14, é o dia da Páscoa, que representa a morte, o sacrifício, o sofrimento e a morte do cordeiro pascal. No dia 15, é o dia que saíram do Egito, que o Egito simboliza, saíram do pecado, e então estão por sete dias sem fermento, que é simbólico durante este período do pecado.
Então, vamos ver a conexão entre estes dois, digamos assim, festivais. E o primeiro ponto a conectar é que, como lemos em primeiro coríntios, capítulo 5, versículo 7, primeiro coríntios, capítulo 5, versículo 7, primeiro coríntios, capítulo 5, versículo 7, ao fim desse versículo, diz, pois também Cristo, nosso cordeiro pascal, foi emulado. Por isso, o nosso cordeiro pascal é Cristo. E aí está a falar acerca do período dos pães asmos, e por isso é que diz Paulo, quando escreveu os coríntios, ao início do versículo 8, por isso se leberemos à festa.
Qual festa? A festa, o festival dos pães asmos. E por isso é que diz no versículo 7, lancei fora o velho fermento. Qual é o velho fermento? É o pecado, é a mente carnal, é este fermento carnal do homem para que sejais nova massa, para que sejam um novo homem, um homem novo. Por isso, deitam fora o velho homem e começam com um novo homem, uma nova massa. Como sois de facto sem fermento? Sim, como estão sem fermento? Nas vossas casas, se fermento visse porque é durante os dias dos pães asmos.
Por isso também, Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi emulado. Por isso vemos esta conexão entre Cristo e os dias dos pães asmos. Vemos aqui que é uma conexão, porque Paulo mesmo diz que estão sem fermento fisicamente, precisam de tirar o velho fermento, o velho homem e por o novo homem, a nova massa, o novo homem. E por isso, também, por causa disso, Cristo, o nosso cordeiro pascal, foi emulado. Por que? Porque Cristo morreu pelos nossos pecados, para nos perdoarmos os nossos pecados. Por isso é que o pão asmo, o pão que comemos durante a páscoa, que representa Jesus Cristo, no dia 14 ao início de 14, é um pão sem fermento, é pão asmo.
Embora o dia 14 ainda não seja um dia de pães asmos, nós podemos comer pão com fermento no dia 14. Mas, ao fim do dia 14, ao início do Porto Sol, do dia 15, então já temos que começar a comer pão asmo, este é pão sem fermento, por sete dias. Sete significado completamente. Por que? Porque precisamos tirar o pecado completamente, tal como Cristo, morreu para nós, para nos perdoar dos nossos pecados e por isso nós temos que tirar esse velho fermento, essa velha natureza humana, esse velho homem e por um novo homem, por causa disso é que Jesus Cristo foi imulado no dia antes. Uma vez que ele fez esse sacrifício, agora nós temos que também, uma vez que aceitamos o sacrifício dele pelos nossos pecados, nós temos que agora viver uma vida sem pecado completamente, simbolizado pelos dias de pães asmos por sete dias, sete significado completo.
Ou então, vejemos um bocadinho, algumas escrituras acerca do sacrifício e da morte do sacrifício e mortes de Jesus Cristo, ou digamos melhor, do sofrimento e morte. Isso foi profetizado em Isaías 53. Então vamos ver em Isaías 53, alguns versículos acerca disso. Em primeiro diz, era desprezado e o mais rejeitado entre os homens, homem de dores e que sabe o que é para dizer e como um de quem os homens escondem o rosto era desprezado e dele não fizemos caso.
