Dois discípulos de Cristo conversam na estrada a caminho de Emaús acerca do Plano de Deus. Este sermão descreve um cenário do que eles podiam ter falado e analisado. As escrituras do Antigo Testamento que apontam para o sacrifício de Cristo são explicadas ao longo das escrituras que apontam para a Sua segunda vinda para estabelecer o Reino de Deus na Terra. Este maravilhoso plano de salvação da humanidade, do nosso país e de nós individualmente foi planejado desde o início.
O fermento é usado na Bíblia para ilustrar várias lições. Neste sermão usamos o contexto de 1 Coríntios 5:6-8 para refletir num dos simbolismos do efeito do fermento no pão e como esse simbolismo tem um significado espiritual em relação aos sete Dias dos Pães Asmos que seguem imediatamente após a celebração da Páscoa.
A história da libertação dos filhos de Israel da escravidão no Egipto tem inspirado milhões de pessoas por milhares de anos. O povo estava sob uma escravidão dura. A vida era difícil. Igualmente - hoje em dia - a vida é dura e estamos neste mundo sob a escravidão do pecado e do faraó invisível - que é Satanás. O ser Divino, que foi o agente do Pai Celestial, aquele que falou e atuou com os filhos de Israel, o Verbo que estava com Deus e era Deus (João 1:1-3), que se fez carne e habitou entre nós (vesículo 14), Jesus Cristo, os libertou da escravidão. Esse mesmo Ser Divino, Jesus Cristo, de acordo com a vontade do Pai Celestial, igualmente libertará no mundo de amanhã não só os filhos de Israel, mas também todas as nações. Tal como os fihos de Israel prefiguram a Igreja de Deus que é chamada deste mundo, igualmente a verdadeira Igreja de Deus prefigura o mundo inteiro a ser libertado da escravidão deste mundo para o Reino de Deus e para o Seu Caminho de Vida Eterna. Este sermão revisita estes eventos e dá várias comparações espirituais. Também demonstra como os símbolos da Páscoa anual, no dia correto (no dia 14 do primeiro mês do calendário de Deus) e na hora correta (Lucas 22:7, 14-15), foram mudados para apontarem para o sacrifício do Cordeiro Pascal, Jesus Cristo. Os verdadeiros Cristãos continuam guardando a Páscoa da Nova Aliança, anualmente, no mesmo dia e na mesma hora, isto é na noite que foi traído (1 Cor. 11:23), em memória do Senhor Jesus Cristo (versículo 25, ARA).
O que Cristo teve que sofrer e por que? O sofrimento Dele foi predito nas profecias. Jesus Cristo pagou completamente o preço do pecado - sim a morte, mas também o preço do sofrimento que existe neste mundo por causa do pecado. Este sermão aborda em detalhe o significado do simbolismo do pão na cerimónia da Páscoa.
O dia do nascimento de Jesus Cristo nunca foi celebrado pelos apóstolos ou pela Igreja primitiva. O que se passou é que várias centenas de anos depois de Cristo, conforme mais e mais aceitavam Cristo, traziam com eles as suas tradições pagãs. Na realidade é que essas pessoas se chamaram 'Cristãos', mas realmente não se tinham convertido e não eram verdadeiros Cristãos. Continuaram a viver com o 'velho eu'. A Igreja Cristã dominante, que já não era a Igreja que Jesus tinha fundado, mas que se chamava Cristã, dizendo que era de Cristo, mas não obedecia a Cristo. Era uma igreja pagã mas com uma aparência de ser Cristã. É como hoje - muitas igrejas que se auto-nomeiam Cristãs, mas não são realmente Cristãs perante os olhos de Deus, porque não obedecessem às leis de Deus, e seguem práticas pagãs. Foi deste modo que o Natal - o dia 25 de dezembro - se veio a conhecer como o dia do nascimento de Cristo - mas era (e é) uma tradição pagã revestida com o nome de Cristo. Deus diz para não seguirmos as tradições pagãs. Mas o que o mundo Cristão faz? Segue as tradições pagãs. Você segue isso? Se segue, receberá as pragas de Deus. Além disso esquece-se do verdadeiro propósito e significado da vinda de Cristo. Este sermão, como parte da Obra da Igreja de Deus Unida, detalha a história não contada da vinda de Cristo e Seu propósito. Visite o nosso site https://portugues.ucg.org/ para obter mais informação acerca de nós.
Qual é a autoridade que diz que devemos guardar estes dias e como os devemos observar. Estas são as festas fixas do SENHOR. Não são as festas dos judeus. São as festas de Deus. Explicação do simbolismo e como Jesus Cristo a celebrou e introduziu significado adicional. Qual foi a sequência que Jesus seguiu? Como se preparar?