Vemos aqui desprezado, rejeitado, dores e para dizer está claramente a representar o simbolismo do sacrifício de Jesus Cristo, o nosso cordeiro pascal, porque aquele cordeiro que mataram na era de Moisés, nessa era da Tora e que na era em que havia um templo até o período de Jesus Cristo, até o ano 70, esse cordeiro que os israelitas matavam e lembra-se que a instrução é para matar em casa, não era no templo, sim, oficia um sacrifício no templo, mas o cordeiro pascal era matado em casa, não era cozido, mas era assado, isso é importante, entender um ponto importante, por isso é que Jesus Cristo celebrou a Páscoa, lê isso em Lucas 22, celebrou a Páscoa numa casa, mataram um cordeiro e comeram, ele obedeceu todas as leis que existiam no que nós chamamos hoje em dia no antigo estamento, e ele obedeceu essas leis todas, e depois dele obedecer a isso, depois da seia, depois da refeição, então ele introduziu os novos símbolos da Páscoa da Nova Aliança, sinceramente chamamos Páscoa do Novo Estamento, mas se vamos ser tecnicamente mais corretos, seria a Páscoa da Nova Aliança.
Então os símbolos da Páscoa Nova Aliança foram os novos símbolos que Jesus Cristo introduziu, e por isso nós não, tecnicamente, falando tecnicamente, não comemos a seia do Senhor, porque isso acabou, até Jesus Cristo diz, não vou comer mais disso até voltar. Mas o que nós celebramos é a Páscoa da Nova Aliança com os novos símbolos que foram instituídos por Jesus Cristo depois dele ter cumprido os símbolos do antigo estamento, porque ele cumpriu a lei toda, ele completou a lei toda, mas continuando então a ler aqui em Isaías 53.
Vemos aqui, foi desprezado, foi rejeitado, e vemos a mesma coisa aqui também no 1º s. 4. Ele diz, ele tomou sobre si as nossas enfermidades e as nossas dores, levou sobre si e o reportávamos por aflito, ferido de Deus e oprimido. Claramente, isto representa Jesus Cristo. Quando lemos do sacrifício Jesus Cristo, ele diz que depois de ele ter introduzido os novos símbolos, ao início, depois do Porto de Sal, ao início do dia 14, que nesse ano que ele fez, também foi numa terça-feira à noite.
Depois de fazer isso, ele deu um sermão aos apóstolos que estavam presentes, e se lemos em João, capítulo 13, 14, 15, 16, e fez uma oração em João 17, e depois disse, ele saiu para o jardim onde orou e depois foi traído e depois começou o sofrimento dele durante essa noite e durante a parte inicial do dia e continuou a sofrer até a cerca das três horas da tarde, quando ele morreu na cruz às três horas da tarde.
Por isso, esse período da Páscoa representa o período em que ele servia aos irmãos, fazendo, demonstrando o serviço dele, o carinho dele, simbolizado pela lava Pés, o período em que ele sofreu, simbolizado pelo pão que é compartilhado durante esse dia, o sofrimento dele, que é o corpo dele, e o período em que ele atualmente, realmente morreu, simbolizado pelo cálice de vinho a essa, durante esse período desses, desses novos símbolos da Páscoa.
E por isso, isso tudo foi no período do dia 14. Vejam continuar ali no versículo 5. Aqui vemos, neste versículo 5, quatro verbos que representam, digamos assim, uma tortura, uma torturação, como ele foi torturado durante esse período, de ver se que ele foi transpassado, que isto foi ferido e perforado. Depois, por quê? Por quê? Pelas nossas transversões, pelos nossos bocados. Ele foi moído, isto é, foi esmagado, foi despedaçado, foi, a carne dele foi, teve grandes pedaços de carne que foram arrancados dele, isso e por isso foi esmagado e despedaçado.
Por quê? Diz aqui no versículo 5 pelas nossas iniquidades. Depois vemos também o castigo, foi um castigo para ele. Para uma pessoa que não teve pecado nenhum, não merecia nenhum castigo, foi, digamos assim, disciplinado, como se precisasse de correção, foi castigado, mas não precisava nada disso, mas isso nos traz paz, nos traz paz. E depois diz a paz que estava sobre ele. E pelas suas pisaduras, isto é, pelas suas contusões e chagas, as nódoas, as hematomas que ele sofreu por causa deste ser trispassado e moído castigado e pisado, isso é para a nossa cura.
Por isso, quando os irmãos estão doentes, podemos aproximar do ministro ou entrar em contacto comigo e pedir uma oração. E então eu oro para o vós. Geralmente, mandamos um pano ungido com azeite, com pouco, simbolisando o Espírito Santo para ser sarado. Às vezes, com as distâncias, às vezes os irmãos dizem, olha, não é necessário mandar-me um pano ungido, mas ora para o mim, tudo bem, posso fazer desse modo também. Mas é importante pedir-nos a Deus pela nossa cura. Ora, isso não quer dizer que não precisam de buscar e fazer a vossa parte e se precisarem de algum tratamento, se tratarem.
Por exemplo, se uma pessoa tem uma ferida, tem que tratar, tem que desinfetar. Se uma pessoa tem um osso partido, tem que reparar esse osso. Por isso, tem que ir ao médico, ao hospital, ou coisa assim. E para muitas doenças, não há problema nenhum, é nós buscarmos a busca médica. Mas sabemos que a verdadeira cura vem de Deus e devemos pedir a Deus primeiro pela cura para nos curar.
Então, isso tudo, Jesus Cristo fez, isto é parte do sofrimento. Não é só a morte dele, sim, ele morreu por nós. Mas lembrem-se, aqui está um ponto importante, que os animais, que, por exemplo, o cabrito, que era morto e que Jesus Cristo simboliza esse cabrito ou esse cordeiro pascal, essa não passava por sofrimento. Porque Deus não gosta que os animais estejam a sofrer. E por isso, esse acto de matar, esse era feito de maneira, ou desse cordeiro, era feito de uma maneira que tivesse o menos sofrimento possível. E... mas Jesus Cristo teve que sofrer. Jesus Cristo teve que sofrer.
O filho do nosso Pai Celestial teve que sofrer. Por causa dos nossos pecados e para nós sermos os curados. Ele morreu e deu o seu sangue para nos demir, para predoar os nossos pecados, mas além disso, ele sofreu porque nós também sofremos.
Por que há tanto sofrimento na terra? Por que? Porque há muito pecado. E quando pecamos, quando pecamos, ou outra pessoa peca, causa sofrimento. Ou causa sofrimento a nós, ou causa sofrimento a outras pessoas inocentes. Por exemplo, uma pessoa está a guiar, está a obter as leis de trânsito, e uma outra pessoa não está a obter as leis de trânsito, ou estava bêbada na estrada e, pô, me causa um acidente, e a outra pessoa que era inocente vai sofrer o resto de vida com certas dores.
Porque há sofrimento no mundo, por causa dos nossos pecados.
E Deus permite isso. Por que? Porque Deus tem um grande plano. Porque se ninguém pecasse, então nunca tínhamos livre-abítero. E Deus quer e decidiu nós termos livre-abítero, para quê? Para aprendermos. Para que, um dia, quando formos necessitados como seus filhos, temos aprendido que precisamos de obter as leis de Deus que são para o nosso bem.
E, por isso, aprendemos a obter as leis de Deus de livre-vontade. Deus nunca nos força.
E, por isso, é que temos abítero livre. Então, continuando aqui, vemos que Jesus Cristo teve que sofrer e foi imulado por causa dos nossos pecados. Por isso, houve sofrimento que representa o pão e ovo a morte que representa o caulis de vinho, esses dois. Então, vejemos aqui, em Mateus capítulo 26. Vamos ler, então, versículo 26 até versículo 39. Mateus 26, versículo 26 até 39. Ora, não vou ler tudo, mas é simplesmente para chamar a vossa atenção.
E aí vemos que houve aqui a seia e como lemos em certas tradições, ou vocês podem ler isso, por exemplo, em Lucas 22-20 e em João 13, versículo 2 e 1º Corinthians, João 11, versículo 25, foi depois da seia. Quer dizer, foi depois da seia, mas ainda estavam sentados à mesa, ainda estavam a petiscar aqui e a colar, e por isso ainda estavam, digamos assim, tecnicamente a comer, mas foi depois da seia. Tomou Jesus um pão e, abençoando, partiu e deu aos discípulos, dizendo, Tomei, comei, isto é o meu corpo. Ora, isto era um pão sem framento, porque este pão representava simbolicamente Jesus Cristo. Nós, quando comemos o pão da páscoa, durante a páscoa, é pão sem framento. Por quê? Porque representa simbolicamente o corpo de Cristo, que não tem pecado.
A seguir, tomou um caos e, tendo a dar graças, o Deus disse, por exemplo, bebei a todo, bebei dele todos, porque este é o meu sangue, o sangue da nova aliança. E por isso vemos aqui que esta é a páscoa da nova aliança, do ramado, em favor de muitos, para a remissão dos nossos pecados.
E por isso, vence aí que este simbolismo do sofrimento de Jesus Cristo. E depois, um carinho mais adiante, a partir do versículo 36, lê-se em seguida, foi Jesus com eles, um lugar chamado Gethsemane.
Isto foi o Herces Jardim e diz aos seus discípulos, que eles assentavam-os aqui enquanto eu vou alíorar. E levando consigo Pedro e os dois filhos de Zebedeu, Zebedeu começou entre-se-se e angustiar-se. Vê-se aqui que ele estava passando por uma angústia muito forte, uma extrema angústia mental. Por isso, aqui, a minha alma está muito triste até a morte. Porque ele sabia o que tinha que ir sofrer.
Ele sabia o que ele tinha de passar. Jesus Cristo foi um ser humano completamente. Ele sabia o que tinha que passar. E depois pediu ao meu pai, se possível, a passe este calo. E se pediu isso três vezes. Mas, vê-se aqui. Ele repetiu isso três vezes. Mas, Deus disse, não, tem que passar. Por isso, foi o que nós planeamos. Jesus Cristo sabia que era necessário fazer isso. Mas, quando estava perante este sacrifício como um ser humano, como você e eu, e nós somos quando estamos à frente e que sabemos que agora vai haver um teste, uma provação muito grande a nós, está claro.
Ficamos assim angustiados, ficamos muito ansiosos. E foi que Jesus Cristo passou porque Ele era um ser humano com os mesmos dores e sufrimentos que nós passamos. Depois, lemos também aqui em Lucas 22. Vejam em Lucas 22. Lucas 22, vou ler o versículo 44. Vejam aqui, Lucas 22, versículo 44. E, estando em agonia, orava mais intensamente e aconteceu que o Seu Suor se tornou como gotas de sangue, taindo sobre a terra. Cris irmãos, isso é extrema angustia mental que ele passou e ele, por isso, não só deu a vida, morreu para nós, mas teve que sofrer antes de dar a sua vida.
E por isso é um ato de serviço que ele fez, simbolizado pelo lava-pés, em que ele teve que sofrer, a sua carne teve que sofrer, simbolizado pelo pão, asmo que é comido durante a cerimônia da páscoa, e ele também morreu simbolizado pelo calis. Então, vemos que ele sofreu muito durante esse dia 14. Para cada um nós, por isso, nós, a nossa vida também inclui muitos dores e muito sofrimento, muita mágua e muitas coisas terríveis, muitas estruturas, muitas dificuldades.
E muitas vezes é o resultado dos nossos próprios pecados e outras vezes é o resultado de pecados de outras pessoas que vão afetar negativamente. Mas é como Jesus Cristo. Jesus Cristo nunca pecou, mas teve este sofrimento para ele ter compaixão por nós. E por isso sabemos que, irmãos, a pena do pecado é a morte.
O irmãos 6, recíclo 23. Mas, além de causar a morte, o pecado tem um fruto que é sofrimento. E por isso é que há muito sofrimento no mundo, por causa do pecado da humanidade. Graças a Deus, ele vai curar isto finalmente depois de sua vinda à terra. E por isso, os nossos pecados certamente vão ferir a nós, vão causar sofrimento em nós ou vão causar sofrimento em outras pessoas.
Por isso, lê-se aqui em Hebreus 4, em Hebreus 4, versículo 14 e 15. Hebreus 4, versículo 14 e 15. Hebreus 4, versículo 14 e 15. Tendo, pois, a Jesus, filho de Deus, como grande sumo sacerdote, que penetrou os céus, conservemos, firmes a nossa convicção. Porque não temos sumo sacerdote, que não possa se competir, ou que das nossas fraquezas, antes, ele foi tentado em todas as coisas da nossa senilhança, mas sem pecado. Ele nunca pecou. Por isso, esse pão que comemos na noite, na cerimônia da Páscoa, é pão sem fermento.
Vejam também aqui, no capítulo 5, versículo 7 e 8. Elos Jesus nos dias da sua carne, tendo oferecido com forte clamor e lágrimas, orações e súplicas, a quem o podia livrar da morte e tendo sido ouvido por causa da sua piedade. Sim, foi ouvido. Foi ouvido. O Pai nunca o deixou, nunca o abandonou. Sim, ele teve de morrer, teve que sofrer, como nós muitas vezes, temos que sofrer, mas Deus nunca nos abanda, nunca abandona. Embora sendo o Filho, Jesus Cristo, aprendeu a obdiência pelas coisas que sofreu.
Ora, para claro, Jesus Cristo sempre foi obdiente, mas aprendeu obdiência na carne, obdiência debaixo das porções e as dificuldades da carne, porque como ser espiritual, antes de ser carne, ele não teve que passar por sofrimento e por isso, obdiência sem sofrimento é uma coisa, mas agora teve sofrimento e aprendeu obdiência debaixo destas condições pelas coisas que sofreu. Ora, por isso, vemos que Jesus Cristo não teve pecado. Então, aí está a conexão entre a páscoa e os dispensásimos, porque uma vez que nós aceitamos esse sacrifício de Jesus Cristo, nós comprometemos a viver uma vida como ele, uma vez que comprometemos a ser um novo homem, uma vez que fazemos esse compromisso através do patismo.
Então, agora temos que viver uma vida sem pecado, precisamos de ser um novo homem. E isso é o Paulo, por exemplo, explicou em Romanos capítulo 7. Agora, temos que viver uma vida sem pecado, uma vida inteira, completamente, simbolizado por sete dias de pensásimos. Esta é a conexão. E vejam como Paulo descreveu isso tão lindamente em Romanos capítulo 7. Romanos capítulo 7, como sendo no versículo 22.
Romanos capítulo 7, versículo 22, vemos aí ele acabou de explicar que ele é um homem que tentou fazer tudo perfeito, mas mesmo assim não era perfeito, fez pecados. Porque ele diz, existe uma lei em mim, uma lei do pecado em mim. Mas ele diz no versículo 2, mas no Tucanto, no homem interior, ao meu desejo interno, ao meu coração, tenho o prazer na lei de Deus. Eu quero obter a lei de Deus, mas vejo, versículo 23, nos meus membros, na minha carne, outra lei, uma carnalidade, gareando contra a lei da minha mente.
Existe esta guerra, esta luta entre as nossas paixões e coisas que nós às vezes permitimos, que não devemos permitir, pensamentos errados ou coisa assim, ou dizer coisas que não devemos ter dito, ou saiu da boca, não devia ter dito esta maneira, não devia ter falado desta maneira, devia ter falado uma maneira com mais compaixão, com mais cuidado, ou coisa assim.
E por isso existe esta guerra, existe esta guerra contra a lei da minha mente, que é a lei com o Espírito Santo Deus trabalhar na nossa maneira, dizer olha, ponha o seu nome, eu vou por o meu nome, olha Jorge, precisamos de viver de acordo com as leis de Deus, e estou a falhar, pensei uma coisa errada, ou coisa aqui não devia ter feito isto.
Então em diz, e isso me faz, prisioneiro, da lei do pecado, que está nos meus membros. Por ciclo 14, desaventurado o homem que sou, Paulo disse, eu digo, provavelmente vocês dizem a mesma coisa, de vez em que desaventurado o homem é uma mulher que eu sou, quem me livrará do corpo desta morte?
Graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, Ele nos vai livrar, porque vamos ter um corpo espiritual que não vai ter, não vai estar sujeito a esta carnalidade, a esta maneira de, da carne humana de puxar, de nos atrair em coisas erradas.
E, graças a Deus, por Jesus Cristo, nosso Senhor, Ele nos vai dar um corpo novo, na maneira que eu, de mim mesmo, com a minha mente, o que Paulo está a dizer, sou escravo da lei de Deus. Eu quero obter às leis de Deus. No meu coração, na minha mente, eu estou a esforçar, mas, segundo a carne, a lei do pecado. Às vezes eu falho, às vezes nós falhamos, não queremos falhar, mas a minha intenção, a nossa intenção é obter a Deus. Agora, pois, no veículo seguinte, que é o capítulo 8, veículo 1, se eu, de facto, tenho esta intenção, tenho este desejo, estou a esforçar-se, há esta guerra, eu estou a lutar e estou a tentar vencer, e já nenhuma colunação há para que se estão em Cristo Jesus.
Que dizem irmãos, precisamos de ser um novo homem, precisamos de obter às leis de Deus, precisamos de pôr esta nova massa, e aí está a conexão entre a páscoa e os dispensásmos. Jesus Cristo morreu para nós, é o nosso crudeiro pescal, perdoou os nossos ficados, sofreu para nós, nós igualmente.
Uma vez que ele fez isto para nós, nós devemos, digamos assim, retribuir. Não é que possamos retribuir, porque não fazemos nada de valor significado, mas temos de mostrar o nosso intenção, o nosso desejo, o nosso esforço de vivermos como uma pessoa nova.
E por isso, vemos aqui em Romanos 8, versículo 17, 21.
Ora, se somos filhos, isto é, se nós temos o Espírito de Deus, e fomos através de recebermos o Espírito de Santo de Deus, após o Batismo e pela imposição das mãos do verdadeiro Ministro autorizado por Jesus Cristo, e é pela autoridade dos Cristo, e não outras palavras, pelo Nome de Jesus Cristo, isto é, por um verdadeiro Ministro representante de Jesus Cristo, com essa autoridade, pela autoridade de Jesus Cristo, ou em Nomes de Cristo. Ora, se somos também herdeiros, filhos, herdeiros, somos também herdeiros herdeiros de Deus.
Vamos herdar Deus, vamos herdar ser filhos da família dela, e coerdeiros com Cristo.
Se, se, com ele sofremos, também com ele seremos glorificados.
Para que, porque para mim, tenho por certo que os sufrimentos deste tempo presentam, que os problemas, os sufrimentos, tudo que passamos. Não podem ser comparados com a glória a ser revelada em nós. Há-lo dentro de expectativa da criação, que aguarda a revelação dos filhos de Deus.
Pois, a criação, esta criação em vivemos, o mundo em vivemos, está sujeita à vaidade, não voluntariamente, mas por causa daquilo que a sujeitou, na esperança de que a própria criação será redimida, a própria criação será redimida do que a tivelle da corrupção, para a liberdade da glória dos filhos de Deus. E por isso irmãos, vemos que há uma conexão muito importante entre o sacrifício de su Cristo, a morte e o sufrimento dele, a páscoa, com os dias de paisagmos que representam nós, mudarmos a nossa maneira de viver para sermos como ele é, sermos pessoas sem pecado.
Jorge and his wife Kathy serve the Dallas (TX) and Lawton (OK) congregations. Jorge was born in Portuguese East Africa, now Mozambique, and also lived and served the Church in South Africa. He is also responsible for God’s Work in the Portuguese language, and has been visiting Portugal, Brazil and Angola at least once a year. Kathy was born in Pennsylvania and also served for a number of years in South Africa. They are the proud parents of five children, with 12 grandchildren and live in Allen, north of Dallas (TX).